aqui vai mais uma história de quebrada
espero que vocês curtam
OBRIGADO POR ME LER
E PELOS PONTOS QUE ME PREMIAM
Contos de Quebrada 2
Todo mundo sabia que a Ana tava botando chifre no marido Gastón. Ele é um cara legal, por isso ninguém nem toca no assunto. Ela mora a três quarteirões do sogrão, que, mesmo no documento constando como pai do Gastón, todo mundo sabe que não é verdade. A Ana tem dois filhos, de 8 e 9 anos, e desde o primeiro dia que conheceu o Gastón, ela se dedicou a botar chifre nele. Embora ela jure que os filhos são do Gastón, o bairro inteiro duvida, e com toda razão. Ela não tem um corpão, é bem gordinha, mas tem um ponto a favor: um belo par de peitos, uns 120 mais ou menos, que ela vive mostrando, escondendo os bicos com aquele sorrisão dela. O Gastón é aquele típico vagabundo; só ela trabalha em casa. Ele, de vez em quando, faz uns bicos, o que permite cuidar das crianças e fazer as coisas que a Ana deveria fazer. Desse casal, conhecem-se várias histórias, desde o dono da banca de jornal até o verdureiro, passando pelo dono do mercadinho e o açougueiro. Todos foram lobos que ela, com muito gosto, alimentou. A Ana trabalha como pedicure e também é cabeleireira, mas não nesse bairro. Ela costuma trabalhar de manhã e, à tarde, fica passeando. Normalmente, é encontrada na casa do sogrão, uma casinha com um quintalzão nos fundos e uma oficina lá no fundo. A casa também tem uma piscina bonita. É pra lá que ela vai à tarde, às vezes com os filhos, outras vezes sozinha, embora eu já tenha visto ela voltar pra casa dela à noite, andando como se tivesse um pepino enfiado na buceta, sinal de que o sogrão tinha arrebentado o cu dela. Dizem as putas do bairro que ele é muito bem dotado, e essa é a grande diferença pro pinto pequeno do filho dele. Tô convencido de que o velho come a esposa do filho e fez dela a putinha dele. É por isso que rola esse morbo no bairro. Tudo começou na quarentena: ela não podia ver ninguém nem trabalhar, então o Gastón pediu ajuda pro pai dele. O velho odiava a Ana, sempre deixou claro que, pra ele, ela era uma puta. barata, mas mesmo assim o velho começou a ir na casa dela direto e aceitou contratar a ana pra cuidar da esposa dele e levar os filhos. naquela mesma tarde, o german levou os filhos pra mãe dele, deixando o pai a sós com a ana. deixou ela sozinha com um lobo velho, e o lobo acabou comendo ela. quando ele voltou, o pai foi embora com um sorrisão na cara, parecia cansado. a ana ainda tava vestida com o avental que se abria e deixava ver que por baixo ela tava pelada. a ana também tava exausta e dolorida, o sogro tinha destruído a bunda dela. só de olhar, o german percebeu, mas não falou nada. pelo contrário, disse pro pai que no dia seguinte a ana iria na casa dele e ficaria enquanto ele cuidava das coisas da casa e dos meninos. desde aquele dia, a ana virou a puta do sogro, que comia ela dia sim, dia não, na oficina que ele tinha no fundo. por outro lado, a sogra tava grata com a ana, não só por tirar o velho de cima dela — já que toda vez que ele comia a ana, deixava ela de cama — mas também por deixar ela ver os netos. a puta da ana tinha ficado muito descarada. os decotes, além de serem enormes, agora ela usava umas leggings semi transparentes que deixavam ver a bunda gorda que ela tinha. claro que isso fez ela voltar pra casa com uma mancha enorme na bunda, uma mancha de porra resultado da foda que o velho tinha dado nela. eram poucos os que viam ela assim, já que o corno sempre acompanhava ela até em casa, andando atrás dela, e quando chegava em casa, ficava desesperado pra entrar no banheiro e bater uma punheta. assim era a vida da ana. ela não reclamava, pelo contrário, o sogro era muito generoso com ela. vários amigos dele queriam comer ela, mas o velho não deixava. ela era a puta pessoal dele e ele não queria dividir. embora depois do verão ele tenha dividido, mas não vamos nos adiantar. quando o verão chegou, os sogros levaram ela pra praia junto com os netos, deixando o corno cuidando das Duas casas, o velho tinha comprado pra Ana uma maiô que não deixava adivinhar nada, no fim das contas, na praia a Ana só ia pra praia e era normal o velho levá-la pra casa ao meio-dia com a missão de trazer algo pra comer na praia, claro que quando voltavam a Ana já andava diferente, o velho arrebentava a buceta dela em casa e às vezes enchia a pussy dela também