O cheiro de vinho quente e o som dos filmes de Natal eram o pano de fundo da pequena e aconchegante cabana nas colinas ao redor do Lago Come. A paisagem lá fora era linda, a neve caindo suavemente do céu. Era o tipo de clima que, se você tirar uma foto, vai ficar com uma imagem perfeita de cartão de Natal ou só uma linda tela de computador. Mas dentro da cabana, tinha uma vista muito mais gostosa. De joelhos, entre dois pares de pernas, estavam duas mulheres indescritivelmente sensuais. Agustina Gandolfo e Carolina Calvagni deslizavam as bocas pra cima e pra baixo nas duas pirocas grossas e duras como pedra dos seus namorados. As duas se agarravam na parte interna das coxas dos respectivos homens, mas também se seguravam pelas mãos enquanto chupavam as pirocas na frente delas. Os dois caras gemiam alto, tão alto que quase abafavam o som do filme que continuava rolando de fundo enquanto as duas mulheres mexiam a cabeça pra cima e pra baixo. O cara da esquerda, Nico, o namorado da Caro, gemeu de prazer, enrolando os dedos no cabelo loiro sedoso e macio da Agus. Já o Lautaro, o namorado da Agus, não gemia tão alto, mas os olhos dele estavam fixos nos da Caro enquanto ela chupava de cima a baixo, fazendo ainda mais bagunça. As duas mulheres também estavam peladas, mas antes ambas tinham escolhido a roupa que cada uma vestiu durante o melhor mês da vida de todos os envolvidos: o da Copa do Mundo do Catar 2022. A Agus usava um jeans clássico bem justinho, que abraçava perfeitamente a cintura dos sonhos dela, e claro a camisa da seleção com o 22 nas costas. A Caro também vestia um conjunto parecido: uma calça branca como a neve que marcava uma bunda de infarto, e a camiseta argentina com o 3 nas costas.

Os lindos olhos verdes de Caro estavam fixos nos de Lautaro, enquanto a boca dela subia e descia. A saliva escorria da boca dela, deslizando até as bolas de Lautaro enquanto ela apertava os lábios e os abria de leve. Baixando o rosto por completo, o pau dele bateu na garganta de Caro, fazendo ela engasgar de repente antes de subir a boca toda e soltar o membro dele com um estalo audível. Ela sorriu radiante e se inclinou, passando a língua da base até a ponta. Moveu a mão da parte interna das coxas de Lautaro até o pau dele, lambendo a base daquela rola enorme e gigantesca. Fazendo cócegas na veia antes de chegar na cabeça, rodeou a ponta e depois enfiou a boca de novo nele. A boca da Agus trabalhava com a mesma intensidade, só que num ritmo um pouco diferente. Ela deslizava a boca pra cima e pra baixo no pau do Nico, balançando a cabeça feito louca, mas com os lábios bem apertados. Tava devorando a rola do marido da melhor amiga. Ela tava de bruços e mantinha a boca tão apertada que parecia que o Nico tava comendo a bunda apertada dela, algo que a loira sempre guardou pro Lautaro. A saliva quente acumulava na boca dela e ela simplesmente banhava o pau mais grosso do Nico na própria baba. Os dedos dela se agarravam com força nos da Caro, apertando enquanto olhava pra amiga e pro namorado dela, enquanto trabalhava no homem na frente dela e a Caro fazia exatamente a mesma coisa.

As duas mulheres balançaram a cabeça para cima e para baixo, quase em perfeita sincronia uma com a outra, as duas se seguraram pelas mãos enquanto chupavam as picas na frente delas. O casal trocou um olhar e depois voltou para os caras que estavam recebendo sexo oral, tanto Agus quanto Caro empurraram seus rostos para frente, forçando as duas picas grandes em suas respectivas gargantas. Os lábios vermelhos brilhantes de Agus pintaram contra o colo de Nico enquanto Caro fazia o mesmo com o colo de Lautaro. O casal ficou lá embaixo até que Caro foi a primeira a quebrar e levantou a cabeça da pica de Lautaro. A pica grande escorregou da boca de Caro e a loirinha tossiu com o movimento mais libertador. Agus olhou para Lautaro e depois voltou para Nico antes de levantar a boca da pica do namorado de Caro. Ganhei!" Agus sorriu radiante, com um sorriso malicioso. Não é minha culpa". Caro fez biquinho, limpando a boca com as costas da mão. Agus bufou, mas voltou a acariciar a pica do Nico com a mão. As duas mulheres pararam de se dar as mãos enquanto se olhavam uma para a outra e depois para as pirocas escorregadias com que tinham estado brincando. Beleza, e agora?", perguntou Caro, acariciando a rola do Lautaro antes de se abaixar e pegar nas bolas pesadas do cara. Temos que transar!", disse Agus, sorrindo com a pergunta. Olhou pra Caro e depois pros caras, bem impressionada que a pica na mão dela tinha endurecido de novo só com a sugestão. Levantou dos joelhos, Caro seguiu a loira e as duas encararam os homens sentados no sofá. Será que a gente troca de novo?", perguntou Caro, se perguntando se os dois casais deviam ficar juntos ou se deviam continuar transando com o outro parceiro. E agora, o casal estava de joelhos na frente do homem do outro. Acariciando e tocando a piroca e os ovo escorregadios, Agus inclinou a cabeça levemente antes de balançar a cabeça negando. Não. Quero ver você chupar a rola do Lautaro e quero mamar nesse monstro também." Ela acrescentou, apertando suavemente a rola do Nico. As duas mulheres, e os homens, concordaram com sorrisos largos nos rostos. Perrito." Nico implorou num suspiro, inclinando-se pra trás pra poder ver a loira acariciando a rola dele. O que você acha, Lautaro? Quer foder a Caro de quatro?" — perguntou Agus, se inclinando e cuspindo nas bolas pesadas, fazendo elas rolarem entre os dedos.
Isso... Isso parece incrível." Lautaro assentiu, vendo Caro quicar pra cima e pra baixo. As duas mulheres balançaram a cabeça e largaram os dois paus, levantaram-se e deslizaram as calças justas pra baixo. A calcinha das mulheres foi jogada uma na outra, o casal rindo, mas ainda prontas pra pegar seus namorados. As garotas se levantaram e depois se ajeitaram, viraram-se e se ajoelharam na frente dos seus homens, que também tinham mudado de posição, levantando do sofá e se ajoelhando atrás da namorada do outro cara. A bunda da Caro era melhor que a da Agus, todo mundo sempre concordou com isso e, quanto mais olhavam, mais isso ficava evidente. Lautaro foi abrindo caminho, ajoelhando-se enquanto segurava as coxas dela, fazendo Caro rir de prazer, rebolando contra o bahiense.

Enquanto isso, Nico se posicionava atrás de Agus e a segurava ferozmente pelos quadris. Os caras não tavam sincronizados, mas os dois meteram nas minas, arrancando dois gemidos longos. Mesmo assim, o casal se movia junto, gemendo tão alto quanto elas. Nico foi o primeiro a se entregar, jogando a bunda pra trás e metendo em Agus, o que só fez a loira gritar de tesão, empurrando a bacia contra a cintura dele. Caro tinha enrolado as pernas na cintura do Lautaro, e quando a rola enorme e grossa dele abriu ela, só conseguiu gemer de prazer e se deixar levar. As mãos dela afundavam no carpete, na mesma firmeza que a da Agus. As duas já tavam se acabando, mas quando os caras começaram a marcar o ritmo, comendo elas de quatro, ambas gemiam mais alto.
As bundas da Agus vibravam a cada estocada, e enquanto Nico segurava ela pela cintura, começou a achar o ângulo certo pra meter nela. Empurrando pra frente e pra trás, inclinou a pica comprida dentro dela e apontou pra ponta da buceta da Agus, mas se movia pra baixo, deslizando dentro e fora com uma penetração diferente. Era difícil pro cara, mas pelo jeito que ela gemia e ofegava por ele, sabia que tava acertando na mosca. Metendo pra dentro e pra fora, o quadril dele batia na bunda dela com um estalo forte que parecia arrancar ainda mais gemido dela. Nico sorria a cada som que saía da mulher; aquilo mostrava que ele tava mandando bem.

