Esta é a segunda parte do meu relato anterior sobre os pedreiros. Comecei o dia com um pau duro só de pensar que os pedreiros iam comer minha irmã ou pelo menos tentar. Me vesti pra "sair" e depois saí do meu quarto pra avisar minha irmã que já tava indo. Fiquei muito surpreso porque ela estava vestida muito gostosa, com uma blusa bem decotada deixando ver boa parte das tetonas dela. Percebi que ela não tava de sutiã porque dava pra ver os biquinhos lindos dela marcando.
O que mais me pegou foi a minissaia que ela tava usando, tão curta que só cobria um pouquinho abaixo da bunda dela.
Então, se ela se abaixasse por qualquer motivo, tipo pra deixar água pros pedreiros, por exemplo, dava pra ver aquela bunda linda toda. Mas o que não curti foi que ela me disse que ia sair também, então adeus meus planos de ver ela num menage com os pedreiros. Mesmo assim, continuei com meu plano, já que pelo menos ia ouvir os pedreiros secando ela de novo. Minha irmã me falou que ia levar água pra eles e voltar pro quarto dela pra esperar as amigas chegarem. Eu disse que tava de boa e me despedi, saí de casa e entrei de novo sem ninguém perceber, me escondendo num lugar onde dava pra ver e ouvir tudo sem ser descoberto. Depois de um tempo, minha irmã saiu de casa rumo aos pedreiros pra levar água, como todo dia. Chegou, cumprimentou e colocou a água na "mesa", se curvando toda, e como eu imaginei, a bunda enorme e linda dela apareceu toda. Minha surpresa foi notar que ela não tava nem de tanguinha, a putinha tava com aquela minissaia sem nada por baixo. Percebi que o Pedro e o Martin seguraram a pica quando viram aquela vista linda. Depois ela se levantou e ajeitou a saia. O Pedro agradeceu e falou:
**Pedro:** Cê vai pra onde tão gostosa, patroa? Dá pra saber, claro.
**Mariana:** Pra lugar nenhum, Pedro. Só queria me arrumar pra ficar bonita.
Quando ouvi isso, minha felicidade e tesão voltaram, porque, como eu pensei, minha irmã ia ser comida por aqueles dois filhos da puta. A conversa continuou, nada muito interessante, até que minha irmã disse:
**Mariana:** E vocês não vão beber?
**Pedro:** Até que sim, a gente toma umas cervejas depois do expediente.
**Mariana:** E não querem tomar umas agora?
**Pedro:** Até queríamos, mas depois seu pai não vai gostar. Cê sabe que ele falou que não queria a gente bebendo enquanto trabalha.
**Mariana:** Pois é, mas ele não tá aqui, e se não ficar sabendo, não briga.
**Pedro:** E se seu irmão contar?
**Mariana:** Ele também não tá, e o mais certo é que demore pra voltar.
**Pedro:** Então... Estamos sozinhos? Mariana: sim, só nós três — disse ela mordendo o dedo — então, aceitam as caguamas ou não? Os dois disseram que sim, minha irmã saiu pra comprar, deixando eles sozinhos. Mal ouviram ela sair e já começaram a secar ela: Dom Pedro: puta rabão que a guria tem, juro por Deus. Martin: sim, Dom Pedro, e agora ela mostrou tudo mesmo. Viu que ela não tava de calcinha de novo? Dom Pedro: sim, vi a buceta toda dela, bem gostosa, depiladinha, a safada. Martin: dá pra ver que ela quer pica, por isso chamou a gente pras caguamas. Dom Pedro: pois é, se quer pica, pica vai levar, pra que ficar de puta mostrando esse rabão todo? Depois Dom Pedro falou pro Martin limpar enquanto ele arrumava um lugar pra sentar e beber mais à vontade, e assim ir convencendo minha irmã. Minha irmã chegou uns 10 ou 15 minutos depois com as caguamas e umas Caribe vagabunda pra ela, colocou algumas na geladeira e levou duas pros pedreiros. Eles já tinham tudo pronto pra comer minha irmã naquele quarto. Depois de um tempo de conversa, acabaram a primeira caguama, minha irmã levantou pra pegar as outras e quando voltou, eles tinham colocado música. Como era cumbia, chamaram minha irmã pra dançar, ela aceitou. O primeiro a tirar ela foi Dom Pedro, segurando na cintura e descendo a mão um pouco, mas sem encostar na bunda. Quando a música acabou, Martin disse que era a vez dele de dançar. Esse filho da puta foi mais sem