Beleza, sou o Juan, tenho 29 anos. Isso aconteceu faz mó tempão, mas a protagonista da história vai casar com um dos meus melhores amigos em 20 dias e sinto que todas as chances de repetir isso que vou contar tão se perdendo.
Quando a gente tava no segundo ano da faculdade, um amigo nosso, que vamos chamar de Carlitos, conheceu uma gatinha num app de namoro chamado Tinder. A parada é que a mina que ele conheceu era da nossa universidade, era mó gente boa, meio otaku na minha opinião. De aparência, ela tinha uns 1,60m — eu meço 1,65m, então a gente era mais ou menos do mesmo tamanho. Olhinhos verdes, carinha branca com sardas, cabelo preto e peitos bem grandes, mas ela usava moletons largos pra disfarçar. Naquela semana, a gente combinou de ir acampar os três no fim de semana, ou seja, eles dois e eu fui junto, e eu tipo "bora". Quando a gente tava numa janela, apareceu o Fabian com o sorriso de sempre — um amigo nosso de outro curso, mas a gente era do mesmo colégio, então a amizade continuou. Eu não queria que ele conhecesse a amiga do Carlitos porque, pô, o Carlitos nunca teve namorada e, na real, eles tavam se dando bem, tipo, tinha conexão ou química, e esse outro cara é atleta, é alto, todas as gatinhas correm atrás dele e, ainda por cima, é simpático e engraçado — o desgraçado tem tudo.
Mas ele chegou e cumprimentou a gente. Aí a gatinha sacou na hora e já se fez de difícil, e o Carlos, o trouxa, já convidou ele pro acampamento na mesma hora e, claro, ele topou. Depois de um tempo, a gente foi cada um pro seu lado e, quando tava indo pra sala com o Carlos, falei que era super idiota porque o Fabi ia pegar essa gatinha, e ele disse "acho que não, vou falar que gosto dela". A parada é que o Carlitos nunca falou nada. Chegou sexta-feira e o Fabian não mandou mensagem, então a gente não chamou ele, ou melhor, não insistimos, e fomos nós três com uma barraca pra uma pessoa e um colchão inflável — a pior ideia. A gente não tinha nem comida, tava frio e tudo. Levamos duas cervejas bem vagabundas e umas salsichas que não tínhamos como cozinhar. Quando deu umas 9 da noite... Tava morrendo de frio e fome, a mina entrou na barraca e falou: "galera, melhor deitar e não dormir, no primeiro sol a gente vaza". A gente se enfiou no colchão todo mundo de roupa, tava morrendo de frio e fome, e essa gostosa começou: "Ah, Carlitos, me abraça". E o Carlitos, todo bobo, não queria abraçar ela direito. Do nada, ela começou a fazer cócegas nele, e eu fiquei tipo "que porra é essa?" e falei: "Ah, vai, Camila (esse é o nome dela), chupa ele logo se você quer". Ela respondeu: "Ah, nada a ver, a gente é amigo, né?" E o Carlito deu uma risada e falou: "Sei lá". Ela ficou tipo "não, a gente é só amigo", mas falou isso dando mole, toda provocante. Não sei como rolou porque não dava pra ver porra nenhuma, mas o Carlito começou a chupar ela, e essa gostosa dava uns beijos gemendo, LITERALMENTE gemendo enquanto beijava. Eu já tava com o pau todo duro, e a safada jogou a mão pra trás, lembro que tocou minha barriga e foi descendo. Eu comecei a subir, ela pegou na minha calça, eu baixei rápido e ela começou a me tocar enquanto chupava o Carlos. Eu tava tipo "caralho, impossível, vamos comer os dois a mesma mina". Nisso, ela falou: "Olha, deitem de costas". A gente se ajeitou, e essa puta veio, baixou nossas cuecas e começou a chupar um pouco o Carlito e um pouco eu. Acendi a luz do celular pra ver ela, e a mina tava em outra, parecia possuída. Um tempo depois, ela grudou no Carlitos, ele tapou o rosto e começou a gozar, e ela não parava de mamar até que falou: "Aí, odeio esperma com grumos". Aí veio pra mim e começou a me mamar até eu não aguentar mais, porque ela passava a língua muito gostosa na cabeça, nas bordas, e eu gozei também. Nisso, ela falou: "Assim que eu gosto, líquido", e começou a chupar tudo. Se limpou e disse: "Beleza, quem vai ser o primeiro?" A