Tinha fechado essa história há mais de 4 anos. Parece pouco tempo, mas no meio disso aconteceu um monte de coisas... uma dessas coisas foi me mudar sozinho. Tinha morado com uma parceira, mas não deu certo, acabei me mudando sozinho porque não queria voltar pra casa da família e tinha conseguido um studio legal, ideal pra alguém que só usa pra dormir, tomar banho, comer e transar. Nada muito além disso, na real.
Tinha alguma companhia regular e ocasional, nem sempre era a mesma gostosa aproveitando a solteirice, mas uma noite, sei lá por que, lembrei dela. Não lembro sinceramente se tinha o número dela ou se a encontrei nas redes, mas mandei mensagem. E ela respondeu em questão de minutos, na hora.
Perguntei qual era a dela, tanto tempo... como tava. Contei um pouco de mim, ela contou das coisas dela... os filhos dela estavam bem mais crescidos, óbvio, e não tinha problema deixar eles sozinhos. A verdade é que a cantada foi uma merda, mas funcionou: falei algo tipo que tava sozinho e lembrei dela, que foram gostosas as poucas noites que a gente tinha passado junto. Era umas 11 da noite quando rolou a conversa, a gente morava a uns 20 minutos de carro mais ou menos.
Ela disse que sentia falta daquele tempo junto, e caiu na minha. Não sei como caralhos, mas caiu. Direto me mandou um "você gostaria que eu fosse?", e diante de tal oferta e vendo que naquela noite não ia rolar nada com ninguém, falei que sim. Ela deve ter chegado umas 12h30, mais ou menos. Em menos de três horas rolou a conversa inicial, relembrar um momento e a visita dela.
Ela chegou, fisicamente não tinha mudado tanto além do tempo no rosto. Tomamos algo, não lembro o quê... conversamos, colocamos um pouco o papo em dia pra descontrair. Ela me olhava com os olhos brilhando e falava "não acredito que a gente se viu de novo...", mas por dentro acho que sabia que seria aquela vez e nunca mais.
Fomos pra cama, não tinha muito mais o que fazer. Comecei chupando a buceta dela. buceta... encharcada na hora, eu metia o dedo e ela gemia agarrando os lençóis. Gozou quase na mesma hora. E quis chupar minha pica... toda, inteirinha de cima a baixo. Brincava com a língua enquanto me olhava nos olhos. Até que, com a pica bem lubrificada, ela montou em cima de mim e começou a me foder.
Se mexia bem gostoso, acelerava o ritmo e diminuía... ficou de quatro, mas não pedia nada, só se deixava fazer. Era bem submissa, tudo que eu pedia ela fazia. Ficamos uns 40 minutos pra dar a primeira transa, muito boa... onde gozei? No rostinho dela, a pedido meu...
Levantamos, ela foi se higienizar enquanto eu colocava a chaleira no fogo. Queria tomar um café... preparei e a gente conversou mais um pouco. Ela ficou de tanguinha e peitos de fora. Eu só de cueca. Voltamos pra cama, deitamos e ficamos abraçados um tempo. Acho que ela curtia aquele momento, percebi que a mina não queria só putaria, mas buscava algo mais. Dizer que tava apaixonada é, talvez, exagero. Mas sentia algo, certeza, e criar uma falsa ilusão não era legal.
Me senti meio mal na hora, mas passou... depois de uma "soneca" de meia hora de madrugada, a vontade do segundo round acordou a gente. Uma coreografia repetida, onde ela se deixava fazer e eu a controlava do meu jeito... outra rodada longa também, que deve ter terminado lá pras 4 da manhã com a buceta dela cheia da segunda gozada da noite, dessa vez a pedido dela.
Depois de gozar, e ela gozar junto comigo, ficamos um tempo deitados na cama e ela disse "que gostoso quando você me enche de porra...". Essas frases que fazem a gente se sentir elogiado e ao mesmo tempo pensar que não devia ter gozado dentro de alguém que nunca mais vou ver. Coisas do tesão que muitos aqui vão saber entender.
Ela levantou, se higienizou e disse "vou embora, falei que ia numa reunião na casa de uma amiga". Assim, sem rodeios, se vestiu, chamou um Uber e antes das 5 da manhã já tinha ido embora. Novo na casa dela. Era isso que ele queria com ela? Com certeza sim. Mas não de um jeito normal, na real, ele nem tinha tanta certeza se ia vê-la de novo.
Durante a semana, eles conversaram, ela disse várias vezes que tava muito feliz de vê-lo de novo. Que talvez agora pudessem ter algo a mais. Ele disse que não achava que isso fosse rolar, que na cabeça dele as coisas tavam boas do jeito que estavam... o papo foi se perdendo com o passar dos dias, passaram a conversar uma vez por semana. Depois, uma vez por mês. E ele nem percebeu que teve uma última conversa em algum momento...
