O barco já tava navegando em mar aberto, a gente se preparou pra sair pra tomar café e depois ir pra piscina. Eu vesti um biquíni vermelho de duas peças, a parte de baixo abraçava bem o meu corpo. Mesmo tendo tido três filhos, todos de cesárea, me considero uma mulher muito gostosa e de corpo bonito. Minhas medidas são 1,52m de altura, 95cm de quadril, 67cm de cintura e 90cm de busto, com peitos tamanho C, e peso uns 54 quilos. Sou branquinha, cabelo castanho liso e olhos castanhos, mas do que mais me orgulho é da minha bunda firme e redonda e das coxas que fazem mais de um homem virar a cabeça pra olhar. Depois, coloquei por cima do biquíni um macacão e sandálias grossas, tudo branco, com óculos escuros e chapéu.
Fomos todos juntos até o restaurante pra tomar café da manhã, fizemos fila, pegamos o que íamos comer e sentamos. Um dos meus filhos queria um pouco mais de suco de laranja, e eu me levantei pra buscar. Esperando minha vez, na minha frente tinha umas três pessoas negras conversando entre si: uma mulher e dois homens. Ela aparentava ter quase cinquenta anos, assim como um dos homens; o outro parecia ter a minha idade ou talvez menos. Eles falavam sobre a situação de vida em Nova York, comentando como a violência e o custo de vida tinham aumentado por lá. Escutando eles, por curiosidade perguntei se eram daquela cidade, e me responderam que sim, que eram do Brooklyn. Aí ela perguntou de onde eu era, respondi que era do México, mas que morei em Miami por quase seis anos. Nisso, eles se apresentaram: ela se chamava Shanika, o homem mais velho era Lamar, o marido dela, e o mais novo era Kevin, o irmão mais novo de Shanika. Me contaram também que tinham vindo em família com a mãe, outra irmã e uma prima. Eu disse que me chamava Natalia e que tinha vindo com meu marido e meus três filhos. Batemos um papo até chegar minha vez, peguei o suco de laranja pro meu filho. No caminho de volta pra mesa, olhei de relance pra família de Nova York sentada junta perto das janelas do restaurante. Pelo canto do olho, disfarçando que olhava o horizonte, percebi que Kevin me seguia com o olhar e olhando pra minha bunda. Adoro quando isso acontece, adoro me sentir desejada e observada, saber que me pegam com os olhos.
Terminamos de tomar café e fomos pra área da piscina. Procuramos um lugar pra nos acomodar, perto da água e do grupo musical que animava o local. Meus filhos entraram na piscina pra nadar, e meu marido foi buscar algo pra beber pra nós dois. Eu fiquei tirando o macacão pra passar protetor solar e deixar secar. Meu marido voltou. trazendo pra ele um uísque on the rocks e pra mim um mojito, enquanto saboreava o costel, ficava olhando meus filhos pulando da borda da piscina e brincando entre si. comentei com o Manuel que a água parecia gostosa, assim como o clima. foi aí que percebi que a família de Nova York também estava curtindo. nossos olhares se cruzaram por um instante e eles me cumprimentaram com um aceno de cabeça e um sorriso, eu retribuí do mesmo jeito. as bebidas já tinham acabado e fui até o bar pegar algo pra beber porque a gente tava com sede. a que parecia mais vazia era uma mais afastada da piscina, fui até lá e pedi os mesmos drinques que a gente já tava tomando. enquanto esperava ser servida, o Kevin também chegou pra pegar uma bebida. ele me cumprimentou e perguntou se eu tava me divertindo, respondi que sim e devolvi a pergunta, como ele tava se sentindo. ele disse que também tava bem. perguntei se ele tinha vindo com alguma namorada ou amiga, o Kevin respondeu que por causa do trabalho a namorada teve que cancelar a viagem de última hora. que pena, comentei sobre o ocorrido, mas com certeza um homem tão gato como ele ia achar rápido uma namorada temporária no navio pra substituí-la nesse tempinho de viagem. bom, desde que seja tão gostosa e de corpo bonito quanto você, não tem problema, e eu adoraria, ele respondeu e completou que o biquíni que eu tava usando era muito sensual, que ficava