aqui vai a quarta parte dessa história
que vocês aproveitem
OBRIGADO POR COMENTAR
POR LER ELA
E PELOS PONTOS
Na sexta à noite, o Dom Alberto chegou. A mulher dele já tava desconfiando, meu viadinho tava perdido. O velho nem queria tocar nele, só brincava, dava ordens cada vez mais humilhantes, e o viadinho, só pra receber a pica dele, fazia tudo. Dava medo de ver ele tão rastejando. O velho tinha mandado ele se depilar inteiro, e durante a semana ele me implorou pra depilar ele. Deixei ele liso, sem um pelo. O corno parecia uma menininha. O velho adorava fazer ele sofrer, e naquela sexta, o Oscarcito tava mais louca do que nunca. Fazia tempo que o velho não comia ele, só humilhava, e isso era o que mais excitava o corno. Ele me pegou pela cintura, tirou meu vestido, me sentou no sofá e me deu uma boa fodida enquanto o corno, do lado, chupava o que conseguia. Quando finalmente me encheu de porra, fez ele engolir da minha pussy. O Oscarcito ficou de quatro, esperando a vez dele, mas o velho só ria e xingava ele. Quando o Oscarcito terminou de me limpar, o velho deu a pica dele pra ele limpar também, e não contente com isso, encheu a boca dele de mijo e não deixou o corno tirar a pica da boca. A cara dele era um desastre, e ele quase se afogou. Depois disso, virou ele e, como prêmio, arrebentou o cu dele, fazendo o corno sentir a pica rasgando ele de novo. O Oscarcito chorava, as pernas tremiam, até que não aguentou mais e caiu. O velho continuou metendo mais forte, zoando ele, e encheu o cu dele de mijo de novo, enquanto o corno implorava pra ele parar de comer ele. Quando finalmente o velho nojento tirou a pica do ass dele, eu abracei o Oscarcito e pedi pro velho não ser tão cruel com ele. Levei ele até a mesa e dei uma cerveja pra ele. Ele bebeu comigo e depois foi se lavar. Não queria tomar banho porque a mulher dele ia perceber que ele tinha estado com outra. Foi aí que vi o Oscarcito ainda tremendo, caído no chão, na poça de mijo. Então eu soube que aquilo não podia se repetir. O velho foi embora, e eu disse pra ele não voltar mais em casa. Se voltasse... Eu mesma me encarregaria de que a esposa dele ficasse sabendo. Ele não disse nada, foi embora em silêncio com um sorriso. Ajudei meu corno a se levantar e o levei pro banheiro, dei um banho nele e fomos dormir.
Amor, esse velho é um filho da puta, temos que encontrar outro que coma nós dois.
Oscar, você viu as coisas que ela fez comigo, bebê?
Sim, amor, também vi que muitas dessas coisas te agradaram, você já aceitou que é um perdedor e que seu destino é perder pra um macho, não consegue resistir a uma rola e muito menos a ser humilhado.
Oscar, se ele bebe, você não sabe como eu luto contra isso, mas no final não consigo e sempre acabo perdendo.
Por mim tá bem, amor. Se é assim que você é feliz, pra mim parece que mais do que gostar de pau, você gosta de perder e ser humilhado.
Oscar, não dou conta disso não, amor, pelo amor de Deus, me ajuda.
Deixa comigo, vou encontrar alguém que entenda que tudo isso é só um jogo, te juro, minha vida.
Oscar, valeu, gostosa.
Hoje eu vi o Pedro.
Oscar, o dono do mercadinho?
Sim, amor, acontece que o cara é um corno manso do caralho, mesmo comendo várias gostosas do bairro.
Oscar, como é isso de ser um corno manso então?
Por que de tantas gostosas que ele come, a própria mulher dele ele nem toca, e sabe quem tá comendo ela agora?
Oscar, nem ideia, bebê.
Os pedreiros que estiveram em casa e aposto minha bunda que também comem a filha.
Oscar a Silvia? Mas ela é muito novinha.
Tem bebê, ela é mais piranha que a mãe, meu céu. Faz um mês que tão comendo as duas e o otário nem percebe, a qualquer hora elas ficam prenhas.
Oscar, não foi você quem mandou?
Sim, amor, as duas estavam falando de mim no bairro.
Oscar bebe, não só elas falam de você no bairro, o velho nojento do meu inimigo fala o tempo todo da gente, tava pensando em a gente se mudar.
Você também fala dela? Como você sabe?
Oscar pelo jeito que me olham e até sorriem quando me veem chegar em casa.
Então é hora de nos mudarmos, amor
Oscar, você tá querendo mudar a gente depois de tudo que a gente fez nesse apartamento? Pra mim não tem problema ser visto desse jeito, querido, até porque em outro bairro vai ser a mesma coisa, sou um perdedor, disso eu tenho certeza.
Sim, amor, mas nem por isso o mundo inteiro precisa saber e ficar tirando sarro de você. Eu juro que se a gente mudar, ninguém no bairro novo vai ficar sabendo da puta que eu sou.
