ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM DESTA HISTÓRIA, É APENAS A PRIMEIRA PARTEHá tempos passo por essa louca aventura, que recordo com muito prazer.
Eu sou Inverno, um homem de 50 anos, professor por profissão, com um físico comum, nada extraordinário, mas me mantenho em boa forma. Sempre tive uma boa relação com minhas alunas, inclusive várias dão em cima de mim, mas só até aí.
Valeria, uma mina que mora no mesmo prédio que eu, deve ter uns 28 anos, uma mulher curvilínea, com um belo rabo e pernas lindas, peitos não muito grandes, mas redondinhos. Ela mora sozinha, mas é comum ela ter encontros no apartamento dela com caras diferentes que a visitam, mas cada um com a sua vida, né? Minha relação com ela é bem simples: um oi, uma conversinha cordial de vez em quando e só. Mas é verdade que ela anda sempre de shorts curtíssimos, o que deixa à mostra aquele rabão e as pernas maravilhosas.
Primavera, uma jovem que também mora no mesmo prédio, chamada Isis, de uns 19 anos, vive com a mãe, ela é magrinha, menina, simpática isso sim, quase sempre a encontro com leggings, shorts e tops, o que deixa ver suas pernas finas, mas bem definidas, quadris pequenos, mas com um bumbum bonito, daqueles redondinhos e empinados, cintura fina e peitos redondinhos bem juvenis, é um encanto, sempre me cumprimenta de um jeito bem alegre e provocante, mas nunca foi além disso.
A gente mora num prédio tranquilo, as pessoas em geral não estão, já que todo mundo trabalha e sai cedo e volta de noite, então durante o dia é bem sossegado, os apartamentos são totalmente independentes, mas a gente compartilha a área de estender roupa e é aqui que fica interessante.
Num dia que não tive aula, lavei umas roupas em casa. Tudo transcorria normal, subi para estendê-las e, como sempre, tinha mais roupa lá. Não dei importância, já que era comum. Passou um tempo e subi para pegar a roupa seca. Como devem imaginar, eu estava à vontade, de bermuda, camiseta e tênis - roupa normal de casa. Enquanto recolhia as peças, me deparei com uma calcinha fio-dental minúscula, daquelas de lacinho, preta. A parte da frente era só um triângulo de renda, muito sexy mesmo. Fiquei ali parado, olhando pra ela, sem saber o que fazer, quando do nada ouço uma voz...
Acho que isso é meu, professor", tirando-me dos meus pensamentos, era a Valéria me encarando fixamente. Surpreso e constrangido, respondi: "É... isso, desculpa, Val". Eu sentia que estava ficando com o rosto em mil cores e apenas estendi a mão para entregar a calcinha fio-dental. Valéria soltou uma gargalhada: "Não fique vermelho, parece que nunca viu uma dessas". Ao que respondi: "Não é isso, Val. Primeiro você me surpreendeu, pensei que estava sozinho. E segundo, não quero que pense que sou um pervertido que faz coisas com as roupas das mulheres". "Você, haha, nunca pensaria isso", respondeu ela. "Embora... não acha essa calcinha bonita?" Bonita? É uma peça muito sexy, que imagino que deve ficar muito bem em você. Ela soltou uma risadinha: "Mas é claro que fica bem em mim, todas as minhas tangas ficam excelentes". Aproximando-se de mim e praticamente no meu ouvido, disse: "Poderia modelar algumas para você". "Hahaha, você está brincando, Val". Certamente estava ficando nervoso. "Sério, acha que estou brincando?" Exclamou enquanto colava seu corpo no meu. Imediatamente, meu amigo reagiu, ficando duro, enquanto eu dizia: "Espera aí, Val, vão nos ver". Ao que ela respondeu: "Quem? Se não tem ninguém no prédio. Além disso, vejo que você não é de pau mole". Baixou a mão e, sobre meu bermuda, pegou meu pau que já estava duro. Diante disso, já não repliquei mais. Ela passou o outro braço sobre meu pescoço, eu a peguei pela cintura e nos beijamos profundamente. Minha língua entrou em sua