


Meu nome é Bastian, e minha mãe se chama Evangelina, mas chamamos ela de Eva ou mãe aqui em casa, com minhas duas irmãs mais novas que eu.
Ela me teve quando tinha 25 anos e com o Padre Martín ele a conheceu numa balada onde ela fazia presença e também trabalhava como modelo hot pra algumas revistas do meio. Ela era uma mulher muito gostosa e linda, uma loira com um corpo bonito e uma bunda empinada, daquelas de comer todo dia sem cansar. Quantas rolas ela não deve ter engolido naqueles anos no "Paixão Sábado", onde rebolava a raba pra galera que ia na balada ver os cantores que se apresentavam todo sábado.
Um dia, me deram folga do clube onde jogo na sétima divisão do River, então tô à toa em casa e falei pra minha mãe, já que ela é quem passa mais tempo em casa porque meu pai tá em outro país trabalhando, que uns 4 amigos do clube, que ela já conhecia alguns por serem muito próximos de mim, iam se reunir lá em casa. Embora alguns deles sejam uns babacas (falando de amigo pra amigo), eles agiam de forma "respeitosa" quando minha mãe tava por perto.
Lucas - "Boa tarde, dona Evangelina, a senhora tá uma gostosa como sempre". Ele fala, olhando ela de cima a baixo, o mais tarado dos cinco comigo. Evangelina - "Ah, não fala essas coisas bonitas não, que me dá vergonha", ela disse, minha mãe sorrindo e piscando um olho na beira da piscina, com um biquíni branco que caía nela uma maravilha.
Fomos nós 5 pro meu quarto jogar videogame, enquanto minha mãe tava na piscina tomando sol. Ela passou na nossa frente e disse que ia pra cozinha ver o que ia fazer de comida pra gente. Meus amigos se olharam entre si, ouvindo e comentando: "que gostosa essa milf". Eu só fiquei quieto, porque eles tinham razão, ela era muito linda mesmo. Falei: "vamos jogar videogame". "Vamos sim", enquanto passávamos perto de onde ela estava.

Pouco depois, minha mãe chega com um prato e alguns sanduíches de pão de forma, mas pra minha surpresa, ela veio vestida só com o avental da cozinha e um micro biquíni que ficava muito putaria nela se vestir assim com meus amigos em casa. Já era normal pra ela ficar assim em casa, já que a gente tinha piscina. Ela tava com muito tesão porque meu pai não tava e não tava transando com ele, e eu também cheguei em casa. Quando viu 5 caras gostosos, se animou e confessou que fazia meses que não era comida.
Evangelina - galera, quero falar uma coisa pra vocês, mas não tive coragem quando vocês chegaram. Ela, ao olhar pra gente com um sorriso no rosto, toda excitada por ver carne jovem, já que estávamos só nós dois em casa naquele dia, porque minhas irmãs estavam com meu pai naquele momento. Deixando o prato na mesa, ela foi se aproximando deles e sentou na minha cama, bem no meio dos meus amigos. E eu, numa cadeira na frente da televisão.
Evangelina - "E aí, rapaziada? Por acaso... vocês tão com tempo sobrando pra me fazer um favor ou não é muito incômodo pra vocês?" Valentino - "Claro que sim, dona Eva, a gente tava planejando jogar videogame, mas seu filho tá enchendo o saco com esses jogos aí", respondeu um deles enquanto os outros tentavam disfarçar, olhando pra traseira da minha mãe.
Evangelina — "Que bom, garotos, porque eu tava planejando fazer umas coisas..." ela disse enquanto passava as mãos pelas pernas de Valentino e Joaquin, estando no meio dos dois.


Evangelina - vocês não são burros e sabem muito bem do que eu tô falando, né? Têm meu corpo inteiro pra fazer o que quiserem o dia todo, já que estamos só eu e meu filho Bastian. Ele também me entende do que eu tô falando. Porque ele adora me ver tomando banho na piscina e se masturba com meus biquínis, ou às vezes me espia no banho enquanto eu me dou prazer sozinha, e algumas vezes ele me ajuda a me satisfazer com aquele brinquedo gostoso que ele tem. Mas hoje ele vai só ficar de espectador. Os outros dois pararam na frente dela e começaram a apalpar os peitos da minha mãe, arrancando o sutiã dela de uma puxada só, enquanto Joaquim e Valentino baixavam as calças pra Eva começar a bater uma punheta com as duas mãos pra cada pau deles.

