Ainda me lembro daquele dia de verão em que minha mãe e eu fomos para o chalé dos meus tios passar o dia. Eu não devia ter mais de onze anos e minha mãe ainda não tinha completado trinta e três. Minha tia Matilde, irmã do meu pai, tanto falava para minha mãe sobre como era maravilhoso o chalé que ela tinha na cidade, com sua piscina incrível, que no final, minha mãe aceitou o convite para passar o dia e entrar naquelas águas. Meu pai, como era de costume, não quis ir com a gente, alegando que estava muito cansado do trabalho e precisava descansar, então com minha mãe pegamos um ônibus que nos levou até o chalé. Em pouco mais de uma hora de viagem, seguindo as indicações que minha tia tinha dado, chegamos na porta do chalé. Demoraram alguns minutos para nos abrir e, quando já pensávamos que não tinha ninguém, apareceu meu primo Ángel e nos abriu. Ele não estava com cara de muitos amigos, mas ao ver minha mãe e reparar como os peitos dela marcavam no vestido, a cara dele mudou de um jeito que eu nunca tinha visto, mesmo que o caráter dele sempre tivesse sido muito torto e desprezível. Meus tios não estavam e meu primo não tinha ouvido falar que a gente ia, mas mesmo assim, ele nos deixou entrar, fixando o olhar na bunda empinada da minha mãe quando ela passou pela porta. Usando o celular, minha mãe ligou para minha tia e, enquanto ela falava no telefone e não olhava para meu primo, os olhos dele percorriam com luxúria a bunda e os peitos dela, sem se importar que eu estivesse vendo. Mamãe é uma gostosa, tem a bunda e os peitos enormes e redondos, é magra de cintura, pernas grossas e bem torneadas, pele bronzeada, é loira e tinha 33 anos na época e tudo balançava quando ela andava.
Meu primo estava a mil com ela na frente, ele sempre me deu medo, não por ser bem mais velho que eu, uns dez anos, mas pelo seu jeito frequentemente zombeteiro e desprezível. Como a conversa se alongava, meu primo deve ter tramado algo porque se aproximou de mim e, surpreendentemente, me disse em voz baixa:
• Lembra da Irene, aquela loirinha que me acompanhou da última vez que nos vimos, e que estava tão gostosa. Como eu ia esquecer? Ela estava, como bem disse meu primo, muito gostosa, alta e magra com um rostinho angelical. Também lembro como ela e meu primo riam de mim de forma desdenhosa, já que, por ser tão tímido, só de olhar pra ela, eu corava até a raiz do cabelo. Minha mãe percebeu que estavam rindo de mim, e deve ter dito algo ao meu primo porque, pela cara que ele fez, não deve ter gostado nada.
• Pois bem, hoje a Irene vai vir para se banhar na piscina. Você gostaria de vê-la pelada? A pergunta dele me pegou desprevenido, sem saber o que responder e se era uma armadilha para rirem de mim.
• Eu já a vi muitas vezes sem que ela perceba. Se quiser, você também pode vê-la nua, sem que ninguém saiba e sem ninguém para te incomodar. Balancei levemente a cabeça como quem concorda, mas não estava concordando para vê-la pelada, o que eu adoraria, mas sim para não contrariar meu primo.
• Vem, me acompanhe. Ele disse, entrando na casa e eu o segui. Era um chalé de dois andares e subimos para o andar de cima, entrando em um quarto, que devia ser o dele.
• Ela vai chegar em poucos minutos e sempre se troca toda aqui, tira a roupa e põe o maiô. Abrindo a porta do armário, ele disse:
• Daqui, olhando pelas frestas da porta do armário, você pode vê-la nua sem que ela saiba que está sendo espiada. Ele me olhou concordando e eu, para não contrariá-lo, fiz o mesmo.
