Oi, hoje vou contar pra vocês minha primeira experiência sexual e como foi rolando. Meu nome é Sofia, tenho 20 anos e 1,52m de altura, tenho um corpo atlético, mas essa história que vou contar aconteceu quando eu tinha uns 18 ou 19 anos.
Já estávamos há mais de um ano com meu namorado, o relacionamento ia de vento em popa, nossas famílias tinham se adotado mutuamente. Éramos, e ainda somos, gente boa. Nos encontramos e tivemos uma simbiose que potencializou nós dois. Quando via minhas amigas se apagando e se ferrando ao entrar em relacionamentos, nós brilhávamos juntos. Não éramos sexualmente ativos por completo naquela época, eu tinha medo de entregar minha bunda pequenininha, nossas relações sexuais eram baseadas principalmente em masturbação mútua e sexo oral. Nós dois, apesar da pouca experiência, tínhamos adquirido certa habilidade para agradar um ao outro e chegar ao orgasmo com facilidade. Normalmente, eu sempre o chupava enquanto ele me masturbava. Minha vulva parecia tirada de um manual médico, tudo no lugar certo, tudo perfeito. Meu namorado tinha aprendido a me estimular, esfregando meu clitóris com os dedos e também com a língua, o que me causava orgasmos fortíssimos. Um ano de sexo oral mútuo tinha nos acostumado com nossos fluidos. Eu já era apaixonada pelo esperma dele, engolir me fazia imensamente feliz, plena, sensual, extremamente feminina e um pouco (bastante) puta. O pau dele media na época 16 cm, o que era um tamanho respeitável, mas era grosso, bem grosso na base. Ia afinando até a cabeça, como se fosse triangular. As ereções dele deixavam a glande exposta, de um rosa brilhante, lindo, que me fazia babar. Não conseguia fazer garganta profunda totalmente, porque conforme ia ficando cada vez mais grosso na metade do pau, minha boca, pouco treinada para esses serviços, não aguentava o tamanho, então eu engasgava com tanta rola. Depois de muito tempo consegui, mas isso é outra história. Ele engolia meu fluxo e dizia que era a coisa mais maravilhosa que já tinha provado. A língua dele me levava a lugares de prazer profundo, feminilidade, romance e gozo. O próximo passo era perder minha virgindade. Eu estava com uma vontade maravilhosa. Precisava sentir ele dentro de mim, mas o terror da dor me dominava, porque como eu disse antes, o pau dele era (é) muito grosso. Sabia que ia doer, mas precisava da força mental pra superar isso e aprender a gozar. Eu não ia dar o primeiro passo. Naquele momento da nossa história, ele ainda não tinha confessado o fetiche dele por pés, eu desconfiava que ele gostava, mas de um jeito normal. Com o tempo, entendi o que rolou naquele dia pra gente acabar transando. Uma tarde, como forma de fortalecer nosso vínculo e também realçar nossa feminilidade, eu fui com minha mãe num salão de beleza fazer mãos e pés. Escolhi uma cor preta, tanto nas unhas das mãos quanto nas dos pés. O preto contrasta com minha pele branca e fica muito sensual. Tipo uma daquelas minas que fazem cosplay de vampira. As meninas do salão tiraram fotos das nossas mãos e pés e fizeram dois posts no Instagram. As fotos das minhas mãos e pés tiveram uma porrada de likes. Com certeza mais de um homem bateu uma punheta pra foto dos meus pés sem saber de quem eram. Uma coisa a nosso favor é que a gente podia dormir na casa um do outro sem problema nenhum, nossos pais aceitavam, desde que a gente não fizesse barulho nem incomodasse minha irmã mais nova. Ele era filho único, então não tinha problema. Mas, apesar de a gente ser virgem, nossos pais achavam que a gente já era sexualmente ativo. Cada um tinha tido as famosas "conversas" e tanto minha mãe comigo quanto o pai dele com ele tinham dado camisinhas. Pra evitar que enchessem nosso saco no futuro, a gente falou que já tinha transado. No dia seguinte de ter ido ao salão com minha mãe, depois da escola, meu namorado veio em casa pra eu ajudar ele com um trabalho. Passamos a tarde toda estudando, até