Olá amig@s do Poringa.net:
Aqui trago um novo relato das minhas histórias nunca contadas.
Espero que seja do agrado de vocês:
Este é meu relato número 20 e, desta vez, vou ter ajuda da protagonista para escrevê-lo.
Espero que gostem tanto quanto nós de contar nossa história.
Samanta e eu nos conhecemos há anos. Ela é mãe do meu amigo Toni.
Faz 7 anos que temos uma relação de amizade onde compartilhamos tudo, até a cama.
Ela é uma mulher linda de 53 anos, que não aparenta nem um pouco essa idade.
Viúva há 12 anos.
Tudo começou no aniversário do Toni. Uma festa daquelas, com amigos e família.
Eu levei minha câmera, como de costume, e tirei fotos do aniversário, como sempre faço.
A gente se divertiu pra caralho e dançou muito.
A festa terminou e cada um foi pra sua casa, inclusive eu.
No dia seguinte, Samanta me ligou. Me surpreendeu porque ela nunca me ligava, ainda mais se o filho não estivesse em casa.
Preocupado se tinha acontecido algo, atendi na hora.
Eu: — Oi, Sami, aconteceu alguma coisa?
Samanta: — Oi, Maury, como você tá? Não, nada, te assustei?
Só queria te avisar que você esqueceu a câmera de fotos aqui em casa.
Um arrepio percorreu minhas costas, porque não eram só as fotos do aniversário que estavam lá.
Eu: — Desculpa, Sami, ainda tô meio dormindo.
Pensei que tinha acontecido algo, já que você não costuma ligar.
Puta merda, que cabeça a minha... Bom, daqui a pouco tenho que passar aí.
Aproveito e busco a câmera, se não te incomodar.
Samanta: — Não, de jeito nenhum, melhor você vir. Ela tá sem bateria, por que você não traz o cabo e a gente baixa as fotos do aniversário no meu computador? O que acha?
Achei estranho, porque a câmera tinha carga quando usei.
Eu: — Beleza, sem problema.
Samanta: — Já comeu? Porque aqui tem comida de sobra e tô sozinha, e odeio comer sozinha.
O Toni foi pra casa da namorada.
Enquanto você baixa as fotos, a gente come e eu vou arrumar a casa, quer?
Eu: — Ok. Sem problema. Daqui a pouco passo aí e te dou uma mão com a bagunça.
Tinha que aproveitar pra baixar as fotos do aniversário sem que... Vi as outras fotos.
O caminho inteiro pra casa fiquei pensando, como que podia não ter bateria? Se tirei foto a noite toda e ainda tinha carga.
Cheguei em casa e ela abriu o portão de entrada pra mim.
Coisa rara, porque ela nunca deixava meu carro passar da entrada.
Lá, ela me esperava com uma camisa branca que ficava grande nela e um biquíni preto.
Nunca tinha visto ela assim.
Tava mais gostosa do que nunca, e ela sempre me pareceu uma mulher muito sensual.
Com umas curvas boas, uns olhos azuis lindos, pele branca que raramente deixava ver.
Mas por respeito ao meu amigo, nunca falei nem fiz nada pra chamar a atenção dela.
Ela me fez entrar e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Sozinhos e vendo ela tão bem,
aproveitei pra admirar de verdade.
Como falei antes, raramente se mostrava.
Ela me deu a câmera e disse: "O computador tá ligado, vou preparar algo pra comer."
"Ok", falei, e me apressei pra baixar as fotos do aniversário, pra não aparecerem as outras que eu tinha.
Ela na cozinha nem olhava o que eu fazia.
Baixei as fotos e tirei a câmera rapidinho.
Bem na hora, ela chegou com uns sanduíches e perguntou: "Já estão as fotos?"
Suspirei de alívio sabendo que tava pronto e podia ver elas sem mostrar as outras que estavam na câmera.
Onde tinha fotos transando, fotos de amiga pelada e até do meu pau.
Samanta: "Já estão? Que rápido.
Quero ver, pode?"
"Claro", respondi, enquanto ela sentava num banquinho perto de mim.
Começamos a ver as fotos enquanto comíamos e tomávamos uma cerveja.
Rimos e passamos um tempo gostoso. Quando acabaram as fotos, ela disse: "Já são todas?"
Eu: "Sim, são todas que tirei, são um monte, viu?"
Samanta: "Ah... não, não vale. Eu vi umas fotos lindas que não estão aqui.
