AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Martina é uma criação perfeita.
Antes era Martín, um cara insignificante, o típico nerd de óculos e ombros caídos que se escondia nos livros para não cruzar o olhar comigo.
Sua pele é branca e macia, contrastando com um vestido preto de seda bem justinho, com um decote que mal segura os peitos grandes, pesados e firmes, fruto da dose manipulada.
O vestido subia só de ela andar, deixando ver que sua nova anatomia feminina foi feita pra uma coisa só.
Ser usada por mim.
Sua cintura é fininha, desembocando numa bunda redonda e larga que se marca a cada passo.
Ela usa saltos altos que alongam suas pernas compridas e um olhar que, mesmo tentando ser arrogante, se quebra em submissão total assim que sente minha presença.
A festa de gala da empresa era o cenário perfeito.
Todo mundo olhava pra nova estagiária Martina, sem saber que por baixo daquele vestido preto estava o Martin, o cara que eu obriguei a tomar a dose de Gender Bender que eu mesmo alterei, com uma carga hormonal e psicológica feita pra que, ao se transformar, ele não só tivesse o corpo de uma puta de luxo, mas a mentalidade de uma puta carente da minha aprovação.
Assim que vi ela entrar, arrastei ela pra um corredor escuro atrás do salão principal.
Esmaguei ela contra a parede fria.
O barulho do impacto fez ela gemer.
Levantei o vestido de seda dela, deixando a pele branca à mostra.
— Cê gosta que todo mundo fique te olhando lá embaixo, não é, Martin? — sussurrei, enfiando as mãos na bunda firme dela.
— Ou melhor, Martina — falei, rindo.
— Amo... por favor, todo mundo tá lá fora! — ela disse, ofegante.
— Olha pra você, Martina. Quem diria que por baixo dessa carne de primeira tava o frangote do Martin? — falei enquanto enfiava meus dedos na buceta e no cu dela.
A buceta dela, com os hormônios que eu dei, tava super molhada.
Eu arrastei ela pro banheiro do escritório. Me apoiei no mármore frio da pia e desabotoei a calça.
— De joelhos. Agora.
Ela desceu sem hesitar, os olhos brilhando por causa do efeito do comprimido.
Abriu a boca carnuda e envolveu meu pau.
O som da sucção no banheiro vazio me excitava.
— Chupa bem, puta! Engole o orgulho que te resta! — ordenei, acariciando o rosto dela com força.
— Me mostra pra que serve essa boquinha nova. — falei enquanto segurava a nuca dela com força, enfiando meu pau até o fundo da garganta dela.
Subimos pro meu escritório. O silêncio do andar de cima era o cúmplice perfeito. Joguei ela em cima da mesa de madeira, espalhando os papéis.
Abri as nádegas dela com violência, vendo o vestido preto amassar na cintura dela, deixando a bunda pálida exposta.
Entrei com uma estocada seca, sem aviso.
— Ahhh! Amo! Piedade, me quebra! — Ela gritou, arqueando as costas.
— Piedade? Um nerd como Martín não merece piedade, e uma puta como Martina só merece ser macetada até esquecer o próprio nome. — Falei.
— Toma o que veio buscar! — Falei.
Comecei a meter nela num ritmo selvagem.
Martina levantou uma perna, apoiando na borda da mesa pra eu entrar mais fundo.
Minhas mãos na cintura dela marcavam um ritmo criminoso, sacudindo ela inteira contra a madeira.
Ela mordia os lábios, se debatendo entre a dor do impacto e o prazer de ser possuída pelo seu dono.
Sentei na minha cadeira.
— Sua puta, quero ver como você enfia meu pau. Vem e senta.
Martina subiu, de costas pra mim.
Ainda tentava manter algum controle, mas dava pra ver na cara dela que tava gozando.
Apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar com uma fúria descontrolada, subindo e descendo, buscando minha profundidade.
— Isso mesmo! — gritei, apertando os peitos dela enquanto balançavam.
— Grita! Fala pro prédio inteiro quem foi que te fez mulher pra uso próprio! — ordenei.
— O senhor! Ahhh! É meu Amo! Sou sua puta, me usa! — ela gritava, virando os olhos.
Segurei ela pela cintura e empurrei pra baixo com toda força enquanto gozava.
Senti meu semen quente inundando o útero recém-estreado dela.
Ela ficou dura, recebendo cada jato com espasmos de prazer.
