instagram Hiphop911ok Mara transcende a web Olá, como vocês estão? Muito bom dia. Hoje venho compartilhar uma notícia daquelas que te deixam com um sorriso o dia todo (e um nó na garganta, pra que negar). Há alguns dias, num programa de rádio chamado “Terra de Ninguém”, dedicaram um segmento à “Minha prima, Mara”. Sim: no rádio. E não foram duas menções de passagem… foram quase 20 minutos falando da história, dos personagens, do universo que foi se construindo com o tempo. Quando ouvi, não conseguia acreditar. Incrível, né? Pra mim é um orgulho enorme que algo que nasceu na web, capítulo a capítulo, com tanto trabalho por trás, tenha chegado tão longe com o passar dos anos. Porque “Minha prima, Mara” já não é só uma história: é um mundo que foi crescendo com capítulos canônicos, alternativos, spin-offs, extras… e com aquela mistura de intensidade, humor, desconforto e emoção que muitos de vocês sempre apontaram como “marca registrada”. Sempre tentei que cada entrega tivesse algo diferente: um novo ângulo, uma tensão diferente, algum tema tabu tratado com respeito mas sem maquiagem… sem trair a essência da história original. E que “pegue forte” não é por acaso: é porque vocês a sustentaram, comentaram, compartilharam, discutiram, defenderam, esperaram. E isso —mesmo que soe repetido— é o que de verdade a torna possível. Porque escrever leva tempo. E escrever bem (ou pelo menos tentar fazer cada vez melhor) leva ainda mais: horas de cabeça, de correções, de releituras, de “isso funciona / isso não”, de entrar e sair da história. E quando além disso você tem uma profissão exigente, o esforço se multiplica. Se continuo aqui, se continuo escrevendo, se continuo voltando à Mara… é em grande parte pelo impulso que vocês me dão. Então obrigado. De verdade. Quem já me conhece sabe que sempre que tem uma nova entrega, uma reedição ou alguma movimentação especial, costumo trazer algum detalhe, um extra, uma referência… porque gosto que o vínculo com quem lê não seja só "público e pronto". É minha maneira de retribuir um pouco desse apoio constante. Mas enfim, vamos ao que interessa: Deixo aqui um vídeo curto com trechos do programa (SEM SPOILERS), onde falam sobre a história. Na conversa são mencionados vários capítulos e temas, e como nem todos os leitores leram a totalidade das histórias, me dei ao trabalho de cortar só a parte introdutória, para que possam curtir tranquilos. E como sempre digo... as histórias nunca terminam. Um abraço grande, e de novo: OBRIGADA.https://www.instagram.com/reel/DTIp6HJjjm8/?igsh=a3lrZGYwdXEyYmtvMinha prima, Mara. Capítulo 1 ISBN 978-987-88-0210-7 Mara Tudo começou numa tarde de verão. Ou pelo menos, foi naquele momento que a mudança aconteceu. Sempre fomos muito unidos, eu e a Mara, minha prima, desde crianças. Havia momentos em que nos víamos mais, outros menos. Sempre houve confiança e muitas vezes fomos confidentes um do outro. Mas dessa vez, aconteceu algo diferente. Nem bom nem ruim, diferente. Antes de mais nada, deixo claro que, apesar de ser minha prima, ou seja, filha biológica da minha tia, ela não é filha do meu tio, com quem minha tia se casou em segundas núpcias e que é irmão da minha mãe. Por isso, além de alguns anos de convivência, não compartilhamos nenhum outro tipo de laço. Ela sempre foi muito "chegada" comigo. Não sem noção, mas se comportava com muita