boca e ela ofereceu a dela. Um beijo apaixonado daqueles que te deixam sem ar, enquanto sua mão massageava meu pau. Nos detivemos um momento para recuperar o fôlego. Olhei direto em seus olhos e desci minhas mãos até suas deliciosas nádegas, e puxei-a novamente para mim. Mais uma vez, sua língua chegou até minha garganta. Nossa, como ela sabia beijar. Minha língua também se introduziu nela. Sua mão, sem que eu percebesse, já estava dentro do meu bermuda, brincando com meu pau. Então, em um movimento hábil, uma das minhas mãos se infiltrou em seu short e começou a massagear suas nádegas. De repente, Valéria se ajoelhou, baixou meu bermuda e, sem dizer mais nada, enfiou meu pau em sua boca, inteiro de uma vez. puxei, senti que ela sugava até a minha alma, começou a bombear, depois a lamber, era uma verdadeira especialista, cada vez que ela chupava eu sentia que ia gozar, continuou assim, ajoelhada, submissa ao meu pau, sem parar de mamar ela levantou o rosto e ali eu a vi, como uma cachorrinha esperando para ver o que eu lhe daria, naquele momento peguei sua cabeça e empurrei para mim, ela chegou até as minhas bolas, meu pau inteiro estava dentro de sua boca, uma sensação incrível, levantei-a e novamente ela me beijou, um beijo que sabia a mim, delicioso aroma sexual, minhas mãos já trabalhavam para desabotoar seu short, então assim que consegui, de um puxão, virei-a e encostei-a na parede, ali entre varal e algumas roupas, curvei-a, seus quadris ficaram na altura perfeita do meu pênis, ela abriu as pernas, como dizendo, "vamos, entra", admirei a paisagem e sem pensar mais, penetrei-a de uma vez, ela soltou apenas um "aahhh", saí e entrei de novo, uma e outra vez, como para aprender o caminho, o ritual era lento, ela se ajustava, parecia uma experta que buscava o ângulo perfeito para ser fodida, uma vez que encontramos, o ritmo acelerou, uma e outra vez, rápido e forte, e ela "aah, isso" "mais, mais" dizia,
O ritmo era melhor que um casal de dançarinos profissionais, eu já não me importava com nada, nem onde estava nem se alguém nos veria, estava comendo a Valéria, aquela mulher deliciosa que eu só via passar todos os dias. De repente ela me parou, saiu e se virou, levantou uma perna e me puxou, de novo procurando o ângulo, que já não foi fácil. A buceta dela estava escorrendo, então meu pau deslizou fácil até o fundo dela. Havia uma máquina de lavar ali onde ela pôde apoiar a perna, o que deu mais conforto para penetrá-la assim em pé. Ela abraçada no meu pescoço, só gemendo a cada estocada que eu dava. Vi como ela revirou os olhos, sinal de que tinha gozado. Senti meu pau quente e mais que molhado, o que me fez tremer. Perdi o controle e estava prestes a gozar, então saí dela de repente. Ela sorriu, o rosto voltou ao normal, o momento do orgasmo tinha passado. De novo ela se ajoelhou, meteu meu pau na boca e começou a chupar de novo, e a sugar uma vez e outra, parecia que queria arrancar minha alma e putz, ela conseguiu. Um "ahhhh issooo" escapou da minha boca quando gozei. Há tempo não saía tanto sêmen de mim e o melhor foi que ela não me soltou, grudou em mim como um bebê tomando porra e engoliu até a última gota do meu leite. Foi algo que me fez revirar os olhos também, uma sensação incrível. Assim que terminou, ela se levantou, me abraçou, me deu um beijinho e os dois começamos a recuperar o fôlego. Lá estávamos abraçados, quando de repente, se ouviu uma voz: "Nossa, vocês estão se divertindo bem aqui"...COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E TUDO MAIS
Eu sou Inverno, um homem de 50 anos, professor por profissão, com um físico comum, nada extraordinário, mas me mantenho em boa forma. Sempre tive uma boa relação com minhas alunas, inclusive várias dão em cima de mim, mas só até aí.
