Fala, galera! Hoje vim compartilhar uma parada que tô querendo fazer há um tempão: comer minha tia. Por motivos óbvios, vou trocar os nomes das pessoas aqui. Bom, vou me apresentar: sou o Max, moro no México, tenho 21 anos, 1,65m de altura. Não sou gordo nem magro, tô num meio-termo. Tenho a pele clara, menos nos braços, porque trabalho no campo e tô queimado de sol. Não me acho um Adônis, mas de rosto não sou feio não. Minha tia se chama Ana. Ela é tia por parte de pai, irmã dele, filha da minha avó. Vou descrever como ela é: tem 49 anos hoje, mas se conserva muito bem, tudo no lugar. Não é muito alta, tem 1,58m, quase 1,60m. Pele clara, cabelo entre loiro e preto, mais loiro que preto — acho que pinta, mas mesmo assim é linda. Lábios carnudos. Partindo pro corpo, ela tem uns peitões bem postos, não sei o tamanho exato, mas são grandes e empinados. Tem uma bunda enorme, bem desenhada em formato de coração. Ela não é gorda, a barriga e o quadril são bem curvilíneos. A parada é que desde que nasci, ela sempre me quis muito, me mimava em tudo. Lembro até que me dava beijos na boca, acho que sem maldade. Depois, a gente se mudou pra outro estado com meus pais e o contato foi quase zero, só nas férias quando ela nos visitava ou a gente ia vê-la. Eu sempre a achei gostosa desde pequeno. Assim passaram vários anos, até que eu já era um jovem. Aconteceram umas paradas que me fizeram começar a desejá-la e olhar pra ela com malícia. Lembro que na época eu tinha uns 17 anos. Uma vez, enquanto a visitávamos na casa dela, chegamos normal, mas quando ela me viu, senti um olhar diferente vindo dela, tipo de surpresa e safadeza. Ela cumprimentou meus pais, convidou todo mundo pra entrar e, por último, me cumprimentou: "Oi, meu amor", ela disse (ela sempre me chamou assim — meu amor, minha vida ou meu coração). E eu não ficava excitado até aquele momento. Como eu disse, ela nunca me chamava pelo meu nome. Então, naquele momento, ela me deu um beijo que durou uns segundos e foi direto pro lado da minha boca. Senti os lábios dela levemente úmidos, não direto na minha boca, mas num cantinho dela, e ela me agarrou pela cintura. Fiquei excitado na hora. Meu pau já tava começando a subir, mas eu tentava me controlar. Vale dizer que meus pais já tinham ido na frente.
M: Oi, tia, como cê tá? Bom dia! Sempre chamava ela com respeito.
A: Oi, meu amor, como você cresceu! Faz tempo que não te via, e que gato você tá. Mas entra, por favor, seus pais já foram na frente (sempre me olhando com um jeitinho de quem tava dando mole). Eu percebia, mas não ligava, porque naquela época eu não era tão tarado como agora.
M: Sim, muito obrigado, vamos.
Ela foi na minha frente, mostrando a bunda dela, e meu pau já começou a babar. Até aí, tudo normal. Bom, o negócio é que passaram as horas, eles conversando, e de repente bateu vontade de mijar. Ela me mostrou onde era o banheiro, mas tava ocupado. Voltei, e ela perguntou o que tinha acontecido. Respondi:
M: É que meu pai tá lá dentro.
A: Ah, filho, olha, se tiver apertado, pode usar o banheiro do meu quarto. Ela disse.
