Anal violento con mi madre por ser una puta infiel

Anal violento con mi madre por ser una puta infielMinha mãe, aos 42 anos, continuava sendo uma mulher esplêndida. Loira com um corpo lindo, uns peitos bem redondos e firmes, graças à sua genética e às horas de malhação na academia, que a mantinham em forma esplêndida, uma das mais gostosas do grupo de amigas dela. Separada do meu pai há alguns meses, e ainda estava casada com ele, que tem 45 anos e é bem bonitão.analMinha mãe e meu pai passaram o verão inteiro brigando e discutindo quase todo dia no hotel das praias do México.maduraEnquanto eu ouvia eles discutindo escondidos de nós, eu a admirava de longe, disfarçando enquanto observava sua beleza na praia. Ela com seu biquíni que caía como uma deusa, enquanto eu a imaginava e também pensava nela quando me masturbava à noite.vadia
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Anal violento con mi madre por ser una puta infiel
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madura
vadiaMeus pais já estavam quase se separando, minha mãe nos disse, a mim e às minhas irmãs, para prepararmos as maletas porque já íamos voltar para a Argentina, ao suspeitar que meu pai tinha um caso com uma garota mais nova que ela.incesto
mae e filho
Anal violento con mi madre por ser una puta infielDe manhã pegamos um voo privado para voltar à Argentina. Naquele dia meus pais discutiram feio. Minha mãe, puta da vida ao chegar no aeroporto da Argentina, pediu pros pais dela se podiam receber minha irmã por uns dias, enquanto resolvia uns papéis com o advogado pra terminar de vez com meu pai. Eu me recusei a ir pros meus avós e voltei com ela pra nossa casa.analMartín, meu pai, estava no México na pré-temporada já comandando um time de futebol, o Monterrey, e naquela noite, logo que chegou em casa, aproveitando que estávamos sozinhos, batemos um papo rapidinho, antes dele sair para jantar.

Bastian — Vou sair com a Tiziana hoje à noite — falei, sabendo que ele ficaria feliz.

Evangelina — Fico feliz que vocês estejam se dando bem. Dá um abraço nela da minha parte. Eu vou encontrar minhas amigas, para botar o papo em dia sobre esse verão. — Vou dormir na casa da Carolina.maduraBastian — E aí, como estão as coisas com o Martin? — perguntei sobre a situação dele neste verão.

Evangelina — Tentando voltar à normalidade, o tempo cura quase tudo. Tiziana tinha me ligado duas semanas depois de eu voltar para a Argentina, depois do verão que passamos no México com meus pais e minhas irmãs, com a ideia de saber como tinha sido a viagem. A gente se falava de vez em quando, tínhamos terminado um namoro de dois anos, mas continuamos amigos. Foi um jantar divertido, carinhoso, e me surpreendi ao vê-la com aquele bronzeado lindo do sol. Não dava pra negar que ela era uma mulher muito gostosa, se cuidava bastante e transbordava confiança. A profissão dela como comissária de bordo dava a oportunidade de conhecer muita gente, muitos países, viver experiências.vadiaDepois do jantar tão agradável que tivemos, e da noite tão linda que Buenos Aires nos presenteou, a gente não queria que acabasse. Tiziana — "Me leva pra dançar hoje? Um presente de reencontro" — ela disse toda dengosa. Bastian — "Quando você pede assim, você sabe muito bem que não posso te negar nada". Fomos a um lugar que ela conhecia, bem pertinho da Puerta de Alcalá onde jantamos. Super animado, com gente de todas as idades, embora a média fosse de 25 a 40 anos. Tizana ainda não tinha feito 23, e eu tinha um a mais. Estávamos tomando um bolka com moster no balcão rindo de besteiras, quando de repente Tizana se surpreendeu. Tiziana — "Aquela não é a sua mãe?incestoBastian —Sim. Ela estava saindo com umas amigas. Ainda meio chateada com o Martin. Fiquei boquiaberto ao olhar para a pista. Balançando os quadris, ela estava colada, dançando com um garoto loiro e jovem. Muito gato, mas não parecia ter mais de um ano a mais que eu. Não sabia se ia cumprimentá-la ou fazer de conta que não via a cena. Minha mãe parecia muito feliz.mae e filhoTiziana — Quer que a gente vaze? — disse minha ex. Não. Todo mundo tem o direito de sair ou ficar com quem quiser. Quando pararam de dançar, ao se afastarem, nossos olhares se cruzaram. Minha mãe hesitou por alguns segundos até decidir vir nos cumprimentar.Anal violento con mi madre por ser una puta infielEvangelina — Que surpresa, Tiziana, ver vocês aqui! — minha mãe se dirigiu a ela com um sorriso forçado.

Bastian — E pra mim também, mãe — respondi, me sentindo surpreso ao vê-la com um cara da minha idade.

Evangelina — Apresento o Lucas. Eles são a Tiziana e meu filho, Bastian.