que num momento meus pais chegam e falam que vão sair com a Mariana, minha Irmãzinha, na casa de um parente. Como eu tava com meu namorado, me falaram que eu podia ficar em casa com ele, que a gente ia voltar até meia-noite. Mas que, se eu quisesse, podia ligar pros pais dele pra avisar que ele ia dormir na minha casa. Achamos um plano perfeito: a casa só pra gente por várias horas, pra se divertir, estudar, talvez um oralzinho e dormir (eu tinha um colchão extra onde meu namorado ficava). Dormir na mesma cama já era demais até pros meus pais. Lá pelas 9 da noite já tinha escurecido, era uma noite muito quente e a gente tinha jantado umas pizzetas que minha mãe deixou prontas pra nós. Fomos pro meu quarto nos beijar enquanto ouvíamos música. Eu tava com uma blusa de manga curta, uma calça jeans e tênis. O tesão do momento me fez ficar incomodada, tirei o tênis e a calça jeans. Coloquei um shortinho. Por ser uma noite tão quente, e ter ficado o dia todo de tênis, eu tava meio abafada e suada. Meu namorado fez o gesto de "que nojo" de brincadeira, não falou nada, mas eu comecei a rir e ele riu junto comigo. Ele olhou pros meus pés, perfeitos, cuidados, e ficou vidrado por uns segundos. Tempo depois ele me confessaria que ver meu pé suado excitou ele e a beleza dos meus pés o apaixonou. As unhas pintadas de preto contrastando com minha pele branca me faziam parecer uma mulher mais velha e gostosa do que eu era. Naquele momento, marcou uma ereção na calça do meu namorado, eu sabia que algo ia rolar. Esperava que ele me dissesse que queria que eu chupasse ele, mas ele me olhou e falou: "Te amo, você é a mulher mais linda da terra." Morri de amor. Ele me olhou nos olhos e disse: "Quero que a gente transе." Fiquei toda vermelha e falei: "Tô pronta, amor, sou sua, quero me entregar pra você." A gente se pelou completamente no meu quarto, mas antes de ir pra cama, eu me ajoelhei e chupei ele. Queria sentir o gosto da pica dele pela última vez sendo virgem. Também sabia que isso ia me esquentar, o que aconteceu. a ajudar a deixar ela molhadinha e facilitar a penetração.
Depois de uns minutos que eu tava submissa, de joelhos, com o pau dele na minha boca, ele fala que quer me fazer um oral. A gente deita na cama, pelados, e ele me dá um beijo apaixonado. Desce pelos meus peitos, lambe, aperta, morde, eu gozo pra caralho, e desce até minha buceta. Afundo a cabeça dele na minha virilha com as minhas mãos e ele me dá uma chupada de pussy que me faz ver estrelas, tenho um orgasmo muito forte. Ele me beija de novo e pergunta: – Tá pronta?
– Pra você, eu tô sempre pronta. – Chegou a hora. – Sim. Dá uma olhada na gaveta que eu tenho um preservativo que minha mãe me deu. Na primeira gaveta do meu criado-mudo tinha vários camisinhas daquelas distribuídas de graça, que minha mãe tinha me dado porque achava que a gente era sexualmente ativo. Meu namorado abriu o pacote com cuidado, pegou o saquinho, apertou com os dedos indicador e polegar da mão direita, colocou a camisinha na glande e desenrolou devagar. Percebi como parecia que o pau dele aumentava mais e mais. – Você tá pronta? – repetiu. – Sim, já tô. Eu tô deitada de barriga pra cima na minha cama, com as pernas meio abertas e toda pelada. Tô bem molhada por causa do sexo oral que a gente fez um tempinho atrás, com os peitos sensíveis e ainda morrendo de medo. Ele aproxima a boca da minha e me dá um beijo apaixonado que me relaxa. A gente fica se beijando por segundos que pareceram uma eternidade, mas que foram suficientes pra me fazer sentir pronta. Eu abro ligeiramente as pernas e ele fica de joelhos na cama, na altura da minha virilha, ficando virilha contra virilha, eu deitada e ele na diagonal, apoiando uma perna no colchão e a outra levemente levantada. Ele pega o pau dele e dirige devagar pra minha buceta. Sinto pressão e num segundo ele tá dentro de mim. – ahhhhhhhh, ai ai ai – Você tá bem? – Sim sim, devagar por favor.


