Pau na puta do escritório (saga completa)

E aí, galera. Resolvi fazer um post juntando as três partes dessa história, com umas correções leves. Aproveitem! A história que vou contar aconteceu há alguns anos, quando eu trabalhava numa empresa de marketing digital. Naquela época, tudo parecia ir bem no trabalho: os projetos estavam voando, o clima era amigável e meu chefe já tinha me elogiado várias vezes pela minha dedicação e comprometimento. Foi nessa hora que comecei a reparar na Pau, uma das minhas colegas de trabalho. A Pau era uma mulher atraente e gostosa, com um cabelo preto liso que emoldurava o rosto dela, de traços provocantes. Os peitos dela eram grandes e redondos, sempre enfiados em decotes provocativos que faziam todos os homens do escritório se virar quando ela passava. E a bunda, nem se fala: grande e durinha, sempre destacada por calças justas que deixavam pouco pra imaginação. A Pau era conhecida na empresa pela beleza, mas também pelos rumores que rolavam sobre ela. Diziam que ela transava com os chefes em troca de benefícios e vantagens no trabalho. No começo, eu me recusei a acreditar nessas fofocas, achando que tudo era inveja. Mas, conforme os dias foram passando, comecei a notar certas atitudes e gestos da Pau que me deixaram na dúvida. Um dia, pra minha surpresa, me promoveram pra um cargo de mais responsabilidade na empresa. Foi aí que a Pau começou a se aproximar de mim de um jeito mais descarado. No início, achei que as atenções dela eram só amizade, mas aos poucos os gestos foram ficando mais íntimos. Ela começou a tocar no meu braço quando a gente conversava, a sussurrar no meu ouvido quando estávamos sozinhos e a me dar uns olhares sugestivos que me deixavam desconfortável e excitado ao mesmo tempo. Uma tarde, depois de uma reunião puxada com os chefes, a Pau me convidou pra ficar trabalhando até mais tarde no escritório. Mesmo resistindo no começo, aceitei ficar mais um pouco pra terminar umas tarefas pendentes. Enquanto... Trabalhávamos juntos, Pau se aproximou de mim lentamente, com uma expressão sedutora no rosto. "Que tal a gente parar de trabalhar um pouco e relaxar?", ela sussurrou no meu ouvido, seu hálito quente acariciando minha pele. Antes que eu pudesse articular uma resposta, Pau pegou minha mão e levou aos lábios dela, chupando meus dedos lentamente e de forma erótica. Um arrepio percorreu meu corpo e minha mente ficou turva com desejo. "Isso é errado", balbuciei, tentando me lembrar que não devíamos fazer aquilo. "Tenho certeza que você está gostando", disse com confiança. "Não quer experimentar o que posso oferecer, querido? Todos os outros chefes do escritório adoraram as coisas que sei fazer". Antes que eu pudesse protestar, Pau colocou minhas mãos na sua bunda e sussurrou no meu ouvido: "Tudo isso pode ser seu, não gosta do que vê?" A textura das suas nádegas era macia e quente sob minhas mãos. Não resisti mais e meus lábios buscaram os dela com ansiedade, nossas línguas se entrelaçando num beijo apaixonado. Minhas mãos percorreram sua bunda, sentindo como era grande e gostosa. A textura era macia e firme ao mesmo tempo, e não pude resistir à tentação de apertar com força e luxúria. Nunca na vida tinha tocado numa bunda tão perfeita e preciosa como aquela, era uma verdadeira raba nota 10. Pau gemeu suavemente contra meus lábios, suas mãos acariciando minhas costas enquanto seu corpo se arqueava na minha direção em busca de mais contato. Pau me empurrou em direção à mesa, suas mãos hábeis desabotoaram minha camisa e a deslizaram pelos meus ombros. Minhas mãos percorreram suas costas, desabotoando sua blusa lentamente para revelar seu sutiã de renda que mal continha seus seios generosos. Olhei nos seus olhos enquanto meus lábios desciam pelo seu pescoço, deixando um rastro de beijos molhados até chegar aos seus seios. Peguei-os com minhas mãos, sentindo sua maciez e firmeza sob minhas palmas enquanto minha língua brincava com seus mamilos eretos. Pau se deixou Deixando-se levar pela paixão, ela me olhou com olhos cheios de luxúria e desejo, e sem dizer uma palavra, tirou a calça, deixando-me ver seu corpo quase nu que me tirou o fôlego. Ela só estava usando uma calcinha fio-dental branca que ficava linda entre suas duas nádegas. Era uma visão de sonho, com seus seios eretos e seu bumbum