mi marido no escucho mis necesidades

No começo, isso me enchia de prazer, mas o tempo foi passando e comecei a sentir curiosidade de fazer de um jeito mais selvagem. Chegou o momento em que coloquei minhas necessidades para meu marido, com um certo rubor nas bochechas, parte por vergonha, mas também porque só de falar ou pensar nisso, já me excitava pra caralho. Ele terminantemente se recusava a transar desse jeito. Dizia que ele me fazia amor, mas, pra ser sincera, eu queria sexo, e, em parte, me sentir saciada sexualmente como se fosse uma puta gostosa. Tentei fazer ele conhecer minhas fantasias, mas ele dizia que eu era louca, e a única coisa que eu sentia cada vez mais era que tava louca de tesão. Durante um tempo, mantive minhas necessidades em silêncio. Eu continuava indo trabalhar na loja de tecidos quase todo dia, às vezes a gente tinha que ficar até mais tarde do que o normal porque chegavam tecidos e eu precisava fazer a contabilidade dos depósitos e do estoque de mercadoria. Num sábado, quando já tava pronta pra ir embora, chegou um caminhão carregado de mercadoria. Não tinha opção, tive que ficar até guardar o último dos rolos de tecido. Uma a uma, minhas colegas foram saindo do trabalho e fiquei sozinha com o encarregado da loja e com os 5 caras que vieram junto com o caminhão. Eu tava com todas as minhas coisas apoiadas na mesa do depósito de tecidos. De vez em quando, parecia que os caras que estavam descendo os tecidos me olhavam e sorriam, falando baixo entre eles. Às vezes, até trocavam palavras sobre os teares com o encarregado da loja e voltavam a rir, enquanto os olhos deles procuravam minha figura de soslaio, algo que de onde eu estava dava pra perceber. Isso, mais do que me assustar, me deu uma súbita sensação de sensualidade. Eu sentia minha entrepernas tremer. E a cada olhada, minha buceta pulsava com cada vez mais batidas. Isso fez com que eu fosse me molhando e o rubor tomou conta do meu rosto. Isso não passou despercebido pelo encarregado da loja. quem, em mais de uma oportunidade, já tinha me convidado pra sair escondido do meu marido — coisa que eu terminantemente me recusava a fazer — mas ali estava eu, perto das nove da noite, num depósito de tecidos, com cinco homens perto de mim, alguns já sem camisa, com os corpos marcados pelo esforço do trabalho, todos suados. Já estavam terminando quando um deles jogou a ideia de ir pegar umas cervejas pra tomar depois do fim da descarga. Eu olhava impaciente pro relógio e temia que meu marido ficasse bravo. Liguei pro celular dele e expliquei a situação. Ele me disse pra ficar tranquila e que, quando terminasse de trabalhar, pegasse um táxi pra casa. As cervejas chegaram. Me ofereceram e aceitei de boa, porque, na real, tava fazendo muito calor ali. Eles riam e sentaram perto de mim em uns rolos de tecido que tinham deixado a poucos metros. De vez em quando, eu sentia os olhares deles devorando minhas pernas ou tirando minha calcinha com os olhos. Minhas pernas tremeram e não consegui evitar ficar toda molhada. Meu rubor acabou me entregando de vez. Já tínhamos tomado umas cervejas e eu tava mais que mole. Meu encarregado começou a falar comigo de um jeito bem sensual, enquanto os outros me mandavam indiretas de duplo sentido. Eu tava nervosa, mas cada vez mais excitada. Meu coração batia que nem uma locomotiva e um frio percorria minhas costas inteiras. Sem pensar duas vezes, meu encarregado me beijou de boca aberta e enfiou a mão por baixo da saia. Tentei afastá-lo, mas, se já tava excitada antes, com isso fiquei mais entregue de bandeja do que qualquer outra coisa, embora o medo ainda estivesse ali. Os dedos dele confirmaram o quanto eu já tava molhada e, sem mais delongas, ele enfiou a outra mão, puxou minha calcinha pra baixo, jogou na cara de um dos caras e meteu um dedo dentro da minha pussy, que já tava cheia dos meus sucos. Entrou sem dificuldade. Tentei resistir, mas aquilo era tão gostoso que logo me deixei tocar. e meter não só um dedo a mais, mas três juntos, que entravam e saíam todos encharcados dos meus fluidos. Olhei para o lado, extasiada. O cara que estava com a minha calcinha tava cheirando ela com cara de quem tava chapado. Aquilo me deixou a mil. E fui esquecendo que era uma mulher casada e que estava sendo violentada à força. À força? Agora duvido disso, já que não fiz muito pra tentar me livrar daquela situação. Com minhas mãos, joguei tudo que tinha na mesa no chão, enquanto um dos caras tava arrancando minha camisa, que caiu no chão junto com meu sutiã. Abri minhas pernas e não me importei mais com nada. Peguei a cabeça do meu encarregado e empurrei pra baixo. Ele se apossou da minha pussy como um selvagem. Comecei a me contorcer de prazer. Um deles aproximou a cock da minha boca e rapidamente me agarrei nela, enquanto outro encostou a cock dura nos meus peitos, se masturbando com o que os outros estavam fazendo. Meu encarregado acariciava minha pussy com uma doçura