Cojido por un maduro en fiesta de fin de año. Relato

O ano estava quase acabando, e não tinha jeito melhor de encerrá-lo do que na casa de um parente com os amigos mais próximos. Foi nessa hora que comecei a sentir que alguém estava me observando, alguém que não tiraria os olhos de mim a noite toda. A comida já tinha acabado, fizemos um brinde pelo ano que passava, e logo a música e a dança começaram. Num certo momento da noite, me abaixei para amarrar os cadarços do tênis, que estavam desatados. Foi quando, ainda agachado, senti a presença dele atrás de mim, se apoiando em mim. Enquanto me levantava, soltei um sorriso meio nervoso, e então o vi: um senhor de cabelo curto, pele morena e com uma boa barriga.

Ele também sorriu ao me ver, como se entendesse que eu tinha aceitado algo com ele. Isso fez com que o cara ficasse sempre perto de mim. Eu ainda era muito inexperiente nisso, e além do mais, aquele senhor estava bem longe do tipo de homem que eu costumava curtir. Ele voltou a ficar atrás de mim e, sem que ninguém visse, pegou minha mão e levou até a virilha dele. Puxei a mão rápido e, ficando nervoso, me afastei.

Ele voltou para pedir desculpas, dizendo que achou que eu tinha gostado daquela encostada. "Não, é que não, só fiquei nervoso mesmo", respondi. "Me acompanha lá fora, onde está minha caminhonete, vamos ficar mais tranquilos. Mas vem atrás de mim, pra ninguém achar que estamos saindo juntos", ele disse.

Ele saiu primeiro, e depois eu o segui. Nos encontramos do lado de fora e fomos até a caminhonete dele, estacionada a alguns metros de distância. Enquanto caminhávamos, senti a mão dele, com dedos grossos, apertando forte minhas nádegas. Depois, ele meteu a mão dentro da minha calça e apertou não só minhas nádegas, mas também senti seus dedos grossos acariciando meu ânus, o que me fez suspirar. "Que bundinha macia, é como acariciar a bunda de uma mulher, e você ainda geme que nem uma putinha", ele disse.

Estávamos bem longe da entrada, e a pouca visibilidade ajudava para que ninguém nos visse. Ele abriu a porta da caminhonete e, na mesma hora, abaixou o zíper do jeans, desabotoou a calça e a deixou cair. deixando ver um volume na cueca azul, me abaixo para chupá-la, mas ele me agarra pela nuca com as duas mãos e me levanta para me dar um beijo de língua terrível. Não conseguia respirar, aquela língua ocupava toda a minha boca, suas mãos voltaram a apalpar minha bunda, massageando em círculos e abrindo minhas nádegas para os lados, e agora sim, aquele senhor tinha despertado minha tesão. Fiquei de joelhos e puxei a cueca para baixo, e pude vê-la, ali na minha frente, sob aquela grande barriga estava um pauzão grosso e gostoso. Rapidamente levei à boca, comecei a chupar, percorria seu tronco e acariciava a cabeça do pau com minha língua, e depois enfiava tudo de novo até o fundo.
—É gostoso assim quando enfia até o fundo, amor — ele disse, segurando meu cabelo com força e empurrando minha cabeça contra sua barriga, fazendo eu sentir os ovos dele no meu queixo.
—Assim, engole, engole, puta, engole!!! — ele falava enquanto eu me engasgava com seu pau. Quando ele tirou da minha boca, eu estava toda babada e com os olhos cheios de lágrimas.
—Abre bem a boca, puta, e fica quietinha — depois de dizer isso, ele começou a foder minha boca violentamente, seu pau batendo na minha garganta enquanto meus olhos lacrimejavam, minha boca um rio de baba. Mas já era hora de terminar. Ele me levantou e me virou, me deitando sobre os bancos da caminhonete, só para ele começar a puxar minhas calças para baixo. Depois, desceu minha cueca devagar, deixando minha bunda à disposição dele.
—Você tem uma bunda linda, parece de mulher, bem macia, bem redondinha — ele abriu minhas nádegas e colocou o nariz para cheirar meu cu.
—Mmm, esse cheirinho gostoso de sabonete, cheiro de cuzinho bem limpinho — disse enquanto começava a lamber meu ânus. Meu corpo sentiu como uma pequena descarga por todo lado, sua língua dentro do meu cu me fazia sentir sensações indescritíveis, aquela chupada de cu me excitava demais.
Já era hora, não podia ficar mais ausente da festa, senão iam se perguntar onde eu estava. Agora sim era o momento. Senti a ponta daquele pau, não ia ser... Foi fácil entrar, senti um pouco de medo, minha bunda resistia mas o pau dele continuava tentando me penetrar, até que senti a ponta entrar, gritei bem alto enquanto sentia seu pau lentamente se acomodando dentro de mim até sentir a barriga dele tocar minha bunda, seu pau deslizando de trás pra frente bem devagar, as mãos daquele homem maduro na minha cintura tudo pra começar a me foder com força, comecei a gritar a cada penetração, a música no volume máximo evitava que estivessem nos ouvindo - Isso, grita, puta, grita que me deixa com muito tesão- -p..pe..por..mas tá doendo ahh por f..favor ahh para - - relaxa essa bunda e goza, relaxa, puta - enquanto me dava tapas e segurava forte no meu cabelo. Os gritos viraram gemidos, eu estava curtindo aquele pau como nunca, mas tudo estava chegando ao fim, ele tirou o pau completamente da minha bunda e eu me ajoelhei de novo, enquanto ele se masturbava eu levava os ovos dele à boca - abre a boca - mal disse isso levantei o olhar e olhando pro pau dele um jato grosso cai perto dos meus olhos, rápido levei à boca e três jatos grossos de porra quente dentro, que logo desceram pela minha garganta e depois chupei pra deixar a ponta do pau sem vestígios de porra - abre a boca! Boa, puta, tomou toda a porra - ele disse enquanto abotoava o jeans. Depois disso voltamos pra festa e como era de se esperar ninguém nos ouviu, continuei festejando com meus pais enquanto ele voltava pra mulher, ficou tudo em segredo, uma verdadeira despedida de ano.Cojido por un maduro en fiesta de fin de año. Relato

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