Esta semana demorei um pouco pra me recuperar de vez, já tava me sentindo quase 100%. Ainda bem que tive sorte e só apareceram na minha casa 3 vezes o bacalhau e o porco, então foi uma semana tranquila e não tive notícias do meu avô, pelo visto ele foi pra farra com os amigos e essas coisas duram vários dias. Mas bem quando eu tava mais de boa, chegou uma mensagem do meu avô, dizendo que precisa que eu faça outro favor pra ele, que precisa da minha ajuda uma última vez.
Essa mensagem me fez pensar que já fazia um ano desde que minha vida mudou completamente. Eu tinha vivido tanta coisa, coisas nas mãos daqueles homens mais velhos que me dominaram e fizeram de mim o que bem queriam. Mas, apesar de tudo, eu tava feliz, porque tava chegando uma data em que minha família viajava pra Chiapas, um estado que fica bem perto de onde eu moro, só uma hora ou um pouco mais, mais ou menos. E pelo visto meu avô esqueceu disso, então ele não ia estar, hehehehehe.
Nessas datas a gente viaja pra casa de uns parentes que moram em Tuxtla. Todo ano a gente vai fazer uma oferenda numa igreja muito famosa no dia da virgem, então eu já tava doida pra gente viajar e dar uma descansada de tudo isso que tava rolando comigo. Por causa da pandemia, a gente pensou muito se devia ir ou não, mas no final meus pais decidiram ir, então eu tava super feliz. A gente ia viajar do dia 8 de dezembro e voltar no dia 14 de dezembro, pra ir mais seguros e evitar os Antorchistas na estrada, que apesar da pandemia não parecia que iam diminuir de número na peregrinação deles.
Acordamos cedo naquele dia, arrumamos as malas e fomos embora. Já na estrada foi que respondi pro meu avô: "Desculpa, não posso, me perdoa!" E desliguei meu telefone, só pensando em relaxar, como se tivesse fugindo dos meus problemas. Além disso, é uma viagem de carro linda, cheia de vegetação no caminho: matas, montanhas, represas, rios, umas cachoeiras aqui e ali. Então, eu amo isso.
Chegando na casa dos parentes, descobrimos que acabaram de avisar que um deles pode estar infectado com covid. Então, por enquanto, foi melhor não ficarmos na casa da tia de sempre, já que eles precisavam colocar o doente em quarentena. Assim, meus pais e eu acabamos na casa de outra tia, uma tia solteira que praticamente deixou a casa dela pra gente ficar, porque ela ia ficar com a irmã dela de olho, caso precisassem de alguma coisa.
Apesar disso, tava feliz de estar num lugar diferente, sem pensar no que ia rolar hoje ou no quanto eu teria que aguentar.
Então, passei aquele dia normal, vimos os tios, comemos juntos e, à noite, acabávamos numa missa ou num rosário que nos levavam pra virgem. Assim passamos o primeiro dia em Tuxtla, no dia 8 de dezembro.
Fiquei muito surpresa porque quando cheguei em Chiapas, o povo não tava nem aí pra nada, ninguém usava máscara, nem essa história de distanciamento, tudo parecia normal, até sentia estranho ver tudo daquele jeito, enquanto eu já tava acostumada a sair pra todo canto de máscara, lá em Chiapas nada, e ainda te olhavam feio se você usasse máscara.
No dia seguinte de manhã, fomos de novo com meus tios, tomamos café da manhã e tudo certo, mas lá pelo meio-dia minha mãe começou com sintomas, então todo mundo se assustou. Por segurança, naquele momento foi melhor ela ficar na casa daquela tia, onde já tinha uma pessoa de quarentena. Como já eram duas pessoas com sintomas, meu pai me disse que era melhor eu não ficar lá pra evitar me contaminar. Então, praticamente me tiraram de lá e me levaram pra casa que tinham nos emprestado. E nesse dia, minha tia, a dona da casa onde a gente ficou, e eu fizemos todas as atividades: cozinhamos, compramos coisas, levamos remédios, fomos ao rosário, levamos a oferenda. E já no final da noite, ela me contou que participava de um evento que a igreja dela fazia pra comunidade onde a igreja ficava. Lá, davam comida de graça pra quem quisesse, tinha brincadeira pras crianças, música e arrecadavam doações. Ela me perguntou se eu queria ir. Como não tinha nada melhor pra fazer, falei que sim. Aí minha tia me explicou que a gente ia pros arredores da cidade, pra um bairro bem humilde, onde o governo ou a prefeitura raramente vão ajudar. Então a igreja, os doadores e os voluntários iam dar uma força. Achei muito bonito e fiquei ainda mais feliz.
