Este relato não é meu, mas é uma das melhores coisas que já vi escritas sobre o tema cuckold.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Olá, me chamo Manuel, tenho 27 anos, sou um cara normal, gente boa, com um emprego estável, gosto de me cuidar e ir à academia, e digamos que tenho uma vida organizada. Ainda moro na casa dos meus pais, mas espero que em breve eu e minha namorada possamos morar juntos.
Estamos muito apaixonados, ela é uma gostosa, moreninha com cabelo liso na altura dos ombros, magrinha mas com curvas, uns peitinhos deliciosos com mamilos bem sensíveis e uma bunda de infarto. A boca dela é divina e os lábios são um sonho.
Amo ela com toda a minha alma, mas muitas vezes quando estamos transando, sinto que ela precisa de mais, e há meses isso fica na minha cabeça e eu fantasio que adoraria ver outro cara comendo ela.
Cada vez que a gente fode, a ideia fica se torcendo na minha cabeça e, a cada vez, a fantasia vai aumentando. Eu imagino ela com algum cara mais velho, um porco, que seduz ela e usa ela na minha frente, fazendo ela gozar como eu nunca vou conseguir.
Aos poucos, nas nossas fodas, comecei a sugerir sutilmente que queria vê-la gozar ainda mais, que desejava ver como ela ficava exausta de tanto transar, e até cheguei a dizer pra ela imaginar como seria foder com outro cara mais dotado e com mais resistência do que eu. Um cara fodedor e safado que metesse muito nela. Eu percebia como ela ficava ainda mais molhada, e a merda é que, ao notar isso, eu gozava antes do tempo, sentindo que, apesar das palavras dela me acalmando, ela ficava com muita vontade de continuar.
Eu tava cada vez mais obcecado com isso. Aos poucos, ela também entrou na onda, seguindo a fantasia. O problema é que eu cada vez gozava mais rápido e tinha que chupar a buceta dela enquanto ela se masturbava pra conseguir deixar ela satisfeita, ou quase, porque, apesar das palavras dela, eu sentia que ela queria mais.
Chegou a época das férias. Eu tava louco pra poder dormir todas as noites com ela e a gente poder foder todo dia.
A gente tinha alugado uma casinha tipo bangalô num camping em El Palmar, Cádiz. Tinham falado muito bem daquela região e das praias maravilhosas, até tinha área de nudismo. A gente nunca tinha feito nudismo, mas só o tesão de pensar que outros caras podiam olhar pra ela se eu convencesse ela já me deixava com o pau duro.
Chegamos ao meio-dia de segunda-feira, estacionamos o carro pra descarregar e arrumamos tudo no bangalô. A gente tava doido pra ver a praia, então vestimos os sungões. Eu coloquei uma sunga surfista e minha mina estreou um biquíni branco super pequeno, com lacinhos nas laterais e triângulos minúsculos cobrindo os peitos divinos dela. Ela arrumou direitinho pra não aparecer nenhum fio de cabelo da bucetinha depilada e aparada dela. Eu adorava o pelinho curto da buceta divina dela, adorava gozar nele.
Assim que saímos, fui tirar o carro e levá-lo pra A área de estacionamento, mas outro carro tava me bloqueando, era um táxi de Madrid. Tentei procurar o dono com o olhar, mas como não vi, buzinei.
Minha mina tava do lado do táxi, vendo se a porta tava aberta, quando do bangalô colado no nosso saiu um cara de uns cinquenta e poucos anos, fazendo gestos com as chaves e falando:
- Já vaaai, já vaaai, calma aí, vizinho.
O cara era grandão, com uma boa barriga, vestindo um short curto e largo e uma camisa havaiana aberta, mostrando o peito e a pança.
Quando chegou perto da porta do táxi dele e viu minha namorada, o filho da puta passou o olho nela com gosto e com muito descaramento, olhando fixo pras tetas dela, mordeu o lábio e piscou um olho.
Minha namorada ficou perplexa com a cara de pau e me olhou ruborizada. Eu fiz um sinal pra ela não ligar e tiramos os carros.
Ela foi pra porta do camping e eu voltei pro bangalô pra deixar as chaves do carro e fechar a porta. Enquanto eu tava nessa, o taxista saiu do dele e, me dando um tapinha nas costas com a maior cara de pau do mundo, soltou:
- Que pedaço de buceta gostosa que você tem, mano, e ainda vai estar comendo ela aqui do lado, que dá pra ouvir tudo. Vocês vão me fazer passar as férias na punheta, hahaha.
Não soube o que dizer, só sorri e completei, pagando de fodão:
- Não, cara, fica tranquilo, sabendo que você ia sofrer, eu comi ela devagar.
Aí o filho da puta completou:
- É por isso que vocês, jovens de hoje, tão assim, transam devagar e no final a gente, os coroas, tem que dar o que é delas. A propósito, me chamo Pablo.
Me estendendo a mão, eu apertei, dizendo meu nome, e de novo sorrindo com cara de bobo pelas palavras diretas dele. Ele tinha mãos grandes, calejadas, apertou forte, era um cara seguro de si. Com um "prazer", virou pro bangalô dele.
Fiquei meio atordoado, a atitude dele e as palavras ecoavam na minha cabeça e, inconscientemente, não sei por que, no meu pau. Já tava imaginando comendo minha mina e o porco batendo uma nos ouvindo.
Corri até minha namorada, e de mãos dadas descemos pra praia. Ela me disse:
- Que porco aquele taxista, me Ele olhou pra mim como se fosse me estuprar, aquele porco, e ainda mordeu o lábio fazendo pose de sexy. Me deu um nojo...
Não quis botar lenha na fogueira e tentei amenizar:
- Nãooo, mulher, é normal, você é muito gostosa e um cara tão bronco assim, ao ver um docinho como você, é normal que se excite.
Minha namorada sorriu e balançando a cabeça me disse:
- Você fala isso porque estava no carro e não viu, mas enquanto me olhava, ele se tocou nas partes e devia estar sem cueca, porque pegou numa coisa bem grossa.
Fiquei chocado. O filho da puta tinha ido com tudo, mas principalmente como minha namorada reparou no que ele pegou, e se era grande ou não, e se estava ou não de cueca.
Não consegui dizer nada, mas um arrepio percorreu minhas costas, chegando até meu pau, que ficou duro num segundo.
O que estava acontecendo comigo? Uma luta interna na minha mente batalhava pra dar vazão às minhas fantasias, mas por outro lado eu pensava, porra, com um porco daquele?
Tentei me livrar dos meus pensamentos e caminhamos pela praia pra ver onde a gente se instalava.
Chegamos na área nudista e jogamos as toalhas, tinha muita gente pelada e outras não, então não desentonamos.
Ao ver todas as garotas de topless, não foi difícil convencer minha mina a também ficar.
Relaxamos comendo algo e bebendo umas cervejinhas. Não costumamos beber normalmente, então o álcool nos deixa brincalhões.
Nos esquentamos bem passando protetor, primeiro ela em mim e depois eu nela. Quando terminamos, minha ereção estava evidente, então fui dar um mergulho. A água estava bem longe, porque a maré estava baixa.
Fiquei um bom tempo na água pra baixar a ereção e o calor. Depois de um tempo aproveitando o banho, olhei pra onde estávamos.
Pra minha surpresa, nosso vizinho estava de pé na frente da minha namorada conversando com ela, com as mãos na cintura. Ela estava deitada, apoiada nos cotovelos e com a mão na testa pra não bater sol nos olhos. Me mosquei um pouco e resolvi sair da água pra ver qual era a fita.
Enquanto eu ia andando, parei seco. Lá na distância, o taxista enfiava a perna dele entre as pernas da minha mina, na altura da panturrilha, e mexia de um lado pro outro pra ela abrir as pernas. Minha namorada deixava rolar e se escancarava toda na frente dele.
Fiz que não vi nada, a história já tava me deixando muito excitado. Ver aquele gorila velho na frente da minha mina delicada naquela posição me deixou a mil. O taxista avançou mais um pouco e colocou os dois pés na altura dos joelhos da minha garota, continuando a conversar com ela. Seja lá o que ele tava falando, ela tava gostando, senão já tinha mandado ele tomar no cu.
De repente, o cara se abaixou um pouco e eu vi ele pegar nos bicos dos peitos dela, tocando de leve. Resolvi avançar, tava me sentindo mal. Quando já tava no meio do caminho, ele deu um apertão forte que fez ela dar um pulo procurando as mãos dele, e com passo ligeiro ele foi pro quiosque que tinha na parte de trás da praia.
Minha namorada tava vermelha que nem um tomate, me olhou com muita vergonha, porque sabia que eu tinha visto tudo. Ela reparou na minha barraca armada e fez uma cara estranha.
Com calma, sentei do lado dela e, sereno e disfarçado, falei:
- Que que rolou? O que o vizinho queria? Ele ficou maluco por sua causa.
Ela, surpresa, me olhou:
- Que que rolou? Se você viu tudo... Mas beleza, vou te contar:
Quando você foi pra água, ele passou meio disfarçando, mas acho que tava nos procurando. Ele me olhou, chegou perto e falou: "ahhh, ô gostosa, desculpa aí pela outra vez... de te olhar daquele jeito com cara de tarado, mas é que com tanta mina gostosa que tem aqui sempre, nunca vi uma bucetuda tão gostosa que nem você, e como eu desconfiava, olha só, viu? Os peitinhos mais gostosos de toda a praia", o porco apontando pros meus peitos e eu falei: Acho que o senhor tá passando dos limites, dá o fora ou chamo meu namorado e a gente arma uma confusão. por guarro.
Mas, longe de se dar por achado, me responde: "Teu namorado? Mas se ele tá vendo tudo da água, mais ainda, quando foi deixar as chaves do carro eu falei de um jeito sutil que adoraria te foder bem fodida e te dar muito de rabo, que senti tua falta, e o filho da puta ficou de pau duro, percebi na hora. Mais ainda, bem que você reparou quando eu agarrei isso aqui."
E puxou o pau pra fora do short. E continuou:
"Fica sabendo que ele quer que eu te coma, e tenho certeza que você também já quer." E abriu minhas pernas e amor, quando ele disse que você tinha falado pra ele, pensei que vocês tinham combinado e ao te ver parar enquanto se aproximava, me deixei levar, e claro, olha como tô de calcinha, encharcada. E quando ele pegou meus mamilos, só tocando neles e olhando pra você, gozei na hora que ele apertou.
Um calor insuportável me dominava, o filho da puta tinha me molhado bem. Mas minha namorada... gozar só com um beliscão nos mamilos?
A situação me dominava. O que tanto fantasiei estava se realizando, mas não sabia como lidar, me assustava um pouco, embora o tesão fosse maior.
- Então, o que cê acha, ele mostrou o pau? Quer continuar o jogo? Sei lá, a gente faz o que você quiser. Pra mim é uma fantasia te dividir com outro e você gozar ao máximo, e sinceramente, mesmo o cara não sendo o que eu imaginava, se pra você tá de boa...
Consegui falar como se eu tivesse no controle. Ela foi sincera e sensata:
- Não sei, Manu, essas coisas me dão medo, medo de que nossa relação se quebre por algo assim. Eu te amo e vou ser fiel até morrer. Por outro lado, se é uma fantasia sua me ver com outro cara, pra ser sincera, prefiro um cara experiente e que não queira nada além de sexo, que no fim é o que você quer, me ver gozar muito sexualmente. Eu faço o que você mandar.
O que tanto sonhei, tava bem aqui, mas ela tinha razão, não podíamos arriscar. perigo, nosso amor, então eu tinha que estar à altura.
- Fica tranquila, minha vida, só curte e se solta. Tô contigo e isso fica só entre a gente, sem cobrança nem merda nenhuma.
Minha namorada me beijou com paixão, e a gente se falou "te amo".
Voltei à realidade do momento:
- O que ele te disse? Ficou em algo ou a gente segue na nossa e vê no que dá?
Minha mina, olhando pro quiosque atrás do taxista, me respondeu:
- Ele disse que ia pegar uns mojitos e que já voltava, que com certeza a gente precisava conversar sobre o que rolou e que ele decidiria quando trouxesse os mojitos.