Lucas — Prazer, Tiziana. Fico feliz em te conhecer, Bastian. A Eva falou muito de você.analComo é que ele falou tanto de mim pra você? Desde quando você conhece minha mãe? Ficamos conversando um tempinho, todo mundo meio sem graça, até que decidiram encerrar a conversa. Lucas — Bom, a gente tá com as taças numa mesa lá no fundo, vamos deixar vocês aí, gente. Percebi que minha mãe tava nervosa, com certeza eu tinha atrapalhado algum plano dela. Evangelina — Até mais, Tiziana — e saiu com aquele rebolado característico dela. Eu pedi pro Lucas me dar uns minutinhos pra conversar com minha mãe a sós.madura
vadiaBastian — Sinto muito pela situação, mãe. Gostou?
Evangelina — Sim, muito, filho.
Bastian — Tem meu apoio. Se precisar que eu cubra você, é só falar.
E ela, com um rosto agradecido, acrescentou sorrindo: "Manda um oi pra Carolina da minha parte", piscando o olho.
Nos abraçamos bem forte, sentindo os peitos dela apertando no meu corpo, e deixei que ela fosse fazer o que quisesse com o rapaz.
Ao voltar pra Tiziana, ela esperou até que eu quisesse falar, me dando meu espaço. Ela sabia que eu precisava processar o que tinha visto aquela noite: minha mãe com um cara da minha idade.
Tiziana — Como você está? — conseguiu dizer depois de um tempo.
Bastian — Confuso. Sei que não tenho direito de julgar, mas é como ver uma imagem cair. Eu dei minha aprovação.
Tiziana — É admirável. Não devemos julgar, por mais estranho que às vezes as coisas pareçam.
Eu sabia que na minha vida também tinham acontecido cenas que eu não gostaria que soubessem. E o Martin era meu pai. Só que não batia com a personalidade da minha mãe. Tava difícil de aceitar.
Tiziana — Acho que seu gesto merece uma recompensa. Tá afim de me foder hoje à noite? Pelos velhos tempos...incestoBastian — Você disse para te foder? Por onde eu quiser! Mmmm, vamos. Ao sairmos da balada, não pude evitar olhar para a mesa onde eles estavam. Aquele cara estava devorando a boca dela enquanto apertava a bunda dela na nossa frente, e minha mãe desaparecia nos braços dele, com as alças do vestido abaixadas. Enquanto estava na cama com Tiziana, comecei a imaginar na minha cabeça minha mãe com aquele cara que poderia ser eu, comecei a ficar excitado: e comecei a comer a Tiziana como um louco, tratei ela como uma puta, e uma raiva tomou conta de mim ao lembrar da minha mãe se beijando com Lucas e ele apalpando ela na minha frente. Tiziana — Que gostoso. Que jeito de me foder, Bastian! Quero voltar com você, retomar nosso relacionamento de novo — com um sorriso de felicidade. Durante o café da manhã, fiquei mais tranquilo. Ela disse que, no caso inverso, se fosse meu pai, com certeza teria visto como mais normal. Eu entendi como uma forma de me dizer para apoiar minha mãe. Enquanto conversávamos, recebi um WhatsApp da minha mãe. Evangelina — Vamos almoçar juntos? Eu hesitava em que resposta dar. Minha mãe parecia querer falar sobre o que aconteceu naquela noite em que a vi com o amante dela da minha idade, nesse momento Tiziana recebeu uma ligação do atual parceiro dela e saiu voando do hotel.mae e filhoBastian —Tá bom. Por volta das duas eu tô em casa. Quando cheguei, procurei ela pela sala, chamei alto, e ela não respondeu. Fui pro quarto dela, ela estava deitada na cama de bruços, só de calcinha, e quando vi ela assim, com a raba empinada igual minha mãe, meu pau começou a endurecer por dentro da calça, eu a desejei naquele momento, me virei e voltei pra sala de jantar.Anal violento con mi madre por ser una puta infielFui pra cozinha pôr a mesa enquanto esperava minha mãe, abri uma cerveja. Levei o jarro pra mesa. Quando vi ela entrando na cozinha, abri uma lata de cerveja pra ela sem perguntar.

Evangelina — Não foi planejado, Bastian — foi a primeira coisa que ela disse.

Bastian — Mãe, mesmo reconhecendo que me senti violentado, não posso te culpar por nada. Foi algo inesperado. Você não me deve explicações.

Evangelina — Agradeço suas palavras, ainda mais conhecendo você. Sei pelo tom da sua voz que é uma resposta mais da cabeça que do coração. Eu também estou confusa.

Fomos relaxando, falando bem devagar, como medindo as palavras. Minha mãe em um momento teve a voz embargada. Me aproximei e a abracei. E ela me abraçou mais forte e algumas lágrimas escaparam. Precisava te explicar, filho.

Evangelina — Você sabe que sempre fui a mulher responsável por todos. Desde que tive você e suas duas irmãs, abri mão de muitas saídas que minhas amigas e outras garotas da minha idade faziam. Na oposição, tive que trabalhar muito duro na modelagem. Sempre estive mais preocupada com a carreira do seu pai do que com a minha própria.

Bastian — Eu sei, mãe, tenho orgulho de você, te amo e te admiro.

Evangelina — Estou acostumada com homens que tentaram me pegar por uma noite por causa do ambiente de trabalho que tive como modelo e dançarina, e nunca permiti nem tive a tentação de fazer isso. Pelo amor que tive pelo seu pai, deixei meu trabalho, e minha responsabilidade era um escudo protetor pra vocês, minha família.

Eu tentava organizar as ideias dela enquanto abria outra cerveja. Minha mãe pegou minha mão quando ofereci a ela.anal
madura
vadiaEvangelina — Eu estava ontem caminhando, olhando as lojas de roupas, e aquele cara se aproximou de mim perguntando por uma loja, e eu indiquei pra ele, e enquanto ele falava comigo, de um jeito simpático, ele me convidou pra tomar alguma coisa ao me ver sozinha e deprimida pela discussão que tive com seu pai numa ligação alguns minutos atrás. Eu aceitei tomar uma coca Booty com ele pelo jeito gentil dele comigo, e acabei acompanhando ele até a loja que ele procurava.incesto
mae e filho
Anal violento con mi madre por ser una puta infielFiquei muito lisonjeada por ele ser tão atencioso comigo. Não tinha nenhuma intenção, juro, só estava curtindo a sensação de ser cortejada. Me veio à cabeça aquela cena de "Guloseimas e Famosas" de G. Cuckor com Jacqueline Bisset e Candice Bergen, onde um jovem aborda Jacqueline, ela o leva à Tiffany's e depois sobe com ele para o hotel. Depois ficamos andando e rindo pela rua e me diverti como fazia muito tempo.analApesar de ter hesitado muito, acabei aceitando sair para jantar. Preparei a mentira de dormir na casa da Carolina, sem ter certeza do que aconteceria. Ele pediu que eu o convidasse para uma bebida, já que ele tinha pago o jantar. E foi aí que você nos viu. Não imaginava que você também fosse justamente naquele bar. O que havia de errado em me sentir mulher e curtir o flerte de um cara atraente e educado? Aliás, a Tiziana estava muito gata, quase não a reconheci. Bastian — Ela disse o mesmo de você. E eu também digo, você estava radiante, lindíssima ao te ver com ele.maduraEvangelina —Foi a sua compreensão que me fez decidir de vez. Ele vai embora amanhã.

Bastian —Fico feliz por você, mãe. Eu só quero que você seja feliz. Só te peço que tenha paciência comigo se, em algum momento, você achar que não estou entendendo ou se eu ficar surpreso com alguma coisa que você fizer.

Evangelina —Estou confusa, comecei como um joguinho e admito que fiquei presa nele.vadiaBastian — Não seja tão exigente consigo mesma. Tira umas férias da responsabilidade. Por que você não vai vê-lo? Aproveita que o Martin não está.

Evangelina — Obrigada, meu bem. Ontem à noite, quando te vi, me senti mal, agora estou melhor — continuou. Ele é um cara culto, é advogado, um pouco mais velho que você, e dirige uma empresa da família. Nós nos abraçamos, e rimos juntos.