e uma maestria incomparáveis, enfiava e tirava os três dedos como se nada fosse, e eu não parava mais de gemer e balançar meus quadris pra cima e pra baixo pra dar e receber mais e mais prazer. Gozei rapidinho. Mas ele não se contentava com aquilo e queria mais. Me disse que eu era uma puta de merda como todas as gostosas, e eu me ouvi dizer que sim, que era, e que queria ser a puta deles naquela noite. Me sentia fora de mim. O que tava se masturbando nos meus peitos encheu eles de porra e aproximou a cock cheia de sêmen da minha boca. Nunca tinha chupado o meu marido com gozo, mas tava tão puta que não me importava com nada, só queria foder, foder e foder, e ali tinha cinco picas duras todas pra mim. Com minha calcinha, um deles limpou a porra dos meus peitos e começou a chupar, morder e beliscar eles. Eu berrava de luxúria. Me chamavam de puta e isso me deixava mais brava ainda. Meu encarregado enfiou na minha pussy, me partindo ao meio como se nada fosse. Pulei de prazer na mesa e arqueei meu corpo. Sentia nas minhas nádegas como os testículos dele batiam na minha bunda. Ele começou a me serrar sem piedade. Nessa altura, eu gritava pra ele não parar, pra me comer mais forte, mais selvagem, mais violentamente, até que minhas palavras deixaram ele mais tarado e ele inundou toda a minha buceta com o leite dele, grosso e fervendo. Ele tirou o pau, dando lugar pro primeiro que estava do lado. Eu chupava uma rola e depois a outra, alternando. Tava como se estivesse possuída pelo prazer. O que tava me comendo me agarrou pelo rabo e me levantou no ar sem parar de me comer. Me sentia no céu do prazer. Ele me comeu não sei quanto tempo assim, até que senti nas minhas pernas o leite dele escorrendo pra baixo. Me colocaram de quatro em uns retalhos de pano e, enquanto um me dava a rola dele pra eu chupar, um se jogou no chão pra lamber toda a minha buceta, e outro se posicionou atrás de mim pra lamber toda a minha bunda. Meu cu se derretia de prazer diante daquela língua tão perfeccionista. Quando já tava meio dilatado, com dedo no meu buraquinho traseiro, ele apoiou a cabeça da rola dura contra minha bunda e começou a empurrar uma e outra vez. Minha dor era terrível, mas, cada vez mais, o prazer também me invadia. Quando aquela rola entrou toda finalmente, o prazer era indescritível. Ele começou a me foder como se eu fosse a puta mais gostosa de Buenos Aires. Nessa altura, eu me sentia isso mesmo e adorava. O que tava embaixo se ajeitou e colocou como pôde a rola dele perto da minha buceta toda molhada. Combinaram os movimentos com o que tava me enterrando pela bunda e ele foi metendo sem muito problema, já que tava totalmente encharcada do meu leite. E assim foi como senti pela primeira vez três paus dentro de mim: um na boca, um pela bunda e o terceiro enterrado como um cacete na minha buceta. Eles me comiam sem dó, de vez em quando um pau escapava e eles tinham que meter de novo pra me comer os dois juntos. Nem ideia de quantas vezes gozei nesse tempo todo. Isso era a glória e eu não tava nem aí. disposto a não perder nada. Primeiro, encheram meu cuzinho minúsculo de porra, o cara que estava atrás. E entre meus gemidos e suspiros de um novo orgasmo, o que estava na frente me encharcou a buceta de porra. Ambos os paus ficaram molinhos e escorrendo sêmen. Foram descansar. Os outros que esperaram a vez me pegaram entre gritos e xingamentos que só me deixavam com mais tesão. Até que também terminaram me encharcando de porra. Todos ficaram exaustos, e eu, morta. Me lavei e me vesti no vestiário feminino. Quando saí, meu chefe estava lá, sorrindo pra mim, se oferecendo pra me levar em casa. Quando cheguei, meu marido estava largado na cama dormindo, vestido. Não quis incomodá-lo e me senti suja pelo que fiz. Me deitei e não conseguia dormir. Os dias foram passando, e aquele sentimento de culpa foi se transformando em prazer e, depois, em luxúria. Eu precisava dar como a puta que eu sentia que era.mi marido no escucho mis necesidadesMeu chefe começou a me comer e também a foder cada vez mais seguido. Pra mim já era uma necessidade transar com ele ou com outro macho. A rola do meu marido já não dava conta e eu queria conhecer todas, pelo menos todas que fossem possíveis. Meu chefe não só me comia, como também trouxe um amigo uma noite e me comeram os dois, me dando no meu salário no fim do mês uma grana nada desprezível que, obviamente, meu marido achava que era por causa das horas extras que eu trabalhava cada vez mais pesado. Foi assim que, um dia que eu não aguentava mais, e com curiosidade, resolvi entrar num cabaré pra tomar alguma coisa, e foi pra mim entrar num mundo mágico, onde o sexo dava pra sentir assim que passava pela porta de entrada… mas isso é outra história, que muito em breve vou contar pra vocês.

1 comentários - mi marido no escucho mis necesidades

Se me paro la pija solo de imaginarte muy caliente y ensartada en tantas vergas...
a mi me calento contarlo