De novo, fiquei surpreso com a atitude do cara. Ele sabia o que tava fazendo e já tinha nos sacado na hora que nos viu.
Apareceu com uma caixa térmica, falando que não ia dar dinheiro pra aqueles filhos da puta caros, e tirou copos, gelo, rum, limão espremido e açúcar. Preparou uns mojitos bem fortes e, dando um pra cada um, a gente tomou um gole.
Ele sentou do lado da minha namorada, deixando ela no meio, e levantando os copos a gente brindou. Assim que dei um primeiro gole bom, Pablo falou:
- Vejo que vocês conversaram e sinto que a gente vai se divertir pra caralho, principalmente você, gostosa. Você, amigão, olha e presta atenção pra ver se aprende alguma coisa, que pelo menos te sirva pra saber cuidar da sua namorada e tratá-la na cama, porque não sei se você sabe que essas mosca-morta depois são as maiores putas.
A expressão fez minha namorada corar, ela ficou incomodada, e eu fiquei de pau duro. O filho da puta enfiou a perna entre as pernas da minha mina e, puxando ela pra perto, a obrigou a abrir as pernas de novo. Pegou a sunga pela parte da frente, enfiou os dedos e me disse:
- Ela te mostrou como tá encharcada de gozar? E isso que eu só dei um puxão nos bicos dos peitos dela, mas acho que o que mais excitou ela foi ver a pica que vou meter em todos os buracos, né, gostosa?
Olhei pra minha namorada, ela tava de olhos fechados. As mãos de Pablo por cima do tecido e o efeito do Ron a tinham acendido. Ele riu:
- Viu o que eu falei? As mais putas.
E me entregando a taça na mão pra eu segurar, ele se virou pra minha preciosa e indefesa namorada e deu um beijo obsceno na boca dela, colocando a língua pra fora e lambendo os lábios dela.
Enfiou os dedos no biquíni e, sacudindo ela numa punheta violenta que mexia o corpo inteiro, minha mina gozou de novo, dando tremores e espasmos no meio da praia, e soltando um "siim" abafado na boca do Pablo.
Ela se deitou de olhos fechados. Ele, sorrindo de novo, falou pra mim:
- Viu? Você nunca fez ela gozar tão forte e rápido na sua vida.
O filho da puta tinha razão, não tinha mais volta, ela era dele e eu queria ver até onde ele ia levar ela.
Pablo se levantou. O volume na calça dava medo. Eu queria ver a piroca que ele ia meter na minha mina. Ele deve ter visto na minha cara.
- Gostosinho, vem, vamos pra água, que vou te foder um pouco pra ir te preparando pra essa noite.
E puxando o pauzão pra fora, fiquei assustado vendo aquilo. Media fácil uns 20 ou 21 cm, mas o pior é que era muito grosso, tipo um copo de vidro. Minha rola do lado era um pirulito.
Ele deu a mão pra minha namorada pra ajudar ela a levantar, e de mãos dadas foram pra água. Minha mina se virou:
- Vem, corre, e aí a gente vê o pôr do sol na água, nós três.
Não hesitei e fui com eles. Entramos brincando os três, jogando água e curtindo o banho. Minha namorada subiu em mim, me envolvendo com as pernas.
- Você tá o tempo todo duro, amor, quer me foder um pouquinho agora?
A gente se beijando. Eu tava louco de tesão, passando a mão nela e esfregando a rola.
Pablo se aproximou por trás dela e minha mina deu um pulo:
- O que foi, putinha? Nunca enfiaram um dedinho no seu cu? Você é bem apertadinha.
Realmente, nunca tinha brincado com o cu dela, ela sempre recusou carícias naquela área, e claro que nunca enfiei nada lá.
Enquanto eu tava Ele chupava a boca dela, ele, colado atrás, mordiscava o pescoço e as orelhas dela. Eu tava com ela por cima de mim, segurando ela pela bunda, e o Pablo passava a mão nela em todo lugar.
Enquanto isso, ele sussurrava no ouvido dela:
- Eu gosto de cuzinho virgem e apertado, cê vai ver que gozada boa tu vai ter quando eu te comer direitinho. E hoje à noite, quando eu for no teu bangalô te foder, esses pelinhos que tu tem na buceta e no cu tu tira ou eu não vou te foder, porque tu quer que eu vá, né?
Minha mina, de novo em êxtase, de olhos fechados, tirou a boca da minha e deu um tímido "siim".
Ele, insatisfeito, insistiu:
- Só um siim? Isso não me serve, quero que teu namorado ouça bem claro o que tu quer e o que tu vai ser pra mim.
Minha namorada, com os olhos vermelhos de tesão pelo roçar no meu pau e as mãos do taxista enfiando em todo canto, falou:
- Quero que me faça de putinha e me foda até eu não aguentar mais.
- E eu vou fazer de ti o que eu quiser na frente do corno do teu namorado, e tu só vai deixar fazer como uma boa vadiazinha, certo?
- Sim, cê vai fazer de mim o que quiser e eu só vou gozar pra tu ver, Manu.
E, pegando ela pelas axilas, tirou ela de cima de mim e colocou ela em cima dele. Ela abraçou ele com pernas e braços enquanto dava um beijão nele. O Pablo enfiou as mãos por baixo pra afastar as sungas e, tirando a boca da minha mina, disse:
- Olha bem pra cara dela, corno, porque hoje vai meter um pau de verdade na tua namorada.
E, num movimento, abraçou minha mina forte, que fez cara de espanto e medo ao sentir aquele rabão entrando na buceta.
Com força, enfiou ele inteiro. Minha namorada mordia o lábio e balançava a cabeça. Ele deu um puxão forte pra baixo:
- Não cabe mais na tua gostosa, quase enfiou inteiro.
Começou a bombar bem devagar, fazendo ela sentir o pepinão bem enfiado. Só consegui falar pra minha mina:
- Tá bem, amor?
Ela, com cara desfigurada e aguentando as lentas, mas fincadas profundas do Pablo, ela respondeu ofegante:
- Meu amor, me preenche, me arranha tudo, eu gozo.
E com os olhos virados, minha namorada gozava de novo, buscando a boca do taxista com desespero.
- Viu, Manolito? Já gozou três vezes em pouco tempo, e ainda nem comecei direito com ela. Sabia que essa puta precisava de macho.
Minha namorada continuava abraçada nele, queria mais, tava claro pelo jeito que me olhava, descontrolada de prazer e rendida ao macho.
Ele puxou as laterais da sunga da minha mina e me entregou, deixando ela pelada. Com as mãos enormes, começou a abrir as nádegas dela e a brincar com os dedos no cu.
Marcando ele o tempo todo o ritmo, começou a meter mais forte, tirando e enfiando o pauzão inteiro. Minha namorada procurava a boca dele de novo, mas ele parou as estocadas e, enfiando um dedo no cu dela, disse:
- Sabe que vou foder teu cu de puta virgem, sabe, né? E que vai doer pra caralho, mas você vai morder o travesseiro forte pra não gritar. Não vai, puta? E você tá morrendo de vontade, tá desejando que eu arrebente todos os seus buracos e que o corno do teu namorado veja o quão puta você é, né?
Minha namorada, diante das palavras dele, tomou as rédeas da cavalgada. A cada frase dele, ela tremia mais e acelerava o ritmo. De repente, ele agarrando ela com força, parou a foda com o pau enfiado e disse:
- Ou você diz sim pra tudo ou acabou a trepada. Entendeu, puta?
Minha mina deu um beijão nele com gana, levantou a cara e me olhou fixo, dizendo:
- Me fode do jeito que quiser, e me arrebenta como quiser na frente do Manu, mas por favor, nunca para de me foder.
Ele, com fúria, começou a meter com tudo, e de novo minha namorada se derretia nos braços dele, gozando pela quarta vez, tremendo, com arrepios.
Acariciando ela como se fosse uma criança, ele tirou o pau de dentro e, me olhando com arrogância, disse:
- Já viu, amigo Manu, tenho carta branca pra fazer da tua namorada o que eu quiser. Sai da porra, e você vai ver tudo em close.
Ele saiu um pouquinho em direção à margem com a minha mina pela mão. Eu ia atrás. Quando a água batia na metade da coxa dela, ele parou. Continuava com o pau durasso. Minha mina também estranhou, achou que o taxista tinha gozado, mas com a água ela pensou que não tinha percebido.
Ele virou de costas para a areia e me mandou ficar do lado dele. Eu também tava com o pau duríssimo.
Com um gesto, minha mina ajoelhou:
- Vamos ver como você chupa um pau, gostosinho. Cuidado com os dentes e abre bem a boquinha, quero que engula até onde der. Você, cornozinho, bate uma, quero ver como esse pintinho cospe porra.
Minha mina começou o serviço. Ele controlava a cabeça e a boca dela. Eu batia uma devagar, curtindo o espetáculo.
Num dado momento, ele afastou ela do pau e com um gesto mandou ela chupar o meu.
Ele começou a bater uma, beliscando os bicos dos peitos dela bem forte. Num dos gemidos de dor dela, eu gozei na boca da minha mina. Nunca tinha feito isso. Ela, ao sentir, se jogou pra trás com um engasgo e minhas últimas gotas caíram na água.
Ele virou minha namorada de novo pra ele, que continuava batendo uma pro monstro, e segurando o queixo dela disse:
- Se uma gota minha cair na água, sua festa acabou, entendeu?
Minha mina não disse nada, só abriu a boca e esticou a língua tentando chupar ele enquanto ele segurava o cabelo dela e gemia:
- Já pegou, toma tudo, rabuda, toma porra de macho.
E gritando começou a cuspir porra, que minha mina engolia com dificuldade. Por instinto, ela colocou as mãos em concha em volta do queixo dela pra não cair nada enquanto engolia. O filho da puta parecia uma fonte.
Quando terminou, uma boa quantidade tinha caído nas mãos da minha mina, que continuava engolindo a porra viscosa do Pablo.
Ele beijou a testa dela e disse:
- Tudo é tudo.
E minha mina lambeu as mãos e engoliu o que tinha caído nelas.
Ele ajudou ela a Levantou e, me olhando, disse:
– Beleza, galera, vamos pro camping ou o quê? Já tá quase de noite.
E realmente, eram 21h da noite. A gente tinha dado um show na praia, mas o pessoal não parecia ter ligado muito, aliás, acho que a gente motivou mais de dois casais, que tavam lá na água se abraçando, claramente transando também.
Saímos da água e o Pablo falou:
– Vou indo pra lá, que reservei uma parada no restaurante. Daqui uma hora ou uma hora e meia a gente se vê. Tomem um banho e faz o que te falei. Falou, até mais.
A gente juntou as coisas. Tava meio abalado com tudo, e minha mina, além disso, tava destruída. Na vida dela tinham comido ela daquele jeito, nem ela tinha gozado tantas vezes seguidas.
Caminhando pro camping, de mãos dadas, perguntei:
– Tudo bem, meu amor? A gente continua nessa ou paro?
Ela sorriu pra mim:
– Quer parar? Tem certeza que não quer ver como me comem ainda mais?
Foi só ela falar isso e olhar pro meu volume. De novo eu tava duro.
– É que me excita tanto, amor, ver você gozar assim que olha meu pau de novo.
– Já tô vendo, já, meu bem, mas sabe que falei pra ele que vou deixar fazer tudo que quiser, e aquele pau é gigante, e nunca ninguém fez nada no meu cu. Me dá pânico.
– Bom, então falo pra ele e pronto, que ele faça o que quiser menos isso.
– E se ele se irritar e nos largar na mão?
– A gente faz uma parada: ele segue o dele, e se eu ver que ele tá te fodendo de verdade, eu paro tudo e ponto final.
– Vale, se você ver que ele tá me machucando demais, você para tudo e pronto.
Ela ficou mais tranquila, e eu me senti mais confiante em saber que, de certo modo, ainda podia escolher algo nisso e ser protagonista, mesmo que secundário.
Chegamos no bangalô, largamos as tralhas e fomos pro chuveiro.
A gente tomou banho junto. Eu tava a mil, e ela continuava bem receptiva, imagino que na expectativa da foda que iam dar nela daqui a pouco.