redondo e firme me tentando a me aproximar mais. Ela começou a desabotoar minha calça enquanto me observava com um sorriso malicioso nos lábios. Assim que meu membro ficou livre, Pau não perdeu tempo e se inclinou para mim, levando meu pau à boca e chupando com habilidade e paixão, fazendo com que gemidos de prazer escapassem dos meus lábios. Seus lábios carnudos percorriam meu membro uma e outra vez, sua língua brincando com cada centímetro e sugando com força. Cada sucção enviava ondas de prazer pelo meu corpo, fazendo-me gemer de prazer. De vez em quando ela descia até minhas bolas e as chupava sem parar de me masturbar, para depois voltar a engolir tudo. Eu a segurei pela cabeça com as duas mãos e comecei a meter na sua boca, coisa que ela adorava. Pau sabia exatamente como me satisfazer e não parou de chupar até que eu estivesse à beira do êxtase. Ela chupava como uma deusa e como uma puta ao mesmo tempo, sem parar de me olhar nos olhos de maneira sensual. Mas Pau ainda não tinha terminado comigo. Ela se levantou da mesa e colocou minhas mãos em seus seios. Se seu bumbum era perfeito, seus peitos não ficavam atrás em nada. Eram grandes e macios, tanto que não pareciam reais. Eu os apertei com desejo, maravilhado com o quão magníficos eles pareciam e como me envolviam completamente. "Você sabe o que mais posso fazer com eles", sussurrou Pau, antes de se inclinar para frente e pegar meu membro entre seus seios. Ela começou a deslizá-los para cima e para baixo, fazendo um boquete de peitos incrível que me deixou sem ar. A sensação era indescritível, meu pau desaparecia completamente entre seus peitos que me apertavam de maneira deliciosa. Minhas mãos Eles se agarraram na minha cintura, guiando meus movimentos enquanto eu curtia a sensação do delicioso boquete com os peitos que a Pau estava me dando. O atrito da pele dela contra a minha e a visão dos seios dela envolvendo meu pau me levaram a um nível de prazer que eu nunca tinha experimentado antes. Quando senti que estava perto de gozar, a Pau se levantou e se inclinou sobre a mesa, com a bunda empinada pra mim, me tentando com a oferta. "Pode fazer o que quiser comigo", ela sussurrou, com a voz rouca de desejo. "Sou toda sua". A visão da Pau naquela posição, a bunda empinada e os olhos suplicantes, foi mais do que eu conseguia aguentar. Me aproximei dela, acariciando sua pele macia e lisa. Peguei sua calcinha branca e puxei pro lado, antes de enfiar nela com força e paixão. Os gemidos da Pau encheram o quarto, se misturando com os meus numa batida de desejo sem controle. Comecei a meter nela e cada enfiada era mais intensa que a anterior. A buceta dela apertava meu pau com força e estava quente e molhada como ninguém imagina. "Mais forte", ela suplicou entre gemidos. "Me dá mais duro, papi". Não consegui resistir ao pedido da Pau e aumentei o ritmo e a intensidade das minhas enfiadas. Nossos corpos batiam um no outro de novo e de novo, e as nádegas deliciosas dela batiam na minha pelve a cada metida de pau que eu dava. A Pau se contorcia debaixo das minhas investidas, o corpo dela se arqueando na minha direção em busca de mais prazer. As unhas dela cravaram na mesa enquanto eu comia ela com mais força, fazendo os gemidos dela virarem gritos de êxtase. A Pau pedia mais, pedia palmadas, e eu não podia negar a ela esse prazer. Minhas mãos caíram nas nádegas dela, batendo com força e ritmo, fazendo os gemidos dela ficarem mais intensos e o prazer aumentar. Eu batia na bunda dela com fúria, marcando a cada tapa e sentindo a pele dela ficar vermelha sob minhas mãos. Era um espetáculo delicioso vê-la entregue assim, com o corpo tremendo de prazer sob minhas palmadas e enfiadas selvagens. Eu a fodia com paixão e luxúria, sentindo cada centímetro do seu interior apertado e ardente envolvendo meu pau, me levando à beira da loucura. "Isso, isso... assim mesmo! Me fode como a vadia que eu sou!", gritou Pau, sua voz cheia de desejo e luxúria. Suas palavras acenderam ainda mais minha paixão, fazendo eu embestir com uma intensidade selvagem e desenfreada. O suor cobria nossos corpos, o som dos nossos corpos se chocando ecoava no quarto enquanto nos entregávamos ao desejo e à luxúria sem limites. Mas em um momento, Pau parou nossas embestidas, se afastando de mim e se virando para me olhar diretamente