Fui naquela noite de Natal na casa de um amigo da escola. A mãe dele é uma senhora muito simpática, de rosto normal, nem feia nem bonita demais, com uns peitões e um rabão. Naquele dia, ela vestiu uma blusa azul-clara decotada com um pouco de brilho e uma calça branca que deixava bem visível o bundão que ela tem. Eu nunca tinha olhado pra ela de forma sexual até aquele dia, mas me excitei um pouco ao vê-la assim. Ela me cumprimentou com beijo e abraço, e quando olhei pra aquela bunda naquela calça, fiquei duro na hora. Tive que ir rápido pro banheiro pra ela não perceber.
Depois, começamos a conversar com meu amigo e mais dois caras. Um deles eu vi que também olhava muito pra mãe. Conforme a gente bebia, eu ficava com mais vontade de falar com ela e ver o que conseguia, mas ter o filho dela ali me segurava. Eu quase não falava, era muito tímido, até que ela me chamou. Ela se chama Doris.
D: Vem, vamos dançar.
Então começamos a dançar. Enquanto dançávamos, eu sentia os peitos dela no meu peito, não muito colados, mas dava pra sentir, e isso me excitou. Além disso, ela dançava muito bem, e aquela calça marcava a buceta dela lá embaixo. Deus, que gostosa, eu pensava. Nisso, vejo que o filho foi embora, então criei coragem e comecei a dançar mais colado nela. Quase no fim da música, me aproximei mais, coloquei meu rosto no ombro dela e pude ver aquele rabão se mexendo. Meu pau duro já se esfregava no púbis e na barriga dela, até fazia ela se mover dentro da minha calça. Com certeza ela sentia. Eu tava achando muito gostoso.
Quando a música acabou, ela me olhou sorrindo e disse que eu precisava mexer melhor o quadril, mas que gostou de dançar comigo. Na hora, pensei que ela disse que gostou por educação, porque eu não danço muito. Então continuei lá, conversando.
Eu: Desculpa, eu quase não danço.
Doris: Fica tranquilo, pai, aqui eu te ensino, sem problema.
Eu pensava: Uff, que bom.
Eu: Nossa, que vergonha, dona Doris, mas valeu mesmo.
Doris: Fica tranquilo, meu filho, é com prazer.
Na outra música, era um vallenato romântico, meio fácil. Começou normal, mas mudou depois de uns três minutos. Passos nesses um que tá mais colado e aconteceu a mesma coisa da outra vez. Eu já excitado, me atrevi a descer minhas mãos, tocando um pouco as bundonas dela. Ela deu um leve movimento de surpresa, vi ela olhando pros lados. Ficamos alguns segundos assim e, quase no fim da música, aí sim tirei as mãos das bundonas dela. Olhei pra baixo, minha ereção evidente, ela sorriu um pouco e falou: "Bom, já tá aprendendo, mas vamos descansar um pouco. Quer vinho ou cerveja?" Eu: "Vinho, por favor." Ela serviu e sentamos com os outros. O filho dela tinha ido jogar no computador, é viciado em jogos, por isso eu me atrevia a falar mais com a mãe. Eu: "Muito obrigado por me ensinar, Dona Doris, a senhora é muito gostosa 😨." Ela: "De nada, coração, me dá prazer te ensinar, assim você aprende pra quando tiver namorada." Eu pensei: "Se fosse minha namorada, me ensinava mais que dançar 😏." Eu: "Muito obrigado, queria arrumar uma namorada igual a senhora, muito linda e educada." Toquei um pouco na perna dela, ela arregalou os olhos de surpresa, olhou pros lados, eu tirei a mão. Ela: "Ai, papi, muito obrigada pelos elogios, mas você já tá meio bêbado, cuidado onde toca, que tão vendo a gente e vão falar. Vou preparar mais comida." Ela se levantou perto, colocando as bundonas na minha frente e, oh surpresa, dava pra ver um pouco da calcinha fio dental dela, aquela vermelha fina, uffff. Faltou eu dizer que ela nunca