Evangelina — Então você realmente não acha ruim?

Bastian — Faça o que fizer, eu te amo e vou te apoiar. Ah, mas você me deve um encontro, um jantar comigo também, toda arrumada e gostosa como estava ontem à noite, mãe.incestoEvangelina — Pronto! Filho

Bastian — E a partir de agora, me avisa por onde você vai andar pra gente não se esbarrar de novo, tá — falei rindo.mae e filhoTinha que admitir que aquele garoto soube se mexer bem, porque conseguir a atenção de uma mulher como a Evangelina, minha mãe, não era nada fácil. Se não fosse minha mãe, com certeza eu iria querer seduzi-la. Ela era a mulher mais honesta e generosa que eu conhecia. E com certeza uma mulher que se entregava de corpo e alma ao homem com quem estava. Tomara que tudo desse certo pra ela e que ela não sofresse. Dei um beijo na bochecha e um abraço nela e fui pro meu quarto tirar uma soneca. A noite com a Tiziana também tinha me deixado cansado, mas a ideia de imaginar minha mãe dando pra um garotinho, isso mexeu com o meu sono.Anal violento con mi madre por ser una puta infielEvangelina — Você não me pediu para sair uma noite? Hoje temos a chance. A festa daquela noite acontecia todos os anos, e era daquelas festas geralmente tranquilas se você fosse acompanhado, mas se aparecesse sozinha, era muito fácil ser abordada, no bom sentido, por pessoas cuja companhia você não curtia e você acabava tendo que ser seca. Como o Martin ainda estava fora a trabalho, minha mãe me pediu para acompanhá-la ao evento. Considerando o tipo de gente que estaria lá, ela se arrumou especialmente, escolhendo um lindo vestido longo cinza escuro de manga curta e com um decote que deixava metade dos peitos à mostra. Os sapatos de salto alto fechavam com finas tiras douradas. Não lembrava de tê-la visto tão arrumada há muito tempo. Sua melena loira com mechas, com alguns cachos, a deixava lindíssima.analA gente cumprimentou muita gente, compartilhando o grupo com algumas amigas suas. Lucas —Que surpresa! —cumprimentou aquele tal de Lucas. Evangelina —Igualmente, digo o mesmo. Você não me ligou mais. Lucas —Você está uma gostosa! —Não conseguiu se conter ao vê-la tão arrumada —. Vou te apresentar minha namorada Claudia… Este é o Bastian, filho dela. Evangelina —Muito prazer, Sonia, segura ele perto, seu namorado é muito gato —permitiu-se dizer, assumindo que ela não suspeitaria de nada pela idade dela. Eles se despediram para ir para outro grupo. Minha mãe me contou que eles se viram só mais algumas vezes. Ele falou da namorada e ela do Martin. Depois de um tempo, apareceu um cara chato que ficou dando em cima da minha mãe descaradamente. Minha mãe, que não é de confrontos, começou a se sentir desconfortável, o que eu percebi na hora e sugeri a gente dar no pé.maduraBastian — Você é a mulher mais gostosa dessa festa, Senhora Anderson. E eu gostaria, aproveitando que você ficou tão linda, de te levar pra outro lugar tomar uma bebida. Essa festa não me diverte mais.

Evangelina — Como você me conhece bem, Bastian. Mas você não tinha combinado algo pra depois?

Bastian — Nenhum plano pode ser melhor do que te levar pra dançar.

Evangelina — Que galante! Nos despedimos das pessoas que estavam no evento, dizendo que minha mãe estava com dor de cabeça. Chegamos na mesma balada onde eu a tinha visto com Lucas, com uma atmosfera bem daquela época. Pedimos duas bolka com moster, íamos compartilhar uma noite de mãe e filho. Com o álcool que tinha na bolka, e ela com sua falta de costume de beber bebidas alcoólicas, minha mãe já estava num estado divertido e desinibido.vadiaAo nos sentarmos, o vestido se abriu e me deixou de queixo caído. As pernas ela ainda tinha lindas e bronzeadas, mostrava quase por completo. Estava muito sexy, mas com a classe de sempre. Me contou que ia largar o Martín, que queria aproveitar a vida. Sabia que ele estava apaixonado por ela, mas tinha consciência de que o futuro com ele não era o que esperava e preferiu cortar a relação. Bastian — Mas não arrume namorado ainda, me dê uma chance — eu disse. Evangelina — Estou feliz! Não quero namorados. Você sempre será meu curinga, quando eu precisar — ela disse.incestoEle tomou um gole da bebida.
Evangelina — Você voltou a ver a Tiziana?
Bastian — Ela me liga de vez em quando.
Evangelina — Ah, então vocês ainda estão se pegando?
Bastian — Quando ela tá a fim. Eu sou só mais um joguinho pra ela.
Evangelina — Você é mesmo um comodão. Ela continuava sendo uma mulher corajosa. A gente tinha que tirar todas as máscaras.
Evangelina — Quando você me apoiou naquela noite em que me viu com o Lucas, ao me sentir nos braços dele, foi você que veio à minha mente.
Bastian — Comigo foi igual, quando eu estava pegando a Tiziana naquela noite, eu via você nos braços de um garotão. Gostou da experiência?
Evangelina — Muito. Não imaginava que seria tão excitante. Ela ficou séria, me encarando.
Bastian — Tá se sentindo desconfortável falando disso comigo?mae e filhoEvangelina —Não. Surgiu naturalmente. Você se abriu, e me pareceu uma boa oportunidade para contarmos mais sobre nossas vidas. Ela ficou pensativa, não parecia capaz de dizer nada, precisava processar muita informação. E dando mais um gole na vodka, pegou a minha e a dela, deixou na mesa. Evangelina —Então, jovem, se tava com tanta vontade de sair com sua mãe, agora você vai me tirar pra dançar. Somos um homem e uma mulher que saíram pra se divertir. Não me deu opção, pegou minha mão e fomos pra pista, onde ela curtia se mexendo de costas e sua bunda esfregava no meu pau. Dançávamos com os drinks a dois e estávamos soltos com nossas confissões. Vi ela rir, fiz ela girar sobre si mesma, abrindo sua saia até mostrar as pernas, concentrando a atenção de quem dançava na hora. Ela estava radiante. Evangelina —Tá feliz de ter saído comigo? —me disse com um sotaque sexy de uma mulher gostosa, quando nos sentamos de novo. Ela tinha bebido mais que o normal, mas estava razoavelmente serena e imaginei que era uma forma de me provocar. Bastian —Tô divinamente, você tá linda! —Aquela noite ela era uma verdadeira diva. Evangelina —Na festa você me disse que eu era a mulher mais atraente. Você pensa mesmo isso ou é só o jeito de dar papo que os jovens têm? Bastian —As duas coisas —afirmei, reforçando a ideia dela—. Eu penso, e quero comer você. Tirei ela pra dançar, ela se deixando levar, e eu, totalmente desinibido, buscava o contato físico que ela não recusou. Evangelina —Você dança bem, e isso é raro num homem. Bastian —segurei o olhar dela, que tentava descobrir algo através dos meus olhosAnal violento con mi madre por ser una puta infielEvangelina — Vou te levar mais vezes para dançar. Sorri, achando que já a tinha conquistado. Ela, sem mudar a expressão, me disse:
Evangelina — Não sorria, você ainda não conseguiu nada. E não vai ser fácil.

