Cornudo En Casa... El Domingo... (parte 2)

Cornudo En Casa... El Domingo... (parte 2)Domingo à tarde, o sol já estava se pondo quando a campainha tocou, pontual como sempre às sete. Abri a porta e lá estava o Rodrigo, com aquele sorriso de quem sabe que o mundo lhe deve algo: o six de cerveja numa mão, a outra enfiada no bolso da calça, a camiseta preta colada no peitão largo e os braços que pareciam talhados pra quebrar coisas. Ou pessoas. Me deu um abraço forte, daqueles que duram um segundo a mais, e quando entrou na sala os olhos dele procuraram a Mariana. Ela saiu da cozinha enxugando as mãos num pano, com aquela saia curta de algodão que mal cobria a metade da coxa e uma blusinha justa que marcava cada curva das tetas dela. O cabelo solto, ainda molhado do banho que tinha tomado à tarde, cheirava a baunilha e a algo mais doce, quase pecaminoso. Deu um beijo na bochecha dele, mas os lábios demoraram um instante na pele, e quando se separou me olhou de soslaio com aquela faísca nova que tinha aparecido desde sábado: uma mistura de inocência fingida e fome de verdade. Jantamos tacos de carne assada que ela tinha preparado com capricho, como se fosse um jantar qualquer. Cebola picada fininha, coentro fresco, molho verde que ardia na medida certa. Conversamos sobre futebol, do trânsito que não dá trégua na cidade, de histórias bestas do trabalho. Tudo parecia normal, mas o ar tava pesado, carregado de algo que ninguém ainda nomeava. Toda vez que a Mariana se levantava pra pegar mais cerveja ou servir outro taco, o Rodrigo seguia ela com o olhar sem nenhum disfarce: os olhos percorrendo as pernas longas, a curva da cintura, a buceta que se mexia a cada passo como se tivesse vida própria. E ela sabia disso. Andava mais devagar, rebolava um pouco mais do que o necessário, deixava a saia levantar o suficiente pra calcinha fio dental preta aparecer entre as nádegas perfeitas dela. O Rodrigo soltou um assobio baixo, longo, como o de um lobo que sente cheiro de sangue, essa era sempre a atitude dele. —Mari, pelo amor de Deus… essa bunda é um crime. Se você não fosse casada com esse filho da puta, eu já estaria de joelhos implorando pra você me deixar provar. Mariana se virou devagar, com um sorriso que começou tímido e terminou cruel. Cravou os olhos verdes em mim, sem piscar. — Não é verdade, Alfredo? Você sempre diz que é meu melhor atributo. Ou não, love? Conta pra ele seu segredo, o que descobrimos ontem, fala como você adora que outros olhem pra ele. Senti o calor subir do pescoço até as orelhas. Meu pau já tava meio duro debaixo da mesa, me traindo sem eu poder fazer nada. Rodrigo soltou uma gargalhada rouca, daquelas que ecoam no peito. Mariana largou o pano na mesa e se aproximou de mim sem pressa. Sentou de lado no meu colo, passou os braços no meu pescoço, a mão direita desceu direto na minha virilha e apertou com força, sentindo a ereção que eu já não conseguia esconder. Falou no meu ouvido, alto o bastante pra Rodrigo ouvir cada sílaba. — E se eu der pra ele agora mesmo, Rodri? Ia me tratar como uma puta? O silêncio que veio foi denso, quase palpável. Rodrigo parou de rir. Me encarou por um segundo, me avaliando, depois olhou pra ela. O ar ficou pesado, como antes de uma tempestade. — Tá falando sério, Mariana? Ela se levantou com uma graça felina, virou pra ele e colocou as duas mãos no peito dele, os dedos abertos como se quisesse cravar neles. — Me beija. Rodrigo não esperou mais. Segurou o pescoço dela com uma mão firme, a outra enroscada no cabelo castanho, e beijou ela com violência bruta. As línguas se chocaram, eles morderam os lábios, gemidos abafados encheram a sala. As mãos dele desceram pra bunda de Mariana e agarraram com brutalidade, separando as nádegas por cima do tecido fino da saia, apertando até ela gemer alto contra a boca dele. Ele se afastou só o suficiente pra me olhar. Os olhos dele brilhavam com algo escuro, delicioso. — Tira tudo, Alfredo. Senta no sofá e tira ele pra fora. Quero te ver batendo uma como o corno patético que