perfeito em mim, destacando minha bela silhueta, com o olhar fixo nos meus peitos. foi quando percebi que dava pra ver meus mamilos marcados pelo sutiã molhado. eu não tentei me cobrir, pelo contrário, olhei nos olhos dele e, sorrindo, falei muito obrigada pelo elogio e que ele não perdesse a esperança, porque nunca se sabe o que a vida pode presentear. virei pro balcão, peguei meus dois drinques e saí andando depois de dar um tchau. caminhei rebolando a bunda provocadoramente, sabia que ele tava olhando minhas nádegas se mexendo. já era tarde. Tipo umas 12:15 da tarde, o sol já tava começando a pegar forte, então a gente decidiu sair da água e ir almoçar uma coisa leve e tomar algo refrescante. Quando saímos do restaurante buffet, já era umas uma e pouca da tarde, aí resolvemos dar uma volta pelo navio pra conhecer mais. Achamos umas salas de jogos, meus filhos e meu marido decidiram ficar jogando um pouco. Eu falei pra eles que preferia continuar andando pra ajudar na digestão do almoço, e que às três e meia a gente se encontrava no elevador do lado da piscina. Desci pro andar das lojas pra ver se achava algum souvenir ou qualquer outra coisa que me chamasse a atenção e comprar algo. Fiquei fuçando um tempinho, mas me enjoei e voltei pro andar da piscina. Já era quase duas da tarde, o lugar tava quase vazio, com os bares desertos. Aproveitei e pedi uma piña colada, me sentei numa daquelas espreguiçadeiras com guarda-sol que tinha num segundo nível acima do piso da piscina. Tava uma sombra boa e corria uma brisa espetacular pra saborear meu drink e relaxar um pouco. Depois de um tempo, quase dormindo, ouvi uns passos se aproximando e achei que era meu marido. Abri os olhos e era o Kevin, o garoto de Nova York. Ele disse: "Desculpa te acordar, não imaginei que você tava dormindo." Falei: "Tranquilo, não tem problema. Do mesmo jeito, tava tudo meio quieto e chato." Ele sentou na cadeira do lado e a gente começou a conversar sobre a vida em geral e até umas coisas mais pessoais. Num momento, ele colocou a mão esquerda no meu coxão e disse que eu era muito gostosa e que tinha gostado pra caralho de mim desde que me conheceu de manhã no café da manhã. Fiquei nervosa, com um baita frio na barriga pelo que ele acabou de falar e sentindo aquela mão super quente tocando meu coxão. Falei que sou casada e que não podia corresponder a algo assim. Virei a cabeça pro lado pra me acalmar e passei a mão direita no pescoço, e como se Ele tava sentindo meus nervos, colocou a mão direita no meu ombro esquerdo e disse: "O que você precisa é de uma boa massagem pra essa tensão". Levantou, ficou atrás do encosto da cadeira e começou a apertar meus ombros, pescoço e trapézio. Comentou que eu tava muito tensa, que precisava relaxar. Eu fiquei parada porque aquelas mãos eram quentes e macias, tava adorando como ele me tocava. Ele disse que naquela posição era difícil massagear o resto do pescoço, então eu me sentei na cadeira de lado. Ele se sentou atrás de mim na outra cadeira, chegou mais perto e começou a massagear minhas escápulas, os músculos paralelos à coluna, quase chegando na bunda, e de novo subiu pros ombros, pescoço e trapézio. Eu tava meio nervosa, com medo do Manuel aparecer, mas aos poucos fui relaxando e ficando com um calorzinho também. Numa dessas, ele começou a acariciar atrás da minha orelha e ao redor dela com a mão direita. Eu joguei a cabeça pra trás e falei pra ele não parar, que eu tava gostando do que ele tava fazendo. Ele se levantou e disse que ficava feliz que eu tava gostando da massagem. Moveu as mãos e acariciou suavemente meu rosto, pescoço e depois meu queixo. Começou a deslizar as mãos quentes pelo meu peito e as enfiou por dentro do sutiã, meio molhado da água da piscina, até meus peitos, onde começou a acariciar meus bicos com os dedos em círculos. Eu, com a voz entrecortada de tesão, falei que alguém podia nos ver, e ele não respondeu nada, continuou. Depois se levantou e, olhando nos meus olhos