nos olhos. Seu olhar estava cheio de desejo e determinação, e seu sorriso era travesso e sedutor. "Agora é a minha vez", disse com voz suave mas firme, antes de me empurrar gentilmente até eu ficar sentado em uma cadeira na frente dela. Meus olhos se abriram surpresos com sua ação, mas minha surpresa rapidamente virou desejo ao vê-la se aproximar de mim com um olhar cheio de luxúria nos olhos. Ela montou de costas para mim, guiando meu pau para dentro dela com habilidade. Pau se movia com agilidade sobre mim, assumindo o controle da foda. Seus quadris se moviam de maneira experiente, fazendo minha excitação disparar ainda mais. Cada gemido que escapava de seus lábios era como música para meus ouvidos. A sensação da pele dela contra a minha, o aroma do seu perfume embriagador, tudo contribuía para meu delírio de prazer. Minhas mãos se agarravam aos seus quadris, sentindo o vai e vem dos seus movimentos enquanto ela cavalgava com paixão. Pau estava em seu elemento, aproveitando o poder que tinha sobre mim naquele momento. "Meu Deus, isso! Me dá mais, mais... não para!" ela gritava, suas palavras perdidas entre gemidos e sussurros de prazer. A cadeira em que eu estava sentado rangia com o ritmo dos nossos movimentos, mas naquele momento não havia espaço para preocupações. Só existia o atrito das nossas peles, o som dos nossos gemidos e o frenesi das nossas... Investidas. Pau se inclinou para frente, oferecendo-me suas costas arqueadas e seu bumbum delicioso, que junto com sua cinturinha fina parecia ainda maior e mais apetitoso. Suas mãos se agarraram na borda da cadeira, seus cabelos caíam em cascata pelas costas enquanto seus quadris se moviam em perfeita sincronia com os meus. A visão do corpinho dela entregue a mim, da bunda dela apontando para mim num convite tentador, me impulsionou a seguir em frente, a dar a ela todo o prazer que eu podia oferecer. E quando finalmente chegou o momento, quando não pude mais me conter, avisei a Pau que eu ia gozar. Ela sorriu de modo brincalhão, dizendo que eu podia fazer onde quisesse. "Quero gozar nos seus peitos", eu disse com voz rouca e carregada de desejo. Pau concordou e se ajoelhou na minha frente, seus seios perfeitos apontando para mim de forma tentadora. Me masturbei na frente dela rapidamente, sentindo o calor da minha excitação crescer até que finalmente soltei uma enorme carga de porra que banhou seus peitos completamente. Pau sorria satisfeita enquanto se limpava com a mão, recolhendo cada gota do meu sêmen nos dedos e levando-os à boca para saborear. Pau e eu nos limpamos e nos olhamos com cumplicidade. Nos vestimos lentamente, enquanto eu não parava de pensar que ela tinha se mostrado tão puta quanto todos diziam no escritório. Saímos juntos do escritório e caminhamos pela rua, e antes de nos despedirmos Pau me sussurrou algo no ouvido que imediatamente me deixou duro como pedra de novo: “Parece que você realmente adora minha bunda. Se vier amanhã na minha casa, pode me arrombar". A ideia de ter a chance de comer ela de novo, mas dessa vez pelo cuzinho apertado, me excitou na hora. Não pude evitar sorrir e concordar com a cabeça, aceitando seu convite provocante. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte na casa dela depois do trabalho. Aquela noite não consegui parar de pensar no que tinha acontecido entre Pau e eu no escritório. O pensamento A ideia de comer seu cuzinho me manteve acordado e excitado por horas, desejando que o dia seguinte chegasse o mais rápido possível. No outro dia, mal consegui me concentrar no trabalho, ansioso para chegar na casa da Pau. Finalmente, chegou a hora de sair e não perdi um segundo indo direto para o endereço dela. Bati na porta e ela me recebeu com um vestido vermelho justo que marcava suas curvas. Nos sentamos no sofá e começamos a tomar um drink, rimos e brincamos como se nada tivesse acontecido entre nós. Mas ambos sabíamos o que queríamos, o que estávamos loucos para fazer. Depois de um tempo de conversa banal, Pau me levou para o quarto dela, onde nos encaramos, com desejo palpável no ar. "Estou pronta para você", disse Pau com uma voz suave mas carregada de desejo. "Mas quero algo em troca dessa vez." Eu a olhei com curiosidade, esperando ouvir qual seria a proposta dela. "Quero um aumento", ela começou, seu olhar fixo