Dai me pone los cuernos en la costa

Cara, juro que aquela noite em Gesell com a Dai foi daquelas que nunca se esquece, daquelas que ficam gravadas na cabeça e toda vez que você lembra, o pau sobe na hora. Foi uma mistura perfeita de um encontro romântico que foi pro caralho por causa do tesão, álcool, ciúme e uma puta calentura acumulada. Vou contar tudo bem detalhado, passo a passo, porque foi longa e cada segundo valeu a pena. Talvez tenha continuação. E como a gente tá quase indo embora, lembrei e fiquei todo duro.

A gente tava em Gesell, alugamos uma casa com meus sogros. A Dai vinha me falando há meses: "Dessa vez que meus pais vão" "Quero sair só nós dois, como quando éramos namorados, sem responsabilidade, sem pressa". Uma tarde, a gente tava tomando uma cerveja, meus sogros e as crianças jogando TEG. E às vezes as partidas não acabam nunca, eles tavam viciados demais. Ela me olhou com cara de "agora ou nunca" e falou: "Vamos sair, não aceito um não". "Beleza, então" - falei - "onde você quer ir? A gente come uma pizza e depois toma alguma coisa?" "Sim, e você me leva naquele pub que a gente viu hoje, sim?" Aquela tarde, enquanto a gente passeava pelo centro, vimos a placa: "Noite do Arjona – Imitador ao vivo". Eu odeio o Arjona com toda a minha alma, ela viu aquilo e os olhos brilharam. "Quero ir, por favor". Falei que nem fodendo. "No do Arjona?" - perguntei. "Vai, por favor, seja bonzinho". No final, negociei: "Ok, mas você veste uma roupa sexy de verdade. Algo sem sutiã e uma tanga bem enfiada na bunda". Ela sorriu com malícia: "Fechado".