Oscar, quer saber de uma coisa? Não acho que isso vai rolar, amor. Vamos ficar aqui, a qualquer hora a gente pode comprar esse apartamento. Você podia convencer o velho. Quem liga se me chamam de corno, se eu sou feliz com isso? Olha, Pedro, esse bairro tá cheio de corno manso, meu bem.
Tem razão, bebê. Me fala quando puder falar com ele.
Oscar, quando você quiser, a grana eu tenho.
Foi assim que, durante a semana, eu conversei com o dom Alberto e me encontrei com ele na casa dele junto com a Ana, a mulher dele.
Ana olha pro Alberto, aquele apartamento já deu muita dor de cabeça pra gente, o melhor que tu pode fazer é vender pra eles, tira esse peso das costas, já faz dois meses que tu tá indo lá.
A verdade é que sim, mas a gente não veio pra um novo e, na real, já conhece todo mundo no bairro. Sendo nosso, dá pra ir consertando aos poucos.
A Ana e eles como inquilinos foram muito bons e cumpridores, então por favor, vende isso.
Alberto, se eu vender é pra investir em outra coisa, não sei, pensa bem.
Ana, pode expandir teu negócio, sei lá, mas esse apartamento já me encheu o saco. E você, gata, quando pode nos dar a grana pra gente acabar logo com essa história?
Durante a semana, o seu Alberto prepara todos os papéis. Você, Ana, me avisa e eu venho.
Naquela mesma semana já éramos os donos do apartamento. A Ana tava cansada de que, com a desculpa de arrumar o apê, o velho não ficasse em casa. O Oscarcito tava muito feliz e, pra comemorar, me falou pra chamar os amigos dele pra comer um churrasco em casa.
Acho maneiro, amor. Quem você vai chamar? Porque eu quase não conheço eles.
Oscar, o Carlos, o Juan, o Miguel e o Jorge, vocês vão adorar.
Sério? Se ele bebe, que venham no sábado à noite, tá de boa pra você? Me conta sobre eles.
Oscar bom, antes a gente costumava jogar futebol, são uns filhos da puta, o mais foda é o Carlos, mas os outros também não ficam atrás.
Tem bebê, traz eles, amor. Cê acha que vão gostar de mim?
Oscar, se você se comportar bem, não vai acontecer nada, mas se você se comportar mal, eu não me responsabilizo por eles.
Então vou me comportar muito mal, amor
Oscar, depois não quero reclamação, gata. Já te falei, o Carlos é muito bravo e os outros não ficam atrás.
que vocês aproveitem
OBRIGADO POR COMENTAR
POR LER ELA
E PELOS PONTOS
Na sexta à noite, o Dom Alberto chegou. A mulher dele já tava desconfiando, meu viadinho tava perdido. O velho nem queria tocar nele, só brincava, dava ordens cada vez mais humilhantes, e o viadinho, só pra receber a pica dele, fazia tudo. Dava medo de ver ele tão rastejando. O velho tinha mandado ele se depilar inteiro, e durante a semana ele me implorou pra depilar ele. Deixei ele liso, sem um pelo. O corno parecia uma menininha. O velho adorava fazer ele sofrer, e naquela sexta, o Oscarcito tava mais louca do que nunca. Fazia tempo que o velho não comia ele, só humilhava, e isso era o que mais excitava o corno. Ele me pegou pela cintura, tirou meu vestido, me sentou no sofá e me deu uma boa fodida enquanto o corno, do lado, chupava o que conseguia. Quando finalmente me encheu de porra, fez ele engolir da minha pussy. O Oscarcito ficou de quatro, esperando a vez dele, mas o velho só ria e xingava ele. Quando o Oscarcito terminou de me limpar, o velho deu a pica dele pra ele limpar também, e não contente com isso, encheu a boca dele de mijo e não deixou o corno tirar a pica da boca. A cara dele era um desastre, e ele quase se afogou. Depois disso, virou ele e, como prêmio, arrebentou o cu dele, fazendo o corno sentir a pica rasgando ele de novo. O Oscarcito chorava, as pernas tremiam, até que não aguentou mais e caiu. O velho continuou metendo mais forte, zoando ele, e encheu o cu dele de mijo de novo, enquanto o corno implorava pra ele parar de comer ele. Quando finalmente o velho nojento tirou a pica do ass dele, eu abracei o Oscarcito e pedi pro velho não ser tão cruel com ele. Levei ele até a mesa e dei uma cerveja pra ele. Ele bebeu comigo e depois foi se lavar. Não queria tomar banho porque a mulher dele ia perceber que ele tinha estado com outra. Foi aí que vi o Oscarcito ainda tremendo, caído no chão, na poça de mijo. Então eu soube que aquilo não podia se repetir. O velho foi embora, e eu disse pra ele não voltar mais em casa. Se voltasse... Eu mesma me encarregaria de que a esposa dele ficasse sabendo. Ele não disse nada, foi embora em silêncio com um sorriso. Ajudei meu corno a se levantar e o levei pro banheiro, dei um banho nele e fomos dormir.
