Relato cornudo : Dalila vestida de novia 02

Os dias seguintes àquele jantar estranho, mas carregado de tensão, viraram um turbilhão de maquinações na cabeça de Liborio. Sentado no sofá, com o joelho enfaixado, o que o fazia se sentir ainda mais impotente — e mais excitado por causa disso —, ele planejava cada passo como um diretor de filme pornô proibido. Sua fantasia de corno o consumia: imaginava Dalila, sua esposa alta e voluptuosa, com aqueles quilinhos extras que a deixavam tão gostosa, aquelas coxas grossas que se roçavam ao andar, aqueles peitos pesados que balançavam como promessas de leite materno, e aquela bunda enorme, carnuda, que parecia feita pra ser açoitada e comida. E o protagonista das suas visões era o Tronco, aquele negão baixinho com o pau descomunal, um tronco venoso e preto que Liborio tinha visto pendurado naquele banheiro, grosso como um antebraço, capaz de rasgar a buceta de qualquer mulher. Liborio se masturbava várias vezes por dia pensando nisso, em como aquela pica monstruosa ia esticar os lábios da buceta de Dalila, fazendo ela gemer como uma puta no cio, enquanto ele observava escondido, humilhado e com o pau duro. Mas pra chegar lá, ele precisava ajudar o Tronco. Desceu mancando até a oficina, onde o negão estava soldando uma placa-mãe, a regata colada no corpo suado, marcando os músculos compactos dos braços tatuados. "Escuta, parceiro", disse Liborio num tom de conspiração, olhando em volta pra garantir que ninguém ouvisse. "Dalila é uma mulher que precisa de atenção, de detalhes. Eu não sou assim, sou um cara distraído, por isso ela tá puta comigo. Não dei o casamento na igreja que ela tanto quer, vestida de branco igual uma virgem. Você seja atencioso: leva umas flores baratas mas bonitas pra ela, manda mensagem dizendo que ela é linda, que com uma mulher como ela você casaria de verdade. Elogios que façam ela se sentir desejada, que toquem na mágoa que ela tem de mim." O Tronco sorriu, os dentes brancos contrastando com a pele escura, e concordou. "Entendido, chefe. Vou cortejá-la como um rei, mas com meu toque. Essa mulher vai cair nas minhas mãos, e quando eu comer ela, você vai ver como ela grita por esse pau". Libório sentiu um arrepio safado na rola ao ouvir isso; era perfeito.Relato cornudo : Dalila vestida de novia 02O cortejo começou sutil, mas ousado, com a confiança nata do Tronco. No dia seguinte, enquanto Dalila descia pra jogar o lixo – a saia justa subindo um pouco nas coxas, deixando ver a curva da bunda gorda –, ele a interceptou na entrada do prédio. "Fala, rainha voluptuosa", disse com aquela voz rouca, estendendo um buquê de margaridas roubadas de algum jardim perto. "Pra você, porque uma mulher como tu merece flor todo dia. Com uma gostosa dessas, eu casava sim, de igreja e tudo, vestida de branco pra geral ver o que eu tô levando". Dalila corou, as bochechas morenas ficando vermelhas, mas pegou as flores com um sorriso hesitante. "Não vem de palhaçada, baixinho. Meu marido não me dá essas coisas". O Tronco chegou mais perto, a altura baixa deixando ele na posição perfeita pra olhar os peitos dela de baixo, imaginando chupar aqueles bicos escuros que marcavam por baixo da blusa. "Pois ele tá perdendo. Tu é uma deusa, com essas curvas que deixam qualquer homem maluco". Ela riu nervosa, sentindo um formigamento na barriga, um calor que descia até a buceta, molhando a calcinha fio dental. Não era só o elogio; era o jeito que ele olhava pra ela, como se já estivesse comendo ela com os olhos.vadiaLiborio observava tudo da janela, a mão na pica, esfregando devagar. Via como o Tronco roçava "acidentalmente" o braço de Dalila, como o olhar dele descia pra bunda dela quando ela se virava. Aquilo deixava ele no limite: a esposa dele, a mãe do filho dele, flertando com aquele anão arrogante. Mas precisava acelerar as coisas. Naquela noite, na cama, Dalila mencionou as flores casualmente, com um tom de reprovação pra Liborio. "O baixinho é atencioso, pelo menos". Liborio fingiu ciúmes leves, mas por dentro fervia de excitação. "Trata ele bem, amor. Parece um cara legal". Ela olhou estranho pra ele, desconfiada de algo, mas topou. O flerte continuou aos poucos. O Tronco mandava mensagens todo dia: "Bom dia, minha rainha. Sonhei com teus olhos e teu sorriso… e com o resto 😉". Dalila respondia com emojis, rindo sozinha na cozinha enquanto preparava a comida, os peitos balançando quando mexia os braços. Ele convidava ela pra "comer uma sobremesa" no point, onde mostrava truques com celular, roçando os dedos nos dela, sentindo o perfume misturado com o suor feminino que vinha de entre as coxas dela. Uma vez, ousado, colocou a mão na cintura dela enquanto explicava algo, sentindo a curva do quadril voluptuoso. "Você é tão macia, Dalila. Com uma mulher