Naquela noite, ela vestiu um vestido justo na parte de cima, que marcava os peitos perfeitamente (sem sutiã, dava pra ver os bicos quando ela se mexia), e solto embaixo, mas curto, mal cobrindo a bunda. Por baixo: uma tanga preta fininha, de renda, e meia-calça preta com aquelas tiras simulando liga, abertas na frente e atrás pra aparecer a pele. Sandália de salto médio.Dai me pone los cuernos en la costaQuando ela saiu do banheiro, me olhou e perguntou: “Você gostou?”. Eu já tava meio duro só de ver ela. “Muito”, respondi. Saímos. Chegamos na balada. Lá dentro tava cheio de gente de 30-40 anos, casais, grupos, luzes baixas. A promoção era de daiquiri 2x1, então pedimos um pra começar. A mecânica do lugar era estranha: o imitador do Arjona subia 20 minutos, tocava os hits dele, depois descia e colocavam música variada por uma hora como um pub normal, com luz baixa e gente dançando. O show começou e eu já tava sofrendo. O cara cantava “Te conozco” e “Mujeres”, e eu pensando “que porra eu tô fazendo aqui”. Depois dos primeiros daiquiris e da primeira leva, falei: “Quero ir embora”. Ela me olhou com olhos de cachorrinho: “Fica, espera até acabar e te prometo algo bom…”, chegou perto do meu ouvido e soltou: “vou deixar você usar minha buceta essa noite”. Isso me parou na hora. “Beleza, ok – haha”. “Sim, mas você tem que aguentar o show inteiro”. Aceitei sem pensar. Ela ficou feliz, pediu outro daiquiri e começou a curtir de verdade: dançava sentada, cantava baixinho, o álcool ia soltando ela cada vez mais. Com as luzes acesas quando o cara não tava no palco, eu me sentia exposto. Vi que tinha um mezanino interno em cima do bar, dava pra subir por uma escadinha perto da entrada. Parecia escuro, pouca gente, só umas mesinhas redondas pra apoiar copo, tudo em pé. Falei: “Vamos subir aí, de cima dá pra ver melhor e é mais tranquilo”. Subimos. Eu fiquei atrás, abracei ela pela cintura, encostei o rosto no ombro dela. Dali dava pra ver tudo: as mesas lá embaixo, a pista pequena, o palco. Ela se encostou em mim, rebolando um pouco no ritmo da música que começava a tocar. Pra quebrar o gelo, soltei: “Quem você pegaria desses que você tá vendo?”. Ela olhou em volta, demorou um pouco e apontou pra um aleatório na pista: “Aquele”. “Por quê?”. “Sei lá, parece bonitinho”. Ela percebeu que não falou o que eu esperava, como se não tivesse entrado no jogo, e de repente puxou o assunto que eu menos esperava: “Lembra quando eu Você sugeriu aquele negócio do Pinar de Rocha?" Claro que eu lembrava. Foi numa noite de bebedeira anos atrás, contei a fantasia de ir naquela balada temática de quinta, separar dentro, ela deixar algum cara chegar nela, se pegarem um pouco, se beijarem, e eu olhar de longe e depois ir pra um motel, nós dois. Nunca fizemos. Ela mencionar isso naquela hora me arrepiou inteiro. "Sim, lembro", falei. "E se a gente brincar de algo parecido hoje?", sussurrei no ouvido dela. O tesão tomou conta de mim, "Mas a gente fica até fechar". Já não queria ir embora de jeito nenhum. Falei: "Você topa fazer de verdade? Desce pra pista, dança um pouco sozinha, e eu te observo daqui. Se você tiver sozinha, alguém chega, é assim que funciona". Ela riu nervosa: "Sério que você quer?" "Sim, me dá esse gosto, assim como eu tô te dando o seu". Ela fez uma pausa, tomou um gole de daiquiri: "Ok". Desceu a escada com o copo na mão. Parou na pista, começou a rebolgar devagar, seguindo o ritmo. Não passou nem um minuto e o cara chegou nela: moreno, gostoso. Camisa branca com as mangas dobradas mostrando tatuagens nos antebraços, jeans justo, sapatos pretos, cabelo curto com gel. Agarrou ela pela cintura por trás, sem invadir muito no começo, só marcando a dança. Ela embarcou, continuava se mexendo com o copo pra cima. A música parou, o imitador subiu de novo e disse: "Vejo que tem gente se mexendo, vamos com umas músicas animadas do 'se o norte fosse o sul'". Se agarraram de vez: ele segurava ela pela cintura, ela ria, girava, curtia dançar igual uma doida (a Dai adora dançar, eu não). O cara era bom ou gostava de se exibir, fazia ela girar, aproximava, afastava. Ela tava no auge. Passaram duas músicas rápidas. O lugar mudou pra modo show: luzes só no palco, o resto escuro. Começou uma lenta. O cara sumiu um segundo, voltou com dois drinks novos, ofereceu um pra ela. Falou no ouvido dela, ela se inclinou pra ouvir, riu alto, pegou o copo e olhou pro palco. Ele se pegou mais, continuava falando no ouvido, ela respondia, ria, às vezes gargalhada escancarada. Eu de cima via tudo: os sorrisos, como ela se inclinava, como ele roçava a cintura dela. Não sabia que porra eles estavam dizendo, e isso me deixava louco. Ciúme puro, mas também um tesão do caralho. Eu tomava a cerveja de gole em gole pra me acalmar. A lenta acabou, eles se moveram pra um lado onde tinha uma mesinha alta pra apoiar os copos. Outra música lenta. Ele pegou ela por trás, colado, dançando devagar mas com roçada. Falava no ouvido sem parar, ela ria ou respondia. Começou a balançar de lado, mexendo a bunda de um lado pro outro seguindo a música. Ele parado, deixando ela fazer. Era óbvio que ela tava passando a buceta no pau dele, roçando de propósito. Ele falava mais, ela não respondia no começo, depois ria sem virar a cabeça, sempre olhando pro palco como se nada. Mais uma música igual: mesma dança, mesmo roçar, mesmos sussurros. Aquela leva acabou, luzes baixas total, clima de balada completa. Ela falou algo curto pra ele e subiu pro balcão. Chegou ofegante, cara vermelha. "Não dá pra ver nada daqui de baixo", disse. "Viu, cumpri." "Vi tudo", respondi. "E aí, qual foi?" "Nada... gostei de dançar, foi muito bom. Mas depois ele ficou chato." Me desanimei um pouco. Pensei que ia dizer que ficou com tesão, que tinha gostado do roçar. "O que ele te disse?" "Que quer me comer", falou como se fosse nada. "Você disse que foi no banheiro ou algo assim?" "Não, falei que tava com