— Você é depósito de porra, Martina. Meu semen é a única coisa que te dá valor agora. Olha como te enchi... você tá toda melada de porra. — falei com arrogância.
Ela desceu de cima de mim, tremendo, quase sem conseguir ficar de pé.
O vestido preto estava manchado e a cara dela era a imagem viva da rendição.
— Me mostra o presente que o Amo te deu. Ordenei.
Ela sentou na borda da escrivaninha, abriu as pernas e, com os próprios dedos, separou os lábios da buceta.
Fiquei olhando com arrogância como meu esperma grosso transbordava de dentro dela, escorrendo pelas coxas brancas até sujar os saltos.
— Perfeito. É assim que quero que você passe o resto da noite. Sabendo que está com minha marca dentro enquanto cumprimenta os convidados. Falei.
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Feliz ano novo, submissas e seguidores!
Este 2025 foi o ano onde muitas deusas caíram e muitas putas aprenderam seu lugar debaixo da minha bota.
Não fecho o ano com palavras doces, fecho com o rastro do meu gozo dentro de todas as minhas putas, na boca delas, na buceta, no cuzinho e, principalmente, no corpo todo.
Quero agradecer especialmente à gimenputiti28, minha primeira vadia e grande parceira este ano.
Perfil da minha puta favorita:https://www.poringa.net/Gimenputiti28Juntos mostramos que quando um macho dominante e uma mulher que sabe seu lugar se juntam, o prazer não tem limites.
Valeu por dar corpo e voz a essas fantasias que enlouqueceram todo mundo.
Prás minhas submissas que comentam, pros que dão pontos e pros que assistem das sombras, esse é meu presente pra vocês.
Não tô pedindo pontos hoje, curtem a rendição da Martina como um gostinho do que vem por aí em 2026.
Fiquem ligados.
Que 2026 vem mais louco, ousado e mais quente do que nunca.
Vêm aí novas experiências, categorias, contos, fantasias e muito mais.
Que vão deixar todo mundo, homem e mulher, mais quente do que nunca.
Fechamos o ano mostrando quem manda no Poringa.
Brindem por mim!
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Post anterior:
Alejandro e Sabrina: O Presente de Natal:https://www.poringa.net/posts/relatos/6212485/Alejandro-Y-Sabrina-El-Regalo-De-Navidad.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Piranha Colegial Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Martina é uma criação perfeita.
Antes era Martín, um cara insignificante, o típico nerd de óculos e ombros caídos que se escondia nos livros para não cruzar o olhar comigo.
Sua pele é branca e macia, contrastando com um vestido preto de seda bem justinho, com um decote que mal segura os peitos grandes, pesados e firmes, fruto da dose manipulada.
O vestido subia só de ela andar, deixando ver que sua nova anatomia feminina foi feita pra uma coisa só.
Ser usada por mim.
Sua cintura é fininha, desembocando numa bunda redonda e larga que se marca a cada passo.
Ela usa saltos altos que alongam suas pernas compridas e um olhar que, mesmo tentando ser arrogante, se quebra em submissão total assim que sente minha presença.
A festa de gala da empresa era o cenário perfeito. Todo mundo olhava pra nova estagiária Martina, sem saber que por baixo daquele vestido preto estava o Martin, o cara que eu obriguei a tomar a dose de Gender Bender que eu mesmo alterei, com uma carga hormonal e psicológica feita pra que, ao se transformar, ele não só tivesse o corpo de uma puta de luxo, mas a mentalidade de uma puta carente da minha aprovação.
Assim que vi ela entrar, arrastei ela pra um corredor escuro atrás do salão principal.
Esmaguei ela contra a parede fria.
O barulho do impacto fez ela gemer.
Levantei o vestido de seda dela, deixando a pele branca à mostra.
— Cê gosta que todo mundo fique te olhando lá embaixo, não é, Martin? — sussurrei, enfiando as mãos na bunda firme dela.
— Ou melhor, Martina — falei, rindo.
— Amo... por favor, todo mundo tá lá fora! — ela disse, ofegante.
— Olha pra você, Martina. Quem diria que por baixo dessa carne de primeira tava o frangote do Martin? — falei enquanto enfiava meus dedos na buceta e no cu dela.
A buceta dela, com os hormônios que eu dei, tava super molhada.
Eu arrastei ela pro banheiro do escritório. Me apoiei no mármore frio da pia e desabotoei a calça. — De joelhos. Agora.