enquanto na praia a sogra esperava eles junto com os netos. Uns dias antes de voltar, o velho deixou ela ficar sozinha na praia, já estava escurecendo e a Ana começou a andar, quando de repente encontrou o que estava procurando: três caras jovens e gostosos que não perderam tempo em levá-la pras dunas, ali a puta da Ana teve a primeira festa dela, três paus enormes só pra ela que deixaram ela largada na areia com a maiô toda torta. Os caras foram embora quando se cansaram de usar ela, ela demorou pra se recuperar e percebeu que não podia voltar assim pro sogrão, ajeitou a maiô que tava visível pra todo mundo toda cheia de porra e pra limpar entrou no mar gelado e assim molhada voltou pra casa. Depois disso, três vezes ela se dedicou a passear pela praia já de noite e quando voltou pra casa do sogro disse pro Germano que foram as melhores férias que ela tinha tido na vida. No mês seguinte, o velho desconfiando do que tinha rolado na praia, decidiu dar uma grande surpresa pra ela, era evidente que o velho já tinha se cansado de comer ela. Numa sexta à noite convidou ela pra um churrasco, o que a Ana não sabia é que lá estavam esperando os amigos do sogro com vontade de arrebentar ela. Grande foi a surpresa dela ao ver eles e na hora entendeu do que se tratava, a putinha tinha ido de maiô já que por causa do calor que tava queria entrar na piscina. O Germano não perdia nenhum movimento da esposa, morria de vontade de ver ela sendo comida. Então ela sentou na mesa e disse pro sogrão.
Ana, sério, você trouxe eles pra me dar uma festinha? Sabe que isso não vai sair barato pra você, né?
Sogro, me diz o que você quer, sua puta
Ana, pra começar, quero que você cuide da escola dos moleques o ano inteiro e que me dê um presente bem gostoso.
O sogrão da escola dos meninos fica com a avó, então ele tá pensando aí e que não seja muito caro.
Ana, beleza, preciso de um celular novo, igual nas outras férias de inverno.
Sogro, negócio fechado, mas espero que você se comporte bem com eles. Se não agradar eles em tudo, o trato tá quebrado.
O velho tinha combinado com os amigos que eles não iam só pagar o churrasco, mas também uma boa grana pra comer a putinha dele — coisa que a Ana não sabia. Jantaram pra caralho, com a Ana sentada não do lado do marido, muito menos dos filhos, mas no meio dos convidados. Ver ela comer com as tetas quase de fora esquentava todo mundo, inclusive o marido, que tava doido pra ver aqueles quatro lobos devorarem a mulher dele. Quando a janta acabou, o apalpamento na putinha foi aumentando, e talvez por isso a sogra levou as crianças pra casa junto com o corno manso, que não sabia como fazer pra espiar ela. Todo mundo entrou na piscina rodeando a Ana, que foi apalpada sem nenhuma precaução. Ana sentia o corpo inteiro sendo acariciado, especialmente as tetas e a bunda. Foi aí que ela falou pro sogrão.
Fala, sogrinho, aqui não, não deu pra ver seu filhinho.
Sogro melhor, que ele veja esse inútil como a esposa dele é uma puta gostosa e assim ele aprende a tratar ela direito.
Ali mesmo, na piscina, um dos amigos do velho puxou a sunga dele e enfiou o pau na buceta dela. A Ana só gemeu que nem uma gata e, depois de ser comida na maior selvageria, tiraram ela da piscina pra jogar no gramado, onde continuaram enfiando em todos os buracos dela. Enquanto isso, o Germán tava vendo tudo da janela da sala de casa, o corno não parava de se masturbar vendo o pai e os amigos dele usando a amada dele. Não sobrou um que não comeu o cu da sua esposa, e muito menos que não fez uma boa esfregada de peitos. A Ana ficou louca com a festa que tava recebendo, e quando todos terminaram de se satisfazer, ela ficou com vontade de continuar trepando, isso era claro pelo jeito que ela se contorcia na grama. Foi assim que todos deixaram ela. O pobre do Germán tinha as calças manchadas de tanto que gozou se masturbando até o infinito. Naquela noite, os caras ficaram pra dormir na casa dos avós, e depois que todos foram embora, o Germán foi buscar a Ana, que nessa altura tava sentada na mesa onde tinham comido, tomando uma cerveja. Ele pegou o vestido que ela tinha usado, segurou a mão dela e levou ela pra casa.
Ana, não me fala nada, já sei que você viu como seu velho e os amigos dele me comeram. Você gostou disso?
German, sim, minha vida, você sabe muito bem que pra isso eu não sirvo.
Ana, só falta você virar uma bichinha.