Ao voltar da pista, decidi que a noite já tinha sido intensa em confissões e era hora de irmos dormir. No caminho de volta, lembro de ouvi-la dizer que se divertiu muito e que estava feliz por eu ter acompanhado ela, por tê-la levado para dançar e, principalmente, por eu ter me aberto. Já nos sentindo seguros em casa, ela sugeriu tomar mais uma dose.analColoquei uma música agradável de uma playlist que já tinha ouvido milhares de vezes. Minha mãe tirou os saltos altos, pegou minha mão e começou a se mexer na minha frente no ritmo da música, que era daquele reggaeton antigo, começou a se mover na minha frente rebolando a bunda. Enquanto cantava, ao virar e ver que eu estava parado sem me mexer, ela colocou os braços no meu pescoço. A dança foi ficando mais lenta, minha mãe se encostou no meu pecho, rebolando de um jeito muito sensual.maduraEvangelina — O Lucas sussurrou no meu ouvido que queria me ver de novo — disse provocante, mordendo minha orelha. Bastian — Ele é um otário. E você era minha parceira! Evangelina — Ciúmes? — riu alto —. Isso é porque você me quer…vadiaBastian — Claro que eu gosto de você, você é uma mulher linda.
Evangelina — Mas você gosta de mim, do mesmo jeito que gosta das outras mulheres com quem você transa?
Bastian — Você é minha mãe… esse jogo é perigoso.
Evangelina — Eu já disse que queria me separar para viver a vida.incesto
mae e filhoCom um pequeno movimento, ela abriu o cinto que prendia seu vestido largo e o deixou cair no chão. Ela estava linda, entre as penumbras da luz que entrava pela janela de vidro da sala, com uma combinação preciosa preta e seu micro thong. Ela aproximou sua boca bem perto da minha, eu ia beijar minha mãe, semidesnuda dançando entre meus braços, quando o telefone tocou e me acordou.Anal violento con mi madre por ser una puta infiel
anal
maduraSua puta da sua mãe, eu tinha sonhado com a minha mãe, e estava com o pau bem duro e ereto. Aquela ligação impediu que eu comesse a minha mãe enquanto sonhava. Atendi a chamada, era ela, minha mãe, que deve ter sido alertada por um sexto sentido de que seu filho estava prestes a cometer incesto. Evangelina — "Você está em casa? Espera aí, estou indo aí, preciso falar com você" — ela me disse. Ela chegou confusa, pensou que ia aproveitar aquele garoto por um tempo, mas ao se reencontrar, ele tinha mudado completamente. Para ele, ela tinha virado uma madura que ele só queria foder, e nada mais interessava.vadia
incestoBastian — Calma, mamãe — falei abraçando ela. Você não tá acostumada com esse tipo de vida. Sempre esteve em um relacionamento, mas esse comportamento masculino é comum. Evangelina — São todos uns mentirosos. Tô bem merecendo. Não vai acontecer de novo comigo. Bastian — Não se culpe, pensa no que isso gerou pra você. O fato dele ter se divertido não significa que você não tenha se divertido também. E com certeza ele não teria escolhido qualquer mulher, você impressionou ele. Evangelina — Tá falando sério ou só pra me consolar?mae e filho
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analBastian —Falando sério mesmo. Você tava tão gostosa que eu acabei dormindo e sonhei com você.
Evangelina —O que você sonhou? —perguntou curiosa.
Bastian —Não vou contar. É pesado demais.
Evangelina —Pesado como? Vai, meu bem. E a gente sai hoje à noite como você pediu. Vai me fazer bem.
Bastian —Então… Sonhei que te convidaram pra uma festa, eu te acompanhei, e na volta, você me seduziu e eu caí nos seus braços. E a gente fez amor.
Evangelina —E você gostou? —perguntou curiosa.
Bastian —Por mais estranho que pareça, sim —Diante da minha expressão séria, ele ficou desconfortável—. Te incomoda? Foi só um sonho…
Evangelina —Nada a ver. Vou te confessar uma coisa. Ontem à noite, quando fiquei com aquele cara, que pela idade me lembrava você, pensando no seu apoio, no seu ânimo, enquanto eu tirava a roupa, também pensei em você. Acho que o encontro nos surpreendeu tanto, que marcou nosso subconsciente.

Reservei para as 21h30 no Alduccio, um italiano que ela gostava, em frente ao portão 55 do estádio Monumental, onde eu assistiria ao primeiro jogo da temporada do River. Ficava bem perto de onde a gente morava na rua Príncipe de Vergara, e dava pra ir a pé em dez minutos. Avisei ela quando o jogo acabou pra já sair, e enquanto esperava, pedi uma taça de Verdejo bem gelado. Tava checando resultados de outros jogos no celular, quando instintivamente levantei o olhar e vi ela vindo caminhando pela calçada. Era ela ou alguém parecido? Meu Deus! Aquele visual não era por acaso, ela vinha imponente, maquiada, com um vestido vermelho justo até os joelhos, que tinha um decote amplo em triângulo e deixava os ombros à mostra. Os sapatos de salto combinando com o vestido e aquela forma estilosa de andar faziam ela parecer uma modelo de passarela. A galera que naquele momento saía do estádio virava pra olhar, achando que ela podia ser mulher de algum jogador do River.

