Divorciada Necesitada de Verga 3

Oi! Continuando a história anterior, a Maggi, depois dos quase 4 meses que morou na minha casa, teve que voltar a morar com a filha na casa da mãe dela, porque até aquele momento a família dela não me conhecia. E como eu mencionei no relato anterior, fiquei bem dominante com ela e fazia as coisas que eu pedia sem perguntar. Ela começou a se masturbar sozinha, e toda vez que tomávamos banho juntos, eu notava as calcinhas dela molhadas e manchadas dos seus fluidos. Então, comprei alguns brinquedos e lubrificantes para ela usar sozinha ou quando a gente transava, para aumentar ainda mais o tesão dela e deixar cada vez mais intenso.Divorciada Necesitada de Verga 3

vadia
vadiaNo último dia que amanecimos juntos na casa, antes da mudança dela, ela acordou super excitada e fogosa. Ela me despertou com a respiração acelerada, gemidos e gadejos. Quando consegui abrir os olhos, vi ela se masturbando, a buceta toda molhada, os dedos encharcados e aquele mel escorrendo. Ela esfregava o clitóris, começou a meter um dedo e depois a mão inteira. Quando percebeu que eu tinha descoberto, pediu perdão e me contou que estava com muito tesão porque teve sonhos molhados, e como me viu muito dormindo, não quis me acordar.Separada
muito gostosa
pau grandeDepois que ele gozou super gostoso, sua boca começou a me beijar enquanto eu, com o pau bem duro, tremia de excitação. Então ela enfiou a língua na minha boca, minhas mãos começaram a percorrer seus seios enquanto ela se acomodava em cima do meu pau, cravou as unhas no meu peito e soltou um gemido, antes de se enfiar por completo no meu pau. Depois disso, ela começou a se mover rapidamente em cima de mim, e eu comecei a ofegar – Oooohhhhhh, Ahhhhhh… eu… eu estou quase gozando de novo!! Maggi dizia entre gritos e gemidos. Eu também estava quase gozando, e ela percebeu, porque parou de se mover rapidamente, tirou uma leve pausa, e eu aproveitei para pegar seus peitos com minhas mãos. Depois disso, Maggy voltou a pular como uma louca no meu pau enquanto pedia que eu chupasse e mordesse seus mamilos. Eu fiz, minha língua começou a brincar com seus mamilos enquanto ela apertava minha cabeça contra seu peito. Maggy deu um grito e balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto estava gozando, parou de repente, com meu pau dentro dela, me olhou diretamente nos olhos e suplicou: "Já quero seu leite". Ela saiu de cima e agarrou meu pau com a mão direita, me pediu para levantar e ela se ajoelhou na minha frente, começou a me chupar e com as mãos massageava minhas bolas. Eu estava cada vez mais quente, com minhas bolas cheias de esperma esperando para encher sua boca de porra. Ela passou as mãos por trás e me agarrou pelas pernas, enfiando o pau até o fundo para que entrasse em sua garganta até o final. Eu não aguentava mais e disse assim: "Vou gozar". Ela tirou meu pau da boca por um momento e me disse: – Quero que você goze agora, quero comer sua porra – depois enfiou todo o pau na boca de novo e, pressionando com os lábios, começou a chupar de frente para trás mais rápido. Eu gozei entre gemidos e enchi sua boca de porra, ela engoliu tudo que pôde, e lambeu o que ficou em seus lábios, também o que escorreu pelas minhas bolas; já que deixou... limpia meu pau, se levantou e me olhou com cara de cachorro no cio e soltou essa pergunta: "Gostou? Porque a partir de agora vou ser mais puta com você e quero que me satisfaça e faça de tudo". Tomamos banho e nos vestimos rápido, já que tínhamos que preparar o café da manhã e organizar toda a mudança nova dela. À noite, depois da mudança, dormi como uma pedra e na manhã seguinte acordei com uma ereção enorme, tinha sonhado com a Maggy e com tudo que queria fazer com ela e continuar experimentando, não precisei de muito para gozar pensando no que faria com ela depois; depois de tomar banho, me vesti, tomei café e fui trabalhar. A Maggy me tinha encantado com tudo que fazíamos juntos na cama, e uns 5 dias depois coincidimos no trabalho (já que voltamos da pandemia no final de julho, trabalhávamos 4 dias por semana e descansávamos 3) foi só então que nos vimos, ela me cumprimentou normalmente e depois se aproximou e me disse no ouvido com uma voz cheia de tesão e um olhar safado nos olhos: que queria chupar meu pau, que já estava com saudade e queria que fosse ali mesmo no trabalho, porque essa era uma das fantasias dela, além de querer que eu a comesse no trabalho. Ela me cortou bruscamente depois de me dizer isso, pois uma colega se aproximou para nos cumprimentar, agimos normalmente a manhã toda, depois do almoço nos pediram para fazer um inventário de uns depósitos onde tinha mobiliário, então mandei mensagem para a Maggy irmos fazer, já que ela tinha ido resolver outras pendências, além disso, se ela queria realizar sua fantasia era a hora de tornar realidade, já que ficaríamos sozinhos um bom tempo, ela demorou uns 10 minutos, quando de repente abriu a porta do depósito onde eu estava, reagi surpreso; mas já sabia que naquele momento estava decidido a realizar as fantasias dela, ela se postou na minha frente de um jeito bem atrevido, como uma verdadeira mulherão, com letra maiúscula, a Maggy tinha amarrado o cabelo, me olhou sensual, passou a língua por os lábios, lentamente e de maneira provocante, ela foi fechando a porta, passou ao meu lado, agarrou com a mão meu pau, que já estava bem duro e, sorrindo para mim, disse: "Ummmmm, noto algo