intimidade, devido ao respeito mútuo que tínhamos. Muitas vezes eu a vi de maiô, ou de roupa íntima, principalmente na piscina ou na praia. A gente zoava. Ela me perguntava "tô bem?" ou "como fica isso, aquilo em mim?" Ela já me tocou na bunda inúmeras vezes, e eu também, de vez em quando. Ela não tinha problema, se eu estava na casa dela, de sair do banho só de toalha e ficar andando por aí comigo presente. Mas, tenho que esclarecer, que essas atitudes não tinham nenhuma intenção por trás. Era simplesmente assim. Não tinha problema. Praticamente fomos criados juntos. Ela é linda. Bem alta, aproximadamente 1,68m, e tem um rosto branco, com sardas claras e uns olhos verdes de sonho. O cabelo dela é longo, até a cintura. Um castanho que brilha só de olhar. Mas isso não para aí. Desde pequena ela tem uns peitos voluptuosos que deixam qualquer um maluco de olhar e o mesmo acontece com a bunda. Simplesmente é perfeita, tanto a parte da frente quanto a de trás. Com seus 25 anos, ela se mantém igual aos 18, embora eu imagine que um pouco mais solta e, em pouco tempo, vai se formar em contabilidade. Eu, por outro lado, me considero uma pessoa normal, mas com muito carisma. Magro, normal e com porte. Um 1,80 m. Estudo Direito. Como eu digo, nunca tinha acontecido nada tão estranho. Eram situações próprias da confiança que havia entre nós. Nada mais. Mas rolavam umas "brincadeiras" que eu curtia, e muito. Lembro uma vez que ela ia encontrar alguém e queria que o sutiã destacasse bem os peitos para impressionar e me pediu ajuda para se trocar. Eu estava lá naquela oportunidade. Apesar de não pensar nada pervertido com ela, gostava dessa confiança que ela tinha comigo e, naquela ocasião, ao ajudá-la, entrei no banheiro com ela. Ela estava vestida com um jeans apertado que marcava toda a bunda e de sutiã. Eu via no espelho como os seios dela inchavam ao ajustá-lo por trás. Era preto e pequeno e mal dava pra cobrir os mamilos. Como o sutiã fazia pressão contra os peitos dela era impressionante. Eu sentia um calorzinho que me percorria. E a poucos centímetros tinha aquele rabão enorme quase roçando na minha calça. Era divertido fazer aquilo, e me punha a pensar no que meus amigos diriam, que todos tinham vontade dela, morreriam para vê-la numa situação daquelas. Eu depois contava, e eles ficavam malucos. Me diziam que eu era um sortudo, que contasse mais e sei lá. Acho que ela também gostava. Ela sorria, toda corada, como dizendo "gostou, né, guri?" Mas não dizia nada com palavras. Só ficava um pouco corada. Em outra oportunidade, também rolou uma sequência muito gostosa. Ela ia sair à noite e pela "urgência" da situação, me perguntou se podia dar minha opinião sobre uma peça para vestir. -Que fio dental eu ponho? Esse ou esse? Rápido, primo, que tô super apressada! Eu fiquei surpreso, mas disse que não tinha problema em fazer isso. Então, ela me mostrou dois fios dentais. Um vermelho e um preto. Mas não eram só dois fios dentais. Eram praticamente um nada... Lembro que na hora subiu um calor sufocante em mim, não tanto talvez por ser minha prima, mas pela situação. Todos os que morreriam para estar no meu lugar! Esse morbo me deixava louco, mas eu jamais cruzaria a linha. Acho que… Ela estava vestida só com uma camiseta longa, que terminava alguns centímetros abaixo da bunda. Os mamilos dela marcavam terrivelmente