Às vezes me pergunto por que ainda sou casado com uma mulher que claramente está apaixonada por mulheres. E tenho amigas que me perguntavam a mesma coisa, no ensino médio algumas me contaram ter visto minha namorada (minha agora esposa) beijando outras garotas no banheiro. Algumas outras amigas eram as que se beijavam com ela. A verdadeira pergunta é, por que ela quer continuar comigo? Fácil, o que acontece é que nos conhecemos desde muito jovens e praticamente crescemos juntos. Nossos pais se conheciam e esperavam que nos casássemos. E a verdade é que eu também esperava, mas conforme fomos crescendo, dava pra ver que nosso relacionamento não ia dar certo. Ela nunca demonstrou pros pais dela, continuou se vestindo como uma garota e depois como uma mulher comum. Mas já que nossos pais queriam que nos casássemos, ela me pediu pra fingir que nos casávamos, só pra que não incomodassem os pais dela. Tudo foi como planejamos, teve casamento, igreja, festa, fotos e até nos mudamos juntos. Nossos pais pagaram tudo, nos deram nossa primeira casa (onde atualmente vivemos e acontece a história) e nos pagaram uma lua de mel no Caribe. Dormimos juntos todas as noites, mas sem sexo. Na verdade, ela só me deixa dormir na mesma cama por causa do carinho que temos desde pequenos. Ela assiste um pouco de pornô ou troca mensagens picantes com alguma mulher do Tinder, se masturba e dorme. Enquanto eu vou trabalhar, ela fica em casa, não ajuda muito com as tarefas domésticas, acorda tarde, às vezes passa o dia inteiro deitada vendo TV e se masturbando. Não me incomoda, me acostumei a viver assim, eu trabalho e ela vive confortável. Como eu disse, eu também cuido da lavanderia, das compras, dos afazeres domésticos. Mas não percebi que minha namorada realmente faz algo no dia a dia enquanto eu trabalho. Um dia fui à loja que fica na esquina, e pude ouvir a dona conversando com uma vizinha:
Dona: Ali está o marido da lésbica que mora na casa bege.
Vizinha: Como pode ser possível que ele tenha... marido? Tenho certeza que ele já dormiu com quase todas as mulheres desta rua e de outras
dona: é verdade, basta dizer um oi que você já pode tê-la na cama
vizinha: é mesmo, você por acaso tem fotos dela nua?
dona: não, nenhuma
vizinha: quer umas? kkkkk
dona: kkkkk, não faço sexte com ela, às vezes ela só aparece, eu fecho a loja e vamos pro depósito transar
vizinha: ah por isso você fecha umas 3 horas por dia kkkk, eu faço sexte com ela já que meu marido ainda está em casa, mas convenci ele de ir sozinho com as crianças pra casa da minha sogra esse fim de semana, e quando a casa estiver vazia, vamos fazer sem parar o dia todo
dona: não precisa esperar tanto, posso deixar vocês usarem o depósito, se me deixarem assistir
vizinha: ai amiga, por isso eu sempre compro com você kkkk a dona da loja:
Essa é uma foto da vizinha que encontrei no chat da minha esposa, onde elas trocam fotos peladas:
Eu não tinha ideia de que minha esposa, a mulher com quem divido a cama, era uma putinha. Referiam-se a ela como se fosse o brinquedo do lugar. E a verdade é que eu não me importaria, mas isso destrói completamente a imagem que queríamos passar. Não sei o que faria se a mãe dela chegasse e descobrisse que a filha já passou pela buceta de todas por aqui. Mas isso não acaba aqui.
O dia na lavanderia do condomínio onde moramos, onde encontrei a vizinha da direita da casa. Ela se chama Sofia, tem 43 anos (minha esposa tem 24). Se querem saber como ela é, procurem por "chubby" no site pornô favorito de vocês. Na verdade, ela foi a primeira a se aproximar da gente quando nos mudamos, foi muito gentil.