gente ficou sem entender nada, aí ela olhou pra cima com uma cara de "ah, vocês não sabem?", virou, ficou de quatro, e eu falei pro Carlos: "Vou primeiro". Meti sem camisinha, infelizmente não aguentei muito, porque a bunda dela quicava de um jeito, e ver nossas sombras e tudo, não dava pra acreditar. Gozei. entrou e me disse: "tira e joga na minha bunda". E eu falei: "é que eu gozei dentro". E ela disse: "Carlitos, se você tem nojo, enfia pelo outro lado, mas joga na minha bunda". Nisso, ela pegou uma vaselina da bolsinha, passou no Carlitos e falou: "enfia isso aí, coloca e mete". Carlitos passou no pau dele e meteu. A cutie gritou e disse: "ai, adoro quando são inexperientes, me deixam no modo gatinha". E começou a gemer igual gata — não sei explicar direito — fazia uns barulhos de puta e gemia. O Carlitos gozou e disse: "quem aguenta mais um?". Eu levantei a mão, todo destruído, e ela subiu em cima. Ficou um tempão nisso e falou com voz de otaku puta: "ai, preciso de algo mais". Carlitos procurou na minha mochila e achou uma parada que parecia um isqueiro rosa. Ele acendeu e colocou entre ela e eu, e disse: "Carlitos, enfia por trás, por favor, agora, tipo gritando!". E Carlitos meteu assim, todo apressado, quase complicado, e ela gritou muito forte! E aí parou entre nós, saiu, e nós três, destruídos, dormimos igual pedra. De manhã, vi ela toda melada por nós, então aproveitei e quis ver os peitos dela. Levantei a blusa dela, ela acordou e falou: "ôeee", com a voz de otaku puta. Olhei pra ela e comecei a chupar um peito. Nisso, Carlitos acordou, e ela estava com as mãos juntas, igual puta, tinha uma fascinação por isso, e apontou o outro peito. Então Carlitos chupou o outro, e ela fazia barulhos de gemido com ronronado. Aí ela disse: "vocês cuspiriam na minha boca e fariam um bukkake pra mim, por favor?". E nós: "que porra é essa?". Ela falou: "daaa, quero que gozem em mim, batam punheta e jorrem". Então fizemos isso: batemos punheta e jogamos o gozo nos peitos dela e nos olhos. Ela pediu no nariz e no cabelo também, então fizemos o que deu. Depois, comemos ela de novo e saímos de lá umas 2 da tarde, transando sem parar.
Uns dias depois, o Fabi falou pra mim e pro Carlos que tava conversando com a Cami. A parada é que ele disse que parece que ela gostou. Passaram uns meses e... Eles começaram a ficar, depois ficou super sério e viraram namorados, os anos passaram e agora vão casar. O problema é que a Cami mudou pra caralho, mas esse otário chama ela de gatinha, então já sacamos por quê. Um dia ela descobriu que ele pegou a Carla, mas não contou que pegou eu também, e claro que eu perdoei porque a gente não era nada, mas a vaca era a master slut, e sempre quis comer ela de novo, mas não rola nada, e cada vez a mina tá mais e mais gostosa, agora ela é super diferente.
Quando a gente tava no segundo ano da faculdade, um amigo nosso, que vamos chamar de Carlitos, conheceu uma gatinha num app de namoro chamado Tinder. A parada é que a mina que ele conheceu era da nossa universidade, era mó gente boa, meio otaku na minha opinião. De aparência, ela tinha uns 1,60m — eu meço 1,65m, então a gente era mais ou menos do mesmo tamanho. Olhinhos verdes, carinha branca com sardas, cabelo preto e peitos bem grandes, mas ela usava moletons largos pra disfarçar. Naquela semana, a gente combinou de ir acampar os três no fim de semana, ou seja, eles dois e eu fui junto, e eu tipo "bora". Quando a gente tava numa janela, apareceu o Fabian com o sorriso de sempre — um amigo nosso de outro curso, mas a gente era do mesmo colégio, então a amizade continuou. Eu não queria que ele conhecesse a amiga do Carlitos porque, pô, o Carlitos nunca teve namorada e, na real, eles tavam se dando bem, tipo, tinha conexão ou química, e esse outro cara é atleta, é alto, todas as gatinhas correm atrás dele e, ainda por cima, é simpático e engraçado — o desgraçado tem tudo.