por baixo da camiseta. Sim, era uma imagem terrível. Mas com meu senso de humor, só consegui dizer que a preta me agradava mais, mas que para uma opinião melhor fundamentada, eu precisava vê-las colocadas. E ri. Eu disse aquilo pra bancar o engraçadão, pra zoar com ela. Apesar de gostar dessas situações, não esperava uma resposta positiva. Ela me olhou, olhou para o lado e disse: - Uh, vamos ver... Não, mas tô na correria com o tempo, preciso ir vazando, John, escolhe uma pra mim. Mais surpreso estava eu, tinha dito na brincadeira. Se tivesse tempo suficiente, será que ela faria? Na minha frente? Meu pau começou a ficar duro aos poucos. Eu sorri pra ela, como sempre, como se nada tivesse acontecido e disse “a preta, Mara”. E tudo terminou ali. Depois, fui seguir com minhas coisas, embora um pouco excitado, devo reconhecer. Se tivesse acontecido, teria sido algo inédito até então. Naquela noite, deitado, eu imaginava se tivesse rolado. Ver a bunda dela inteira, mal coberta pelas tiras da calcinha fio dental preta minúscula. Um sonho… Essas situações eram uma loucura. Eu depois ia embora e tinha minha vida. Saía também... Mas insisto, eu gostava muito desse "joguinho", mas nunca pensei em outra coisa. Minha prima estava um tesão, mas não ia rolar nada, nunca. Pensar no proibido me deixava louco e mais ainda, porque nem todo mundo tinha acesso a esses "momentos". Ela é legal, mas super reservada com as outras pessoas, ou seja, não dava mole, se alguém a incomodasse ou desse em cima ou tentasse pegá-la. Mas acima de tudo, a confiança que ela tinha em mim, eu sempre senti como um privilégio… No dia seguinte ela me mandou uma mensagem dizendo que meus tios iam passar uns dias fora, e que se eu quisesse podia fazer companhia para ela durante nesse período, já que a casa era muito grande e ela não gostava muito de ficar completamente sozinha por tanto tempo. Eu, como estava mais à toa que buzina de avião, disse que sim. Além disso, gostava de passar tempo com ela, ela era muito legal, a gente se divertia muito. Não era só de masturbação. Algo que ajudava essas coisas abençoadas a acontecerem era que a Mara era filha única e seus pais, de boa situação financeira, viviam saindo e viajando, então raramente estavam presentes em casa. Naquele dia cheguei, ela me cumprimentou com um beijo carinhoso na bochecha como sempre e disse: - Toma uma cópia das chaves!
- Pra quê?
- Pra você entrar e sair quando quiser. É sua casa, hehe.
- Ah, tá, show… - respondi, feliz. Achei muito gente boa esse gesto.
- Vou tomar um banho e te mostro uma coisa que quero comprar. - Ela falou e foi pro banheiro. Eu pensei: "tomara que seja um babydoll", hehe. Meu cérebro era terrível. Demorou um pouco e ela saiu. Tinha o cabelo longo, molhado. De shortinho de jeans e regata rosa. Por baixo, um sutiã preto que não dava pra ver muito. A valinha que se formava entre os peitos era linda. Dava vontade de mergulhar ali.
- Agora te mostro o que quero comprar…
- Vamos lá! - falei. E minha mente começou a trabalhar. Ela foi pro quarto e voltou com o celular na mão, procurando algo nele. Sentou do meu lado no sofá. Seus peitões enormes encostavam no meu braço. Era lindo como eles iam pra frente.
- Olha, o que você acha?
- Deixa ver… Não era o que eu pensava. Voltei à realidade de um susto. Era uma câmera fotográfica, bem boa.
- Ah, câmera foda!