no meu. "E quero a liberdade de faltar ao trabalho quando eu quiser. Em troca, vou deixar você comer meu cuzinho." Meus olhos se arregalaram surpresos com o pedido dela, mas minha excitação não diminuiu nem um pouco. Eu sabia que não conseguiria resistir à ideia de possuir sua bunda deliciosa, então concordei com determinação. "Tudo bem, Pau", eu disse com um sorriso safado. "Vou te dar o que você quer, em troca de experimentar esse seu cuzinho apertado." Pau sorriu satisfeita e começou a desabotoar minha calça com habilidade, enquanto aproximava sua boca da minha para me beijar com paixão. Nossos lábios se encontraram em um beijo luxurioso e excitante, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo desejoso por ela. Sem parar de me beijar, Pau tirou a parte de cima do vestido, revelando um sutiã preto que mal continha seus seios volumosos. Meus olhos não conseguiam se desgrudar do corpo dela, da forma como ela se movia com graça e sensualidade. Logo, Pau se livrou do sutiã e seus seios ficaram expostos, eretos e tentadores. Não pude resistir a tentação de me aproximar e levar um de seus mamilos aos meus lábios, chupando e mordiscando com avidez. Pau gemeu de prazer, arqueando as costas e oferecendo seus seios para que eu os aproveitasse. Depois, Pau tirou completamente o vestido, revelando meias e ligas pretas que realçavam sua sensualidade e uma calcinha fio dental minúscula que mal cobria suas partes íntimas. Em seguida, ajoelhou-se diante de mim e pegou meu membro na mão com delicadeza. Começou a beijá-lo suavemente, percorrendo cada centímetro com seus lábios e língua, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo. Então, sem aviso prévio, ela mergulhou para me chupar com voracidade, fazendo um deep throat incrível que me fez gemer de prazer. Seus movimentos eram especializados e coordenados, como se tivesse praticado essa técnica inúmeras vezes. Minha excitação crescia a cada sucção, cada lambida, cada movimento de sua língua travessa. Sempre que eu sentia que estava prestes a explodir, ela desacelerava um pouco, prolongando o prazer. Sentia sua boca quente e úmida envolvendo minha ereção, levando-me à beira do êxtase em questão de segundos. Comecei a mover meus quadris lentamente, controlando o ritmo do boquete que estava recebendo. Pau gemia suavemente cada vez que eu penetrava sua boca, fazendo minha excitação aumentar ainda mais. Não pude resistir mais e agarrei seu cabelo, guiando-a para aumentar o ritmo e a intensidade de seus movimentos. Pau obedeceu sem hesitar, entregando-se completamente ao meu prazer e deixando-me foder sua boca sem controle. Finalmente, tirei meu pau de sua boca e, enquanto não parava de esfregá-lo em seu rosto, disse que queria que ela cavalgasse em mim antes de eu comê-la pelo cu. Pau concordou, levantou-se e tirou a minúscula calcinha fio dental que cobria sua buceta macia e molhada. Ela subiu em cima de mim, guiando meu membro ereto para sua entrada encharcada, e começou a cavalgar com um ritmo frenético. Seus gemidos de prazer enchiam o quarto, misturando-se com meus grunhidos guturais. Os quadris dela se moviam em círculos, esfregando deliciosamente no meu pau. A sensação de ter Pau em cima de mim, sentindo seu calor e umidade era avassaladora. Minhas mãos se agarravam à sua bunda, ajudando-a a manter o ritmo da cavalgada selvagem. Cada investida era mais intensa que a anterior, levando nós dois à beira do abismo do prazer. Pau inclinou o corpo para frente, aproximando seu rosto do meu, e nossos lábios se encontraram em um beijo apaixonado e luxurioso. Nossas línguas se entrelaçavam em uma dança selvagem, enquanto continuávamos transando com uma intensidade que nos deixava sem fôlego. O suor encharcava nossos corpos, fazendo-nos brilhar à luz da lua que se filtrava pela janela. O êxtase se apoderava de mim, sentindo as contrações do meu membro prestes a explodir dentro de sua buceta deliciosa. Pau gemía no meu ouvido, aumentando a intensidade de seus movimentos, levando-me ao limite da minha resistência. Meus braços a envolveram, acariciando suas costas suadas e sentindo seu coração bater freneticamente. Mas sem dúvida o melhor de ter Pau cavalgando em mim era ver como seus peitões enormes balançavam a cada movimento. Eram como dois globos preciosos que enchiam minha visão, me