Evangelina —Desculpa o atraso, mas já sabe como nós mulheres somos. Bastian — Já estou acostumado com a Tiziana, não se preocupe. Evangelina — Hoje à noite não existem nem Tiziana nem Martín no jantar. Somos um casal aproveitando uma noite de verão tão linda quanto esta. Pegando as duas taças de vinho que tínhamos, as levantamos e brindamos. Bastian — Pela minha paquera mais gostosa deste verão — brindei. Evangelina — Pelo meu pretendente mais gato. Ficamos contando coisas do verão que não havíamos contado, talvez porque nossa confiança era diferente. Ela teve uma pequena bobagem na praia sem chegar a nada com um cara do México que veraneava lá. Eu disse que em um rolê conhecemos duas senhoras da idade dela, e Pedro, que ela conhece bem, e eu ficamos com elas. Evangelina — Você gosta de senhoras da minha idade? Ou simplesmente se sente de alguma forma obrigado comigo por ser sua mãe. Bastian — Não me sinto obrigado a nada com você, que bobagem. Bom, algumas eu gosto, sim, se cuidam, mas não qualquer uma. Você está cada dia mais gostosa. Ao nos oferecerem as sobremesas, propus uma alternativa. Bastian — E se trocarmos a sobremesa aqui por uma bebida no Fortuny? Evangelina — Faz tempo que não vou, me parece perfeito. Ao entrar na área de drinks, lembrei que tinha ido lá com a Tiziana. Os lugares têm memória. Tiziana ficou de fora do nosso encontro como convidada indesejada. Hoje era hora de curtir a companhia da minha mãe, que tinha se vestido como uma diva para fazer daquela noite um momento especial. Evangelina — Lucas me abriu os olhos para um tipo de relação que nunca tinha imaginado, foi lisonjeiro, me pegou de surpresa, e estar nessa situação de instabilidade com seu pai, também reduziu meu senso de fidelidade. Bastian — Te ver com ele ontem à noite, sem saber por que, me excitou. Desejei ser ele. Felizmente a Tiziana teve pena de mim, e me convidou para ir a um hotel. Evangelina — É curioso, nunca pensei que pudesse ficar com uma pessoa sem querer. E menos ainda com alguém que tem um relacionamento na minha vida. Você acha que eu sou muito divertida? Bastian — Nunca foi. Sempre te vi como um protótipo de responsabilidade. Fico feliz em ver que você é humana. Embora hoje você esteja divina. Evangelina — Que bobo! Mas obrigada. No nosso papel de casal, e você fingindo me iludir, está mandando muito bem. Me consola que, se eu me separar de Martin definitivamente, terei um homem em casa. Bastian — Nem duvide! Eu estava com vontade de sair com você uma noite, e nos sentirmos livres, sem nenhuma ideia pré-estabelecida, mas não poderia ter imaginado que me sentiria tão bem. Evangelina — Comigo é a mesma coisa. Não te vejo como meu filho agora. Você é um garoto atraente, jovem, encantador com quem estou passando uma noite incrível. Era verdade o que eu estava ouvindo? … não restava dúvida, mas ela ainda era minha mãe! Intuiu que eu ia responder e me cortou. Evangelina — Cala a boca, Bastian! Não quebre a magia. Eu te atraio como mulher? Bastian — Mãe, eu… Ela me antecipou e colocou os dedos nos meus lábios. Deixou-os ali por alguns segundos. Eu os beijei. Evangelina — Evangelina. Hoje somos Evangelina e Bastian. Bastian — Concordo, Evangelina, a noite não poderia ser mais linda. E me sinto muito lisonjeado que uma mulher como você esteja jantando comigo. Não vejo em você a mãe, vejo uma mulher linda. Evangelina — Esse garoto me fez pensar que provavelmente perdi coisas na minha vida, e que ainda estou a tempo de viver. Paguei e fomos para casa. Bastian — Não sabia que você ia me convidar para subir na sua casa na primeira noite — disse rindo. Evangelina — Eu te disse que estava pensando em mudar. Por que não prepara dois bolka? — sugeriu enquanto tirava os sapatos e largava a bolsa. Bastian — Uma noite linda. Espero que possamos repetir — disse quando aproximei sua taça. Evangelina — Eu também, mas não dê a noite por terminada. Como colocar na equação de estar gostosa, o fato de que ela era minha mãe? Era evidente que naquele momento havia uma química brutal entre nós dois. Era uma noite de compartilhar pensamentos — olhei para ela fixamente, a excitação de ambos era notória. Bastian — Evangelina, antes eu não respondi diretamente à sua pergunta. Evangelina — Qual? Bastian — Se eu gosto de você… Evangelina — Você gosta de mim? — repetiu novamente. Bastian — Você me atrai demais. Não conheço uma mulher mais atraente que você… Não podia negar sua enorme sensualidade. Não havia planejado nada, mas se acontecesse algo porque ambos desejávamos, eu não iria frear. Senti minha ereção enorme ao imaginá-la como amante. Se ela pudesse ler meus olhos, saberia que eu estava dizendo que aquela noite eu queria comer ela. Ela reclinou a cabeça no meu peito. Deixei ela fazer, porque sabia que já não tinha volta. Evangelina — Você acha que vamos nos arrepender do que pode acontecer esta noite? Bastian — Pior seria nos arrependermos de não fazer nada, não acha? Aproximei minha boca da dela devagar para avisá-la e a beijei com a safadeza que ela me inspirava e com o medo de uma possível rejeição. Evangelina envolveu meu pescoço com os braços, puxou minha boca ainda mais para a dela e me devolveu um beijo apaixonado. Ao nos separarmos, ela sorriu. Bastian — Vamos esquecer por esta noite quem somos — sugeri. Evangelina — E ao acordar? Bastian — Imagine que eu sou um cara que você conheceu esta noite… se deixe seduzir! Evangelina — Eu não poderia ter conhecido ninguém como você, você seria o melhor… — sussurrou, desejando que eu vencesse sua resistência — Você quer viver uma história comigo? Bastian — Sim, quero viver, e lembrar para sempre. Evangelina — Então, vamos nos amar esta noite até nos condenarmos.madura
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incesto
mae e filhoEle presumiu que o acordo era total. Começou a me beijar com sede de beijos, enquanto eu, sem parar de beijá-la, puxei o vestido por cima dos seus braços, deixando seus seios sem sutiã à mostra, com apenas um fio dental entre nós. Havia uma fome contida nos dois, e começamos um banquete de carícias e beijos. Nossos lábios estavam encantados de se conhecer.Anal violento con mi madre por ser una puta infielBeijei ela por causa dos peitos, chupando os mamilos duros como quando era bebê, e fui subindo beijando pelo pescoço, enquanto apertava a bunda dela e a levantava sobre mim. O cabelo caía no rosto dela, ela estava solta, deixando todos os preconceitos para trás.anal
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mae e filhoToda a força do amor saía pela minha boca, em beijos. Nunca beijei com tanta doçura, tanta intensidade e por tanto tempo. Avançávamos como dois namorados em sua primeira noite nupcial. Preparei uma música que nos lembrasse daquele momento. Levantei minhas mãos, minha mãe gemeu de prazer ao apertar seus seios enquanto mordia e chupava um mamilo. Então ela tirou o thong e ficou completamente nua, me convidando a continuar o processo de comê-la, enquanto continuávamos nos esfregando gostoso ela começou a abaixar minha calça, ajoelhando-se na minha frente e puxando minha cueca, meu pau já duro de tanto atrito bateu no rosto da minha mãe, e ela começou a me fazer um boquete, adoro como ela está chupando meu pau, fazendo um deep throat, não cabia todo meu pau na boca dela. Minha mãe se levanta, começamos a nos beijar de novo, enquanto ela me masturbava, me diz para sentar no sofá, ela sobe em cima de mim enfiando meu pau na sua buceta, começando a cavalgar devagar primeiro, gemeu no meu ouvido, suspirou e disse: Deus, que gostoso! Me come, me come, mais, mais forte, Bastian. Levantei ela pela bunda, sem tirar meu pau de dentro, e sussurrei no ouvido dela. Bastian — Você gosta mais assim? Queria tanto te comer, e agora, até onde você quer ir? Evangelina — Até o infinito e além — ela respondeu num sussurro, rindo com felicidade.Anal violento con mi madre por ser una puta infiel
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vadiaBastian — Agora deixa comigo. Ela me abraçava pelo pescoço e com as pernas apertava minha cintura, enquanto nos beijávamos, meu pau ainda dentro dela, fomos em direção ao quarto dela. Joguei-a na cama de casal onde ela dormia com meu pai, segurei seus pés trazendo-a para perto de mim, comecei a chupar sua buceta metendo 4 dedos lá dentro, masturbando-a, e ela teve seu primeiro orgasmo, as pernas dela se dobrando de tanta excitação que eu causava com meus dedos e minha boca em sua vagina.