Bastian - Mãe, você tá louca? Sério que quer brincar só com eles e não com essa pica de 23 centímetros que você tanto curte quando a gente tá sozinho? Eu também fiquei de pau duro, baixei a calça, tirei minha pica pra fora e comecei a bater na minha mão. Evangelina - Louca eu? Eu não sou a que tem um histórico na internet bem peculiar, sabe filho, o que eu vi no seu computador? Umas "histórias de mães dando na frente dos filhos". Você é um pervertido, não sabia que queria me dividir com seus amigos, por isso me animei já que a gente tá sozinho em casa e justo você teve a grande surpresa de convidar seus amiguinhos e não ficar a sós comigo, filho, já que no fim te deram uma folga da pensão do clube. E você não imagina quantos dias eu esperei você sair dessa pensão de uma vez pra terminar o que a gente começou da última vez que ficamos sozinhos, e justo naquele dia suas irmãs estragaram tudo, e em vez de ficar só nós dois, você aparece com seus amigos. Na hora passou pela minha cabeça realizar sua fantasia que você tanto vê e ouve na internet, querido. Então senta aí e se masturba sozinho, quem sabe no fim eu te dou um presente. Enquanto isso, a puta da minha mãe começou a chupar as picas deles uma por uma. A do Valentino tinha uns 18 centímetros, a do Joaquin uns 15, a do Lucas uns 17 centímetros, mas grossa e cabeçuda, e a do Benjamin, que era o mais tímido dos quatro, tinha uns 22 centímetros. Os dois que estavam parados na frente da minha mãe não perderam a chance e também enfiaram as picas na cara dela. Quando ela levantou a cabeça, começou a chupar os quatro de vez em quando. Valentino e Joaquin também se posicionaram na frente dela, formando um círculo, e ela no meio, de joelhos, chupando e batendo punheta pros quatro jovens que são amigos do filho dela.
Bastian sentado como sua Mãe tinha mandado, enquanto se masturbava sozinho. Ela já estava com o avental na cintura e a calcinha fio-dental ainda no lugar. Os caras batiam e apertavam os peitos dela, puxavam seu cabelo, fazendo ela engasgar com cada pau que chupava sem parar. Eva ia girando devagar na frente deles, chupando e sendo forçada a engasgar ao mesmo tempo, se enchendo dos fluidos deles. Meus amigos levantaram a vista e me olharam, eu me masturbava na cadeira como ela tinha mandado. Meus amigos, com caras de surpresos e ao mesmo tempo felizes por terem uma mulher madura, mãe de três filhos, uma gostosa com um corpo que muitas jovens queriam ter, gritando: "Você fica aí, Bastian, que a gente atende direitinho o pedido da sua mãe, amigão.
Bastian - vou cobrar de algum jeito, juro. Evangelina - fica quieto, filho, teus convidados tão se divertindo com tua mãe e sê honesto com eles, eu te ensinei a compartilhar o que tu tem, e isso vai te dar tanto prazer quanto tá me dando um puta tesão, e ao mesmo tempo percebe que isso é parte de um presente pra você, querido, já que essa é tua fantasia de ver tua Mãe sendo comida e maltratada como a puta que eu sou, então cala essa boca e senta, e ao mesmo tempo aproveita, filho, tua vez vai chegar.
Os quatro dos meus amigos continuaram com os maus-tratos pra minha Mãe, vendo que ela tava gostando do que eles faziam, puxavam o cabelo dela, outro dava tapa na cara, outro enforcava, apertavam o nariz dela fazendo ela não respirar e também se afogar com a rola na boca dela. Joaquin - levantou ela pegando pelo pescoço bruscamente, fazendo as tetas dela balançarem, falando "fica de pé, puta", enquanto os outros três aproveitavam o momento pra dar tapa nas tetas dela. Valentino - encosta a rola na bunda dela, abaixando a mini tanga e o avental que minha Mãe tava usando, começou a meter a mão na buceta molhada dos fluidos dela por ser comida por 4 caras, começou a esfregar o clitóris dela rápido com os dois dedos.

