Relato que conta como um seguidor, homem de família, com filhos, esposa, começa a se deixar levar, a curtir, a se curtir e ser curtido, principalmente isso. Um cara comum do trampo vira o brinquedo de outros caras... espero que vocês gostem. Tudo que é relatado tem uma parte de base real e outras são os desejos dele.SeguidorDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não recebi nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode enviar o conteúdo que deseja traduzir?Por se quiserem procurar e escrever pra ela... seria lindo se deixassem mensagens nos comentários do conto.
VEM DE:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6217732/Relato-gay-a-pedido-mis-inicios-con-los-penes.html
Os dias foram passando, e eu só me limitava a me masturbar, tipo umas punhetas, mas daquelas onde eu roçava meu cu em alguma coisa. As melhores eram quando eu criava coragem e sentava em cima de algo. Não é que eu enfiasse alguma coisa no rabo, só sentava mesmo, tipo colocar um sabonete debaixo de mim, sentar por cima e provocar a roçada do esfíncter enquanto me masturbava. Eu adorava aquilo. Na minha esposa, eu fazia sexo oral até ela gozar, e a gente não passava daquilo... até que um dia qualquer chegou uma mensagem do Ariel.
… ele me diz: "E aí, gordito, como cê tá? Tudo bem? Por que não me manda uma foto com roupa da sua mulher ou algo assim, vai… esses dias eu tava fudendo com a minha mina e uma secretária, mas tô afim de algo diferente, vai…" Eu nem respondi, fui escondido, peguei roupa íntima da minha esposa, vesti e mandei pra ele…
Bem gordinho, bem… logo mais vou te comer gostoso… pra falar a verdade, até me dava vergonha, mas eu não escrevia, só mandava imagens… e assim por uns dias… até que ela me diz: arruma uma malinha com um pouco dessa roupa aí, e amanhã vem pra cá (endereço)…. Dá um jeito na sua casa, vem umas 19:00, que você dorme fora de casa…
De novo só algum gesto, ou foto, ou respostas curtas, não sei por quê, mas até me dava vergonha… no outro dia, peguei roupa íntima da minha esposa, guardei numa mochila, algo confortável pra mim, e fui… uma casa grande linda me recebe, Ariel, uma loucura de casa, quintal enorme, super sofisticado, entramos na casa, ele me dá um tapa na bunda e fala: vai se arrumar. E aí olha a bolsa, com toda a vergonha passei pela casa e notei que era uma bagunça… me troquei e depois ele fala: aff, minha mulher foi com meus sogros visitar eles uns dias atrás, você não sabe o que foi… coloquei em dia umas minas que tenho por aí, mas cansei e queria algo diferente… ok, falei. Por que você não me dá uma força e limpa um pouco? ele disse. A verdade é que sempre ajudava minha esposa com as tarefas, então vestido daquele jeito, de calcinha, comecei a limpar. Tinha até roupa íntima jogada, que coloquei num saco que achei pra jogar tudo fora… e nisso ele fala: eu vou te chamar de Alison. Olhei pra ele, não entendi… é isso mesmooo, vou te chamar de Alison… apelido Ali, no máximo, ele disse. Ok, só falei. Você manda bem limpando, melhor que minha mulher, ele disse. Obrigado, respondi. Pode pegar uma cerveja pra mim na geladeira? (eu continuava vestido de calcinha como se nada).

Trouxe ela pra mim, e ela disse: senta aí… o jogo já vai começar… eu não era de ver futebol, mas dava pra ver que ele sim… ele sentou, abriu as pernas, ficou confortável e falou: chupa minhas bolas um pouco, Ali, vai… pra ser sincera, já esperava algo assim desde que cheguei, queria algo assim, mas mesmo assim me surpreendeu e me deu tanta vergonha que só me ajoelhei na frente dele num tapete, e abaixei a calça e a cueca dele e comecei a lamber. As bolas dele estavam quentes, mornas, balançando, a pele super relaxada. Eu me dedicava de verdade, mas ele prestava mais atenção no jogo. Eu tava de boa também, gosto da sensação dele estar relaxado, fazendo o que queria, e eu ali embaixo entretendo as bolas dele, e eu muito feliz porque gostava do que tava fazendo.

depois ele me mandou lamber o pau dele, que tava durão, finalmente vi ele daquele jeito, era enorme, meu pinto nem se comparava, eu fiz... mas nesse caso ele ia me dizendo como fazer, como mudar, o que melhorar, como tratar a cabeça e tal... verdade, eu tava aprendendo na prática como chupar um pau... calma, não faz drama, até pra minha mulher eu falo como quero que me chupem, era óbvio que o cara tava acostumado a mandar no sexo e se impor... depois ele mandou eu começar a chupar e engolir, eu fiz e a mesma coisa, ele foi me dizendo como fazer...

depois ele me disse pra começar com o engasgo e garganta profunda… foi muito difícil pra mim, não entrava, eu tossia, não sabia como fazer, mas de novo ele falou calma, com minha esposa ainda acontece, e a mesma coisa com a secretária e mais uma, não sei bem se é pelo tamanho da cabeça ou o que, mas elas engasgam fácil, o que você acha, “pedaço de puta”… Deus, aquilo me acendeu… primeira vez que respondi, “deve ser bem grandona, eu soltei”, aaa falou puta, vai, come cock “putinha vai”, assim vestida igual sua mulher, isso acabou me libertando, “faz de conta que é sua mulher chupando um macho” vai… não sei por que, mas tudo saiu de cima de mim… e comecei com tudo, não ligava pra tosse, ele me puxava pelos cabelos e me fazia engolir mais do que eu aguentava, cuspiu na minha cara, me fazia sentir uma puta qualquer, até gozei e ele percebeu… opaaa olha a puta como molha o pau de menina esse, ele falou… me dava nojo mas excitava cada comentário desse tipo… ele se levantou e começou a gozar na minha cara e boca, engole puta engole ele falou… eu fiz.

