Isso aconteceu há alguns meses, foi algumas semanas depois do que rolou no meu relato anterior (que, se vocês não leram, recomendo — tão no meu perfil) e aconteceu antes da "segunda parte" que eu falei que tinha daquela história. Bom, o que aconteceu foi que minha irmã e eu saímos pra balada porque era meu aniversário, então a gente começou a se preparar pra sair, tomando banho e se vestindo. Ela, óbvio, demorou pra caralho pra ficar pronta, enrolando pra escolher a roupa que ia levar e se maquiando, mas valeu a pena porque quando ela saiu do quarto, tava usando um vestido vermelho lindo com um decote enorme que deixava ver quase inteiras as tetonas dela.
Quando eu vi ela, fiquei de boca aberta e só consegui falar uma coisa:
Eu: uau
H: que foi?, não gostou de como tô vestida?, tô feia?, troco de roupa?
Eu: não, não, nada disso, na verdade é o contrário, você tá linda, irmã
H: ah que fofo, mas você só fala isso porque sou sua irmã
Eu: falo porque é verdade, você tá linda
H: obrigada, irmãozinho — ela disse me dando um abraço, deixando eu sentir os peitões enormes dela contra meu peito
Eu só sorri e depois saímos de casa pra nos despedir dos nossos pais e ir no carro da minha irmã, chegamos na balada, pedimos uns drinks e começou minha festa, depois de umas horas bebendo e dançando fomos pra casa, no caminho a gente ia conversando sobre os caras que chegaram nela e de uma mina que dancei e rolou um amasso (beijos e apalpada) que aconteceu quando fomos no “banheiro” mas demoramos pra voltar, e isso foi uma das coisas que minha irmã perguntou quando a gente tava indo pra casa, falei que era porque tinha muita gente mas claro ela não acreditou, então insistiu até eu confessar o que rolou, ela riu e disse:
H: ah irmãozinho, que garanhão você é — KKKKKKKKKKK
Eu: kkk você já tá bem bebada
H: kkk nada disso, só não sabia que meu irmãozinho já tava fazendo essas coisas
Eu: kkk pois é, já não sou mais criança, irmã
H: não, já percebi que não
A gente riu e continuou falando de outras coisas até que num semáforo ela reparou na minha ereção na calça, percebi porque ela, sem vergonha nenhuma, falou:
H: irmãozinho, vejo que você não terminou o serviço no banheiro kkkk
Eu, tão bebado quanto ela, falei que tinha ficado com vontade e que ia ter que chegar em casa e bater uma punheta pra não ficar com o saco dolorido no dia seguinte, ela riu e mudou de assunto, a gente continuou falando de outras coisas fora daquela noite e quando estávamos quase chegando em casa, vimos que a rua mais perto tava fechada por causa de um acidente, então tivemos que dar a volta por outras ruas que quase Não nos conhecíamos, no caminho começamos a ver várias mulheres muito gostosas e com pouca roupa. Ela virou pra mim e disse:
H: Ei, sério que a mina te deixou de pau duro?
Eu: Kkkk sim, por isso tô falando que vou ter que bater uma quando chegar em casa.
H: Melhor comer uma dessas, eu pago pra você, kkk.
Eu: Sério? Beleza, te deixo em casa, você me dá o dinheiro e eu volto.
H: Nem louca vou te emprestar meu carro. Se quiser, eu espero você.
Eu: Como? Mas não ia ser estranho?
H: Pra mim não. Aliás, eu mesma escolho.
Eu: Hmm, tá bom então.
Ela continuou dirigindo até parar na frente de uma casa onde tinha várias putas, todas gostosas, mas a que mais me chamou atenção — e por sorte a minha irmã também — era uma que parecia muito com ela: bunda e pernas lindas, um pouco gordinha, mas com uns peitões.
H: Quanto é o serviço completo?
P: Pros dois?
H: Não, não, só pra ele, mas não queria ficar aqui.
P: Então quer ver?
H: Queria, mas também não quero que me confundam, kkk.
P: Bom, então o serviço sai pelo dobro.
H: Hmm, tá bom.
Ela pagou, e a puta nos levou pra um dos vários quartos que tinha. No caminho, sussurrei no ouvido da minha irmã:
Eu: Ei, achei que era brincadeira. Sério que quer ver?
H: Cala a boca, vai ser divertido. Ninguém sabe que somos irmãos, e além disso não vou fazer nada, só olhar.
Entrando no quarto, tinha um sofá e uma cama. Minha irmã sentou no sofá, e eu fiquei de pé do lado dela. A puta tirou minha rola, colocou uma camisinha e começou a chupar na frente da minha irmã, que falou algo que me deixou mais excitado do que já tava:
H: Querido, comigo já não fica assim.
