Transando com meu padrasto

Relato de Ana Karen Usuária Faz uns 4 anos que não vejo meu padrastro desde que minha mãe faleceu há alguns anos. Desde muito jovem tive a oportunidade de sair da minha cidade e viver na Cidade do México com minha madrinha e seguir meus estudos... Hoje em dia sou professora do ensino fundamental, mãe de um filho e, mesmo não sendo casada, vivo com meu marido há 6 anos...Transando com meu padrastoHoje em dia minha vida está na cidade por causa dos meus compromissos, mas quando minha mãe faleceu, ela deixou várias coisas mal resolvidas, entre elas o testamento, um terreno que deixou para mim e meu irmão, mas eu realmente deixei isso meio de lado ou por falta de tempo para resolver... Meu irmão vendeu a parte dele para meu padrastro alguns anos atrás, e eu pensei em vender minha parte também para poder ter uma grana guardada para meu filho. São poucas as vezes que falei com meu padrastro desde o funeral da minha mãe, e quando a gente conversa, é sempre bem tranquilo, lembrando da minha mãe e da infância que tivemos quando morávamos lá... Dia 27 de outubro é a festa do padroeiro na minha querida cidade de Guerrero, Chilpancingo para ser exata, e a gente tinha esse plano, eu e meu marido, de ir para a festa e visitar meu padrastro para acertar o negócio do terreno. Já estava tudo combinado, só faltava acertar a forma de pagamento e chegar num valor confortável para ele, que não apertasse o orçamento... A gente planejava sair um dia antes. Eu cuidei de arrumar a mala do meu marido com algumas roupas para ele, para meu filho e algumas minhas, já que a gente pensava em ficar uma semana lá na casa do meu irmão, que nos daria hospedagem... Mas todos os nossos planos foram por água abaixo quando meu marido me disse que não conseguiu permissão no trabalho por causa da demanda do mês. Sinceramente, fiquei triste e pensei em mudar a data, mas meu marido insistiu tanto para eu ir, que ele cuidaria do meu filho junto com meus sogros, que eu não me preocupasse. Tive uma tarde inteira para pensar, e com tantas voltas que minha cabeça deu, acabei aceitando. Pensei em ficar uns dois dias e voltar, passando um dia na casa do meu irmão. Era melhor resolver tudo de uma vez. Então meu marido me acompanhou até a rodoviária e eu segui viagem, voltando para minha cidade depois de 4 anos... Quando cheguei em Guerrero, avisei a todo mundo que já estava lá. Meu irmão, junto com a família, me buscou e pude conhecer toda a família dele. Da mesma forma, avisei Deixei meu marido sabendo para que ele ficasse tranquilo e avisei meu padrastro quando já estava na casa do meu irmão. Pensei naquele dia em ir com meu irmão e ver meu padrastro, mas o trabalho do meu irmão e o trabalho do meu padrastro tornaram isso impossível, porém poderíamos nos ver na festa da cidade. Os planos já estavam feitos... Ao revisar minha mala, percebi que só tinha um vestido preto que meu marido tinha me comprado para aquela ocasião, junto com algumas roupas íntimas. Sem dúvida, a notícia do meu marido tinha enchido minha cabeça de tristeza, a ponto de eu não perceber que deveria ter colocado algo mais confortável, uma calça, uma jaqueta ou algo assim. O frio estava intenso e eu só tinha um vestido preto um pouco curto, junto com umas sapatilhas pretas combinando com toda minha roupa... Naquele dia, para azar, meu irmão teria que trabalhar, mas me encontraria na festa junto com a esposa dele, que foi super legal, arrumando o banheiro para mim e me emprestando maquiagem.Sexo analAo sair, me vi no espelho e gostei muito, me senti bem, confortável e linda. Minha cunhada me encheu de elogios, mesmo dizendo que eu estava bem para a ocasião. Naquele dia, mandei foto pro meu marido e ele adorou. Isso me deu muita confiança e segurança, e segui rumbo à feira onde meu padrastro me esperava. Ao chegar, ele já estava lá, parecendo que os anos não passavam por ele — parecia bem jovem para a idade, fácil de reconhecer depois de tanto tempo. Meu padrastro também me reconheceu e, com prazer, nos cumprimentamos e conversamos um pouco, com ele me convidando para uma cerveja. Depois de dar voltas pela feira toda e aproveitar a companhia dele, meu padrastro não parava de ser alegre e parecia feliz em me ver, mesmo lamentando que meu marido e meu filho não pudessem ter vindo... A feira foi ficando melhor conforme a noite avançava e o povo chegava em massa. Os fogos de artifício iluminavam o céu e as bandas começaram a tocar, animando a noite. Depois de uma, duas, três cervejas, perdi a conta, e meu padrastro me disse: "Vamos dançar?garota de bunda grandeaceitei, pensei que um baile seria bom enquanto esperávamos meu irmão e a família dele nos alcançarem, o baile estava bombando e o salão, que era bem grande, começou a encher em questão de minutosmuito gostosaA gente dançou sem parar, ou melhor, todo mundo dançava uma atrás da outra, uma música atrás da outra ecoava por toda a cidade. Parecia que a festa estava no auge e eu comecei a curtir a noite na festa, fazia muito tempo que eu não dançava, até mesmo que não descansava por causa do meu trabalho.bunda grande gostosaJá angustiada, conferi meu celular enquanto dançávamos. Não havia sinal do meu irmão e da família dele, e comecei a me preocupar. Os minutos viraram horas e, já de madrugada, meu padrasto perguntou pelo meu irmão, mas não sabíamos de nada - só encolhi os ombros, já que não tinha informação. Apesar do lugar estar lotado e o baile no auge, um frio começou a tomar conta de mim, me cobrindo com a seda do meu vestido que não escondia nada, era só mais uma peça. Não sei se meu padrasto notou minha preocupação, mas os dois fomos até o balcão de um bar para nos agasalhar um pouco no meio da multidão e tomar uma cerveja.