fez cara de brava ou irritada, era de surpresa e nervosismo. Esperei um pouco, mas decidi ir ver se conseguia continuar flertando na cozinha, com a desculpa de falar que tava aparecendo a calcinha. Entrei e ela tava de costas com a geladeira aberta, ainda dava pra ver a calcinha. Meu impulso foi chegar rápido por trás e colar nela. Ela: "Ai, meu Deus, o que cê tá fazendo? Me assustou." Eu: "Desculpa, Dona Doris, é que vim falar que tava aparecendo a calcinha vermelha." Nisso, peguei a calça dela com as duas mãos, mexendo de um lado pro outro a calcinha nas bundonas dela, supostamente pra ajudar a subir, mas não subia, me dava vontade de puxar mais pra baixo. A excitação era enorme e ela falava: "O que cê tá fazendo?" Tentando como se... me afastei, mas ela grudou no meu pau duro e aí se mexeu de novo pra frente. Quando eu já tinha subido, contra minha vontade, me encostei no meu pau duro e comecei a me mexer pra cima e pra baixo. Foram alguns segundos, dona Doris não fazia nada até que começou a se mexer forte pra trás e aí virou rápido e me disse: "Desculpa, papi, sei que você é um bom garoto e tá com esses hormônios loucos, ainda mais bebendo, e em parte é culpa minha, mas você precisa se acalmar. Sou a mãe do seu amigo, não esquece. Vamos fingir que não aconteceu nada, não posso continuar deixando você me tocar assim. Sai, por favor." Tudo isso ela falou meio gaguejando, tava nervosa, e excitada?? O fato é que resolvi deixar pra lá, mas tive uma surpresa mais tarde, quando todo mundo já tava dormindo. Ouvi um barulho de alguém andando, eu tava com vontade de mijar, fui e mijei. Quando olhei pro quarto dela, uffa, ela tava tirando a calça e, além disso, curvada, mexendo aquela bundona. De novo me deu tesão, ela me viu e caiu em cima da cama que tava na frente. Eu entrei rápido e falei pra ela ficar tranquila que ia ajudar. Ela já tava sentada com a calça nos pés, eu me ajoelhei pra tirar, sem parar de olhar a virilha dela com aquela calcinha fio dental vermelha. Ela se cobriu quando viu que eu tava olhando. Quando ficou sem calça, ela disse: "Valeu, mijo, já pode sair." Levantou, andou na minha frente e abriu a porta, mas eu me decidi, caminhei até ela, abracei ela forte pela bundona e falei: "Por favor, não aguento mais, gosto muito de você, olha como me deixou agora, me ajuda a acalmar essa vontade, mamãe gostosa." Foi a primeira vez que chamei ela de mamãe gostosa. Ela olhou pra baixo pro meu pau duro na calça, eu me encostei nela e beijei. Ela tentou me afastar, mas não me deixava e também não era com muita força. Aos poucos, foi diminuindo a força e começou a beijar melhor. A gente se beijou e beijou, e eu apalpava igual um louco aquela rabuda, e percebi que a porta tava aberta, com uma mão fechei. Depois me afastei e com as mãos fiz ela virar. pra ver aquela rabuda espetacular de fio dental vermelho, eu soltei um "caralho, que rabão gostoso, mamacita", é tão gostosa 😋 Ela olhou pra mim e depois pro rabo dela, começou a rir, me surpreendeu quanto tempo ela riu, tava meio bêbada também, nisso aproveitei e dei vários tapas na bunda dela, ela continuava rindo, até que me abaixei e puxei o fio dental dela pra baixo, pude ver a bunda dela nua com a buceta meio peluda. Comecei a apalpar ela, tava muito molhada, ela reclamava meio alto, depois fiz ela se ajoelhar na cama de quatro, caralho, era muito excitante ver ela com aquele rabão assim e saber que ia provar. Nisso peguei meu celular e tirei várias fotos dela, muitas ruins, tremia muito, como ela via que eu não fazia nada, virou