• Vem, entra aqui e confira. Ele me fez entrar no armário, ao lado de algumas camisas penduradas em cabides, e disse, fechando a porta do armário:
• Confira você mesmo. Era assim, Dava pra ver a cama pelas frestas e, mexendo a cabeça, dava pra ver praticamente todo o quarto. Além disso, era bem possível que, de fora, não me vissem, então dava pra considerar quase o esconderijo perfeito pra um voyeur. Ele me perguntou se eu tava vendo, e eu respondi baixinho, com um "Sim" seco. • Fica aqui sem se mexer que a Irene já vai chegar. Ele disse, completando em seguida. • Pela sua mãe não se preocupa, que eu vou dizer que te deixei jogando nas máquinas de bolinha que a gente tem no porão. Continuando baixinho, mas que eu consegui ouvir: • Com as bolas da sua mãe a gente brinca! Em seguida trancou a porta do armário com chave, embora na hora eu não tenha percebido, por causa das gargalhadas que ele soltou. Depois se aproximou do computador que estava em cima de uma mesinha e ligou, mexendo nele, pra depois ir embora. Na hora não entendi o que ele tava fazendo, depois caiu a ficha que ele tava copiando as imagens e transmitindo pra sabe-se lá quem ou pra onde. Os minutos foram passando sem que eu me mexesse e sem ninguém entrar, até que de repente, me pareceu ouvir meu primo e minha mãe conversando no corredor. Fiquei agitado e inquieto com medo da minha mãe me pegar assim, dentro do armário, e pensei apavorado: • Nunca devia ter dado ouvidos pro meu primo. Meus piores pressentimentos se confirmaram, já que a porta do quarto se abriu e minha mãe entrou, com a bolsa que a gente tinha trazido na mão, ficando meu primo na porta e dizendo pra minha mãe: • Aqui você pode colocar o biquíni, tia. Com certeza meus pais chegam antes mesmo de você descer pra piscina. Fechando a porta atrás dele e deixando minha mãe sozinha no quarto. Não esperava por isso, então continuei quieto, sem me mexer e quase sem respirar pra não entregar minha presença pra minha mãe, já que de jeito nenhum queria que ela me perguntasse irritada o que eu tava fazendo ali e, se eu contasse que tava lá pra ver a namorada do Ángel pelada, ela me repreendesse feio. Mas podia ser Até pior, se ela me pegasse vendo ela pelada. Que vergonha! O que eu diria? Pelo menos meu primo tinha me dedurado, embora talvez ainda fosse cedo demais para isso. Minha mãe deu uma rápida olhada ao redor e pela janela para ver se alguém estava espiando, sem pensar em abrir o armário, e então se aproximou da porta e abaixou uma pequena tranca que havia para ninguém entrar. Ela não confiava no meu primo e estava totalmente certa. Depois abriu a bolsa que trazia, tirando o maiô, um azul de peça única que tinha comprado naquele mesmo verão, e o colocou sobre a cama. Ela ia ficar nua ali mesmo, na minha frente! Meu coração batia forte, como se quisesse estourar meu peito e sair do meu corpo, mas o que mais temia era que as batidas me dedurassem e ela me pegasse. Minha mãe parecia alheia ao armário e baixou o zíper do vestido pelas costas, deslizando-o em seguida até os pés, e tirando-o. Poucas vezes tinha visto minha mãe de calcinha e sutiã, mas dessa vez uma sensação esmagadora de vergonha me invadiu e meu pau endureceu na hora como se tivesse vida própria. Ela tinha um corpo lindo, com peitos generosos, uma bunda gigante, além de pernas lindas e torneadas. Tanto a calcinha quanto o sutiã eram brancos, mas nenhum dos dois conseguia esconder suas carnes fartas. Deixando o vestido sobre a cama, ela soltou o sutiã por trás, tirando-o e exibindo uns peitos grandes, firmes e redondos. O sutiã também foi para cima da cama e, num instante, ela tirou as sandálias e baixou a calcinha, despindo-a na hora, ficando completamente pelada. Ao se virar, me mostrou suas lindas nádegas maciças e empinadas, deixando ver a marca branca que o maiô deixa ao tomar sol. Ela estava dobrando a calcinha para guardar quando, de repente, a porta do quarto se abriu, aparecendo meu primo com um sorriso largo. Minha mãe soltou um grito agudo de surpresa, deixando a calcinha cair das mãos no chão, e, atordoada, Ela ficou imóvel por alguns instantes, mostrando ao sobrinho seus seios enormes e eretos e sua vulva quase sem pelos. Recuperou a consciência e, sem se cobrir nem um pouco, inclinou-se rapidamente para pegar seu vestido, mas meu primo foi mais rápido e o arrancou de suas mãos antes que ela conseguisse. Vendo-se desamparada, cobriu-se apressadamente com as mãos, tapando os dois seios com um braço como mal pôde e levando a outra mão à virilha para cobrir a buceta. O rosto da minha mãe ficou vermelho-vivo de vergonha pelo que estava passando. Eu não conseguia acreditar! Não conseguia acreditar no que estava vendo! Minha mãe completamente nua diante do meu primo, diante do filho da puta do meu primo! Entrando no quarto e fechando a porta com as costas, o jovem, sem parar de