perdidos e minha boca semiaberta, desejando um beijo daqueles lábios grossos, como se tivesse lido meu pensamento, aproximou os lábios dos meus e me deu um beijo, cobrindo meus lábios por completo, e nossas línguas se encontraram. Aí ele se recompôs de novo e colou a pélvis nas minhas costas, e eu pude sentir o pau dele duro. Era grande e quente, ele tinha encaixado ao longo da minha bunda. cintura como um cinto, eu já tava com a buceta toda molhada como se tivesse gozado, os bicos dos peitos estavam durinhos e empinados por causa das carícias que ele tava fazendo nos meus peitos. Ele tirou as mãos de dentro do meu sutiã e se abaixou atrás de mim, começou a beijar minha orelha direita e a enfiar a língua dentro dela, fazendo movimentos circulares. A mão esquerda ele enfiou por trás pra frente, pela lateral do macacão, tocando minha barriga, e foi descendo até chegar na minha entrepernas. Com a outra mão, ele segurou meu queixo e virou minha cabeça pro lado direito, beijando minha boca e abafando qualquer protesto meu. Mas eu, pelo contrário, abri mais as pernas pra ele encontrar o que tava procurando. Eu tava perdida de tesão, o hálito dele era fresco e tinha um gosto meio doce e amargo, por causa do que ele tava bebendo. Os lábios dele cobriam os meus de novo, nossas línguas se entrelaçaram e a gente ficou se chupando os lábios um do outro. Eu sentia os dedos longos dele entrando por baixo da calcinha fio dental, chegando na minha buceta, e ele começou a tocar meu clitóris, fazendo um pouco de pressão pra começar a masturbar ele. Na minha perdição, estiquei meu braço esquerdo pra trás pra pegar e acariciar a pica dele. Por cima da calça, dava pra sentir que era grossa e comprida, parecia um cassetete de polícia. Aquela pica enorme me enlouqueceu, só queria chupar ela e ter ela dentro de mim, mas tive que me controlar e parar com aquela loucura. Peguei a mão dele que tava enfiada na minha buceta, me masturbando por cima do macacão, e pedi pra ele parar e tirar, por favor, que aquilo era uma loucura. Ele fez isso sem reclamar, e eu pulei de pé. Ele se levantou junto comigo, me virou de frente pra ele pelas cadelas, ficando cara a cara com a cadeira no meio. Olhei pra baixo e vi o baita vergalho que tava marcando por baixo da calça, começando da entrepernas e indo até quase onde dobra o quadril. Ali eu mordi os lábios. lábios como quem ia me comer toda, ele percebeu meu gesto e comentou: "me diz se você não ia querer dar um beijinho agora mesmo". De um pulo só, virou a cadeira e ficou do meu lado. "Olha o que pode ser seu". Pegou a calça pelo elástico que segurava na cintura e puxou pra frente. Estiquei o pescoço pra ver o que ele guardava entre as pernas. O que vi era maior do que imaginava, era preta brilhante com prepúcio, parecia um pepino grande e grosso, a cor da cabeça era entre roxa e preta. Calculei uns 26 cm de comprimento. Ele disse: "quer tocar nela?" Eu, como se estivesse hipnotizada, obedeci. Queria chupar ela toda, inteirinha. Tive que reagir do meu encantamento, olhei pro celular e já eram quase três e meia da tarde. Falei que tinha que ir, que minha família já tava quase chegando no ponto de encontro. Dei um beijinho de leve e saí quase correndo. Fui pelo caminho queimando por dentro, pensei: "Kevin me enlouqueceu". Cheguei no elevador e Manuel e os meninos chegaram uns dois minutos depois. Ele perguntou o que eu tava fazendo, porque eu tava corada, agitada e suada. Respondi que tinha dormido numa das cadeiras lá em cima e achei que tinha me atrasado, e saí quase correndo pra chegar a tempo. Ele disse "ok, não teria acontecido nada se eles tivessem que esperar por mim um pouco". Me deu um beijo na boca e pegamos o elevador que chegou naquele momento. Fomos pros quartos descansar um pouco. Assim que entramos no quarto, fui pro banheiro tomar um banho pra baixar o tesão que tava por dentro. Comecei a me masturbar pensando no que tinha rolado com o Kevin, mas pensei: "isso quem vai pagar é o Manuel".