Enquanto conversávamos e eu mandava mensagens pro meu irmão - que não chegavam, ficando no visto - continuamos bebendo e falando sobre o negócio e as três parcelas que ele planejava dar. Pensei que era bom, assim não afetava a economia dele e eu tirava um peso das costas que me atormentava. As cervejas e alguns whiskys começaram a fazer efeito em mim; misturando as bebidas, comecei a ficar tonta, assim como meu padrasto, que começava a ficar impertinente, levantando a voz como se eu não o escutasse.

Já estávamos no ponto em que estávamos alcoolizados - talvez não tanto pra saber o que fazíamos, mas eu sentia o efeito do álcool. Até dançar já seria impossível, além do frio que fazia meus dentes baterem uns nos outros, mostrando minha embriaguez e o frio infernal. Gentilmente, meu padrasto disse que era muito tarde pra ir pra casa do meu irmão; talvez chegássemos e cruzássemos com eles na festa e, francamente, a distância e o estado em que estávamos poderiam causar um acidente.

A melhor ideia foi ir pra casa da minha mãe, que agora era do meu padrasto. Alguns metros nos separavam da casa dele, que era mais perto do que a do meu irmão. Apoiei a ideia do meu padrasto e, uma vez chegando, poderia mandar mensagens pro meu irmão dizendo que estava na casa e estava bem. Ao subir no carro do meu... padrastro sentia meus olhos se fechando, mas eu tentava me manter firme apesar do álcool. Quando chegamos em casa...Transando com meu padrastoFoi difícil descer do carro e eu sabia que era a melhor decisão que havíamos tomado. Meu padrastro também demorou para sair, cuidando de desligar e trancar bem o veículo, enquanto eu me esforçava para descer, sentindo tontura. A casa estava quase idêntica à que eu lembrava: a sala e os móveis no mesmo lugar, as paredes com marcas de umidade, e o quarto que eu dividia com meu irmão estava cheio das coisas da minha mãe, guardadas em caixas com extremo cuidado. Relembramos cada objeto dela, o que me arrancou algumas lágrimas. Para me acalmar, meu padrastro me ofereceu um cigarro 🚬, deu algumas palmadinhas nas minhas costas e me deixou sozinha no quarto, recordando e observando cada coisa da minha infância... Não quis continuar me entristecendo, então peguei meu celular e comecei a mandar mensagens pro meu irmão, pra deixálo sabendo que eu estava com meu padrastro na casa dele e que estava bem... Terminando de escrever e com o cigarro na mão, cambaleando a cada passo desajeitado, caminhei pelo corredor para encontrar meu padrastro. Mas, ao chegar um quarto antes do dele, me deparei com a luz acesa do banheiro e a porta entreaberta. Juro que nunca imaginei ver meu padrastro daquele jeito...Sexo analcom uma mão cobrindo o rosto e a outra na parede, tentando desajeitadamente ficar em pé, mijando com uma força impressionante que ecoava por todo o banheiro, com a calça nos tornozelos e uma ereção enorme, vendo seu pau totalmente duro era algo descomunal, algo que eu nunca tinha visto. Meu marido não tinha nada parecido com o que meu padrastro