Exatamente como Caro gemendo pelo Lautaro, do lado dela. Lautaro segurava Caro pelas coxas, com os dedos bem em cima das meias, mas depois desceu até a calcinha, deslizando por dentro do tecido, ficando preso entre o pano sedoso e a pele quente e torneada dela. Lautaro não tinha decidido tocar os pontos mais gostosos de Caro, só a empurrava pra frente, balançando ela em cima dos joelhos. O pau dele era um pouco maior que o normal, ou pelo menos era o que Agus tinha dito. Sempre achou que era pra foder ela com mais força. Também não é que ela tivesse algum problema com isso. Segurando ela pelas coxas e pelas meias, Lautaro começou a meter, balançando ela pra frente e pra trás em cima dos joelhos. Olhou pra Agus, que tinha a mesma cara de tesão no rosto enquanto as duas mulheres eram macetadas juntas.
Enquanto os homens balançavam pra frente e pra trás, metendo nas suas respectivas mulheres, todos gemiam alto e com tesão. Claramente, a cada empurrão e estocada dentro das mulheres, os sons eram de puro prazer. As duas mulheres balançavam pra frente e pra trás; o som de carne batendo em carne, misturado com os gemidos e gritos de prazer de duas das melhores bucetas da Argentina, era o suficiente pra deixar qualquer homem duro, mas estar dentro de uma delas até o saco era uma experiência completamente diferente. Agus já tava no auge da orgia de prazer e Nico segurava ela pela cintura, mas em vez de empurrá-la pra frente, ele a puxava contra si. A sensação de como a bocetinha apertada da Agus envolvia ele foi quase o suficiente pra levá-lo ao limite na hora. O cabelo loiro dela balançava a cada puxada pra trás, e toda vez que ele a empurrava de volta e enterrava o pau nela, ela deixava a cabeça cair um pouco pra trás e o cabelo loiro sacudia quase como incentivando ele a continuar.

Lautaro agarrou Caro com força, segurando-a pelas coxas e com as meias nas mãos mantendo-a no lugar; ele quase não tinha opções para usá-las. Poderia ter tirado os dedos da bunda dela, mas a sensação da pele quente dela já era o suficiente pra deixá-lo louco de prazer. Metendo pra dentro e pra fora, ele se certificou de continuar, deslizando dentro dela e esticando-a enquanto a segurava. Os quadris dele começaram a bater contra a bunda gorda dela, e bastou pra ele tirar a mão da perna esquerda dela. Lautaro agarrou a bunda dela como um possesso, apertando a nádega, deu um tapa enquanto ela gritava com o toque, fazendo Caro se apertar contra ele quase na hora de ele penetrá-la.

As duas mulheres e os dois homens estavam mergulhados no prazer, e enquanto o orgasmo das mulheres se intensificava, os homens estavam muito mais perto. Depois de duas boquetas fodidas, o fato de estarem comendo as namoradas um do outro, que também curtiam pra caralho, parecia animá-los ainda mais. A pica do Lautaro continuava esticando a Caro enquanto o Nico puxava a Agus pra trás, arqueando as costas da loira enquanto ele garantia que continuava acariciando aquele mesmo ponto gostoso dentro dela. Enquanto metiam e tiravam, ou puxavam a mulher pra trás, o Nico grunhiu de prazer e, antes mesmo de conseguir dar um aviso, o orgasmo dele explodiu. Jorrando umas porradas dentro da buceta da Agus, a loira gritou de tesão ao sentir o esperma quente batendo lá dentro. Agus berrou de prazer e também gozou. Ela se jogou no chão, esgotando o orgasmo com um gemido agudo pra caralho. A racha da Caro tinha se apertado contra o pau do Lautaro; era maior do que ela tava acostumada, embora fosse parecida em tamanho com a do Nico, só que um pouco mais grossa e comprida. Caro quase foi empurrada pra frente pela força bruta do homem que batia por trás; o corpo dela balançava pra lá e pra cá, e Lautaro continuava firme. Metendo dentro dela, empurrou ela pra dentro, e a bunda gorda dela fez aquele barulhão gostoso batendo na cintura forte dele. Forçando o pauzão dentro dela, ele se inclinou levemente pra frente, a mão passou por baixo dela, a que ele tinha soltado antes, pra agarrar o peito dela, servindo quase como uma espécie de apoio. Metendo dentro dela, Lautaro se preparou quando Caro soltou um gritão e a buceta dela agarrou o pauzão dele, o orgasmo tomou conta de tudo e ela caiu pra frente, com a cara enterrada no tapete fofinho na frente da mulher latina. Enquanto Lautaro enfiava com a cintura, ele grunhiu antes de recuar e sair dela, bem na hora de descarregar o próprio orgasmo nas costas da mulher. Os dois homens ficaram de pé, olhando pras mulheres incríveis na frente deles enquanto Caro e Agus se ajoelhavam. Caro levou a mão às costas e pegou, sem olhar, o esperma quente e grudento que tinha sido jorrado nas suas costas. Agus também se moveu devagar, olhando por cima do ombro pro Lautaro e depois de volta pro Nico. Os dois homens tinham uma fina camada de suor nos corpos, e as mulheres também estavam perto disso, embora todos já estivessem mais que acostumados com uma atividade física tão intensa. Agus ajudou a limpar as costas da amiga, alimentando ela antes de provar ela mesma o esperma do namorado. Espero que vocês não tenham terminado, hein, gurizada?", perguntou Caro, virando-se pra olhar pros dois caras, pro namorado dela e depois pro Lautaro. Os dois já estavam duros de novo, e isso fez as duas mulheres rirem. Tá bom, vamos nessa." Disse Agus, se ajeitando numa posição mais tradicional de papai e mamãe, apoiando os cotovelos e olhando pros dois caras. Caro imitou o movimento, se mexendo pra ficar de brincadeira deitada sobre a barriga da Agus, as duas mulheres formando um X. "Lautaro, vem cá. O cara tava ansioso demais, se mexendo e ajoelhando na frente da namorada dele, já pronto pra meter nela antes de amolecer de vez, mas percebeu que tava escorrendo o creampie do Nico. Ah, merda..." Ele reclamou, olhando a entrada da sua namorada gostosa. Sério? Quer que eu vá me lavar?" Agus brincou, provocando o namorado, que pareceu pesar as opções por um momento antes de balançar a cabeça negando.

