Depois de dar a virgindade pro meu namorado. Meu namorado já tinha me dito uma vez que uma das fantasias sexuais dele era me penetrar analmente. A ideia do sexo anal não me desagradava, na verdade eu achava bem erótico, mas o pau de 16cm do meu namorado, junto com a grossura avantajada, me assustava bastante, mesmo não sendo tão comprido, era grosso. Naquela época eu já estava me relacionando com a Lucy, uma amizade de irmandade, e ela tinha me dado conselhos pra ter sexo anal (usar lubrificante, dilatar aos poucos). Eu já me sentia madura o suficiente pra dar esse próximo passo. O primeiro passo foi discutir com meu namorado, falei que tinha medo, disse que tinha conversado com a Lucy e ela me deu dicas de como fazer o anal ser seguro e prazeroso. Ele foi receptivo aos conselhos e fez a própria pesquisa, chegando a resultados parecidos: lubrificante, dilatação devagar, muita paciência e relaxamento. Concluímos que isso tinha que ser prazeroso pros dois, senão não rolava. Falei que meu medo era, além da possível dor do pau grosso dele no meu cu, sujar de cocô. Ele disse pra eu não me preocupar com isso, e que eu nem pensasse em fazer uma lavagem ou algo assim. Ele entendia que a gente tivesse que esperar 30 minutos até meu cu dilatar, pros dois, se sujasse, bom, que ficasse como anedota. Também combinamos de fazer com camisinha, mas se funcionasse bem no futuro íamos fazer sem, ou como se diz agora, a pelo no cu. Tava tudo pronto pra passar umas férias aprendendo sexo anal, mas não contávamos com a falta de noção dos nossos pais. Os meus organizaram umas férias de 3 semanas nos EUA, mais pra minha irmãzinha de dez anos na época conhecer a Disney. A família dele organizou uma viagem pra Europa de um mês, que coincidia com a terceira semana da minha viagem. A gente não ia se ver por seis semanas, desde a primeira semana de janeiro até a terceira semana de Fevereiro. Seis semanas sem sexo iam ser uma tortura pra duas pessoas com os hormônios à flor da pele, mas não tínhamos escolha, não tínhamos voz nem voto. Com muito esforço, convencemos nossos pais a ter umas férias só entre nós dois, bem mais "humildes" em comparação, usando nossas economias (pra ser sincero, eu não tenho economias, mas eles me mimam em tudo e ele tem uma extensão do cartão do pai, mas não lida com dinheiro vivo). A solução salomônica que chegaram numa discussão entre meus pais e os pais dele é que iam nos emprestar a casa de verão de um parente dele, que fica em Tequesquitengo. É uma cidade turística conhecida pelo calor. No penúltimo domingo de fevereiro, estávamos viajando sozinhos pra Tequesquitengo, prontos pra aprender a ter anal pesado e gostoso. Chegamos no lugar e era uma casa com uma vista linda, pro lago, pras montanhas. Era bem fria, mas tinha aquecimento, mesmo fazendo calor lá fora. Tinha todas as comodidades, e o quarto tinha uma cama de casal. No primeiro dia, fomos até o centro comprar comida e todos os mantimentos necessários, e encontramos uma sex shop um pouco afastada. Com toda a vergonha do mundo, entramos. Fomos atendidos por uma garota de uns vinte e poucos anos, muito gostosa, vestida como uma puta do GTA, e com uma voz infantil, pronta pra endurecer a rola de quem entra. – Oi, galera, em que posso ajudar? – Hãã, oi, sim, eu... tô procurando, hãã, algo pra transar – gaguejou meu namorado. – Desculpa, não entendi. – Tô procurando aquilo que se usa pra transar pelo cu sem machucar. – Ah, cê tá procurando um lubrificante. – Sim, isso mesmo. – Sim, isso. – Bom, temos todos esses, esses são à base d'água, esses são oleosos (ela falava enquanto mexia nos frascos), esses outros têm lidocaína, que é um anestésico. Não recomendo se vocês são inexperientes, porque a anestesia pode esconder um machucado. – Hum, sim, interessante. – O que eu recomendo é É, eu uso isso e você não sente dor nenhuma. Enquanto ela dizia isso, eu morria de vergonha e ciúme daquela puta falando pro meu namorado como ela gosta de ter a buceta arrombada kkkk. – Bom, vou levar esse, obrigada! Caminhamos em silêncio pra casa, morrendo de vergonha e completamente expostos, já que a moça que nos atendeu ia saber que a gente queria transar no cuzinho e que eu ia ter o cu arrombado pela primeira vez. Naquela noite, jantamos uns tacos que a gente tinha comprado. Era uma comida bem simples. O melhor de tudo é que nos sentíamos dois adultos funcionais, morando sozinhos, cozinhando, fazendo nossas coisas. Mesmo sendo uma fantasia, porque era sustentado pela carteira dos nossos pais, a gente curtia como nunca tinha curtido antes. Era outra parada. Lembrando que isso aconteceu ano passado kkkk. À noite, fomos pra cama, uma de casal, e começamos uma sessão de beijos românticos, enquanto dava pra ver a lua refletida no lago. A gente se pelou, ele me beijou o rosto todo, o pescoço, os peitos. Desceu até minha xereca e passou reto. Focou nos meus pés, lindos, com as unhas pintadas de preto, e deve ter passado uns dez minutos adorando eles. Quando cansou de chupar meus pés, me fez um oral.