Eu: Cala a boca, você sabe bem que tô assim por sua causa — falei entrando na brincadeira.
Rimos enquanto a puta continuava no serviço, e olha, ela mandava muito bem. Depois de um tempo chupando, mandei ela ficar de quatro na cama porque já queria comer ela. Ela se pelou e ficou de quatro, exatamente como pedi. Virei pra olhar minha irmã e percebi que ela não... parei de ver meu pau, então falei algo que achei que ela recusaria:
Eu: amor, cospe no meu pau pra eu meter nessa puta
Ela virou pra mim e, sem dizer uma palavra, cuspiu no meu pau. Depois disso, mais tarado do que quando cheguei, fiquei atrás da puta e comecei a comer ela bem forte, imaginando que era minha irmã. Dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo, fazendo a puta gemer e dar gritos altos. Quando cansei de ficar em pé, deitei e mandei ela montar em mim, coisa que ela fez rápido, sentando no meu pau e começando a cavalgar. Ela montou por uns 5 ou 10 minutos, quando senti que ia gozar, parei ela e mandei se inclinar com as mãos no sofá, olhando pra minha irmã. Ela obedeceu, e eu fiquei atrás pra meter e minha irmã ver os peitos dela balançando na frente dela.
Eu: cê gosta, amor?
Ela: sim, love, que delícia que você come essa puta — disse minha irmã, pegando a cabeça dela e depois dando um beijo de língua bem apaixonado na puta.
Isso me excitou pra caralho, então não aguentei mais e terminei soltando tudo dentro da camisinha, caindo exausto na cama. A puta ia tirar a camisinha, mas minha irmã disse que ela mesma faria, então a puta se afastou enquanto minha irmã tirava a camisinha do meu pau e limpava os restos de porra com uma toalha úmida:
Ela: Uff, amor, cê soltou muita porra mesmo
Eu: sim, amor, mas não se preocupa, ainda tem a sua pra quando chegarmos em casa
Rimos enquanto minha irmã continuava me limpando. Depois que meu pau ficou limpo, me vesti, saímos e entramos no carro dela pra ir pra casa. O caminho inteiro não falamos uma palavra, e chegando em casa, ela foi pro quarto dela e eu pro meu. Espero que vocês gostem desse relato tanto quanto eu gostei dessa experiência linda. E fiquem tranquilos, sei que ainda devo um relato, mas achei que devia contar esse antes pra vocês terem um pouco mais de contexto antes do que vou contar amanhã. Sem mais, obrigado, espero seus comentários e pontos.
Quando eu vi ela, fiquei de boca aberta e só consegui falar uma coisa: Eu: uau
H: que foi?, não gostou de como tô vestida?, tô feia?, troco de roupa?
Eu: não, não, nada disso, na verdade é o contrário, você tá linda, irmã
H: ah que fofo, mas você só fala isso porque sou sua irmã
Eu: falo porque é verdade, você tá linda
H: obrigada, irmãozinho — ela disse me dando um abraço, deixando eu sentir os peitões enormes dela contra meu peito
Eu só sorri e depois saímos de casa pra nos despedir dos nossos pais e ir no carro da minha irmã, chegamos na balada, pedimos uns drinks e começou minha festa, depois de umas horas bebendo e dançando fomos pra casa, no caminho a gente ia conversando sobre os caras que chegaram nela e de uma mina que dancei e rolou um amasso (beijos e apalpada) que aconteceu quando fomos no “banheiro” mas demoramos pra voltar, e isso foi uma das coisas que minha irmã perguntou quando a gente tava indo pra casa, falei que era porque tinha muita gente mas claro ela não acreditou, então insistiu até eu confessar o que rolou, ela riu e disse:
H: ah irmãozinho, que garanhão você é — KKKKKKKKKKK
Eu: kkk você já tá bem bebada
H: kkk nada disso, só não sabia que meu irmãozinho já tava fazendo essas coisas
Eu: kkk pois é, já não sou mais criança, irmã
H: não, já percebi que não
A gente riu e continuou falando de outras coisas até que num semáforo ela reparou na minha ereção na calça, percebi porque ela, sem vergonha nenhuma, falou:
H: irmãozinho, vejo que você não terminou o serviço no banheiro kkkk
Eu, tão bebado quanto ela, falei que tinha ficado com vontade e que ia ter que chegar em casa e bater uma punheta pra não ficar com o saco dolorido no dia seguinte, ela riu e mudou de assunto, a gente continuou falando de outras coisas fora daquela noite e quando estávamos quase chegando em casa, vimos que a rua mais perto tava fechada por causa de um acidente, então tivemos que dar a volta por outras ruas que quase Não nos conhecíamos, no caminho começamos a ver várias mulheres muito gostosas e com pouca roupa. Ela virou pra mim e disse:
H: Ei, sério que a mina te deixou de pau duro?
