Vou compartilhar mais uma vivência pra gente ir se conhecendo.
Moro no San Telmo, onde as noites são bem agitadas. Uma sexta à noite, decidi ir jantar. Escolhi o Federal, um restaurante icônico da região. Coloquei um shorts de couro, uma botinha e uma camiseta preta e saí. O lugar, como sempre, estava lotadão. Me deram uma mesa quase colada no canto do salão.
Tava jantando quando se aproximou um homem de uns 45 anos e, me olhando, perguntou:
— Pode ser que eu te conheça da Warhol?
Costumo frequentar a balada, então podia ser. Ele falou de novo:
— A gente dançou muito juntos, se não me engano seu nome é Candela.
Me surpreendeu, primeiro que ele lembrava, e segundo que eu não lembrava dele.
— Tô com minha esposa — ele disse, apontando pra uma mesa —, e a gente gostaria que você se sentasse com a gente.
Chamou a garçonete e, sem minha autorização, pediu pra mudarem meu jantar pra mesa dele.
O mais louco é que eu nem sabia o nome dele. Já na mesa, quase obrigada, ele me apresentou à esposa. Uma mulher de uns 50 anos, elegante e muito bem cuidada.
— O Lucas me falou de você e não mentiu, você é linda.
Aí soube que o homem misterioso se chamava Lucas.
Tava intrigada com a situação e decidi ver onde ia dar aquilo tudo. A mulher se chamava Julia e era muito simpática. Como não sou de enrolação, fui direto ao ponto. Agradeci pelo convite primeiro e depois perguntei o que eles estavam procurando.
O Lucas, sem ficar nervoso, disse:
— Vou ser sincero, a gente tava te seguindo. Fomos até a porta da balada e não te vimos na fila. Pensamos em entrar, mas como um presente do céu, te vi atravessando a rua. Te seguimos e te vi entrar aqui. A Julia sabe, logicamente, que você é trans, e a gente quer passar a noite com você. Se for preciso pagar, faço com muito prazer.
Nunca fui acompanhante e não pensava em começar naquela noite. Expliquei que não trabalhava com isso.
Ela, com um tom de tristeza, pediu desculpas se tinham me ofendido, mas que há semanas vinham me procurando na fila da balada sem sorte, que o Lucas tinha ficado louco por mim e agora ela, ao me conhecer, sentia o mesmo. Achei ela super sincera e sugeri a gente tomar um café pra ver no que dava. Conversamos por uma hora mais ou menos e eu gostei muito deles. Até aquele momento, não havíamos falado sobre minha condição e, como eu não lembrava direito da noite com o Lucas, achei correto e leal perguntar pra ela se ela sabia que eu não era mulher, mas sim trans. A Julia me olhou e, sorrindo, disse: "É a minha fantasia, claro, desde que você goste de uma mulher da minha idade". Como resposta, eu só perguntei: "E aí, pra onde vamos?". O rosto deles se iluminou. O Lucas disse que eles moravam no Boedo e, se eu não me importasse, podíamos ir pro apartamento deles. Pegamos um táxi.
Bem, chegamos lá. O Lucas colocou uma música e a Julia disse que ia se pôr mais confortável. Enquanto o Lucas me oferecia um drink, ela voltou com um body branco e uma lingerie da mesma cor, que ficava linda nela. O sutiã destacava uns peitos médios, um pouco caídos, mas bem tentadores. O Lucas a beijou na boca, agarrando a bunda dela, e me convidou pra me juntar ao beijo. Nós nos comemos, os três. A Julia me apalpou toda e parou na minha cock, que já estava dura. "Cande, que cock linda", ela me disse, beijando meu pescoço. O Lucas já estava pelado e a cock dele estava duríssima. Entre os dois, me deixaram pelada, me beijando. A Julia se ajoelhou e engoliu minha cock enquanto o Lucas passava a dele na minha bunda. "Que cuzinho precioso, meu Deus", ele sussurrou no meu ouvido. Eu estava explodindo, a Julia já tinha engolido minhas bolas. Fomos pro quarto. O Lucas me implorou: "Come ela". Tirei a calcinha dela, ela tinha uma buceta de lábios grossos. Chupei ela um pouco e a Julia não aguentou, gozando na minha boca. Subi nela e a enfiei. Ela gemeu e pedia por mais cock. O Lucas observava e se masturbava freneticamente. Fodi ela até avisar que ia gozar. A Julia me prendeu com a buceta e me esvaziou dentro dela. Nos beijamos com paixão. O Lucas aproximou a cock dele pra que eu chupasse. Fiz um deep throat que fez ele descarregar toda a porra na minha garganta. Ficamos deitados, os três. Depois de uma pausa, a Julia voltou a chupar minha cock, ela queria mais. Ela a deixou dura que era uma beleza e, quando estava bem rígida, ela... Beijei e disse: pega. Lucas ficou de quatro na ponta da cama. Ela o beijava enquanto eu ia enfiando.
Entrou como uma luva e eu o comi enquanto Julia fazia chupar a sua buceta.
Cada piada minha na bunda do marido era transmitida para a sua ppk. Enchi a bunda dele de porra e Julia acabou como uma puta.
Eu precisava de pau e ordenei que Lucas me comesse.
Trocamos, ficando eu de quatro. Lucas chupou bem minha bunda e enfiou até as bolas. Me bombou um bom tempo, me fazendo sentir bem o pau.
Julia estava fora de combate. Lucas me comeu de novo e, quando eu não aguentava mais, encheu meu cu de porra me chamando de puta.
Ficamos destruídos.
Depois de um tempo, tomamos banho separados. Lucas pediu um Uber pra mim.
Nos despedimos nos beijando os três e prometendo muitas fodas.
Mais pra frente conto outras noites juntos e separados.