Sinto meus interiores se esticarem de forma dolorosa, mas tolerável. Meu hímen está sendo rompido. Olho com horror e vejo que ele só colocou uns 3 ou 4 centímetros do pau dele. Respiro fundo e falo pra ele continuar me penetrando, mas não muito mais. Ele vai introduzindo devagar uns 5 ou 6 centímetros da rola dele e eu começo a me acostumar. Aquele vai e vem lento me faz gozar um pouquinho e esquecer a dor. – Isso, isso, ahhhh. – Tá gostando? – Tô, sim, muito, quero mais, dói mas eu gosto. Começo a sentir prazer, muito prazer. Tô me tornando uma mulher. Ele vai ser meu marido, o pai dos meus filhos, por um momento quero que ele tire a camisinha. Tô entregando minha parte mais preciosa (até aquele momento), quero que ele sinta ainda mais prazer. – Mete tudo em mim, me faz tua e me come. – Tem certeza? – Sim. Quero sentir você inteiro dentro de mim. Falava igual atriz pornô, coitada de mim, não sabia o que ia acontecer. Respiro forte e sinto tudo se abrir lá dentro. Num movimento lento, ele enfia os 16 centímetros dele dentro da minha buceta. – ayyyy ahhhhhhhh ayyyyyy. Gemo enquanto umas lágrimas escorrem e eu cravo as unhas nos braços dele. – Tá doendo muito? – Tá, só um pouquinho. Por favor, mete devagar, enfia devagar.
Menti pra ele dizendo que tava doendo pouco, mas na real tava ardendo minha buceta. Mas sabia também que ia acostumar. A penetração pegou um ritmo aceitável e a dor foi virando prazer. Pedi depois de um tempo pra ele só meter a pontinha, aqueles primeiros centímetros do meu canal vaginal eram muito gostosos e não tinha nada a ver com a dor que eu sentia quando a penetração era completa.

– Isso, isso, continua assim, adoro o que você tá fazendo comigo. Falei enquanto ele me penetrava com os primeiros 5 ou 6 centímetros de pau. O prazer já tinha superado a dor, mas ainda não tava pronta pra uma penetração completa e longa, a dor tinha sido muito intensa. – Vou gozar, vou gozar, ahhhha ahhh ayy sisisisi. Soltei um gemido muito forte e tive um orgasmo muito potente. Preciso que ele pare de me penetrar, a sensibilidade tá extrema. Peço pra ele tirar o pau de dentro de mim. Ele ainda não gozou. – Goza na minha barriguinha, amor, quero seu sêmen no meu abdômen. Ele tira a camisinha, começo a bater uma pra ele e ele enche minha barriga de sêmen. Ficamos abraçados por um tempão, eu choro de felicidade porque finalmente entreguei minha buceta pra ele. – Te amo, você é a mulher da minha vida. – Você é o homem da minha vida. O ambiente tá tomado pelo cheiro de sexo, sêmen, sangue e até o cheiro de suor, nós dois estávamos suados e suando de nervoso, emoção e euforia. Mesmo assim, a atmosfera é romântica, eu coberta de sêmen na barriga, com as pernas abertas, minha buceta recém-penetrada com vestígios de sangue, ele com o pau meio duro e nós abraçados. Uma hora depois, levantamos e percebemos como os lençóis estão cobertos de sangue, até a camisinha também tinha sangue. Ficamos pensando em como fazer pra nossos pais não perceberem, mas no fim isso tudo já não importa, nós dois estávamos felizes, não duramos muito, mas aproveitamos. Agora sou uma mulher. Se quiserem saber no que mais aconteceu, apoia meu post, adoraria ler vocês, ver seus tributos ou o que quiserem me mandar, eu vou adorar.