tinha, e eu tinha a melhor visão da porta. Meu padrastro fazia uma força descomunal para parar de mijar, as veias das mãos e do pescoço saltando, ficando até vermelho com o esforço, mas seu pau não parava de urinar. Minha embriaguez começou a passar ao ficar impressionada com a visão do meu padrastro, que não dava trégua para parar de mijar. Pouco a pouco, aquele líquido amarelo parou de cair, e meu padrastro continuava em seu transe, parecendo uma estátua sem se mover, enquanto algumas gotas paravam de cair. Com medo e nervosa, parei de olhar, dando tempo para ele terminar, mas já não sabia como olhá-lo nos olhos. Seu pau me tinha impressionado tanto que, como por arte de mágica, senti escorrer pelas minhas pernas, percebendo que minha calcinha estava totalmente encharcada e, como pude, com minhas mãos tentei secar o fluido que escorria pelas minhas pernas... Voltei a ver o que estava acontecendo, me certificando de que ele estava bem, mas sua calça estava desajeitadamente na metade da perna, com o pau para fora. Chamei-o pelo nome, talvez isso ajudasse, mas ele tentava falar sem que eu entendesse nada. "Heey... Você está no banheiro?" "Ajhdgjsgf", ele respondeu sem entender. "Hey... Você está bem?" "Hgskfudb", ele respondeu. "Posso entrar?" Fingi que não entendi e, com coragem, entrei no banheiro como se nada tivesse acontecido, sem antes bater na porta.garota de bunda grandeAo vê-lo, fiquei mais impressionada do que na primeira vez. Meu padrastro estava encostado na parede, com as calças novamente nos tornozelos, diante da porta. E na minha visão frontal, pude ver seu pauzão de frente e admirar melhor as dimensões, totalmente ereto, grosso e com um pouco de urina no tronco venoso... Exclamei: "Mas poxa, pai, o que aconteceu? Você está bem? Olha como você está..." Eu não entendia absolutamente nada, as palavras se embaralhavam e comecei a sentir um desejo enorme de tocá-lo e ajudá-lo. "Pai, vou te ajudar, sim!" Hsgaksh...

Me aproximei dele. O som dos meus chinelos ecoava por todo o banheiro a cada passo que dava, junto com as batidas do meu coração. Estando frente a frente com ele, com meu antebraço consegui tocar parte do seu pau, que molhou meu braço e parecia tão rígido. Encostei-me mais e com mais força para ver se ele tinha alguma reação, o que felizmente não aconteceu - ele só parecia estar mais bêbado do que nunca. Meus olhos cheios de luxúria fixaram-se nele ao vê-lo de olhos fechados e com o rosto vermelho, enquanto eu mordia os lábios.

Desci pouco a pouco e, como se fosse desajeitada, consegui me aproximar do seu pauzão, medindo o quão perto eu poderia chegar para esticar minha língua. Com a ponta da língua, como se fosse uma picolé, lambi a cabeça do pau. Uma forte descarga elétrica tomou conta de mim, algo que nunca havia sentido ao experimentar o sabor do seu pau rígido, levando as gotas de urina até minha boca. Meu padrastro não dava sinais, e pensei em chupá-lo, mas ele tentava se manter em pé, desajeitadamente... como se quisesse subir a calça.