Evangelina — Você é incrível, Bastian, você é uma máquina sexual, com um pau enorme. Quero que você me coma todos os dias, bebê.

Bastian — Mãe, quero fazer seu bumbum, posso ou não? Enquanto enfiava minha língua no seu cu e esfregava seu clitóris com os dedos. Que delícia, mãe, que cuzinho gostoso você tem.

Evangelina — Mmmmm, ela gemeu. Não, filho, você está louco, por favor não continua, já chega, chega, quero que pare, depois a gente continua.

Minha mãe se virou na cama, me deu as costas. Segurei suas pernas, puxei-a para a beirada da cama e comecei a beijar suas costas descendo até a bunda, enquanto abria suas nádegas. Comecei a enfiar meus dedos no seu cu e cuspi para lubrificar, então me posicionei atrás dela, abrindo mais sua perna, começando a lubrificar meu pau com minha saliva, até que enfiei a cabeça do meu pau duro em seu cuzinho apertado.

Minha mãe soltou um grito de dor, dizendo para eu tirar, que estava doendo, e eu continuei penetrando até ter meu pau todo dentro dela. Minha mãe mordia a cama, enquanto eu segurava seus cabelos e dava tapas em suas nádegas, dizendo: "Você gosta, né, mãe? Você é uma putinha na cama, a partir de hoje você será minha putinha". E continuei metendo cada vez mais forte, até que jorrei sêmen em suas costas e me joguei ao seu lado, exausto de tanto meter na sua bunda. Enquanto a abraçava, ela segurava minha mão em sua bunda, e com lágrimas no rosto me dizia que quase nunca fazia sexo por ali, que doía bastante por causa do tamanho do meu pau. 23 centímetros bem grossa. Bastian —Adorei te comer, gata, você é uma mulher muito atraente e linda, o bobão do meu pai não soube aproveitar esse seu corpo lindo que você tem, eu é que te comeria todo dia e em qualquer lugar. Evangelina —É a melhor foda da minha vida, filhooooooooo.incesto
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madura
vadia
incestoBastian — Aproveita, porque ainda falta o melhor. Nos beijamos na cama enquanto eu apertava a bunda dela, e ela começou a me masturbar. Ficamos deitados a noite toda até o outro dia. Eu não sabia se voltaria a viver momentos tão maravilhosos. Só sabia que meu prazer era infinito e a beleza dela, insuperável. De manhã, levei uma bandeja até a cama com café e suco. Quando me viu, ela reagiu na hora. Eu sabia que levar café da manhã para uma mulher era um plus, e se ela tivesse sido bem comida, era definitivo.

Evangelina — Você pretende lavar a culpa com um café da manhã? Ainda estou nas nuvens e, por mais estranho que pareça, não me sinto mal pelo que fizemos ontem à noite.

Bastian — Mãe, não tem nenhuma culpa. Nós dois assumimos, e não poderia ter sido mais lindo do que foi entre nós dois ontem à noite.

Evangelina — Você gostou mesmo? — disse envergonhada, cobrindo os peitos com o lençol.

Bastian — Foi uma noite muito completa, você foi uma parceira ideal no jantar, divertida e muito gostosa e super sexy na cama. Eu me diverti muito, com você é incrível.

Evangelina — Eu penso igual, sentir você dentro de mim foi incrível. Ontem à noite eu estava enfeitiçada, mas agora não tenho desculpa, estou acordada. Foi uma loucura o que fizemos, filho!

Bastian — Vamos fazer o seguinte: vamos deixar continuar, enquanto durar o feitiço. Enquanto a gente curtir como um casal, não só na cama. A conversa, o cheiro marcante dela e a maciez da pele, inevitavelmente, eu comecei a ficar excitado de novo com a minha mãe, e meu pau já quase duro começou a sair pela cueca, a cabeça inchada de tanta excitação que me dava ver minha mãe pelada, se cobrindo com o lençol.

