Proibido. Comi a esposa do meu filho pt1

Tenho 48 anos e o sol desta fazenda curtiu minha pele e minha alma. Depois que minha esposa morreu, me isolei neste canto do mundo buscando silêncio, sem tocar numa mulher há anos. Até que meu filho chegou com ela. Elena tem 23 anos e, desde o primeiro dia, soube que era minha perdição. Ela parecia recatada, pura, uma visão de mármore que não combinava com a rudeza da minha vida.

A primeira rachadura na minha vontade apareceu naquela noite em que fui buscar água. Cruzei com ela no corredor: usava uma blusinha que mal cobria a lingerie. O contraste da bunda dela, branca e firme, e o jeito que o tecido esticava sobre os peitos me enlouqueceu. Não consegui tirar os olhos dela.

Dias depois, meu filho teve que ir pra cidade por dois dias resolver uns problemas do trabalho, e o destino nos deixou sozinhos. Naquela tarde em que ele avisou, vi ela na piscina. Notei que Pedro, meu funcionário mais leal, também não conseguia parar de olhar pra ela. Tivemos uma conversa rápida; Pedro estava nervoso, reconhecendo a beleza insultante da mulher que não era nossa.

A tempestade chegou naquela noite. Fui até o quarto dela, espiando pela fresta, e vi: ela estava deitada na cama, com a luz do celular iluminando o rosto de porcelana, entregue ao próprio tesão enquanto via pornô. Eu me masturbei olhando pra ela. O que fiz não tem justificativa, sou o sogro dela, o homem que deveria ter protegido a integridade do lar. Mas quando olho pra trás, praquelas semanas de calor sufocante na fazenda, percebo que minha vontade se desfez desde o momento em que ela entrou na minha casa.

Meu filho sempre teve bom gosto, mas não sabia o que tinha. Tratava ela como um enfeite, uma mulher branca, delicada e etérea que parecia fora de lugar nesse ambiente rústico. Eu, por outro lado, a observava com a fome de quem conhece a terra. Via como os dedos dela percorriam a pele pálida, deixando-a rosada, e como ela ficava louca com aqueles homens na tela.