Eu Peguei a gilete e depilei ela toda. Adorei a textura da buceta dela totalmente lisinha, e ver como ela abria o cuzinho rosado pra não sobrar nenhum fio de pelo. Não resisti e comecei a chupar o cu dela. Ela nunca tinha feito isso. Ela se deixou levar:
- Porra, Manu, como me excita você fazer isso, por que nunca fez antes?
- Amor, achei que você não gostava.
E continuei passando a língua no cu e na bucetinha dela por trás. Me levantei pra meter, não aguentava mais, mas o Pablo bateu na porta.
- E aí, Manolito, vai ver se vai se empolgar e querer bancar o machão agora. Nem pense em tocar nela sem minha permissão, e você, putinha, que ele não te toque, porque se eu descobrir, sua festa acabou.
Ele nem fez menção de entrar, ouvimos ele abrir e fechar a porta do bangalô dele.
Me cortou todo o tesão, mas eu ainda tava duro. Peguei minha mina pra continuar, mas ela se afastou e disse:
- Manu, não, por favor, você já ouviu ele, vai que ele percebe e fode a nossa noite. Segura um pouco.
E foi pro banheiro de novo. Me deixou pasmo, não soube o que dizer. Minha excitação agora tava ainda maior por causa da atitude dela comigo.
Sentei pra ver TV. Minha mina ficou alisando o cabelo e se arrumando. Às 22:30h o Pablo bateu na porta. Abri. Ele veio com umas pizzas e duas garrafas de lambrusco rosado. Me deu pra colocar na geladeira, e colocou as duas pizzas na mesa.
- Gostosa, cadê você? Vem pra cá, que vamos pegar energia pra essa noite.
Minha namorada saiu do banheiro. Tinha vestido uma camiseta curta e um short bem apertado. Pablo se levantou, ficou na frente dela com cara de tarado e deu um beijão sujo e vulgar nos lábios carnudos da minha mina.
Levantou os braços dela e tirou a camiseta. Desceu as mãos e tirou o short, deixando ela pelada total. Olhou pra ela como quem olha a mercadoria que vai comer hoje e, tocando vulgarmente a bucetinha e o cu dela, disse:
- Muito bem, putinha, muito bem, assim mesmo. Eu gosto.
Pablo se ajoelhou e virou ela. Sem muita delicadeza, abriu as nádegas dela e começou a chupar.
Minha namorada estremeceu com a língua dele e soltou um suspiro, ele sentiu a onda quente dela e, abrindo ainda mais as nádegas, vi ele enfiar a língua grossa dentro do cuzinho rosado da minha amada. Minha garota ia gozar de novo, e Pablo, percebendo, parou o jogo.
— Vem cá, foxy, você já ia gozar só de ter o cu comido, olha só como as patricinhas são umas putinhas. Vamos comer alguma coisa.
Minha namorada estava perdida, morrendo de vontade de gozar, a cara dela era um poema de sexo.
Eu, durasso pra caralho, não sabia como me tocar.
Pablo se despiu completamente, deixando o pauzão à mostra, e me mandou fazer o mesmo.
Ele sentou e mandou minha namorada sentar no colo dele, em cima da perna. Eu fiquei na frente deles.
Começamos a comer, ele não parava de passar a mão nela e apalpar entre uma garfada e outra. Enchia a taça dela de vinho sem parar. Terminamos de jantar, tínhamos bebido as duas garrafas e nosso tesão era óbvio, principalmente o da minha namorada.
Ele deu um beijão intenso nela. Com a mão, me mandou ficar de lado pra poder olhar melhor.
Ele fez minha garota abrir as pernas enquanto ela estava sentada nas coxas dele. Enfiou um dos dedões na buceta encharcada da minha namorada, tirou ele molhado e, olhando nos olhos dela, deu pra ela chupar. A cena me dava mais tesão do que qualquer coisa que eu já tinha visto. Minha garota pegou a mão dele e se deliciou chupando o dedo, até colocando a língua pra fora.
Ele repetiu a jogada, dessa vez com dois dedos, e ela lambeu com gana. Depois de bem babados, fez ela avançar um pouco a bunda e enfiou o dedo do meio no cuzinho da minha garota, cravou inteiro, ela fez cara de nojo mas deixou. Tirou o dedo depois de remexer um pouco e levou de novo à boca dela. Ela chupou o dedo como se fosse uma iguaria:
— Muito bem, docinho, vejo que você Aprendeu bem a lição. Vamos, fica de joelhos e enfia ele todinho.
Minha namorada se ajoelhou submissa na frente do Pablo. O pau tava mole, mas caído pra baixo. Minha mina foi pegar ele pra meter na boca, mas Pablo deu um tapa suave nela:
- Não, vadia, não. As mãozinhas apoiadas nas tuas pernas, meu pau só com a tua boca.
Minha namorada, como conseguiu, se abaixou pra enfiar a piroca na boca. Chupava com força e apertava os lábios pra não deixar escapar.
A cena era bizarra. Minha doce namorada, uma menina educada, fina, linda pra caralho, delicada, de joelhos mamando um pau enorme e feio de um cara de 52 anos que podia ser pai dela, gordo, feio e com cara de filho da puta de marca maior.
Aos poucos começou a endurecer. Tão perto quanto eu tava, parecia impossível que aquele rabo fosse de verdade.
Minha namorada se esforçava ao máximo, até que Pablo parou ela.
- Cê aprende rápido, vadia, vai me fazer gozar.
Ele colocou ela de pé. Levantou ela no ar como se fosse uma boneca e deitou ela de barriga pra cima na mesa. Se abaixou e começou a dar uma comida de buceta e cu brutal, e apertando um peito dela gritou:
- Vai, vadia, grita, quero que você geme e grite de prazer. Que todo o camping saiba que tão te fodendo como você merece.
E minha namorada se soltou de vez:
- SIM, CONTINUA POR FAVOR, CONTINUA, VOU GOZAR MUITO FORTE, CONTINUA, NÃO PARA.
E o filho da puta, bem quando minha namorada foi agarrar a cabeça dele pra apertar e gozar, tirou a cabeça da buceta dela e deu um tapa no cu dela que com certeza ecoou no camping inteiro, fazendo ela cortar o orgasmo na hora e os olhos encherem d'água de dor. Eu fiquei estupefato, não esperava uma reação assim. Pablo, piscando um olho pra mim, disse:
- Calma, vadiazinha, foi pro teu bem, confia em mim.
E tocando ela de leve com o polegar no clitóris, minha namorada deu um pulo com uma cara de prazer do caralho:
- Tá vendo, gostosinha? Tá na porta, mas agora eu quero que você Aguenta aí porque vem o prato principal, e quero que daqui a pouco seja você quem vai pedir pra eu te arrebentar viva aos gritos.
Pablo levantou as pernas da minha mina, que continuava deitada de barriga pra cima na mesa. Mandou eu ficar atrás e segurar elas.
Ele puxou ela um pouco pra bunda dela ficar pra fora da mesa, tava claro que ia furar ela. Minha namorada olhava pra gente com carinha de cordeiro no matadouro. Pablo pegou óleo corporal do banheiro. Passou generosamente no pauzão e com os dedos começou a massagear o cu da minha mina. Sem pressa foi enfiando um dedo, depois dois, continuava lubrificando tudo. Começou um vai e vem profundo com os dedos.
Minha mina, com cara de desgosto, mas mordendo o lábio, aceitava as investidas. Numa enfiada funda dos dedos apertando forte, minha namorada gemeu um "aiii", e ele com a outra mão roçou forte no clitóris dela, o que fez ela dar um espasmo:
- Aiii, sua putinha? Se eu der mais uma dedada na sua buceta, você goza descendo pelas pernas com os dedos no cu. Já te falei, Manu, essas são as mais vadias.
Tirou os dedos e apontou o míssil pro cu da minha mina. A verdade é que eu achava difícil aquela pica entrar.
- Segura bem as pernas dela, que hoje sua namorada vai virar mulher de verdade.
Pablo começou a empurrar, devagar, milímetro por milímetro. Minha namorada bufava, mordia o lábio e se agarrava nas minhas mãos recebendo o mastrão. Na metade da vara, ele disse:
- Já passou o pior, docinho. Solta as pernas dela e olha o show.
Soltei as pernas dela e fiquei do lado. Queria ver em primeiro plano aquilo enfiado no cu virgem da minha amada e recatada namorada.
Ele, com o chuchu meio dentro, levantou ela um pouco pra começar a beijar e beliscar os peitinhos dela. Minha mina gemia entre soluço e prazer.
- Você sente ele dentro? Sente como minha pica enche seu cu? Daqui a pouco você vai gritar pra eu te foder forte, já vai ver. Relaxa e deixa seu macho fazer a putinha que você esconde sair. dentro.
Com habilidade, cuspiu um monte de saliva na buceta da minha mina e com os dedos grossos começou a massagear o clitóris dela intensamente. Minha namorada já não soluçava mais, só respirava cada vez mais ofegante e começou a falar baixinho:
- DEUS... DEUS... DEUS...
Pablo começou a meter o pau num ritmo frenético enquanto não parava de punhetar ela.
- Tá vendo, foxy? Tá vendo? Vai, pede pra mim, pede pra mim, deixa seu namorado e o acampamento inteiro saberem o que você quer.
E desesperada, minha mina começou a gritar:
- INTEIRO, FILHO DA PUTA, INTEIROOO, ARREBENTA MAS METE TUDO.
E acelerando as estocadas como se fosse um bicho, começou a enfiar até o fundo das entranhas dela enquanto minha namorada berrava:
- PORRA, DE NOVO EU VOU GOZAR, DE NOVO... ME DÁ MAIS FORTE... PELO AMOR DE DEUS, TÔ GOZANDO SEGUIDOOOO...
Não aguentei mais, e com duas batidas gozei como nunca, esguichando porra pra todo lado, olhando minha mina arrombada pelo cu por um velho porco.
Minha garota continuava aguentando as investidas do Pablo, de olhos fechados, viajando de tanto tesão. Ele, dando duas estocadas bem fortes e enfiando de novo com violência extrema até o talo, gritou:
- TOMA MINHA PORRA, PUTA, SENTE COMO EU TE ENCHO.
Minha namorada sentiu a enfiada até a alma e, ao sentir os jatos quentes do porco dentro dela, não aguentou e gritou:
- PORRA, MANU, TÔ GOZANDO DE NOVO, ELE TÁ ME ENCHENDO DE PORRA QUENTE POR DENTRO, TÔ GOZANDOOOO.
Depois de gozar, ele ficou deitado em cima dela com o pau ainda dentro.
- Tá vendo, gostosa, como você ia me pedir? E agora, seja boazinha e continua sendo obediente.
E dando um selinho, Pablo tirou e pegou no pau, que ainda estava durinho, cheio de restos de porra, óleo e etc. Levou até a cara da minha mina e encostou na boca dela:
- Vamos ver se você é mesmo uma foxy, gostosa.
A cena era digna do melhor filme pornô que já sonhei. Nunca pensei que veria esse nível de submissão na minha namorada, que abrindo a boca engoliu o pauzão com vontade, passando bem. a língua e deixando ela bem limpinha.
Depois de deixar ela brilhando, colocou ela de pé, deu um beijo na testa dela e disse:
- Muito bem, docinho, já chega por hoje. E você, Manu, já sabe o que tem em casa. Cuida dele.
Pegou a roupa dele e foi pro bangalô dele. Minha mina e eu nos abraçamos.
- Tá bom, amor? Gostou?
- Espetacular, meu love, não sei como consegui fazer o que fiz, mas tô destruída e morta de tanto que gozei, além disso, a bunda tá ardendo.
Ela se virou e abriu as bandinhas do cu. A visão do cu dilatado dela vazando porra fez eu ficar duro. Ela me olhou e sorriu. Deitou de bruços na mesa e, abrindo o cu, falou:
- Vamo, love, come ele também, sou sua namorada.
Enfiei tudo. Ainda tinha folga, mas sentir que a cada metida entrava e saía porra do porco do Pablo me deixava a mil. Demorei pouco pra gozar, foi uma delícia do caralho.