Tem certeza que são todas que você tem na câmera?"
Eu: "São todas as do aniversário. Acho que não falta nenhuma... baixei todas."
Samanta: "hahaha Não tava falando das do aniversário. Quero ver as outras fotos que você tem.
Vamos, já vi, mas a bateria acabou — não seja mau.
Sabe que eu sempre quis fazer coisas assim, mas nunca rolou.
Vermelho que nem tomate, perguntei: "Você viu minhas fotos?"
"O que você viu?"
Samanta: "Sim, e gostei muito. É sua namorada? Vocês sempre tiram fotos assim?
Ela é muito gostosa. Te parabenizo.
Espero não estar te incomodando com minhas perguntas. hahaha."
Não sabia onde me enfiar.
Mas expliquei que eu tinha encontros sexuais com mulheres como qualquer pessoa, e que com o consentimento delas tirava fotos e compartilhava em sites como esses, ou guardava pra mim.
Eu: "Sei que é estranho, mas gosto de tirar fotos assim e descobri que também gostava de escrever as histórias das fotos."
Samanta: "Que legal... Você tem um site pornô?
Isso me dá muito tesão. Pode me mostrar o que você faz?"
Mostrei o que publicava aqui e em outro site que já não existe mais.
Tinha fotos de duas minas que, por sorte, ela não conhecia.
Algumas posando e outras transando comigo.
Mostrei os contos e como contava minhas histórias.
Ela adorou os comentários que eu recebia.
Fascinada, comentava as fotos e meus relatos — eu não conseguia acreditar que estava compartilhando essa diversão que tenho com a mãe do meu amigo.
"Quem sabe disso?", perguntou curiosa.
"Ninguém", falei. "Nunca conversei sobre isso com meus amigos ou com quem me conhece.
Por isso publico aqui.
Morreria de vergonha se alguém soubesse", respondi.
"Bom, eu já sei e já vi", disse com um sorriso safado.
E continuou:
"Além disso, você não parece tão envergonhado nas fotos."
Eu: "Por favor, não fala nada disso."
Samanta: "Não, meu bem, eu guardo seu segredo.
Você tem talento pra tirar fotos e pra escrever.
Eu sou muito velha pra aparecer num dos seus contos, não sou?"
Eu: "Não, o que você tá dizendo? Você é uma mulher gostosa.
Com certeza tem mil histórias pra contar. Ou fazer uma só nós dois.
Seria uma história inesquecível pra contar. Ela me encarou com um sorriso.
"Você é tão fofo, bebê", disse ela, e me deu um beijo na testa.
Levantou os pratos e foi andando pra cozinha.
Eu segui ela e perguntei: "O que tem de errado?"
"Com as mulheres que você tem nas fotos.
O que você pode fazer comigo? Sou velha demais.
Talvez uns anos atrás eu topasse, mas não liga pra mim, bebê."
Respondeu enquanto deixava as coisas na pia.
Peguei ela pela cintura e respondi: "Você é uma mulher gostosa, não tem que invejar ninguém."
Ela tirou minhas mãos com muito cuidado e delicadeza.
Disse de novo: "Não liga pra mim, tá?" e se afastou até o computador onde estavam os litrões de cerveja.
Dando um gole, me olhou e falou:
Samanta: "Viu... entre as fotos, a bebida e uma abstinência sexual de anos, me faz falar besteira, garoto.
Te parabenizo pelo que faz, mas eu já não tô pra essas coisas."
Me aproximei com confiança, tirei a garrafa da mão dela, dei um gole da bebida dela e falei:
Eu: "Vamos, Sami. Você não bebeu tanto assim pra falar besteira.
Não queria ver mais fotos da minha câmera?
Sei lidar com histórias e também com sua abstinência..."
Abracei ela com um braço forte e encostei ela em mim.
Esfreguei o bico da garrafa na buceta dela.
Ela jogou a cabeça pra trás e se derreteu no meu braço, soltando um gemidinho.
Beijei o pescoço dela enquanto continuava brincando com a garrafa.
"Não seja mau", ela implorou, e me beijou com muito tesão.
Não tinha mais volta. Já nas minhas mãos, sentei ela na mesa do PC.
Enquanto a beijava, desci devagar, parando nos peitos dela e chupando eles com muita suavidade.
Abaixando o sutiã dela, minha língua brincava com os biquinhos delicados.