Minha Mãe começou a beijar o Valentino de língua, devagar e apaixonado, enquanto ele agarrava as bundas dela, abrindo elas, e me olhava de canto pra ver minha reação. Os outros dois que tavam passando a mão nela, o Lucas pegou uma teta dela e começou a chupar, e o Benjamin do outro lado, com a outra teta, fazendo a mesma coisa que o Lucas, só que ele mordia o bico e sugava igual um bebê recém-nascido, enquanto minha Mãe só tentava gemer, porque o Valentino continuava beijando ela de língua apaixonadamente e ela acompanhava o ritmo do melhor amigo do próprio filho.
Tudo isso que eu tava vendo, meus amigos fazendo com a puta da minha mãe, realmente me dava um tesão do caralho, ver que ela também tava curtindo como uma puta profissional. Eu não aguentei mais ver que só eles estavam aproveitando a puta da minha mãe e comecei a me aproximar pra me juntar a eles. "Eu também quero brincar com vocês", falei, correndo pro lado do Joaquin, que tava masturbando minha mãe por trás. Eu me ajoelhei, já que o Valentino tinha aberto as nádegas dela, e aproveitei pra começar a meter a língua no cu fechado da minha mãe, abrindo com um dedo e começando a dedar ela, e também puxava o lábio da buceta dela com os dentes. Ela se separou do Valentino, dando um peitão nele quando viu que o Joaquin tava na frente dela.
Evangelina - Ah, filho, o que você tá fazendo? Eu te dei uma ordem, ela disse, se afastando de mim. E eu fiquei de joelhos, morrendo de vontade de meter na bunda dela, já que eu tava dilatando ela pra mim. Fiquei olhando ela pegar nos paus do Valentino, que media 18 centímetros, e do Benjamin, que media 22 centímetros, levando os dois pra cama. Ela não era boba pra escolher quem ia comer ela primeiro no quarto. Evangelina - Já tô ansiosa pra vocês começarem a meter na minha buceta molhada e também no meu cu, que meu filho fez um bom trabalho preparando pra vocês, disse ela, olhando fixo nos meus olhos. Não é isso que você gosta de ver? Que tratem sua própria mãe como uma puta barata, ela falou? Que me comam pela buceta por onde você saiu? Quero que você me responda, filho.

Bastian — "Sim, Mãe, quero ver como te comem e também quero te comer, mas só pra arrebentar essa bunda linda que você tem, gostosa", falei já sem aguentar a excitação que me dava ao ver minha Mãe sendo macetada pelos meus amigos e ainda mais porque ela tava adorando aquilo.
Evangelina — "Bem, garotos, vocês já sabem o que fazer", ou tenho que ensinar? — ela diz enquanto faz o Benjamin deitar na minha cama e dá uma chupada profunda, engasgando com o pau de 22 centímetros dele só pra lubrificar com a saliva dela. Ela monta em cima dele, soltando um suspiro no ar, abre as próprias nádegas com a mão e diz: "Vamos, Vale, junta a gente", já montando no pau do Benjamin. Valentino, ao ouvir ela chamando ele com gemidos que soltavam o nome dele — "Vamos, Vale, vamos, filho, junta a gente" — se aproxima dela por trás, puxa os cabelos dela enquanto tenta penetrar o ânus, mas erra o buraco e começam a fazer uma dupla penetração vaginal. Ela geme como uma puta ao sentir dois paus na buceta molhada e apertada dela. Os dois jovens bombam sem parar, enquanto os outros dois, Joaquin e Lucas, também aproveitam a situação e ficam na frente da minha Mãe. Lucas pega ela pelo pescoço, dando um beijo na boca, mordendo os lábios dela e puxando com os dentes. Ele levanta a cabeça pra me olhar e diz, fixo na minha cara, como se estivesse zombando: "Olha só, Bastian, amigo" — rindo — "como a gente pega a puta da sua mãe, e você dizia que ela não ia dar chance pra gente. No fim, ela é mais puta que sua namorada, amigo." Os quatro começam a rir de mim e da puta da minha Mãe.
Enquanto minha Mãe pegava a pica de 15 centímetros do Joaquin com as duas mãos, começou a bater uma pra ele. Enquanto isso, Lucas a enforcava e começou a foder a boca dela, metia e tirava rapidamente a pica grossa e cabeçuda de 17 centímetros dele, e também fazia ela engolir até o fundo enquanto apertava o nariz dela pra ela sufocar com a pica toda na boca. Minha Mãe toda descabelada e com cuspe no rosto todo vermelho de tanto levar tapa na cara do Lucas e do Joaquin, que eram os mais violentos na hora de comer ela, Valentino e Benjamin continuavam metendo nela com dupla vaginal.
Joaquin - "E aí, velho, é minha vez", falando com Valentino, se colocando ao lado dele. "Dá logo, velho, não é pra você se apaixonar por essa puta gostosa", enquanto dava um tapa na bunda dela, e terminou empurrando Valentino, fazendo ele cair no chão. Evangelina - "Chega, meninos, não briguem por me comer. Vocês todos vão me usar como a puta que eu sou, meus amores."
Valentino - "Qual é, otário? Não sabe esperar? Tanta vontade assim de transar com essa piroquinha? Não vai fazer nada", falando enquanto passava por trás de Joaquin para ir até Eva chupar ele também.
Lucas - "O próximo sou eu, né? Não venham se fazer de bestas aqui. A gente vai no turno, sim, dona Eva. É com você que eu tô falando", enquanto pegava ela pelo pescoço, dando um tapa forte no rosto dela, fazendo ela chorar de tanto maltrato. Ela começou a derramar lágrimas dos seus olhos verdes, que escorriam pelas bochechas avermelhadas de tanta agressão por parte dele. Ele curtia ver ela ser uma submissa para quatro amigos do filho. "Me ouviu, puta? Olha pra mim quando eu tô falando com você, puta.