vergonha, porque mal começou a música já colocou a mão numa nádega da minha irmã e dava pra ver que apertava bem, mas minha irmã não se importou, pelo contrário, tava com um sorriso no rosto. Depois de um tempo se revezando pra dançar com ela, minha irmã cansou e disse que era a vez deles irem buscar as outras caguamas e Caribe pra ela, já que tinham acabado. Dom Pedro, como era o chefe, mandou o Martin, e ele, sem ter muito o que argumentar, teve que ir. Quando ficaram sozinhos, Dom Pedro começou a conversar de um jeito mais safado com minha irmã: Dom Pedro: olha, Marianita, não vá se Irritar, mas verdade que bundão gostoso a Mariana tem: soltou uma risadinha safada - obrigada, seu Pedro. Seu Pedro: não, obrigado a você, Marianita, que vista bonita a senhora deu agora quando se abaixou. Mariana: gostou do que viu, seu Pedro? Seu Pedro: amei, Marianita, como a senhora não tava de calcinha, dava pra ver tudinho. Mariana: haha, é que não gosto de usar calcinha. Seu Pedro: por que não, Marianita? Mariana: ué, não gosto, me sinto mais fresca, jiji. Seu Pedro: pois eu fiquei com calor de ver a senhora, Marianita, jeje. Mariana: o que o senhor viu, seu Pedro? Seu Pedro: tudinho, Marianita, suas nadegudas e essa bucetinha gostosa que a senhora tem. Mariana: virou pro seu Pedro, abrindo as pernas - tá? Seu Pedro já nem respondeu, se jogou direto pra lamber a buceta da minha irmã, ela veio toda doida e o velho bufava comendo aquela xota molhada que devia ser uma delícia. Depois de um tempo, chegou o Martin e, vendo a cena, disse: Martin: porra, véio filho da puta, não me esperou. Mariana: ah ah, vamos começando, ah tira ela, quero chupar. Martin, nem lerdo nem preguiçoso, se aproximou da minha irmã e tirou a pica pra fora, deixando na cara dela. Tava bem suja, com gotas de mijo na ponta e esmegma. Pensei que minha irmã ia recusar chupar aquilo, mas que surpresa foi ver ela limpando aquela pica suja com a boca, sem se importar com nada. Chupou a ponta, depois enfiou toda várias vezes, fazendo garganta profunda. Quando tirou pra chupar as bolas, notei que tinha deixado a pica brilhando de limpa. Depois de um tempo, seu Pedro fez minha irmã ter um orgasmo forte só de lamber a buceta dela. Aí ele se levantou, tirou a pica e gozou tudo sem avisar. Minha irmã soltou um grito abafado, porque tava com a pica do Martin toda na boca. Seu Pedro continuou metendo e tirando e começou a falar sujo e xingar minha irmã: Seu Pedro: era isso que você queria, né, puta? Que a gente te comesse os dois? Sua puta, adora pica, né, gostosa? Que apertada gostosa. Minha irmã continuava engolindo pica, mas isso não impediu impediu de responder; Mariana: gi gapi agggg gi - tirou a cock por um momento - sou uma puta e adoro cock ah me come mais forte Dom Pedro: mais forte quer mais forte vou te dar puta - aumentou a velocidade das estocadas, puxou os peitos dela e começou a beliscar os mamilos - assim puta assim que cê gosta? Mariana: tirou a cock da boca de novo - ahhh sim sim assim papai continua não para ahh que gostoso Depois de um tempo Martin falou pro Dom Pedro que era a vez dele de comer minha irmã, Dom Pedro tirou a cock da buceta e colocou ela de quatro pro Martin ficando na frente pra minha irmã chupar a cock dele, Martin foi por trás meteu a cock agarrou ela na cintura com uma mão enquanto com a outra começou a dar tapas fortes deixando a bunda da minha irmã bem vermelha. Assim ficaram uns 10 ou 15 minutos até que Dom Pedro falou pro Martin que já queria comer minha irmã de novo mas Martin não queria parar de comer ela então começaram a discutir mas pra acalmar as coisas minha irmã falou algo que deixou nós três surpresos; Mariana: não precisa brigar, Martin deita no chão que vou montar em você Dom Pedro: e eu puta?, eu também quero meter Mariana: e vai meter, mas no cu - falou pro Dom Pedro abrindo a bunda e virando pra olhar ele - ou não quer? O velho filho da puta nem respondeu só deu um tapa na bunda dela, Martin deitou minha