Amor, esse velho é um filho da puta, temos que encontrar outro que coma nós dois.
Oscar, você viu as coisas que ela fez comigo, bebê?
Sim, amor, também vi que muitas dessas coisas te agradaram, você já aceitou que é um perdedor e que seu destino é perder pra um macho, não consegue resistir a uma rola e muito menos a ser humilhado.
Oscar, se ele bebe, você não sabe como eu luto contra isso, mas no final não consigo e sempre acabo perdendo.
Por mim tá bem, amor. Se é assim que você é feliz, pra mim parece que mais do que gostar de pau, você gosta de perder e ser humilhado.
Oscar, não dou conta disso não, amor, pelo amor de Deus, me ajuda.
Deixa comigo, vou encontrar alguém que entenda que tudo isso é só um jogo, te juro, minha vida.
Oscar, valeu, gostosa.
Hoje eu vi o Pedro.
Oscar, o dono do mercadinho?
Sim, amor, acontece que o cara é um corno manso do caralho, mesmo comendo várias gostosas do bairro.
Oscar, como é isso de ser um corno manso então?
Por que de tantas gostosas que ele come, a própria mulher dele ele nem toca, e sabe quem tá comendo ela agora?
Oscar, nem ideia, bebê.
Os pedreiros que estiveram em casa e aposto minha bunda que também comem a filha.
Oscar a Silvia? Mas ela é muito novinha.
Tem bebê, ela é mais piranha que a mãe, meu céu. Faz um mês que tão comendo as duas e o otário nem percebe, a qualquer hora elas ficam prenhas.
Oscar, não foi você quem mandou?
Sim, amor, as duas estavam falando de mim no bairro.
Oscar bebe, não só elas falam de você no bairro, o velho nojento do meu inimigo fala o tempo todo da gente, tava pensando em a gente se mudar.
Você também fala dela? Como você sabe?
Oscar pelo jeito que me olham e até sorriem quando me veem chegar em casa.
Então é hora de nos mudarmos, amor
Oscar, você tá querendo mudar a gente depois de tudo que a gente fez nesse apartamento? Pra mim não tem problema ser visto desse jeito, querido, até porque em outro bairro vai ser a mesma coisa, sou um perdedor, disso eu tenho certeza.
Sim, amor, mas nem por isso o mundo inteiro precisa saber e ficar tirando sarro de você. Eu juro que se a gente mudar, ninguém no bairro novo vai ficar sabendo da puta que eu sou.
Oscar, quer saber de uma coisa? Não acho que isso vai rolar, amor. Vamos ficar aqui, a qualquer hora a gente pode comprar esse apartamento. Você podia convencer o velho. Quem liga se me chamam de corno, se eu sou feliz com isso? Olha, Pedro, esse bairro tá cheio de corno manso, meu bem.
Tem razão, bebê. Me fala quando puder falar com ele.
Oscar, quando você quiser, a grana eu tenho.
Foi assim que, durante a semana, eu conversei com o dom Alberto e me encontrei com ele na casa dele junto com a Ana, a mulher dele.
Ana olha pro Alberto, aquele apartamento já deu muita dor de cabeça pra gente, o melhor que tu pode fazer é vender pra eles, tira esse peso das costas, já faz dois meses que tu tá indo lá.
A verdade é que sim, mas a gente não veio pra um novo e, na real, já conhece todo mundo no bairro. Sendo nosso, dá pra ir consertando aos poucos.
A Ana e eles como inquilinos foram muito bons e cumpridores, então por favor, vende isso.
Alberto, se eu vender é pra investir em outra coisa, não sei, pensa bem.
Ana, pode expandir teu negócio, sei lá, mas esse apartamento já me encheu o saco. E você, gata, quando pode nos dar a grana pra gente acabar logo com essa história?
Durante a semana, o seu Alberto prepara todos os papéis. Você, Ana, me avisa e eu venho.
Naquela mesma semana já éramos os donos do apartamento. A Ana tava cansada de que, com a desculpa de arrumar o apê, o velho não ficasse em casa. O Oscarcito tava muito feliz e, pra comemorar, me falou pra chamar os amigos dele pra comer um churrasco em casa.
Acho maneiro, amor. Quem você vai chamar? Porque eu quase não conheço eles.
Oscar, o Carlos, o Juan, o Miguel e o Jorge, vocês vão adorar.
Sério? Se ele bebe, que venham no sábado à noite, tá de boa pra você? Me conta sobre eles.
Oscar bom, antes a gente costumava jogar futebol, são uns filhos da puta, o mais foda é o Carlos, mas os outros também não ficam atrás.
Tem bebê, traz eles, amor. Cê acha que vão gostar de mim?
Oscar, se você se comportar bem, não vai acontecer nada, mas se você se comportar mal, eu não me responsabilizo por eles.
Então vou me comportar muito mal, amor
Oscar, depois não quero reclamação, gata. Já te falei, o Carlos é muito bravo e os outros não ficam atrás.
2 comentários - don alberto cuarta parte