Não! Não, tá de boa". Disse Lautaro, avançando e enfiando o pau na namorada de uma só vez. O pau dele deslizou de novo dentro da Agus, passou pelo creampie e, embora em qualquer outra situação ele torcesse o nariz, descobriu que não tava nem aí. As mãos dele agarraram os quadris dela do jeito que sabia que ela gostava, e ele entrou fácil nela, fazendo a loira gemer de prazer e se arrepiar toda, mesmo estando meio esmagada pela Caro em cima dela.
Caro encarava Nico, mordendo o lábio inferior enquanto via o namorado dela, o homem que ela amava, enfiar o pau na buceta dela antes de deslizar tudo de uma vez só, fazendo a mina arquear as costas e gemer alto. Agus também gritou. O casal já tinha se acostumado com a sensação de ter o pau do namorado de novo dentro deles, e do jeito que eles ofegavam e gemiam, parecia que já estavam curtindo o tesão, quase como se fosse esperado. Enquanto Nico começava a meter e tirar, Caro gritava de prazer; as pernas perfeitas dela se enroscavam nas dele, prendendo ele bem fundo dentro dela. Ele encarava ela nos olhos enquanto metia e tirava, os peitos dela balançando a cada enfiada.

Nico estendeu a mão e puxou o sutiã, soltando ele. Os peitos nus dela se derramaram pelo quarto, mostrando os lindos e durinhos biquinhos. Enquanto Caro se despia, Agus enfiou a mão por trás do próprio corpo e afrouxou o sutiã, libertando as poderosas tetas dela.
Os homens entravam e saíam do corpo de suas esposas, deslizando com avidez pra frente e pra trás, entrando e saindo como um pistão. As duas mulheres se agarraram cegamente por trás, segurando a mão uma da outra enquanto ambas eram sacudidas, recebendo fortes penetrações dos seus respectivos namorados. Os homens as empurravam com entusiasmo, com o olhar fixo nos peitos vibrantes, não só das suas próprias namoradas, mas também da outra mulher envolvida no quarteto. Lautaro foi o primeiro a experimentar algo novo: estendeu a mão por cima do braço de Nico e agarrou o peito vibrante de Caro, roçando o mamilo dela com o polegar antes de apertá-lo. Batendo na buceta de Caro, ele viu Agus olhar para Nico e depois colocar a mão do namorado de Caro sobre a sua. Parecia que os dois homens estavam em êxtase com a cena, e curtiam mais do que nunca enquanto bombavam dentro das mulheres. Ambos já estavam familiarizados com a sensação da buceta das suas respectivas namoradas, mas foder lado a lado com outro homem era uma experiência completamente diferente. Os jogadores de futebol estavam comendo as namoradas deles cada vez com mais força. O primeiro orgasmo delas tinha ajudado a superar o período refratário e, assim que enfiaram nelas, foi como dar uma segunda vida. Agora, porém, enquanto acariciavam os peitos da outra mulher e se abriam caminho dentro das respectivas minas. Realmente parecia cena de filme pornô e nenhum dos dois conseguia acreditar na sorte. As duas mulheres, quase em perfeita sincronia, se arquearam do chão, ou da barriga da amiga, e chegaram ao clímax de novo, gozando com força nos paus deles. Enquanto as minas chegavam ao clímax, os dois caras seguraram firme os peitos e a parte do corpo que estavam segurando antes de recuar lentamente os quadris e deixar os paus caírem das bucetas delas. Aaaahh..." Caro conseguiu respirar, rindo enquanto Agus sorria e olhava pra ela, balançando a cabeça. Caro se levantou devagar, toda suada, igualzinho a Agus, e se virou pra ficar praticamente no meio dos dois caras. Agus se mexeu e passou o braço pelos ombros de Caro, o antebraço bem em cima do peito dela, enquanto os dois homens ficavam de quatro, se encarando. Bom... A gente tava pensando em mais duas posições", disse Agus com um sorriso malicioso ao soltar a Caro. "O que a gente tava pensando é que quero ver vocês dois, atletas fortes e musculosos, metendo em Caro ao mesmo tempo". Vale! Claro!" Lautaro e Nico concordaram na hora. Caro riu e deu de ombros. Aí ela se levantou, chegou perto do Nico, o namorado dela, e passou a mão no peito dele.

Mas você vai me dar o cu, amor". Esse comentário foi o suficiente para os dois caras; nenhum deles tinha problema algum e todos estavam felizes em embarcar na onda. Mas, enquanto se moviam na direção do que imaginavam que seria com a Caro de joelhos, ela balançou o dedo indicando "não". Ela se levantou e os dois homens a seguiram; a Agus foi a última, mas estava igualmente ansiosa. Caro se colocou entre eles, acariciando-os com as mãos; as picas estavam escorregadias não só pela saliva dela, mas também pelos fluidos compartilhados. Ela moveu ambas as mãos levemente para cima e para baixo antes de se deslizar, ficando presa entre os dois. Quase que na mesma hora, os dois caras se aproximaram dela e a seguraram, seguindo as instruções dela. O Nico a segurava pela parte de baixo das coxas e, enquanto a levantava no ar, ela rapidamente envolveu os ombros do Lautaro com o braço esquerdo e os do Nico com o direito. Lautaro se inclinou entre as pernas de Caro e empurrou seu pauzão contra a buceta dela, deslizando pra dentro e fazendo ela gritar de prazer. Enquanto as costas dela se arqueavam, Nico segurou as pernas de Caro junto com Lautaro, ajudando a dividir o peso leve da mulher deles. Com a mão livre, Nico enfiou entre as nádegas dela e, com relativa facilidade, empurrou o pau pra frente, deslizando de volta pro cu de Caro, preenchendo ela duplamente e fazendo ela gritar ainda mais. Enquanto os dois se moviam dentro dela, os caras pararam por um instante, olhando pros respectivos lados de Caro antes que ela começasse a girar o quadril no lugar. Ela claramente já tava se acostumando com a sensação gostosa, os dedos dela se enroscaram na nuca de Nico, usando o cabelo peludo quase como uma alça. Ela arqueou as costas debaixo do aperto dele e depois empurrou a bunda em direção ao Nico, incentivando ele a começar a meter nela com tudo.

Os dois homens a seguraram, as mãos agarrando firme a parte de baixo das coxas dela, estudando o rosto dela, mas o jeito que ela se movia sobre eles deu todas as pistas que precisavam pra continuar. Nico balançou os quadris pra frente e pra trás, o pau dele começou a se esticar devagar dentro do cu dela e ele praticamente podia sentir a sensação do pau do Lautaro dentro da buceta da mulher dele. O olhar dele desviou pro lado do rosto da Caro e os dois homens trocaram contato visual, um sorriso safado se espalhando entre eles. Nico viu o Lautaro puxar os quadris pra trás e depois empurrar pra frente, e bem na hora que o Lautaro empurrava pra frente, Nico recuou, enfiando o pênis devagar dentro dela enquanto a pressão que tava dentro da buceta dela aliviava um pouco.

Com cada empurrão dentro dela, provocava um barulho diferente na mulher: quando Lautaro enfiava o pau todo dentro dela, Caro gemia, e quando Nico deslizava completamente pra dentro, ela gritava de prazer. Os sons eram um estímulo delicioso pros caras, que continuavam firme, tentando arrancar mais gemidos da loira gostosa. Com os paus entrando e saindo dela, Caro já sentia outro orgasmo chegando. Sabia que o orgasmo anterior já estava escorrendo pelo pau do Lautaro, lambuzando ele ainda mais com os sucos dela, e só imaginava como aquilo devia ser gostoso pra ele. Os dois homens estavam num ritmo simples, mas eficiente, juntos.