Eu não queria gozar ainda, então fiz um oral nele. Minhas habilidades orais eram muito boas e eu tinha adicionado uma técnica de sucção nos testículos e no períneo que fazia ele gemer.
Fizemos um 69 onde tive meu primeiro orgasmo, mesmo não sendo muito fã dessa posição. Ele não quis gozar e continuou chupando minha pussy. Me pediu pra ficar de quatro e disse: – Com licença, quero fazer uma coisa. Senti ele lambendo minha pussy por trás. Em um momento ele para, abre minhas nádegas, olha bem e chupa minha Booty. – Ayyyyyyyyyyy siiiiiiiiii. Senti uma eletricidade percorrer o corpo inteiro enquanto a língua dele passava pelas dobras do meu ânus. Meu ânus é pequeno, apertado. Eu olhei no espelho esses dias e vi que era bem pequenininho. Parece muito pequeno, difícil acreditar que o pau do meu namorado vai entrar ali. – Love, você está pronta pra tentar?
Virei a cabeça pra ver o rosto dele enquanto tava de quatro na cama. – Sim, tô pronta. Tava completamente pelada, de quatro, e chocada com a lambida no cu que acabava de ganhar do meu namorado. Tava pronta pra experimentar sexo anal. Na hora, meu namorado foi até o criado-mudo procurar na gaveta o pote de lubrificante anal que a gente tinha comprado naquela tarde. Sacudiu um pouco, abriu e o cheiro perfumado que tinha tomou conta do quarto. Eu continuava de quatro na cama esperando ansiosa pelo que ia rolar, confesso que a posição e não ver a cara do meu namorado me deixava meio nervosa. – Amor, deita de barriga pra cima – ele falou. Me deitei de barriga pra cima na cama, numa posição mais confortável, mais natural, e tava disposta a me deixar levar pela situação. Levantei um pouco a cabeça pra olhar pro meu namorado e vi ele mexendo no lubrificante enquanto lia as instruções. Tava com uma ereção monstruosa. Mesmo assim, me pareceu que tinha um tamanho descomunal, como nunca tinha visto antes, e senti um medo danado que aquilo pudesse machucar meu cu virgem e apertado. Nunca até hoje tinha feito nenhuma brincadeira anal, além de sentir o jato do bidê algumas vezes passando pelo meu cu, o que me dava uma sensação de cócegas se eu já tava meio excitada antes. Tirando isso, nada, nem um dedo. Meu namorado inspecionou minha posição e pediu pra gente colocar um travesseiro na altura da minha lombar pra levantar um pouco a raba e ter melhor visibilidade. Respirei fundo tentando relaxar. – Beleza, vou começar, amor. Por favor, me avisa se doer e a gente para quando você quiser. Ele tenta passar um pouco de lubrificante no dedo indicador e sem querer derrama um pouco na cama, não muito, mas com a consistência viscosa faz uma bagunça. Na hora a gente riu e não ligou. Agora ele lubrifica o dedo com bastante quantidade e fala: – Vou começar, fica tranquila, por favor. Sinto ele começar a pressionar os as dobras do meu ânus com o dedo indicador dele, sinto meu corpo fazendo resistência involuntariamente, mas não falo nada, vou aguentar, ou pelo menos é o que eu acho. A pressão na minha região anal continua até que sinto que finalmente o dedo consegue atravessar a resistência e entra. Sinto umidade na minha região anal, por causa do lubrificante que estava se espalhando dentro de mim, e muito desconforto. A sensação é parecida com quando você quer cagar. – Como você está se sentindo, love? – Bem, bem. A verdade é que eu estava muito desconfortável, a posição era meio estranha, a pressão no ânus era bem maior do que eu imaginava, e o líquido viscoso me causava desconforto. Mas tinha algo bom: não sentia dor. Meu namorado introduzia o dedo indicador, enquanto com o polegar tentava brincar com a minha buceta, embora eu entendesse a intenção dele naquele momento, eu me sentia superestimulada e tinha dificuldade de me concentrar, então pedi para ele parar de me estimular, que focasse só no meu ânus. Continua....