Agora sim, a história tinha chegado ao fim. Não sei se foi mais digno, não sei se foi o melhor. Mas como a Marge Simpson disse uma vez: "é um final, e pronto...
Tinha alguma companhia regular e ocasional, nem sempre era a mesma gostosa aproveitando a solteirice, mas uma noite, sei lá por que, lembrei dela. Não lembro sinceramente se tinha o número dela ou se a encontrei nas redes, mas mandei mensagem. E ela respondeu em questão de minutos, na hora.
Perguntei qual era a dela, tanto tempo... como tava. Contei um pouco de mim, ela contou das coisas dela... os filhos dela estavam bem mais crescidos, óbvio, e não tinha problema deixar eles sozinhos. A verdade é que a cantada foi uma merda, mas funcionou: falei algo tipo que tava sozinho e lembrei dela, que foram gostosas as poucas noites que a gente tinha passado junto. Era umas 11 da noite quando rolou a conversa, a gente morava a uns 20 minutos de carro mais ou menos.
Ela disse que sentia falta daquele tempo junto, e caiu na minha. Não sei como caralhos, mas caiu. Direto me mandou um "você gostaria que eu fosse?", e diante de tal oferta e vendo que naquela noite não ia rolar nada com ninguém, falei que sim. Ela deve ter chegado umas 12h30, mais ou menos. Em menos de três horas rolou a conversa inicial, relembrar um momento e a visita dela.
Ela chegou, fisicamente não tinha mudado tanto além do tempo no rosto. Tomamos algo, não lembro o quê... conversamos, colocamos um pouco o papo em dia pra descontrair. Ela me olhava com os olhos brilhando e falava "não acredito que a gente se viu de novo...", mas por dentro acho que sabia que seria aquela vez e nunca mais.
Fomos pra cama, não tinha muito mais o que fazer. Comecei chupando a buceta dela. buceta... encharcada na hora, eu metia o dedo e ela gemia agarrando os lençóis. Gozou quase na mesma hora. E quis chupar minha pica... toda, inteirinha de cima a baixo. Brincava com a língua enquanto me olhava nos olhos. Até que, com a pica bem lubrificada, ela montou em cima de mim e começou a me foder.
Se mexia bem gostoso, acelerava o ritmo e diminuía... ficou de quatro, mas não pedia nada, só se deixava fazer. Era bem submissa, tudo que eu pedia ela fazia. Ficamos uns 40 minutos pra dar a primeira transa, muito boa... onde gozei? No rostinho dela, a pedido meu...
Levantamos, ela foi se higienizar enquanto eu colocava a chaleira no fogo. Queria tomar um café... preparei e a gente conversou mais um pouco. Ela ficou de tanguinha e peitos de fora. Eu só de cueca. Voltamos pra cama, deitamos e ficamos abraçados um tempo. Acho que ela curtia aquele momento, percebi que a mina não queria só putaria, mas buscava algo mais. Dizer que tava apaixonada é, talvez, exagero. Mas sentia algo, certeza, e criar uma falsa ilusão não era legal.
Me senti meio mal na hora, mas passou... depois de uma "soneca" de meia hora de madrugada, a vontade do segundo round acordou a gente. Uma coreografia repetida, onde ela se deixava fazer e eu a controlava do meu jeito... outra rodada longa também, que deve ter terminado lá pras 4 da manhã com a buceta dela cheia da segunda gozada da noite, dessa vez a pedido dela.
Depois de gozar, e ela gozar junto comigo, ficamos um tempo deitados na cama e ela disse "que gostoso quando você me enche de porra...". Essas frases que fazem a gente se sentir elogiado e ao mesmo tempo pensar que não devia ter gozado dentro de alguém que nunca mais vou ver. Coisas do tesão que muitos aqui vão saber entender.
Ela levantou, se higienizou e disse "vou embora, falei que ia numa reunião na casa de uma amiga". Assim, sem rodeios, se vestiu, chamou um Uber e antes das 5 da manhã já tinha ido embora. Novo na casa dela. Era isso que ele queria com ela? Com certeza sim. Mas não de um jeito normal, na real, ele nem tinha tanta certeza se ia vê-la de novo.
Durante a semana, eles conversaram, ela disse várias vezes que tava muito feliz de vê-lo de novo. Que talvez agora pudessem ter algo a mais. Ele disse que não achava que isso fosse rolar, que na cabeça dele as coisas tavam boas do jeito que estavam... o papo foi se perdendo com o passar dos dias, passaram a conversar uma vez por semana. Depois, uma vez por mês. E ele nem percebeu que teve uma última conversa em algum momento...
Agora sim, a história tinha chegado ao fim. Não sei se foi mais digno, não sei se foi o melhor. Mas como a Marge Simpson disse uma vez: "é um final, e pronto...
1 comentários - A madura queria guerra... Pt 4 (final)