olhar para minha mãe, dirigiu-se a ela, dizendo muito calmo: • Não faça de tímida, todos sabemos a que você veio. E tirou a camiseta, diante do olhar angustiado dela que, gritando, exclamou: • Mas… o que você está fazendo? Ángel, sem responder nada, baixou a calça e a cueca num instante, ficando também pelado, diante do olhar atônito da minha mãe que se fixou obsessivamente no pau enorme e ereto do jovem, gritando em seguida: • Ayyyyyyyyyyyyyy! Como se não suportasse aquela visão, a mão dela voou da virilha para os olhos, tapando-os, e deixando, por um instante, sua vulva exposta, ao mesmo tempo que se virava, dando-lhe as costas e exibindo agora suas poderosas nádegas nuas. Com uma passada larga, meu primo se posicionou atrás dela e deu uma boa palmada em suas nádegas, fazendo-a gritar, numa mistura de dor e excitação, para, em seguida, colar-se nela, colocando seu membro ereto sobre as nádegas duras e nuas dela, e segurando-a pelos peitos para que não escapasse. Empurrou-a para a cama, jogando-a sobre ela, mas minha mãe apoiou os braços no colchão, evitando cair de bruços com meu primo colado em suas costas. De quatro. sobre a cama e se esforçando para não cair sobre ela devido à enorme pressão que suportava nas costas, meu primo, agarrando-a pelos peitos, ajoelhou-se entre suas pernas abertas, esfregando seu pau ereto entre suas nádegas, com o objetivo de penetrá-la pelo ânus. • Ai, ai, não, não, por favor, não! Suplicou minha mãe, gritando desesperada, sentindo como meu primo estava prestes a sodomizá-la com seu membro ansioso e ereto, mas Ángel deteve seu ímpeto e, sem soltá-la, ameaçou-a em voz baixa no ouvido. • Se você resistir, eu vou enfiar no seu cu e vou fazer você sentir dor, uma dor como nunca sentiu na vida. Vou rasgar e você vai sangrar até morrer aqui mesmo, na presença do seu filho que eu vou trazer para ver como a puta da mãe dele morre. • Ai, ai, não, não, por favor, não! Os choros da minha mãe fizeram meu primo rir, que continuou dizendo de forma zombeteira. • Mas se você for uma garota boa e não resistir, eu só vou te foder pela buceta. Ele fez uma pausa e perguntou, sem parar de rir: • Me diz, o que você quer ser? Uma puta má ou uma puta boa? Que eu meta no seu cu ou na sua buceta? • Pelo cu não, pelo cu, por favor, não! • Você é uma puta má ou uma puta boa? • Não, por favor, não, pelo cu não! Uma puta boa, uma puta boa! Sem deixar de se apoiar nas costas dela, meu primo tirou a mão direita de um dos peitos da minha mãe para pegar seu pau duro e ereto, e, tateando, o direcionou para a entrada da vagina dela e o enfiou pouco a pouco até o fundo, até que suas bolas colidiram com a vulva da minha progenitora. Eu a ouvi prender a respiração ao se sentir penetrada e o som rangente que o pau do jovem fazia ao se deslocar friccionando dentro de sua vagina, até que as bolas bateram contra a vulva dela provocando um som mais profundo e grave. Movendo seus quadris, meu primo foi puxando lentamente seu pau, mas, antes de tirá-lo completamente, o enfiou novamente, até o fundo, uma e outra vez, devagar ao começo, mas cada vez mais rápido. Do meu esconderijo no armário, eu conseguia ver nitidamente como minha mãe, de quatro na cama, era fodida sem descanso pelo meu primo, que, apoiando o peito nas costas dela, balançava para cima e para baixo, sem soltar os peitos dela. Eu ouvia ela ofegando e gemendo cada vez mais alto, enquanto o jovem bufava. Não aguentando mais o peso do meu primo, minha mãe dobrou os braços, colocando a cabeça entre eles, sobre o colchão, e meu primo, embora no início parecesse perder o equilíbrio, logo se endireitou e, segurando-a pelos quadris, continuou a comê-la com energia renovada, até que, de repente, parou, rosnando. Ele tinha gozado dentro dela! Ele ficou quase um minuto sem se mover, ainda com o pau dentro, e, quando tirou, pegou o sutiã da minha mãe e, cheirando-o, disse ansioso: • As mãos, cruze as mãos nas costas! Como ela demorava a responder, ele pressionou: • Vamos! O que está esperando? Quer que agora eu meta no seu cu? • Não, não! Respondeu minha mãe assustada, levando os braços rapidamente para as costas que, no mesmo instante, foram agarrados e amarrados firmemente com o sutiã, que, torcido, foi dado várias voltas em torno dos pulsos dela. Levantando-se da cama, ele a ameaçou novamente. • Não se mexa nem um milímetro se não quiser que eu rasgue seu ânus! Sem parar de observá-la, ele se aproximou da webcam do computador e a moveu levemente. Então, ainda mais aterrorizado, percebi que ele estava filmando minha mãe nua e com a bunda empinada. Depois, pegou o celular e tirou várias fotos da bunda dela e a filmou por quase um minuto, deixando-o novamente sobre a mesinha de onde o havia pegado. Tudo isso sem que minha mãe, obediente, se mexesse o mínimo. Ele se aproximou dela e deu uma boa palmada em uma das nádegas, fazendo-a