Chupando e mordendo de leve, descobri que era uma das zonas erógenas dela.
Ela acariciava minha cabeça e me puxava pelo cabelo.
Desci um pouco mais pra brincar com o umbigo dela.
Ela ficava louca.
Já não precisava fazer mais nada, só penetrar ela já bastava. Mas não ia perder a chance de saborear aquela delícia que tava pingando pra mim.
E não me arrependo.
Ela tinha preparado tudo pra mim.
Enquanto me esperava, ela se preparou, deixando bem lisinha e macia pra mim.
Dava pra ver que tinha feito pouco tempo, sem nenhum fio de pelo.
Parecia uma buceta de bebê.
Dava até pra sentir o cheiro do sabonete que ela usou pra deixar assim.
Ela decidiu depois de ver as fotos das minas que eu tinha na minha câmera.
Não dava pra desperdiçar aquela maravilha, ainda mais com toda a dedicação e preparo pro meu prazer.
Lambi e chupei como se fosse um doce de laranja.
Ela, com os gemidos que ecoavam pela casa toda, agradecia cada coisa que eu fazia.
Minha língua na ponta separava os lábios da buceta dela e fazia círculos pequenos no clitóris.
Depois, com a língua bem larga, lambia de cima pra baixo, enfiando a língua naquela buceta quente.
Os suspiros e espasmos dela me deixavam louco.
Também lambi o cuzinho dela, que apertava forte e soltava cada vez que eu passava do cu pra buceta.
Meu pau duro feito uma lança queria se enfiar naquela buceta delicada.
Então cravei meus dedos na bunda dela e levantei ela pra sentar em cima de mim.
Ela se ajeitou enquanto meu pau ficava na posição e procurava a entrada daquela buceta lubrificada.
Ela foi descendo devagar.
Dava pra sentir ela empalada pelo meu pau comprido e cabeçudo.
Eu sentia meu pau abrindo a buceta apertada dela.
Ela respirava e gemia, e soltava gemidos de dor, o que me deixava ainda mais excitado.
Samanta: "Por favor... devagar... ai...
Teu pau é grande e faz tempo que não dou... ai... uf... ai...
Nossa, pelo amor de Deus, bebê... teu pau é enorme... Ai..."
Enquanto meu pau moldava aquela buceta, ela gozava uma vez atrás da outra em todas as posições que eu colocava ela.
Aproveitando os orgasmos dela, eu comia com gosto.
Era só prazer pra ela. Aos poucos, a buceta dela se acostumava com o tamanho do meu pau.
Ela sentou no sofá da sala. E começou a chupar minha pica.
O prazer que me causava era algo incrível.
A língua dela fazia maravilhas, percorria minha pica venosa.
De baixo pra cima, brincando na minha cabeça inchada de tesão.
A língua dela brincava com o buraquinho da uretra, o que me dava muito prazer.
Samanta: Derrama todo o seu leite na minha boca, amor.....
Mmm..... Quero tomar seu leite..... Bebê, me alimenta... mmm....
É isso que eu quero, gatinho, você vai me dar?
Ela começou a chupar com vontade de tirar tudo que minha pica tinha dentro.
Me deixei levar enquanto aproveitava tanto prazer.
Soltou um gemido de gozo que ecoou na sala, e eu deixei sair.
Uma grande quantidade de leite que jorrava, e ela engolia com desespero.
Não desperdiçou nadinha. Até a última gota, tomou com paixão.
Não parou de chupar até perder a ereção e deixou minha pica bem limpinha.
Pegou a cerveja e deu um gole à minha saúde.
Rimos e curtimos a tarde enquanto arrumávamos um pouco a bagunça da casa.
Ela estava muito gostosa, e entre brincadeiras de mão e encostadas.
Eu já tava com vontade de comer ela de novo.
Entre as coisas da festa, ela achou uma máscara de karaokê e disse: "Olha o que achei."
Colocou a máscara e começamos a nos beijar de novo.
Ela com a máscara e eu com a câmera na mão.
Ficamos transando umas duas horas, e foi incrível ver como essa mulher curtia minha pica.
Mas no próximo eu conto muito mais.
Continua..........
Aqui vai a lembrança daquele encontro.

Pd: espero que vocês gostem e espero muitos comentários pra compartilhar com essa mulher incrível.
Se curtir, vem a segunda parte.
Abraços: Maury-solo-yo.