Enquanto os dois caras comiam a Caro Calvagni, a Agus tava ocupada. Não só ficava de olho neles, mas também usava os próprios dedos longos pra penetrar a própria buceta. Ela viu o Lautaro se abrindo caminho pra frente, se balançando com o Nico, fazendo o marido da Caro se afastar. O Nico avançou e o Lautaro recuou. Num ritmo lento e constante, os caras começaram a usar o corpo da Caro pra se satisfazer, fazendo todo mundo naquela cena de dupla penetração gemer de prazer. Enquanto a Agus observava a amiga e os dois caras comendo ela, começou a mexer os dedos devagar pra frente e pra trás dentro da própria buceta. Lautaro se empurrou pra frente e Caro gemeu direto no ouvido dele. O que tinha rolado até ali era coisa de sonho mais louco de homem; tinha começado com os boquetes e a parada não parava. Metendo dentro da CaroCalvagni, segurando a coxa forte e torneada dela, o cara esticou a mão e agarrou o peito direito, apertando de leve e brincando com o mamilo, enquanto via o Nico fazer exatamente a mesma coisa com o peito esquerdo da Caro. O casal começou a penetrar ela nos dois buracos enquanto seguravam as coxas dela e também brincavam com os peitos; as tetas balançavam pra cima e pra baixo e a mulher que ele apertava começou a rebolar com a mesma intensidade. Já tava subindo de nível a cada estocada dos caras, e quando o Lautaro acertou um ponto doce em especial, a Caro gritou de prazer e os dois buracos se apertaram com força em volta das duas picas. Isso provocou um gemido longo e compartilhado entre os dois homens, mas eles não pararam de comer ela. Se enfiando dentro dela mais uma vez, o corpo dela tremeu e ela gritou de novo, o corpo inteiro praticamente explodiu ao gozar de novo. Os dois caras se enterraram nela ao mesmo tempo com uma estocada forte, enchendo os dois buracos da loira e, enquanto enchiam ela, a mulher no sofá de repente fez um anúncio. Precisamos de mais uma posição", disse Agus, respirando devagar e passando os dedos pelo cabelo loiro, agora bagunçado. Conseguiu se levantar e cambaleou levemente em direção ao sofá. Depois olhou para Caro. Agus se aproximou e deu um beijo nos lábios de Caro, devorando com avidez os lábios dela antes de romper o beijo e colocar as mãos sobre os peitos dos dois homens. "Vamos", acrescentou, olhando para os homens antes de se inclinar ao lado de Caro e beijar Lautaro. Lentamente, os dois homens se afastaram da loirinha e seus dois paus continuaram duros, balançando levemente ao serem retirados dos buracos apertados dela. Caro, agora aliviada das picas na sua buceta e no cu, também estava tão instável quanto a Agus. As duas mulheres conseguiram se jogar no sofá, mas, com as pernas abertas, viram os homens caminhando em direção ao sofá. Senta", disse Agus, batendo na almofada ao lado dela, com Caro imitando o movimento. Os homens obedeceram, subindo no sofá ao lado de suas respectivas mulheres. Com eles sentados, as mulheres se olharam e depois desceram o olhar pras pirocas duras como pedra, se movendo em direção ao colo dos caras. As duas se agacharam e enfiaram as pirocas pra dentro, ambas deslizando até o fundo e acertando todos aqueles pontos gostosos. As mulheres gemeram de prazer e se inclinaram pra frente, com os braços apoiados nos ombros dos namorados. Agus e Caro começaram a subir e descer, as bundinhas batendo nas coxas dos caras e as duas já estavam gritando de tesão. As bucetas estavam apertadas, apertando os caras até nos orgasmos em cima das duas pirocas. A saliva das mamadas já tinha secado, mas os fluidos dos orgasmos acumulados nas pirocas eram mais que suficientes pra lubrificar a cavalgada.
Enquanto batiam com força nos paus, Agus parecia ir um pouco mais rápido, embora Caro estivesse fazendo um estilo diferente, mexendo a cintura antes de levantar a bunda e dar um tapa nela. Os homens gemiam de prazer, as mãos de Lautaro na cintura de Agus, enquanto Nico segurava as coxas de Caro e incentivava as duas mulheres a montarem neles. As mulheres gemiam de prazer, as duas com a cabeça jogada para trás, e seus namorados estavam apalpando não só os pescoços, mas também os peitos na frente delas. Caro pedia freneticamente os lábios de Nico, e Agus só gritava de prazer enquanto batia os quadris para cima e para baixo.

As mulheres foram cada vez mais rápido e depois diminuíram a velocidade antes de se jogarem pra cima e pra baixo de novo. As cadeiras delas batendo nas coxas dos jogadores de futebol se misturaram com os gemidos das quatro pessoas na casa, com o som dos lábios estalando contra a pele enroscada, como uma sinfonia de prazer entre todos eles.

Enquanto os paus enormes enfiavam dentro dos buracos apertados, as mulheres se jogavam pra trás na mesma velocidade, mas a cada estocada, ele sentia que elas empurravam de volta mais rápido. O cabelo da Agus fazia cócegas na parte inferior da coluna dele, a cabeça dela jogada pra trás, olhando pro teto do quarto, enquanto a Caro tinha a cabeça pra frente, o cabelo loiro nos ombros e a boca gritando no ouvido do marido. O Nico grunhiu enquanto ela gemia, as mãos dele percorrendo a coluna dela de cima a baixo, os lábios beijando e mordendo o pescoço da esposa. A mulher gemia de gratidão, as mãos dela continuavam enrolando no cabelo dele, com a outra mão no ombro dele.

Agus empurrava o peito pra frente, com as mãos apoiadas nos joelhos do homem enquanto deslizava pra cima e pra baixo. O som dos dois gemendo alto era ecoado pelo casal à esquerda deles. O corpo dela tremeu e ela começou a se esfregar nele, mas ao fazer isso, seu corpo se tensionou e estremeceu no lugar antes que seus olhos se arregalassem, as pálpebras tremessem e então sua buceta explodisse. Um mini orgasmo percorreu suas veias e ela gozou no pau do namorado. Lautaro continuou, levantando-se do sofá, a posição não mudou, mas Agus ficou um pouco mais trêmula naquela posição. Mesmo assim, ele seguiu em frente, empurrando-a pra dentro e levando-a até o mini orgasmo dela. Era estranho que, assim que ele pegou o ritmo, a buceta dela tremeu de novo e a loira teve outro orgasmo. O marido já tinha visto ela fazer isso pelo menos algumas vezes no relacionamento deles, não era novidade pra ele, mas dava uma sensação muito satisfeita de dar muito mais orgasmos pra ela do que ele. Caro virou a cabeça para olhar os caras que estavam do lado dela, com um sorrisão no rosto. Puta sortuda". Falou com um sorriso malicioso enquanto Agus parecia ignorá-la, cavalgando até o próprio orgasmo. Mas, bem na hora que Caro conseguiu gritar o elogio, teve seu próprio mini orgasmo. O corpo da mulher se tensionou e tremeu, os bicos dos peitos durinhos como pedra, só implorando por atenção, mas foram ignorados enquanto ela gozava em cima do homem dela. As duas mulheres se esfregavam freneticamente, sendo penetradas pelos seus namorados, e enquanto deslizavam dentro das respectivas mulheres, podiam sentir os orgasmos aumentando. Caro foi a primeira a notar as investidas levemente mais erráticas de Nico e sorriu, beijando seu homem e balançando a cabeça. Tá bom. Se precisar gozar, pode fazer isso. Espera! Juntos!" — gritou Agus, enquanto os orgasmos delas começavam a se acalmar de leve. Caro olhou pra ela e concordou com um sorriso. Estendeu a mão e segurou a dela. As duas se levantaram do colo do namorado e se ajoelharam na frente do sofá. Uma de frente pra outra, as loiras gostosas começaram a se beijar, dessa vez com muito mais fogo, com a boca levemente aberta pros caras verem as línguas se enrolando e se chupando. Enquanto se beijavam, os maridos sacaram a cena rapidinho e se aproximaram, cada um de pé de um lado das minas que se beijavam com gosto. Os caras acariciaram os próprios paus, batendo uma pra cima e pra baixo, e apontaram eles na direção das mulheres. Enquanto gozavam, os jogadores tremeram de prazer e começaram a explodir. O primeiro jato acertou o lado da cara de Agus, enquanto o do Nico acertou Caro na cara. O próximo esguicho do Lautaro acertou as duas línguas juntas, enquanto o Nico gozava na bochecha da Caro. Outra cuspida caiu na testa da Agus antes que a última acertasse a bochecha da Caro, borrando duas vezes a mesma porra que ele tinha atirado primeiro.