Valeria, uma mina que mora no mesmo prédio que eu, deve ter uns 28 anos, uma mulher curvilínea, com um belo rabo e pernas lindas, peitos não muito grandes, mas redondinhos. Ela mora sozinha, mas é comum ela ter encontros no apartamento dela com caras diferentes que a visitam, mas cada um com a sua vida, né? Minha relação com ela é bem simples: um oi, uma conversinha cordial de vez em quando e só. Mas é verdade que ela anda sempre de shorts curtíssimos, o que deixa à mostra aquele rabão e as pernas maravilhosas.
Primavera, uma jovem que também mora no mesmo prédio, chamada Isis, de uns 19 anos, vive com a mãe, ela é magrinha, menina, simpática isso sim, quase sempre a encontro com leggings, shorts e tops, o que deixa ver suas pernas finas, mas bem definidas, quadris pequenos, mas com um bumbum bonito, daqueles redondinhos e empinados, cintura fina e peitos redondinhos bem juvenis, é um encanto, sempre me cumprimenta de um jeito bem alegre e provocante, mas nunca foi além disso.
A gente mora num prédio tranquilo, as pessoas em geral não estão, já que todo mundo trabalha e sai cedo e volta de noite, então durante o dia é bem sossegado, os apartamentos são totalmente independentes, mas a gente compartilha a área de estender roupa e é aqui que fica interessante.
Num dia que não tive aula, lavei umas roupas em casa. Tudo transcorria normal, subi para estendê-las e, como sempre, tinha mais roupa lá. Não dei importância, já que era comum. Passou um tempo e subi para pegar a roupa seca. Como devem imaginar, eu estava à vontade, de bermuda, camiseta e tênis - roupa normal de casa. Enquanto recolhia as peças, me deparei com uma calcinha fio-dental minúscula, daquelas de lacinho, preta. A parte da frente era só um triângulo de renda, muito sexy mesmo. Fiquei ali parado, olhando pra ela, sem saber o que fazer, quando do nada ouço uma voz...
Acho que isso é meu, professor", tirando-me dos meus pensamentos, era a Valéria me encarando fixamente. Surpreso e constrangido, respondi: "É... isso, desculpa, Val". Eu sentia que estava ficando com o rosto em mil cores e apenas estendi a mão para entregar a calcinha fio-dental. Valéria soltou uma gargalhada: "Não fique vermelho, parece que nunca viu uma dessas". Ao que respondi: "Não é isso, Val. Primeiro você me surpreendeu, pensei que estava sozinho. E segundo, não quero que pense que sou um pervertido que faz coisas com as roupas das mulheres". "Você, haha, nunca pensaria isso", respondeu ela. "Embora... não acha essa calcinha bonita?" Bonita? É uma peça muito sexy, que imagino que deve ficar muito bem em você. Ela soltou uma risadinha: "Mas é claro que fica bem em mim, todas as minhas tangas ficam excelentes". Aproximando-se de mim e praticamente no meu ouvido, disse: "Poderia modelar algumas para você". "Hahaha, você está brincando, Val". Certamente estava ficando nervoso. "Sério, acha que estou brincando?" Exclamou enquanto colava seu corpo no meu. Imediatamente, meu amigo reagiu, ficando duro, enquanto eu dizia: "Espera aí, Val, vão nos ver". Ao que ela respondeu: "Quem? Se não tem ninguém no prédio. Além disso, vejo que você não é de pau mole". Baixou a mão e, sobre meu bermuda, pegou meu pau que já estava duro. Diante disso, já não repliquei mais. Ela passou o outro braço sobre meu pescoço, eu a peguei pela cintura e nos beijamos profundamente. Minha língua entrou em sua boca e ela ofereceu a dela. Um beijo apaixonado daqueles que te deixam sem ar, enquanto sua mão massageava meu