Oi, sou novo por aqui. Li uns relatos daqui muito interessantes e me animei a contar como virei o escravo pessoal da minha prima. Sem mais, vamos começar (vou mudar os nomes por razões óbvias). Tudo começou num dia de verão. Eu fiquei na casa dos meus tios, Armando e Sofia, já que meus pais não estariam em casa por causa do trabalho. Com eles morava minha prima Elena, uma garota baixinha, peitos não muito grandes mas muito bonitos. Cabe esclarecer que Elena praticava vôlei e fazia exercício, o que fazia com que as pernas dela fossem muito gostosas e a bunda dela muito linda e redondinha. Ela é de tez branca, baixinha, 1,50m, e é três anos mais velha que eu. Continuando com o relato, eu fiquei no quarto de hóspedes. Meus tios também trabalhavam muito e Elena ficava nas tardes no seu clube de vôlei. Quando ela chegava, a gente passava o tempo conversando e vendo filmes. Elena e eu éramos muito próximos, eu a seguia para todo lado desde pequeno e ela me incluía em todos os seus planos. Por sermos ambos filhos únicos, a gente se apoiava muito. De manhã, todos tomávamos café juntos, de tarde eu tinha a casa livre só pra mim, e de noite Elena e eu nos divertíamos juntos. Obviamente, eu sentia algo por Elena. Ela era a dona das minhas punhetas, então meu tesão por ela me levou a entrar no quarto dela todas as tardes. Eu me dedicava a cheirar a roupa suja dela, especialmente as calcinhas e meias. Ficava louco de tesão vendo o que ela usava por baixo. Eu passava me masturbando no quarto dela enquanto cheirava as calcinhas dela. Cheguei até a encher algumas de porra. Me sentia no céu. Uma tarde em específico, por volta das 4 da tarde, eu estava na minha. Estava fazendo uma punheta gostosa com umas meias que a Elena tinha usado no dia anterior. Uma eu estava cheirando, enquanto a outra estava no meu pau enquanto eu batia uma. Tão excitado que eu estava, que não percebi que a Elena chegou mais cedo do treino de vôlei. Elena subiu as escadas para os quartos sem fazer barulho. Ao abrir a porta do quarto, ela viu como eu batia uma no sua cama com a roupa suja, eu não tinha percebido que ela estava parada na porta observando a cena. Eu, pela excitação, fechei os olhos enquanto me masturbava tão gostoso até gozar, ao gozar soltei um gemido de excitação dizendo o nome dela, eu - ahh, que gostoso, Elena!! - Elena ficou impactada ao ver a cena e ouvir o que eu disse enquanto me esvaziava na sua meia suja, ela via como a porra caía da sua meia, enquanto eu gozava terminei exausto sem perceber ainda. Elena só me trouxe de volta à minha cruel realidade e à minha pior perdição com sua doce voz. Elena - então é isso que você faz o dia todo - Eu senti um frio percorrer todo o meu corpo, com vergonha tentei me cobrir e, com nervosismo e um nó na garganta, disse: Eu - Eeeelen... a Elena, não é o que parece, eu, deixa eu explicar - Elena - você é um pervertido, sabia? - enquanto me encarava fixamente com uma frieza que me provocou uma ereção. Eu - por favor, Elena, não conta pra ninguém, se contar eu tô acabado, te imploro - coloquei minha cueca o mais rápido que pude e me ajoelhei na frente dela, suplicando. Elena - você sabe que isso é errado, né? Além do mais, agora minhas meias estão cheias da sua porra, você devia ter pensado nas consequências - me disse olhando para baixo. Eu - te imploro, Elena, eu faço o que você mandar, qualquer coisa - disse ainda ajoelhado. Elena - qualquer coisa? - disse com curiosidade enquanto um sorriso se desenhava no seu rosto - tá bom, não vou contar nada, mas como castigo você vai fazer tudo o que eu mandar - disse tirando seus tênis de treino. Eu - sim, muito obrigado, o que você mandar - me levantei e tentei me vestir, ela me deteve e disse: Elena - ah não, priminho, você vai ficar assim, e como vi que você gosta dos meus pés e eu vim muito cansada do treino, quero que você os massageie - com um sorriso malicioso no rosto.
É bom esclarecer que ela vinha do treino, estava suada e transpirada. Ela levantou o pé na altura do meu rosto. Eu, com um nó na garganta, disse:
— Tudo bem, Elena, eu faço.