Saí do banho toda molhada e nua, fui até onde o Manuel estava sentado na cama esperando eu terminar pra ele tomar banho. Falei: "Papi, quero pica". Empurrei ele pelos ombros e ele ficou deitado na cama, apoiado nos cotovelos, com as pernas penduradas na borda. Ele, sem entender nada, falou que estava suado e fedendo. Respondi que isso não importava naquele momento. Puxei o short dele até os joelhos, deixando a pica pra fora, bem na altura do meu rosto. Comecei a beijar e passar a língua na cabeça dela pra ele endurecer, porque tava mole. Enfiei na minha boca e comecei a chupar a cabeça. Ele, meio surpreso, perguntou: "O que houve, mami? Algum bicho te picou ou algo assim? Tá parecendo uma louca de tesão." Respondi que nada, só tava com vontade de transar. Por dentro, pensava que o bicho que quase me picou se chama Kevin e tem um ferrão bem grande. Já tava com o pau bem duro e comecei a sentir e saborear o líquido seminal que saía. Continuei enfiando a pica na boca até a garganta, chupando e sentindo o prepúcio deslizar pela minha língua e lábios. Também chupei e beijei os dois sacões dele, que me deram três filhos lindos e saudáveis. Tava em êxtase nessa tarefa — sou uma tremenda chupadora de pica, pensei. Meu marido é um homem de 41 anos, eu diria que com um físico bem atlético por causa do exercício que fez quando jovem e ainda faz de vez em quando. Ele tem 1,73m, é um pouco moreno, cabelo preto e liso, cortado curto. Ganhou uns quilinhos a mais desde que nos conhecemos, mas quase não se nota. Pesa uns 70 quilos. Tem o pau meio pequeno, mas isso nunca impediu ele de ser um bom amante. Continua...

Fomos todos juntos até o restaurante pra tomar café da manhã, fizemos fila, pegamos o que íamos comer e sentamos. Um dos meus filhos queria um pouco mais de suco de laranja, e eu me levantei pra buscar. Esperando minha vez, na minha frente tinha umas três pessoas negras conversando entre si: uma mulher e dois homens. Ela aparentava ter quase cinquenta anos, assim como um dos homens; o outro parecia ter a minha idade ou talvez menos. Eles falavam sobre a situação de vida em Nova York, comentando como a violência e o custo de vida tinham aumentado por lá. Escutando eles, por curiosidade perguntei se eram daquela cidade, e me responderam que sim, que eram do Brooklyn. Aí ela perguntou de onde eu era, respondi que era do México, mas que morei em Miami por quase seis anos. Nisso, eles se apresentaram: ela se chamava Shanika, o homem mais velho era Lamar, o marido dela, e o mais novo era Kevin, o irmão mais novo de Shanika. Me contaram também que tinham vindo em família com a mãe, outra irmã e uma prima. Eu disse que me chamava Natalia e que tinha vindo com meu marido e meus três filhos. Batemos um papo até chegar minha vez, peguei o suco de laranja pro meu filho. No caminho de volta pra mesa, olhei de relance pra família de Nova York sentada junta perto das janelas do restaurante. Pelo canto do olho, disfarçando que olhava o horizonte, percebi que Kevin me seguia com o olhar e olhando pra minha bunda. Adoro quando isso acontece, adoro me sentir desejada e observada, saber que me pegam com os olhos.Terminamos de tomar café e fomos pra área da piscina. Procuramos um lugar pra nos acomodar, perto da água e do grupo musical que animava o local. Meus filhos entraram na piscina pra nadar, e meu marido foi buscar algo pra beber pra nós dois. Eu fiquei tirando o macacão pra passar protetor solar e deixar secar. Meu marido voltou. trazendo pra ele um uísque on the rocks e pra mim um mojito, enquanto saboreava o costel, ficava olhando meus filhos pulando da borda da piscina e brincando