Ele me mandou cozinhar, eu fiz... comemos. Dessa vez ele me disse pra vestir uma camiseta tipo camisola, parecia que ele não curtia muito a situação de jantar comigo vestida daquele jeito... terminamos de comer, o jogo acabou, o time dele ganhou, beeem... "Hoje você é meu brinquedo... vai se ajoelhar no sofá de quatro", ele mandou (no mesmo sofá onde eu tinha feito um boquete nele antes)... Ele trouxe uma caixa cheia de coisas de sexo, lubrificantes, plugs e tal... parecia que eram coisas que ele usava com a mulher dele, como eu disse, dava pra ver que o cara gostava de fazer de tudo com as gostosas que ele pegava, ele adorava usar elas pro prazer dele... Ele pegou um creme e passou na minha bunda, disse que ela lembrava a bunda de uma gordinha que ele comia uns anos atrás, que ele adorava como ela deixava fazer de tudo e como chupava com uma vontade danada... Depois do óleo, ele começou a enfiar umas paradas que tinha na caixa, meu cu era virgem até aquele momento, ele enfiou umas coisas pequenas, meus olhos lacrimejavam, "relaxa", ele falava, "relaxa", eu tinha uns reflexos nervosos de susto ou de dor, e ele só dizia "relaxa" e continuava passando lubrificante e enfiando algum objeto no meu cu... Nisso ele pegou um creme e disse "toma, passa no meu pau"... eu fiz, era morno, foi ficando cada vez mais quente e a sensação era incrível, ele acelerou enfiando e tirando algo do meu cu que parecia um pau pequeno... e me fez gozar quase na hora... Ele pegou uma parada grande da caixa, enfiou no meu cu, e sentou de novo, "me chuta como eu te falei hoje", do jeito que deu eu me virei e fiz... quando ficou duro, ele falou de novo "fica de quatro em cima do sofá", eu fiz, e quando eu já estava relaxada de novo, ele me deu o creme de novo pra eu passar mais, deu um puxão, tirou o que eu tinha no cu,

Ele se posicionou atrás de mim e começou a enfiar o pau dele em mim. A sensação era estranha, sentia um homem entrando em mim, o pau de um macho invadindo meu corpo e se introduzindo… era bizarro, me sentia até envergonhado, mas não queria que parasse. A dor que eu sentia era como um rasgo, uma banana atravessando uma maçã. Eu arranhava tudo ao redor, a dor era intensa, eu lagrimejava e me queixava. Por sorte, ele continuava espalhando lubrificante e seguia metendo em mim. Quando já tinha enfiado tudo até o talo, aí sim ele parou de forçar a penetração e deixou tudo relaxar. Ainda bem que ele tinha tomado o tempo dele pra fazer aquilo… tinha sido considerado, até certo ponto. Continuou espalhando óleo até perguntar se eu já me sentia relaxado. Quando eu disse que sim… puta merda, foi tudo pro caralho. Num movimento só, ele me tirou do sofá e me colocou de quatro no tapete. Começou a bombar em mim como um louco. Eu me queixava, gritava, protestava, xingava, e ele também. Entre meus gemidos e gritos de dor, dava pra ouvir ele…
Seu puto, se você é meu, essa bunda já tem dono. Você é um putasso com dono agora, já é ALISON… tudo isso me deu um tesão do caralho, a dor continuava, mas eu gostava… meu pau jorrava porra como se fosse água, não eram jatos, não eram gozadas, era água saindo da pontinha… como você se chama? ALISONNNN, eu gritei, como ALISOOOON, e por que você é ALISON agora? Porque eu tenho um macho, porque pertenço a um macho, exato, putasso, você não é mais homem… agora você me pertence… você é ALISONNN, e vai fazer sempre o que eu mandar. E eu senti… senti morno, senti o pau dele crescer e jorrar dentro de mim, ele estava gozando, e isso me fez gozar também… de novo, durante a bombada eu já tinha gozado várias vezes… meu pau mal ficava duro de tanto gozar, e depois de novo, essa última foi uma loucura.
Ela me deu uns tapas fortíssimos, puxou pra fora de dentro de mim de uma vez só, doeu tanto que até deu pra ouvir um estalo quando ela tirou. Ela parou, falou: "dorme no sofá, amanhã você me acorda umas 10 horas, do jeito que você achar melhor fazer isso. Você dorme assim, todo cheio e arrebentado, mas de manhã quero tudo impecável", e foi embora. Tentei me deitar no sofá, mas acabei ficando no tapete. Tava difícil me mexer direito, e cada movimento mais rápido, eu sentia um puxãozinho lá dentro.
ESPERO QUE GOSTE, AGUARDO COMENTÁRIOS, E SE GOSTOU OU NÃO, E SE CONTINUO OU NÃO, NOTA: AS IMAGENS SÃO DELA...
Nos comentários ela vai responder com certeza, podem falar com ela, ela adora interagir e brincar com um ou outro, abraços.
3 comentários - Relato gay, a pedido "mis inicios con los penes" 2