Já estávamos há mais de um ano com meu namorado, o relacionamento ia de vento em popa, nossas famílias tinham se adotado mutuamente. Éramos, e ainda somos, gente boa. Nos encontramos e tivemos uma simbiose que potencializou nós dois. Quando via minhas amigas se apagando e se ferrando ao entrar em relacionamentos, nós brilhávamos juntos. Não éramos sexualmente ativos por completo naquela época, eu tinha medo de entregar minha bunda pequenininha, nossas relações sexuais eram baseadas principalmente em masturbação mútua e sexo oral. Nós dois, apesar da pouca experiência, tínhamos adquirido certa habilidade para agradar um ao outro e chegar ao orgasmo com facilidade. Normalmente, eu sempre o chupava enquanto ele me masturbava. Minha vulva parecia tirada de um manual médico, tudo no lugar certo, tudo perfeito. Meu namorado tinha aprendido a me estimular, esfregando meu clitóris com os dedos e também com a língua, o que me causava orgasmos fortíssimos. Um ano de sexo oral mútuo tinha nos acostumado com nossos fluidos. Eu já era apaixonada pelo esperma dele, engolir me fazia imensamente feliz, plena, sensual, extremamente feminina e um pouco (bastante) puta. O pau dele media na época 16 cm, o que era um tamanho respeitável, mas era grosso, bem grosso na base. Ia afinando até a cabeça, como se fosse triangular. As ereções dele deixavam a glande exposta, de um rosa brilhante, lindo, que me fazia babar. Não conseguia fazer garganta profunda totalmente, porque conforme ia ficando cada vez mais grosso na metade do pau, minha boca, pouco treinada para esses serviços, não aguentava o tamanho, então eu engasgava com tanta rola. Depois de muito tempo consegui, mas isso é outra história. Ele engolia meu fluxo e dizia que era a coisa mais maravilhosa que já tinha provado. A língua dele me levava a lugares de prazer profundo, feminilidade, romance e gozo. O próximo passo era perder minha virgindade. Eu estava com uma vontade maravilhosa. Precisava sentir ele dentro de mim, mas o terror da dor me dominava, porque como eu disse antes, o pau dele era (é) muito grosso. Sabia que ia doer, mas precisava da força mental pra superar isso e aprender a gozar. Eu não ia dar o primeiro passo. Naquele momento da nossa história, ele ainda não tinha confessado o fetiche dele por pés, eu desconfiava que ele gostava, mas de um jeito normal. Com o tempo, entendi o que rolou naquele dia pra gente acabar transando. Uma tarde, como forma de fortalecer nosso vínculo e também realçar nossa feminilidade, eu fui com minha mãe num salão de beleza fazer mãos e pés. Escolhi uma cor preta, tanto nas unhas das mãos quanto nas dos pés. O preto contrasta com minha pele branca e fica muito sensual. Tipo uma daquelas minas que fazem cosplay de vampira. As meninas do salão tiraram fotos das nossas mãos e pés e fizeram dois posts no Instagram. As fotos das minhas mãos e pés tiveram uma porrada de likes. Com certeza mais de um homem bateu uma punheta pra foto dos meus pés sem saber de quem eram. Uma coisa a nosso favor é que a gente podia dormir na casa um do outro sem problema nenhum, nossos pais aceitavam, desde que a gente não fizesse barulho nem incomodasse minha irmã mais nova. Ele era filho único, então não tinha problema. Mas, apesar de a gente ser virgem, nossos pais achavam que a gente já era sexualmente ativo. Cada um tinha tido as famosas "conversas" e tanto minha mãe comigo quanto o pai dele com ele tinham dado camisinhas. Pra evitar que enchessem nosso saco no futuro, a gente falou que já tinha transado. No dia seguinte de ter ido ao salão com minha mãe, depois da escola, meu namorado veio em casa pra eu ajudar ele com um trabalho. Passamos a tarde toda estudando, até que num momento meus pais chegam e falam que vão sair com a Mariana, minha Irmãzinha, na casa de um parente. Como eu tava