Eu não queria gozar ainda, então fiz um oral nele. Minhas habilidades orais eram muito boas e eu tinha adicionado uma técnica de sucção nos testículos e no períneo que fazia ele gemer.
Fizemos um 69 onde tive meu primeiro orgasmo, mesmo não sendo muito fã dessa posição. Ele não quis gozar e continuou chupando minha pussy. Me pediu pra ficar de quatro e disse: – Com licença, quero fazer uma coisa. Senti ele lambendo minha pussy por trás. Em um momento ele para, abre minhas nádegas, olha bem e chupa minha Booty. – Ayyyyyyyyyyy siiiiiiiiii. Senti uma eletricidade percorrer o corpo inteiro enquanto a língua dele passava pelas dobras do meu ânus. Meu ânus é pequeno, apertado. Eu olhei no espelho esses dias e vi que era bem pequenininho. Parece muito pequeno, difícil acreditar que o pau do meu namorado vai entrar ali. – Love, você está pronta pra tentar?
Virei a cabeça pra ver o rosto dele enquanto tava de quatro na cama. – Sim, tô pronta. Tava completamente pelada, de quatro, e chocada com a lambida no cu que acabava de ganhar do meu namorado. Tava pronta pra experimentar sexo anal. Na hora, meu namorado foi até o criado-mudo procurar na gaveta o pote de lubrificante anal que a gente tinha comprado naquela tarde. Sacudiu um pouco, abriu e o cheiro perfumado que tinha tomou conta do quarto. Eu continuava de quatro na cama esperando ansiosa pelo que ia rolar, confesso que a posição e não ver a cara do meu namorado me deixava meio nervosa. – Amor, deita de barriga pra cima – ele falou. Me deitei de barriga pra cima na cama, numa posição mais confortável, mais natural, e tava disposta a me deixar levar pela situação. Levantei um pouco a cabeça pra olhar pro meu namorado e vi ele mexendo no lubrificante enquanto lia as instruções. Tava com uma ereção monstruosa. Mesmo assim, me pareceu que tinha um tamanho descomunal, como nunca tinha visto antes, e senti um medo danado que aquilo pudesse machucar meu cu virgem e apertado. Nunca até hoje tinha feito nenhuma brincadeira anal, além de sentir o jato do bidê algumas vezes passando pelo meu cu, o que me dava uma sensação de cócegas se eu já tava meio excitada antes. Tirando isso, nada, nem um dedo. Meu namorado inspecionou minha posição e pediu pra gente colocar um travesseiro na altura da minha lombar pra levantar um pouco a raba e ter melhor visibilidade. Respirei fundo tentando relaxar. – Beleza, vou começar, amor. Por favor, me avisa se doer e a gente para quando você quiser. Ele tenta passar um pouco de lubrificante no dedo indicador e sem querer derrama um pouco na cama, não muito, mas com a consistência viscosa faz uma bagunça. Na hora a gente riu e não ligou. Agora ele lubrifica o dedo com bastante quantidade e fala: – Vou começar, fica tranquila, por favor. Sinto ele começar a pressionar os as dobras do meu ânus com o dedo indicador dele, sinto meu corpo fazendo resistência involuntariamente, mas não falo nada, vou aguentar, ou pelo menos é o que eu acho. A pressão na minha região anal continua até que sinto que finalmente o dedo consegue atravessar a resistência e entra. Sinto umidade na minha região anal, por causa do lubrificante que estava se espalhando dentro de mim, e muito desconforto. A sensação é parecida com quando você quer cagar. – Como você está se sentindo, love? – Bem, bem. A verdade é que eu estava muito desconfortável, a posição era meio estranha, a pressão no ânus era bem maior do que eu imaginava, e o líquido viscoso me causava desconforto. Mas tinha algo bom: não sentia dor. Meu namorado introduzia o dedo indicador, enquanto com o polegar tentava brincar com a minha buceta, embora eu entendesse a intenção dele naquele momento, eu me sentia superestimulada e tinha dificuldade de me concentrar, então pedi para ele parar de me estimular, que focasse só no meu ânus. Continua....
3 comentários - Mi primera vez parte 2