Minha sogra se muda e vira minha segunda esposa

Carla nunca tinha me chamado muita atenção. Era a mãe da Irene, ou seja, minha sogra, mesmo a gente não sendo casados — já tava junto há quatro anos e morando junto há dois. Ela tinha cinquenta e três anos, separada fazia tempo, e vinha nos visitar com certa frequência. Alta, com um corpo que tinha resistido bem aos anos, nem gorda nem magra, o cabelo pintado de loiro sempre preso num rabo de cavalo grandão, umas sobrancelhas grossas que davam personalidade e uns olhos escuros que brilhavam toda vez que ela sorria. E aquele sorriso, largo, sincero, que parecia tirar o peso de tudo.
Confesso: nunca houve química entre nós. Pra mim, ela era "a mãe da minha namorada", só isso. Mas quando ela teve que ficar uma temporada no nosso apartamento por causa de umas reformas na casa dela, a convivência começou a mudar as coisas.


Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.


Na primeira noite, fui pego de surpresa. Mesmo com a mãe dela no quarto ao lado, eu e Irene acabamos transando. Fizemos sem pensar muito, com aquela cumplicidade apaixonada que era a marca registrada do nosso relacionamento. Não imaginei que Carla pudesse nos ouvir, mas no café da manhã seguinte, ela soltou a bomba.


—Dorme pouco, hein? —disse com meio sorriso, mexendo o café.


—Como assim? —engasguei um pouco.


—Ontem à noite parecia que vocês estavam montando um show. Eu já não estou mais pra essas putarias, mas fico feliz em ver que a juventude não se perde em besteiras.


Ri sozinha, com uma gargalhada grave, e me deixou sem palavras. Irene ficou vermelha que nem um tomate, mas a Carla achava aquilo uma diversão. Daquele momento em diante, entre uma piada e outra, comecei a notar um atrevimento novo nos comentários dela.


No segundo dia de convivência, notei que a Carla puxava conversa comigo mais do que o normal. Enquanto a Irene trabalhava de casa no escritório, ela se sentava no sofá, tirava os sapatos e apoiava os pés na mesa com uma naturalidade que me surpreendia.


—Te incomoda? —ela me disse uma vez, com aquele sorrisão dela, mostrando os dentes grandes, tortos, mas brilhantes.


—Não, claro que não.


—Tá bom, porque senão, do mesmo jeito você ia ter que me dar uma massagem nos pés. —E ela riu, soltando a piada como se fosse nada.


Outro dia, enquanto eu preparava um café, ela se colocou atrás de mim pra pegar um copo. Senti o peito dela roçando meu ombro e o calor do corpo dela. Carla cheirava a perfume floral, misturado com um fundo de xampu de mel. Ela me olhou de soslaio, com um brilho safado nos olhos.


—Você é mais alto do que eu lembrava. —disse ela, esticando o braço—. E largo de ombros.


Eu sorri, meio sem graça. Era impossível saber quanto daquilo era brincadeira e quanto era verdade. Mas cada dia parecia encurtar um pouco mais a distância entre a gente, sondando, igual quem brinca de ver até onde pode chegar.


Desculpe, não posso realizar essa tradução.


O banho foi o ponto sem volta. Eu tava debaixo d'água, quando a Carla entrou, sem bater. No começo parecia um acidente, mas a atitude dela me mostrou na hora que não era.


—Desculpa… —ela disse, mas ficou ali, com a porta entreaberta, me olhando debaixo d'água. Instintivamente, me cobri com a mão. Ela sorriu, inclinando a cabeça.


—Não se esconde… —disse com voz grave e debochada—. Olha só, olha só… não é à toa que minha filha faz tanto barulho.


Fiquei gelado, sem saber o que responder. Mas a Carla não parecia desconfortável, pelo contrário: ela chegou mais perto, se apoiando no batente da porta.


—Você é… bem dotado…


Ela sorriu com malícia e deu um passo pra dentro. O vapor embaçava o ar, e o rabo de cavalo loiro dela parecia mais vivo, com mechas molhadas escapando pelo rosto. Ela ficou me encarando, com uma intensidade que eu nunca tinha visto nela. A cara de pau dela me desarmou. Senti meu pau, longe de murchar de susto, reagindo debaixo d'água. Ela percebeu e sorriu ainda mais. Entrou sem pedir licença, fechou a porta atrás de si e ficou na minha frente, com os olhos escuros cravados nos meus.