pra olhar e se surpreendeu de me ver tirando fotos, mas nem ficou brava 😨 "ai, papai, que atrevido tirando fotos minhas assim, não vai mostrar pra ninguém, por favor, e vem logo meter em mim, tô com muita vontade". Eu sorri e rapidamente fui com meu pau durão, comecei a esfregar ele, uma técnica que a primeira mulher e também mais velha com quem transei me ensinou, fiquei nisso até ela me dizer desesperada: "Já mete em mim, papai, não me faz mais isso". Eu: "Toma, puta", e meti de uma vez até o fundo. Nós dois soltamos juntos um gemido enorme de prazer e comecei a meter, era fantástico estar comendo a mãe rabuda do meu amigo, e na casa dele, ele dormindo perto, o tesão era muito maior. O som da bundona dela enquanto eu metia era delicioso, e em poucos minutos vi que ela começou a se tensar e gemir mais alto: "Aiiii que gostosoooo". Senti como ela gozava, como molhava meu pau, era a terceira mulher com quem eu tava, mas continua sendo uma das três que fiz gozar tanto, eu quase gozei na hora com isso, mas segurei um pouco, queria gozar na cara e na boca dela, via como ela tremia e tapei a boca dela porque gritava muito alto, mas no meio do orgasmo dela, ela chupava meu pau com a buceta e eu não aguentei mais. Eu: "Ah, não aguento, ahhh". Enchi ela com uns 7 jatos fortes de porra, o prazer era muito grande, por Ah, esque esqueci de falar que eu... Tava parado na beira da cama, metendo o pau nela. Aí caí de costas quando os primeiros jatos já saíram, tava quase desmaiando de tanto prazer, uffff. Nem sei quanto tempo durou, mas quando me mexi, saí com o pau ainda meio duro e bem molhado. E o que vi foi a mãe do meu amigo dormindo, com aquele rabão virado pra cima, meu gozo escorrendo. Adorei aquela vista. E ainda tava com vontade. Deitei do lado dela, com o rosto dela virado pra mim, ela tava tão gostosa. Comecei a esfregar meu pau na cara e nos lábios dela. Daí a pouco tava bem duro e comecei a enfiar na boquinha gostosa dela. Quando ela começou a acordar, se assustou, mas começou a chupar, ufff. Então, me diz o que achou dessa parte e continuo com a outra. Me deem 10 ✌️😎
Depois, começamos a conversar com meu amigo e mais dois caras. Um deles eu vi que também olhava muito pra mãe. Conforme a gente bebia, eu ficava com mais vontade de falar com ela e ver o que conseguia, mas ter o filho dela ali me segurava. Eu quase não falava, era muito tímido, até que ela me chamou. Ela se chama Doris.
D: Vem, vamos dançar.
Então começamos a dançar. Enquanto dançávamos, eu sentia os peitos dela no meu peito, não muito colados, mas dava pra sentir, e isso me excitou. Além disso, ela dançava muito bem, e aquela calça marcava a buceta dela lá embaixo. Deus, que gostosa, eu pensava. Nisso, vejo que o filho foi embora, então criei coragem e comecei a dançar mais colado nela. Quase no fim da música, me aproximei mais, coloquei meu rosto no ombro dela e pude ver aquele rabão se mexendo. Meu pau duro já se esfregava no púbis e na barriga dela, até fazia ela se mover dentro da minha calça. Com certeza ela sentia. Eu tava achando muito gostoso.
Quando a música acabou, ela me olhou sorrindo e disse que eu precisava mexer melhor o quadril, mas que gostou de dançar comigo. Na hora, pensei que ela disse que gostou por educação, porque eu não danço muito. Então continuei lá, conversando.
Eu: Desculpa, eu quase não danço.
Doris: Fica tranquilo, pai, aqui eu te ensino, sem problema.
Eu pensava: Uff, que bom.
Eu: Nossa, que vergonha, dona Doris, mas valeu mesmo.
Doris: Fica tranquilo, meu filho, é com prazer.
