O relato a seguir é uma história contada por uma colaboradora. Meu nome é Jade e tenho 26 anos. Não sou uma garota que você consideraria muito gostosa, e no começo isso me incomodava. Estou casada há alguns anos com um grande homem, ele é militar e por isso quase não fica em casa. No início, foi muito difícil me adaptar a tudo isso, e além disso, sempre fico desconfiada de ele estar longe e eu nem saber com quem. Ele sempre me diz que não acontece nada e que eu devo ficar tranquila com tudo isso. Tento dar ouvidos e acreditar nas palavras dele, por isso, até para esvaziar a mente e reacender a chama da paixão, decidi entrar na academia. Falei pro meu marido que, se ele pagasse as mensalidades, ia curtir todos os benefícios que viriam (embora, mesmo que não fizesse isso, de qualquer jeito a gente acabaria transando). Ele sempre me dá o que peço, então não hesitou, e comecei a ir todos os dias. Vou sempre bem cedo, e nos primeiros meses fui como um fantasma. Ninguém falava comigo e, como treinava muito cedo, praticamente tinha tudo pra mim sozinha. Mas o que eu não sabia era que o treinador (que também era o dono) já tinha me olhado. Foi só no terceiro mês que ele resolveu se aproximar pra falar comigo. T- Oi, vejo que você treina bem cedo. J- É, porque à tarde já não tenho muito tempo. T- Te vejo aqui direto, mas você nunca fala. J- É porque venho pra malhar, não pra socializar. T- Talvez você queira que eu monte uma rotina pra você, até porque esse é meu trabalho. J- Sei quais exercícios fazer, meu... (Por um momento hesitei em dizer que era casada) J- meu amigo me explicou, ele também entende muito de exercício. T- Entendi, mas você tá sempre sozinha, então como ele explica ou sabe se você tá fazendo certo? J- Bom, ele não sabe. T- Vem comigo até meu escritório que vou te dar uma rotina completa, como você diz, vai ser um presente por ser nova. J- Não sou nova, e além disso já tenho uma rotina. Parei pra olhar bem pra ele, era mais alto que eu (tenho 1,59), além de ter um corpo atlético bem trabalhado (não era daqueles músculos exagerados). por um instante pensei em coisas que não sentia há um tempo (meu marido foi destacado dois meses e meio atrás), então hesitei um pouco e decidi algo. J- Sabe, acho que posso tentar outra rotina pra ver se tenho resultados. E- Tá bem, então vem comigo pro escritório e a gente planeja uma. Caminhei atrás dele e olhava pra todos os lados, realmente estávamos completamente sozinhos. Eu tava só com um top esportivo e uma legging curta que não deixava muito pra imaginação (como era bem cedo, sabia que ninguém me via e na hora de ir embora só trocava de roupa no vestiário e pronto). Comecei a me arrepender, mas já estávamos quase entrando no "escritório" dele. E- Pode entrar, senta aí. J- Sim Num instante passei o olho pelo lugar todo e vi algo que me deixou gelada, ele tinha no computador imagens das câmeras, mas não eram só das máquinas, entrada, saída e essas normais, tinha umas 3 ou 4 dos vestiários femininos. Não falei nada e desviei o olhar rápido enquanto ele ia pra cadeira dele. E- Bom, vi que teu treino é pra definir e não pra ganhar massa muscular, certo? J- Sim, só quero ficar gostosa e não virar uma maromba E- Então acho que vai ter bastante cardio e um pouco de trabalho com peso. O jeito que ele disse "cardio" me acendeu um alerta interno, mas também gostei de como ele me olhava enquanto falava. Conversamos sobre coisas mais técnicas e me despedi dizendo que começaria no dia seguinte, pra sair rápido e já em casa não consegui tirar da cabeça meus pensamentos de "cardio" com o personal. Pensei no meu marido e que, mesmo a gente conversando todo dia, não sei se eu tava me enganando. Decidi que deixaria as coisas seguirem o curso natural, talvez eu tivesse vendo e ouvindo coisas que não eram. No dia seguinte, o personal já tava me esperando pra fazer a nova rotina, e no fim eu não tava imaginando coisas, ele realmente tava tentando algo, chegava muito perto de mim pra explicar e sempre que podia, eu me esfregava no amiguinho dele. Embora eu não tenha ficado indiferente e também me inclinava mais do que o necessário, eu tinha vestido as roupas mais pequenas que tinha pra treinar e percebia que ele não parava de olhar pra minha bunda minúscula. A gente teve essa "rotina" de roçadas por uma semana inteira. Quando ambos sabíamos o que o outro queria, começou o verdadeiro jogo. Sabendo que não tinha ninguém tão cedo e que ele tinha as chaves, ele aproveitou que entrei e fui me trocar, trancou a porta de novo e veio atrás de mim. Eu não sabia de nada disso, ele simplesmente entrou e me encurralou no vestiário. Eu, que esperava por aquele momento, não tava usando nada por baixo das minhas roupinhas minúsculas. Ele simplesmente me virou e, quando tirou minha lycra, já tinha caminho livre. Colocou o amiguinho dele na entrada e só empurrou pra entrar tudo (eu tava tão excitada que já tinha molhado a lycra inteira). A ação dele me fez gemer bem alto e na hora eu tampei a boca. Ele não parou e continuou metendo tudo, fazendo eu me contorcer entre prazer e um pouco de dor. No começo, eu me preocupava se alguém podia entrar e ouvir meus gemidos ou até ver como o treinador tava me comendo tão selvagemente.