gritar, mais assustada do que dolorida. • Gostou, putinha? Vamos, responde, não faça de difícil, que a gente já sabe o que você Você gosta de ser fodida! • Por favor, me solta e deixa a gente ir embora, que eu não conto nada. Suplicou minha mãe, choramingando, mas foi imediatamente respondida com outro tapa sonoro na outra nádega. • Vamos, responde, puta! Você gostou de como eu te fodi? • Sim, sim, gostei muito, mas, por favor, deixa a gente ir e não contamos nada pra ninguém. Te imploro, por favor. Outro tapa interrompeu o choro lamentoso e, agarrando-a pelas nádegas, ele a fez deitar de costas na cama, com as pernas dobradas e coladas ao corpo, cobrindo os seios e a buceta, se protegendo. O rosto da minha mãe estava desfigurado, irreconhecível, vermelho como um tomate e brilhante de suor e das lágrimas que derramava, mas meu primo, sorrindo debochadamente, não parava de olhá-la fixamente de cima. Ordenou com desprezo. • Abre bem as pernas que vou te foder de novo, peituda! Como ela não ousava fazer, ele deu vários tapas nos seios dela com a mão aberta, fazendo-a gritar de dor, para em seguida agarrá-la pelos joelhos, separando suas pernas e deixando exposta sua boceta, enquanto dizia: • Vamos, não fica de frescura agora, que você é uma puta boa que vou foder de novo! Posicionando-se entre as pernas da minha mãe, pegou com uma mão seu pau novamente ereto e, agitando-o como se fosse uma mangueira, disse, apontando com a cabeça: • Olha como você me deixa! Ele está querendo devorar essa bucetinha de puta tarada que você tem! Minha mãe, olhando aterrorizada, suplicava novamente sem parar de chorar: • Por favor, não, por favor! E meu primo, rindo, agarrou-a pelas pernas, puxando-a para a borda da cama, e quando a bunda dela estava quase na beirada, levantou suas pernas, colocando-as sobre seu peito, e começou a esfregar insistentemente seu membro por toda a vulva dela, entre os lábios vaginais, enquanto dizia: • Olha, olha, é como um cachorro de guarda procurando a entrada da sua boceta para devorar! Esfregando e esfregando, minha mãe ia, contra a vontade, ficando cada vez mais excitada, e meu primo foi se concentrando cada vez mais no clitóris e na entrada da buceta. No começo devagar, olhando os peitos e a cara que ela fazia, sabendo que ia ser penetrada de novo. O rosto da minha mãe refletia uma mistura de desespero, vergonha e vício. Sem parar de observar o rosto, os peitos e a boceta dela, meu primo esfregou o pau ereto pra cima e pra baixo, de novo e de novo, na vulva dela, entre os lábios abertos, no clitóris inchado, até que aos poucos foi enfiando de novo, só a cabecinha no começo, depois um pouco mais, até que, devagar, foi metendo até o fundo, metendo e sacando, metendo e sacando, de novo e de novo, cada vez mais rápido. Uma das pernas dele estava agora sobre a cama, facilitando as investidas. Os peitões incríveis balançavam desordenados com as arremetidas, e os gemidos e ofegos dela viraram gritos de prazer que até abafavam o som das bolas do jovem batendo no períneo dela. Ele estava comendo ela, quando a porta do quarto abriu e entraram, assobiando, gritando e batendo palma, vários jovens que interromperam momentaneamente o vai-e-vem que meu primo tava submetendo minha mãe, mas se puseram em volta da cama, incentivando meu primo a continuar: • Vai, campeão! O rosto da minha mãe era um poema, vermelho, suando e despenteado, nem parecia ela. E os peitos vermelhos e inchados dela pareciam balões prestes a estourar. Nessa hora, o Ángel exclamou: • Não se preocupa, tia, que minha mãe não vem até a noite e temos muito tempo pra te dedicar. E recebendo tapinhas nas costas, ele voltou a comer, enquanto os amigos dele tiravam fotos, tanto dele quanto da minha mãe. Em alguns momentos, parei de ver minha mãe, quando um par de jovens se colocou entre o armário e a cama. Eles se inclinaram sobre ela e devem ter apalpado os peitos, as coxas, o corpo todo, enquanto era comida. Quando meu primo gozou pela segunda vez, ele saiu, dando lugar a outro dos seus amigos que ocupou seu lugar entre as pernas da minha mãe e começou a comê-la também. Eu, escondido no armário e chorando em silêncio, assistia impotente, como um atrás do outro a fodia. Embora a maioria preferisse comê-la na buceta, outros optaram por dar no cu. Quando o último deles gozou dentro dela, meu primo abriu a porta do armário, me obrigando a sair diante das risadas de todos, exceto da minha mãe que, ao me ver, ainda teve forças para gritar: • Nããããão, por Deus, nããããão! Cacarejando de nós dois, colocaram nela o vestido e os sapatos, mas nem a calcinha nem o sutiã, que ficaram com eles, e a carregaram nos braços até a rua, me empurrando também, e nos deixando do lado de fora da casa. Com muita dificuldade, encontramos um táxi que nos levou para nossa casa, sem dizer ou perguntar nada. A vergonha era grande demais.
