Depois de 7 anos, eu tinha voltado à vida dos meus tios Leonardo e Meche de novo. Ele ia viajar pro exterior, então fui trabalhar na empresa de construção dele, e enquanto ele estivesse fora do país, eu ocuparia o lugar dele. Mas o que ele não sabia é que eu também ocuparia o lugar dele com a mulher dele. Tinha passado tanto tempo que minhas mãos não tocavam o corpo dela — sentir aquelas tetonas nos meus dedos ou poder beijar aquela rabuda enorme, etc. Mas agora eu tinha que tomar muito mais cuidado, porque não era mais um moleque como antes. Se fosse descoberto, além do escândalo todo que ia rolar na família, eu perderia meu emprego, e aquilo era muito importante pra mim naquele momento.— Alô, meu bem... Por que você não vem? Ou não gostou mais? Você me disse que tinha sentido muita saudade de mim...
Aí minha tia Meche me chamou, vendo que eu tava demorando pra ir pro quarto dela. Claro que eu tava a fim, e expliquei pra minha tia que agora não era tão fácil como antes, porque antes a gente ficava sozinho na casa dela, mas agora as duas empregadas estavam lá.
— Ah, era isso? Não se preocupa com elas, meu bem. A Cecília, a mais nova, só fica por horas — vem às 7 da manhã e vai embora de noite. E a dona Joana, a cozinheira, que já tem uns 67 anos, depois que vai dormir, não levanta por nada. Então não teme, vem logo, que eu tô morrendo de saudade de sentir você dentro de mim.
Abri a porta do meu quarto e saí olhando pra todo lado, sem perigo nenhum, e fui atrás dela. Quando abri a porta, meu coração tava batendo tão rápido que parecia que ia pular do peito. Abri, e ela tava me esperando como antes, mostrando aquela bunda enorme e rebolando. Não aguentei mais e fui pra cima dela.
E comecei a beijar aquelas bundas deliciosas e minha língua percorria toda a racha do cu, enquanto com minhas mãos eu abria os glúteos dela pra poder chupar a buceta dela e depois o cu dela, isso fez minha tia dar uns gemidinhos de prazer e pedir pra eu meter de uma vez. — Ahh... mm... siii... como senti sua falta, já mete logo... ohh... ohh...! Falei que também sentia falta dela e que foi muito difícil aceitar que nunca mais ia tocar nela, eu tinha me acostumado com ela, então só me restava bater uma toda noite pensando nela, então agora queria aproveitar de novo a buceta e o cu dela. — Ahh... meu amor, siii... mm... já não é mais meu menino... ohh... agora é meu homem, faz o que você quiser, sou sua...! E continuei chupando a buceta e o cu dela, lambendo como se fosse um cachorro preparando a cadela pra penetração, e os gemidos dela me deixavam mais excitado, até que ela não aguentou mais e deixou os fluidos escorrerem e gozou. — Aiiii... meu amoooor... ohh... ohh...!
Tê-la assim, mexendo aquela bunda enorme toda quente, a minha tia Meche, me deixou louco. Agora era a minha vez e me posicionei, coloquei a piroca pra ir enfiando nela, e ela entendeu na hora, sozinha jogou a bunda pra trás e foi enfiando. Quando sentiu tudo dentro da buceta dela, ficou doida. — Ahh! Ahh... te sinto maior e mais forte, meu amor... Segurei firme na cintura dela e comecei o vai e vem na buceta quente, que a minha tia Meche agora recebia com gosto a minha piroca depois de 7 anos, e ela sentia a diferença entre um moleque de 16 e um homem de 23 anos.
-! Isso, que delícia..mm.. tia, como eu adoro te pegar.. Ahh.. ahh.. ¡ -! Isso. quero mais.. me dá tudo, meu amor... aii.. mm. aiiii.. ¡ A gente foi trocando várias posições e metendo forte, como se quisesse recuperar todo o tempo que a gente não tinha transado, e ele acabou enchendo a buceta dela de porra e depois a gente se beijou com muita paixão e eu ainda sentia o corpo dela todo trêmulo, parecia uma gatinha procurando proteção no meu peito

Quando eu tava indo pro meu quarto, ela me abraçou forte e falou: — Não vai embora ainda, a gente ainda tem tempo pra ficar junto...
Ver minha tia Meche pelada do meu lado de novo, me abraçando na cama dela depois de tanto tempo, tava uma delícia. Fechei os olhos por um instante e o sono me venceu, igual a ela. A gente acordou com o som do celular dela recebendo uma chamada — eu tinha esquecido que meu tio tinha o costume de ligar e fazer videochamada com ela quando já tava instalado no hotel. Eu tava me levantando da cama dela pra ir embora, mas minha tia não deixou e fez um sinal de silêncio com o dedo indicador nos lábios.