Aqui trago um novo relato das minhas histórias nunca contadas.
Espero que seja do agrado de vocês:
Este é meu relato número 20 e, desta vez, vou ter ajuda da protagonista para escrevê-lo.
Espero que gostem tanto quanto nós de contar nossa história.
Samanta e eu nos conhecemos há anos. Ela é mãe do meu amigo Toni.
Faz 7 anos que temos uma relação de amizade onde compartilhamos tudo, até a cama.
Ela é uma mulher linda de 53 anos, que não aparenta nem um pouco essa idade.
Viúva há 12 anos.
Tudo começou no aniversário do Toni. Uma festa daquelas, com amigos e família.
Eu levei minha câmera, como de costume, e tirei fotos do aniversário, como sempre faço.
A gente se divertiu pra caralho e dançou muito.
A festa terminou e cada um foi pra sua casa, inclusive eu.
No dia seguinte, Samanta me ligou. Me surpreendeu porque ela nunca me ligava, ainda mais se o filho não estivesse em casa.
Preocupado se tinha acontecido algo, atendi na hora.
Eu: — Oi, Sami, aconteceu alguma coisa?
Samanta: — Oi, Maury, como você tá? Não, nada, te assustei?
Só queria te avisar que você esqueceu a câmera de fotos aqui em casa.
Um arrepio percorreu minhas costas, porque não eram só as fotos do aniversário que estavam lá.
Eu: — Desculpa, Sami, ainda tô meio dormindo.
Pensei que tinha acontecido algo, já que você não costuma ligar.
Puta merda, que cabeça a minha... Bom, daqui a pouco tenho que passar aí.
Aproveito e busco a câmera, se não te incomodar.
Samanta: — Não, de jeito nenhum, melhor você vir. Ela tá sem bateria, por que você não traz o cabo e a gente baixa as fotos do aniversário no meu computador? O que acha?
Achei estranho, porque a câmera tinha carga quando usei.
Eu: — Beleza, sem problema.
Samanta: — Já comeu? Porque aqui tem comida de sobra e tô sozinha, e odeio comer sozinha.
O Toni foi pra casa da namorada.
Enquanto você baixa as fotos, a gente come e eu vou arrumar a casa, quer?
Eu: — Ok. Sem problema. Daqui a pouco passo aí e te dou uma mão com a bagunça.
Tinha que aproveitar pra baixar as fotos do aniversário sem que... Vi as outras fotos.
O caminho inteiro pra casa fiquei pensando, como que podia não ter bateria? Se tirei foto a noite toda e ainda tinha carga.
Cheguei em casa e ela abriu o portão de entrada pra mim.
Coisa rara, porque ela nunca deixava meu carro passar da entrada.
Lá, ela me esperava com uma camisa branca que ficava grande nela e um biquíni preto.
Nunca tinha visto ela assim.
Tava mais gostosa do que nunca, e ela sempre me pareceu uma mulher muito sensual.
Com umas curvas boas, uns olhos azuis lindos, pele branca que raramente deixava ver.
Mas por respeito ao meu amigo, nunca falei nem fiz nada pra chamar a atenção dela.
Ela me fez entrar e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Sozinhos e vendo ela tão bem,
aproveitei pra admirar de verdade.
Como falei antes, raramente se mostrava.
Ela me deu a câmera e disse: "O computador tá ligado, vou preparar algo pra comer."
"Ok", falei, e me apressei pra baixar as fotos do aniversário, pra não aparecerem as outras que eu tinha.
Ela na cozinha nem olhava o que eu fazia.
Baixei as fotos e tirei a câmera rapidinho.
Bem na hora, ela chegou com uns sanduíches e perguntou: "Já estão as fotos?"
Suspirei de alívio sabendo que tava pronto e podia ver elas sem mostrar as outras que estavam na câmera.
Onde tinha fotos transando, fotos de amiga pelada e até do meu pau.
Samanta: "Já estão? Que rápido.
Quero ver, pode?"
"Claro", respondi, enquanto ela sentava num banquinho perto de mim.
Começamos a ver as fotos enquanto comíamos e tomávamos uma cerveja.
Rimos e passamos um tempo gostoso. Quando acabaram as fotos, ela disse: "Já são todas?"
Eu: "Sim, são todas que tirei, são um monte, viu?"
Samanta: "Ah... não, não vale. Eu vi umas fotos lindas que não estão aqui.
Tem certeza que são todas que você tem na câmera?"