Meu primo estava a mil com ela na frente, ele sempre me deu medo, não por ser bem mais velho que eu, uns dez anos, mas pelo seu jeito frequentemente zombeteiro e desprezível. Como a conversa se alongava, meu primo deve ter tramado algo porque se aproximou de mim e, surpreendentemente, me disse em voz baixa:• Lembra da Irene, aquela loirinha que me acompanhou da última vez que nos vimos, e que estava tão gostosa. Como eu ia esquecer? Ela estava, como bem disse meu primo, muito gostosa, alta e magra com um rostinho angelical. Também lembro como ela e meu primo riam de mim de forma desdenhosa, já que, por ser tão tímido, só de olhar pra ela, eu corava até a raiz do cabelo. Minha mãe percebeu que estavam rindo de mim, e deve ter dito algo ao meu primo porque, pela cara que ele fez, não deve ter gostado nada.
• Pois bem, hoje a Irene vai vir para se banhar na piscina. Você gostaria de vê-la pelada? A pergunta dele me pegou desprevenido, sem saber o que responder e se era uma armadilha para rirem de mim.
• Eu já a vi muitas vezes sem que ela perceba. Se quiser, você também pode vê-la nua, sem que ninguém saiba e sem ninguém para te incomodar. Balancei levemente a cabeça como quem concorda, mas não estava concordando para vê-la pelada, o que eu adoraria, mas sim para não contrariar meu primo.
• Vem, me acompanhe. Ele disse, entrando na casa e eu o segui. Era um chalé de dois andares e subimos para o andar de cima, entrando em um quarto, que devia ser o dele.
• Ela vai chegar em poucos minutos e sempre se troca toda aqui, tira a roupa e põe o maiô. Abrindo a porta do armário, ele disse:
• Daqui, olhando pelas frestas da porta do armário, você pode vê-la nua sem que ela saiba que está sendo espiada. Ele me olhou concordando e eu, para não contrariá-lo, fiz o mesmo.
• Vem, entra aqui e confira. Ele me fez entrar no armário, ao lado de algumas camisas penduradas em cabides, e disse, fechando a porta do armário:
• Confira você mesmo. Era assim, Dava pra ver a cama pelas frestas e, mexendo a cabeça, dava pra ver praticamente todo o quarto. Além disso, era bem possível que, de fora, não me vissem, então dava pra considerar quase o esconderijo perfeito pra um voyeur. Ele me perguntou se eu tava vendo, e eu respondi baixinho, com um "Sim" seco. • Fica aqui sem se mexer que a Irene já vai chegar. Ele disse, completando em seguida. • Pela sua mãe não se preocupa, que eu vou dizer que te deixei jogando nas máquinas de bolinha que a gente tem no porão. Continuando baixinho, mas que eu consegui ouvir: • Com as bolas da sua mãe a gente brinca! Em seguida trancou a porta do armário com chave, embora na hora eu não tenha percebido, por causa das gargalhadas que ele soltou. Depois se aproximou do computador que estava em cima de uma mesinha e ligou, mexendo nele, pra depois ir embora. Na hora não entendi o que ele tava fazendo, depois caiu a ficha que ele tava copiando as imagens e transmitindo pra sabe-se lá quem ou pra onde. Os minutos foram passando sem que eu me mexesse e sem ninguém entrar, até que de repente, me pareceu ouvir meu primo e minha mãe conversando no corredor. Fiquei agitado e inquieto com medo da minha mãe me pegar assim, dentro do armário, e pensei apavorado: • Nunca devia ter dado ouvidos pro meu primo. Meus piores pressentimentos se confirmaram, já que a porta do quarto se abriu e minha mãe entrou, com a bolsa que a gente tinha trazido na mão, ficando meu primo na porta e dizendo pra minha mãe: • Aqui você pode colocar o biquíni, tia. Com certeza meus pais chegam antes mesmo de você descer pra piscina. Fechando a porta atrás dele e deixando minha mãe sozinha no quarto. Não esperava por isso, então continuei quieto, sem me mexer e quase sem respirar pra não entregar minha presença pra minha mãe, já que de jeito nenhum queria que ela me perguntasse irritada o que eu tava fazendo ali e, se eu contasse que tava lá pra ver a namorada do Ángel pelada, ela me repreendesse feio. Mas podia ser Até pior, se ela me pegasse vendo ela pelada. Que vergonha! O que eu diria? Pelo menos meu primo tinha me dedurado, embora talvez ainda fosse cedo