Minha mina se virou, a gente se beijou fundo e se falou "te amo". Tomamos banho juntos e caímos na cama exaustos.
Coral dormiu na hora, tava acabada, eu demorei um pouco mais. Tudo que aconteceu naquele dia ficava rodando na minha cabeça, eu gostava da sensação de ter visto ela gozar tanto, mas ao mesmo tempo tinha medo de despertar nela esse desejo e depois ela não conseguir controlar. Com o Pablo, mais ou menos, tava de boa, porque apesar de ser um monstro na cama com ela e ter aquela pica, é alguém que ela nunca olharia pra outra coisa que não fosse sexo comigo, mas... e se fosse outro cara? E se despertar nela uma fome sexual que ela não consiga controlar? Sei lá, acho que são dúvidas que todo mundo tem quando chega nesses casos.
Às 10 da manhã, Coral me acordou. Tinha preparado o café. Ela tava vestida só com uma camiseta minha regata branca. Os pezinhos rosados dela apareciam e pela beirada da camiseta, quando ela se mexia, eu via a bunda dela e quase a bucetinha linda dela. A Abracei ela e beijei com paixão. A visão dela já tinha me deixado duro.
- Uhmmmm, Manuuu, como você já acordou? Como tá a piroquinha?
Ela agarrou minha rola com força com a mão. "Piroquinha?" Vai ser safada, pensei. Claro, como eu tinha uma pirocona, agora eu era piroquinha. O trocadilho me fez lembrar como o cuzinho dela tinha ficado ontem à noite e me deixou ainda mais tarado.
Levantei ela na bancada da cozinha, puxando a camiseta dela pra cima, e me ajoelhei pra chupar a bucetinha dela. Coral agarrou minha cabeça com força:
- Ufff, gato, tô muito sensível, acho que vou gozar.
Com certeza, ela já tava toda molhada assim que comecei a lamber. Acelerei o ritmo e, bem quando eu tava mais focado, bateram na porta com duas batidas fortes.
- Galerinha, bom dia, abram que trouxe o café da manhã.
Fiquei todo sem graça, e Coral vermelha que nem um tomate, prestes a gozar também. Olhei pra ela como quem diz "O que eu faço?" E ela, com outro gesto, me mandou abrir a porta com um sorriso safado, que no começo eu não entendi.
Abri a porta e o Pablo entrou. Quando viu minha mina escarrapachada com as pernas abertas, exclamou:
- Já te falei, Manu, que essa mina é muito puta. Já estavam na pegação sem mim.
Aí eu entendi o sorriso da minha garota. A safadinha queria provocar o porco do Pablo, que foi direto nela e deu um beijão babão nos lábios carnudos dela. Enquanto beijava, enfiou um dos dedos na bucetinha dela e, cavucando lá dentro, fez ela gozar, bufando e quase se sufocando com a boca dele grudada na dela.
O filho da puta colhia os frutos que eu tinha plantado. Agarrando ela pelo pescoço, colocou ela de joelhos, olhando nos olhos dela:
- Vamos, puta, já sabe o que tem que fazer.
Coral se ajoelhou na frente dele, olhando com cara de safada, e abrindo a boca com as mãozinhas pra trás, engoliu o pau dele.
Ele controlava a cabeça dela, fazendo ela até engasgar, e mexia a rola pra ela chupar de todos os lados. O porco colocou a perna dele... Em cima da cadeira, enfiando a cabeça dele no cu dela, ele ordenou:
- Lambe bem, foxy, hoje você vai aprender de verdade o que é gozar até desmaiar, mas tem que ser muito obediente e deixar essa puta que tem dentro de você livre pra mim.
Eu tava pirando de novo. Minha namorada linda, recatada e do jeito que eu gostava tava passando a língua no cu de um velho barrigudo e nojento, e o pior de tudo é que ela nem olhava mais pra mim, tava totalmente entregue ao tesão daquele cara.
Com o pau já duríssimo, ele levantou ela no colo e sentou na bancada. Agarrou os bicos dos peitos dela, beliscando as tetinhas lindas, e apontando o míssil na entrada da bucetinha, disse:
- Como você me deixa com tesão, gostosinha, se toca no seu clitóris, quero você bem foxy. Manu, vem aqui, quero que veja de perto como eu arrebento a puta que é sua namorada, e bate uma punheta, quero que ela veja o corno que você é e como você gosta que eu estoure ela de pica.
Eu me encostei na minha mina pra não perder nenhum detalhe e comecei a me masturbar.
Pablo apontou a mão pra bucetinha apertada da minha namorada, que não parava de escorrer caldinho quente. Enfiou a cabeçona enorme do pau e brincou com ela na entrada.
- Você quer ele dentro, puta? Quer que eu meta tudo?
Coral, descontrolada, se tocando forte no clitóris, disse:
- Sim, por favor, Pablo, mete, por favor, por favor.
- Eu meto se você prometer que hoje vai fazer tudo que eu quiser sem reclamar, seja o que for, e que só vai se preocupar em satisfazer meus desejos e gozar tudo que seu corpo aguentar. Você promete? Diz: você promete?
O filho da puta fez menção de tirar o pau quando ela demorou a responder, mas ela, pegando na vara dele, olhou pra mim com olhos de pena e disse:
- Eu prometo, sim, eu prometo, mas me fode por favor, mete logo.
O filho da puta olhou pra mim sorrindo e fez um gesto como quem diz "é o que tem, amigão". E de uma estocada de quadril, cravou o pauzão todo até onde deu.
Coral deu Um grito entre dor e prazer que ouviram em toda Cádiz, e ao mesmo tempo ela tremeu com espasmos gozando assim que se sentiu cheia. Pablo começou a meter como uma besta e a resfolegar, não ia aguentar muito.
Ela parecia uma boneca de pano nas mãos do puto taxista, que a sacudia como se nada, dando umas pirocadas terríveis. Minha garota emendava gozada com gozada sem parar de se tocar, até que o porco a levantou no ar e, de pé, enfiando tudo, berrou como um touro, cuspindo o esperma viscoso e amarelado no fundo da buceta da minha frágil namorada.
Quando ele tirou, ela não se segurou em pé e caiu de joelhos na frente dele. Tava exausta da trepada. Ele segurou a pica, mas ela não percebeu, tava de cabeça baixa se recuperando. Com a mão direita, deu um tapa que a fez reagir com cara de medo e susto. Eu também me assustei, mas não deu tempo de reagir.
- Você goza umas vezes e já acha que acabou?
Eu não tava entendendo, mas ela sacou na hora.
Ela se levantou de joelhos, ereta, e meteu o pauzão na boca pra limpar de fluxo e porra.
Acariciando o cabelo dela e tocando as bochechas com delicadeza, disse:
- Viu como você sabe, putinha? Assim, muito bem, deixa bem limpinha e levanta a bunda, que vamos deixar seu namoradinho gozar também.
Coral se levantou, me dando a visão da bucetinha super irritada e expelindo a gozada do Pablo, exposta pra mim.
Segurei ela pela cintura e meti com fúria. Não demorei nem dois minutos pra gozar dentro da minha namorada, me deu um puta prazer essa gozada.
Pablo subiu a calça, abraçou minha delicada e linda namorada e deu outro beijo de porco nela.
- Vou sair o dia todo. Aproveitem a praia ou o que quiserem, mas lembra, gostosinha, do que você prometeu, e você, Manu, fica tranquilo e curte o corpo. Deixa sua putinha descansar e se recuperar, que essa noite vocês vão pirar, ela e você.
E dando um selinho e um forte Tapa no cu, saiu pela porta.
Minha namorada, sem me olhar, foi pro banheiro. Percebi que dessa vez algo tinha sido diferente. Tentei me recompor e assimilar o que aconteceu sem sufocar ela e sem me sufocar.
Sentei pra tomar café enquanto a Coral tomava banho. Quando ela saiu do banheiro, sentou com outra expressão e falou:
- Buuff, que fome que eu tô.
Tava claro que ela tava enrolando pra falar do que aconteceu, até notei um pouco de vergonha na cara dela. Fui tomar banho e continuei matutando. Se a gente não conversar sobre o que rolou, é mau negócio, pensei.
Não queria pressionar ela, então pegamos as tralhas, um pouco de comida e fomos pra praia. Voltamos pra área de nudismo. Passamos quase o dia todo de boa, sem tocar no assunto, curtindo o sol e a água.
No fim da tarde, demos um mergulho mais romântico. Brincando na água, pensei que era o momento ideal pra falar sobre o que vivemos de manhã.
- Amor, como você tá com essas brincadeiras com o taxista? Sabe que se você quiser parar, eu corto e pronto, a gente faz isso pra curtir junto e se você se sentir mal, a gente para.
Coral me beijou com paixão e firmeza e respondeu:
- O que você quiser, meu bem, de verdade. Eu vou na onda porque acho que você gosta de ver, mas se você não tiver à vontade, pronto, a gente fala que não e acabou.
Não senti sinceridade nas palavras dela, embora soubesse que se eu falasse "até aqui", ela me apoiaria sem dúvida. Gostei de saber que ela dizia que fazia por mim, embora os dois soubéssemos que quem mais gozava era ela. Ainda assim, quis ir mais fundo.
- Meu amor, é que não sei... e se ele te machucar ou fizer algo que você não goste e eu não souber reagir?
- Bom, não sei... se ele fizer algo que eu não goste ou passar do limite, acho que eu falaria pra ele.
- É, meu bem, mas eu te vi tão entregue...
- E fala a verdade, isso te deixou hiper excitado, me ver tão entregue pra aquele porco, né?
E pegando na minha rola, percebeu que eu tava durasso com a conversa.
- No fundo, você tá morrendo de vontade de ver ele de novo, né?
Não pude negar:
- É verdade, nunca tinha gozado tanto nem cuspido tanta porra.
E soltando minha pica e se levantando, disse com firmeza:
- Então bora pro camping, quero descansar um pouco e me depilar com a gilete, sabe que sou mulher de palavra e prometi que vou ser obediente e não vou quebrar minha promessa.
Essas palavras cravaram na minha alma, minha pica tava explodindo de tesão, e eu queria ver logo o que ia rolar essa noite. Juntamos tudo e fomos pro camping entre beijos, risadas e safadezas.
Coral entrou no chuveiro enquanto eu preparava algo pra comer. Ela se demorou depilando a bunda e a bucetinha pra deixar bem lisinha. Saiu do chuveiro e se lambuzou de óleo corporal de amêndoas pra ficar bem brilhante e hidratada.
Petiscamos alguma coisa e ficamos brincando um pouco. Minha pica não baixava de jeito nenhum, e ela, abrindo as pernas, me dizia:
- Olha como tô com a bucetinha, fico o tempo todo molhada.
Sentamos no sofá esperando o taxista. Não falávamos nada, mas estávamos impacientes e meio nervosos.
Às 22h30, ouvimos ele falar entre risadas e sussurros:
- Hahaha, que nada, porra, você cala a boca e nem fala, já vai ver que o que o Pablo diz é verdade.
Coral e eu nos olhamos com cara de espanto e cagaço. Que porra de buceta era essa? Com quem será que o filho da puta tava? Minha mina, que tava pelada, vestiu rápido um shortinho e minha camiseta regata. Eu vesti a sunga na maior pressa.
Ele bateu na porta. Minha mina, meio cagona, fez um sinal pra eu abrir.
- Oi Manu, macho. Descansaram bem? Cuidou da minha gostosa? Hoje ela vai ter que ser uma boa puta pra mim.
Apertando minha mão com força, virou a cabeça pra minha namorada, que tava sentada num sofazinho olhando com cara de menina assustada e forçando um sorriso.
- Como você me deixa doido com Essa camiseta, já te falei hoje de manhã, esses peitinhos gostosos e esses biquinhos tão durinhos deixam meu pau durasso.
Quando entrei, fui fechar a porta, mas ele colocou a mão e disse:
- Espera, Manu, entra e senta. E você, putinha, vem aqui.
Coral se levantou e foi até o Pablo. Ele abraçou ela, agarrando a bunda dela, dando um beijão intenso, e se afastando, olhando nos olhos dela, disse:
- Você vai ser boazinha e obediente, e vai cumprir sua promessa, né, putinha?