pau. Nos detivemos um momento para recuperar o fôlego. Olhei direto em seus olhos e desci minhas mãos até suas deliciosas nádegas, e puxei-a novamente para mim. Mais uma vez, sua língua chegou até minha garganta. Nossa, como ela sabia beijar. Minha língua também se introduziu nela. Sua mão, sem que eu percebesse, já estava dentro do meu bermuda, brincando com meu pau. Então, em um movimento hábil, uma das minhas mãos se infiltrou em seu short e começou a massagear suas nádegas. De repente, Valéria se ajoelhou, baixou meu bermuda e, sem dizer mais nada, enfiou meu pau em sua boca, inteiro de uma vez. puxei, senti que ela sugava até a minha alma, começou a bombear, depois a lamber, era uma verdadeira especialista, cada vez que ela chupava eu sentia que ia gozar, continuou assim, ajoelhada, submissa ao meu pau, sem parar de mamar ela levantou o rosto e ali eu a vi, como uma cachorrinha esperando para ver o que eu lhe daria, naquele momento peguei sua cabeça e empurrei para mim, ela chegou até as minhas bolas, meu pau inteiro estava dentro de sua boca, uma sensação incrível, levantei-a e novamente ela me beijou, um beijo que sabia a mim, delicioso aroma sexual, minhas mãos já trabalhavam para desabotoar seu short, então assim que consegui, de um puxão, virei-a e encostei-a na parede, ali entre varal e algumas roupas, curvei-a, seus quadris ficaram na altura perfeita do meu pênis, ela abriu as pernas, como dizendo, "vamos, entra", admirei a paisagem e sem pensar mais, penetrei-a de uma vez, ela soltou apenas um "aahhh", saí e entrei de novo, uma e outra vez, como para aprender o caminho, o ritual era lento, ela se ajustava, parecia uma experta que buscava o ângulo perfeito para ser fodida, uma vez que encontramos, o ritmo acelerou, uma e outra vez, rápido e forte, e ela "aah, isso" "mais, mais" dizia,
O ritmo era melhor que um casal de dançarinos profissionais, eu já não me importava com nada, nem onde estava nem se alguém nos veria, estava comendo a Valéria, aquela mulher deliciosa que eu só via passar todos os dias. De repente ela me parou, saiu e se virou, levantou uma perna e me puxou, de novo procurando o ângulo, que já não foi fácil. A buceta dela estava escorrendo, então meu pau deslizou fácil até o fundo dela. Havia uma máquina de lavar ali onde ela pôde apoiar a perna, o que deu mais conforto para penetrá-la assim em pé. Ela abraçada no meu pescoço, só gemendo a cada estocada que eu dava. Vi como ela revirou os olhos, sinal de que tinha gozado. Senti meu pau quente e mais que molhado, o que me fez tremer. Perdi o controle e estava prestes a gozar, então saí dela de repente. Ela sorriu, o rosto voltou ao normal, o momento do orgasmo tinha passado. De novo ela se ajoelhou, meteu meu pau na boca e começou a chupar de novo, e a sugar uma vez e outra, parecia que queria arrancar minha alma e putz, ela conseguiu. Um "ahhhh issooo" escapou da minha boca quando gozei. Há tempo não saía tanto sêmen de mim e o melhor foi que ela não me soltou, grudou em mim como um bebê tomando porra e engoliu até a última gota do meu leite. Foi algo que me fez revirar os olhos também, uma sensação incrível. Assim que terminou, ela se levantou, me abraçou, me deu um beijinho e os dois começamos a recuperar o fôlego. Lá estávamos abraçados, quando de repente, se ouviu uma voz: "Nossa, vocês estão se divertindo bem aqui"...COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E TUDO MAIS
0 comentários - Trio de Inverno, Verão e Primavera, Parte 1