duro por aqui, que delícia". Com essas palavras, esqueci completamente meus afazeres, as dúvidas (se é que existiam), preocupações ou remorsos por estar fazendo isso no meu trabalho, e minha mente foi invadida pelo desejo selvagem de possuir e dominar aquela mulher imediatamente. Ela se colocou diante de mim e, flexionando os joelhos, se ajoelhou na minha frente. Eu a olhava nos olhos e em seu olhar havia luxúria. Sua mão rapidamente desceu meu zíper, tirou meu pau e começou um boquete incrível, da cabeça até as bolas, ela babava bastante e, às vezes, enfiava até o fundo da garganta. Eu não permaneci inativo por muito tempo; seguindo meu instinto, passei minha mão pela nuca de Maggy e comecei a ditar o ritmo do seu boquete. Aguentei uns 10 minutos assim até que enchi sua boca de porra. Depois de engolir, ela se levantou e começamos a nos beijar. Com uma mão, agarrava seus seios, enquanto com a outra acariciava suas nádegas. Desabotoei sua calça e foi quando encontrei sua calcinha e a puxei para o lado, buscando com meus dedos sua buceta. Ela, com uma das mãos, me mostrou o caminho até a entrada de sua vagina, empurrou levemente os quadris e um dos meus dedos encontrou seus lábios maiores, quentes e abertos. Acariciei-os antes de enfiar o dedo em sua fenda, masturbando-a por um momento até que ela não aguentou mais e se pôs de quatro sobre um sofá que havia no depósito.divorciada
vadia gostosa
vontade de foderMe virei e me posicionei atrás dela, coloquei a ponta do meu pau na mão dela e ela o enfiou de uma só vez, dada a umidade da sua buceta. Uma vez dentro, ela disse: "Vamos! Enfia bem forte, me fode, me fode!" — soltou um gemido gelado de prazer, movendo-se no meu ritmo, rebolando os quadris e não parava de soltar frases obscenas, dizendo: "Sou sua putinha, abre minha buceta com seu pau gostoso e me deixa inchada, que eu sinta dor quando for ao banheiro". Isso me animou a foder ela mais e mais rápido. Ela gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não parava de gemer. Meu corpo suava e minha mente estava no prazer que aquela mulher me proporcionava e em não sermos descobertos. Notei como sua vagina se contraía e apertava meu pau, como se o estivesse sugando para dentro. Agarrei os peitos da Maggy e comecei a me mover mais rapidamente, com o objetivo de fazê-la gozar de novo. Cuspi na sua bunda e com um dos meus dedos comecei a brincar com seu ânus. Ela então disse: "Vamos, papai! Enfia um dedo no meu cu, vamos, faz isso! Quero que você me deixe com meus buraquinhos bem abertos". Eu fiz, e ela gozou instantaneamente. Eu também estava prestes a gozar, então ela pediu para mudar de posição para evitar isso. Ela tirou a calcinha, me olhou e subiu em cima de mim. Parecia uma fera descontrolada, faminta por sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era sua vítima. Depois de enfiar meu pau no cu, ela disse: "Quero sentir pelo cu, arromba meu cu, papi!" Abri suas nádegas para que seu ânus se abrisse mais e meu pau entrasse e saísse sem problemas; maravilhado com o fato de que aquela mulher que conheci há alguns meses tão recatada e discreta agora estava me pedindo aquilo. Sabia que tinha alcançado muito bem meu objetivo de torná-la minha putinha. Ela mordia e beijava minhas orelhas e dizia: "Continua, papai! Não para! Continua, enfia até o fundo de uma vez, você sabe que eu gosto de dor! Sou uma vadia safada! Me dá pelo cu! Aproveita a putinha em que me transformei!" Quando ela disse Nessa hora, minha mente deu um pulo, a luxúria me invadiu ainda mais e dei uma socada selvagem com o quadril, enterrando meu pau ainda mais fundo no cu dela: então perguntei: "Você gosta de dor, putinha? Eu vou te mostrar o que é dor de verdade!" — comecei a meter com fúria no cu dela, enquanto as lágrimas de dor escorriam do seu rosto, mas eu continuava me excitando com as frases obscenas que ela soltava. Eu sentia meu pau inchando a cada frase, a cada empurrão, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado, agarrei suas nádegas e cravei minhas unhas nelas, metendo com força no seu cu, Maggy começou a gemer de prazer, mais do que de dor, agarrei suas coxas, ela se deixou cair para frente, para esfregar o próprio clitóris com uma mão, e com a outra apertava os seios, enquanto meu pau perfurava sem piedade seu cu. Ela pediu: "Morde meus mamilos!" — fiz sem hesitar, devagar no começo, mas com as obscenidades que ela soltava, fui com mais força, me esfreguei neles, fazendo Maggy gozar de novo. "Estou quase gozando, foxy!" — disse enquanto puxava seu cabelo e enchia seu cu de porra quente. Deitei no sofá, ofegante e rosnando, ela ficou com o cu escorrendo porra e seus olhos refletiam uma grande satisfação, assim como os meus, quando conseguiu falar algo, ela disse: "Você é um animal! Foi incrível! Quando você me xingava e me chamava de putinha ou foxy, eu ficava cada vez mais excitada! Obrigada por realizar minhas fantasias, eu precisava me sentir viva!" — começamos a limpar e nos vestir, ela foi ao banho se lavar e eu fui lavar minhas mãos e a boca, também aproveitei para pegar aromatizantes para disfarçar o cheiro de sexo que deixamos no depósito, naquele dia terminamos o inventário com total normalidade, sem ninguém desconfiar. Nossa relação continuou na mesma rotina por mais alguns meses, até dezembro, que é o mês do meu aniversário, quando muitas coisas mudaram entre nós. Continua...

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