Transando com um coroa

Beleza. Não vou falar meu nome, porque em nenhum conto eu falo. Conheci ele em agosto. Não é Germán nem Jesus. O nome dele é Matias. Ele me chamou pra casa dele, e eu aceitei porque tinha a tarde livre. Umas 10 da manhã, comprei camisinha pra ver ele. Ele me disse que a esposa tava trabalhando. Nos fins de semana, ele trabalha numa remiseria. Passei por lá a pé pra ver ele na remiseria. Era um cara mais velho, que tinha família, pelo que ele me disse. Ele usava a roupa íntima da mulher. Me chupou a pica e eu coloquei a camisinha. Tava comendo ele e ele falou: "vamos pro corredor pra vizinha olhar". Eu falei que não. Num momento, o celular dele tocou, ele atendeu, e na minha cabeça veio cada cena de pornô que eu já vi na internet. Ele desligou com ela e me perguntou quantos anos eu tinha. Respondi, e ele mandou eu meter mais forte. Com esse cara, eu não repetiria, porque teve coisas que não curti. Tipo, ele pediu pra fumar enquanto transava. Outra: pediu um beijo negro. Quando fui dar, tava sujo. Mas ele foi um senhor educado. Tive que gozar na camisinha. Ele falou: "não joga no lixo, porque minha mulher olha o lixo e vai achar que tenho amante". O que a mulher não sabe é que ele usa calcinha e sutiã dela. Me limpei e, depois de um tempo, ele abriu o portão da rua. E fui embora. Ele também foi. Depois disso, nunca mais passei no lugar onde ele trabalha. O que lembro é que perguntei se ele já transou dentro de um carro com dois trabalhadores.

0 comentários - Transando com um coroa