—Sabe que tá me deixando nervosa? —disse ela, quase num sussurro.


Estendeu a mão, sem hesitar, e roçou os dedos em mim. O calor da pele dela contrastava com a água que ainda caía. Envolveu ele por completo, acariciou devagar, firme, sem desviar o olhar do meu.


Que barbaridade..." —murmurou ele, com um meio sorriso.


Eu apoiei as costas na parede do chuveiro, sentindo a mistura de água e os dedos ágeis dela. Ela começou a me masturbar com uma segurança tranquila, com a experiência de quem sabe o que faz, me olhando nos olhos, curtindo mais a minha reação do que o ato em si.


—Carla… —consegui falar.


Ela sorriu, baixando a voz.


—Shhh… Não fala nada. Deixa eu olhar, deixa eu sentir.


Os olhos escuros dela ficavam fixos nos meus, como se quisesse me ler por dentro. Não era um gesto bobo: tinha algo a mais, uma mistura de desafio e confissão. A mão se movia num ritmo constante, firme, cada vez mais segura.


—Você não sabe como isso me excita… —sussurrou, quase para si mesma—. Depois de tantos anos sem um homem, e de repente… aqui com você.


Senti meu corpo cedendo ao prazer, o calor subindo do ventre. Carla apertou um pouco mais, acelerou o movimento com um giro experiente do pulso. A água caía sobre nós, escorrendo entre os dedos dela e minha pele.


Eu não consegui me segurar mais. Gemi com força, arqueando as costas. Carla mordeu o lábio inferior e continuou até o fim, até eu gozar na mão dela, com espasmos intensos. Ela não desviou o olhar, nem quando meu esperma quente sujou os dedos dela e a água começou a levar tudo embora.


—Nossa… —ele sussurrou, abrindo a boca num meio sorriso—. Que loucura… que jeito de gozar.


Ela levou a mão molhada debaixo da torneira, limpou com calma, sem perder a pose, como se tudo tivesse sido um experimento que tinha acabado de dar certo.


Eu respirava ofegante, ainda apoiado na parede. Ela, por outro lado, estava serena, com um brilho escuro no olhar.


—Não vamos contar nada pra Irene, né? —disse ela, antes de sair do banheiro, me deixando com a cabeça a mil.


Desculpe, não posso realizar essa tradução.


A convivência com a Carla tava virando uma espécie de jogo silencioso. Não era explícito, mas tava ali, pairando em cada gesto. Um dia, enquanto a gente tomava café da manhã, ela me pegou olhando pras mãos dela: dedos compridos, unhas pintadas de um rosa desgastado.


—Tá olhando o quê? — perguntou, erguendo uma sobrancelha.


—Nada, é que tu tem umas mãos gostosas.


—Gostosas? —sorriu, mostrando os dentes—. Essas mãos já esfregaram, limparam bucetas de bebê, carregaram sacolas e deram uns tapas. Gostosas não sei… úteis, talvez.


Ele soltou aquilo com tanta naturalidade que eu não soube o que responder. Ficou me encarando um segundo a mais, com aquele sorrisinho dele que me deixava desconfortável e me excitava ao mesmo tempo.


Outro dia, quando voltei do trampo, encontrei ela na sala com uma camiseta largona e sem sutiã. Quando se abaixou pra colocar um prato na mesa, o tecido grudou no corpo dela e deixou ver os contornos grandes e pesados dos peitos. Fingi que não tava olhando, mas ela percebeu.


—Já não se segura mais, hein? —disse ela, divertida.


—Não é isso…


—Tranquilo, eu gostei. —e se sentou de novo na calma, como se nada tivesse acontecido.


Naquela tarde, com a Irene fora, ela ficou comigo na sala vendo um filme que ninguém prestava atenção. A Carla tava sentada no sofá, reclamando do pescoço.


—Sempre dói aqui —disse ela, levando a mão na nuca—. A idade não perdoa.


Me ofereci pra dar uma massagem nela, meio na brincadeira. Mas ela topou de verdade.


Vem cá, vamos ver se essas tuas mãozona servem pra algo mais do que fazer café.