demais para isso. Minha mãe deu uma rápida olhada ao redor e pela janela para ver se alguém estava espiando, sem pensar em abrir o armário, e então se aproximou da porta e abaixou uma pequena tranca que havia para ninguém entrar. Ela não confiava no meu primo e estava totalmente certa. Depois abriu a bolsa que trazia, tirando o maiô, um azul de peça única que tinha comprado naquele mesmo verão, e o colocou sobre a cama. Ela ia ficar nua ali mesmo, na minha frente! Meu coração batia forte, como se quisesse estourar meu peito e sair do meu corpo, mas o que mais temia era que as batidas me dedurassem e ela me pegasse. Minha mãe parecia alheia ao armário e baixou o zíper do vestido pelas costas, deslizando-o em seguida até os pés, e tirando-o. Poucas vezes tinha visto minha mãe de calcinha e sutiã, mas dessa vez uma sensação esmagadora de vergonha me invadiu e meu pau endureceu na hora como se tivesse vida própria. Ela tinha um corpo lindo, com peitos generosos, uma bunda gigante, além de pernas lindas e torneadas. Tanto a calcinha quanto o sutiã eram brancos, mas nenhum dos dois conseguia esconder suas carnes fartas. Deixando o vestido sobre a cama, ela soltou o sutiã por trás, tirando-o e exibindo uns peitos grandes, firmes e redondos. O sutiã também foi para cima da cama e, num instante, ela tirou as sandálias e baixou a calcinha, despindo-a na hora, ficando completamente pelada. Ao se virar, me mostrou suas lindas nádegas maciças e empinadas, deixando ver a marca branca que o maiô deixa ao tomar sol. Ela estava dobrando a calcinha para guardar quando, de repente, a porta do quarto se abriu, aparecendo meu primo com um sorriso largo. Minha mãe soltou um grito agudo de surpresa, deixando a calcinha cair das mãos no chão, e, atordoada, Ela ficou imóvel por alguns instantes, mostrando ao sobrinho seus seios enormes e eretos e sua vulva quase sem pelos. Recuperou a consciência e, sem se cobrir nem um pouco, inclinou-se rapidamente para pegar seu vestido, mas meu primo foi mais rápido e o arrancou de suas mãos antes que ela conseguisse. Vendo-se desamparada, cobriu-se apressadamente com as mãos, tapando os dois seios com um braço como mal pôde e levando a outra mão à virilha para cobrir a buceta. O rosto da minha mãe ficou vermelho-vivo de vergonha pelo que estava passando. Eu não conseguia acreditar! Não conseguia acreditar no que estava vendo! Minha mãe completamente nua diante do meu primo, diante do filho da puta do meu primo! Entrando no quarto e fechando a porta com as costas, o jovem, sem parar de olhar para minha mãe, dirigiu-se a ela, dizendo muito calmo: • Não faça de tímida, todos sabemos a que você veio. E tirou a camiseta, diante do olhar angustiado dela que, gritando, exclamou: • Mas… o que você está fazendo? Ángel, sem responder nada, baixou a calça e a cueca num instante, ficando também pelado, diante do olhar atônito da minha mãe que se fixou obsessivamente no pau enorme e ereto do jovem, gritando em seguida: • Ayyyyyyyyyyyyyy! Como se não suportasse aquela visão, a mão dela voou da virilha para os olhos, tapando-os, e deixando, por um instante, sua vulva exposta, ao mesmo tempo que se virava, dando-lhe as costas e exibindo agora suas poderosas nádegas nuas. Com uma passada larga, meu primo se posicionou atrás dela e deu uma boa palmada em suas nádegas, fazendo-a gritar, numa mistura de dor e excitação, para, em seguida, colar-se nela, colocando seu membro ereto sobre as nádegas duras e nuas dela, e segurando-a pelos peitos para que não escapasse. Empurrou-a para a cama, jogando-a sobre ela, mas minha mãe apoiou os braços no colchão, evitando cair de bruços com meu primo colado em suas costas. De quatro. sobre a cama e se esforçando para não cair sobre ela devido à enorme pressão que suportava nas costas, meu primo, agarrando-a pelos peitos, ajoelhou-se entre suas pernas abertas, esfregando seu pau ereto entre suas nádegas, com o objetivo de penetrá-la pelo ânus. • Ai, ai, não, não, por favor, não! Suplicou minha mãe, gritando desesperada, sentindo como meu primo estava prestes a sodomizá-la com seu membro ansioso e