Até que um trovão caiu perto da fazenda, fazendo fazendo os vidros tremerem e cortando a luz. Saímos no corredor, fingi que precisava ir no antigo celeiro pra ver os geradores e ela, com medo do escuro, me acompanhou. Lá, rodeados de ferramentas e sombras, a maturidade das minhas mãos calejadas se encontrou com a frescura da pele branca dela. Quando a encontrei no corredor, com a luz da minha vela tremendo entre nós, não vi minha nora. Vi uma mulher que me devolvia um olhar carregado de um desafio silencioso. A seda da camisola dela mal escondia a perfeição das curvas; era uma visão de marfim no meio da escuridão. Senti o pulso nas têmporas. Aproximei a vela do rosto dela, buscando um sinal de rejeição que nunca veio. Pelo contrário, Elena molhou os lábios e deu um passo em minha direção, invadindo meu espaço pessoal, deixando o calor do corpo dela se misturar com o meu. — "Ele não volta até segunda", ela sussurrou, e naquele instante, o último vestígio da minha moral desabou. Estendi a mão, com os dedos ainda calejados do trabalho, e deslizei pela maciez da bochecha dela até enroscar no cabelo. O contraste era quase violento: minha pele curtida contra a brancura absoluta dela. Não teve culpa, só uma necessidade elétrica que queimava minhas entranhas. Puxei ela pra mim, sentindo a maciez dos peitos dela contra meu peito firme, e soube que naquela noite, o segredo ia nos unir pra sempre. Essa é a parte que mais me atormenta e, ao mesmo tempo, a que guardo mais nítida na memória. Como homem que passou a vida debaixo do sol, acostumado com a aspereza do couro, da madeira e da pedra, ver ela sem as barreiras da roupa foi como descobrir um tesouro que não era pra meus olhos. A luz da vela, morrendo em cima da mesa, banhava o corpo dela com um tom âmbar que só destacava aquela brancura quase irreal. Não era só que ela era branca; era uma transparência de porcelana, uma pele que parecia nunca ter sido tocada pela rudeza do mundo. Minhas mãos, escuras pelo o sol e cheias de calosidades, pareciam brutais sobre a barriga dela. Quando acariciei ela, minha pele parecia carvão sobre neve. Essa diferença de cores me incendiava o sangue; ver meus dedos grossos afundando de leve na maciez dos quadris dela me lembrava a cada segundo a magnitude da minha transgressão. ​ Parei pra observar ela. Tinha uns ombros finos e delicados que tremiam sob meu olhar. Os peitos dela eram firmes, com uma redondez perfeita que terminava em pontas rosadas, um contraste tão meigo com o resto da pele pálida dela que me obrigava a prender a respiração. As pernas dela eram longas e lisas. Quando ela mexia, o jogo de sombras na parte interna das coxas era um convite pro desastre. Tudo nela era uma curva suave, um convite à perdição que contrastava com as linhas retas e duras do meu próprio corpo envelhecido mas forte. ​ Naquele momento, vi cada detalhe: uma pequena marca de nascença perto do quadril dela, a maciez das costas dela quando se arqueou buscando meu toque, e o jeito que a pele branca dela avermelhava onde minhas mãos apertavam com força demais. Era uma beleza insultante, uma que me fazia sentir jovem e condenado ao mesmo tempo. Ver ela assim, despida das camadas de civilidade que mantinha na frente do meu filho, foi o que acabou de me condenar. ​ Quando finalmente encurtei a distância, o primeiro contato foi quase violento pela necessidade acumulada. Coloquei minha mão na curva da bunda dela, sentindo o calor que emanava da pele dela. ​ Apertei ela com força, meus dedos afundando na carne dela, marcando o território que meu filho nunca soube apreciar de verdade. Carreguei ela, sentindo o peso sólido e gostoso dos quadris dela nos meus braços. Ao deitar ela sobre um monte de masturbação que tinha, me livrei do que restava de roupa com uma urgência animal. Quando me posicionei sobre ela, o contraste era total: eu era uma massa de músculo curtido, pele escura e pelo áspero; ela era uma extensão de seda, curvas pálidas e uma suavidade que me fazia sentir como um invasor num templo. Passei minhas palmas calejadas pela curva da bunda dela, apertando aquela carne firme que eu tinha imaginado tantas vezes. Ela se arqueou, se oferecendo mais, e as unhas dela cravaram nos meus ombros, exigindo a grossura que os olhos dela prometiam. Baixei meu rosto até os peitos dela, devorando a maciez da pele dela com uma voracidade que fez ela soltar um gemido rouco, um que ela nunca teria deixado escapar na frente do meu filho. O cheiro da pele dela, uma mistura de baunilha com o suor que começava da excitação, me nublou o juízo. Quando finalmente me abri caminho entre as coxas dela, senti que estava tomando algo que a própria natureza tinha me proibido. A entrada foi lenta, tortuosa, curtindo a fricção da apertura dela contra a minha maturidade. Ela me envolveu com as pernas, me ancorando no corpo dela, fundindo a palidez dela com meu bronzeado num vai e vem que fazia a madeira da cama gemer. O clímax não foi um momento de paz, foi uma explosão de raiva e prazer acumulado. Segurei os pulsos dela enquanto minhas estocadas ficavam mais violentas e profundas. Vi ela fechar os olhos, com o rosto transformado pelo gozo, e naquele último instante, quando senti que ia gozar dentro dela, soube que tinha roubado do meu filho o que ele tinha de mais sagrado. Desabei no peito dela, ouvindo nossos corações batendo como tambores de guerra no silêncio da noite, enquanto o suor colava nossos corpos numa só mancha de carne branca e escura. A gente tinha passado do ponto sem volta. Não conseguia me saciar da brancura dela marcada pelos meus dedos escuros. Forcei ela a ficar de joelhos na cama; queria ver a silhueta dela por trás, aquele arco perfeito da bunda dela se destacando na penumbra. Segurei o cabelo dela, afundando meus dedos na carne dela enquanto minhas estocadas ficavam mais brutas. Ela buscava minha aspereza, se entregando a uma energia que meu filho nunca saberia dar. No final, virei ela e forcei ela a sentar na minha frente. mim. Meu clímax não foi privado; gozei tudo direto na cara dela. Vi o líquido quente escorrendo pela bochecha e pelos lábios dela. Ela, em vez de se limpar, engoliu tudo com uma devoção que me gelou o sangue. — "Quero mais", ela sussurrou. "Mas dessa vez... me amarra."

Levei ela pra cima da mesa de madeira velha do celeiro. Usei meus cintos de trabalho pra amarrar os pulsos dela nos suportes de ferro, esticando o corpo branco dela como uma oferenda. Vendei os olhos dela com meu lenço pra que ela só sentisse meu peso e minha vontade. A escuridão da venda fez ela se arquear ao menor toque.