Evangelina — Então posso continuar aproveitando esse pauzão gostoso que dá pra ver aí, filho?mae e filho
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madura
vadiaBastian — É toda sua, gata, por ter sido tão maravilhosa. Só um otário pau curto como meu pai Martín se contentaria com só uma noite com você. Você tem o dia todo livre, Mãe, sirva-se e aproveita esse pau aqui, enquanto eu vou tirando ele e já começo a bater na minha mão com meu pau duro. Ela não tinha sido a mulher mais liberal do mundo, nem tão conservadora no aspecto sexual. Mas era evidente que a situação era incomum e dava pra classificar de tudo, menos de conservadora, e ela pensou que, se tinha chegado até ali, não ia parar. Evangelina — Relaxa, filho. Eu cuido do resto.incesto
mae e filhoMinha mãe se sentou na beirada da cama, deixando o lençol cair enquanto colocava a bandeja do café da manhã na mesinha de cabeceira, com seus seios lindos balançando. Ela estava nua como na noite passada, e me disse: "Este café é melhor que o outro", agarrando minhas pernas e me puxando para perto dela. Minha mãe começou a puxar minha cueca, que já estava pela metade das minhas pernas, e sem pedir permissão, enfiou meu pau todinho na boca, fazendo um deep throat. Não cabia tudo, e ela começou a engasgar, babando no meu pau inchado de tanto que ela chupava. Ao mesmo tempo, começou a mamar devagar, como se estivesse comendo um sorvete de morango. Ela, uma mulher madura com 3 filhos, estava na cama com um homem trinta anos mais novo que ela e que o marido dela, fazendo-a sentir algo que achava nunca ter sentido com o esposo em todos os anos de casamento. Era uma mistura de desejo, paixão, luxúria, e o que a atraía tanto era o pau enorme de 23 centímetros e grosso que seu filho carregava na idade dele. Ela estava indo contra tudo. Tinha se deixado foder pelo filho mais velho, e naquele momento estava comendo o pau do seu filho, o tinha à sua mercê.Anal violento con mi madre por ser una puta infielEu via sobre ela uma mulher rebelde, que havia decidido dar vazão aos seus desejos, e eu era o sortudo com quem ela estava curtindo sua tesão. Que bom trabalho aquele cirurgião fez, os peitos dela não me deixavam ver o boquete que minha mãe estava me dando, e ela começou a fazer um espanhola nos seios dela, enquanto eu segurava seu cabelo loiro, fazendo ela engolir todo o meu sêmen. Ela passava a língua na cabeça do meu pau, saboreando a porra que escorria. Ontem eu não tinha percebido a linha fina que a cesárea da minha irmã deixou na pele dela. O prazer que senti ao ver minha mãe, uma verdadeira puta incestuosa para um cara mais novo, uma mulher muito gostosa para a idade dela, chupando meu pau, me levou às portas do céu enquanto ela continuava engolindo meu pau lubrificado de saliva e sêmen. Como eu achava que ainda não tinha acabado e que ainda não merecia, quis ir para o próximo nível com a puta da minha mãe e, desajeitadamente, segurando seu pescoço, dando uns bons tapas no rosto e nos peitos dela, tirei meu pau da boca dela e, batendo com meu pau lubrificado na saliva dela, eu disse...anal
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vadiaBastian — você gosta mesmo de ser tratada como uma puta na cama? Ela só me olhava com os olhos cheios de lágrimas, eu repeti, já que ela não me dizia nada: você gosta, né? Vai, responde, puta, puta, com quantos jovens você ficou se esfregando na nossa cara. Evangelina só me encarava, eu a levantei pelo pescoço, comecei a chupar seus peitos enquanto mordia seus mamilos, dei tapas em seus seios e sussurrei no seu ouvido: vou arrombar seu cu até você me dizer com quantos jovens como eu você traiu meu pai, porque não deve ser o primeiro que te peguei na balada sexta-feira, né? Como aquele que se chama Lucas? É verdade, né, mãe? Ele te comeu como eu estou te comendo agora? Ou será que o viado só esquentou a bucetinha?incesto
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anal
maduraEla ficou quieta, sem acreditar que eu a trataria como uma vadia infiel. Virei ela para mim, enfiei meu pau bem duro na boca dela, me movendo devagar. Comecei a beijar seu pescoço suavemente enquanto enfiava um dedo na sua buceta molhada pelo tesão que sentia ao ser tratada do jeito que sempre imaginou — maltratada por seus amantes. E nunca imaginou que seu próprio filho a possuiria assim. "Mãe, que gostosa você está assim, quietinha", enquanto pedia para ela ficar de quatro na beirada da cama. Sussurrei no ouvido dela, por trás: "Vou arrombar seu cuzinho, mamãe, já que o corno do meu pai nunca fez como eu vou fazer agora".vadia
incestoMinha mãe já de quatro na cama, enfiei minha cabeça entre suas pernas e ela expressou sua aprovação abrindo mais as pernas com as mãos, abriu as nádegas sem me dizer uma palavra. Comecei a chupar seu cuzinho, metendo a língua como se estivesse fodendo ela, com uma mão enfiava meus dedos um por um até meter três dedos na sua bunda apertada, e com a outra mão esfregava seu clitóris como um louco demente por aquela mulher que era minha mãe biológica, e comecei a sentir seus fluidos quentes escorrendo pela sua vagina, e a ouvi gritar de prazer enquanto suas pernas se torciam e tremiam debaixo de mim. Fiquei de pé, colocando meu pau em cima do seu cu já dilatado e montei em cima da minha mãe enquanto esfregava o pau duro sobre sua vagina, e comecei a enfiar a cabeça no seu ânus, cuspi entre a cabeça do meu pau e seu cu e comecei a penetrar devagar até que meu pau começou a entrar apertado na sua bunda. Eu a bombava cada vez mais rápido. Minha mãe fechou as pernas enquanto soltava um grito dizendo: Evangelina — Aaah, filho da puta, você está me machucando! Devagar, devagar, por favor, está doendo muito, está doendo, querido, para, por favor. Comecei a bombar mais e mais forte, tirava o pau e colocava de novo, assim mais umas cinco vezes. Evangelina — Aaah, sim, sim, filho, assim, me dá devagar, me dá mais prazer, continua, continua, estou gostando, mas está doendo. Bastian — Essa linguagem é a que você ensina aos seus filhos, sua vagabunda?mae e filho
Anal violento con mi madre por ser una puta infielEvangelina — Não tenho filhos, sou uma mulher no cio fodida por um garotão. Nunca tinha curtido tanto ser comida e maltratada por alguém jovem como você. Parei de me foder quando senti que já estava quase gozando, me joguei ao lado dele e começamos a nos beijar. Ela subiu em cima de mim, colocando seus peitos na minha cara. Comecei a chupar quando era um bebê, enquanto sugava seu mamilo saía leite dos seus peitos e a hidratação que o exercício exigia, que ao me foder me produzia. Quanto mais sede eu tinha, mais bebia seu leite e mais sugava e apertava forte seus peitos. Minha mãe começou a gemer mais e mais alto. Eu sugava mais seus mamilos, acelerando os movimentos com minha boca enquanto mordia e esticava com os dentes os mamilos. Evangelina — Que gostoso, filho, como eu gosto de ser comida assim. Sou sua própria mãe que é uma puta infiel só para você, filhinho da mamãe. Estava impressionante a foda, muito selvagem, com os olhos cheios de lágrimas, gemendo e gritando como uma verdadeira puta, e como uma autêntica rainha. Mudou de posição, parando em cima de mim, eu olhava de baixo seu corpo estupendo, minha mãe colocou suas mãos na cabeceira da cama ajoelhada no travesseiro me oferecendo sua bunda maravilhosa de novo. Evangelina — Mmm, meu filhinho Bastian, quero sentir seu pau enorme na minha bunda outra vez, me come como você sabe na minha bunda, bebê?anal
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incestoSem pensar duas vezes, me posicionei na cama atrás dela, agarrando-a pelos cabelos. Enfiei meu pau novamente no seu cu já aberto da bombada de alguns minutos atrás. Comecei a penetrá-la rapidamente, sem parar, desesperado para arrombar aquela raba da minha própria mãe, e incentivando-a a curtir a foda que eu estava dando e a acompanhar meu ritmo com o corpo.