Finalmente exaustos, os homens cambalearam pra trás antes de respirar fundo, se recuperando. Enquanto observavam as mulheres se limpando, sorriram ao vê-las.
Feliz aniversário de casamento, amor", Nico conseguiu murmurar, arrancando uma série de risadas de todos.

Os lindos olhos verdes de Caro estavam fixos nos de Lautaro, enquanto a boca dela subia e descia. A saliva escorria da boca dela, deslizando até as bolas de Lautaro enquanto ela apertava os lábios e os abria de leve. Baixando o rosto por completo, o pau dele bateu na garganta de Caro, fazendo ela engasgar de repente antes de subir a boca toda e soltar o membro dele com um estalo audível. Ela sorriu radiante e se inclinou, passando a língua da base até a ponta. Moveu a mão da parte interna das coxas de Lautaro até o pau dele, lambendo a base daquela rola enorme e gigantesca. Fazendo cócegas na veia antes de chegar na cabeça, rodeou a ponta e depois enfiou a boca de novo nele. A boca da Agus trabalhava com a mesma intensidade, só que num ritmo um pouco diferente. Ela deslizava a boca pra cima e pra baixo no pau do Nico, balançando a cabeça feito louca, mas com os lábios bem apertados. Tava devorando a rola do marido da melhor amiga. Ela tava de bruços e mantinha a boca tão apertada que parecia que o Nico tava comendo a bunda apertada dela, algo que a loira sempre guardou pro Lautaro. A saliva quente acumulava na boca dela e ela simplesmente banhava o pau mais grosso do Nico na própria baba. Os dedos dela se agarravam com força nos da Caro, apertando enquanto olhava pra amiga e pro namorado dela, enquanto trabalhava no homem na frente dela e a Caro fazia exatamente a mesma coisa.

As duas mulheres balançaram a cabeça para cima e para baixo, quase em perfeita sincronia uma com a outra, as duas se seguraram pelas mãos enquanto chupavam as picas na frente delas. O casal trocou um olhar e depois voltou para os caras que estavam recebendo sexo oral, tanto Agus quanto Caro empurraram seus rostos para frente, forçando as duas picas grandes em suas respectivas gargantas. Os lábios vermelhos brilhantes de Agus pintaram contra o colo de Nico enquanto Caro fazia o mesmo com o colo de Lautaro. O casal ficou lá embaixo até que Caro foi a primeira a quebrar e levantou a cabeça da pica de Lautaro. A pica grande escorregou da boca de Caro e a loirinha tossiu com o movimento mais libertador. Agus olhou para Lautaro e depois voltou para Nico antes de levantar a boca da pica do namorado de Caro. Ganhei!" Agus sorriu radiante, com um sorriso malicioso. Não é minha culpa". Caro fez biquinho, limpando a boca com as costas da mão. Agus bufou, mas voltou a acariciar a pica do Nico com a mão. As duas mulheres pararam de se dar as mãos enquanto se olhavam uma para a outra e depois para as pirocas escorregadias com que tinham estado brincando. Beleza, e agora?", perguntou Caro, acariciando a rola do Lautaro antes de se abaixar e pegar nas bolas pesadas do cara. Temos que transar!", disse Agus, sorrindo com a pergunta. Olhou pra Caro e depois pros caras, bem impressionada que a pica na mão dela tinha endurecido de novo só com a sugestão. Levantou dos joelhos, Caro seguiu a loira e as duas encararam os homens sentados no sofá. Será que a gente troca de novo?", perguntou Caro, se perguntando se os dois casais deviam ficar juntos ou se deviam continuar transando com o outro parceiro. E agora, o casal estava de joelhos na frente do homem do outro. Acariciando e tocando a piroca e os ovo escorregadios, Agus inclinou a cabeça levemente antes de balançar a cabeça negando. Não. Quero ver você chupar a rola do Lautaro e quero mamar nesse monstro também." Ela acrescentou, apertando suavemente a rola do Nico. As duas mulheres, e os homens, concordaram com sorrisos largos nos rostos. Perrito." Nico implorou num suspiro, inclinando-se pra trás pra poder ver a loira acariciando a rola dele. O que você acha, Lautaro? Quer foder a Caro de quatro?" — perguntou Agus, se inclinando e cuspindo nas bolas pesadas, fazendo elas rolarem entre os dedos.
Isso... Isso parece incrível." Lautaro assentiu, vendo Caro quicar pra cima e pra baixo. As duas mulheres balançaram a cabeça e largaram os dois paus, levantaram-se e deslizaram as calças justas pra baixo. A calcinha das mulheres foi jogada uma na outra, o casal rindo, mas ainda prontas pra pegar seus namorados. As garotas se levantaram e depois se ajeitaram, viraram-se e se ajoelharam na frente dos seus homens, que também tinham mudado de posição, levantando do sofá e se ajoelhando atrás da namorada do outro cara. A bunda da Caro era melhor que a da Agus, todo mundo sempre concordou com isso e, quanto mais olhavam, mais isso ficava evidente. Lautaro foi abrindo caminho, ajoelhando-se enquanto segurava as coxas dela, fazendo Caro rir de prazer, rebolando contra o bahiense.

Enquanto isso, Nico se posicionava atrás de Agus e a segurava ferozmente pelos quadris. Os caras não tavam sincronizados, mas os dois meteram nas minas, arrancando dois gemidos longos. Mesmo assim, o casal se movia junto, gemendo tão alto quanto elas. Nico foi o primeiro a se entregar, jogando a bunda pra trás e metendo em Agus, o que só fez a loira gritar de tesão, empurrando a bacia contra a cintura dele. Caro tinha enrolado as pernas na cintura do Lautaro, e quando a rola enorme e grossa dele abriu ela, só conseguiu gemer de prazer e se deixar levar. As mãos dela afundavam no carpete, na mesma firmeza que a da Agus. As duas já tavam se acabando, mas quando os caras começaram a marcar o ritmo, comendo elas de quatro, ambas gemiam mais alto.
As bundas da Agus vibravam a cada estocada, e enquanto Nico segurava ela pela cintura, começou a achar o ângulo certo pra meter nela. Empurrando pra frente e pra trás, inclinou a pica comprida dentro dela e apontou pra ponta da buceta da Agus, mas se movia pra baixo, deslizando dentro e fora com uma penetração diferente. Era difícil pro cara, mas pelo jeito que ela gemia e ofegava por ele, sabia que tava acertando na mosca. Metendo pra dentro e pra fora, o quadril dele batia na bunda dela com um estalo forte que parecia arrancar ainda mais gemido dela. Nico sorria a cada som que saía da mulher; aquilo mostrava que ele tava mandando bem.

