Mi esposa, la lesbiana del pueblo pt. 1

Às vezes me perguntei por que continuo casado com uma mulher que claramente é apaixonada por mulheres. E tenho amigas que me perguntavam a mesma coisa, no colégio algumas me contaram que viram minha namorada (minha esposa agora) se beijando com outras garotas no banheiro. Algumas outras amigas eram as que se beijavam com ela. A verdadeira pergunta é: por que ela quer continuar comigo? Fácil, é que nos conhecemos desde muito jovens e praticamente crescemos juntos. Nossos pais se conheciam e esperavam que a gente se casasse. E eu também esperava, mas conforme fomos crescendo, ficou claro que a nossa parada não ia rolar. Ela nunca mostrou pros pais dela, continuava se vestindo como uma garota e depois como uma mulher comum. Mas já que nossos pais queriam que a gente casasse, ela me pediu pra fingir que a gente tava casando, só pra não encher o saco dos pais dela. Tudo saiu como planejamos, teve casamento, igreja, festa, fotos e até mudamos pra morar juntos. Nossos pais pagaram tudo, nos deram nossa primeira casa (onde a gente mora agora e a história acontece) e pagaram uma lua de mel no Caribe. Dormimos juntos toda noite, mas nada de sexo. Na verdade, ela só me deixa dormir na mesma cama por causa do carinho que a gente tem desde pequenos. Ela vê um pouco de pornô ou troca mensagens com alguma mina do Tinder, se masturba e dorme. Enquanto eu vou trabalhar, ela fica em casa, não ajuda muito com a limpeza, acorda tarde, às vezes passa o dia todo deitada vendo TV e se masturbando. Não me incomoda, me acostumei a viver assim, eu trabalho e ela vive na boa. Como eu disse, eu também cuido de lavar, fazer compras, dos serviços de casa. Mas não percebi que minha namorada realmente faz alguma coisa no dia a dia dela enquanto eu trabalho. Um dia fui na mercearia da esquina e ouvi a dona conversando com uma vizinha:
Dona: "Lá vai o marido da sapatão que mora na casa bege."
Vizinha: "Como é possível que ela tenha... Marido? Sim, tenho certeza de que ele já comeu quase todas as mulheres desta e de outras ruas.
Dona: é verdade, basta dizer como ela é, e você poderia ter ela na cama ao lado.
Dona: é verdade, você tem fotos dela pelada por acaso?
Dona: não, nenhuma.
Vizinha: não quer umas? Kkkkk
Dona: kkkkk, não troco nudes com ela, às vezes ela só vem, eu fecho a loja e a gente vai pro depósito transar.
Vizinha: ah, por isso você fecha umas 3 horas por dia kkkk. Eu troco nudes com ela já que meu marido ainda tá em casa, mas convenci ele a ir sozinho com as crianças neste fim de semana pra casa da minha sogra. E quando eu ficar com a casa vazia, a gente vai fazer sem parar o dia inteiro.
Dona: não precisa esperar tanto, posso deixar vocês usarem o depósito, se me deixarem assistir.
Vizinha: ai amiga, por isso sempre compro com você kkkk.
A dona da loja:Minha esposa, a sapatão da cidade pt. 1Essa é uma foto da vizinha que encontrei no chat da minha esposa, onde elas trocam fotos peladas:lesbicasNão fazia ideia de que minha esposa, a mulher com quem divido a cama, era uma puta. Ela se referia a ela como se fosse o brinquedo do lugar, e pra ser sincero, não me importaria, mas estraga completamente a imagem que queríamos passar. Não sei o que faria se a mãe dela aparecesse e descobrisse que a filha já passou pela buceta de todas por aqui. Isso não acaba aqui. O dia na lavanderia que tem no prédio onde moramos, quando encontrei a vizinha da direita da casa. Ela se chama Sofia, tem 43 anos (minha esposa tem 24). Se quiserem saber como ela é, procurem por "gordinha gostosa" no site pornô favorito de vocês. A verdade é que foi a primeira a se aproximar de nós quando nos mudamos, foi muito educada.

Sofia: Oi, Alejandro, como você está?
Eu: Oi, Sofia, muito bem, e você?
Sofia: Tô ótima, cada dia que sou sua vizinha e da Ayleen.
Eu: Ah, que gentileza.
Sofia: Queria te dizer que notei que você tem uma das minhas calcinhas no seu cesto de roupa.
Alejandro: Desculpa, Sofia, mas isso não é possível, ainda não lavei roupa e tudo isso eu trouxe de casa.
Sofia: Ah, sim, é minha, e provavelmente você encontrou na sua casa. Sim, com certeza é minha. Você precisa aprender a identificar a roupa da sua esposa.
Eu: (Por que a roupa dela estava no meu cesto?)
Sofia: Olha, sua esposa Ayleen é mais magra, ela usa tamanho P. Essa aqui é minha calcinha, tamanho GG. Vê a diferença? Se tiver dúvida de como é minha bunda grande ou como são minhas calcinhas, pode perguntar pra sua esposa. Pode acreditar, ela conhece muito bem.
Eu: Por que você diz isso?
Sofia: Como assim, por quê? Ela não larga. Já sentei mais na cara da sua esposa do que numa cadeira desde que vocês se mudaram.
Eu: A verdade é que não me surpreende, depois de ouvir tudo o que falam na loja. E as vizinhas.
Sofia: Deixa elas. A da loja é uma safada, já vi que tem câmeras no chão pra gravar a saia das meninas do colégio que vão comprar.
Eu: Não ligo pra ela, na verdade. Só pela minha esposa.
Sofia: Alejandro, posso ser sincera? Sua esposa não é sua. Lembra da festa de Ano Novo? Na sua casa? E que sua esposa sumiu durante o brinde e as badaladas? Pois estava comigo no seu quarto, e pra surpresa de ninguém, outra mulher já tinha subido quando viu ela subir. Mas eu ganhei dela, a outra mulher se contentou em só olhar pela porta. A Ayleen não gostou que nos vissem fazendo, eu falei pra ela não reclamar, e ela aguentou, aguentou eu comer ela como tinha que ser, enquanto outra mulher nos observava. Entende o que quero dizer? Ela não é sua, na verdade é minha, mas eu gosto de saber que ela se diverte com as outras.
Eu: desde quando vocês fazem isso?
Sofia: desde o dia que se mudaram, um corpo desses tem que ser reivindicado, se não fosse eu, ia ser alguma outra vizinha, e acredite, se fosse a da loja, ela estaria morando com ela e cobrando pra deixar outras comerem ela. Eu deixo ela fazer do jeito dela.
Eu: e você espera que eu te agradeça?
Sofia: sim, por deixar sua esposa dormir na sua cama ainda, não esquece, a mulher com a maior bunda manda aqui, e essa sou eu. Quando você ver sua esposa com dor no pescoço, é porque já teve ele na cara dela.
A vizinha rabuda.Bunda
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