Apertava os peitos dela com as mãos, enquanto tirava meu pau do seu cu aberto e dilatado. Esfregava o clitóris dela com a cabeça do meu pau enquanto a penetrava pela buceta, e depois voltava a enfiar no seu cu. Ela chegou no auge do prazer, gemendo sem se importar se as filhas dela poderiam chegar na casa da mãe. Tirei meu pau de novo e esfreguei nas costas dela, ouvindo seus gemidos.

Quando senti que ela estava quase gozando, comecei a acelerar as bombadas no seu cu e eu também senti que estava quase explodindo. O boquete gostoso que ela tinha me dado me deixou muito excitado e fora de controle, e ao mesmo tempo eu não queria parar de comer ela. Ela estava numa posição deliciosa que deixava a linda raba dela bem exposta, e eu queria continuar bombando minha querida mãe, que estava muito putinha, toda entregue a mim.mae e filho
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analEla se virou e gozou, o que me excitou ainda mais ao ver como ela chegava ao orgasmo e suas pernas começavam a tremer enquanto ela gemia, jogando a cabeça para trás. Eu continuei penetrando sua bunda sem piedade, ela já estava exausta de ter gozado três vezes de manhã sem nem ter tomado café da manhã. Tirei meu pau prestes a gozar, agarrei seus cabelos e a fiz sentar na cama, batendo com meu pau no rosto dela. Ela começou a chupar, me masturbando com a perversão acumulada durante a sessão de sexo desenfrenado que estávamos tendo.madura
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incestoBastian — vou te perguntar de novo, puta: com quantos jovens você traiu o pau pequeno do meu pai? Responda, puta.

Enquanto apertava seu pescoço e dava tapas em seu rosto, ela, com um sorriso de vadia no rosto, começou a gozar em jorros, enchendo todo seu rosto e cabelo de sêmen.

Evangelina — Com quantos você acha que, eh, eu transei, Bastian!

Ela ri enquanto chupa a cabeça da minha pica, sugando até a última gota de sêmen que saía de mim. Ela se levantou, me abraçou, tirou uma força e me jogou arrogante na cama, dizendo:

— Por que você me trata assim? Não sou uma mãe ruim para você, ou sou, amor?

E ficamos abraçados um tempo, nos beijando e também nos apalpando por todos os lados. E enquanto nos apalpávamos, começou uma conversa que era inevitável e muito quente: ela me contava como encontrava outros pelas costas do meu pai.

Bastian — Eva, eu gostaria de continuar mantendo esses encontros, mas sem obrigações, e se você estiver a fim.mae e filho
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analEvangelina — Você vai me comer sempre que quiser, bebê. Quero aproveitar um sexo gostoso com um garanhão e uma rola bem dotada como a sua, meu amor — ela pediu com um sorriso no rosto, mordendo os lábios.
Bastian — Vamos transar em todo lugar! — aceitei a proposta dela, agarrando sua bunda e dando um beijo. Eu não sabia quanto tempo duraria essa putaria com a putinha da minha mãe, mas sabia que me sentia muito feliz em transar com ela, uma mulher madura de 42 anos, prestes a se separar do pau pequeno do marido que preferia outra em vez da mulher fogosa e quente que tinha ao lado, e ainda por cima ela tinha um corpo bem cuidado pela academia, parecendo uma novinha da minha própria idade.madura
vadia
incestoEvangelina -- vou tomar um banho, meu amor. Estou me sentindo muito cansada. Me dando um beijo na boca, minha mãe foi em direção ao banheiro, enquanto ela se vira como se me convidasse para segui-la. Me levantando e aceitando o convite, fui atrás da minha mãe, vendo o espetáculo de uma mulher se masturbando no chuveiro. Me aproximei dela, colocando meu pau mole para que ela começasse a chupar, até que meu pau endurecesse ainda mais dentro de sua boca. Eu gemia de prazer que minha mãe me dava. Bastian -- aaaah que delícia, mãe, como você engole meu pau todo, adoro te ver assim.mae e filho
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analMinha mãe se levanta me abraçando, começamos a nos beijar, enquanto ela se vira rebolando a bunda no meu pau. Eu apertava os peitos dela enquanto começava a penetrá-la pelo cu bruscamente, as nádegas dela batendo na minha pelve. Minha mãe me pedia para continuar, para meter mais forte, ela gemendo como uma puta no cio. Enquanto isso, ouvimos vozes dizendo: "Tem alguém em casa? Já chegamos, mãe! Com os avós, mãe! Eva, cadê você?", dizia meu avô, o pai da Evangelina, minha mãe.madura
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Anal violento con mi madre por ser una puta infielEvangelina -- chegou o Bastian! Vai pro seu quarto rápido, pra ele não te ver.anal
madura
vadiaMinha mãe, vestindo um biquíni, foi em direção à piscina, enquanto o Bastian saía do quarto dele com uma sunga e foi até a piscina onde a Eva estava, fazendo de conta que estava tomando banho na piscina.incestoEnquanto suas duas filhas e uma sobrina que chegaram com os pais cumprimentavam a Eva, e começaram a brincar e aproveitar o lindo dia em família, eu colocava as mãos nela escondido para minhas irmãs não verem e sussurrava no seu ouvido que queria aproveitar aquele rabo de novo. Ela ria me empurrando e ao mesmo tempo roçava minha pica com a mão, fingindo ser boba, e continuava brincando com minhas irmãs, fazendo uma pirâmide humana. Eu a levantei nos braços e na minha mente imaginava que a levava para meu quarto para comer ela, não me importando que minhas irmãs e parentes estivessem em casa.mae e filho

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