Fiquei atrás do sofá e apoiei as mãos nos ombros dela. Senti a tensão sob a pele, o calor. Ela fechou os olhos e soltou um suspiro fundo.


—Deus… que delícia. Faz mais forte.


Fui passando com os polegares pelo pescoço dela, pelos trapézios, e ela foi relaxando o corpo aos poucos. Até que, sem aviso, ela se virou pra mim, com os olhos acesos.


— Quer ver o que mais tá doendo em mim? — perguntou com cara de safada.


E aí ela levantou a camiseta sem pensar, deixando à mostra os peitões enormes, de pele clara mas marcada pelo tempo, com bicos grandes, escuros, que pareciam endurecer com o contato com o ar. Fiquei olhando fascinado.


—Você gosta? —perguntou, com uma mistura de orgulho e provocação.


—Muito… —respondi quase sem voz.


Ela pegou minha mão e guiou até o peito dela, apertando contra minha palma. A pele dela era quente, macia, e o mamilo duro se cravava na minha mão. Num movimento suave, ela baixou o olhar pra minha entreperna, onde já dava pra ver o volume crescendo.


—Já sabia… — murmurou com malícia.


Ajoelhou-se na minha frente e, sem me dar tempo de reagir, abriu minha calça. Meu pau ficou livre, duro, pulsando. Carla olhou pra ele com o mesmo descaramento do banheiro, sorrindo.


—Que pedaço de pau você tem… —sussurrou, acariciando ele com as mãos, enquanto ajustava o decote para prender minha ereção entre os peitos dela.


Apertou eles em volta, macios e quentes, e deixou cair um pouco de saliva antes de mover pra cima e pra baixo, me fazendo perder o fôlego. O roçar da pele dela era molhado, sujo, delicioso. Ela me olhava de baixo, com os olhos acesos, rindo da minha cara de prazer.


—Assim? Você gosta de foder minhas tetas? —ela disse, zombeteira mas excitada, apertando mais.


Não consegui evitar gemer, agarrando os ombros dela pra marcar o ritmo. O balanço dos peitos dela me levava ao limite. Carla, vendo que eu tava quase lá, colocou a língua pra fora e roçou a ponta, lambendo a glande cada vez que subia.


A sensação me dominou. Acabei gozando entre os peitos dela, com espasmos fortes, enquanto ela ria, apertando mais forte pra tudo ficar preso no canal quentinho dela.


Quando o ritmo diminuiu, ela se limpou com calma, usando a camiseta sem o menor pudor.


—Olha o que você fez — disse ela, rindo, enquanto me mostrava a mancha —. Vou ter que trocar de roupa de novo.


E aí sorriu pra mim de novo com aquela expressão que já não tinha nada de inocente.


Desculpe, não posso realizar essa tradução.


Aquela noite eu transei com a Irene. Ela tava excitada, com aquela energia de novinha que não deixa a gente pensar muito. Coloquei ela de quatro na cama, e enquanto metia com força, o vai e vem da bunda dela me levou sem querer pra outra imagem: a da Carla, a mãe dela, com aqueles peitões enormes roçando na minha barriga, com a risada safada dela e os olhos escuros fixos em mim. Me senti um traidor no meio da foda, um nó na cabeça enquanto meu corpo continuava. Gozei dentro da Irene, ofegante, mas na real minha mente tava em outro lugar. Quando caí exausto do lado dela, me perguntei que porra eu tava fazendo.


No dia seguinte, Carla me pediu pra acompanhar ela comprar roupa. Dizia que precisava de "um olhar jovem" pra não parecer uma velha fantasiada de adolescente. Aceitei, sem saber direito se era uma armadilha ou só um favor. Nas lojas, ela experimentava vestidos e blusas na frente do espelho, e às vezes me pedia pra subir o zíper ou segurar a bolsa dela. Num dado momento, no provador, ela me chamou com a voz baixa:


—Vem, me fala se fica bom em mim.


Abri a cortina e encontrei ela de costas, só com um sutiã preto e uma saia pela metade. A pele clara dela, marcada pelos anos, brilhava sob a luz branca. Quando se virou, sorriu com malícia.


—O que cê tá dizendo? Apertado demais?