Eu: "São todas as do aniversário. Acho que não falta nenhuma... baixei todas."
Samanta: "hahaha Não tava falando das do aniversário. Quero ver as outras fotos que você tem.
Vamos, já vi, mas a bateria acabou — não seja mau.
Sabe que eu sempre quis fazer coisas assim, mas nunca rolou.
Vermelho que nem tomate, perguntei: "Você viu minhas fotos?"
"O que você viu?"
Samanta: "Sim, e gostei muito. É sua namorada? Vocês sempre tiram fotos assim?
Ela é muito gostosa. Te parabenizo.
Espero não estar te incomodando com minhas perguntas. hahaha."
Não sabia onde me enfiar.
Mas expliquei que eu tinha encontros sexuais com mulheres como qualquer pessoa, e que com o consentimento delas tirava fotos e compartilhava em sites como esses, ou guardava pra mim.
Eu: "Sei que é estranho, mas gosto de tirar fotos assim e descobri que também gostava de escrever as histórias das fotos."
Samanta: "Que legal... Você tem um site pornô?
Isso me dá muito tesão. Pode me mostrar o que você faz?"
Mostrei o que publicava aqui e em outro site que já não existe mais.
Tinha fotos de duas minas que, por sorte, ela não conhecia.
Algumas posando e outras transando comigo.
Mostrei os contos e como contava minhas histórias.
Ela adorou os comentários que eu recebia.
Fascinada, comentava as fotos e meus relatos — eu não conseguia acreditar que estava compartilhando essa diversão que tenho com a mãe do meu amigo.
"Quem sabe disso?", perguntou curiosa.
"Ninguém", falei. "Nunca conversei sobre isso com meus amigos ou com quem me conhece.
Por isso publico aqui.
Morreria de vergonha se alguém soubesse", respondi.
"Bom, eu já sei e já vi", disse com um sorriso safado.
E continuou:
"Além disso, você não parece tão envergonhado nas fotos."
Eu: "Por favor, não fala nada disso."
Samanta: "Não, meu bem, eu guardo seu segredo.
Você tem talento pra tirar fotos e pra escrever.
Eu sou muito velha pra aparecer num dos seus contos, não sou?"
Eu: "Não, o que você tá dizendo? Você é uma mulher gostosa.
Com certeza tem mil histórias pra contar. Ou fazer uma só nós dois.
Seria uma história inesquecível pra contar. Ela me encarou com um sorriso.
"Você é tão fofo, bebê", disse ela, e me deu um beijo na testa.
Levantou os pratos e foi andando pra cozinha.
Eu segui ela e perguntei: "O que tem de errado?"
"Com as mulheres que você tem nas fotos.
O que você pode fazer comigo? Sou velha demais.
Talvez uns anos atrás eu topasse, mas não liga pra mim, bebê."
Respondeu enquanto deixava as coisas na pia.
Peguei ela pela cintura e respondi: "Você é uma mulher gostosa, não tem que invejar ninguém."
Ela tirou minhas mãos com muito cuidado e delicadeza.
Disse de novo: "Não liga pra mim, tá?" e se afastou até o computador onde estavam os litrões de cerveja.
Dando um gole, me olhou e falou:
Samanta: "Viu... entre as fotos, a bebida e uma abstinência sexual de anos, me faz falar besteira, garoto.
Te parabenizo pelo que faz, mas eu já não tô pra essas coisas."
Me aproximei com confiança, tirei a garrafa da mão dela, dei um gole da bebida dela e falei:
Eu: "Vamos, Sami. Você não bebeu tanto assim pra falar besteira.
Não queria ver mais fotos da minha câmera?
Sei lidar com histórias e também com sua abstinência..."
Abracei ela com um braço forte e encostei ela em mim.
Esfreguei o bico da garrafa na buceta dela.
Ela jogou a cabeça pra trás e se derreteu no meu braço, soltando um gemidinho.
Beijei o pescoço dela enquanto continuava brincando com a garrafa.
"Não seja mau", ela implorou, e me beijou com muito tesão.
Não tinha mais volta. Já nas minhas mãos, sentei ela na mesa do PC.
Enquanto a beijava, desci devagar, parando nos peitos dela e chupando eles com muita suavidade.
Abaixando o sutiã dela, minha língua brincava com os biquinhos delicados.
Chupando e mordendo de leve, descobri que era uma das zonas erógenas dela.