Não conseguia tirar o olho do pé lindo dela, parecia hipnotizado. Ela percebeu e deitou na cama, ainda de short e camiseta de vôlei. Eu a segui, sentei na beirada da cama, perto dos pés dela.
Elena disse, piscando o olho:
— Ahh, justo o que eu preciso depois de cada treino: uma boa massagem nos meus pés. E quem melhor do que meu priminho favorito?
Ela colocou os pés nas minhas pernas para eu começar. Com a voz embargada, perguntei enquanto massageava seus pés suados:
— Elena, sério, você não vai contar pra ninguém?
Ela assistia a vídeos enquanto curtia a massagem e respondeu:
— Não, não vou. Mas só me responde uma coisa — ela me encarou fixamente —, por que essa tara nos meus pés?
Eu, evitando seu olhar com vergonha, disse:
— A verdade é que não sei.
Elena insistiu, com um olhar provocante:
— Me fala a verdade, não fico brava. Só quero saber o que você gosta nos meus pés, fiquei curiosa.
Eu suspirei e a encarei:
— Tudo bem, mas não tira sarro. A verdade é que o seu cheiro me excita. Eu te desejo, Elena.
Surpresa com minha confissão, ela tirou os pés das minhas mãos e perguntou, corando:
— Meus pés fedem? — Ela os retirou por um momento.
Eu respondi rapidamente:
— Não! Na verdade, não. Eles têm um cheiro muito gostoso, pelo menos pra mim é assim.
Senti vergonha das minhas palavras, mas já estava a mil com a situação.
Elena perguntou, me olhando com ternura e estendendo os pés de novo:
— Você fala sério? Mesmo suados do treino, eles cheiram bem?
Eu confirmei, pegando os pés dela de volta — estavam quentes:
— Claro que sim, Elena. Na verdade, com seu suor, ficam ainda mais gostosos.
Ela provocou:
— Então cheira eles assim — e aproximou os pés do meu rosto.
Excitado e nervoso, engoli seco e só balancei a cabeça, concordando. Peguei seus pés lindos, ainda de meias, e cheirei profundamente. Já não sentia nada além de excitação — tanto que meu pau já estava a mil. Elena já tinha percebido que eu estava perdido naqueles pés. Comecei a beijá-los com paixão.
Elena - Mmm, vejo que você adora, priminho. Quem diria que você seria tão pervertido? E agora você é só meu - disse enquanto esfregava os pés no meu rosto.
Elena - Vem, deita, fica à vontade - enquanto eu me deitava na altura dos pés dela, ela puxou minha cueca, libertando meu pau.
Elena - Mmm, priminho, parece que você já é todo um homem.
Eu - Cala a boca, não fala isso, me deixa nervoso - disse enquanto recolocava os pés dela no meu rosto.
Elena, excitada com a situação, não parava de olhar para meu pau, enquanto com os pés acariciava todo o meu rosto, deixando seu cheiro por toda a minha face. Com um sorriso perverso, ela observava como eu estava totalmente à sua disposição.
Elena, você gosta que sua prima use você como massagista? Gosta de cheirar meus pés? Gosta de ser dominado? – ela dizia enquanto esfregava os pés em mim e com a mão esquerda acariciava minhas pernas perto do meu pau. Eu sentia choques elétricos, ela continuava demonstrando seu domínio, acariciava as próprias pernas com desejo, enquanto me massageava o pau eu não aguentei mais e gozei.
Eu – ahhh ahhh vou gozar, Elena, ahh – enchi a mão da Elena de porra, ela me olhou fixamente, levou a mão à boca e limpou enquanto dizia:
Elena – mmm mmm delicioso.
Ela se levantou e me disse – vou tomar banho, limpa essa bagunça, por hoje é só. Depois você toma banho também.
Eu, extasiado, sem entender muito bem o que aconteceu, antes de me levantar, Elena jogou as meias que estava usando em mim, piscou o olho e foi tomar banho. Eu tentei assimilar o que aconteceu enquanto arrumava o quarto dela, terminei e fui deitar na minha cama. Lá, cheirei aquelas meias gostosas, relembrando tudo. Até aqui vou deixar este capítulo. Comentem o que acharam e se querem que eu continue contando mais. Deixem seus pontos e, se tiverem conselhos de como melhorar nas histórias, sugestões são aceitas. Obrigado pela atenção.
É bom esclarecer que ela vinha do treino, estava suada e transpirada. Ela levantou o pé na altura do meu rosto. Eu, com um nó na garganta, disse: — Tudo bem, Elena, eu faço.