Coral olhou de leve para onde eu estava, e dos lábios dela escapou um leve "sim".
Estamos muito apaixonados, ela é uma gostosa, moreninha com cabelo liso na altura dos ombros, magrinha mas com curvas, uns peitinhos deliciosos com mamilos bem sensíveis e uma bunda de infarto. A boca dela é divina e os lábios são um sonho.
Amo ela com toda a minha alma, mas muitas vezes quando estamos transando, sinto que ela precisa de mais, e há meses isso fica na minha cabeça e eu fantasio que adoraria ver outro cara comendo ela.
Cada vez que a gente fode, a ideia fica se torcendo na minha cabeça e, a cada vez, a fantasia vai aumentando. Eu imagino ela com algum cara mais velho, um porco, que seduz ela e usa ela na minha frente, fazendo ela gozar como eu nunca vou conseguir.
Aos poucos, nas nossas fodas, comecei a sugerir sutilmente que queria vê-la gozar ainda mais, que desejava ver como ela ficava exausta de tanto transar, e até cheguei a dizer pra ela imaginar como seria foder com outro cara mais dotado e com mais resistência do que eu. Um cara fodedor e safado que metesse muito nela. Eu percebia como ela ficava ainda mais molhada, e a merda é que, ao notar isso, eu gozava antes do tempo, sentindo que, apesar das palavras dela me acalmando, ela ficava com muita vontade de continuar.
Eu tava cada vez mais obcecado com isso. Aos poucos, ela também entrou na onda, seguindo a fantasia. O problema é que eu cada vez gozava mais rápido e tinha que chupar a buceta dela enquanto ela se masturbava pra conseguir deixar ela satisfeita, ou quase, porque, apesar das palavras dela, eu sentia que ela queria mais.
Chegou a época das férias. Eu tava louco pra poder dormir todas as noites com ela e a gente poder foder todo dia.
A gente tinha alugado uma casinha tipo bangalô num camping em El Palmar, Cádiz. Tinham falado muito bem daquela região e das praias maravilhosas, até tinha área de nudismo. A gente nunca tinha feito nudismo, mas só o tesão de pensar que outros caras podiam olhar pra ela se eu convencesse ela já me deixava com o pau duro.
Chegamos ao meio-dia de segunda-feira, estacionamos o carro pra descarregar e arrumamos tudo no bangalô. A gente tava doido pra ver a praia, então vestimos os sungões. Eu coloquei uma sunga surfista e minha mina estreou um biquíni branco super pequeno, com lacinhos nas laterais e triângulos minúsculos cobrindo os peitos divinos dela. Ela arrumou direitinho pra não aparecer nenhum fio de cabelo da bucetinha depilada e aparada dela. Eu adorava o pelinho curto da buceta divina dela, adorava gozar nele.
Assim que saímos, fui tirar o carro e levá-lo pra A área de estacionamento, mas outro carro tava me bloqueando, era um táxi de Madrid. Tentei procurar o dono com o olhar, mas como não vi, buzinei.
Minha mina tava do lado do táxi, vendo se a porta tava aberta, quando do bangalô colado no nosso saiu um cara de uns cinquenta e poucos anos, fazendo gestos com as chaves e falando:
- Já vaaai, já vaaai, calma aí, vizinho.
O cara era grandão, com uma boa barriga, vestindo um short curto e largo e uma camisa havaiana aberta, mostrando o peito e a pança.
Quando chegou perto da porta do táxi dele e viu minha namorada, o filho da puta passou o olho nela com gosto e com muito descaramento, olhando fixo pras tetas dela, mordeu o lábio e piscou um olho.
Minha namorada ficou perplexa com a cara de pau e me olhou ruborizada. Eu fiz um sinal pra ela não ligar e tiramos os carros.
Ela foi pra porta do camping e eu voltei pro bangalô pra deixar as chaves do carro e fechar a porta. Enquanto eu tava nessa, o taxista saiu do dele e, me dando um tapinha nas costas com a maior cara de pau do mundo, soltou:
- Que pedaço de buceta gostosa que você tem, mano, e ainda vai estar comendo ela aqui do lado, que dá pra ouvir tudo. Vocês vão me fazer passar as férias na punheta, hahaha.
Não soube o que dizer, só sorri e completei, pagando de fodão:
- Não, cara, fica tranquilo, sabendo que você ia sofrer, eu comi ela devagar.
Aí o filho da puta completou:
- É por isso que vocês, jovens de hoje, tão assim, transam devagar e no final a gente, os coroas, tem que dar o que é delas. A propósito, me chamo Pablo.
Me estendendo a mão, eu apertei, dizendo meu nome, e de novo sorrindo com cara de bobo pelas palavras diretas dele. Ele tinha mãos grandes, calejadas, apertou forte, era um cara seguro de si. Com um "prazer", virou pro bangalô dele.
Fiquei meio atordoado, a atitude dele e as palavras ecoavam na minha cabeça e, inconscientemente, não sei por que, no meu pau. Já tava imaginando comendo minha mina e o porco batendo uma nos ouvindo.
Corri até minha namorada, e de mãos dadas descemos pra praia. Ela me disse:
- Que porco aquele taxista, me Ele olhou pra mim como se fosse me estuprar, aquele porco, e ainda mordeu o lábio fazendo pose de sexy. Me deu um nojo...
Não quis botar lenha na fogueira e tentei amenizar:
- Nãooo, mulher, é normal, você é muito gostosa e um cara tão bronco assim, ao ver um docinho como você, é normal que se excite.
Minha namorada sorriu e balançando a cabeça me disse:
- Você fala isso porque estava no carro e não viu, mas enquanto me olhava, ele se tocou nas partes e devia estar sem cueca, porque pegou numa coisa bem grossa.
Fiquei chocado. O filho da puta tinha ido com tudo, mas principalmente como minha namorada reparou no que ele pegou, e se era grande ou não, e se estava ou não de cueca.
Não consegui dizer nada, mas um arrepio percorreu minhas costas, chegando até meu pau, que ficou duro num segundo.
O que estava acontecendo comigo? Uma luta interna na minha mente batalhava pra dar vazão às minhas fantasias, mas por outro lado eu pensava, porra, com um porco daquele?
Tentei me livrar dos meus pensamentos e caminhamos pela praia pra ver onde a gente se instalava.
Chegamos na área nudista e jogamos as toalhas, tinha muita gente pelada e outras não, então não desentonamos.
Ao ver todas as garotas de topless, não foi difícil convencer minha mina a também ficar.
Relaxamos comendo algo e bebendo umas cervejinhas. Não costumamos beber normalmente, então o álcool nos deixa brincalhões.
Nos esquentamos bem passando protetor, primeiro ela em mim e depois eu nela. Quando terminamos, minha ereção estava evidente, então fui dar um mergulho. A água estava bem longe, porque a maré estava baixa.
Fiquei um bom tempo na água pra baixar a ereção e o calor. Depois de um tempo aproveitando o banho, olhei pra onde estávamos.
Pra minha surpresa, nosso vizinho estava de pé na frente da minha namorada conversando com ela, com as mãos na cintura. Ela estava deitada, apoiada nos cotovelos e com a mão na testa pra não bater sol nos olhos. Me mosquei um pouco e resolvi sair da água pra ver qual era a fita.
Enquanto eu ia andando, parei seco. Lá na distância, o taxista enfiava a perna dele entre as pernas da minha mina, na altura da panturrilha, e mexia de um lado pro outro pra ela abrir as pernas. Minha namorada deixava rolar e se escancarava toda na frente dele.
Fiz que não vi nada, a história já tava me deixando muito excitado. Ver aquele gorila velho na frente da minha mina delicada naquela posição me deixou a mil. O taxista avançou mais um pouco e colocou os dois pés na altura dos joelhos da minha garota, continuando a conversar com ela. Seja lá o que ele tava falando, ela tava gostando, senão já tinha mandado ele tomar no cu.
De repente, o cara se abaixou um pouco e eu vi ele pegar nos bicos dos peitos dela, tocando de leve. Resolvi avançar, tava me sentindo mal. Quando já tava no meio do caminho, ele deu um apertão forte que fez ela dar um pulo procurando as mãos dele, e com passo ligeiro ele foi pro quiosque que tinha na parte de trás da praia.
Minha namorada tava vermelha que nem um tomate, me olhou com muita vergonha, porque sabia que eu tinha visto tudo. Ela reparou na minha barraca armada e fez uma cara estranha.
Com calma, sentei do lado dela e, sereno e disfarçado, falei:
- Que que rolou? O que o vizinho queria? Ele ficou maluco por sua causa.
Ela, surpresa, me olhou:
- Que que rolou? Se você viu tudo... Mas beleza, vou te contar:
Quando você foi pra água, ele passou meio disfarçando, mas acho que tava nos procurando. Ele me olhou, chegou perto e falou: "ahhh, ô gostosa, desculpa aí pela outra vez... de te olhar daquele jeito com cara de tarado, mas é que com tanta mina gostosa que tem aqui sempre, nunca vi uma bucetuda tão gostosa que nem você, e como eu desconfiava, olha só, viu? Os peitinhos mais gostosos de toda a praia", o porco apontando pros meus peitos e eu falei: Acho que o senhor tá passando dos limites, dá o fora ou chamo meu namorado e a gente arma uma confusão. por guarro.
Mas, longe de se dar por achado, me responde: "Teu namorado? Mas se ele tá vendo tudo da água, mais ainda, quando foi deixar as chaves do carro eu falei de um jeito sutil que adoraria te foder bem fodida e te dar muito de rabo, que senti tua falta, e o filho da puta ficou de pau duro, percebi na hora. Mais ainda, bem que você reparou quando eu agarrei isso aqui."
E puxou o pau pra fora do short. E continuou:
"Fica sabendo que ele quer que eu te coma, e tenho certeza que você também já quer." E abriu minhas pernas e amor, quando ele disse que você tinha falado pra ele, pensei que vocês tinham combinado e ao te ver parar enquanto se aproximava, me deixei levar, e claro, olha como tô de calcinha, encharcada. E quando ele pegou meus mamilos, só tocando neles e olhando pra você, gozei na hora que ele apertou.
Um calor insuportável me dominava, o filho da puta tinha me molhado bem. Mas minha namorada... gozar só com um beliscão nos mamilos?
A situação me dominava. O que tanto fantasiei estava se realizando, mas não sabia como lidar, me assustava um pouco, embora o tesão fosse maior.
- Então, o que cê acha, ele mostrou o pau? Quer continuar o jogo? Sei lá, a gente faz o que você quiser. Pra mim é uma fantasia te dividir com outro e você gozar ao máximo, e sinceramente, mesmo o cara não sendo o que eu imaginava, se pra você tá de boa...
Consegui falar como se eu tivesse no controle. Ela foi sincera e sensata:
- Não sei, Manu, essas coisas me dão medo, medo de que nossa relação se quebre por algo assim. Eu te amo e vou ser fiel até morrer. Por outro lado, se é uma fantasia sua me ver com outro cara, pra ser sincera, prefiro um cara experiente e que não queira nada além de sexo, que no fim é o que você quer, me ver gozar muito sexualmente. Eu faço o que você mandar.
O que tanto sonhei, tava bem aqui, mas ela tinha razão, não podíamos arriscar. perigo, nosso amor, então eu tinha que estar à altura.
- Fica tranquila, minha vida, só curte e se solta. Tô contigo e isso fica só entre a gente, sem cobrança nem merda nenhuma.
Minha namorada me beijou com paixão, e a gente se falou "te amo".
Voltei à realidade do momento:
- O que ele te disse? Ficou em algo ou a gente segue na nossa e vê no que dá?
Minha mina, olhando pro quiosque atrás do taxista, me respondeu:
- Ele disse que ia pegar uns mojitos e que já voltava, que com certeza a gente precisava conversar sobre o que rolou e que ele decidiria quando trouxesse os mojitos.
De novo, fiquei surpreso com a atitude do cara. Ele sabia o que tava fazendo e já tinha nos sacado na hora que nos viu.