Exatamente como Caro gemendo pelo Lautaro, do lado dela. Lautaro segurava Caro pelas coxas, com os dedos bem em cima das meias, mas depois desceu até a calcinha, deslizando por dentro do tecido, ficando preso entre o pano sedoso e a pele quente e torneada dela. Lautaro não tinha decidido tocar os pontos mais gostosos de Caro, só a empurrava pra frente, balançando ela em cima dos joelhos. O pau dele era um pouco maior que o normal, ou pelo menos era o que Agus tinha dito. Sempre achou que era pra foder ela com mais força. Também não é que ela tivesse algum problema com isso. Segurando ela pelas coxas e pelas meias, Lautaro começou a meter, balançando ela pra frente e pra trás em cima dos joelhos. Olhou pra Agus, que tinha a mesma cara de tesão no rosto enquanto as duas mulheres eram macetadas juntas.
Enquanto os homens balançavam pra frente e pra trás, metendo nas suas respectivas mulheres, todos gemiam alto e com tesão. Claramente, a cada empurrão e estocada dentro das mulheres, os sons eram de puro prazer. As duas mulheres balançavam pra frente e pra trás; o som de carne batendo em carne, misturado com os gemidos e gritos de prazer de duas das melhores bucetas da Argentina, era o suficiente pra deixar qualquer homem duro, mas estar dentro de uma delas até o saco era uma experiência completamente diferente. Agus já tava no auge da orgia de prazer e Nico segurava ela pela cintura, mas em vez de empurrá-la pra frente, ele a puxava contra si. A sensação de como a bocetinha apertada da Agus envolvia ele foi quase o suficiente pra levá-lo ao limite na hora. O cabelo loiro dela balançava a cada puxada pra trás, e toda vez que ele a empurrava de volta e enterrava o pau nela, ela deixava a cabeça cair um pouco pra trás e o cabelo loiro sacudia quase como incentivando ele a continuar.

Lautaro agarrou Caro com força, segurando-a pelas coxas e com as meias nas mãos mantendo-a no lugar; ele quase não tinha opções para usá-las. Poderia ter tirado os dedos da bunda dela, mas a sensação da pele quente dela já era o suficiente pra deixá-lo louco de prazer. Metendo pra dentro e pra fora, ele se certificou de continuar, deslizando dentro dela e esticando-a enquanto a segurava. Os quadris dele começaram a bater contra a bunda gorda dela, e bastou pra ele tirar a mão da perna esquerda dela. Lautaro agarrou a bunda dela como um possesso, apertando a nádega, deu um tapa enquanto ela gritava com o toque, fazendo Caro se apertar contra ele quase na hora de ele penetrá-la.

As duas mulheres e os dois homens estavam mergulhados no prazer, e enquanto o orgasmo das mulheres se intensificava, os homens estavam muito mais perto. Depois de duas boquetas fodidas, o fato de estarem comendo as namoradas um do outro, que também curtiam pra caralho, parecia animá-los ainda mais. A pica do Lautaro continuava esticando a Caro enquanto o Nico puxava a Agus pra trás, arqueando as costas da loira enquanto ele garantia que continuava acariciando aquele mesmo ponto gostoso dentro dela. Enquanto metiam e tiravam, ou puxavam a mulher pra trás, o Nico grunhiu de prazer e, antes mesmo de conseguir dar um aviso, o orgasmo dele explodiu. Jorrando umas porradas dentro da buceta da Agus, a loira gritou de tesão ao sentir o esperma quente batendo lá dentro. Agus berrou de prazer e também gozou. Ela se jogou no chão, esgotando o orgasmo com um gemido agudo pra caralho. A racha da Caro tinha se apertado contra o pau do Lautaro; era maior do que ela tava acostumada, embora fosse parecida em tamanho com a do Nico, só que um pouco mais grossa e comprida. Caro quase foi empurrada pra frente pela força bruta do homem que batia por trás; o corpo dela balançava pra lá e pra cá, e Lautaro continuava firme. Metendo dentro dela, empurrou ela pra dentro, e a bunda gorda dela fez aquele barulhão gostoso batendo na cintura forte dele. Forçando o pauzão dentro dela, ele se inclinou levemente pra frente, a mão passou por baixo dela, a que ele tinha soltado antes, pra agarrar o peito dela, servindo quase como uma espécie de apoio. Metendo dentro dela, Lautaro se preparou quando Caro soltou um gritão e a buceta dela agarrou o pauzão dele, o orgasmo tomou conta de tudo e ela caiu pra frente, com a cara enterrada no tapete fofinho na frente da mulher latina. Enquanto Lautaro enfiava com a cintura, ele grunhiu antes de recuar e sair dela, bem na hora de descarregar o próprio orgasmo nas costas da mulher. Os dois homens ficaram de pé, olhando pras mulheres incríveis na frente deles enquanto Caro e Agus se ajoelhavam. Caro levou a mão às costas e pegou, sem olhar, o esperma quente e grudento que tinha sido jorrado nas suas costas. Agus também se moveu devagar, olhando por cima do ombro pro Lautaro e depois de volta pro Nico. Os dois homens tinham uma fina camada de suor nos corpos, e as mulheres também estavam perto disso, embora todos já estivessem mais que acostumados com uma atividade física tão intensa. Agus ajudou a limpar as costas da amiga, alimentando ela antes de provar ela mesma o esperma do namorado. Espero que vocês não tenham terminado, hein, gurizada?", perguntou Caro, virando-se pra olhar pros dois caras, pro namorado dela e depois pro Lautaro. Os dois já estavam duros de novo, e isso fez as duas mulheres rirem. Tá bom, vamos nessa." Disse Agus, se ajeitando numa posição mais tradicional de papai e mamãe, apoiando os cotovelos e olhando pros dois caras. Caro imitou o movimento, se mexendo pra ficar de brincadeira deitada sobre a barriga da Agus, as duas mulheres formando um X. "Lautaro, vem cá. O cara tava ansioso demais, se mexendo e ajoelhando na frente da namorada dele, já pronto pra meter nela antes de amolecer de vez, mas percebeu que tava escorrendo o creampie do Nico. Ah, merda..." Ele reclamou, olhando a entrada da sua namorada gostosa. Sério? Quer que eu vá me lavar?" Agus brincou, provocando o namorado, que pareceu pesar as opções por um momento antes de balançar a cabeça negando.

Não! Não, tá de boa". Disse Lautaro, avançando e enfiando o pau na namorada de uma só vez. O pau dele deslizou de novo dentro da Agus, passou pelo creampie e, embora em qualquer outra situação ele torcesse o nariz, descobriu que não tava nem aí. As mãos dele agarraram os quadris dela do jeito que sabia que ela gostava, e ele entrou fácil nela, fazendo a loira gemer de prazer e se arrepiar toda, mesmo estando meio esmagada pela Caro em cima dela.
Caro encarava Nico, mordendo o lábio inferior enquanto via o namorado dela, o homem que ela amava, enfiar o pau na buceta dela antes de deslizar tudo de uma vez só, fazendo a mina arquear as costas e gemer alto. Agus também gritou. O casal já tinha se acostumado com a sensação de ter o pau do namorado de novo dentro deles, e do jeito que eles ofegavam e gemiam, parecia que já estavam curtindo o tesão, quase como se fosse esperado. Enquanto Nico começava a meter e tirar, Caro gritava de prazer; as pernas perfeitas dela se enroscavam nas dele, prendendo ele bem fundo dentro dela. Ele encarava ela nos olhos enquanto metia e tirava, os peitos dela balançando a cada enfiada.