tentando a apertá-los e desfrutar de sua maciez enquanto ela se entregava a mim com paixão. Minhas mãos se posaram em seus melões, apertando-os com firmeza enquanto Pau gemía de prazer com meu pau dentro. A sensação de ter esses peitos enormes entre minhas mãos, enquanto ela continuava se movendo sobre mim sem controle, era incrivelmente excitante. Podia sentir o calor que exalavam, a suavidade de sua pele sob meus dedos, e o peso requintado que tinham em minhas mãos. Pau arqueou as costas, oferecendo-me seus seios com ansiedade, convidando-me a desfrutá-los à vontade. Meus dedos deslizaram por seus mamilos eretos, beliscando-os suavemente e arrancando gemidos de prazer de seus lábios entreabertos. Finalmente, Pau atingiu o clímax, gemendo fortemente enquanto seu corpo tremia de prazer. Ficamos ali, abraçados e encharcados de suor, tentando recuperar o fôlego depois da paixão explosiva que havíamos compartilhado. Pau se aconchegou contra meu peito, suspirando de satisfação. Depois de um momento, nos olhamos nos olhos e sorrimos cúmplices, sabendo que ainda nos aguardava outra rodada de prazer. Sem dizer uma palavra, Pau se colocou de quatro na cama, oferecendo-me sua bunda tentadora. Peguei um pouco de lubrificante e apliquei em sua entrada traseira, preparando-a para o que estava por vir. Comecei com um dedo, explorando seu ânus com delicadeza e cuidado. Pau gemeu suavemente, desfrutando das novas sensações que eu estava proporcionando. Em seguida, inseri outro dedo e comecei a movê-los lentamente dentro dela, preparando-a para meu membro. Pau arqueou as costas e empurrou os quadris para trás, ansiosa para me receber. Sem mais delongas, posicionei meu pau em sua entrada e comecei a empurrar lentamente. Com um gemido de prazer, abri caminho em seu ânus estreito e quente, sentindo-o me envolver em um êxtase indescritível. Pau gemeu de prazer e dor ao mesmo tempo, adaptando-se ao meu tamanho e à sensação de ser penetrada por trás. Parei um momento para dar-lhe tempo de se acostumar, acariciando suas costas e quadris encharcados de suor. Uma vez que ela estava pronta, comecei a me mover dentro dela, aumentando o ritmo a cada investida. Pau gemia e se contorcia de prazer, desfrutando da sensação de ser comida pelo cu. Seus gemidos eram música para meus ouvidos, me excitando ainda mais e me levando a um nível de prazer que eu achava inatingível. "Ai sim, papi, continua assim", Pau gemia entre suspiros ofegantes. "Está tão duro e grande, eu adoro". Suas palavras me excitavam e me motivavam a comê-la com mais força e paixão. Eu sentia sua bunda se contrair em volta do meu membro, apertando com força e aumentando meu prazer a níveis inimagináveis. Minhas investidas elas ficaram cada vez mais intensas, levando a Pau à beira do êxtase mais uma vez. "Você gosta assim, putinha?", perguntei entre gemidos, enquanto continuava a enfiá-la com fúria. "Sim, sim, sim! Eu sou sua putinha, me come mais forte!", respondeu Pau com luxúria, as palavras saindo de seus lábios entre gemidos altos. Minhas enfiadas ficaram mais rápidas e descontroladas, sentindo o prazer queimar em cada fibra do meu ser. O som dos nossos corpos batendo e as exclamações de prazer de Pau enchiam o quarto, criando uma sinfonia de luxúria e desejo. Não conseguia me segurar mais, estava prestes a gozar e liberar todo o prazer acumulado dentro de mim. "Pau, vou gozar!", exclamei entre gemidos, sentindo o prazer me invadir completamente. "Sim, papi, enche minha bunda de porra! Enche e ela vai ser sua para sempre!", respondeu Pau com a voz entrecortada pelo prazer. Aquelas palavras foram a gota d'água da minha excitação. Minhas enfiadas ficaram ainda mais intensas, buscando o clímax final. E finalmente, com um rugido de prazer, me deixei levar pela onda de êxtase e gozei dentro de Pau, enchendo sua bunda apertada com minha porra quente e grossa. Ambos ofegávamos exaustos, com o suor banhando nossos corpos e o ar carregado da tensão sexual que havíamos liberado. Deitei ao seu lado, abraçando Pau com satisfação e cumplicidade. Daquele dia em diante, sempre que Pau queria algo no trabalho, ela me dava a bunda para conseguir. E eu não conseguia resistir aos seus encantos, à sua entrega, à sua deliciosa bunda que já me pertencia completamente.

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