Ela acariciava minha cabeça e me puxava pelo cabelo.
Desci um pouco mais pra brincar com o umbigo dela.
Ela ficava louca.
Já não precisava fazer mais nada, só penetrar ela já bastava. Mas não ia perder a chance de saborear aquela delícia que tava pingando pra mim.
E não me arrependo.
Ela tinha preparado tudo pra mim.
Enquanto me esperava, ela se preparou, deixando bem lisinha e macia pra mim.
Dava pra ver que tinha feito pouco tempo, sem nenhum fio de pelo.
Parecia uma buceta de bebê.
Dava até pra sentir o cheiro do sabonete que ela usou pra deixar assim.
Ela decidiu depois de ver as fotos das minas que eu tinha na minha câmera.
Não dava pra desperdiçar aquela maravilha, ainda mais com toda a dedicação e preparo pro meu prazer.
Lambi e chupei como se fosse um doce de laranja.
Ela, com os gemidos que ecoavam pela casa toda, agradecia cada coisa que eu fazia.
Minha língua na ponta separava os lábios da buceta dela e fazia círculos pequenos no clitóris.
Depois, com a língua bem larga, lambia de cima pra baixo, enfiando a língua naquela buceta quente.
Os suspiros e espasmos dela me deixavam louco.
Também lambi o cuzinho dela, que apertava forte e soltava cada vez que eu passava do cu pra buceta.
Meu pau duro feito uma lança queria se enfiar naquela buceta delicada.
Então cravei meus dedos na bunda dela e levantei ela pra sentar em cima de mim.
Ela se ajeitou enquanto meu pau ficava na posição e procurava a entrada daquela buceta lubrificada.
Ela foi descendo devagar.
Dava pra sentir ela empalada pelo meu pau comprido e cabeçudo.
Eu sentia meu pau abrindo a buceta apertada dela.
Ela respirava e gemia, e soltava gemidos de dor, o que me deixava ainda mais excitado.
Samanta: "Por favor... devagar... ai...
Teu pau é grande e faz tempo que não dou... ai... uf... ai...
Nossa, pelo amor de Deus, bebê... teu pau é enorme... Ai..."
Enquanto meu pau moldava aquela buceta, ela gozava uma vez atrás da outra em todas as posições que eu colocava ela.
Aproveitando os orgasmos dela, eu comia com gosto.
Era só prazer pra ela. Aos poucos, a buceta dela se acostumava com o tamanho do meu pau.
Ela sentou no sofá da sala. E começou a chupar minha pica.
O prazer que me causava era algo incrível.
A língua dela fazia maravilhas, percorria minha pica venosa.
De baixo pra cima, brincando na minha cabeça inchada de tesão.
A língua dela brincava com o buraquinho da uretra, o que me dava muito prazer.
Samanta: Derrama todo o seu leite na minha boca, amor.....
Mmm..... Quero tomar seu leite..... Bebê, me alimenta... mmm....
É isso que eu quero, gatinho, você vai me dar?
Ela começou a chupar com vontade de tirar tudo que minha pica tinha dentro.
Me deixei levar enquanto aproveitava tanto prazer.
Soltou um gemido de gozo que ecoou na sala, e eu deixei sair.
Uma grande quantidade de leite que jorrava, e ela engolia com desespero.
Não desperdiçou nadinha. Até a última gota, tomou com paixão.
Não parou de chupar até perder a ereção e deixou minha pica bem limpinha.
Pegou a cerveja e deu um gole à minha saúde.
Rimos e curtimos a tarde enquanto arrumávamos um pouco a bagunça da casa.
Ela estava muito gostosa, e entre brincadeiras de mão e encostadas.
Eu já tava com vontade de comer ela de novo.
Entre as coisas da festa, ela achou uma máscara de karaokê e disse: "Olha o que achei."
Colocou a máscara e começamos a nos beijar de novo.
Ela com a máscara e eu com a câmera na mão.
Ficamos transando umas duas horas, e foi incrível ver como essa mulher curtia minha pica.
Mas no próximo eu conto muito mais.
Continua..........
Aqui vai a lembrança daquele encontro.


Pd: espero que vocês gostem e espero muitos comentários pra compartilhar com essa mulher incrível. Se curtir, vem a segunda parte.
Abraços: Maury-solo-yo.
8 comentários - Samanta, a mãe gostosa do meu amigo, queria sair na Poringa
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