Na outra música, era um vallenato romântico, meio fácil. Começou normal, mas mudou depois de uns três minutos. Passos nesses um que tá mais colado e aconteceu a mesma coisa da outra vez. Eu já excitado, me atrevi a descer minhas mãos, tocando um pouco as bundonas dela. Ela deu um leve movimento de surpresa, vi ela olhando pros lados. Ficamos alguns segundos assim e, quase no fim da música, aí sim tirei as mãos das bundonas dela. Olhei pra baixo, minha ereção evidente, ela sorriu um pouco e falou: "Bom, já tá aprendendo, mas vamos descansar um pouco. Quer vinho ou cerveja?" Eu: "Vinho, por favor." Ela serviu e sentamos com os outros. O filho dela tinha ido jogar no computador, é viciado em jogos, por isso eu me atrevia a falar mais com a mãe. Eu: "Muito obrigado por me ensinar, Dona Doris, a senhora é muito gostosa 😨." Ela: "De nada, coração, me dá prazer te ensinar, assim você aprende pra quando tiver namorada." Eu pensei: "Se fosse minha namorada, me ensinava mais que dançar 😏." Eu: "Muito obrigado, queria arrumar uma namorada igual a senhora, muito linda e educada." Toquei um pouco na perna dela, ela arregalou os olhos de surpresa, olhou pros lados, eu tirei a mão. Ela: "Ai, papi, muito obrigada pelos elogios, mas você já tá meio bêbado, cuidado onde toca, que tão vendo a gente e vão falar. Vou preparar mais comida." Ela se levantou perto, colocando as bundonas na minha frente e, oh surpresa, dava pra ver um pouco da calcinha fio dental dela, aquela vermelha fina, uffff. Faltou eu dizer que ela nunca fez cara de brava ou irritada, era de surpresa e nervosismo. Esperei um pouco, mas decidi ir ver se conseguia continuar flertando na cozinha, com a desculpa de falar que tava aparecendo a calcinha. Entrei e ela tava de costas com a geladeira aberta, ainda dava pra ver a calcinha. Meu impulso foi chegar rápido por trás e colar nela. Ela: "Ai, meu Deus, o que cê tá fazendo? Me assustou." Eu: "Desculpa, Dona Doris, é que vim falar que tava aparecendo a calcinha vermelha." Nisso, peguei a calça dela com as duas mãos, mexendo de um lado pro outro a calcinha nas bundonas dela, supostamente pra ajudar a subir, mas não subia, me dava vontade de puxar mais pra baixo. A excitação era enorme e ela falava: "O que cê tá fazendo?" Tentando como se... me afastei, mas ela grudou no meu pau duro e aí se mexeu de novo pra frente. Quando eu já tinha subido, contra minha vontade, me encostei no meu pau duro e comecei a me mexer pra cima e pra baixo. Foram alguns segundos, dona Doris não fazia nada até que começou a se mexer forte pra trás e aí virou rápido e me disse: "Desculpa, papi, sei que você é um bom garoto e tá com esses hormônios loucos, ainda mais bebendo, e em parte é culpa minha, mas você precisa se acalmar. Sou a mãe do seu amigo, não esquece. Vamos fingir que não aconteceu nada, não posso continuar deixando você me tocar assim. Sai, por favor." Tudo isso ela falou meio gaguejando, tava nervosa, e excitada?? O fato é que resolvi deixar pra lá, mas tive uma surpresa mais tarde, quando todo mundo já tava dormindo. Ouvi um barulho de alguém andando, eu tava com vontade de mijar, fui e mijei. Quando olhei pro quarto dela, uffa, ela tava tirando a calça e, além disso, curvada, mexendo aquela bundona. De novo me deu tesão, ela me viu e caiu em cima da cama que tava na frente. Eu entrei rápido e falei pra ela ficar tranquila que ia ajudar. Ela já tava sentada com a calça nos pés, eu me ajoelhei pra tirar, sem parar de olhar a virilha dela com aquela calcinha fio dental vermelha. Ela se cobriu quando viu que eu tava olhando. Quando ficou sem calça, ela disse: "Valeu, mijo, já