No caminho para a congregação dela, a gente recebeu uma ligação do meu pai dizendo que os sintomas estavam um pouco mais fortes, que ele tinha ido pegar a mala dele e da minha mãe e que era melhor eu ficar sozinha com minha tia por segurança, que por enquanto era melhor eu não ir vê-los e nem eles saírem de casa. A gente se despediu e foda-se a ligação. Ao ouvir isso, minha tia me disse que depois do evento ela voltaria pra ver os doentes e que o mais provável era que ficasse lá, e me perguntou se eu tinha medo de ficar sozinha na casa dela, porque pelo que meu pai disse, era melhor não me levar pra evitar ficar doente. Aí eu falei que não, que tava de boa, que não me dava medo, que era melhor eu ficar com eles caso precisassem de algo, mas que me mantivesse informada de como estavam. Aí ela só me olhou com uma cara meiga e sorriu.
Chegamos no lugar, tava cheio de gente, a missa ia começar. A igreja tava lotada pra caralho, e não só dentro não, tinha muita gente lá fora também, todo mundo tentando escutar a missa.
Ao redor da igreja, no terreno que era bem grande, com áreas verdes e uma esplanada, tudo protegido por uma cerca baixa e, em partes, por uma tela de alambrado igual a de algumas escolas, ela estava colocando mesas e arrumando as coisas que iam dar e as atividades que iam rolar. Ia ter brincadeiras, palhaços, um show pra criançada, um monte de coisa. Ela tava muito feliz de ver tudo aquilo, sentia um clima gostoso.
A única coisa que me deixava nervosa era que ninguém tava usando máscara, mas fazer o quê, era assim no estado inteiro. Minha tia falou pra eu confiar que não ia acontecer nada comigo, que não colocasse por enquanto porque o povo podia se sentir ofendido. Eu não tava muito convencida disso, mas obedeci.
Quando a gente chegou, todo mundo cumprimentava minha tia, perguntando por que ela tava sumida, o que tava rolando, e um monte de coisa — vocês já tão imaginando. Então, assim que chegou, ela já foi ajudar rapidinho. Nisso, umas minas falaram que iam sair pro parque e pros arredores pra convidar mais gente e os mendigos da área. Aí minha tia mandou eu ajudar elas. Essas minas me cumprimentaram super simpáticas e me deram uns panfletos pra convidar o povo, falaram pra eu distribuir pra todo mundo que eu visse. Então fui com elas. A gente foi num parque, passou por várias ruas ao redor, e dava um papel pra qualquer um que encontrasse. Chegamos numa parte que parecia meio escura e deserta, e dava pra ver uma ponte de veículos, umas casas bem humildes, de zinco e papelão, algumas de tijolo, mas com telhado de zinco. E a parte de baixo era tipo um terreno cheio de mato e lixo, mas dava pra ver umas luzes, tipo de fogueira ou algo assim, não era luz elétrica. Perguntei se a gente ia por ali, e elas falaram que não, porque tinha muito vagabundo e elas sentiam "nojinho". Aí riram e foram embora. Pra ser sincera, fiquei com muita raiva delas serem tão grossas, ainda mais porque a atividade era pra pessoas de baixa renda. Então ignorei elas e fui andando na direção daquele lugar. Elas nem ligaram, nem viraram pra me olhar, só continuaram conversando sobre como uns caras eram gostosos.
Caminhei por aquela rua distribuindo o convite pras pessoas que via, uma ou outra senhora sentada na porta da rua com crianças, a maioria delas, quando ficava sabendo e eu explicava do que se tratava e que era de graça, pegava seus filhos e ia embora rumo à igreja.
A grande maioria que tava na rua era de velhos ou homens já de idade, que sinceramente, sem disfarçar, olhavam pra minhas pernas e minha bunda, então sentia que não prestavam muita atenção no que eu falava, só via que reagiam quando eu dizia comida de graça.
Me senti um pouco culpada por usar um vestido assim, que eu suponho que era meio chamativo pro lugar. Naquele dia, eu tava usando umvestidoazul claro, tipo jeans, que chegava acima do meu joelho, quase no meio da coxa, tinha umas alças, o vestido tinha na borda do peito uns lacinhos brancos como pra fazer um laço e umas meias brancas.aÉ verdade, não posso negar, mas sentia uma emoção e uma certa excitação ao sentir os olhares descarados dos velhos. Depois de alguns momentos, terminei de distribuir os panfletos e voltei.
O momento chegou, tudo estava rolando da melhor forma. Tinha uma porrada de gente, humilde e alguns que nem tinham um teto pra dormir.