é enquanto seu amigo arrebenta essa buceta como eu mereço. Mereço. Obedeci sem pensar duas vezes. Me despi nua tremendo, a roupa caindo no chão numa bagunça. Sentei na poltrona em frente ao sofá. Meu pau ficou duro, escorrendo pré-gozo que brilhava sob a luz fraca do abajur. Mariana se ajoelhou na frente do Rodrigo, abaixou o zíper dele com dedos ansiosos e puxou aquela piroca grossa, cheia de veias, comprida e pesada. Olhou pra ela com admiração genuína, quase reverente, depois virou a cabeça pra mim. — Olha isso, Alfredo… isso sim é um pau de verdade. Começou a chupar com fúria animal: lambeu as bolas pesadas, percorreu o pau grosso com a língua, enfiou até a garganta até engasgar e a saliva escorrer pelo queixo, pingando nos peitos dela. Rodrigo agarrou o cabelo dela com as duas mãos e meteu na boca dela sem piedade, empurrando fundo enquanto grunhia. — Assim, putinha… engole tudo. Isso é o que uma puta como você merece. Chupa direito. Mariana gemia em volta do pau dele, os olhos marejados de prazer e esforço, as lágrimas se misturando com a baba que escorria pelo queixo. Depois de vários minutos brutais, ela se levantou, puxou a saia e a calcinha fio dental de uma vez. Ficou só com a blusinha justa, os peitos quase estourando o tecido, os bicos duros marcando como pedras. Se apoiou de quatro no sofá, a bunda empinada pra mim, as pernas abertas, a buceta já brilhando de tesão e os lábios inchados. — Rodrigo… me fode. Come a sua puta na frente do meu marido. Me faz gritar como nunca, enfia essa piroca que eu adoro. Rodrigo deu um tapa na bunda dela que ecoou como um chicote na sala silenciosa. Depois outro. E mais um, mais forte. A bunda de Mariana ficou vermelha na hora, tremendo a cada impacto, a pele quente e ardendo. Ela gemia de prazer e dor misturados, mordendo o lábio inferior. — Diz que é minha putinha, putinha. Diz que adora ser tratada como a vadia que você é. — Sou sua putinha… sou sua putinha, Rodrigo… me trata como tal, papai! Me arrebenta! Ele apontou a ponta grossa pra entrada da buceta e penetrou ela de um só golpe selvagem, até bater no fundo. Mariana soltou um grito longo e rouco que atravessou meu peito. —Aaaahhh, porra! Isso! Mais forte, filho da puta! Rodrigo começou a bombar ela igual um animal. Estocadas brutais, rápidas, profundas. A pélvis dele batia com violência naquelas bundonas tremendo, o som molhado e carnudo enchendo o quarto. Puxou o cabelo dela pra trás com força, obrigando ela a arquear as costas até o limite, com a boca aberta num gemido contínuo. —Olha, corno —grunhiu Rodrigo sem parar de foder ela—. Olha como eu como a sua mulher. Olha como eu faço ela gemer. Mariana virou a cabeça, os olhos vidrados de prazer e um sorriso sádico e cruel. —Tá vendo, Alfredo? Isso é foda de verdade. Você nunca me fez sentir nada parecido. Fala que eu sou a puta do Rodrigo. Fala que você adora ser corno. —S-sim… você é a puta do Rodrigo… eu adoro ser corno… adoro ver você assim… Rodrigo acelerou ainda mais, deu tapas na bunda que deixaram marcas vermelhas, enfiou um dedo no cu dela enquanto metia sem piedade, esticando ela, preparando ela. —Vou encher sua buceta de porra quente. E seu marido vai dormir sabendo que um homem de verdade marcou você por dentro. Mariana gemia sem controle, o corpo tremendo à beira do abismo. —Me dá tudo, papai… me enche… faz o meu corno ver o que um macho de verdade deixa dentro da mulher dele… Rodrigo rugiu e gozou fundo, metendo até se esvaziar por completo, com o corpo tenso, os músculos marcados por baixo da camiseta. Mariana explodiu num orgasmo brutal, gritando o nome dele, apertando as pernas em volta dele, a buceta dela escorrendo em volta da pica que tinha destruído ela, o corpo convulsionando como se tivesse levado um choque. Rodrigo tirou devagar, com aquela lentidão deliberada que faz a porra demorar pra sair, grossa e branca, escorrendo pelas coxas trêmulas de Mariana como se quisesse marcar território em cada centímetro de pele que um dia foi só minha. Ela Ficou de quatro por mais um instante, a