Evangelina - aaaah sim, aaaah siiiiim, você é o próximo amor, siiiim, comam esse cuzinho, rapazes, ela dizia gemendo com tudo. Joaquin - enfiou a cabeça da pica dele, entrando fácil pelo cu dela e começou a meter no rabo dela com violência, bem agressivo com ela. Por isso que minha Mãe gemia forte e como a pica dele tinha 15 centímetros, entrou bem no cu dela, mas ficava apertado e ele não ligava se ela tava sentindo dor, socava forte sem parar por uns 15 minutos, tirou a pica do cu da Evangelina e gozou nas costas dela, se afastando por trás dela, com uns tapas na bunda da minha Mãe, passou a vez pro Lucas: "Agora é tua vez, irmão, arrebenta o cu dessa puta que adora ser comida por caras da nossa idade", sentando na beirada da cama todo ofegante. Lucas - isso é o que eu tava e sempre sonhei, arrebentar esse cu, dando um beijo em cada bunda dela, ele me fala: "Bastian, amigo, olha como você vai arrebentar bem o cu dessa puta, vem cá, amigo, vamos comer ela entre os cinco, enquanto você vai ficar batendo punheta aí, otário, se ela gosta que a gente enfie nela, não liga pra puta da sua Mãe", falando enquanto começou a meter no cu dela violentamente, enquanto ela começou a beijar o Benjamin pra não gritar de dor com o Lucas rasgando o cu dela, ele também meteu uns 12 minutos sem parar, se afastou dela com um gemido: "Aaaah, que cu gostoso, senhora, apertou toda a minha pica", se jogando na cama olhando pro teto, do lado do Joaquin, que puta ela sabia ser, e Bastian não, não queria falar, se dizendo entre os dois. Enquanto o Benjamin continuava beijando ela e a Eva também, ela começou a montar nele, já que só faltavam eles dois, até que ele deu um grito de prazer, enchendo a buceta dela de porra. Já minha Mãe tava com o cu cheio de gozo, as costas, a cara e a buceta.
Minha Mãe parou de montar no Benjamin, se levantou escorrendo sêmen pela buceta, deu um beijo na boca do meu amigo e disse, pra ele e o Valentino ouvirem — que estava parado na frente dela com o pau já mole, porque ela só queria aproveitar aquela carne enorme de 22 centímetros —: "Vocês dois merecem outra festinha com meu filho, que me obedeceu." Ela abraçou o Valentino também, deu um beijo longo de língua enquanto pegava no pau dele e começou a masturbar ele um pouco enquanto se beijavam. O Benjamin já se levantou atrás dela, começou a se mexer enquanto minha Mãe rebolava o rabo. Aproveitando que os dois amigos foram pra cozinha se hidratar com água, ele apertava os peitos dela dizendo: "Meu pau ainda tá disponível, dona Eva." Ela parou de beijar o Valentino, já que o pau dele não respondia mais — continuava mole —, se virou, colocou as mãos no pescoço do Benjamin e começaram a se beijar. Ele a levou até onde eu estava, encostou ela na parede, abriu as pernas dela e meteu no cu. Ela tapava a boca pra não gemer alto. Ele sussurrava no ouvido dela perguntando se ela tava gostando de como ele tava comendo ela, dando umas boas bombadas na parede. Ela o guiou até a beirada da cama, fez ele sentar pra minha Mãe poder montar de costas. Ela subia e descia no pau dele até que disse que ia gozar. Ela se ajoelhou na frente dele, chupou o pau dele pra ele gozar na cara dela. Ela engoliu um pouco do sêmen e o resto escorria pelos lábios e bochechas dela, todas vermelhas das palmadas que os outros dois violentos dos meus amigos deram nela.
Evangelina — que gostoso foi te conhecer, Benjamin. Você foi muito gentil comigo. Seus amigos, além de terem a pica normal como quase todo mundo, são brutos e muito masoquistas. Não gosto desse tipo, mas mesmo assim eu curto — disse ela com um sorriso no rosto. Minha mãe se levantou, veio na minha direção e me perguntou: "E aí, filho, curtiu o que viu?" Ela virou de costas para mim, enquanto eu estava sentado na cadeira onde ela mandou eu ficar, e sentou no meu colo. Minha pica ereta de 23 centímetros ficou encostada na perna dela. Minha mãe começou a masturbá-la com as duas mãos, cuspindo na cabeça da minha pica. Olhando pra mim, ela disse: "Realizei sua fantasia, meu amor.