irmã montou na cock dele e Dom Pedro ficou atrás metendo no cu, minha irmã gemeu e gritava que nem louca com a surra que tavam dando nela, tanto que teve mais dois orgasmos enquanto faziam a dupla penetração nela. Depois de uns 15 minutos o primeiro a falar que ia gozar foi Dom Pedro Dom Pedro: já não aguento puta ah onde cê quer a porra? Mariana: no cu papai ahh ah enche ele ah enche meu cu de porra ah Dom Pedro gozou quase na hora que ouviu isso kkk, só um ou dois minutos depois Martin sem perguntar gozou dentro da buceta da minha mana, depois que terminou de receber os jatos de porra do Martin, minha irmã tirou a rola dela, ajoelhou e limpou os restos de sêmen que ficaram, e fez o mesmo com a rola do seu Pedro, que disse:
Seu Pedro: ah, que puta gostosa você é
Mariana: Valeu, pai, mas vou tomar um banho antes que alguém chegue. Vocês limpam tudo
Seu Pedro: deu um último apertão na bunda dela e chupou os mamilos — é, puta, vai tomar banho que a gente limpa
Minha irmã deu um beijo na bochecha dele e saiu pra casa com os peitos e a bunda de fora, escorrendo porra dos dois buracos, e os dois filhos da puta ficaram conversando sobre ela:
Martin: falei que ela era uma puta mesmo, seu Pedro
Seu Pedro: putíssima, que gostosa chupando, a desgraçada
Martin: sim, senti que ia gozar só no boquete, haha
Seu Pedro: eu também, mas queria comer ela mais, por isso me segurei
Martin: e que bem que deu certo, até arrebentou o cu dela, haha
Seu Pedro: pô, aquele cu já tava arrebentado da desgraçada, mas mesmo assim ainda é apertado
Os dois riram e começaram a limpar. Eu saí do meu esconderijo e fingi que tava voltando da rua. Minha irmã ainda tava no chuveiro, e eu fui fazer o mesmo, porque já tinha gozado umas três vezes vendo a surra que deram nela. Bom, é isso, escrevi aqui a segunda parte do relato que fiz uns dias atrás. Espero que role mais coisas pra eu poder ver e contar pra vocês, que sei que gostam de saber da puta da minha irmã. Se não acontecer nada amanhã, conto a vez que minha tia comeu um amigo do meu primo, ou conto as duas coisas. Vocês me dizem nos comentários.
O que mais me pegou foi a minissaia que ela tava usando, tão curta que só cobria um pouquinho abaixo da bunda dela.
Então, se ela se abaixasse por qualquer motivo, tipo pra deixar água pros pedreiros, por exemplo, dava pra ver aquela bunda linda toda. Mas o que não curti foi que ela me disse que ia sair também, então adeus meus planos de ver ela num menage com os pedreiros. Mesmo assim, continuei com meu plano, já que pelo menos ia ouvir os pedreiros secando ela de novo. Minha irmã me falou que ia levar água pra eles e voltar pro quarto dela pra esperar as amigas chegarem. Eu disse que tava de boa e me despedi, saí de casa e entrei de novo sem ninguém perceber, me escondendo num lugar onde dava pra ver e ouvir tudo sem ser descoberto. Depois de um tempo, minha irmã saiu de casa rumo aos pedreiros pra levar água, como todo dia. Chegou, cumprimentou e colocou a água na "mesa", se curvando toda, e como eu imaginei, a bunda enorme e linda dela apareceu toda. Minha surpresa foi notar que ela não tava nem de tanguinha, a putinha tava com aquela minissaia sem nada por baixo. Percebi que o Pedro e o Martin seguraram a pica quando viram aquela vista linda. Depois ela se levantou e ajeitou a saia. O Pedro agradeceu e falou: **Pedro:** Cê vai pra onde tão gostosa, patroa? Dá pra saber, claro.
**Mariana:** Pra lugar nenhum, Pedro. Só queria me arrumar pra ficar bonita.
Quando ouvi isso, minha felicidade e tesão voltaram, porque, como eu pensei, minha irmã ia ser comida por aqueles dois filhos da puta. A conversa continuou, nada muito interessante, até que minha irmã disse:
**Mariana:** E vocês não vão beber?
**Pedro:** Até que sim, a gente toma umas cervejas depois do expediente.
**Mariana:** E não querem tomar umas agora?
**Pedro:** Até queríamos, mas depois seu pai não vai gostar. Cê sabe que ele falou que não queria a gente bebendo enquanto trabalha.