Não pensei duas vezes e fui até lá. Entrei e a primeira coisa que fiz foi baixar a calça. Meu pau já tava mole, mas a cueca tava toda molhada de líquido pré-seminal de antes. Mijei e comecei a limpar ele, mas de repente, no chuveiro, tem um cano, em cima onde vai a cortina, e vi que tinham umas calcinhas e umas tangas de mulher. Obviamente, eram da minha tia. De repente, imaginar ela com aqueles trapos me deixou duro. Fui lá, peguei umas calcinhas dela, especialmente uma vermelha que tava ali, tipo fio dental. Olhei pra ela e vi que tava suja, tinha um pretinho do lado da bunda, pouco, mas tinha. Cheirei e cheirava maravilhosamente bem, tava no ponto. Decidi bater uma punheta, primeiro devagar, depois rápido. Cheirava a calcinha, coloquei a calcinha no meu pau e comecei a foder ela, pensando que tava comendo minha tia ali mesmo. Eu me importava de sujar ele com o pré-seminal, de repente saí uns jatos de porra, bem branquinha, parecia aquele creme de leite, sujei a calcinha toda dela. Uff, que delícia. Me limpei rápido e deixei a calcinha lá de propósito, onde estava, pra ela perceber — pelo menos veria que tava manchada de sêmen. Ou uma de duas: ela percebia e me xingava, mas gostava, ou contava pros meus pais. Coisa que até hoje ela nunca comentou nada, mas acho que ela deve lembrar. Logo o dia acabou, a gente foi embora e as férias também terminaram, voltamos pra casa. Daí em diante, não vi ela de novo até uns 2 anos depois, eu já tinha 19 anos; ela veio nos visitar. Um dia normal, cheguei na casa da minha avó e ela tava lá, tinha chegado umas horas antes. A gente se cumprimentou normal, com beijo e abraço. Ela continuava com o mesmo jeito safado de sempre. Mas dessa vez a gente se grudou bastante, senti os peitos dela, aquelas tetonas perto de mim, o que me fez ficar duro. Ela percebeu e sorriu de leve, mas não falou nada. A gente continuou conversando, minha avó chegou, tava muito feliz por ela ter vindo visitar, já fazia anos que não via ela. Sentamos todos: só minha avó, minha tia e eu. Ela andava vestida desde aquele dia pela casa com shorts curtos de lycra ou senão de jeans, o que sempre destacava aquele rabão dela, e não perdia chance de se inclinar pra eu olhar. Só uma vez que ela tava na cozinha, na frente do fogão cozinhando, eu cheguei por trás e abracei ela. Ela disse: "A: Oi, meu amor, o que você quer, que abusado você é." M: "Só quero te abraçar, tia, faz tempo que não te via, te amo muito. Sinto sua falta." Eu grudei todo o meu volume nela e é impossível que ela não tenha notado, porque de repente começou a ganhar vida e eu esfregava bem. Ela só dava uns gemidos leves, devagar, e percebi que a respiração dela começou a acelerar. Logo a gente parou com aquilo porque alguém se aproximou, ouvimos passos, era minha avó. Depois eu precisei sair pra outro lugar resolver umas coisas, fiquei 3 dias fora, e ela foi embora nesse mesmo período. É claro que na época eu não sabia, mas enfim, não rolou mais nada. Mas eu sempre penso naquele dia: o que mais teria acontecido? Se eu não tivesse que ter ido resolver aqueles problemas. Será que ela queria ir mais longe comigo, assim como eu queria com ela? Será que um dia a gente vai ficar assim de novo? Ela tem WhatsApp e tinha, mas eu troquei de celular e perdi os contatos dela — minha avó que tem. E como meu pai não se dá bem com ela por causa de coisas que rolaram, então não peço. O que vocês acham? O que devo fazer? Hoje a gente mora em estados diferentes do México. Já fui pra cidade dela algumas vezes, mas por causa de trabalho ou falta de tempo, a gente nunca se encontrou. Eu queria ir visitar ela na casa dela. Ela tá solteira, nunca casou. Vocês acham que devo começar a mandar mensagem pelo WhatsApp ou Messenger? Assim que eu achar ela. E se ela tiver Facebook, só de enviar solicitação, mas como as irmãs dela são amigas dela lá, não quero que saibam que a gente é amigo. Melhor conseguir o WhatsApp. O que eu faço? Só de lembrar daquela vez com ela, já fico de pau duro. Isso é 100% real, aconteceu comigo, e eu queria muito comer minha tia. Não sei se escrevi certo ou errado. É a primeira vez que compartilho essa história. E mesmo que a gente não tenha transado, já é bem excitante.
M: Oi, tia, como cê tá? Bom dia! Sempre chamava ela com respeito.
A: Oi, meu amor, como você cresceu! Faz tempo que não te via, e que gato você tá. Mas entra, por favor, seus pais já foram na frente (sempre me olhando com um jeitinho de quem tava dando mole). Eu percebia, mas não ligava, porque naquela época eu não era tão tarado como agora.
M: Sim, muito obrigado, vamos.
Ela foi na minha frente, mostrando a bunda dela, e meu pau já começou a babar. Até aí, tudo normal. Bom, o negócio é que passaram as horas, eles conversando, e de repente bateu vontade de mijar. Ela me mostrou onde era o banheiro, mas tava ocupado. Voltei, e ela perguntou o que tinha acontecido. Respondi:
M: É que meu pai tá lá dentro.
A: Ah, filho, olha, se tiver apertado, pode usar o banheiro do meu quarto. Ela disse.