Sem pensar muito, ajudei-o e saímos do banheiro, enquanto ele parecia me agradecer, mas também pedia desculpas - era o pouco que eu conseguia entender. Como pude, levei-o ao quarto dele, que era o mais próximo do banheiro. Com as calças para cima e o pau ainda duro, livre da calça, ele tentava se manter sentado. Fiquei em pé diante dele enquanto ele tentava falar, pedindo um cigarro e tentando fumar 🚬.muito gostosaDe frente para ele, totalmente colada, senti a mão dele passar pelas minhas nádegas, com um tesão enorme, pousando a mão em uma das minhas bundas antes de continuar tocando. Ele ainda parecia bêbado, alterado, o que vinha a seguir era errado, mas estava me dando algo que eu gostava — massagear minhas nádegas enquanto sorria e fumava, me dando o cigarro dele para compartilharmos, antes de tentar me beijar enquanto a mão dele não saía da barra da minha saia, que ele começou a levantar, liberando minha bunda aos poucos para sua visão... O jogo estava começando a envolver os dois: eu, com tesão e desejando um pau, e ele, bêbado, mas me dando o que eu queria... O tesão estava no máximo, nossos lábios se encontraram em beijos desajeitados, mas ele insistia em enfiar a língua na minha boca, deixando ele chegar onde queria. Enquanto a língua dele estava dentro de mim, suas mãos agarravam minhas nádegas, apertando-as com meu vestido acima da cintura. Entre esses beijos quentes, cheios de tesão, e carícias, eu me agarrei ao pauzão dele, apertando da mesma forma, segurando firme em toda a circunferência, subindo e descendo. O pau dele estava fervendo naquela situação tão quente, enquanto eu empinava mais minha bunda naquela posição, e ele começava a abri-las com força, fazendo meu ânus se abrir aos poucos. Sua mão deslizou entre minhas nádegas, por cima da minha calcinha, que estava completamente encharcada. Meu tesão traía meus anos de casada — agora eu estava dando chifre no meu marido, que vinha à minha mente enquanto meu padrastro se agarrava a mim, empurrando minha cabeça com força contra sua boca, e seus gemidos ficavam mais altos a cada punheta que eu dava, como se quisesse arrancar aquele pauzão e levá-lo para casa, desejosa por um pau... Conseguimos mudar de posição, deitando na cama, e o jogo de beijos aumentou. Nunca imaginei que uma série de beijos agressivos me deixassem cada vez mais excitada, enquanto suas mãos tocavam minhas pernas e me dedavam com uma força bruta, impedindo que... Eu o beijei, pois eu já estava perdida no desejo, gemendo e gritando a cada entrada dos dedos dele na minha buceta, que ficava cada vez mais molhada, chegando ao clímax uma e outra vez enquanto ele agarrava meu pescoço, me enforcando e passando a língua por todo o meu céu da boca, descendo pelo meu rosto e enfiando a língua. Eu já tinha gozado três vezes com as mãos maravilhosas dele, cheias de desejo pervertido, e era hora de tomar o controle e fazê-lo gozar. Mas à minha mente vinha a imagem do meu marido enquanto eu era tocada pelo meu padrastro, e isso não importou – só me fez ser o que nunca imaginei: a mulher mais puta possível e me comportar como tal.bunda grande gostosaE me transformei naquilo que hoje custo a acreditar, mas contando agora, me lembro de tudo... Agora sim, seu velho safado, é a minha vez... Agarrando o pau dele, comecei a cuspir nele como uma desesperada, puxando com força de cima a baixo enquanto meu padrastro se contorcia, mas meu peso o manteve preso pelas pernas, deixando-o imóvel da cintura para baixo. O tesão de vê-lo desesperado e gemendo me deixava muito excitada.Transando com meu padrastoE comecei a chupar o pauzão dele como nunca fiz, nem mesmo com meu marido eu fazia algo parecido. Com força, peguei seu cacete como se quisesse espremer enquanto chupava e chupava sua rola com gosto de urina e restos de porra seca. Passava minha língua removendo esse excesso de sêmen podre com gosto amargo junto com a urina de pouco antes, mas foi tanto e tanto que nos deixamos levar. Aqui é onde, na hora, não percebi quando a bebedeira dele passou, mas já me questionava o prazer que sentia... Aaaa aaaa aaa siii siii aaa siii siii filha, filha...