Mas ele chegou e cumprimentou a gente. Aí a gatinha sacou na hora e já se fez de difícil, e o Carlos, o trouxa, já convidou ele pro acampamento na mesma hora e, claro, ele topou. Depois de um tempo, a gente foi cada um pro seu lado e, quando tava indo pra sala com o Carlos, falei que era super idiota porque o Fabi ia pegar essa gatinha, e ele disse "acho que não, vou falar que gosto dela". A parada é que o Carlitos nunca falou nada. Chegou sexta-feira e o Fabian não mandou mensagem, então a gente não chamou ele, ou melhor, não insistimos, e fomos nós três com uma barraca pra uma pessoa e um colchão inflável — a pior ideia. A gente não tinha nem comida, tava frio e tudo. Levamos duas cervejas bem vagabundas e umas salsichas que não tínhamos como cozinhar. Quando deu umas 9 da noite... Tava morrendo de frio e fome, a mina entrou na barraca e falou: "galera, melhor deitar e não dormir, no primeiro sol a gente vaza". A gente se enfiou no colchão todo mundo de roupa, tava morrendo de frio e fome, e essa gostosa começou: "Ah, Carlitos, me abraça". E o Carlitos, todo bobo, não queria abraçar ela direito. Do nada, ela começou a fazer cócegas nele, e eu fiquei tipo "que porra é essa?" e falei: "Ah, vai, Camila (esse é o nome dela), chupa ele logo se você quer". Ela respondeu: "Ah, nada a ver, a gente é amigo, né?" E o Carlito deu uma risada e falou: "Sei lá". Ela ficou tipo "não, a gente é só amigo", mas falou isso dando mole, toda provocante. Não sei como rolou porque não dava pra ver porra nenhuma, mas o Carlito começou a chupar ela, e essa gostosa dava uns beijos gemendo, LITERALMENTE gemendo enquanto beijava. Eu já tava com o pau todo duro, e a safada jogou a mão pra trás, lembro que tocou minha barriga e foi descendo. Eu comecei a subir, ela pegou na minha calça, eu baixei rápido e ela começou a me tocar enquanto chupava o Carlos. Eu tava tipo "caralho, impossível, vamos comer os dois a mesma mina". Nisso, ela falou: "Olha, deitem de costas". A gente se ajeitou, e essa puta veio, baixou nossas cuecas e começou a chupar um pouco o Carlito e um pouco eu. Acendi a luz do celular pra ver ela, e a mina tava em outra, parecia possuída. Um tempo depois, ela grudou no Carlitos, ele tapou o rosto e começou a gozar, e ela não parava de mamar até que falou: "Aí, odeio esperma com grumos". Aí veio pra mim e começou a me mamar até eu não aguentar mais, porque ela passava a língua muito gostosa na cabeça, nas bordas, e eu gozei também. Nisso, ela falou: "Assim que eu gosto, líquido", e começou a chupar tudo. Se limpou e disse: "Beleza, quem vai ser o primeiro?" A gente ficou sem entender nada, aí ela olhou pra cima com uma cara de "ah, vocês não sabem?", virou, ficou de quatro, e eu falei pro Carlos: "Vou primeiro". Meti sem camisinha, infelizmente não aguentei muito, porque a bunda dela quicava de um jeito, e ver nossas sombras e tudo, não dava pra acreditar. Gozei. entrou e me disse: "tira e joga na minha bunda". E eu falei: "é que eu gozei dentro". E ela disse: "Carlitos, se você tem nojo, enfia pelo outro lado, mas joga na minha bunda". Nisso, ela pegou uma vaselina da bolsinha, passou no Carlitos e falou: "enfia isso aí, coloca e mete". Carlitos passou no pau dele e meteu. A cutie gritou e disse: "ai, adoro quando são inexperientes, me deixam no modo gatinha". E começou a gemer igual gata — não sei explicar direito — fazia uns barulhos de puta e gemia. O Carlitos gozou e disse: "quem aguenta mais um?". Eu levantei a mão, todo destruído, e ela subiu em cima. Ficou um tempão nisso e falou com voz de otaku puta: "ai, preciso de algo mais". Carlitos procurou na minha mochila e achou uma parada que parecia um isqueiro rosa. Ele acendeu e colocou entre ela e eu, e disse: "Carlitos, enfia por trás, por favor, agora, tipo gritando!". E Carlitos meteu assim, todo apressado, quase complicado, e ela gritou muito forte! E aí parou entre nós, saiu, e nós três, destruídos, dormimos igual pedra. De manhã, vi ela toda melada por nós, então aproveitei e quis ver os peitos dela. Levantei a blusa dela, ela acordou e falou: "ôeee", com a voz de otaku puta. Olhei pra ela e comecei a chupar um peito. Nisso, Carlitos acordou, e ela estava com as mãos juntas, igual puta, tinha uma fascinação por isso, e apontou o outro peito. Então Carlitos chupou o outro, e ela fazia barulhos de gemido com ronronado. Aí ela disse: "vocês cuspiriam na minha boca e fariam um bukkake pra mim, por favor?". E nós: "que porra é essa?". Ela falou: "daaa, quero que gozem em mim, batam punheta e jorrem". Então fizemos isso: batemos punheta e jogamos o gozo nos peitos dela e nos olhos. Ela pediu no nariz e no cabelo também, então fizemos o que deu. Depois, comemos ela de novo e saímos de lá umas 2 da tarde, transando sem parar.
Uns dias depois, o Fabi falou pra mim e pro Carlos que tava conversando com a Cami. A parada é que ele disse que parece que ela gostou. Passaram uns meses e... Eles começaram a ficar, depois ficou super sério e viraram namorados, os anos passaram e agora vão casar. O problema é que a Cami mudou pra caralho, mas esse otário chama ela de gatinha, então já sacamos por quê. Um dia ela descobriu que ele pegou a Carla, mas não contou que pegou eu também, e claro que eu perdoei porque a gente não era nada, mas a vaca era a master slut, e sempre quis comer ela de novo, mas não rola nada, e cada vez a mina tá mais e mais gostosa, agora ela é super diferente.
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