- É, um pouco cara, mas sim, muito boa, sabe que eu amo tirar fotos… E ela começou a me mostrar as imagens, com especificações. Tudo normal. Até que, em um momento, acabaram e ela passou uma última imagem e aconteceu algo divino. Ao deslizar o dedo na galeria, tinha uma foto dela. De lingerie, tirada na frente do espelho. Ela estava de costas, empinando a bunda. Com os lábios fazendo biquinho. Nunca na vida vou... esquecer aquele momento. A bunda dela estava exuberante. Bem grande. O sutiã era preto e a calcinha também. Mas o mais lindo de tudo era que era o mesmo fio dental que dias atrás eu tinha dito pra ela usar. As tiras entravam dentro das nádegas. Mal dava pra ver. Era tremendo. Só de pensar que era aquele que eu tinha sugerido e que ela tinha tirado a foto… Fiquei excitado na hora… Foi só um segundo, porque quando ela percebeu, trocou rápido e disse: — Opa, desculpa! — E ficou corada. Vermelha. — Haha, tudo bem! — Respondi como pude. Aquela foto era descomunal. — Que vergonha, Deus! — Por quê? Não foi nada… — Você viu muito? Não minta, hein! — Vi, mas você não me deu muito tempo… Tirou na hora, haha. Era mentira, naquele pouquinho de tempo memorizei cada curva do corpo dela. — Sério? — Sim, prima! Só notei uma coisa… — O quê? — Perguntou, feita um tomate. — Essa que você tá usando…? — O que eu tô usando o quê, primo? — Não, nada, uma bobagem, hehe, não se preocupa. — Não, agora você me conta. Não seja ruim. — Bom. Essa calcinha que você tá na foto… é aquela que…? Nesse momento percebi o quanto ela ficou nervosa. Violeta estava, e rapidamente me disse: — Sim, primo. É a que eu coloquei no outro dia quando você sugeriu. Tô morrendo de vergonha. — Toda envergonhada, ela falava. Simplesmente, lindo. — Fica tranquila… Além do mais, como se eu nunca tivesse te visto de maiô… — Mas não é um maiô. Eu tô recontra nua, nenê. Aí me deu um tesão da porra. Não podia acreditar no que ela dizia. Só consegui dizer que quase não vi a foto, que não tinha problema. Ela sorriu como dizendo “mentiroso, qual é!”. — Além do mais, o que teria de errado… — Repliquei. — Sei lá, não sei. Você nunca me viu tão pelada! — Expressou um pouco ruborizada. — Sim, pode ser, mas foi um microssegundo. — Eu fazia o bobo. — E ainda por cima, eu tava assim mesmo. Um desastre! — Desastre por quê? — É… Assim. De manhã. Nem arrumada… Eu adorava sentir essa sensação de tesão. Me elevava ao céu. — E nem vi muito, mas você é linda, Mara, por que se preocupa? — Porque nem penteada… tava, de cara lavada. Um horror. -Não gosto das que ficam maquiadas o tempo todo. Além disso, você não precisa. -É o que você acha? -Sim, pode ter certeza. Você é um docinho... - E ela me deu um olhar lindo. Uff... -Me dá muita vergonha, mas obrigada pelo que disse, você é tão fofo. - E me deu um beijo na bochecha. Depois continuamos conversando normalmente sobre a câmera que ela queria comprar e como ela gostava de tirar fotos. Eu, por minha vez, continuava pensando naquela imagem. Aquele bumbum enorme, pelado, praticamente à mostra. Era só uma foto. Mas estava como dizendo "este é o meu bumbum e eu adoro como ele fica". Eu fiquei de pau duro por muito tempo naquele dia. Não sei se ela teria percebido. Mas tudo continuou normal. Conversávamos um ao lado do outro e em muitas ocasiões eu encostava o cotovelo ou o braço nos peitos dela. Em uma única oportunidade, ela me olhou bem quando eu estava encarando descaradamente os peitos dela e sorriu, não sei se porque percebeu que eu estava olhando ou porque rapidamente mudei a direção do olhar. Mas era impossível não olhar para ela. Ela sabia muito bem, e acho que também gostava de ser olhada. -Ai, me esqueci. - Ela me diz em um momento. -O que foi? -Daqui a pouco as meninas vêm. Mas se quiser, fica. -Nah, seria muito deslocado eu aqui. Eu vou embora e depois volto se você quiser. Sem problema... -Tem certeza? Sinto que estou te expulsando haha -Não, se eu voltar depois. Além disso, eu tenho chave haha -Sim, é verdade, e você também tem que me ajudar a decidir qual câmera comprar! -Sim, combinado. Depois