"Mordendo" era o que eu nunca quis que me dissessem nessas circunstâncias, e eu disse: "me chama de puta, me chama de puta!" Aaaa aaa aa siii siii puta, aaa assim assim asiii puta, que delícia você chupa, ooo ooo aaa siii siii vai, vai! Mmm mmm assim assim, você gosta que chupem seu pauzão, mmm mmm aaa aaa uuuummm que gostoso, que gostoso pau você tem. "Você gosta, puta?" Eu amo seu pau, disse desde que vi, eu amo! Aaaa aaa siii siii aa fala mais, fala mais, puta! Mmm mm eu amo seu pau, é grande e grosso, e isso eu amo. Aaaa aaa aa siii que tantoooo aaa aa que tanto, será que gosta mais que o do seu marido, cara?...

Isso me encheu de questionamentos, mas a realidade é que, apesar de ofendê-lo, ele tinha alguma razão. O pau do meu marido não se compara em nada com o dele... Mmm mmm sii sii é melhor, é maior. Aaaa aaa siii siii puta, mas o que mais, o que mais aaa aa safada, o que mais, filha da puta!... Suas palavras, além de ofender, me excitavam... Aaaa aa siii é maior seu pau e grosso, não se compara com o do meu marido... Aaaa siii siii é um cara, seu marido, de pau pequeno aaa aa siii puta, assim assim, come meu pau, gostosa!

Sua postura ficou mais agressiva que antes e ele começou a ser dominante não só comigo, mas humilhando meu marido na minha cara enquanto eu estava agarrada no seu pau... Agora sim, puta, vem... Vou te comer como você merece, você será minha puta e seu marido será um infeliz de pau pequeno.Sexo analEssas palavras me atingiram fundo, ele disse algo mais mas não lembro, mas a humilgação foi totalmente degradante para meu marido e para mim, mas eu sabia que estava nas mãos dele.garota de bunda grandeE sem mais, parei de chupar o pau dele e tentei encarar, mas ele foi mais esperto. Ssshhh sshhh nada, putinha, nada sshhhj. Sim, minha humilhação estava feita e ele não parava de falar do meu marido, enquanto eu, já superada, ia me acomodando pouco a pouco no pau dele, sentindo o quão grosso estava na minha buceta, que parecia estreita demais para uma coisa daquelas. E sem mais, fui cuidadosa, até com medo, mas ele, com um puxão, me baixou, fazendo o pitote dele entrar dentro de mim, rasgando minha buceta com uma ardência que me fez gemer, mas a fricção começou a ser satisfatória e me deixei levar, enquanto ele continuava humilhando meu marido.muito gostosaE suas mãos não paravam de estimular minhas nádegas à vontade... Mmm mm que putinha gostosa, olha só essas bundonas como as novinhas na festa e agora você rebola no meu pau Mmmm mmm assim assim puta desperdiçada pelo seu marido corno filho da puta Aaaa aaaa aaa cala a boca aaa aaa Toma toma mmm mmm você é minha suas nádegas seu corpo sua boquinha me pertencem mm mmm mmm Siii issooo siii aaaa aaa aaabunda grande gostosaE em questão de minutos senti minha buceta encharcada dos fluidos dele, seu pauzão me fez gozar mas ele me havia humilhado... Depois do ato, ambos em poucos minutos caímos no sono - o cansaço, a luxúria e o álcool tinham feito seu trabalho. Acordei com culpa, pensando que tinha sido um sonho, mas era real: meu padrastro tinha me comido, e de que jeito. Ao checar meu celular, tinha chamadas e mensagens do meu irmão, que acreditava que eu estava na festa mas que, por não atender, devia estar dormindo ou descansando - mas a razão tinha sido a luxúria com meu padrastro. Mensagens do meu marido também estavam lá, dizendo "tenha um bom dia" e querendo saber como estavam as coisas. Na minha mente pensei: o acordo já está mais do que feito.