Me posicionei entre as pernas dela, curtindo a vulnerabilidade total. Minhas mãos exploravam cada curva da barriga e dos peitos dela, que se erguiam buscando meu contato. A penetração foi lenta, uma tortura deliberada de prazer. Os quadris dela subiam frenéticos pra encontrar meu ritmo, enquanto eu sussurrava no ouvido dela as verdades mais sombrias da nossa traição.

Eu tava prestes a gozar pela terceira vez, sentindo que meu corpo ia explodir dentro dela, quando a porta pesada do celeiro rangeu. Pedro entrou sem avisar, procurando ferramentas por causa da urgência da tempestade. Ele ficou petrificado na entrada, a luz da lanterna dele varrendo as costas nuas do patrão e a brancura imaculada da mulher amarrada e vendada que gemia sob meu comando.

Não parei. Não cobri ela. Em vez disso, a perversidade que tinha me tomado ditou o próximo passo. Elena não sabia que não estávamos sozinhos; só sentia o ar frio da porta aberta. Era Pedro a quem, com sinais, indiquei que entrasse sem parar de me mexer, com uma voz carregada de uma autoridade doentia e sussurrando, falei: "Chega mais. Olha o que meu filho deixou desprotegido."

Pedro soltou um suspiro trêmulo. O desejo dele, que já tinha nascido na piscina, explodiu ao vê-la tão exposta. Me afastei só o suficiente, sem desamarrar ela, e fiz um sinal. Queria ser testemunha da minha própria ruína. Queria ver a Pele áspera de Pedro colidindo com a seda de Elena. — "Julián? O que foi?", ela perguntou por baixo da venda, sentindo o peso sobre ela mudar, sem saber que agora eram quatro mãos percorrendo sua pele de marfim enquanto eu me sentava para observar, consumido pela imagem do corpo dela sendo compartilhado na penumbra do celeiro. Pedro se aproximou da mesa com uma mistura de pavor e fome selvagem. Ver as mãos dele, ainda mais pretas pela graxa dos tratores e pela terra do campo, pousarem sobre os quadris de Elena foi um choque visual que me fez vibrar. Elena, por baixo da venda, soltou um gemido de surpresa; o toque era diferente, mais bruto, mais desesperado. Mas longe de parar, ela empurrou o corpo para trás, buscando aquele contato novo sem saber que pertencia a um estranho.

Eu me sentei num fardo de feno, a poucos metros, e puxei meu pau de novo, que já pulsava com uma força renovada. Enquanto via Pedro se enterrar na brancura da minha nora, comecei a me masturbar. Era uma visão doentia: o empregado possuindo a mulher do filho do patrão, sob o olhar do próprio pai.

Admiti naquele instante que minha mente estava queimando pelo calor da luxúria acumulada. Sei que foi um impulso da minha mente torta, uma falta de moral que não tem nome, mas a imagem me fascinava. Ver como a pele dela se esticava e marcava sob o peso de Pedro me dava um prazer que a ação direta não conseguia igualar.

Pedro não tinha técnica, só instinto. As estocadas dele faziam a mesa ranger e Elena gritar meu nome, achando que era eu quem a levava ao limite. Eu observava tudo, minha mão se movendo num ritmo frenético, me alimentando da humilhação silenciosa e da beleza daquele corpo branco sendo tomado pela rudeza do campo.

Pedro estava chegando ao limite; a respiração dele era um grunhido e os músculos se tensaram, anunciando o fim. Naquele momento, a inveja e o senso de propriedade voltaram a mim como um chicotada. Não podia deixar ele marcar onde só eu devia estar.

Antes que o Pedro conseguisse coroar a audácia dele, pulei de uma vez e segurei ele pelo ombro com uma força que fez ele cambalear.

— "Chega. Sai", ordenei no ouvido dele com uma frieza que deixou ele gelado.

Ele recuou ofegante, tremendo, olhando pro corpo da Elena que ainda se arqueava procurando o calor que tinham arrancado dela. Pedro me olhou com olhos de súplica e medo, percebendo a magnitude do que eu tinha deixado ele fazer.

— "Vaza daqui agora mesmo", falei enquanto arrumava minha roupa e me aproximava da cabeceira da mesa. "E se um dia sair uma palavra disso da sua boca, você vai desejar nunca ter nascido. Esquece o que viu. Esquece o que tocou."