Moro no San Telmo, onde as noites são bem agitadas. Uma sexta à noite, decidi ir jantar. Escolhi o Federal, um restaurante icônico da região. Coloquei um shorts de couro, uma botinha e uma camiseta preta e saí. O lugar, como sempre, estava lotadão. Me deram uma mesa quase colada no canto do salão.
Tava jantando quando se aproximou um homem de uns 45 anos e, me olhando, perguntou:
— Pode ser que eu te conheça da Warhol?
Costumo frequentar a balada, então podia ser. Ele falou de novo:
— A gente dançou muito juntos, se não me engano seu nome é Candela.
Me surpreendeu, primeiro que ele lembrava, e segundo que eu não lembrava dele.
— Tô com minha esposa — ele disse, apontando pra uma mesa —, e a gente gostaria que você se sentasse com a gente.
Chamou a garçonete e, sem minha autorização, pediu pra mudarem meu jantar pra mesa dele.
O mais louco é que eu nem sabia o nome dele. Já na mesa, quase obrigada, ele me apresentou à esposa. Uma mulher de uns 50 anos, elegante e muito bem cuidada.
— O Lucas me falou de você e não mentiu, você é linda.
Aí soube que o homem misterioso se chamava Lucas.
Tava intrigada com a situação e decidi ver onde ia dar aquilo tudo. A mulher se chamava Julia e era muito simpática. Como não sou de enrolação, fui direto ao ponto. Agradeci pelo convite primeiro e depois perguntei o que eles estavam procurando.
O Lucas, sem ficar nervoso, disse:
— Vou ser sincero, a gente tava te seguindo. Fomos até a porta da balada e não te vimos na fila. Pensamos em entrar, mas como um presente do céu, te vi atravessando a rua. Te seguimos e te vi entrar aqui. A Julia sabe, logicamente, que você é trans, e a gente quer passar a noite com você. Se for preciso pagar, faço com muito prazer.
Nunca fui acompanhante e não pensava em começar naquela noite. Expliquei que não trabalhava com isso.
Ela, com um tom de tristeza, pediu desculpas se tinham me ofendido, mas que há semanas vinham me procurando na fila da balada sem sorte, que o Lucas tinha ficado louco por mim e agora ela, ao me conhecer, sentia o mesmo. Achei ela super sincera e sugeri a gente tomar um café pra ver no que dava. Conversamos por uma hora mais ou menos e eu gostei muito deles. Até aquele momento, não havíamos falado sobre minha condição e, como eu não lembrava direito da noite com o Lucas, achei correto e leal perguntar pra ela se ela sabia que eu não era mulher, mas sim trans. A Julia me olhou e, sorrindo, disse: "É a minha fantasia, claro, desde que você goste de uma mulher da minha idade". Como resposta, eu só perguntei: "E aí, pra onde vamos?". O rosto deles se iluminou. O Lucas disse que eles moravam no Boedo e, se eu não me importasse, podíamos ir pro apartamento deles. Pegamos um táxi.
Bem, chegamos lá. O Lucas colocou uma música e a Julia disse que ia se pôr mais confortável. Enquanto o Lucas me oferecia um drink, ela voltou com um body branco e uma lingerie da mesma cor, que ficava linda nela. O sutiã destacava uns peitos médios, um pouco caídos, mas bem tentadores. O Lucas a beijou na boca, agarrando a bunda dela, e me convidou pra me juntar ao beijo. Nós nos comemos, os três. A Julia me apalpou toda e parou na minha cock, que já estava dura. "Cande, que cock linda", ela me disse, beijando meu pescoço. O Lucas já estava pelado e a cock dele estava duríssima. Entre os dois, me deixaram pelada, me beijando. A Julia se ajoelhou e engoliu minha cock enquanto o Lucas passava a dele na minha bunda. "Que cuzinho precioso, meu Deus", ele sussurrou no meu ouvido. Eu estava explodindo, a Julia já tinha engolido minhas bolas. Fomos pro quarto. O Lucas me implorou: "Come ela". Tirei a calcinha dela, ela tinha uma buceta de lábios grossos. Chupei ela um pouco e a Julia não aguentou, gozando na minha boca. Subi nela e a enfiei. Ela gemeu e pedia por mais cock. O Lucas observava e se masturbava freneticamente. Fodi ela até avisar que ia gozar. A Julia me prendeu com a buceta e me esvaziou dentro dela. Nos beijamos com paixão. O Lucas aproximou a cock dele pra que eu chupasse. Fiz um deep throat que fez ele descarregar toda a porra na minha garganta. Ficamos deitados, os três. Depois de uma pausa, a Julia voltou a chupar minha cock, ela queria mais. Ela a deixou dura que era uma beleza e, quando estava bem rígida, ela... Beijei e disse: pega. Lucas ficou de quatro na ponta da cama. Ela o beijava enquanto eu ia enfiando.
Entrou como uma luva e eu o comi enquanto Julia fazia chupar a sua buceta.
Cada piada minha na bunda do marido era transmitida para a sua ppk. Enchi a bunda dele de porra e Julia acabou como uma puta.
Eu precisava de pau e ordenei que Lucas me comesse.
Trocamos, ficando eu de quatro. Lucas chupou bem minha bunda e enfiou até as bolas. Me bombou um bom tempo, me fazendo sentir bem o pau.
Julia estava fora de combate. Lucas me comeu de novo e, quando eu não aguentava mais, encheu meu cu de porra me chamando de puta.
Ficamos destruídos.
Depois de um tempo, tomamos banho separados. Lucas pediu um Uber pra mim.
Nos despedimos nos beijando os três e prometendo muitas fodas.
Mais pra frente conto outras noites juntos e separados.
2 comentários - Mais uma noite louca