Apareceu com uma caixa térmica, falando que não ia dar dinheiro pra aqueles filhos da puta caros, e tirou copos, gelo, rum, limão espremido e açúcar. Preparou uns mojitos bem fortes e, dando um pra cada um, a gente tomou um gole.
Ele sentou do lado da minha namorada, deixando ela no meio, e levantando os copos a gente brindou. Assim que dei um primeiro gole bom, Pablo falou:
- Vejo que vocês conversaram e sinto que a gente vai se divertir pra caralho, principalmente você, gostosa. Você, amigão, olha e presta atenção pra ver se aprende alguma coisa, que pelo menos te sirva pra saber cuidar da sua namorada e tratá-la na cama, porque não sei se você sabe que essas mosca-morta depois são as maiores putas.
A expressão fez minha namorada corar, ela ficou incomodada, e eu fiquei de pau duro. O filho da puta enfiou a perna entre as pernas da minha mina e, puxando ela pra perto, a obrigou a abrir as pernas de novo. Pegou a sunga pela parte da frente, enfiou os dedos e me disse:
- Ela te mostrou como tá encharcada de gozar? E isso que eu só dei um puxão nos bicos dos peitos dela, mas acho que o que mais excitou ela foi ver a pica que vou meter em todos os buracos, né, gostosa?
Olhei pra minha namorada, ela tava de olhos fechados. As mãos de Pablo por cima do tecido e o efeito do Ron a tinham acendido. Ele riu:
- Viu o que eu falei? As mais putas.
E me entregando a taça na mão pra eu segurar, ele se virou pra minha preciosa e indefesa namorada e deu um beijo obsceno na boca dela, colocando a língua pra fora e lambendo os lábios dela.
Enfiou os dedos no biquíni e, sacudindo ela numa punheta violenta que mexia o corpo inteiro, minha mina gozou de novo, dando tremores e espasmos no meio da praia, e soltando um "siim" abafado na boca do Pablo.
Ela se deitou de olhos fechados. Ele, sorrindo de novo, falou pra mim:
- Viu? Você nunca fez ela gozar tão forte e rápido na sua vida.
O filho da puta tinha razão, não tinha mais volta, ela era dele e eu queria ver até onde ele ia levar ela.
Pablo se levantou. O volume na calça dava medo. Eu queria ver a piroca que ele ia meter na minha mina. Ele deve ter visto na minha cara.
- Gostosinho, vem, vamos pra água, que vou te foder um pouco pra ir te preparando pra essa noite.
E puxando o pauzão pra fora, fiquei assustado vendo aquilo. Media fácil uns 20 ou 21 cm, mas o pior é que era muito grosso, tipo um copo de vidro. Minha rola do lado era um pirulito.
Ele deu a mão pra minha namorada pra ajudar ela a levantar, e de mãos dadas foram pra água. Minha mina se virou:
- Vem, corre, e aí a gente vê o pôr do sol na água, nós três.
Não hesitei e fui com eles. Entramos brincando os três, jogando água e curtindo o banho. Minha namorada subiu em mim, me envolvendo com as pernas.
- Você tá o tempo todo duro, amor, quer me foder um pouquinho agora?
A gente se beijando. Eu tava louco de tesão, passando a mão nela e esfregando a rola.
Pablo se aproximou por trás dela e minha mina deu um pulo:
- O que foi, putinha? Nunca enfiaram um dedinho no seu cu? Você é bem apertadinha.
Realmente, nunca tinha brincado com o cu dela, ela sempre recusou carícias naquela área, e claro que nunca enfiei nada lá.
Enquanto eu tava Ele chupava a boca dela, ele, colado atrás, mordiscava o pescoço e as orelhas dela. Eu tava com ela por cima de mim, segurando ela pela bunda, e o Pablo passava a mão nela em todo lugar.
Enquanto isso, ele sussurrava no ouvido dela:
- Eu gosto de cuzinho virgem e apertado, cê vai ver que gozada boa tu vai ter quando eu te comer direitinho. E hoje à noite, quando eu for no teu bangalô te foder, esses pelinhos que tu tem na buceta e no cu tu tira ou eu não vou te foder, porque tu quer que eu vá, né?
Minha mina, de novo em êxtase, de olhos fechados, tirou a boca da minha e deu um tímido "siim".
Ele, insatisfeito, insistiu:
- Só um siim? Isso não me serve, quero que teu namorado ouça bem claro o que tu quer e o que tu vai ser pra mim.
Minha namorada, com os olhos vermelhos de tesão pelo roçar no meu pau e as mãos do taxista enfiando em todo canto, falou:
- Quero que me faça de putinha e me foda até eu não aguentar mais.
- E eu vou fazer de ti o que eu quiser na frente do corno do teu namorado, e tu só vai deixar fazer como uma boa vadiazinha, certo?
- Sim, cê vai fazer de mim o que quiser e eu só vou gozar pra tu ver, Manu.
E, pegando ela pelas axilas, tirou ela de cima de mim e colocou ela em cima dele. Ela abraçou ele com pernas e braços enquanto dava um beijão nele. O Pablo enfiou as mãos por baixo pra afastar as sungas e, tirando a boca da minha mina, disse:
- Olha bem pra cara dela, corno, porque hoje vai meter um pau de verdade na tua namorada.
E, num movimento, abraçou minha mina forte, que fez cara de espanto e medo ao sentir aquele rabão entrando na buceta.
Com força, enfiou ele inteiro. Minha namorada mordia o lábio e balançava a cabeça. Ele deu um puxão forte pra baixo:
- Não cabe mais na tua gostosa, quase enfiou inteiro.
Começou a bombar bem devagar, fazendo ela sentir o pepinão bem enfiado. Só consegui falar pra minha mina:
- Tá bem, amor?
Ela, com cara desfigurada e aguentando as lentas, mas fincadas profundas do Pablo, ela respondeu ofegante:
- Meu amor, me preenche, me arranha tudo, eu gozo.
E com os olhos virados, minha namorada gozava de novo, buscando a boca do taxista com desespero.
- Viu, Manolito? Já gozou três vezes em pouco tempo, e ainda nem comecei direito com ela. Sabia que essa puta precisava de macho.
Minha namorada continuava abraçada nele, queria mais, tava claro pelo jeito que me olhava, descontrolada de prazer e rendida ao macho.
Ele puxou as laterais da sunga da minha mina e me entregou, deixando ela pelada. Com as mãos enormes, começou a abrir as nádegas dela e a brincar com os dedos no cu.
Marcando ele o tempo todo o ritmo, começou a meter mais forte, tirando e enfiando o pauzão inteiro. Minha namorada procurava a boca dele de novo, mas ele parou as estocadas e, enfiando um dedo no cu dela, disse:
- Sabe que vou foder teu cu de puta virgem, sabe, né? E que vai doer pra caralho, mas você vai morder o travesseiro forte pra não gritar. Não vai, puta? E você tá morrendo de vontade, tá desejando que eu arrebente todos os seus buracos e que o corno do teu namorado veja o quão puta você é, né?
Minha namorada, diante das palavras dele, tomou as rédeas da cavalgada. A cada frase dele, ela tremia mais e acelerava o ritmo. De repente, ele agarrando ela com força, parou a foda com o pau enfiado e disse:
- Ou você diz sim pra tudo ou acabou a trepada. Entendeu, puta?
Minha mina deu um beijão nele com gana, levantou a cara e me olhou fixo, dizendo:
- Me fode do jeito que quiser, e me arrebenta como quiser na frente do Manu, mas por favor, nunca para de me foder.
Ele, com fúria, começou a meter com tudo, e de novo minha namorada se derretia nos braços dele, gozando pela quarta vez, tremendo, com arrepios.
Acariciando ela como se fosse uma criança, ele tirou o pau de dentro e, me olhando com arrogância, disse:
- Já viu, amigo Manu, tenho carta branca pra fazer da tua namorada o que eu quiser. Sai da porra, e você vai ver tudo em close.
Ele saiu um pouquinho em direção à margem com a minha mina pela mão. Eu ia atrás. Quando a água batia na metade da coxa dela, ele parou. Continuava com o pau durasso. Minha mina também estranhou, achou que o taxista tinha gozado, mas com a água ela pensou que não tinha percebido.
Ele virou de costas para a areia e me mandou ficar do lado dele. Eu também tava com o pau duríssimo.
Com um gesto, minha mina ajoelhou:
- Vamos ver como você chupa um pau, gostosinho. Cuidado com os dentes e abre bem a boquinha, quero que engula até onde der. Você, cornozinho, bate uma, quero ver como esse pintinho cospe porra.
Minha mina começou o serviço. Ele controlava a cabeça e a boca dela. Eu batia uma devagar, curtindo o espetáculo.
Num dado momento, ele afastou ela do pau e com um gesto mandou ela chupar o meu.
Ele começou a bater uma, beliscando os bicos dos peitos dela bem forte. Num dos gemidos de dor dela, eu gozei na boca da minha mina. Nunca tinha feito isso. Ela, ao sentir, se jogou pra trás com um engasgo e minhas últimas gotas caíram na água.
Ele virou minha namorada de novo pra ele, que continuava batendo uma pro monstro, e segurando o queixo dela disse:
- Se uma gota minha cair na água, sua festa acabou, entendeu?
Minha mina não disse nada, só abriu a boca e esticou a língua tentando chupar ele enquanto ele segurava o cabelo dela e gemia:
- Já pegou, toma tudo, rabuda, toma porra de macho.
E gritando começou a cuspir porra, que minha mina engolia com dificuldade. Por instinto, ela colocou as mãos em concha em volta do queixo dela pra não cair nada enquanto engolia. O filho da puta parecia uma fonte.
Quando terminou, uma boa quantidade tinha caído nas mãos da minha mina, que continuava engolindo a porra viscosa do Pablo.
Ele beijou a testa dela e disse:
- Tudo é tudo.
E minha mina lambeu as mãos e engoliu o que tinha caído nelas.
Ele ajudou ela a Levantou e, me olhando, disse:
– Beleza, galera, vamos pro camping ou o quê? Já tá quase de noite.
E realmente, eram 21h da noite. A gente tinha dado um show na praia, mas o pessoal não parecia ter ligado muito, aliás, acho que a gente motivou mais de dois casais, que tavam lá na água se abraçando, claramente transando também.
Saímos da água e o Pablo falou:
– Vou indo pra lá, que reservei uma parada no restaurante. Daqui uma hora ou uma hora e meia a gente se vê. Tomem um banho e faz o que te falei. Falou, até mais.
A gente juntou as coisas. Tava meio abalado com tudo, e minha mina, além disso, tava destruída. Na vida dela tinham comido ela daquele jeito, nem ela tinha gozado tantas vezes seguidas.
Caminhando pro camping, de mãos dadas, perguntei:
– Tudo bem, meu amor? A gente continua nessa ou paro?
Ela sorriu pra mim:
– Quer parar? Tem certeza que não quer ver como me comem ainda mais?
Foi só ela falar isso e olhar pro meu volume. De novo eu tava duro.
– É que me excita tanto, amor, ver você gozar assim que olha meu pau de novo.
– Já tô vendo, já, meu bem, mas sabe que falei pra ele que vou deixar fazer tudo que quiser, e aquele pau é gigante, e nunca ninguém fez nada no meu cu. Me dá pânico.
– Bom, então falo pra ele e pronto, que ele faça o que quiser menos isso.
– E se ele se irritar e nos largar na mão?
– A gente faz uma parada: ele segue o dele, e se eu ver que ele tá te fodendo de verdade, eu paro tudo e ponto final.
– Vale, se você ver que ele tá me machucando demais, você para tudo e pronto.
Ela ficou mais tranquila, e eu me senti mais confiante em saber que, de certo modo, ainda podia escolher algo nisso e ser protagonista, mesmo que secundário.
Chegamos no bangalô, largamos as tralhas e fomos pro chuveiro.
A gente tomou banho junto. Eu tava a mil, e ela continuava bem receptiva, imagino que na expectativa da foda que iam dar nela daqui a pouco.
Eu Peguei a gilete e depilei ela toda. Adorei a textura da buceta dela totalmente lisinha, e ver como ela abria o cuzinho rosado pra não sobrar nenhum fio de pelo. Não resisti e comecei a chupar o cu dela. Ela nunca tinha feito isso. Ela se deixou levar:
- Porra, Manu, como me excita você fazer isso, por que nunca fez antes?