entre si. comentei com o Manuel que a água parecia gostosa, assim como o clima. foi aí que percebi que a família de Nova York também estava curtindo. nossos olhares se cruzaram por um instante e eles me cumprimentaram com um aceno de cabeça e um sorriso, eu retribuí do mesmo jeito. as bebidas já tinham acabado e fui até o bar pegar algo pra beber porque a gente tava com sede. a que parecia mais vazia era uma mais afastada da piscina, fui até lá e pedi os mesmos drinques que a gente já tava tomando. enquanto esperava ser servida, o Kevin também chegou pra pegar uma bebida. ele me cumprimentou e perguntou se eu tava me divertindo, respondi que sim e devolvi a pergunta, como ele tava se sentindo. ele disse que também tava bem. perguntei se ele tinha vindo com alguma namorada ou amiga, o Kevin respondeu que por causa do trabalho a namorada teve que cancelar a viagem de última hora. que pena, comentei sobre o ocorrido, mas com certeza um homem tão gato como ele ia achar rápido uma namorada temporária no navio pra substituí-la nesse tempinho de viagem. bom, desde que seja tão gostosa e de corpo bonito quanto você, não tem problema, e eu adoraria, ele respondeu e completou que o biquíni que eu tava usando era muito sensual, que ficava perfeito em mim, destacando minha bela silhueta, com o olhar fixo nos meus peitos. foi quando percebi que dava pra ver meus mamilos marcados pelo sutiã molhado. eu não tentei me cobrir, pelo contrário, olhei nos olhos dele e, sorrindo, falei muito obrigada pelo elogio e que ele não perdesse a esperança, porque nunca se sabe o que a vida pode presentear. virei pro balcão, peguei meus dois drinques e saí andando depois de dar um tchau. caminhei rebolando a bunda provocadoramente, sabia que ele tava olhando minhas nádegas se mexendo. já era tarde. Tipo umas 12:15 da tarde, o sol já tava começando a pegar forte, então a gente decidiu sair da água e ir almoçar uma coisa leve e tomar algo refrescante. Quando saímos do restaurante buffet, já era umas uma e pouca da tarde, aí resolvemos dar uma volta pelo navio pra conhecer mais. Achamos umas salas de jogos, meus filhos e meu marido decidiram ficar jogando um pouco. Eu falei pra eles que preferia continuar andando pra ajudar na digestão do almoço, e que às três e meia a gente se encontrava no elevador do lado da piscina. Desci pro andar das lojas pra ver se achava algum souvenir ou qualquer outra coisa que me chamasse a atenção e comprar algo. Fiquei fuçando um tempinho, mas me enjoei e voltei pro andar da piscina. Já era quase duas da tarde, o lugar tava quase vazio, com os bares desertos. Aproveitei e pedi uma piña colada, me sentei numa daquelas espreguiçadeiras com guarda-sol que tinha num segundo nível acima do piso da piscina. Tava uma sombra boa e corria uma brisa espetacular pra saborear meu drink e relaxar um pouco. Depois de um tempo, quase dormindo, ouvi uns passos se aproximando e achei que era meu marido. Abri os olhos e era o Kevin, o garoto de Nova York. Ele disse: "Desculpa te acordar, não imaginei que você tava dormindo." Falei: "Tranquilo, não tem problema. Do mesmo jeito, tava tudo meio quieto e chato." Ele sentou na cadeira do lado e a gente começou a conversar sobre a vida em geral e até umas coisas mais pessoais. Num momento, ele colocou a mão esquerda no meu coxão e disse que eu era muito gostosa e que tinha gostado pra caralho de mim desde que me conheceu de manhã no café da manhã. Fiquei nervosa, com um baita frio na barriga pelo que ele acabou de falar e sentindo aquela mão super quente tocando meu coxão. Falei que sou casada e que não podia corresponder a algo assim. Virei