**Mariana:** Pois é, mas ele não tá aqui, e se não ficar sabendo, não briga.
**Pedro:** E se seu irmão contar?
**Mariana:** Ele também não tá, e o mais certo é que demore pra voltar.
**Pedro:** Então... Estamos sozinhos? Mariana: sim, só nós três — disse ela mordendo o dedo — então, aceitam as caguamas ou não? Os dois disseram que sim, minha irmã saiu pra comprar, deixando eles sozinhos. Mal ouviram ela sair e já começaram a secar ela: Dom Pedro: puta rabão que a guria tem, juro por Deus. Martin: sim, Dom Pedro, e agora ela mostrou tudo mesmo. Viu que ela não tava de calcinha de novo? Dom Pedro: sim, vi a buceta toda dela, bem gostosa, depiladinha, a safada. Martin: dá pra ver que ela quer pica, por isso chamou a gente pras caguamas. Dom Pedro: pois é, se quer pica, pica vai levar, pra que ficar de puta mostrando esse rabão todo? Depois Dom Pedro falou pro Martin limpar enquanto ele arrumava um lugar pra sentar e beber mais à vontade, e assim ir convencendo minha irmã. Minha irmã chegou uns 10 ou 15 minutos depois com as caguamas e umas Caribe vagabunda pra ela, colocou algumas na geladeira e levou duas pros pedreiros. Eles já tinham tudo pronto pra comer minha irmã naquele quarto. Depois de um tempo de conversa, acabaram a primeira caguama, minha irmã levantou pra pegar as outras e quando voltou, eles tinham colocado música. Como era cumbia, chamaram minha irmã pra dançar, ela aceitou. O primeiro a tirar ela foi Dom Pedro, segurando na cintura e descendo a mão um pouco, mas sem encostar na bunda. Quando a música acabou, Martin disse que era a vez dele de dançar. Esse filho da puta foi mais sem vergonha, porque mal começou a música já colocou a mão numa nádega da minha irmã e dava pra ver que apertava bem, mas minha irmã não se importou, pelo contrário, tava com um sorriso no rosto. Depois de um tempo se revezando pra dançar com ela, minha irmã cansou e disse que era a vez deles irem buscar as outras caguamas e Caribe pra ela, já que tinham acabado. Dom Pedro, como era o chefe, mandou o Martin, e ele, sem ter muito o que argumentar, teve que ir. Quando ficaram sozinhos, Dom Pedro começou a conversar de um jeito mais safado com minha irmã: Dom Pedro: olha, Marianita, não vá se Irritar, mas verdade que bundão gostoso a Mariana tem: soltou uma risadinha safada - obrigada, seu Pedro. Seu Pedro: não, obrigado a você, Marianita, que vista bonita a senhora deu agora quando se abaixou. Mariana: gostou do que viu, seu Pedro? Seu Pedro: amei, Marianita, como a senhora não tava de calcinha, dava pra ver tudinho. Mariana: haha, é que não gosto de usar calcinha. Seu Pedro: por que não, Marianita? Mariana: ué, não gosto, me sinto mais fresca, jiji. Seu Pedro: pois eu fiquei com calor de ver a senhora, Marianita, jeje. Mariana: o que o senhor viu, seu Pedro? Seu Pedro: tudinho, Marianita, suas nadegudas e essa bucetinha gostosa que a senhora tem. Mariana: virou pro seu Pedro, abrindo as pernas - tá? Seu Pedro já nem respondeu, se jogou direto pra lamber a buceta da minha irmã, ela veio toda doida e o velho bufava comendo aquela xota molhada que devia ser uma delícia. Depois de um tempo, chegou o Martin e, vendo a cena, disse: Martin: porra, véio filho da puta, não me esperou. Mariana: ah ah, vamos começando, ah tira ela, quero chupar. Martin, nem lerdo nem preguiçoso, se aproximou da minha irmã e tirou a pica pra fora, deixando na cara dela. Tava bem suja, com gotas de mijo na ponta e esmegma. Pensei que minha irmã ia recusar chupar aquilo, mas que surpresa foi ver ela limpando aquela pica suja com a boca, sem se importar com nada. Chupou a ponta, depois enfiou toda várias vezes, fazendo garganta profunda. Quando tirou pra chupar as bolas, notei que tinha deixado a pica brilhando de limpa. Depois de um tempo, seu Pedro fez minha irmã ter um orgasmo forte só de lamber a buceta dela. Aí ele se levantou, tirou a pica e