-! Oi, meu amor, tava dormindo, desculpa não ligar a câmera pra você me ver, tô horrível, tô com o rosto todo cheio de creme, não quero que me veja assim, sei que é bobeira, mas é vaidade de mulher. E como você tá, amor? Que bom que chegou bem. Sim, eu também senti muito sua falta, meu bem. Amanhã no café da manhã vou falar pra ele que você ligou, com certeza ele deve estar cansado e não ouviu sua chamada, já que ontem foi o primeiro dia dele sozinho na construtora. Não se preocupa, vou dizer pra ele ficar de olho no celular. Te amo... beijos, tchau!
Fui um idiota, como pude esquecer esse costume que meu tio tinha e deixei meu celular no quarto, se ele já tinha me avisado antes de sair. Minha tia me acalmou, dizendo que não era pra tanto e pra eu ficar mais tranquilo, enquanto a mão dela brincava com meu pau, que rapidamente respondeu aos carinhos e já tava duro. - Muda essa cara, querido, me deixa agora, eu cuido disso... hahaha... A boca dela foi direto pro meu pau, enfiou tudo na garganta... e começou a chupar do jeito que só ela sabia. Eu sentia meu pau sendo sugado com força e os olhos dela me encarando enquanto não parava o boquete, e ela riu quando conseguiu trocar minha cara de preocupação por uma de prazer.
Depois ela subiu em cima de mim e, com a mão no meu pau, colocou ele na entrada do cu dela e foi se sentando devagar. Que gostoso, sentia ele entrando na bunda dela. Segurei a cintura dela, e agora minha tia abria a boca como se faltasse ar a cada centímetro que entrava no esfíncter dela. — Ahhh... nmm. Como eu sentia falta de sentir ele dentro do meu cu... ohh.
E aí minha tia começou a se mexer pra frente e pra trás, se sentindo já completamente cheia. Os peitos dela balançavam, e eu agarrei eles com força e meti os bicos na minha boca. Os gemidos dela ficaram cada vez mais altos, e os movimentos da cintura também. Ela tava entregue de vez ao prazer e não parou quieta até que meu pau enchesse o cu dela de esperma quente.
-! Ahhh... yaa... tô gozando... Ohh... ohh... mm... que delíciaa.. ¡ -! Siii... sinto ele quente entrando em mim... me dá... ohh... nnn... mm.. ¡ Quando eu joguei todo o meu gozo no cu dela, ela me mostrou como o cu dela tinha ficado aberto e saindo porra de lá, depois nos beijamos com paixão e ela não quis que eu voltasse pro meu quarto, então fiquei com ela pra dormir e fui embora às 5h30 da manhã.
Quando fui tomar café da manhã, ela me disse com um sorriso que meu tio tinha me ligado na noite anterior e que ligaria de novo mais tarde pro escritório — era pra empregada ouvir. Antes de sair, ela chegou perto de mim e me deu um beijo na bochecha. — Tenha um bom dia... — E foi embora rebolando aquela bunda gostosa, que eu olhei disfarçadamente pra empregada não perceber. Quando cheguei na construtora, recebi a ligação do meu tio Leonardo, me desculpei com ele e ele perguntou como eu estava. Falei que estava tudo bem e que, se tivesse qualquer dúvida, entraria em contato com ele.
-! Eu sei que você vai ocupar meu lugar direitinho na minha ausência, sobrinho.. Depois a gente volta a conversar.. Mando um abraço.. Quando eu tava voltando pra casa do tio Leonardo, minha tia Meche me ligou no celular e disse que ia fazer compras com uma amiga. Cheguei em casa e a empregada perguntou se eu ia jantar ou esperar a patroa pra comer junto. -! Vou jantar com a patroa, vou tomar um banho antes. Me avisa quando ela chegar, vou ficar no meu quarto.. A água caía no meu corpo, a água fria me relaxava. Depois fui deitar na cama pra descansar um pouco e acabei dormindo. Quando senti alguém me tocando, acordei de susto. Era minha tia, que falou pra eu descer pra jantar e saiu.
Já na mesa, ela me perguntou como tinha sido meu dia no escritório. Contei que fui ver uns projetos de casas que ficavam longe da cidade, mas que tudo estava saindo conforme os planos que meu tio Leonardo tinha me passado. — Que bom, querido, que você está bem atento. Olha só, os materiais têm que ser os certos, porque antes o encarregado que seu tio deixou colocou material de baixa qualidade e o custo foi outro... Bom, chega de falar de trabalho, agora relaxa que você está em casa. Depois de jantar, fomos ver Netflix na TV, a pedido dela, na sala de estar que tinha uma porta de correr e, quando fechada, parecia um cinema pequeno. Ela encostou a cabeça no meu ombro enquanto assistia ao filme. Eu estava cansado, então fechei os olhos. Minha tia Meche se aconchegou mais em mim. Acordei sentindo os lábios dela na minha boca e a mão dela brincando com meu pau, que, como sempre, estava pronto pra ela. Ela o libertou do cativeiro e passou a língua por toda a cabeça com muita delicadeza. Estávamos no melhor momento quando bateram na porta. Rapidamente, guardei meu pau e subi o zíper da calça, e ela foi ver o que estava acontecendo.