Evangelina - querido, quer que eu chupe pra você baixar essa ereção? Ajoelhando na minha frente, começou a me chupar tentando fazer um garganta profunda, mas não conseguia enfiar todo o meu pau na boca dela. Enquanto eu segurava a cabeça dela empurrando pra baixo, ela começou a engasgar, babando todo o meu pau inchado de tanto eu me masturbar ao ver ela ser possuída pelos meus amigos. Ela começou a me dar socos na perna pra eu soltar e deixar ela respirar. Quando soltei, ela cuspiu no meu pau, passando a língua por todo o meu pedaço de carne. Ela começou a chupar a cabeça, me fazendo tremer as pernas. Fiquei de pé e gozei na cara dela inteira, jorros e jorros de porra saindo de mim. Minha mãe, sem conseguir enxergar porque enchi os olhos dela de sêmen, disse: "Querido, me leva pro banheiro que não tô vendo nada", se levantando. Levei ela pro banheiro que ficava na frente do meu quarto. Joaquin e Lucas me viram quando eu levava minha mãe pro banheiro. Eles gritavam: "Come ela, Bastian, vai ficar entre nós, só isso". Entramos no banheiro, direcionando ela pro chuveiro pra tomar um banho e tirar toda a porra que tinha pelo corpo, fedendo a sêmen. Ela começou a se ensaboar debaixo do chuveiro enquanto eu via as marcas no corpo dela do tratamento que meus amigos deram nela por ser tão puta, querendo que eu a visse sendo comida por eles. Evangelina - Bastian, querido, vai só me ver tomar banho sozinha ou vai me fazer companhia? Ela não tirava os olhos do meu pau, que ainda tava duro. Ela disse: "Se você conseguir enfiar seu pau no cu da mamãe sem usar as mãos, rindo, você também pode me comer. Se não conseguir na primeira tentativa, vai ficar se masturbando o dia inteiro, me vendo enquanto seus amigos continuam aproveitando o corpo da mamãe", falando enquanto se virava e abria as nádegas com as mãos, mostrando o cu todo dilatado e aberto. Eu me aproximei da minha mãe por trás pra começar a tentar enfiar de uma vez. Penetrada, eu me desesperava por não conseguir penetrar ela depois de várias tentativas. Me virei quando ouvi um sussurro atrás de mim: os quatro estavam se masturbando, já com os paus duros pra continuar o segundo tempo com a minha Mãe. Eles se aproximaram pelos meus lados, dizendo: "Sua mãe falou que se você metesse de uma só penetrada, podia comer ela pelo cu. Como você não conseguiu, sinto muito, amigo." Me empurraram pra trás pra que eles quatro tivessem espaço pra continuar curtindo a minha Mãe. Dois deles mandaram ela se ajoelhar pra começar a chupar os paus deles. Ela, toda submissa, obedeceu e começou a chupar um por um. Enquanto isso, Valentino e Benjamin, atrás dos dois mais violentos, Lucas e Joaquin, puxavam o cabelo dela e batiam com o pau na cara dela. Lucas, que era o mais violento dos quatro, arrastou ela pelos cabelos por todo o banheiro e pelo corredor, enquanto Joaquin chutava a bunda dela pra ela se apressar em andar de quatro, se aproximando do sofá.
Evangelina me ligou dizendo: "Filho, como a mamãe tá com as mãos ocupadas com os paus dos seus amigos, senta no sofá que eu vou sentar no seu colo." Enquanto eu obedecia o que minha Mãe mandou, aproveitei que ela tava sentada no meu colo e comecei a apertar e apalpar os peitos dela, beijando o pescoço da minha Mãe. Eu via ela, a centímetros do meu rosto, se engasgando com dois paus ao mesmo tempo. Depois de um bom tempo chupando quatro paus, meus amigos foram se afastando, tirando os paus da cara dela. Eeeh, na hora minha Mãe se levantou e colocou a bunda dela na minha cara. Eu comecei a meter a língua no cu dilatado dela, parecia que eu tava dedando ela, mas com a língua. Parece que ela gostou, e eu comecei a esfregar rápido no clitóris dela enquanto via que ela começou a tremer as pernas. Na minha boca, ela teve vários orgasmos, começou a gozar ou talvez tava mijando na minha boca. Ela se virou, se abaixou na minha direção. Minha Mãe me deu um beijo na boca, abrindo os lábios ao máximo e entrelaçando a língua dela com a minha, talvez me agradecendo por ter feito ela gozar com minha língua e meus dedos no clitóris dela, depois de ter chupado e engolido porra de quatro paus ao mesmo tempo enquanto eu olhava a centímetros dela.
Evangelina - isso foi pra você não ficar triste, querido, por não ter conseguido enfiar o cu da puta da sua Mãe. Meus amigos cercaram minha Mãe, um dos jovens deitou de barriga pra cima no sofá da família enquanto eu olhava do outro sofá na frente deles, minha Mãe montou no Lucas e com a mão dela posicionou a pica dele pra meter no cu dela, e também o Joaquin montou nela e começou a penetrar ela pela buceta, e o Benjamin e o Valentino pegaram ela pela boca, fazendo ela engolir as duas picas juntas na boca aberta dela, os lábios no máximo até onde ela aguentava. Enquanto faziam dupla penetração anal e vaginal, minha Mãe olha nos meus olhos e me diz: "Você gosta, querido, de como seus amigos penetram tudo ao mesmo tempo na sua mamãe, não gosta? E que me maltratem na sua frente e que você não possa fazer o mesmo que eles estão fazendo com a puta da sua Mãe, e que enfiem as picas deles nos mesmos lábios com que eu dou boa noite pra você e suas irmãs, enquanto as tetas dela balançam de um lado pro outro, você me olha enquanto seus amigos deixam meu cu bem aberto, bem dilatado pelas picas lindas deles, e também minha buceta aberta, que filho sujo e pervertido eu tenho, ter uma fantasia tão gostosa que estou realizando pra você hoje, era seu sonho, né, me compartilhar com seus amigos", ela dizia enquanto riam.