com meu namorado, me falaram que eu podia ficar em casa com ele, que a gente ia voltar até meia-noite. Mas que, se eu quisesse, podia ligar pros pais dele pra avisar que ele ia dormir na minha casa. Achamos um plano perfeito: a casa só pra gente por várias horas, pra se divertir, estudar, talvez um oralzinho e dormir (eu tinha um colchão extra onde meu namorado ficava). Dormir na mesma cama já era demais até pros meus pais. Lá pelas 9 da noite já tinha escurecido, era uma noite muito quente e a gente tinha jantado umas pizzetas que minha mãe deixou prontas pra nós. Fomos pro meu quarto nos beijar enquanto ouvíamos música. Eu tava com uma blusa de manga curta, uma calça jeans e tênis. O tesão do momento me fez ficar incomodada, tirei o tênis e a calça jeans. Coloquei um shortinho. Por ser uma noite tão quente, e ter ficado o dia todo de tênis, eu tava meio abafada e suada. Meu namorado fez o gesto de "que nojo" de brincadeira, não falou nada, mas eu comecei a rir e ele riu junto comigo. Ele olhou pros meus pés, perfeitos, cuidados, e ficou vidrado por uns segundos. Tempo depois ele me confessaria que ver meu pé suado excitou ele e a beleza dos meus pés o apaixonou. As unhas pintadas de preto contrastando com minha pele branca me faziam parecer uma mulher mais velha e gostosa do que eu era. Naquele momento, marcou uma ereção na calça do meu namorado, eu sabia que algo ia rolar. Esperava que ele me dissesse que queria que eu chupasse ele, mas ele me olhou e falou: "Te amo, você é a mulher mais linda da terra." Morri de amor. Ele me olhou nos olhos e disse: "Quero que a gente transе." Fiquei toda vermelha e falei: "Tô pronta, amor, sou sua, quero me entregar pra você." A gente se pelou completamente no meu quarto, mas antes de ir pra cama, eu me ajoelhei e chupei ele. Queria sentir o gosto da pica dele pela última vez sendo virgem. Também sabia que isso ia me esquentar, o que aconteceu. a ajudar a deixar ela molhadinha e facilitar a penetração.
Depois de uns minutos que eu tava submissa, de joelhos, com o pau dele na minha boca, ele fala que quer me fazer um oral. A gente deita na cama, pelados, e ele me dá um beijo apaixonado. Desce pelos meus peitos, lambe, aperta, morde, eu gozo pra caralho, e desce até minha buceta. Afundo a cabeça dele na minha virilha com as minhas mãos e ele me dá uma chupada de pussy que me faz ver estrelas, tenho um orgasmo muito forte. Ele me beija de novo e pergunta: – Tá pronta?
– Pra você, eu tô sempre pronta. – Chegou a hora. – Sim. Dá uma olhada na gaveta que eu tenho um preservativo que minha mãe me deu. Na primeira gaveta do meu criado-mudo tinha vários camisinhas daquelas distribuídas de graça, que minha mãe tinha me dado porque achava que a gente era sexualmente ativo. Meu namorado abriu o pacote com cuidado, pegou o saquinho, apertou com os dedos indicador e polegar da mão direita, colocou a camisinha na glande e desenrolou devagar. Percebi como parecia que o pau dele aumentava mais e mais. – Você tá pronta? – repetiu. – Sim, já tô. Eu tô deitada de barriga pra cima na minha cama, com as pernas meio abertas e toda pelada. Tô bem molhada por causa do sexo oral que a gente fez um tempinho atrás, com os peitos sensíveis e ainda morrendo de medo. Ele aproxima a boca da minha e me dá um beijo apaixonado que me relaxa. A gente fica se beijando por segundos que pareceram uma eternidade, mas que foram suficientes pra me fazer sentir pronta. Eu abro ligeiramente as pernas e ele fica de joelhos na cama, na altura da minha virilha, ficando virilha contra virilha, eu deitada e ele na diagonal, apoiando uma perna no colchão e a outra levemente levantada. Ele pega o pau dele e dirige devagar pra minha buceta. Sinto pressão e num segundo ele tá dentro de mim. – ahhhhhhhh, ai ai ai – Você tá bem? – Sim sim, devagar por favor.