ereto, mas Ángel deteve seu ímpeto e, sem soltá-la, ameaçou-a em voz baixa no ouvido. • Se você resistir, eu vou enfiar no seu cu e vou fazer você sentir dor, uma dor como nunca sentiu na vida. Vou rasgar e você vai sangrar até morrer aqui mesmo, na presença do seu filho que eu vou trazer para ver como a puta da mãe dele morre. • Ai, ai, não, não, por favor, não! Os choros da minha mãe fizeram meu primo rir, que continuou dizendo de forma zombeteira. • Mas se você for uma garota boa e não resistir, eu só vou te foder pela buceta. Ele fez uma pausa e perguntou, sem parar de rir: • Me diz, o que você quer ser? Uma puta má ou uma puta boa? Que eu meta no seu cu ou na sua buceta? • Pelo cu não, pelo cu, por favor, não! • Você é uma puta má ou uma puta boa? • Não, por favor, não, pelo cu não! Uma puta boa, uma puta boa! Sem deixar de se apoiar nas costas dela, meu primo tirou a mão direita de um dos peitos da minha mãe para pegar seu pau duro e ereto, e, tateando, o direcionou para a entrada da vagina dela e o enfiou pouco a pouco até o fundo, até que suas bolas colidiram com a vulva da minha progenitora. Eu a ouvi prender a respiração ao se sentir penetrada e o som rangente que o pau do jovem fazia ao se deslocar friccionando dentro de sua vagina, até que as bolas bateram contra a vulva dela provocando um som mais profundo e grave. Movendo seus quadris, meu primo foi puxando lentamente seu pau, mas, antes de tirá-lo completamente, o enfiou novamente, até o fundo, uma e outra vez, devagar ao começo, mas cada vez mais rápido. Do meu esconderijo no armário, eu conseguia ver nitidamente como minha mãe, de quatro na cama, era fodida sem descanso pelo meu primo, que, apoiando o peito nas costas dela, balançava para cima e para baixo, sem soltar os peitos dela. Eu ouvia ela ofegando e gemendo cada vez mais alto, enquanto o jovem bufava. Não aguentando mais o peso do meu primo, minha mãe dobrou os braços, colocando a cabeça entre eles, sobre o colchão, e meu primo, embora no início parecesse perder o equilíbrio, logo se endireitou e, segurando-a pelos quadris, continuou a comê-la com energia renovada, até que, de repente, parou, rosnando. Ele tinha gozado dentro dela! Ele ficou quase um minuto sem se mover, ainda com o pau dentro, e, quando tirou, pegou o sutiã da minha mãe e, cheirando-o, disse ansioso: • As mãos, cruze as mãos nas costas! Como ela demorava a responder, ele pressionou: • Vamos! O que está esperando? Quer que agora eu meta no seu cu? • Não, não! Respondeu minha mãe assustada, levando os braços rapidamente para as costas que, no mesmo instante, foram agarrados e amarrados firmemente com o sutiã, que, torcido, foi dado várias voltas em torno dos pulsos dela. Levantando-se da cama, ele a ameaçou novamente. • Não se mexa nem um milímetro se não quiser que eu rasgue seu ânus! Sem parar de observá-la, ele se aproximou da webcam do computador e a moveu levemente. Então, ainda mais aterrorizado, percebi que ele estava filmando minha mãe nua e com a bunda empinada. Depois, pegou o celular e tirou várias fotos da bunda dela e a filmou por quase um minuto, deixando-o novamente sobre a mesinha de onde o havia pegado. Tudo isso sem que minha mãe, obediente, se mexesse o mínimo. Ele se aproximou dela e deu uma boa palmada em uma das nádegas, fazendo-a gritar, mais assustada do que dolorida. • Gostou, putinha? Vamos, responde, não faça de difícil, que a gente já sabe o que você Você gosta de ser fodida! • Por favor, me solta e deixa a gente ir embora, que eu não conto nada. Suplicou minha mãe, choramingando, mas foi imediatamente respondida com outro tapa sonoro na outra nádega. • Vamos, responde, puta! Você gostou de como eu te fodi? • Sim, sim, gostei muito, mas, por favor, deixa a gente ir e não contamos nada pra ninguém. Te imploro, por favor. Outro tapa interrompeu o choro lamentoso e, agarrando-a pelas nádegas, ele a fez deitar de costas na cama, com as pernas dobradas e coladas ao corpo, cobrindo os seios e a buceta, se protegendo. O rosto da minha mãe estava desfigurado, irreconhecível, vermelho como um tomate e brilhante de suor