a cabeça pro lado pra me acalmar e passei a mão direita no pescoço, e como se Ele tava sentindo meus nervos, colocou a mão direita no meu ombro esquerdo e disse: "O que você precisa é de uma boa massagem pra essa tensão". Levantou, ficou atrás do encosto da cadeira e começou a apertar meus ombros, pescoço e trapézio. Comentou que eu tava muito tensa, que precisava relaxar. Eu fiquei parada porque aquelas mãos eram quentes e macias, tava adorando como ele me tocava. Ele disse que naquela posição era difícil massagear o resto do pescoço, então eu me sentei na cadeira de lado. Ele se sentou atrás de mim na outra cadeira, chegou mais perto e começou a massagear minhas escápulas, os músculos paralelos à coluna, quase chegando na bunda, e de novo subiu pros ombros, pescoço e trapézio. Eu tava meio nervosa, com medo do Manuel aparecer, mas aos poucos fui relaxando e ficando com um calorzinho também. Numa dessas, ele começou a acariciar atrás da minha orelha e ao redor dela com a mão direita. Eu joguei a cabeça pra trás e falei pra ele não parar, que eu tava gostando do que ele tava fazendo. Ele se levantou e disse que ficava feliz que eu tava gostando da massagem. Moveu as mãos e acariciou suavemente meu rosto, pescoço e depois meu queixo. Começou a deslizar as mãos quentes pelo meu peito e as enfiou por dentro do sutiã, meio molhado da água da piscina, até meus peitos, onde começou a acariciar meus bicos com os dedos em círculos. Eu, com a voz entrecortada de tesão, falei que alguém podia nos ver, e ele não respondeu nada, continuou. Depois se levantou e, olhando nos meus olhos perdidos e minha boca semiaberta, desejando um beijo daqueles lábios grossos, como se tivesse lido meu pensamento, aproximou os lábios dos meus e me deu um beijo, cobrindo meus lábios por completo, e nossas línguas se encontraram. Aí ele se recompôs de novo e colou a pélvis nas minhas costas, e eu pude sentir o pau dele duro. Era grande e quente, ele tinha encaixado ao longo da minha bunda. cintura como um cinto, eu já tava com a buceta toda molhada como se tivesse gozado, os bicos dos peitos estavam durinhos e empinados por causa das carícias que ele tava fazendo nos meus peitos. Ele tirou as mãos de dentro do meu sutiã e se abaixou atrás de mim, começou a beijar minha orelha direita e a enfiar a língua dentro dela, fazendo movimentos circulares. A mão esquerda ele enfiou por trás pra frente, pela lateral do macacão, tocando minha barriga, e foi descendo até chegar na minha entrepernas. Com a outra mão, ele segurou meu queixo e virou minha cabeça pro lado direito, beijando minha boca e abafando qualquer protesto meu. Mas eu, pelo contrário, abri mais as pernas pra ele encontrar o que tava procurando. Eu tava perdida de tesão, o hálito dele era fresco e tinha um gosto meio doce e amargo, por causa do que ele tava bebendo. Os lábios dele cobriam os meus de novo, nossas línguas se entrelaçaram e a gente ficou se chupando os lábios um do outro. Eu sentia os dedos longos dele entrando por baixo da calcinha fio dental, chegando na minha buceta, e ele começou a tocar meu clitóris, fazendo um pouco de pressão pra começar a masturbar ele. Na minha perdição, estiquei meu braço esquerdo pra trás pra pegar e acariciar a pica dele. Por cima da calça, dava pra sentir que era grossa e comprida, parecia um cassetete de polícia. Aquela pica enorme me enlouqueceu, só queria chupar ela e ter ela dentro de mim, mas tive que me controlar e parar com aquela loucura. Peguei a mão dele que tava enfiada na minha buceta, me masturbando por cima do macacão, e pedi pra ele parar e tirar, por favor, que aquilo era uma