gozou tudo sem avisar. Minha irmã soltou um grito abafado, porque tava com a pica do Martin toda na boca. Seu Pedro continuou metendo e tirando e começou a falar sujo e xingar minha irmã: Seu Pedro: era isso que você queria, né, puta? Que a gente te comesse os dois? Sua puta, adora pica, né, gostosa? Que apertada gostosa. Minha irmã continuava engolindo pica, mas isso não impediu impediu de responder; Mariana: gi gapi agggg gi - tirou a cock por um momento - sou uma puta e adoro cock ah me come mais forte Dom Pedro: mais forte quer mais forte vou te dar puta - aumentou a velocidade das estocadas, puxou os peitos dela e começou a beliscar os mamilos - assim puta assim que cê gosta? Mariana: tirou a cock da boca de novo - ahhh sim sim assim papai continua não para ahh que gostoso Depois de um tempo Martin falou pro Dom Pedro que era a vez dele de comer minha irmã, Dom Pedro tirou a cock da buceta e colocou ela de quatro pro Martin ficando na frente pra minha irmã chupar a cock dele, Martin foi por trás meteu a cock agarrou ela na cintura com uma mão enquanto com a outra começou a dar tapas fortes deixando a bunda da minha irmã bem vermelha. Assim ficaram uns 10 ou 15 minutos até que Dom Pedro falou pro Martin que já queria comer minha irmã de novo mas Martin não queria parar de comer ela então começaram a discutir mas pra acalmar as coisas minha irmã falou algo que deixou nós três surpresos; Mariana: não precisa brigar, Martin deita no chão que vou montar em você Dom Pedro: e eu puta?, eu também quero meter Mariana: e vai meter, mas no cu - falou pro Dom Pedro abrindo a bunda e virando pra olhar ele - ou não quer? O velho filho da puta nem respondeu só deu um tapa na bunda dela, Martin deitou minha irmã montou na cock dele e Dom Pedro ficou atrás metendo no cu, minha irmã gemeu e gritava que nem louca com a surra que tavam dando nela, tanto que teve mais dois orgasmos enquanto faziam a dupla penetração nela. Depois de uns 15 minutos o primeiro a falar que ia gozar foi Dom Pedro Dom Pedro: já não aguento puta ah onde cê quer a porra? Mariana: no cu papai ahh ah enche ele ah enche meu cu de porra ah Dom Pedro gozou quase na hora que ouviu isso kkk, só um ou dois minutos depois Martin sem perguntar gozou dentro da buceta da minha mana, depois que terminou de receber os jatos de porra do Martin, minha irmã tirou a rola dela, ajoelhou e limpou os restos de sêmen que ficaram, e fez o mesmo com a rola do seu Pedro, que disse:
Seu Pedro: ah, que puta gostosa você é
Mariana: Valeu, pai, mas vou tomar um banho antes que alguém chegue. Vocês limpam tudo
Seu Pedro: deu um último apertão na bunda dela e chupou os mamilos — é, puta, vai tomar banho que a gente limpa
Minha irmã deu um beijo na bochecha dele e saiu pra casa com os peitos e a bunda de fora, escorrendo porra dos dois buracos, e os dois filhos da puta ficaram conversando sobre ela:
Martin: falei que ela era uma puta mesmo, seu Pedro
Seu Pedro: putíssima, que gostosa chupando, a desgraçada
Martin: sim, senti que ia gozar só no boquete, haha
Seu Pedro: eu também, mas queria comer ela mais, por isso me segurei
Martin: e que bem que deu certo, até arrebentou o cu dela, haha
Seu Pedro: pô, aquele cu já tava arrebentado da desgraçada, mas mesmo assim ainda é apertado
Os dois riram e começaram a limpar. Eu saí do meu esconderijo e fingi que tava voltando da rua. Minha irmã ainda tava no chuveiro, e eu fui fazer o mesmo, porque já tinha gozado umas três vezes vendo a surra que deram nela. Bom, é isso, escrevi aqui a segunda parte do relato que fiz uns dias atrás. Espero que role mais coisas pra eu poder ver e contar pra vocês, que sei que gostam de saber da puta da minha irmã. Se não acontecer nada amanhã, conto a vez que minha tia comeu um amigo do meu primo, ou conto as duas coisas. Vocês me dizem nos comentários.
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