Sinto meus interiores se esticarem de forma dolorosa, mas tolerável. Meu hímen está sendo rompido. Olho com horror e vejo que ele só colocou uns 3 ou 4 centímetros do pau dele. Respiro fundo e falo pra ele continuar me penetrando, mas não muito mais. Ele vai introduzindo devagar uns 5 ou 6 centímetros da rola dele e eu começo a me acostumar. Aquele vai e vem lento me faz gozar um pouquinho e esquecer a dor. – Isso, isso, ahhhh. – Tá gostando? – Tô, sim, muito, quero mais, dói mas eu gosto. Começo a sentir prazer, muito prazer. Tô me tornando uma mulher. Ele vai ser meu marido, o pai dos meus filhos, por um momento quero que ele tire a camisinha. Tô entregando minha parte mais preciosa (até aquele momento), quero que ele sinta ainda mais prazer. – Mete tudo em mim, me faz tua e me come. – Tem certeza? – Sim. Quero sentir você inteiro dentro de mim. Falava igual atriz pornô, coitada de mim, não sabia o que ia acontecer. Respiro forte e sinto tudo se abrir lá dentro. Num movimento lento, ele enfia os 16 centímetros dele dentro da minha buceta. – ayyyy ahhhhhhhh ayyyyyy. Gemo enquanto umas lágrimas escorrem e eu cravo as unhas nos braços dele. – Tá doendo muito? – Tá, só um pouquinho. Por favor, mete devagar, enfia devagar.
Menti pra ele dizendo que tava doendo pouco, mas na real tava ardendo minha buceta. Mas sabia também que ia acostumar. A penetração pegou um ritmo aceitável e a dor foi virando prazer. Pedi depois de um tempo pra ele só meter a pontinha, aqueles primeiros centímetros do meu canal vaginal eram muito gostosos e não tinha nada a ver com a dor que eu sentia quando a penetração era completa.

– Isso, isso, continua assim, adoro o que você tá fazendo comigo. Falei enquanto ele me penetrava com os primeiros 5 ou 6 centímetros de pau. O prazer já tinha superado a dor, mas ainda não tava pronta pra uma penetração completa e longa, a dor tinha sido muito intensa. – Vou gozar, vou gozar, ahhhha ahhh ayy sisisisi. Soltei um gemido muito forte e tive um orgasmo muito potente. Preciso que ele pare de me penetrar, a sensibilidade tá extrema. Peço pra ele tirar o pau de dentro de mim. Ele ainda não gozou. – Goza na minha barriguinha, amor, quero seu sêmen no meu abdômen. Ele tira a camisinha, começo a bater uma pra ele e ele enche minha barriga de sêmen. Ficamos abraçados por um tempão, eu choro de felicidade porque finalmente entreguei minha buceta pra ele. – Te amo, você é a mulher da minha vida. – Você é o homem da minha vida. O ambiente tá tomado pelo cheiro de sexo, sêmen, sangue e até o cheiro de suor, nós dois estávamos suados e suando de nervoso, emoção e euforia. Mesmo assim, a atmosfera é romântica, eu coberta de sêmen na barriga, com as pernas abertas, minha buceta recém-penetrada com vestígios de sangue, ele com o pau meio duro e nós abraçados. Uma hora depois, levantamos e percebemos como os lençóis estão cobertos de sangue, até a camisinha também tinha sangue. Ficamos pensando em como fazer pra nossos pais não perceberem, mas no fim isso tudo já não importa, nós dois estávamos felizes, não duramos muito, mas aproveitamos. Agora sou uma mulher. Se quiserem saber no que mais aconteceu, apoia meu post, adoraria ler vocês, ver seus tributos ou o que quiserem me mandar, eu vou adorar.
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