você continua me mostrando fotos e a gente vê -Ok, mas desta vez, eu separo em pasta para você não me ver pelada. Pra que ela dizia isso? A ereção que estava passando voltou a aparecer. Que prazer ela me dava falando dessa forma. -Por mim não tem problema haha. - Eu disse zoando com ela -Sim, sim, claro que você não tem problema... - E ela me olhou com um gesto cúmplice, embora corada. -Por que me olha assim? - Me atrevi a dizer. -Não, nada, pervertido. Você quer me ver pelada... - A cabeça do pau já estava doendo de tão apertada contra a Calça. -Haha, você tá doida. - Respondi, fingindo ser bobo. - Como se fosse a morte me ver, né? - De jeito nenhum, qualquer um morreria pra estar no meu lugar naquela hora haha - É mesmo? - Exclamou com um olhar malicioso. Eu alucinei. - Pode esquecer, você tá um arraso. É a verdade... - Haha, valeu, primo, você me deixa toda corada assim... - Bom, só tô falando. E não sou nenhum pervertido, hein - Brincadeira, brincadeira. Vou me trocar! - Tá bom, eu vou dar uma saída. - E me levantei do sofá onde estávamos sentados. Naquele momento, aconteceu algo inesperado. Por um segundo, esqueci a excitação que sentia e o volume enorme que dava pra ver na minha calça. Ela olhou direto pra lá. Não dava pra não olhar. Era flagrante. Chamava muita atenção. Eu não sabia o que fazer. Ela ficou olhando fixamente por dois segundos e se levantou pra ir embora. Sem dizer nada. Eu, fingindo demais que não tinha visto nada, me despedi com um beijo e disse que depois voltava. - Tá bom, John, a gente se vê de noite! - Disse como se nada tivesse acontecido. - Beleza. - E me acompanhou até a porta. Notei algo estranho no rosto dela. Parecia tentada. - Até mais, Mar! - Falei, saindo. - Até mais... Pervertido!! - Exclamou, me encarando. E soltou um sorriso de espertinha, como dizendo "eu percebi, hein". E rapidamente entrou. Fiquei gelado. Que delícia o que eu estava vivendo. Que sorte. Mil sensações percorreram meu corpo. Não conseguia acreditar que ela tinha entrado na brincadeira que eu adorava fazer. Nem preciso dizer que fui pra casa com o pau tão duro que parecia que ia explodir. Fiquei pensando se ela, depois de entrar, ficaria pensando no que eu tinha dito. Que loucura! E agora, eu ia ficar excitado pelo resto do dia... Em casa, esperei a noite e pelo que poderia acontecer. Tava com uma vontade de bater uma punheta incrível. Mas sabia que depois me sentiria mal. Era a Mara... Não fiz. Naquela noite, cheguei na casa da minha prima, depois de avisar por WhatsApp que ia. Nenhum dos dois tocou no assunto. Comemos pizza e estava prestes a chegar o gelado. Tudo estava transcorrendo normalmente. Ela tinha me dito que num fim de semana tinha tirado umas fotos de algumas paisagens e que precisava de opiniões. Claro que me ofereci para ajudá-la. Eu adorava. Fomos pro quarto dela e nos sentamos no computador. Era muito bom ficar perto da Mara. Além disso, ela tinha um tipo de atração natural que te puxava pra ela. Não sei se era o corpo divino dela ou o perfume do cabelo liso e comprido. Mas ficar do lado dela era, simplesmente, mágico. Enquanto eu olhava pra ela, todo bobo, tocou a campainha. —Nossa, o gelado! Já volto! — exclamou e foi até a porta receber. —Pode ir! — respondi. Ao se levantar rápido da cadeira, o cabelo dela balançou sobre mim e, como uma rajada, me cobriu com o cheirinho gostoso dela. Meu Deus… Que delícia que foi aquilo! Acho que já estava começando a ficar corado… O quarto dela era bem arrumado, exceto o PC. Milhões de pastas abertas, arquivos soltos, janelas do navegador, programas. Não dava pra entender nada. Esperando que ela voltasse, comecei a fechar as coisas. Só de ansioso. “Click, click” fechava as pastas e programas que estavam abertos à toa. Até que aconteceu algo impensado. Senti a pele arrepiar. Meu ritmo cardíaco aumentou consideravelmente. Não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo. Era uma foto da Mara…
4 comentários - Mara chega na rádio
Segundos (Francia - Brasil)
Ya estas para arrancar la serie animada o una novela jaja