Eu: Kkkk sim, por isso tô falando que vou ter que bater uma quando chegar em casa.
H: Melhor comer uma dessas, eu pago pra você, kkk.
Eu: Sério? Beleza, te deixo em casa, você me dá o dinheiro e eu volto.
H: Nem louca vou te emprestar meu carro. Se quiser, eu espero você.
Eu: Como? Mas não ia ser estranho?
H: Pra mim não. Aliás, eu mesma escolho.
Eu: Hmm, tá bom então.
Ela continuou dirigindo até parar na frente de uma casa onde tinha várias putas, todas gostosas, mas a que mais me chamou atenção — e por sorte a minha irmã também — era uma que parecia muito com ela: bunda e pernas lindas, um pouco gordinha, mas com uns peitões.
H: Quanto é o serviço completo?
P: Pros dois?
H: Não, não, só pra ele, mas não queria ficar aqui.
P: Então quer ver?
H: Queria, mas também não quero que me confundam, kkk.
P: Bom, então o serviço sai pelo dobro.
H: Hmm, tá bom.
Ela pagou, e a puta nos levou pra um dos vários quartos que tinha. No caminho, sussurrei no ouvido da minha irmã:
Eu: Ei, achei que era brincadeira. Sério que quer ver?
H: Cala a boca, vai ser divertido. Ninguém sabe que somos irmãos, e além disso não vou fazer nada, só olhar.
Entrando no quarto, tinha um sofá e uma cama. Minha irmã sentou no sofá, e eu fiquei de pé do lado dela. A puta tirou minha rola, colocou uma camisinha e começou a chupar na frente da minha irmã, que falou algo que me deixou mais excitado do que já tava:
H: Querido, comigo já não fica assim.
Eu: Cala a boca, você sabe bem que tô assim por sua causa — falei entrando na brincadeira.
Rimos enquanto a puta continuava no serviço, e olha, ela mandava muito bem. Depois de um tempo chupando, mandei ela ficar de quatro na cama porque já queria comer ela. Ela se pelou e ficou de quatro, exatamente como pedi. Virei pra olhar minha irmã e percebi que ela não... parei de ver meu pau, então falei algo que achei que ela recusaria:
Eu: amor, cospe no meu pau pra eu meter nessa puta
Ela virou pra mim e, sem dizer uma palavra, cuspiu no meu pau. Depois disso, mais tarado do que quando cheguei, fiquei atrás da puta e comecei a comer ela bem forte, imaginando que era minha irmã. Dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo, fazendo a puta gemer e dar gritos altos. Quando cansei de ficar em pé, deitei e mandei ela montar em mim, coisa que ela fez rápido, sentando no meu pau e começando a cavalgar. Ela montou por uns 5 ou 10 minutos, quando senti que ia gozar, parei ela e mandei se inclinar com as mãos no sofá, olhando pra minha irmã. Ela obedeceu, e eu fiquei atrás pra meter e minha irmã ver os peitos dela balançando na frente dela.
Eu: cê gosta, amor?
Ela: sim, love, que delícia que você come essa puta — disse minha irmã, pegando a cabeça dela e depois dando um beijo de língua bem apaixonado na puta.
Isso me excitou pra caralho, então não aguentei mais e terminei soltando tudo dentro da camisinha, caindo exausto na cama. A puta ia tirar a camisinha, mas minha irmã disse que ela mesma faria, então a puta se afastou enquanto minha irmã tirava a camisinha do meu pau e limpava os restos de porra com uma toalha úmida:
Ela: Uff, amor, cê soltou muita porra mesmo
Eu: sim, amor, mas não se preocupa, ainda tem a sua pra quando chegarmos em casa
Rimos enquanto minha irmã continuava me limpando. Depois que meu pau ficou limpo, me vesti, saímos e entramos no carro dela pra ir pra casa. O caminho inteiro não falamos uma palavra, e chegando em casa, ela foi pro quarto dela e eu pro meu. Espero que vocês gostem desse relato tanto quanto eu gostei dessa experiência linda. E fiquem tranquilos, sei que ainda devo um relato, mas achei que devia contar esse antes pra vocês terem um pouco mais de contexto antes do que vou contar amanhã. Sem mais, obrigado, espero seus comentários e pontos.
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