Desde aquele dia, Ana nunca mais deu pro sogro. De vez em quando ele arrombava a bunda dela como presente de aniversário ou de fim de ano. Mas, sim, Ana tinha conseguido o celular mais moderno.
espero que vocês curtam
OBRIGADO POR ME LER
E PELOS PONTOS QUE ME PREMIAM
Contos de Quebrada 2
Todo mundo sabia que a Ana tava botando chifre no marido Gastón. Ele é um cara legal, por isso ninguém nem toca no assunto. Ela mora a três quarteirões do sogrão, que, mesmo no documento constando como pai do Gastón, todo mundo sabe que não é verdade. A Ana tem dois filhos, de 8 e 9 anos, e desde o primeiro dia que conheceu o Gastón, ela se dedicou a botar chifre nele. Embora ela jure que os filhos são do Gastón, o bairro inteiro duvida, e com toda razão. Ela não tem um corpão, é bem gordinha, mas tem um ponto a favor: um belo par de peitos, uns 120 mais ou menos, que ela vive mostrando, escondendo os bicos com aquele sorrisão dela. O Gastón é aquele típico vagabundo; só ela trabalha em casa. Ele, de vez em quando, faz uns bicos, o que permite cuidar das crianças e fazer as coisas que a Ana deveria fazer. Desse casal, conhecem-se várias histórias, desde o dono da banca de jornal até o verdureiro, passando pelo dono do mercadinho e o açougueiro. Todos foram lobos que ela, com muito gosto, alimentou. A Ana trabalha como pedicure e também é cabeleireira, mas não nesse bairro. Ela costuma trabalhar de manhã e, à tarde, fica passeando. Normalmente, é encontrada na casa do sogrão, uma casinha com um quintalzão nos fundos e uma oficina lá no fundo. A casa também tem uma piscina bonita. É pra lá que ela vai à tarde, às vezes com os filhos, outras vezes sozinha, embora eu já tenha visto ela voltar pra casa dela à noite, andando como se tivesse um pepino enfiado na buceta, sinal de que o sogrão tinha arrebentado o cu dela. Dizem as putas do bairro que ele é muito bem dotado, e essa é a grande diferença pro pinto pequeno do filho dele. Tô convencido de que o velho come a esposa do filho e fez dela a putinha dele. É por isso que rola esse morbo no bairro. Tudo começou na quarentena: ela não podia ver ninguém nem trabalhar, então o Gastón pediu ajuda pro pai dele. O velho odiava a Ana, sempre deixou claro que, pra ele, ela era uma puta. barata, mas mesmo assim o velho começou a ir na casa dela direto e aceitou contratar a ana pra cuidar da esposa dele e levar os filhos. naquela mesma tarde, o german levou os filhos pra mãe dele, deixando o pai a sós com a ana. deixou ela sozinha com um lobo velho, e o lobo acabou comendo ela. quando ele voltou, o pai foi embora com um sorrisão na cara, parecia cansado. a ana ainda tava vestida com o avental que se abria e deixava ver que por baixo ela tava pelada. a ana também tava exausta e dolorida, o sogro tinha destruído a bunda dela. só de olhar, o german percebeu, mas não falou nada. pelo contrário, disse pro pai que no dia seguinte a ana iria na casa dele e ficaria enquanto ele cuidava das coisas da casa e dos meninos. desde aquele dia, a ana virou a puta do sogro, que comia ela dia sim, dia não, na oficina que ele tinha no fundo. por outro lado, a sogra tava grata com a ana, não só por tirar o velho de cima dela — já que toda vez que ele comia a ana, deixava ela de cama — mas também por deixar ela ver os netos. a puta da ana tinha ficado muito descarada. os decotes, além de serem enormes, agora ela usava umas leggings semi transparentes que deixavam ver a bunda gorda que ela tinha. claro que isso fez ela voltar pra casa com uma mancha enorme na bunda, uma mancha de porra resultado da foda que o velho tinha dado nela. eram poucos os que viam ela assim, já que o corno sempre acompanhava ela até em casa, andando atrás dela, e quando chegava em casa, ficava desesperado pra entrar no banheiro e bater uma punheta. assim era a vida da ana. ela não reclamava, pelo contrário, o sogro era muito generoso com ela. vários amigos dele queriam comer ela, mas o velho não deixava. ela era a puta pessoal dele e ele não queria dividir. embora depois do verão ele tenha dividido, mas não vamos nos adiantar. quando o verão chegou, os sogros levaram ela pra praia junto com os netos, deixando o corno cuidando das Duas casas, o velho tinha comprado pra Ana uma maiô que não deixava adivinhar nada, no fim das contas, na praia a Ana só ia pra praia e era normal o velho levá-la pra casa ao meio-dia com a missão de trazer algo pra comer na praia, claro que quando voltavam a Ana já andava diferente, o velho arrebentava a buceta dela em casa e às vezes enchia a pussy dela também enquanto na praia a sogra esperava eles