- Amor, achei que você não gostava.
E continuei passando a língua no cu e na bucetinha dela por trás. Me levantei pra meter, não aguentava mais, mas o Pablo bateu na porta.
- E aí, Manolito, vai ver se vai se empolgar e querer bancar o machão agora. Nem pense em tocar nela sem minha permissão, e você, putinha, que ele não te toque, porque se eu descobrir, sua festa acabou.
Ele nem fez menção de entrar, ouvimos ele abrir e fechar a porta do bangalô dele.
Me cortou todo o tesão, mas eu ainda tava duro. Peguei minha mina pra continuar, mas ela se afastou e disse:
- Manu, não, por favor, você já ouviu ele, vai que ele percebe e fode a nossa noite. Segura um pouco.
E foi pro banheiro de novo. Me deixou pasmo, não soube o que dizer. Minha excitação agora tava ainda maior por causa da atitude dela comigo.
Sentei pra ver TV. Minha mina ficou alisando o cabelo e se arrumando. Às 22:30h o Pablo bateu na porta. Abri. Ele veio com umas pizzas e duas garrafas de lambrusco rosado. Me deu pra colocar na geladeira, e colocou as duas pizzas na mesa.
- Gostosa, cadê você? Vem pra cá, que vamos pegar energia pra essa noite.
Minha namorada saiu do banheiro. Tinha vestido uma camiseta curta e um short bem apertado. Pablo se levantou, ficou na frente dela com cara de tarado e deu um beijão sujo e vulgar nos lábios carnudos da minha mina.
Levantou os braços dela e tirou a camiseta. Desceu as mãos e tirou o short, deixando ela pelada total. Olhou pra ela como quem olha a mercadoria que vai comer hoje e, tocando vulgarmente a bucetinha e o cu dela, disse:
- Muito bem, putinha, muito bem, assim mesmo. Eu gosto.
Pablo se ajoelhou e virou ela. Sem muita delicadeza, abriu as nádegas dela e começou a chupar.
Minha namorada estremeceu com a língua dele e soltou um suspiro, ele sentiu a onda quente dela e, abrindo ainda mais as nádegas, vi ele enfiar a língua grossa dentro do cuzinho rosado da minha amada. Minha garota ia gozar de novo, e Pablo, percebendo, parou o jogo.
— Vem cá, foxy, você já ia gozar só de ter o cu comido, olha só como as patricinhas são umas putinhas. Vamos comer alguma coisa.
Minha namorada estava perdida, morrendo de vontade de gozar, a cara dela era um poema de sexo.
Eu, durasso pra caralho, não sabia como me tocar.
Pablo se despiu completamente, deixando o pauzão à mostra, e me mandou fazer o mesmo.
Ele sentou e mandou minha namorada sentar no colo dele, em cima da perna. Eu fiquei na frente deles.
Começamos a comer, ele não parava de passar a mão nela e apalpar entre uma garfada e outra. Enchia a taça dela de vinho sem parar. Terminamos de jantar, tínhamos bebido as duas garrafas e nosso tesão era óbvio, principalmente o da minha namorada.
Ele deu um beijão intenso nela. Com a mão, me mandou ficar de lado pra poder olhar melhor.
Ele fez minha garota abrir as pernas enquanto ela estava sentada nas coxas dele. Enfiou um dos dedões na buceta encharcada da minha namorada, tirou ele molhado e, olhando nos olhos dela, deu pra ela chupar. A cena me dava mais tesão do que qualquer coisa que eu já tinha visto. Minha garota pegou a mão dele e se deliciou chupando o dedo, até colocando a língua pra fora.
Ele repetiu a jogada, dessa vez com dois dedos, e ela lambeu com gana. Depois de bem babados, fez ela avançar um pouco a bunda e enfiou o dedo do meio no cuzinho da minha garota, cravou inteiro, ela fez cara de nojo mas deixou. Tirou o dedo depois de remexer um pouco e levou de novo à boca dela. Ela chupou o dedo como se fosse uma iguaria:
— Muito bem, docinho, vejo que você Aprendeu bem a lição. Vamos, fica de joelhos e enfia ele todinho.
Minha namorada se ajoelhou submissa na frente do Pablo. O pau tava mole, mas caído pra baixo. Minha mina foi pegar ele pra meter na boca, mas Pablo deu um tapa suave nela:
- Não, vadia, não. As mãozinhas apoiadas nas tuas pernas, meu pau só com a tua boca.
Minha namorada, como conseguiu, se abaixou pra enfiar a piroca na boca. Chupava com força e apertava os lábios pra não deixar escapar.
A cena era bizarra. Minha doce namorada, uma menina educada, fina, linda pra caralho, delicada, de joelhos mamando um pau enorme e feio de um cara de 52 anos que podia ser pai dela, gordo, feio e com cara de filho da puta de marca maior.
Aos poucos começou a endurecer. Tão perto quanto eu tava, parecia impossível que aquele rabo fosse de verdade.
Minha namorada se esforçava ao máximo, até que Pablo parou ela.
- Cê aprende rápido, vadia, vai me fazer gozar.
Ele colocou ela de pé. Levantou ela no ar como se fosse uma boneca e deitou ela de barriga pra cima na mesa. Se abaixou e começou a dar uma comida de buceta e cu brutal, e apertando um peito dela gritou:
- Vai, vadia, grita, quero que você geme e grite de prazer. Que todo o camping saiba que tão te fodendo como você merece.
E minha namorada se soltou de vez:
- SIM, CONTINUA POR FAVOR, CONTINUA, VOU GOZAR MUITO FORTE, CONTINUA, NÃO PARA.
E o filho da puta, bem quando minha namorada foi agarrar a cabeça dele pra apertar e gozar, tirou a cabeça da buceta dela e deu um tapa no cu dela que com certeza ecoou no camping inteiro, fazendo ela cortar o orgasmo na hora e os olhos encherem d'água de dor. Eu fiquei estupefato, não esperava uma reação assim. Pablo, piscando um olho pra mim, disse:
- Calma, vadiazinha, foi pro teu bem, confia em mim.
E tocando ela de leve com o polegar no clitóris, minha namorada deu um pulo com uma cara de prazer do caralho:
- Tá vendo, gostosinha? Tá na porta, mas agora eu quero que você Aguenta aí porque vem o prato principal, e quero que daqui a pouco seja você quem vai pedir pra eu te arrebentar viva aos gritos.
Pablo levantou as pernas da minha mina, que continuava deitada de barriga pra cima na mesa. Mandou eu ficar atrás e segurar elas.
Ele puxou ela um pouco pra bunda dela ficar pra fora da mesa, tava claro que ia furar ela. Minha namorada olhava pra gente com carinha de cordeiro no matadouro. Pablo pegou óleo corporal do banheiro. Passou generosamente no pauzão e com os dedos começou a massagear o cu da minha mina. Sem pressa foi enfiando um dedo, depois dois, continuava lubrificando tudo. Começou um vai e vem profundo com os dedos.
Minha mina, com cara de desgosto, mas mordendo o lábio, aceitava as investidas. Numa enfiada funda dos dedos apertando forte, minha namorada gemeu um "aiii", e ele com a outra mão roçou forte no clitóris dela, o que fez ela dar um espasmo:
- Aiii, sua putinha? Se eu der mais uma dedada na sua buceta, você goza descendo pelas pernas com os dedos no cu. Já te falei, Manu, essas são as mais vadias.
Tirou os dedos e apontou o míssil pro cu da minha mina. A verdade é que eu achava difícil aquela pica entrar.
- Segura bem as pernas dela, que hoje sua namorada vai virar mulher de verdade.
Pablo começou a empurrar, devagar, milímetro por milímetro. Minha namorada bufava, mordia o lábio e se agarrava nas minhas mãos recebendo o mastrão. Na metade da vara, ele disse:
- Já passou o pior, docinho. Solta as pernas dela e olha o show.
Soltei as pernas dela e fiquei do lado. Queria ver em primeiro plano aquilo enfiado no cu virgem da minha amada e recatada namorada.
Ele, com o chuchu meio dentro, levantou ela um pouco pra começar a beijar e beliscar os peitinhos dela. Minha mina gemia entre soluço e prazer.
- Você sente ele dentro? Sente como minha pica enche seu cu? Daqui a pouco você vai gritar pra eu te foder forte, já vai ver. Relaxa e deixa seu macho fazer a putinha que você esconde sair. dentro.
Com habilidade, cuspiu um monte de saliva na buceta da minha mina e com os dedos grossos começou a massagear o clitóris dela intensamente. Minha namorada já não soluçava mais, só respirava cada vez mais ofegante e começou a falar baixinho:
- DEUS... DEUS... DEUS...
Pablo começou a meter o pau num ritmo frenético enquanto não parava de punhetar ela.
- Tá vendo, foxy? Tá vendo? Vai, pede pra mim, pede pra mim, deixa seu namorado e o acampamento inteiro saberem o que você quer.
E desesperada, minha mina começou a gritar:
- INTEIRO, FILHO DA PUTA, INTEIROOO, ARREBENTA MAS METE TUDO.
E acelerando as estocadas como se fosse um bicho, começou a enfiar até o fundo das entranhas dela enquanto minha namorada berrava:
- PORRA, DE NOVO EU VOU GOZAR, DE NOVO... ME DÁ MAIS FORTE... PELO AMOR DE DEUS, TÔ GOZANDO SEGUIDOOOO...
Não aguentei mais, e com duas batidas gozei como nunca, esguichando porra pra todo lado, olhando minha mina arrombada pelo cu por um velho porco.
Minha garota continuava aguentando as investidas do Pablo, de olhos fechados, viajando de tanto tesão. Ele, dando duas estocadas bem fortes e enfiando de novo com violência extrema até o talo, gritou:
- TOMA MINHA PORRA, PUTA, SENTE COMO EU TE ENCHO.
Minha namorada sentiu a enfiada até a alma e, ao sentir os jatos quentes do porco dentro dela, não aguentou e gritou:
- PORRA, MANU, TÔ GOZANDO DE NOVO, ELE TÁ ME ENCHENDO DE PORRA QUENTE POR DENTRO, TÔ GOZANDOOOO.
Depois de gozar, ele ficou deitado em cima dela com o pau ainda dentro.
- Tá vendo, gostosa, como você ia me pedir? E agora, seja boazinha e continua sendo obediente.
E dando um selinho, Pablo tirou e pegou no pau, que ainda estava durinho, cheio de restos de porra, óleo e etc. Levou até a cara da minha mina e encostou na boca dela:
- Vamos ver se você é mesmo uma foxy, gostosa.
A cena era digna do melhor filme pornô que já sonhei. Nunca pensei que veria esse nível de submissão na minha namorada, que abrindo a boca engoliu o pauzão com vontade, passando bem. a língua e deixando ela bem limpinha.
Depois de deixar ela brilhando, colocou ela de pé, deu um beijo na testa dela e disse:
- Muito bem, docinho, já chega por hoje. E você, Manu, já sabe o que tem em casa. Cuida dele.
Pegou a roupa dele e foi pro bangalô dele. Minha mina e eu nos abraçamos.
- Tá bom, amor? Gostou?
- Espetacular, meu love, não sei como consegui fazer o que fiz, mas tô destruída e morta de tanto que gozei, além disso, a bunda tá ardendo.
Ela se virou e abriu as bandinhas do cu. A visão do cu dilatado dela vazando porra fez eu ficar duro. Ela me olhou e sorriu. Deitou de bruços na mesa e, abrindo o cu, falou:
- Vamo, love, come ele também, sou sua namorada.
Enfiei tudo. Ainda tinha folga, mas sentir que a cada metida entrava e saía porra do porco do Pablo me deixava a mil. Demorei pouco pra gozar, foi uma delícia do caralho.
Minha mina se virou, a gente se beijou fundo e se falou "te amo". Tomamos banho juntos e caímos na cama exaustos.