bunda ainda vermelha das palmadas, as nádegas brilhando de suor, a buceta aberta e pulsando, deixando escapar um fio lento e grosso que caía no sofá onde tantas noites a gente via séries abraçados, rindo de besteira. O cheiro de sexo cru tomava a sala: suor, porra quente, buceta molhada, e aquele aroma inconfundível de pica que esteve bem no fundo e agora se retira satisfeita. Mariana virou a cabeça pra mim. Sem pressa. Os olhos verdes dela, ainda nublados pelo orgasmo, cravaram nos meus com uma mistura de ternura cruel e satisfação absoluta. Ela lambeu os lábios, e quando falou, a voz saiu baixa, rouca, como se cada palavra custasse um esforço gostoso. — Vem cá, corno manso… chega mais pra perto. Quero que você veja bem. Me arrastei até ficar de joelhos na frente do sofá, tão perto que dava pra sentir o calor que saía do corpo dela, o vapor subindo da pele avermelhada. Minha pica pulsava dolorosamente, escorrendo sem eu nem tocar nela, como se soubesse que não tinha permissão pra se aliviar ainda. Ela estendeu uma mão e acariciou minha bochecha com a ponta dos dedos, um gesto quase carinhoso, mas as unhas dela cravaram um pouco mais do que precisava. — Olha nos meus olhos enquanto eu falo, Alfredo... fez uma pausa. O dedo indicador dela traçou o contorno dos meus lábios, me forçando a abrir a boca um pouco. — Você… meu cuck lindo… vai dormir no sofá da sala. A porta do quarto vai ficar entreaberta, o suficiente pra você ouvir tudo. Cada gemido meu quando ele meter até o fundo. Cada detalhe quando ele me foder de quatro e puxar meu cabelo. Quando eu falar “sim, papai, arrebenta minha bunda essa noite”. Você vai ouvir como ele enche minha buceta primeiro, como me faz gozar gritando o nome dele, e depois como ele abre meu cu, como me faz gemer igual uma puta no cio enquanto me inunda por trás. E você não vai poder se tocar. Nem um roçar. Nem apertar as pernas. Você vai ficar aí, duro, sofrendo, sentindo o cheiro Com o sexo alheio, ouvindo como sua mulher se entrega por completo a outro homem na cama que dividimos por sete anos. E só quando eu decidir, amanhã de manhã, quando ele tiver ido embora e eu estiver satisfeita e dolorida, vou te chamar pra você vir ver como ele me deixou. Entendeu, meu amor? Eu assenti. Não consegui falar. A voz tinha ficado presa na garganta, afogada pela humilhação que queimava por dentro e pela ereção que doía como nunca. Mariana sorriu, aquele sorriso lento e sádico que eu nunca tinha visto antes de ontem, e se inclinou um pouco mais pra me beijar na testa, como se eu fosse um menino bonzinho que tinha aprendido a lição. — Bom garoto… isso é só o começo. E acredita em mim, Alfredo: antes do fim da semana você vai estar implorando de joelhos pra eu te humilhar mais, pra deixar você olhar mais de perto, pra fazer você cheirar tudo, pra te obrigar a ver como me comem uma vez atrás da outra. Porque agora você já sabe: não tem volta. Você é cuck de verdade. E eu… eu acabei de descobrir o quanto eu gosto de ser a puta que você sempre sonhou. Ela se virou pro Rodrigo, que esperava sentado no sofá com o pau ainda meio duro e um sorriso de dono satisfeito. Se aninhou no peito dele, nua, suada, marcada, e me olhou uma última vez por cima do ombro. — Agora vai lavar a louça, cuck. A gente vai continuar trepando. E não ousa bater uma no banheiro. Quero que você durma com as bolas cheias. Eu me levantei tremendo, nu, com o gosto amargo da excitação e da vergonha na boca, e caminhei até a cozinha enquanto atrás de mim eu ouvia as risadas baixas deles, os beijos molhados, o som de pele contra pele começando de novo. Eu soube, naquele instante preciso, que minha vida nunca mais seria a mesma. E o mais foda de tudo é que eu não queria que fosse.

5 comentários - Cornudo En Casa... El Domingo... (parte 2)

Divino, hace un montón que no encontraba un relato tan bien redactado, muchas gracias... A esperar la parte 3
Que buena esposa...disfruto e hizo disfrutara todos en casa!!!
Uffff sí qué rico necesito una mujeer que me hable así y me haga cornudo