Nico estendeu a mão e puxou o sutiã, soltando ele. Os peitos nus dela se derramaram pelo quarto, mostrando os lindos e durinhos biquinhos. Enquanto Caro se despia, Agus enfiou a mão por trás do próprio corpo e afrouxou o sutiã, libertando as poderosas tetas dela.
Os homens entravam e saíam do corpo de suas esposas, deslizando com avidez pra frente e pra trás, entrando e saindo como um pistão. As duas mulheres se agarraram cegamente por trás, segurando a mão uma da outra enquanto ambas eram sacudidas, recebendo fortes penetrações dos seus respectivos namorados. Os homens as empurravam com entusiasmo, com o olhar fixo nos peitos vibrantes, não só das suas próprias namoradas, mas também da outra mulher envolvida no quarteto. Lautaro foi o primeiro a experimentar algo novo: estendeu a mão por cima do braço de Nico e agarrou o peito vibrante de Caro, roçando o mamilo dela com o polegar antes de apertá-lo. Batendo na buceta de Caro, ele viu Agus olhar para Nico e depois colocar a mão do namorado de Caro sobre a sua. Parecia que os dois homens estavam em êxtase com a cena, e curtiam mais do que nunca enquanto bombavam dentro das mulheres. Ambos já estavam familiarizados com a sensação da buceta das suas respectivas namoradas, mas foder lado a lado com outro homem era uma experiência completamente diferente. Os jogadores de futebol estavam comendo as namoradas deles cada vez com mais força. O primeiro orgasmo delas tinha ajudado a superar o período refratário e, assim que enfiaram nelas, foi como dar uma segunda vida. Agora, porém, enquanto acariciavam os peitos da outra mulher e se abriam caminho dentro das respectivas minas. Realmente parecia cena de filme pornô e nenhum dos dois conseguia acreditar na sorte. As duas mulheres, quase em perfeita sincronia, se arquearam do chão, ou da barriga da amiga, e chegaram ao clímax de novo, gozando com força nos paus deles. Enquanto as minas chegavam ao clímax, os dois caras seguraram firme os peitos e a parte do corpo que estavam segurando antes de recuar lentamente os quadris e deixar os paus caírem das bucetas delas. Aaaahh..." Caro conseguiu respirar, rindo enquanto Agus sorria e olhava pra ela, balançando a cabeça. Caro se levantou devagar, toda suada, igualzinho a Agus, e se virou pra ficar praticamente no meio dos dois caras. Agus se mexeu e passou o braço pelos ombros de Caro, o antebraço bem em cima do peito dela, enquanto os dois homens ficavam de quatro, se encarando. Bom... A gente tava pensando em mais duas posições", disse Agus com um sorriso malicioso ao soltar a Caro. "O que a gente tava pensando é que quero ver vocês dois, atletas fortes e musculosos, metendo em Caro ao mesmo tempo". Vale! Claro!" Lautaro e Nico concordaram na hora. Caro riu e deu de ombros. Aí ela se levantou, chegou perto do Nico, o namorado dela, e passou a mão no peito dele.

Mas você vai me dar o cu, amor". Esse comentário foi o suficiente para os dois caras; nenhum deles tinha problema algum e todos estavam felizes em embarcar na onda. Mas, enquanto se moviam na direção do que imaginavam que seria com a Caro de joelhos, ela balançou o dedo indicando "não". Ela se levantou e os dois homens a seguiram; a Agus foi a última, mas estava igualmente ansiosa. Caro se colocou entre eles, acariciando-os com as mãos; as picas estavam escorregadias não só pela saliva dela, mas também pelos fluidos compartilhados. Ela moveu ambas as mãos levemente para cima e para baixo antes de se deslizar, ficando presa entre os dois. Quase que na mesma hora, os dois caras se aproximaram dela e a seguraram, seguindo as instruções dela. O Nico a segurava pela parte de baixo das coxas e, enquanto a levantava no ar, ela rapidamente envolveu os ombros do Lautaro com o braço esquerdo e os do Nico com o direito. Lautaro se inclinou entre as pernas de Caro e empurrou seu pauzão contra a buceta dela, deslizando pra dentro e fazendo ela gritar de prazer. Enquanto as costas dela se arqueavam, Nico segurou as pernas de Caro junto com Lautaro, ajudando a dividir o peso leve da mulher deles. Com a mão livre, Nico enfiou entre as nádegas dela e, com relativa facilidade, empurrou o pau pra frente, deslizando de volta pro cu de Caro, preenchendo ela duplamente e fazendo ela gritar ainda mais. Enquanto os dois se moviam dentro dela, os caras pararam por um instante, olhando pros respectivos lados de Caro antes que ela começasse a girar o quadril no lugar. Ela claramente já tava se acostumando com a sensação gostosa, os dedos dela se enroscaram na nuca de Nico, usando o cabelo peludo quase como uma alça. Ela arqueou as costas debaixo do aperto dele e depois empurrou a bunda em direção ao Nico, incentivando ele a começar a meter nela com tudo.

Os dois homens a seguraram, as mãos agarrando firme a parte de baixo das coxas dela, estudando o rosto dela, mas o jeito que ela se movia sobre eles deu todas as pistas que precisavam pra continuar. Nico balançou os quadris pra frente e pra trás, o pau dele começou a se esticar devagar dentro do cu dela e ele praticamente podia sentir a sensação do pau do Lautaro dentro da buceta da mulher dele. O olhar dele desviou pro lado do rosto da Caro e os dois homens trocaram contato visual, um sorriso safado se espalhando entre eles. Nico viu o Lautaro puxar os quadris pra trás e depois empurrar pra frente, e bem na hora que o Lautaro empurrava pra frente, Nico recuou, enfiando o pênis devagar dentro dela enquanto a pressão que tava dentro da buceta dela aliviava um pouco.

Com cada empurrão dentro dela, provocava um barulho diferente na mulher: quando Lautaro enfiava o pau todo dentro dela, Caro gemia, e quando Nico deslizava completamente pra dentro, ela gritava de prazer. Os sons eram um estímulo delicioso pros caras, que continuavam firme, tentando arrancar mais gemidos da loira gostosa. Com os paus entrando e saindo dela, Caro já sentia outro orgasmo chegando. Sabia que o orgasmo anterior já estava escorrendo pelo pau do Lautaro, lambuzando ele ainda mais com os sucos dela, e só imaginava como aquilo devia ser gostoso pra ele. Os dois homens estavam num ritmo simples, mas eficiente, juntos.