e das lágrimas que derramava, mas meu primo, sorrindo debochadamente, não parava de olhá-la fixamente de cima. Ordenou com desprezo. • Abre bem as pernas que vou te foder de novo, peituda! Como ela não ousava fazer, ele deu vários tapas nos seios dela com a mão aberta, fazendo-a gritar de dor, para em seguida agarrá-la pelos joelhos, separando suas pernas e deixando exposta sua boceta, enquanto dizia: • Vamos, não fica de frescura agora, que você é uma puta boa que vou foder de novo! Posicionando-se entre as pernas da minha mãe, pegou com uma mão seu pau novamente ereto e, agitando-o como se fosse uma mangueira, disse, apontando com a cabeça: • Olha como você me deixa! Ele está querendo devorar essa bucetinha de puta tarada que você tem! Minha mãe, olhando aterrorizada, suplicava novamente sem parar de chorar: • Por favor, não, por favor! E meu primo, rindo, agarrou-a pelas pernas, puxando-a para a borda da cama, e quando a bunda dela estava quase na beirada, levantou suas pernas, colocando-as sobre seu peito, e começou a esfregar insistentemente seu membro por toda a vulva dela, entre os lábios vaginais, enquanto dizia: • Olha, olha, é como um cachorro de guarda procurando a entrada da sua boceta para devorar! Esfregando e esfregando, minha mãe ia, contra a vontade, ficando cada vez mais excitada, e meu primo foi se concentrando cada vez mais no clitóris e na entrada da buceta. No começo devagar, olhando os peitos e a cara que ela fazia, sabendo que ia ser penetrada de novo. O rosto da minha mãe refletia uma mistura de desespero, vergonha e vício. Sem parar de observar o rosto, os peitos e a boceta dela, meu primo esfregou o pau ereto pra cima e pra baixo, de novo e de novo, na vulva dela, entre os lábios abertos, no clitóris inchado, até que aos poucos foi enfiando de novo, só a cabecinha no começo, depois um pouco mais, até que, devagar, foi metendo até o fundo, metendo e sacando, metendo e sacando, de novo e de novo, cada vez mais rápido. Uma das pernas dele estava agora sobre a cama, facilitando as investidas. Os peitões incríveis balançavam desordenados com as arremetidas, e os gemidos e ofegos dela viraram gritos de prazer que até abafavam o som das bolas do jovem batendo no períneo dela. Ele estava comendo ela, quando a porta do quarto abriu e entraram, assobiando, gritando e batendo palma, vários jovens que interromperam momentaneamente o vai-e-vem que meu primo tava submetendo minha mãe, mas se puseram em volta da cama, incentivando meu primo a continuar: • Vai, campeão! O rosto da minha mãe era um poema, vermelho, suando e despenteado, nem parecia ela. E os peitos vermelhos e inchados dela pareciam balões prestes a estourar. Nessa hora, o Ángel exclamou: • Não se preocupa, tia, que minha mãe não vem até a noite e temos muito tempo pra te dedicar. E recebendo tapinhas nas costas, ele voltou a comer, enquanto os amigos dele tiravam fotos, tanto dele quanto da minha mãe. Em alguns momentos, parei de ver minha mãe, quando um par de jovens se colocou entre o armário e a cama. Eles se inclinaram sobre ela e devem ter apalpado os peitos, as coxas, o corpo todo, enquanto era comida. Quando meu primo gozou pela segunda vez, ele saiu, dando lugar a outro dos seus amigos que ocupou seu lugar entre as pernas da minha mãe e começou a comê-la também. Eu, escondido no armário e chorando em silêncio, assistia impotente, como um atrás do outro a fodia. Embora a maioria preferisse comê-la na buceta, outros optaram por dar no cu. Quando o último deles gozou dentro dela, meu primo abriu a porta do armário, me obrigando a sair diante das risadas de todos, exceto da minha mãe que, ao me ver, ainda teve forças para gritar: • Nããããão, por Deus, nããããão! Cacarejando de nós dois, colocaram nela o vestido e os sapatos, mas nem a calcinha nem o sutiã, que ficaram com eles, e a carregaram nos braços até a rua, me empurrando também, e nos deixando do lado de fora da casa. Com muita dificuldade, encontramos um táxi que nos levou para nossa casa, sem dizer ou perguntar nada. A vergonha era grande demais.
1 comentários - Meu primo comeu minha mãe.