Vivendo com meu tio gostoso

Olá, todo mundo, podem me chamar de Yun. Tenho 20 anos, não sou alta (tenho só 1,50m), não tenho peitões nem quadril largo, sou bem comum mesmo. E essa é a minha história com meu tio e como tudo foi pro caralho. Tudo começou quando meu namorado me expulsou de casa e eu não tinha onde ficar. Tava muito deprimida e até larguei meu emprego. Voltar pra casa dos meus pais não era opção e eu também não tinha grana nenhuma.

Pra minha sorte, alguém me ligou e disse que podia me dar abrigo de graça. Era meu tio (irmão do meu pai). No começo, não tava muito segura se devia aceitar o convite, mas pensei que não teria problema. Ele é casado e, pelo que diziam, muito feliz com a esposa, super estáveis e financeiramente bem. Então acabei aceitando, sem saber no que ia dar. A esposa dele não ficou muito feliz com a decisão, mas não brigou. Só me olhava com cara feia e vivia me vigiando.

A paz era total quando ela saía pra fazer compras ou pagar contas. Aí eu podia ficar completamente à vontade, sem restrições. Entrava no banho sem fechar a porta e me trocava sem preocupação. Achava que não tinha problema nenhum e que tava sempre sozinha. Mas na real, nem sempre tava. Várias vezes meu tio chegava em casa sem fazer barulho e curtia o espetáculo. Isso eu não soube de cara, descobri depois de um tempo.

Um dia, saí do banho só de toalha e encontrei ele sentado na minha cama, com minha calcinha na mão. Assim que me viu entrar, guardou no bolso da calça e disfarçou um pouco.

T: Sobrinha, tava te esperando.
Y: Dá pra esperar lá fora um minutinho enquanto eu me visto?
T: É que é justamente sobre isso que queria falar.
Y: Não entendi, do que se trata?
T: Bom, sobrinha, eu abri as portas da minha casa pra você, te dou comida e tudo que precisa sem você pagar um centavo.
Y: Ué, mas foi o senhor quem me convidou pra morar aqui.
T: Nada é de graça nessa vida. A vida, e já devia saber disso, sobrinha. Não se assuste, não é nada de ruim. Tirei um maço de notas do bolso da calça e coloquei na cama devagar. T-Tu pode ficar com isso, mas em troca quero uma coisa. Y-Tio, eu não... T-Só quero umas fotos, mas sem pano nenhum, não precisa de contato físico, é só tirar as fotos e vou embora. Olhei pra cama por um instante e fiquei pensando em quanto dinheiro podia ser. Me aproximei devagar, peguei as notas com as mãos, considerei por um segundo e guardei o dinheiro numa gaveta, pra depois deixar a toalha cair. Y-Se apresse e não quero que compartilhe com ninguém. T-Tá bom, mas quero umas ali em pé e outras na cama. Y-Rápido, antes que sua mulher chegue.

Tirou umas fotos minhas encostada na porta e na cômoda, depois me joguei na cama e levantei um pouco a bunda. Abria um pouco as pernas pra algumas fotos e em outras ficava de lado. Entre tantas fotos e poses, comecei a ficar com tesão e, instintivamente, minha mão foi pra minha partes e comecei a brincar. Meus dedos rodavam, entravam e saíam com muita energia, já tava completamente molhada e quente. Quando virei pra ver meu tio, ele tinha um volume evidente na calça, o celular dele continuava fixo em mim e depois eu descobri que, desde que comecei a me tocar, ele tava me gravando sem perder nenhum detalhe dos meus dedos na minha buceta. Ver ele com aquele volume todo e tão vidrado na minha brincadeira me excitou ainda mais. Me levantei devagar e fui me aproximando dele.

Y-Não fala nada, só abaixa a calça. Falei enquanto descia da cama e ficava de joelhos na frente dele, olhando direto pra câmera.

Com uma mão só, ele desabotoou o cinto e a calça, deixando cair. Ao ver o pau dele na minha frente, não consegui evitar um gemidinho, mesmo ele sendo pelo menos uns 20 anos mais velho que eu, o amiguinho dele era enorme e ainda não tava totalmente duro. Peguei ele com as duas mãos e comecei a brincar, passava de uma mão pra outra, coloquei ele entre meus peitos e provocava ele com minha língua, lambendo só a ponta. Quando vi que já tava mais duro, tentei meter na boca, mas minha falta de experiência me fazia sentir que tava engasgando. Meu tio (que continuava gravando tudo) me segurou com a mão livre pela nuca e foi empurrando pra meter toda a rola dele até minha garganta. Eu continuava dando o meu melhor enquanto minha mão direita brincava com meus lábios, fazendo círculos e fazendo meus "sucos" escorrerem pelo chão. Depois de uns 10 ou 15 minutos assim, finalmente ele gozou na minha boca e descarregou tudo bem fundo, só sentindo aquilo descendo pela minha garganta. E- Ninguém pode saber o que aconteceu aqui, muito menos ver esse vídeo. T- Não se preocupa, sobrinha, não vai sair daqui. Enquanto ele dizia isso, ouvimos as chaves abrindo a porta da entrada. Rapidamente meu tio terminou de subir as calças e fechar o cinto. Assim que ele saiu, tranquei a porta do quarto e me joguei na cama. Depois de recuperar a compostura, me vesti e tive que voltar ao banheiro pra lavar o rosto, que tava cheio de restos de saliva e porra. Não falei mais com ele naquele dia, mas isso foi o começo do caos. Desde aquele dia, meu tio me olhava com mais luxúria quando minha tia se distraía. Se quiserem ler mais sobre o que aconteceu depois disso, esperem as próximas partes.

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