Sofia: Oi, Alejandro, tudo bem?
Eu: Oi, Sofia, tudo ótimo, e você?
Sofia: Estou maravilhosa, cada dia que sou vizinha de você e da Ayleen.
Eu: Ah, que gentil.
Sofia: Queria te dizer que... notei que você tem uma das minhas calcinhas na sua cesta de roupa.
Alejandro: Desculpa, Sofia, mas isso não é possível. Ainda não lavei as roupas e tudo isso veio da minha casa.
Sofia: Ah, sim, é minha. E provavelmente você encontrou na sua casa mesmo. Ah, sim, definitivamente é minha. Você tem que aprender a identificar a roupa da sua esposa.
Eu: (Por que a roupa dela estava na minha cesta?)
Sofia: Olha, sua esposa Ayleen é mais magrinha, ela usa tamanho P. Essa aqui é minha calcinha, tamanho GG. Vê a diferença? Se tiver dúvida de como minha bunda grande é ou como são minhas calcinhas, pode perguntar pra sua esposa. Acredite, ela conhece perfeitamente.
Eu: Por que você diz isso?
Sofia: Como assim por quê? Ela não solta. Eu já sentei mais na cara da sua esposa do que numa cadeira desde que vocês se mudaram.
Eu: Pra ser sincero, não me surpreende, depois de ouvir tudo o que falam na loja. E as vizinhas.
Sofia: Deixa elas. A da loja é uma tarada. Já vi que ela tem câmeras no chão pra filmar a saia das meninas do ensino médio que vão comprar lá.
Eu: Não ligo pra ela, na verdade. Só pela minha esposa.
Sofia: Alejandro, posso ser honesta? Sua esposa não é sua. Lembra da festa de ano novo... na sua casa? E que sua esposa desapareceu durante o brinde e as badaladas? Pois estava comigo no seu quarto, e pra surpresa de ninguém, outra mulher já tinha subido quando viu ela subindo. Mas eu ganhei, a outra mulher se conformou em só ver pela porta. A Ayleen não gostou que nos vissem fazendo, eu disse pra ela não reclamar, e ela aguentou, aguentou que eu comesse ela como deve ser, enquanto outra mulher nos via. Entende o que quero dizer? Ela não é sua, na verdade é minha, mas eu gosto de saber que ela se diverte com as outras.
Eu: desde quando vocês fazem isso?
Sofia: desde o dia que se mudaram, um corpo desses tem que ser reivindicado, se não fosse eu ia ser alguma outra vizinha, e acredite, se fosse a da loja, ela teria ela morando junto e cobrando pra deixar outras comerem. Eu deixo ela fazer do jeito que gosta.
Eu: e você espera que eu agradeça?
Sofia: sim, por deixar sua esposa ainda dormir na sua cama, não se esqueça, a mulher com a bunda maior manda aqui, e essa sou eu. Quando ver sua esposa com dor no pescoço, é porque já teve ele na cara dela.
A vizinha bunda grande:


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Dona: Ali está o marido da lésbica que mora na casa bege.
Vizinha: Como pode ser possível que ele tenha... marido? Tenho certeza que ele já dormiu com quase todas as mulheres desta rua e de outras
dona: é verdade, basta dizer um oi que você já pode tê-la na cama
vizinha: é mesmo, você por acaso tem fotos dela nua?