Enquanto os dois caras comiam a Caro Calvagni, a Agus tava ocupada. Não só ficava de olho neles, mas também usava os próprios dedos longos pra penetrar a própria buceta. Ela viu o Lautaro se abrindo caminho pra frente, se balançando com o Nico, fazendo o marido da Caro se afastar. O Nico avançou e o Lautaro recuou. Num ritmo lento e constante, os caras começaram a usar o corpo da Caro pra se satisfazer, fazendo todo mundo naquela cena de dupla penetração gemer de prazer. Enquanto a Agus observava a amiga e os dois caras comendo ela, começou a mexer os dedos devagar pra frente e pra trás dentro da própria buceta. Lautaro se empurrou pra frente e Caro gemeu direto no ouvido dele. O que tinha rolado até ali era coisa de sonho mais louco de homem; tinha começado com os boquetes e a parada não parava. Metendo dentro da CaroCalvagni, segurando a coxa forte e torneada dela, o cara esticou a mão e agarrou o peito direito, apertando de leve e brincando com o mamilo, enquanto via o Nico fazer exatamente a mesma coisa com o peito esquerdo da Caro. O casal começou a penetrar ela nos dois buracos enquanto seguravam as coxas dela e também brincavam com os peitos; as tetas balançavam pra cima e pra baixo e a mulher que ele apertava começou a rebolar com a mesma intensidade. Já tava subindo de nível a cada estocada dos caras, e quando o Lautaro acertou um ponto doce em especial, a Caro gritou de prazer e os dois buracos se apertaram com força em volta das duas picas. Isso provocou um gemido longo e compartilhado entre os dois homens, mas eles não pararam de comer ela. Se enfiando dentro dela mais uma vez, o corpo dela tremeu e ela gritou de novo, o corpo inteiro praticamente explodiu ao gozar de novo. Os dois caras se enterraram nela ao mesmo tempo com uma estocada forte, enchendo os dois buracos da loira e, enquanto enchiam ela, a mulher no sofá de repente fez um anúncio. Precisamos de mais uma posição", disse Agus, respirando devagar e passando os dedos pelo cabelo loiro, agora bagunçado. Conseguiu se levantar e cambaleou levemente em direção ao sofá. Depois olhou para Caro. Agus se aproximou e deu um beijo nos lábios de Caro, devorando com avidez os lábios dela antes de romper o beijo e colocar as mãos sobre os peitos dos dois homens. "Vamos", acrescentou, olhando para os homens antes de se inclinar ao lado de Caro e beijar Lautaro. Lentamente, os dois homens se afastaram da loirinha e seus dois paus continuaram duros, balançando levemente ao serem retirados dos buracos apertados dela. Caro, agora aliviada das picas na sua buceta e no cu, também estava tão instável quanto a Agus. As duas mulheres conseguiram se jogar no sofá, mas, com as pernas abertas, viram os homens caminhando em direção ao sofá. Senta", disse Agus, batendo na almofada ao lado dela, com Caro imitando o movimento. Os homens obedeceram, subindo no sofá ao lado de suas respectivas mulheres. Com eles sentados, as mulheres se olharam e depois desceram o olhar pras pirocas duras como pedra, se movendo em direção ao colo dos caras. As duas se agacharam e enfiaram as pirocas pra dentro, ambas deslizando até o fundo e acertando todos aqueles pontos gostosos. As mulheres gemeram de prazer e se inclinaram pra frente, com os braços apoiados nos ombros dos namorados. Agus e Caro começaram a subir e descer, as bundinhas batendo nas coxas dos caras e as duas já estavam gritando de tesão. As bucetas estavam apertadas, apertando os caras até nos orgasmos em cima das duas pirocas. A saliva das mamadas já tinha secado, mas os fluidos dos orgasmos acumulados nas pirocas eram mais que suficientes pra lubrificar a cavalgada.
Enquanto batiam com força nos paus, Agus parecia ir um pouco mais rápido, embora Caro estivesse fazendo um estilo diferente, mexendo a cintura antes de levantar a bunda e dar um tapa nela. Os homens gemiam de prazer, as mãos de Lautaro na cintura de Agus, enquanto Nico segurava as coxas de Caro e incentivava as duas mulheres a montarem neles. As mulheres gemiam de prazer, as duas com a cabeça jogada para trás, e seus namorados estavam apalpando não só os pescoços, mas também os peitos na frente delas. Caro pedia freneticamente os lábios de Nico, e Agus só gritava de prazer enquanto batia os quadris para cima e para baixo.

As mulheres foram cada vez mais rápido e depois diminuíram a velocidade antes de se jogarem pra cima e pra baixo de novo. As cadeiras delas batendo nas coxas dos jogadores de futebol se misturaram com os gemidos das quatro pessoas na casa, com o som dos lábios estalando contra a pele enroscada, como uma sinfonia de prazer entre todos eles.

Enquanto os paus enormes enfiavam dentro dos buracos apertados, as mulheres se jogavam pra trás na mesma velocidade, mas a cada estocada, ele sentia que elas empurravam de volta mais rápido. O cabelo da Agus fazia cócegas na parte inferior da coluna dele, a cabeça dela jogada pra trás, olhando pro teto do quarto, enquanto a Caro tinha a cabeça pra frente, o cabelo loiro nos ombros e a boca gritando no ouvido do marido. O Nico grunhiu enquanto ela gemia, as mãos dele percorrendo a coluna dela de cima a baixo, os lábios beijando e mordendo o pescoço da esposa. A mulher gemia de gratidão, as mãos dela continuavam enrolando no cabelo dele, com a outra mão no ombro dele.

Agus empurrava o peito pra frente, com as mãos apoiadas nos joelhos do homem enquanto deslizava pra cima e pra baixo. O som dos dois gemendo alto era ecoado pelo casal à esquerda deles. O corpo dela tremeu e ela começou a se esfregar nele, mas ao fazer isso, seu corpo se tensionou e estremeceu no lugar antes que seus olhos se arregalassem, as pálpebras tremessem e então sua buceta explodisse. Um mini orgasmo percorreu suas veias e ela gozou no pau do namorado. Lautaro continuou, levantando-se do sofá, a posição não mudou, mas Agus ficou um pouco mais trêmula naquela posição. Mesmo assim, ele seguiu em frente, empurrando-a pra dentro e levando-a até o mini orgasmo dela. Era estranho que, assim que ele pegou o ritmo, a buceta dela tremeu de novo e a loira teve outro orgasmo. O marido já tinha visto ela fazer isso pelo menos algumas vezes no relacionamento deles, não era novidade pra ele, mas dava uma sensação muito satisfeita de dar muito mais orgasmos pra ela do que ele. Caro virou a cabeça para olhar os caras que estavam do lado dela, com um sorrisão no rosto. Puta sortuda". Falou com um sorriso malicioso enquanto Agus parecia ignorá-la, cavalgando até o próprio orgasmo. Mas, bem na hora que Caro conseguiu gritar o elogio, teve seu próprio mini orgasmo. O corpo da mulher se tensionou e tremeu, os bicos dos peitos durinhos como pedra, só implorando por atenção, mas foram ignorados enquanto ela gozava em cima do homem dela. As duas mulheres se esfregavam freneticamente, sendo penetradas pelos seus namorados, e enquanto deslizavam dentro das respectivas mulheres, podiam sentir os orgasmos aumentando. Caro foi a primeira a notar as investidas levemente mais erráticas de Nico e sorriu, beijando seu homem e balançando a cabeça. Tá bom. Se precisar gozar, pode fazer isso. Espera! Juntos!" — gritou Agus, enquanto os orgasmos delas começavam a se acalmar de leve. Caro olhou pra ela e concordou com um sorriso. Estendeu a mão e segurou a dela. As duas se levantaram do colo do namorado e se ajoelharam na frente do sofá. Uma de frente pra outra, as loiras gostosas começaram a se beijar, dessa vez com muito mais fogo, com a boca levemente aberta pros caras verem as línguas se enrolando e se chupando. Enquanto se beijavam, os maridos sacaram a cena rapidinho e se aproximaram, cada um de pé de um lado das minas que se beijavam com gosto. Os caras acariciaram os próprios paus, batendo uma pra cima e pra baixo, e apontaram eles na direção das mulheres. Enquanto gozavam, os jogadores tremeram de prazer e começaram a explodir. O primeiro jato acertou o lado da cara de Agus, enquanto o do Nico acertou Caro na cara. O próximo esguicho do Lautaro acertou as duas línguas juntas, enquanto o Nico gozava na bochecha da Caro. Outra cuspida caiu na testa da Agus antes que a última acertasse a bochecha da Caro, borrando duas vezes a mesma porra que ele tinha atirado primeiro.

Finalmente exaustos, os homens cambalearam pra trás antes de respirar fundo, se recuperando. Enquanto observavam as mulheres se limpando, sorriram ao vê-las.
Feliz aniversário de casamento, amor", Nico conseguiu murmurar, arrancando uma série de risadas de todos.
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