junto com os netos. Uns dias antes de voltar, o velho deixou ela ficar sozinha na praia, já estava escurecendo e a Ana começou a andar, quando de repente encontrou o que estava procurando: três caras jovens e gostosos que não perderam tempo em levá-la pras dunas, ali a puta da Ana teve a primeira festa dela, três paus enormes só pra ela que deixaram ela largada na areia com a maiô toda torta. Os caras foram embora quando se cansaram de usar ela, ela demorou pra se recuperar e percebeu que não podia voltar assim pro sogrão, ajeitou a maiô que tava visível pra todo mundo toda cheia de porra e pra limpar entrou no mar gelado e assim molhada voltou pra casa. Depois disso, três vezes ela se dedicou a passear pela praia já de noite e quando voltou pra casa do sogro disse pro Germano que foram as melhores férias que ela tinha tido na vida. No mês seguinte, o velho desconfiando do que tinha rolado na praia, decidiu dar uma grande surpresa pra ela, era evidente que o velho já tinha se cansado de comer ela. Numa sexta à noite convidou ela pra um churrasco, o que a Ana não sabia é que lá estavam esperando os amigos do sogro com vontade de arrebentar ela. Grande foi a surpresa dela ao ver eles e na hora entendeu do que se tratava, a putinha tinha ido de maiô já que por causa do calor que tava queria entrar na piscina. O Germano não perdia nenhum movimento da esposa, morria de vontade de ver ela sendo comida. Então ela sentou na mesa e disse pro sogrão.
Ana, sério, você trouxe eles pra me dar uma festinha? Sabe que isso não vai sair barato pra você, né?
Sogro, me diz o que você quer, sua puta
Ana, pra começar, quero que você cuide da escola dos moleques o ano inteiro e que me dê um presente bem gostoso.
O sogrão da escola dos meninos fica com a avó, então ele tá pensando aí e que não seja muito caro.
Ana, beleza, preciso de um celular novo, igual nas outras férias de inverno.
Sogro, negócio fechado, mas espero que você se comporte bem com eles. Se não agradar eles em tudo, o trato tá quebrado.
O velho tinha combinado com os amigos que eles não iam só pagar o churrasco, mas também uma boa grana pra comer a putinha dele — coisa que a Ana não sabia. Jantaram pra caralho, com a Ana sentada não do lado do marido, muito menos dos filhos, mas no meio dos convidados. Ver ela comer com as tetas quase de fora esquentava todo mundo, inclusive o marido, que tava doido pra ver aqueles quatro lobos devorarem a mulher dele. Quando a janta acabou, o apalpamento na putinha foi aumentando, e talvez por isso a sogra levou as crianças pra casa junto com o corno manso, que não sabia como fazer pra espiar ela. Todo mundo entrou na piscina rodeando a Ana, que foi apalpada sem nenhuma precaução. Ana sentia o corpo inteiro sendo acariciado, especialmente as tetas e a bunda. Foi aí que ela falou pro sogrão.
Fala, sogrinho, aqui não, não deu pra ver seu filhinho.
Sogro melhor, que ele veja esse inútil como a esposa dele é uma puta gostosa e assim ele aprende a tratar ela direito.
Ali mesmo, na piscina, um dos amigos do velho puxou a sunga dele e enfiou o pau na buceta dela. A Ana só gemeu que nem uma gata e, depois de ser comida na maior selvageria, tiraram ela da piscina pra jogar no gramado, onde continuaram enfiando em todos os buracos dela. Enquanto isso, o Germán tava vendo tudo da janela da sala de casa, o corno não parava de se masturbar vendo o pai e os amigos dele usando a amada dele. Não sobrou um que não comeu o cu da sua esposa, e muito menos que não fez uma boa esfregada de peitos. A Ana ficou louca com a festa que tava recebendo, e quando todos terminaram de se satisfazer, ela ficou com vontade de continuar trepando, isso era claro pelo jeito que ela se contorcia na grama. Foi assim que todos deixaram ela. O pobre do Germán tinha as calças manchadas de tanto que gozou se masturbando até o infinito. Naquela noite, os caras ficaram pra dormir na casa dos avós, e depois que todos foram embora, o Germán foi buscar a Ana, que nessa altura tava sentada na mesa onde tinham comido, tomando uma cerveja. Ele pegou o vestido que ela tinha usado, segurou a mão dela e levou ela pra casa.
Ana, não me fala nada, já sei que você viu como seu velho e os amigos dele me comeram. Você gostou disso?
German, sim, minha vida, você sabe muito bem que pra isso eu não sirvo.
Ana, só falta você virar uma bichinha.
Desde aquele dia, Ana nunca mais deu pro sogro. De vez em quando ele arrombava a bunda dela como presente de aniversário ou de fim de ano. Mas, sim, Ana tinha conseguido o celular mais moderno.
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