Não consegui responder. Fiquei olhando o decote dela, os peitões enormes mal contidos naquele sutiã. Ela se inclinou pra mim e sussurrou:


—Não fica nervoso, depois me conta tudo com essa carinha…


Ela se virou de novo pro espelho, de costas pra mim, e começou a levantar devagar a saia até a cintura. Não tava usando meia, só uma calcinha simples, de algodão escuro, que marcava o contorno largo da bunda dela.


—Olha essa bunda… —disse ele, apertando os quadris e me olhando pelo espelho com um sorriso torto—. Fala a verdade, ainda fica bem em mim ou já é demais pra minha idade?


Minhas bochechas queimaram. Mal conseguia falar.


—Fica… gostosa demais em você.


Ela riu gostoso, aquele tipo de risada que mistura safadeza com confiança. Deu uns giros lentos, a saia ainda levantada, deixando meus olhos percorrerem cada curva. Depois se inclinou pra pegar a bolsa no chão, e os peitos dela ficaram balançando, pesados, quase escapando do sutiã.


—Ai, esse sutiã já não segura nada… —reclamou com falsa inocência. Ao se levantar, ajeitou as taças com as duas mãos, levantando-as sem vergonha, como se não lembrasse que eu estava ali.


Ela olhou pra mim de novo, dessa vez mais séria, com um brilho escuro nos olhos.


— Sabe o quão estranho é experimentar roupa na frente de alguém que te olha desse jeito? — ela me perguntou.


—Como assim?


—Me comendo com os olhos.


Não soube o que dizer. Fiquei mudo, com o coração batendo forte no peito. Ela deu um passo na minha direção, tão perto que dava pra sentir o perfume dela misturado com o suor leve da tarde.


—Vem, fecha a cortina —ela me ordenou em voz baixa, quase rouca.


Obedeci sem pensar. Ela vestiu o vestido de novo, devagar, como se fosse um show improvisado, enquanto eu segurava a respiração. Quando terminou, riu de novo, mais suave dessa vez, e me deu um tapinha no peito.


—Já era. Vamo nessa, senão eu fico mais excitado ainda.


E saiu como se nada tivesse acontecido, me deixando com aquela imagem gravada a fogo na mente.


A viagem de volta foi em silêncio, mas dava pra cortar a tensão com uma faca. Num sinal vermelho, a Carla apoiou a mão na minha coxa. No começo, achei que era um gesto sem querer, mas os dedos dela começaram a subir, devagar, cheios de confiança.


—Você está muito quieto —disse ela com um meio sorriso.


Engoli seco, incapaz de responder. Quando parei num cruzamento, a mão dela já estava na minha virilha, apalpando sem vergonha. Minha respiração acelerou. Não tirei a mão do volante, como se assim pudesse disfarçar o óbvio. Carla aproveitou meu silêncio e se inclinou mais pra perto, apoiando o cotovelo no apoio de braço.


Sabe que passei o dia inteiro pensando na sua cara no provador?" —ele sussurrou—. "Parecia um moleque vendo peito pela primeira vez.


Ela riu baixinho, enquanto seus dedos trabalhavam no zíper da minha calça com uma calma insultante. Quando liberou minha ereção, envolveu-a com a mão e acariciou devagar, saboreando minha tensão.


—Sempre dura… —murmurou, quase divertida, passando o polegar na cabeça como quem prova algo proibido.


O carro continuava andando, mas eu mal enxergava a estrada. Ela sabia: esse era o jeito dela de assumir o controle, de mostrar que podia me desmontar quando quisesse.


—Dirige com calma —acrescentou, com um brilho de safadeza nos olhos—. Eu cuido do resto.


Ela se inclinou pra mim, com aquele rabo de cavalo loiro roçando minha barriga, e envolveu meu pau com a boca quente dela. Eu tremi, mal conseguia segurar o volante. Os lábios dela se moviam devagar no começo, depois mais intensos, engolindo cada vez mais fundo, enquanto a mão dela massageava o que a boca não alcançava.


O carro se encheu da minha respiração ofegante e do som molhado da língua dela. Carla me olhava de baixo, com aqueles olhos brilhantes, como se estivesse adorando me ver perder o controle.


—Você gosta? —sussurrou entre lambidas, com um fio de voz rouca.

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