Depois de vários minutos naquela posição, ele disse que queria continuar em outro lugar. Me levou pros chuveiros. Eu simplesmente tirei o top e já tava completamente nua. Ajoelhei e fiz sinal pra ele se aproximar, enquanto olhava fixamente pro amiguinho dele, que já tava totalmente duro. Sem perder tempo, ele colocou na minha boca e começou a tentar meter tudo. Eu só tentava segurar o máximo possível aquela pica imensa dele. Fazia tanto tempo que não fazia um oral no meu marido e, apesar de sentir a boca cheia dos fluidos do treinador, não sabia se tinha feito direito ou se foi só a excitação do momento, porque ele me encheu com o leite dele. Na hora, eu levantei e fiquei de quatro, enquanto a água quente caía. Por cima de nós dois, e ele voltava a meter a pica na minha buceta com tanta energia que eu não conseguia parar de gemer e me molhar toda. Tudo isso parecia provocar ainda mais o treinador, e ele me empurrava com mais força. Ficamos assim por uns 30 ou 40 minutos, alternando entre minha boca e minha buceta. Fiquei um tempo sentada no chuveiro, toda melada de porra e meus próprios fluidos. Me limpei do jeito que deu, me vesti e, quando desci até a entrada, descobri que estava trancada. Aí entendi por que o treinador não teve problema nenhum com o que a gente fez. Não precisei procurar ele, porque apareceu todo fresco atrás de mim com as chaves pra abrir a porta.
E — Te vejo amanhã pra continuar seu treino?
J — Vou pensar. O cardio de hoje foi bem cansativo.
Depois de falar isso, saí rápido, com o coração batendo a mil e uma culpa súbita me invadiu. Lembrei do meu marido, mas não me senti arrependida — na verdade, fiquei mais excitada com toda a situação. Vou continuar contando as experiências com meu "treinador". Esse foi só o começo da minha relação caótica.
Depois de vários minutos naquela posição, ele disse que queria continuar em outro lugar. Me levou pros chuveiros. Eu simplesmente tirei o top e já tava completamente nua. Ajoelhei e fiz sinal pra ele se aproximar, enquanto olhava fixamente pro amiguinho dele, que já tava totalmente duro. Sem perder tempo, ele colocou na minha boca e começou a tentar meter tudo. Eu só tentava segurar o máximo possível aquela pica imensa dele. Fazia tanto tempo que não fazia um oral no meu marido e, apesar de sentir a boca cheia dos fluidos do treinador, não sabia se tinha feito direito ou se foi só a excitação do momento, porque ele me encheu com o leite dele. Na hora, eu levantei e fiquei de quatro, enquanto a água quente caía. Por cima de nós dois, e ele voltava a meter a pica na minha buceta com tanta energia que eu não conseguia parar de gemer e me molhar toda. Tudo isso parecia provocar ainda mais o treinador, e ele me empurrava com mais força. Ficamos assim por uns 30 ou 40 minutos, alternando entre minha boca e minha buceta. Fiquei um tempo sentada no chuveiro, toda melada de porra e meus próprios fluidos. Me limpei do jeito que deu, me vesti e, quando desci até a entrada, descobri que estava trancada. Aí entendi por que o treinador não teve problema nenhum com o que a gente fez. Não precisei procurar ele, porque apareceu todo fresco atrás de mim com as chaves pra abrir a porta.
E — Te vejo amanhã pra continuar seu treino?
J — Vou pensar. O cardio de hoje foi bem cansativo.
Depois de falar isso, saí rápido, com o coração batendo a mil e uma culpa súbita me invadiu. Lembrei do meu marido, mas não me senti arrependida — na verdade, fiquei mais excitada com toda a situação. Vou continuar contando as experiências com meu "treinador". Esse foi só o começo da minha relação caótica.
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