pode sair." Levantou, andou na minha frente e abriu a porta, mas eu me decidi, caminhei até ela, abracei ela forte pela bundona e falei: "Por favor, não aguento mais, gosto muito de você, olha como me deixou agora, me ajuda a acalmar essa vontade, mamãe gostosa." Foi a primeira vez que chamei ela de mamãe gostosa. Ela olhou pra baixo pro meu pau duro na calça, eu me encostei nela e beijei. Ela tentou me afastar, mas não me deixava e também não era com muita força. Aos poucos, foi diminuindo a força e começou a beijar melhor. A gente se beijou e beijou, e eu apalpava igual um louco aquela rabuda, e percebi que a porta tava aberta, com uma mão fechei. Depois me afastei e com as mãos fiz ela virar. pra ver aquela rabuda espetacular de fio dental vermelho, eu soltei um "caralho, que rabão gostoso, mamacita", é tão gostosa 😋 Ela olhou pra mim e depois pro rabo dela, começou a rir, me surpreendeu quanto tempo ela riu, tava meio bêbada também, nisso aproveitei e dei vários tapas na bunda dela, ela continuava rindo, até que me abaixei e puxei o fio dental dela pra baixo, pude ver a bunda dela nua com a buceta meio peluda. Comecei a apalpar ela, tava muito molhada, ela reclamava meio alto, depois fiz ela se ajoelhar na cama de quatro, caralho, era muito excitante ver ela com aquele rabão assim e saber que ia provar. Nisso peguei meu celular e tirei várias fotos dela, muitas ruins, tremia muito, como ela via que eu não fazia nada, virou pra olhar e se surpreendeu de me ver tirando fotos, mas nem ficou brava 😨 "ai, papai, que atrevido tirando fotos minhas assim, não vai mostrar pra ninguém, por favor, e vem logo meter em mim, tô com muita vontade". Eu sorri e rapidamente fui com meu pau durão, comecei a esfregar ele, uma técnica que a primeira mulher e também mais velha com quem transei me ensinou, fiquei nisso até ela me dizer desesperada: "Já mete em mim, papai, não me faz mais isso". Eu: "Toma, puta", e meti de uma vez até o fundo. Nós dois soltamos juntos um gemido enorme de prazer e comecei a meter, era fantástico estar comendo a mãe rabuda do meu amigo, e na casa dele, ele dormindo perto, o tesão era muito maior. O som da bundona dela enquanto eu metia era delicioso, e em poucos minutos vi que ela começou a se tensar e gemir mais alto: "Aiiii que gostosoooo". Senti como ela gozava, como molhava meu pau, era a terceira mulher com quem eu tava, mas continua sendo uma das três que fiz gozar tanto, eu quase gozei na hora com isso, mas segurei um pouco, queria gozar na cara e na boca dela, via como ela tremia e tapei a boca dela porque gritava muito alto, mas no meio do orgasmo dela, ela chupava meu pau com a buceta e eu não aguentei mais. Eu: "Ah, não aguento, ahhh". Enchi ela com uns 7 jatos fortes de porra, o prazer era muito grande, por Ah, esque esqueci de falar que eu... Tava parado na beira da cama, metendo o pau nela. Aí caí de costas quando os primeiros jatos já saíram, tava quase desmaiando de tanto prazer, uffff. Nem sei quanto tempo durou, mas quando me mexi, saí com o pau ainda meio duro e bem molhado. E o que vi foi a mãe do meu amigo dormindo, com aquele rabão virado pra cima, meu gozo escorrendo. Adorei aquela vista. E ainda tava com vontade. Deitei do lado dela, com o rosto dela virado pra mim, ela tava tão gostosa. Comecei a esfregar meu pau na cara e nos lábios dela. Daí a pouco tava bem duro e comecei a enfiar na boquinha gostosa dela. Quando ela começou a acordar, se assustou, mas começou a chupar, ufff. Então, me diz o que achou dessa parte e continuo com a outra. Me deem 10 ✌️😎
2 comentários - Minha segunda esposa mais velha, a mãe do meu amigo