uma amiga, que ia ver o que ela tava fazendo e voltava pra dizer se ficava ou ia embora." Não fechava direito. Eu tinha visto ela super à vontade, rindo, se esfregando nele. "Vai voltar mais um pouco?" Perguntei. Ela fez uma pausa longa, respirou fundo: "Vamos pra casa e transar, cê não quer?" "Quero sim, mas te perguntei se quer ficar mais um pouco com ele." Terminou o drink de um gole: "Marcos, olha... o cara tá com um tesão do caralho, meio bêbado. Me falou um monte de putaria, o pau dele duro igual pedra, me beijou o pescoço quando a gente dançava lento. Eu tô Toda molhada e meio bêbada também. Se eu voltar, não sei o que vai acontecer… não sei se você vai gostar que eu dê um beijo ou algo mais”. Me aproximei disfarçado e enfiei a mão por baixo do vestido dela. A calcinha fio dental estava encharcada, meus dedos molharam na hora. Ela suspirou forte, me olhou com olhos vidrados. Beijei ela fundo, a boca dela tinha gosto de daiquiri e tesão. Tava pegando fogo. “Vamos fazer uma coisa”, falei. “Volta lá. Fala que sua amiga vai embora e que você também tem que ir, que seu marido tá te esperando. Pede o número dele. Deixa ele te paquerar mais um pouco, eu fico olhando daqui. Se eu ver que ele tá enchendo o saco, te mando mensagem, você atende e com essa desculpa vaza”. Ela hesitou um segundo. Mas aceitou. Segurei o braço dela quando ela ia saindo, puxei pra perto e sussurrei no ouvido: “Quero que você dê uma trepada nele… deixa ele avançar”. Ela gemeu baixinho, saiu de dentro dela, um gemido pequeno que não conseguiu controlar. “Tem certeza?”. “Sim”. “Mas depois a gente vai embora, ok?”. “Sim, beleza. Te mando mensagens”. Ela desceu. Começaram a conversar de novo, ida e volta no ouvido, risadas, olhares. Cinco minutos que pareceram uma eternidade. Fantasiava com cada palavra que eu não ouvia, ficava louco de ciúme e tesão misturados, sentia a pica toda molhada, uma vontade de me tocar enquanto olhava eles. Já fazia um tempo quando fui ao banheiro e vi um cantinho perfeito: atrás de uma coluna grande, uma curva na parede que formava tipo um S escuro, escondido da vista principal. Escrevi pra ela: “Toma a iniciativa, senão ele vai se estender demais. Fala que você tem que ir, pede o número dele e depois fala que tem mais 10 minutos. Leva ele pro lado do banheiro, tem uma curvatura escondida atrás da coluna. Dá uma trepada ali. Quando eu mandar outra mensagem, você vaza, a gente se vê na porta. Ok?”. “Ok”, ela respondeu na hora. Vi ela anotar o número no celular, falou algo no ouvido dele e foram andando praquele lado. Quando passaram a coluna, ela se encostou na parede, pegou na mão dele e puxou pra perto. O primeiro beijo foi Longo, intenso, eles se comeram na boca com tudo, beijos pesados, bem quentes. Meio que me deu um negócio ver como eles estavam transando a minha mulher. Foi tipo um minuto de êxtase. Não sei como descrever em palavras. Algo estranho. Ele parou de beijar ela por um segundo, falou algo no ouvido dela (ela já não ria, tava séria, concentrada). Voltou a beijar ela, mão na bunda, apertando forte, amassando. Falou com ela de novo, ela baixou uma das mãos que tava no pescoço dele, era a mão que tava do outro lado da minha visão, com certeza tava tocando a rola dele por cima da calça jeans. Tavam coladíssimos, não dava pra ver o que faziam. Ele desceu pro pescoço dela, beijando, chupando, ela se deixava. Depois desceu mais, beijou os peitos dela pelo decote do vestido. Ela puxou ele rápido e voltou a beijar na boca, tipo dizendo “não tão longe”. Parece que não queria se expor, que alguém visse os peitos de fora; embora não tenha chegado a tirá-los, ia fazer. Num momento eu vi o braço dela subindo e descendo devagar, tava punhetando ele, não sei se por cima da roupa ou se tinha metido a mão dentro da calça dele. Ele falou mais algo e ela abriu um pouco a perna, separando. A mão dele sumiu por baixo do vestido. Ela levantou a cabeça, olhos fechados, mordendo o lábio inferior, olhando pro teto. Ele tava tocando a buceta dela, dava pra ver pelo jeito que mexia o braço e como ela se contorcia contra a parede. Conhecia aquela expressão na cara da Dai: tinha perdido o controle total. Tava entregue, molhada, bêbada, quente a ponto de gozar. Se o cara levantasse ela ali mesmo e metesse, ela com certeza deixava. Tava me matando ver ela assim, mas também me deixava louco. Tinha que parar antes que cruzassem a linha. Mandei mensagem: “Já deu, vaza”. Nada, nem ligou, continuava gemendo baixinho. Confirmei que a mensagem chegou, escrevi de novo: “Dai, agora”. Aí ela reagiu. Falou algo pro cara, pararam na hora. Se separaram um pouco, ela pegou o celular, leu. Conversaram 30 segundos, ele insistiu, se beijaram forte mais uma vez, um último beijo. Quando se separaram, ele passou a mão na buceta dela por cima do vestido, um último aperto, e se afastaram. Vi ela sair rápido pela porta da frente. Eu também comecei a andar em direção à saída, quando num último olhar vejo que o cara também vai, meio apressado, pra não deixar a conquista escapar. Não sei o que aconteceu, não foi um pensamento, foi mais um impulso, me segurei e deixei ele alcançar ela. Bom, pessoal, a história continua, em outro relato que vou postar. Deixo um spoiler: "assumo o controle do que vem a seguir por mensagens de texto". Se gostaram do relato, compartilhem e deixem pontos pra ele ficar no topo. Se alguém for pra Gesell, Pinamar ou Mar Azul na segunda quinzena de janeiro, manda privado.

20 comentários - Dai me pone los cuernos en la costa

que hermosura de mujer dios mio, quiero que te ponga los cuernos conmigo tambien en la costa
uffffff,,,, calentura total... segunda parte por favor! 10 p!
No puedo esperar a la 2da parte, es interesante como tu mujer por complacerte, termina disfrutando de la situacion, y vos ver toda la escena desde arriba, como ella va cambiando de estados a medida que transcurre todo, es muy morboso realmente. 2daPARTEYA