Não conseguia tirar o olho do pé lindo dela, parecia hipnotizado. Ela percebeu e deitou na cama, ainda de short e camiseta de vôlei. Eu a segui, sentei na beirada da cama, perto dos pés dela.
Elena disse, piscando o olho:
— Ahh, justo o que eu preciso depois de cada treino: uma boa massagem nos meus pés. E quem melhor do que meu priminho favorito?
Ela colocou os pés nas minhas pernas para eu começar. Com a voz embargada, perguntei enquanto massageava seus pés suados:
— Elena, sério, você não vai contar pra ninguém?
Ela assistia a vídeos enquanto curtia a massagem e respondeu:
— Não, não vou. Mas só me responde uma coisa — ela me encarou fixamente —, por que essa tara nos meus pés?
Eu, evitando seu olhar com vergonha, disse:
— A verdade é que não sei.
Elena insistiu, com um olhar provocante:
— Me fala a verdade, não fico brava. Só quero saber o que você gosta nos meus pés, fiquei curiosa.
Eu suspirei e a encarei:
— Tudo bem, mas não tira sarro. A verdade é que o seu cheiro me excita. Eu te desejo, Elena.
Surpresa com minha confissão, ela tirou os pés das minhas mãos e perguntou, corando:
— Meus pés fedem? — Ela os retirou por um momento.
Eu respondi rapidamente:
— Não! Na verdade, não. Eles têm um cheiro muito gostoso, pelo menos pra mim é assim.
Senti vergonha das minhas palavras, mas já estava a mil com a situação.
Elena perguntou, me olhando com ternura e estendendo os pés de novo:
— Você fala sério? Mesmo suados do treino, eles cheiram bem?
Eu confirmei, pegando os pés dela de volta — estavam quentes:
— Claro que sim, Elena. Na verdade, com seu suor, ficam ainda mais gostosos.
Ela provocou:
— Então cheira eles assim — e aproximou os pés do meu rosto.
Excitado e nervoso, engoli seco e só balancei a cabeça, concordando. Peguei seus pés lindos, ainda de meias, e cheirei profundamente. Já não sentia nada além de excitação — tanto que meu pau já estava a mil. Elena já tinha percebido que eu estava perdido naqueles pés. Comecei a beijá-los com paixão.
Elena - Mmm, vejo que você adora, priminho. Quem diria que você seria tão pervertido? E agora você é só meu - disse enquanto esfregava os pés no meu rosto.
Elena - Vem, deita, fica à vontade - enquanto eu me deitava na altura dos pés dela, ela puxou minha cueca, libertando meu pau.
Elena - Mmm, priminho, parece que você já é todo um homem.
Eu - Cala a boca, não fala isso, me deixa nervoso - disse enquanto recolocava os pés dela no meu rosto.
Elena, excitada com a situação, não parava de olhar para meu pau, enquanto com os pés acariciava todo o meu rosto, deixando seu cheiro por toda a minha face. Com um sorriso perverso, ela observava como eu estava totalmente à sua disposição.
Elena, você gosta que sua prima use você como massagista? Gosta de cheirar meus pés? Gosta de ser dominado? – ela dizia enquanto esfregava os pés em mim e com a mão esquerda acariciava minhas pernas perto do meu pau. Eu sentia choques elétricos, ela continuava demonstrando seu domínio, acariciava as próprias pernas com desejo, enquanto me massageava o pau eu não aguentei mais e gozei.Eu – ahhh ahhh vou gozar, Elena, ahh – enchi a mão da Elena de porra, ela me olhou fixamente, levou a mão à boca e limpou enquanto dizia:
Elena – mmm mmm delicioso.
Ela se levantou e me disse – vou tomar banho, limpa essa bagunça, por hoje é só. Depois você toma banho também.
Eu, extasiado, sem entender muito bem o que aconteceu, antes de me levantar, Elena jogou as meias que estava usando em mim, piscou o olho e foi tomar banho. Eu tentei assimilar o que aconteceu enquanto arrumava o quarto dela, terminei e fui deitar na minha cama. Lá, cheirei aquelas meias gostosas, relembrando tudo. Até aqui vou deixar este capítulo. Comentem o que acharam e se querem que eu continue contando mais. Deixem seus pontos e, se tiverem conselhos de como melhorar nas histórias, sugestões são aceitas. Obrigado pela atenção.
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