Não pensei duas vezes e fui até lá. Entrei e a primeira coisa que fiz foi baixar a calça. Meu pau já tava mole, mas a cueca tava toda molhada de líquido pré-seminal de antes. Mijei e comecei a limpar ele, mas de repente, no chuveiro, tem um cano, em cima onde vai a cortina, e vi que tinham umas calcinhas e umas tangas de mulher. Obviamente, eram da minha tia. De repente, imaginar ela com aqueles trapos me deixou duro. Fui lá, peguei umas calcinhas dela, especialmente uma vermelha que tava ali, tipo fio dental. Olhei pra ela e vi que tava suja, tinha um pretinho do lado da bunda, pouco, mas tinha. Cheirei e cheirava maravilhosamente bem, tava no ponto. Decidi bater uma punheta, primeiro devagar, depois rápido. Cheirava a calcinha, coloquei a calcinha no meu pau e comecei a foder ela, pensando que tava comendo minha tia ali mesmo. Eu me importava de sujar ele com o pré-seminal, de repente saí uns jatos de porra, bem branquinha, parecia aquele creme de leite, sujei a calcinha toda dela. Uff, que delícia. Me limpei rápido e deixei a calcinha lá de propósito, onde estava, pra ela perceber — pelo menos veria que tava manchada de sêmen. Ou uma de duas: ela percebia e me xingava, mas gostava, ou contava pros meus pais. Coisa que até hoje ela nunca comentou nada, mas acho que ela deve lembrar. Logo o dia acabou, a gente foi embora e as férias também terminaram, voltamos pra casa. Daí em diante, não vi ela de novo até uns 2 anos depois, eu já tinha 19 anos; ela veio nos visitar. Um dia normal, cheguei na casa da minha avó e ela tava lá, tinha chegado umas horas antes. A gente se cumprimentou normal, com beijo e abraço. Ela continuava com o mesmo jeito safado de sempre. Mas dessa vez a gente se grudou bastante, senti os peitos dela, aquelas tetonas perto de mim, o que me fez ficar duro. Ela percebeu e sorriu de leve, mas não falou nada. A gente continuou conversando, minha avó chegou, tava muito feliz por ela ter vindo visitar, já fazia anos que não via ela. Sentamos todos: só minha avó, minha tia e eu. Ela andava vestida desde aquele dia pela casa com shorts curtos de lycra ou senão de jeans, o que sempre destacava aquele rabão dela, e não perdia chance de se inclinar pra eu olhar. Só uma vez que ela tava na cozinha, na frente do fogão cozinhando, eu cheguei por trás e abracei ela. Ela disse: "A: Oi, meu amor, o que você quer, que abusado você é." M: "Só quero te abraçar, tia, faz tempo que não te via, te amo muito. Sinto sua falta." Eu grudei todo o meu volume nela e é impossível que ela não tenha notado, porque de repente começou a ganhar vida e eu esfregava bem. Ela só dava uns gemidos leves, devagar, e percebi que a respiração dela começou a acelerar. Logo a gente parou com aquilo porque alguém se aproximou, ouvimos passos, era minha avó. Depois eu precisei sair pra outro lugar resolver umas coisas, fiquei 3 dias fora, e ela foi embora nesse mesmo período. É claro que na época eu não sabia, mas enfim, não rolou mais nada. Mas eu sempre penso naquele dia: o que mais teria acontecido? Se eu não tivesse que ter ido resolver aqueles problemas. Será que ela queria ir mais longe comigo, assim como eu queria com ela? Será que um dia a gente vai ficar assim de novo? Ela tem WhatsApp e tinha, mas eu troquei de celular e perdi os contatos dela — minha avó que tem. E como meu pai não se dá bem com ela por causa de coisas que rolaram, então não peço. O que vocês acham? O que devo fazer? Hoje a gente mora em estados diferentes do México. Já fui pra cidade dela algumas vezes, mas por causa de trabalho ou falta de tempo, a gente nunca se encontrou. Eu queria ir visitar ela na casa dela. Ela tá solteira, nunca casou. Vocês acham que devo começar a mandar mensagem pelo WhatsApp ou Messenger? Assim que eu achar ela. E se ela tiver Facebook, só de enviar solicitação, mas como as irmãs dela são amigas dela lá, não quero que saibam que a gente é amigo. Melhor conseguir o WhatsApp. O que eu faço? Só de lembrar daquela vez com ela, já fico de pau duro. Isso é 100% real, aconteceu comigo, e eu queria muito comer minha tia. Não sei se escrevi certo ou errado. É a primeira vez que compartilho essa história. E mesmo que a gente não tenha transado, já é bem excitante.
3 comentários - Quero comer minha tia (irmã do meu pai)