dona: não, nenhuma
vizinha: quer umas? kkkkk
dona: kkkkk, não faço sexte com ela, às vezes ela só aparece, eu fecho a loja e vamos pro depósito transar
vizinha: ah por isso você fecha umas 3 horas por dia kkkk, eu faço sexte com ela já que meu marido ainda está em casa, mas convenci ele de ir sozinho com as crianças pra casa da minha sogra esse fim de semana, e quando a casa estiver vazia, vamos fazer sem parar o dia todo
dona: não precisa esperar tanto, posso deixar vocês usarem o depósito, se me deixarem assistir
vizinha: ai amiga, por isso eu sempre compro com você kkkk a dona da loja:
Essa é uma foto da vizinha que encontrei no chat da minha esposa, onde elas trocam fotos peladas:
Eu não tinha ideia de que minha esposa, a mulher com quem divido a cama, era uma putinha. Referiam-se a ela como se fosse o brinquedo do lugar. E a verdade é que eu não me importaria, mas isso destrói completamente a imagem que queríamos passar. Não sei o que faria se a mãe dela chegasse e descobrisse que a filha já passou pela buceta de todas por aqui. Mas isso não acaba aqui.O dia na lavanderia do condomínio onde moramos, onde encontrei a vizinha da direita da casa. Ela se chama Sofia, tem 43 anos (minha esposa tem 24). Se querem saber como ela é, procurem por "chubby" no site pornô favorito de vocês. Na verdade, ela foi a primeira a se aproximar da gente quando nos mudamos, foi muito gentil.
Sofia: Oi, Alejandro, tudo bem?
Eu: Oi, Sofia, tudo ótimo, e você?
Sofia: Estou maravilhosa, cada dia que sou vizinha de você e da Ayleen.
Eu: Ah, que gentil.
Sofia: Queria te dizer que... notei que você tem uma das minhas calcinhas na sua cesta de roupa.
Alejandro: Desculpa, Sofia, mas isso não é possível. Ainda não lavei as roupas e tudo isso veio da minha casa.
Sofia: Ah, sim, é minha. E provavelmente você encontrou na sua casa mesmo. Ah, sim, definitivamente é minha. Você tem que aprender a identificar a roupa da sua esposa.
Eu: (Por que a roupa dela estava na minha cesta?)
Sofia: Olha, sua esposa Ayleen é mais magrinha, ela usa tamanho P. Essa aqui é minha calcinha, tamanho GG. Vê a diferença? Se tiver dúvida de como minha bunda grande é ou como são minhas calcinhas, pode perguntar pra sua esposa. Acredite, ela conhece perfeitamente.
Eu: Por que você diz isso?
Sofia: Como assim por quê? Ela não solta. Eu já sentei mais na cara da sua esposa do que numa cadeira desde que vocês se mudaram.
Eu: Pra ser sincero, não me surpreende, depois de ouvir tudo o que falam na loja. E as vizinhas.
Sofia: Deixa elas. A da loja é uma tarada. Já vi que ela tem câmeras no chão pra filmar a saia das meninas do ensino médio que vão comprar lá.
Eu: Não ligo pra ela, na verdade. Só pela minha esposa.
Sofia: Alejandro, posso ser honesta? Sua esposa não é sua. Lembra da festa de ano novo... na sua casa? E que sua esposa desapareceu durante o brinde e as badaladas? Pois estava comigo no seu quarto, e pra surpresa de ninguém, outra mulher já tinha subido quando viu ela subindo. Mas eu ganhei, a outra mulher se conformou em só ver pela porta. A Ayleen não gostou que nos vissem fazendo, eu disse pra ela não reclamar, e ela aguentou, aguentou que eu comesse ela como deve ser, enquanto outra mulher nos via. Entende o que quero dizer? Ela não é sua, na verdade é minha, mas eu gosto de saber que ela se diverte com as outras.
Eu: desde quando vocês fazem isso?
Sofia: desde o dia que se mudaram, um corpo desses tem que ser reivindicado, se não fosse eu ia ser alguma outra vizinha, e acredite, se fosse a da loja, ela teria ela morando junto e cobrando pra deixar outras comerem. Eu deixo ela fazer do jeito que gosta.
Eu: e você espera que eu agradeça?
Sofia: sim, por deixar sua esposa ainda dormir na sua cama, não se esqueça, a mulher com a bunda maior manda aqui, e essa sou eu. Quando ver sua esposa com dor no pescoço, é porque já teve ele na cara dela.
A vizinha bunda grande:



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