Pedro assentiu sem jeito, pegou as coisas dele e saiu correndo pra dentro da tempestade, me deixando sozinho com a mulher que ainda estava amarrada, vendada e esperando o toque final do verdadeiro dono do segredo dela.

O celeiro voltou a ser meu assim que a silhueta do Pedro se perdeu entre as sombras e o barulho da chuva. Me aproximei da mesa, onde a Elena continuava com os pulsos amarrados e os olhos vendados, sem saber do intruso que tinha acabado de ir embora. As pernas dela, daquela brancura que me obcecava desde o primeiro dia, tremiam violentamente; abriam e fechavam espasmodicamente, procurando desesperadamente o alívio que tinha ficado suspenso no ar.

Ver ela naquele estado de vulnerabilidade total, com os músculos das coxas tensos e vibrando, acabou de quebrar o pouco controle que me restava. Não consegui esperar nem mais um segundo.

Segurei ela firme pela cintura, cravando meus dedos na carne macia dela pra ancorar ela na madeira, e juntei meu corpo ao dela de novo com uma estocada que fez ela soltar um grito que se perdeu entre os trovões. Elena se arqueou debaixo do meu peso, me envolvendo com as pernas trêmulas, me apertando com uma força nascida da urgência. Na cabeça dela, eu nunca tinha ido embora; na minha cabeça, o fato de tê-la visto debaixo de outro homem só serviu pra marcar meu território com ainda mais ferocidade. Meus movimentos ficaram rítmicos, pesados e profundos, impulsionados pela visão da pele de marfim dela brilhando sob a luz dos relâmpagos que entravam pelas frestas. Dava pra sentir como o interior dela me envolvia, cada vez mais apertado, mais quente, me arrastando pro abismo. Ela começou a balançar a cabeça de um lado pro outro, com a venda molhada de lágrimas de prazer, enquanto sussurrava meu nome como se fosse uma reza pecaminosa. — "Agora, Julián... agora!", gemeu, com a voz falhando. Naquele ponto culminante, quando as pernas dela pararam de tremer pra se tensionar numa rigidez absoluta, eu também me entreguei. A explosão foi violenta, me esvaziando por completo dentro dela, selando nossa traição debaixo do teto do celeiro. Enquanto a desamarrava com as mãos ainda trêmulas, não houve reprovações nem explicações. A gente se olhou nos olhos sob a luz fraca do celeiro e, sem dizer uma palavra, selamos o pacto: o que tinha acontecido ali morreria entre aquelas paredes de madeira velha. Caminhamos de volta pra casa principal debaixo de uma chuva que se recusava a parar, limpando o rastro da punheta e da lama das nossas peles. Ao entrar, cada um foi pro seu quarto, buscando o refúgio dos lençóis pra tentar processar a magnitude da traição. Eu estava lá, deitado no escuro, com o cheiro da pele de marfim dela ainda impregnado nos meus sentidos, quando ouvi o leve rangido da porta. Elena entrou no meu quarto. Mal vestia uma camisola de seda preta que, com o movimento, deixava ver que só usava uma calcinha fio dental por baixo. Sem dizer nada, ela se enfiou na minha cama e se grudou nas minhas costas, buscando o calor do homem que a tinha possuído com uma rudeza que o marido dela jamais conheceria. Depois daquela noite, nada mais foi igual na fazenda. A relação com meu O filho desmoronou. Ele nunca soube o porquê; só via como Elena ficava cada vez mais distante, mais fria, até que finalmente terminaram. Ele voltou pra cidade, mas ela... ela nunca foi embora de verdade.

Elena começou a me visitar periodicamente na fazenda. O que começou como uma noite de tempestade se transformou numa obsessão sistemática. Não existiam mais limites: a gente praticava de tudo, explorando cada cantinho da juventude dela e da minha maturidade, buscando novas formas de saciar uma fome que parecia crescer a cada encontro. Ela se entregou completamente à minha vontade, e eu me tornei o guardião da perversidade dela.

Mas a porta que se abriu na minha mente naquela noite com Pedro não conseguiu se fechar. Uma nova escuridão se instalou no meu peito, uma necessidade de domínio que não se limitava só a possuir Elena, mas a ver outros fazendo o mesmo. Além disso, meus olhos já se fixaram em novas presas: a esposa do meu sobrinho, uma mulher que me olha com o mesmo medo e fascinação que Elena na primeira vez, e a filha de uma trabalhadora, uma mulher jovem e inocente, que anda pelas minhas terras sem saber que eu a observo das sombras.

3 comentários - Proibido. Comi a esposa do meu filho pt1