Depois de um bom tempo vendo ela ser comida por quatro caras, minha Mãe me perguntou: "Bebê, onde você quer que seus amigos gozem no meu corpo, deixando o semen quentinho deles na puta da sua Mãe?". Bastian - "Quero ver eles encherem sua buceta de porra, mãe, e quero ver o leite escorrendo pelas suas pernas", respondi.




E assim eles fizeram, todos, um por um foram deixando a descarga de sêmen dentro da buceta da minha Mãe. Depois de tudo isso, a relação com meus amigos não mudou, exceto pelo detalhe de que Valentino e Benjamin, que eram mais que meus dois melhores amigos, iam mais vezes na minha casa pra foder com minha Mãe e eu também entrava na onda com eles se Ela deixasse eles fazerem, em qualquer lugar, a qualquer hora, e se eu não estivesse lá na hora pra ver eles comendo minha Mãe, eles me mandavam fotos ou vídeos de como estavam fodendo ela e deixando ela toda aberta com o sêmen quente espalhado por todo o corpo gostoso dela.



Realmente, me deixa feliz o fato da minha Mãe ser uma puta completa na minha frente. Isso cria mais confiança e honestidade na nossa relação de Mãe e filho. Às vezes eu entrava no quarto dela quando ela dormia com meu Pai, e eu comia ela ali mesmo enquanto meu Pai dormia do lado dela. Ela curtia muito minha rola de 23 centímetros, escondido da minha família. E também nos encontros que quase sempre tínhamos com meus dois melhores amigos em casa, a gente comia ela no banheiro, um por um, sem levantar suspeita das minhas irmãs ou do meu Pai. Ou então a gente comia ela os três juntos no banheiro ou no porão, tudo escondido.






quando meu Pai e minhas irmãs estavam se divertindo no quincho do fundo, onde a gente tinha uma churrasqueira e uma mesa de família onde comíamos em todas as reuniões de família ou de amigos.













2 comentários - Vendo minha Mãe realizar minha fantasia