loucura. Ele fez isso sem reclamar, e eu pulei de pé. Ele se levantou junto comigo, me virou de frente pra ele pelas cadelas, ficando cara a cara com a cadeira no meio. Olhei pra baixo e vi o baita vergalho que tava marcando por baixo da calça, começando da entrepernas e indo até quase onde dobra o quadril. Ali eu mordi os lábios. lábios como quem ia me comer toda, ele percebeu meu gesto e comentou: "me diz se você não ia querer dar um beijinho agora mesmo". De um pulo só, virou a cadeira e ficou do meu lado. "Olha o que pode ser seu". Pegou a calça pelo elástico que segurava na cintura e puxou pra frente. Estiquei o pescoço pra ver o que ele guardava entre as pernas. O que vi era maior do que imaginava, era preta brilhante com prepúcio, parecia um pepino grande e grosso, a cor da cabeça era entre roxa e preta. Calculei uns 26 cm de comprimento. Ele disse: "quer tocar nela?" Eu, como se estivesse hipnotizada, obedeci. Queria chupar ela toda, inteirinha. Tive que reagir do meu encantamento, olhei pro celular e já eram quase três e meia da tarde. Falei que tinha que ir, que minha família já tava quase chegando no ponto de encontro. Dei um beijinho de leve e saí quase correndo. Fui pelo caminho queimando por dentro, pensei: "Kevin me enlouqueceu". Cheguei no elevador e Manuel e os meninos chegaram uns dois minutos depois. Ele perguntou o que eu tava fazendo, porque eu tava corada, agitada e suada. Respondi que tinha dormido numa das cadeiras lá em cima e achei que tinha me atrasado, e saí quase correndo pra chegar a tempo. Ele disse "ok, não teria acontecido nada se eles tivessem que esperar por mim um pouco". Me deu um beijo na boca e pegamos o elevador que chegou naquele momento. Fomos pros quartos descansar um pouco. Assim que entramos no quarto, fui pro banheiro tomar um banho pra baixar o tesão que tava por dentro. Comecei a me masturbar pensando no que tinha rolado com o Kevin, mas pensei: "isso quem vai pagar é o Manuel".
Saí do banho toda molhada e nua, fui até onde o Manuel estava sentado na cama esperando eu terminar pra ele tomar banho. Falei: "Papi, quero pica". Empurrei ele pelos ombros e ele ficou deitado na cama, apoiado nos cotovelos, com as pernas penduradas na borda. Ele, sem entender nada, falou que estava suado e fedendo. Respondi que isso não importava naquele momento. Puxei o short dele até os joelhos, deixando a pica pra fora, bem na altura do meu rosto. Comecei a beijar e passar a língua na cabeça dela pra ele endurecer, porque tava mole. Enfiei na minha boca e comecei a chupar a cabeça. Ele, meio surpreso, perguntou: "O que houve, mami? Algum bicho te picou ou algo assim? Tá parecendo uma louca de tesão." Respondi que nada, só tava com vontade de transar. Por dentro, pensava que o bicho que quase me picou se chama Kevin e tem um ferrão bem grande. Já tava com o pau bem duro e comecei a sentir e saborear o líquido seminal que saía. Continuei enfiando a pica na boca até a garganta, chupando e sentindo o prepúcio deslizar pela minha língua e lábios. Também chupei e beijei os dois sacões dele, que me deram três filhos lindos e saudáveis. Tava em êxtase nessa tarefa — sou uma tremenda chupadora de pica, pensei. Meu marido é um homem de 41 anos, eu diria que com um físico bem atlético por causa do exercício que fez quando jovem e ainda faz de vez em quando. Ele tem 1,73m, é um pouco moreno, cabelo preto e liso, cortado curto. Ganhou uns quilinhos a mais desde que nos conhecemos, mas quase não se nota. Pesa uns 70 quilos. Tem o pau meio pequeno, mas isso nunca impediu ele de ser um bom amante. Continua...
1 comentários - Cruzeiro muito quente parte 2