Ela desceu sem hesitar, os olhos brilhando por causa do efeito do comprimido.
Abriu a boca carnuda e envolveu meu pau.
O som da sucção no banheiro vazio me excitava.
— Chupa bem, puta! Engole o orgulho que te resta! — ordenei, acariciando o rosto dela com força.
— Me mostra pra que serve essa boquinha nova. — falei enquanto segurava a nuca dela com força, enfiando meu pau até o fundo da garganta dela.
Subimos pro meu escritório. O silêncio do andar de cima era o cúmplice perfeito. Joguei ela em cima da mesa de madeira, espalhando os papéis. Abri as nádegas dela com violência, vendo o vestido preto amassar na cintura dela, deixando a bunda pálida exposta.
Entrei com uma estocada seca, sem aviso.
— Ahhh! Amo! Piedade, me quebra! — Ela gritou, arqueando as costas.
— Piedade? Um nerd como Martín não merece piedade, e uma puta como Martina só merece ser macetada até esquecer o próprio nome. — Falei.
— Toma o que veio buscar! — Falei.
Comecei a meter nela num ritmo selvagem. Martina levantou uma perna, apoiando na borda da mesa pra eu entrar mais fundo.
Minhas mãos na cintura dela marcavam um ritmo criminoso, sacudindo ela inteira contra a madeira.
Ela mordia os lábios, se debatendo entre a dor do impacto e o prazer de ser possuída pelo seu dono.
Sentei na minha cadeira. — Sua puta, quero ver como você enfia meu pau. Vem e senta.
Martina subiu, de costas pra mim.
Ainda tentava manter algum controle, mas dava pra ver na cara dela que tava gozando.
Apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar com uma fúria descontrolada, subindo e descendo, buscando minha profundidade.
— Isso mesmo! — gritei, apertando os peitos dela enquanto balançavam.
— Grita! Fala pro prédio inteiro quem foi que te fez mulher pra uso próprio! — ordenei.
— O senhor! Ahhh! É meu Amo! Sou sua puta, me usa! — ela gritava, virando os olhos.
Segurei ela pela cintura e empurrei pra baixo com toda força enquanto gozava.
Senti meu semen quente inundando o útero recém-estreado dela.
Ela ficou dura, recebendo cada jato com espasmos de prazer.
— Você é depósito de porra, Martina. Meu semen é a única coisa que te dá valor agora. Olha como te enchi... você tá toda melada de porra. — falei com arrogância.
Ela desceu de cima de mim, tremendo, quase sem conseguir ficar de pé. O vestido preto estava manchado e a cara dela era a imagem viva da rendição.
— Me mostra o presente que o Amo te deu. Ordenei.
Ela sentou na borda da escrivaninha, abriu as pernas e, com os próprios dedos, separou os lábios da buceta.
Fiquei olhando com arrogância como meu esperma grosso transbordava de dentro dela, escorrendo pelas coxas brancas até sujar os saltos.
— Perfeito. É assim que quero que você passe o resto da noite. Sabendo que está com minha marca dentro enquanto cumprimenta os convidados. Falei.
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Este 2025 foi o ano onde muitas deusas caíram e muitas putas aprenderam seu lugar debaixo da minha bota.
Não fecho o ano com palavras doces, fecho com o rastro do meu gozo dentro de todas as minhas putas, na boca delas, na buceta, no cuzinho e, principalmente, no corpo todo.
Quero agradecer especialmente à gimenputiti28, minha primeira vadia e grande parceira este ano.
Perfil da minha puta favorita:https://www.poringa.net/Gimenputiti28Juntos mostramos que quando um macho dominante e uma mulher que sabe seu lugar se juntam, o prazer não tem limites.
Valeu por dar corpo e voz a essas fantasias que enlouqueceram todo mundo.
Prás minhas submissas que comentam, pros que dão pontos e pros que assistem das sombras, esse é meu presente pra vocês.
Não tô pedindo pontos hoje, curtem a rendição da Martina como um gostinho do que vem por aí em 2026.
Fiquem ligados.
Que 2026 vem mais louco, ousado e mais quente do que nunca.
Vêm aí novas experiências, categorias, contos, fantasias e muito mais.
Que vão deixar todo mundo, homem e mulher, mais quente do que nunca.
Fechamos o ano mostrando quem manda no Poringa.
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Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Piranha Colegial Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
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