como você, um homem casa e não olha pra outra". Ela se afastava, mas não brava; sentia o coração acelerado, a buceta pulsando leve, lembrando como Liborio andava ignorando ela na cama ultimamente.relatoLiborio, vendo que o progresso era lento, bolou um plano mais perverso, mais doentio. Convenceu o Tronco a pagar um mendigo do bairro – um cara sujo, barba por fazer e roupa esfarrapada, que cheirava a álcool e desespero – pra "atacar" a Dalila no beco lateral do prédio. "Você dá 300 pila pra ele, manda ele tocar nela, assustar um pouco, nada demais. Aí você aparece como o herói, o macho salvador". O Tronco riu, excitado com a ideia. "Perfeito. Vou salvar ela e ganhar a confiança dela… e mais um pouco". Liborio pagou a metade, o pau dele já duro só de pensar. O momento chegou numa tarde nublada. Dalila saiu pra comprar leite pro bebê, o corpo voluptuoso dela se mexendo com aquele balanço hipnótico: peitos quicando por baixo de uma blusa decotada, rabão gordo empurrando contra a saia curta, coxas se roçando a cada passo. Liborio seguiu ela mancando, escondido atrás de uma esquina, o coração batendo forte. Viu ela entrar no beco pra cortar caminho, uma passagem escura e estreita ladeada por muros pichados. O mendigo surgiu das sombras, cambaleando, com olhos vidrados. "Vem cá, mamacita gostosa!", rosnou, estendendo uma mão suja na direção dos peitos dela, roçando o decote com dedos imundos. Dalila gritou, aterrorizada, empurrando ele. "Me solta, porco!". Ele encurralou ela contra a parede, o bafo fedorento no rosto dela, uma mão descendo pro rabo dela, apertando aquela bunda carnuda com brutalidade. "Vou te apalpar toda, puta voluptuosa". Dalila sentiu pânico, mas também um tesão estranho: o medo se misturando com um calor proibido na boceta dela.vadiaLiborio observava escondido, a uns metros de distância, o pau duro pressionando contra a calça. Via o mendigo apalpando a esposa dele, imaginando que era o Tronco, que aquele toque grosseiro era o prelúdio de uma foda violenta. Ele se esfregou disfarçadamente, mordendo o lábio para não gemer.cuckoldEntão, como planejado, o Tronco apareceu correndo, sua figura baixa mas imponente, com calças de moletom que marcavam o volume do pau monstruoso dele. “Sai dela, seu filho da puta imundo!”, ele rugiu, empurrando o mendigo com força, dando um soco na barriga dele que o deixou ofegante no chão. O cara saiu cambaleando, resmungando pragas. Dalila, tremendo, se jogou nos braços do Tronco, os peitos dela esmagados contra o peito dele, o corpo alto dela envolvendo ele. “Valeu, baixinho! Você salvou minha vida”. Ele abraçou ela forte, as mãos descendo descaradamente pro começo da bunda dela, sentindo a curva onde o rabo começava, aquela carne macia e gorda que deixava ele com o pau duro. “Fica tranquila, rainha. Ninguém te toca sem minha permissão. Você é minha pra proteger”. Libório, ainda escondido, viu tudo: o abraço, as mãos do Tronco roçando a bunda da esposa dele, e sentiu um orgasmo iminente, mas se segurou, ofegando em silêncio.infidelidadeO Tronco pegou na mão dela, os dedos entrelaçados nos dela – mãos grandes e macias contra as dela, calejadas e fortes – e a escoltou de volta ao prédio. Caminharam devagar, ele contando anedotas heroicas inventadas, roçando o braço no dela, sentindo o cheiro do medo dela misturado com excitação. Dalila sentia o pulso na buceta, um calor úmido que encharcava a calcinha fio dental, traindo ela. Era medo? Ou era aquele baixinho confiante, com o cheiro de macho, salvando ela como Liborio nunca faria? Chegaram na porta do apartamento. Dalila, grata e confusa, se inclinou – a altura dela colocando ela acima dele – e deu um beijinho nos lábios dele, rápido mas carregado, sentindo o roçar do bigode. Depois um abraço apertado, os peitos dela esmagados contra ele, a bunda roçando as mãos do Tronco que voltaram a pousar no começo das nádegas, apertando sutilmente. "Valeu de novo, meu salvador". Ele sorriu, os olhos descendo pro decote dela. "Quando quiser, rainha. Com uma gostosa igual você, eu protegeria todo dia". Se despediram assim, com um último roçar.esposa putaDalila entrou no apartamento, assustada com o que tinha acontecido, o coração ainda batendo forte. Fechou a porta, se apoiou nela e sentiu o calor entre as pernas. Baixou a mão disfarçadamente, tocando a calcinha fio dental por baixo da saia: estava molhada, encharcada de sucos, traída pelo próprio corpo. "O que tá acontecendo comigo?", murmurou, mordendo o lábio, imaginando sem querer as mãos do Tronco descendo mais, tocando onde ninguém além do Libório tinha tocado em anos. O medo se misturava com um desejo doentio, pervertido, que a deixava tremendo.

1 comentários - Relato cornudo : Dalila vestida de novia 02

Hott27 +1
Y mis talkies??? Te mandé inbox otra vez !!!