Coral dormiu na hora, tava acabada, eu demorei um pouco mais. Tudo que aconteceu naquele dia ficava rodando na minha cabeça, eu gostava da sensação de ter visto ela gozar tanto, mas ao mesmo tempo tinha medo de despertar nela esse desejo e depois ela não conseguir controlar. Com o Pablo, mais ou menos, tava de boa, porque apesar de ser um monstro na cama com ela e ter aquela pica, é alguém que ela nunca olharia pra outra coisa que não fosse sexo comigo, mas... e se fosse outro cara? E se despertar nela uma fome sexual que ela não consiga controlar? Sei lá, acho que são dúvidas que todo mundo tem quando chega nesses casos.
Às 10 da manhã, Coral me acordou. Tinha preparado o café. Ela tava vestida só com uma camiseta minha regata branca. Os pezinhos rosados dela apareciam e pela beirada da camiseta, quando ela se mexia, eu via a bunda dela e quase a bucetinha linda dela. A Abracei ela e beijei com paixão. A visão dela já tinha me deixado duro.
- Uhmmmm, Manuuu, como você já acordou? Como tá a piroquinha?
Ela agarrou minha rola com força com a mão. "Piroquinha?" Vai ser safada, pensei. Claro, como eu tinha uma pirocona, agora eu era piroquinha. O trocadilho me fez lembrar como o cuzinho dela tinha ficado ontem à noite e me deixou ainda mais tarado.
Levantei ela na bancada da cozinha, puxando a camiseta dela pra cima, e me ajoelhei pra chupar a bucetinha dela. Coral agarrou minha cabeça com força:
- Ufff, gato, tô muito sensível, acho que vou gozar.
Com certeza, ela já tava toda molhada assim que comecei a lamber. Acelerei o ritmo e, bem quando eu tava mais focado, bateram na porta com duas batidas fortes.
- Galerinha, bom dia, abram que trouxe o café da manhã.
Fiquei todo sem graça, e Coral vermelha que nem um tomate, prestes a gozar também. Olhei pra ela como quem diz "O que eu faço?" E ela, com outro gesto, me mandou abrir a porta com um sorriso safado, que no começo eu não entendi.
Abri a porta e o Pablo entrou. Quando viu minha mina escarrapachada com as pernas abertas, exclamou:
- Já te falei, Manu, que essa mina é muito puta. Já estavam na pegação sem mim.
Aí eu entendi o sorriso da minha garota. A safadinha queria provocar o porco do Pablo, que foi direto nela e deu um beijão babão nos lábios carnudos dela. Enquanto beijava, enfiou um dos dedos na bucetinha dela e, cavucando lá dentro, fez ela gozar, bufando e quase se sufocando com a boca dele grudada na dela.
O filho da puta colhia os frutos que eu tinha plantado. Agarrando ela pelo pescoço, colocou ela de joelhos, olhando nos olhos dela:
- Vamos, puta, já sabe o que tem que fazer.
Coral se ajoelhou na frente dele, olhando com cara de safada, e abrindo a boca com as mãozinhas pra trás, engoliu o pau dele.
Ele controlava a cabeça dela, fazendo ela até engasgar, e mexia a rola pra ela chupar de todos os lados. O porco colocou a perna dele... Em cima da cadeira, enfiando a cabeça dele no cu dela, ele ordenou:
- Lambe bem, foxy, hoje você vai aprender de verdade o que é gozar até desmaiar, mas tem que ser muito obediente e deixar essa puta que tem dentro de você livre pra mim.
Eu tava pirando de novo. Minha namorada linda, recatada e do jeito que eu gostava tava passando a língua no cu de um velho barrigudo e nojento, e o pior de tudo é que ela nem olhava mais pra mim, tava totalmente entregue ao tesão daquele cara.
Com o pau já duríssimo, ele levantou ela no colo e sentou na bancada. Agarrou os bicos dos peitos dela, beliscando as tetinhas lindas, e apontando o míssil na entrada da bucetinha, disse:
- Como você me deixa com tesão, gostosinha, se toca no seu clitóris, quero você bem foxy. Manu, vem aqui, quero que veja de perto como eu arrebento a puta que é sua namorada, e bate uma punheta, quero que ela veja o corno que você é e como você gosta que eu estoure ela de pica.
Eu me encostei na minha mina pra não perder nenhum detalhe e comecei a me masturbar.
Pablo apontou a mão pra bucetinha apertada da minha namorada, que não parava de escorrer caldinho quente. Enfiou a cabeçona enorme do pau e brincou com ela na entrada.
- Você quer ele dentro, puta? Quer que eu meta tudo?
Coral, descontrolada, se tocando forte no clitóris, disse:
- Sim, por favor, Pablo, mete, por favor, por favor.
- Eu meto se você prometer que hoje vai fazer tudo que eu quiser sem reclamar, seja o que for, e que só vai se preocupar em satisfazer meus desejos e gozar tudo que seu corpo aguentar. Você promete? Diz: você promete?
O filho da puta fez menção de tirar o pau quando ela demorou a responder, mas ela, pegando na vara dele, olhou pra mim com olhos de pena e disse:
- Eu prometo, sim, eu prometo, mas me fode por favor, mete logo.
O filho da puta olhou pra mim sorrindo e fez um gesto como quem diz "é o que tem, amigão". E de uma estocada de quadril, cravou o pauzão todo até onde deu.
Coral deu Um grito entre dor e prazer que ouviram em toda Cádiz, e ao mesmo tempo ela tremeu com espasmos gozando assim que se sentiu cheia. Pablo começou a meter como uma besta e a resfolegar, não ia aguentar muito.
Ela parecia uma boneca de pano nas mãos do puto taxista, que a sacudia como se nada, dando umas pirocadas terríveis. Minha garota emendava gozada com gozada sem parar de se tocar, até que o porco a levantou no ar e, de pé, enfiando tudo, berrou como um touro, cuspindo o esperma viscoso e amarelado no fundo da buceta da minha frágil namorada.
Quando ele tirou, ela não se segurou em pé e caiu de joelhos na frente dele. Tava exausta da trepada. Ele segurou a pica, mas ela não percebeu, tava de cabeça baixa se recuperando. Com a mão direita, deu um tapa que a fez reagir com cara de medo e susto. Eu também me assustei, mas não deu tempo de reagir.
- Você goza umas vezes e já acha que acabou?
Eu não tava entendendo, mas ela sacou na hora.
Ela se levantou de joelhos, ereta, e meteu o pauzão na boca pra limpar de fluxo e porra.
Acariciando o cabelo dela e tocando as bochechas com delicadeza, disse:
- Viu como você sabe, putinha? Assim, muito bem, deixa bem limpinha e levanta a bunda, que vamos deixar seu namoradinho gozar também.
Coral se levantou, me dando a visão da bucetinha super irritada e expelindo a gozada do Pablo, exposta pra mim.
Segurei ela pela cintura e meti com fúria. Não demorei nem dois minutos pra gozar dentro da minha namorada, me deu um puta prazer essa gozada.
Pablo subiu a calça, abraçou minha delicada e linda namorada e deu outro beijo de porco nela.
- Vou sair o dia todo. Aproveitem a praia ou o que quiserem, mas lembra, gostosinha, do que você prometeu, e você, Manu, fica tranquilo e curte o corpo. Deixa sua putinha descansar e se recuperar, que essa noite vocês vão pirar, ela e você.
E dando um selinho e um forte Tapa no cu, saiu pela porta.
Minha namorada, sem me olhar, foi pro banheiro. Percebi que dessa vez algo tinha sido diferente. Tentei me recompor e assimilar o que aconteceu sem sufocar ela e sem me sufocar.
Sentei pra tomar café enquanto a Coral tomava banho. Quando ela saiu do banheiro, sentou com outra expressão e falou:
- Buuff, que fome que eu tô.
Tava claro que ela tava enrolando pra falar do que aconteceu, até notei um pouco de vergonha na cara dela. Fui tomar banho e continuei matutando. Se a gente não conversar sobre o que rolou, é mau negócio, pensei.
Não queria pressionar ela, então pegamos as tralhas, um pouco de comida e fomos pra praia. Voltamos pra área de nudismo. Passamos quase o dia todo de boa, sem tocar no assunto, curtindo o sol e a água.
No fim da tarde, demos um mergulho mais romântico. Brincando na água, pensei que era o momento ideal pra falar sobre o que vivemos de manhã.
- Amor, como você tá com essas brincadeiras com o taxista? Sabe que se você quiser parar, eu corto e pronto, a gente faz isso pra curtir junto e se você se sentir mal, a gente para.
Coral me beijou com paixão e firmeza e respondeu:
- O que você quiser, meu bem, de verdade. Eu vou na onda porque acho que você gosta de ver, mas se você não tiver à vontade, pronto, a gente fala que não e acabou.
Não senti sinceridade nas palavras dela, embora soubesse que se eu falasse "até aqui", ela me apoiaria sem dúvida. Gostei de saber que ela dizia que fazia por mim, embora os dois soubéssemos que quem mais gozava era ela. Ainda assim, quis ir mais fundo.
- Meu amor, é que não sei... e se ele te machucar ou fizer algo que você não goste e eu não souber reagir?
- Bom, não sei... se ele fizer algo que eu não goste ou passar do limite, acho que eu falaria pra ele.
- É, meu bem, mas eu te vi tão entregue...
- E fala a verdade, isso te deixou hiper excitado, me ver tão entregue pra aquele porco, né?
E pegando na minha rola, percebeu que eu tava durasso com a conversa.
- No fundo, você tá morrendo de vontade de ver ele de novo, né?
Não pude negar:
- É verdade, nunca tinha gozado tanto nem cuspido tanta porra.
E soltando minha pica e se levantando, disse com firmeza:
- Então bora pro camping, quero descansar um pouco e me depilar com a gilete, sabe que sou mulher de palavra e prometi que vou ser obediente e não vou quebrar minha promessa.
Essas palavras cravaram na minha alma, minha pica tava explodindo de tesão, e eu queria ver logo o que ia rolar essa noite. Juntamos tudo e fomos pro camping entre beijos, risadas e safadezas.
Coral entrou no chuveiro enquanto eu preparava algo pra comer. Ela se demorou depilando a bunda e a bucetinha pra deixar bem lisinha. Saiu do chuveiro e se lambuzou de óleo corporal de amêndoas pra ficar bem brilhante e hidratada.
Petiscamos alguma coisa e ficamos brincando um pouco. Minha pica não baixava de jeito nenhum, e ela, abrindo as pernas, me dizia:
- Olha como tô com a bucetinha, fico o tempo todo molhada.
Sentamos no sofá esperando o taxista. Não falávamos nada, mas estávamos impacientes e meio nervosos.
Às 22h30, ouvimos ele falar entre risadas e sussurros:
- Hahaha, que nada, porra, você cala a boca e nem fala, já vai ver que o que o Pablo diz é verdade.
Coral e eu nos olhamos com cara de espanto e cagaço. Que porra de buceta era essa? Com quem será que o filho da puta tava? Minha mina, que tava pelada, vestiu rápido um shortinho e minha camiseta regata. Eu vesti a sunga na maior pressa.
Ele bateu na porta. Minha mina, meio cagona, fez um sinal pra eu abrir.
- Oi Manu, macho. Descansaram bem? Cuidou da minha gostosa? Hoje ela vai ter que ser uma boa puta pra mim.
Apertando minha mão com força, virou a cabeça pra minha namorada, que tava sentada num sofazinho olhando com cara de menina assustada e forçando um sorriso.
- Como você me deixa doido com Essa camiseta, já te falei hoje de manhã, esses peitinhos gostosos e esses biquinhos tão durinhos deixam meu pau durasso.
Quando entrei, fui fechar a porta, mas ele colocou a mão e disse:
- Espera, Manu, entra e senta. E você, putinha, vem aqui.
Coral se levantou e foi até o Pablo. Ele abraçou ela, agarrando a bunda dela, dando um beijão intenso, e se afastando, olhando nos olhos dela, disse:
- Você vai ser boazinha e obediente, e vai cumprir sua promessa, né, putinha?
Coral olhou de leve para onde eu estava, e dos lábios dela escapou um leve "sim".
4 comentários - La realidad superó nuestra ficción parte 1(relato cornudo)