-! Desculpe, senhora, pela interrupção, mas seu marido está ligando... ¡ -! Obrigada, vou atender aqui... ¡
Na sala tinha um telefone e ela atendeu a chamada, colocando no viva-voz, cumprimentando ele e dizendo que estava comigo vendo um pouco de televisão para me aliviar do estresse do escritório e não acontecer comigo o mesmo que com ele, que quando chega em casa continua revisando plantas e tudo mais, só vê trabalho.
-! Mulher, não fala isso, não seja tão exagerada, isso só acontece quando tenho que entregar os projetos e estou atrasado, não assusta meu sobrinho, senão ele vai pensar que vou fazê-lo trabalhar como um escravo hahaha... ¡
-! Boa noite, tio, não tenho problema nenhum em fazer hora extra se for preciso pra tudo ficar certo, te informo que hoje fui ver as obras que o senhor me indicou... ¡
-! Bom, vou me retirar, vejo que vão falar de trabalho, beijos, amor, sinto muita saudade... Melhor ir dormir... ¡
Fiquei mais uma hora com meu tio Leonardo no telefone, dando detalhes do que aconteceu hoje, e ele dizia que eu estava indo muito bem na construtora. Depois me perguntou se eu estava me sentindo bem na casa dele, já que minha tia Meche estava ficando um pouco sensível por causa da idade, então pediu pra eu ter um pouco de paciência com ela.
-! Tudo bem, tio, vou levar isso em conta, mas agora quem está exagerando é o senhor. Vou dizer com todo respeito que minha tia Meche é uma mulher cheia de vitalidade, então quando o senhor voltar, vocês dois deviam tirar umas férias. Agora que estou aqui na construtora, o senhor não precisa mais se preocupar com isso, eu cuido de tudo. ¡
— Valeu, sobrinho, acho que é isso que a gente precisa... agora vai descansar... — Tá tranquilo, tio, já vou dormir, não precisa me agradecer. Minha tia é muito boa comigo e eu sou muito grato a vocês dois...
Apaguei tudo e vi as horas: eram 2 da manhã. Fui dormir. Quando cheguei no meu quarto, encontrei minha tia Meche dormindo na minha cama, mostrando aquela bunda enorme que me deixava louco. Aí me veio na memória a primeira vez que a vi assim, e que foi o começo de tudo.
Tentei acordá-la, mas ela parecia uma menininha que não queria sair da cama. Deitei do lado dela e abracei ela por trás, e quando sentiu minha pica no meio das bundas dela, ela se ajeitou melhor e continuou dormindo. Eu fiz o mesmo. Depois de algumas horas, ouvi a voz dela no meu ouvido. — Meu amor, tá acordado? Me desculpa por invadir sua cama, mas ouvi tudo e fiquei com raiva do que seu tio falou de mim. E gostei do que você respondeu pra ele...
— Tia, não liga não. Meu tio te ama muito, seria um idiota se não percebesse a mulherão que tem do lado dele. Só que o trabalho e a responsabilidade deixam ele assim. Agora que ele voltou, vão passar uns dias tranquilos juntos...
— Ah, que lindo você é comigo. Te amo muito. Desde que você era um menininho, você cuida de mim. Não esqueci quando você enfrentou o Pepé, um moleque maior que você, por minha causa. Vem, me abraça forte, quero que você me coma agora...
E eu abracei ela, e nos beijamos. Depois subi nela, as pernas dela se abriram pra receber minha pica na buceta quente dela, e fui penetrando devagar até encher ela por completo. Cada vez que a tinha pra mim, eu aproveitava muito.
-! Sii. Meu amor, te amo muito, sei que isso é loucura, mas não quero te deixar ir, agora você também é meu.. ohh.. ohh.. ai, enfia tudooo.. mm..
Nossos corpos se tornaram um só. Eu também sabia que minha tia agora era minha mulher e que eu iria dividi-la com meu tio Leonardo, e não tinha problema com isso. Essa noite, na minha cama, a gente transou de um jeito diferente — já não era só paixão ou tesão entre nós dois, já tinha amor nascendo. E terminamos gozando do sexo como se não houvesse amanhã, e nós dois sabíamos que, enquanto meu tio estivesse fora, ela era minha mulher e eu, o marido dela. Quando ele voltasse, a gente voltaria a ser tia e sobrinho. Minha tia Meche agora era a dona da minha porra — era ela mesma quem dizia — e seríamos felizes os três até o tempo decidir.
Este relato pertence ao O sobrinho, Fonte: Relatos-Eroticos-Club-X
1 comentários - Não aguentei e minha tia Meche chupou meu gozo 4 Final