Achei que tudo mudaria no dia seguinte. Enquanto meu padrastro dormia e roncava, e eu ainda estava com a calcinha que meu marido me tinha dado, levantei-me com as pernas doloridas, trêmulas, e minha buceta ainda cheia de porra. Tentei ir com cuidado ao banho, pegando meu vestido e colocando-o enquanto tentava andar direito. Arrumei meu cabelo, usei pouca água para não levantar suspeitas e calcei meus saltos, mas a voz do meu padrastro surgiu: "Tudo bem, Karen?" "Sim, sim, estou bem, volta a dormir". Tentei ganhar forças me apoiando na pia quando vi a porta do banho abrir - ele me puxou e me beijou com força. Tentei desviar, não queria mais nada, tudo já tinha passado, mas meu padrastro parecia desesperado e facilmente me levantou, me levando para o quarto da minha infância, onde estavam as coisas da minha mãe. Sem dizer nada, levantou minha saia, me colocou de quatro e, mesmo eu tentando lutar, ele me dominou.Transando com meu padrastoEnquanto ele balançava de um lado pro outro o pau dele querendo mais, e eu não tinha certeza se queria ou aguentava mais dele, mas não acreditava no que tava acontecendo, já era estupro, eu não queria mais nada.Sexo analE aos poucos ele brincava com meu cu, que estava sensível pelos fluidos do seu sêmen e pelos meus, e facilmente conseguiu enfiar um dedo dentro de mim. Me senti amarrada e sem poder fazer nada, sua força era maior. Ele centrou o pau no meu cu, entrando devagar. Foi cuidadoso, mas a dor tomou conta de mim.garota de bunda grandeEu implorei, pedi perdão e mais, mas ele me dominou, me dando com força. Aaaa aaa aaa aaa já, já, jaaaaaa, jaaa, chega, jaaa. Mmm mmm aaa aa, que gostoso, siii siii aaaa, vamos, só um pouco, aguenta minha pica grossa, gostosa, siii siii, assim, assimmm, já está dentro da sua bunda grande, mamasita, e suas nádegas enormes sugam minha rola, big booty... Aaaa aaa aaa aa si, nunca tinha sentido algo tão delicioso, pela minha buceta, pelo meu cu, sentia melhor e mais submissa, minhas nádegas estavam sob o poder dele e ele praticamente fez o que quis com elas...muito gostosaInvoluntariamente eu já estava acomodada, oferecendo minhas nádegas ao seu esplendor. Sua dominação tinha controle sobre mim e eu apenas me deixei levar. Aaaa aaaa siim siim siim aaa siim assim papai assim assim, me come, me come, me viola, me viola papai siim siim Aaaa olha só que estou me deixando violar, sua cadela de bunda grande, na frente da sua mãe, olha como eu te fodo, como eu te violo mmm mmm mm. Assim assim assim Aaaa aaa siim siim que delícia você me viola, quero mais siim sii aaa que delícia papai Aaaa aaa que gostoso, sua cadela de bunda grande, eu quero continuar e continuar siim Siim siim papai, vou voltar para mais siim siim mas eu tenho aaaa que ir embora aaa papai jáaaa ayyy Aaaa aaaa siim siim.

O dia terminou estranho, meu irmão não parou de me olhar de um jeito esquisito. Não sei se meu comportamento me entregou ou se foi estranho eu ter ficado com meu padrasto. Voltei para casa bem, meu marido me recebeu bem e de forma carinhosa, mas ainda estou com dores nas minhas pernas, minhas nádegas ainda têm marcas da surra de pau que meu padrasto me deu e minha bunda levou dois dias para parar de vazar o sêmen que meu padrasto gozou dentro de mim... Hoje em dia tenho em minhas mãos 2 de 3 pagamentos, mas infelizmente tenho que ir buscar o último pagamento e, hmm, pensei que perdi muito financeiramente e moralmente, que hmm decidi nunca mais voltar e passar por algo do qual eu possa me arrepender no meu casamento... Tentei relatar da melhor forma possível... Sou Ana Karen e essa foi minha única infidelidade, que nunca quero que meu marido ou meu irmão descubram, obrigada...

4 comentários - Transando com meu padrasto

Gracias por la paja q me ocacionaste , genial historia
Que puta , perra y descarada eres me encantaría usarte y rrtacarte el culo de verga, por lo visto eres una putita caliente de lo peor quiero dejarte la concha y el culo llenos de leche tibia y oírte gemir mientras te penetro bien recio, si puedes