Ajudava a distribuir café, arroz com porra, gelatinas, pães, outras pessoas distribuíam pratos, outros roupas, outros cobertores, bom, vocês já me entendem hehehe.
Depois de um tempo andando pra lá e pra cá, resolvi sentar um pouquinho numa mesa enquanto ia comer um prato que me deram. Nisso, escuto alguém me dizer... "Ô mocinha, como é que alguém tão novinha e gostosa vem parar nesse lugar horrível?
Ô, o que me surpreendeu um pouco porque não vi quando ela chegou. Ô, eu falei: "Ah não, senhor, como é que cê acha? Como é que fala isso? Além do mais, é uma data boa pra dar pelo menos um grãozinho de areia.
Respondeu..."ah, mocinha, isso sim é verdade, pelo menos agora posso curtir um bom momento, muitos daqui pelo menos têm casa pra se abrigar, já eu tenho que me virar na rua com vários coroas, kkkkk...
Esse comentário me fez sentir super mal, quase não consegui comer minha comida. Aí eu falei: "Ô senhor, me dá muita pena disso tudo, deixa eu fazer alguma coisa pelo menos. Vou arrumar umas coisas a mais pra você levar.
Não, mocinha, não vá embora, gostosa. Fica mais um pouco com esse velho horrível aqui. Eu não preciso de mais nada, e aquelas velhas ali podem se virar sozinhas.
Locual me deu muita risada, mas mesmo assim falei de novo pra elas que era melhor ajudar elas.
Sinto como se o velho colocasse a mão na minha perna, bem entre o tecido do vestido e minha pele, e me dissesse: confia em mim, essas velhas gordas dão conta.
Ao sentir as mãos mornas e calejadas dela, a verdade é que me assustei um pouco. Aí, meio disfarçada, me mexi um pouquinho e ela tirou a mão.
Haydon, só mais um momento enquanto termino de comer. Enquanto isso, me conta: quantos anos você tem?
Tenho 59, e o que eu disse foi sério!?? … fiquei incrédula porque ele parecia um velho de uns 70 anos, não sei o que ele pensou ou como viu minha cara, porque na hora ele me diz: sim, é assim mesmo, mocinha, e com muito orgulho, enquanto o velho me olhava de cima a baixo. Nisso, sinto como se ele colocasse a mão de novo na minha coxa, você é bem pequenininha e tem carinha de Sweetie, mas com esse corpinho você parece mais velha, enquanto sinto ele começando a passar a mão na minha coxa. Então, tento de novo mexer sutilmente minha perna para ele soltar, mas dessa vez não funciona, e eu digo bem baixinho, rindo pra evitar escândalo: … ei, senhor, não coloca a mão aí, fica feio ou pode parecer outra coisa ruim que não é… esperando que ele se desculpe ou algo assim…
Não seja assim, neném, deixa um pouquinho que minha mão velha descanse numa pele tão fresca e cheia de vida como a sua, minha mão só toca a terra e a minha pele velha, desde que eu era menino e minha mãe ainda vivia, não tinha tocado em nada tão macio.
Alô, fiquei surpresa com a resposta dela e meio triste com o que ela disse, e antes que eu falasse qualquer coisa, ela me diz...
Descuidada, gatinha, a toalha da mesa cobre perfeitamente minha mão, vai, dá esse gostinho pra esse pobre velho que logo vai dormir de novo na rua e na minha idade nem sei se acordo amanhã… seguido de uma cara cheia de pena e cheia de dor, bem pra me fazer sentir a pior pessoa do mundo, sentia que quase caíam as lágrimas ao ver e ouvir ele, e pensei, é verdade o que ele diz, então falei que tudo bem, mas só um pouquinho porque já ia ter que ir embora.
O velho homem abriu um sorrisão, enquanto eu olhava de um lado pro outro pra ver se alguém tava olhando, tipo pra ele perceber meu desconforto.
enquanto o velho tentava puxar conversa, me perguntando coisas da minha vida e tal, ele foi subindo a mão pela coxa devagarzinho, eu sentia ele percorrendo minha coxa e fazendo pressão na pele de vez em quando, enquanto eu olhava pra todo lado e respirava fundo.
Sabe, gostosa, você tem uma pele muito lisinha e linda, sortudos os caras que já te tocaram.
obrigada, senhor, pelo elogio :)
Me chamo Reimundo, ele diz, enquanto sobe a mão um pouco mais, até chegar na minha virilha. Eu, tentando impedir, mantinha as pernas juntas e apertadas.
Você tem mesmo, menina, umas pernas muito gostosas, se não fossem suas perninhas fechadas, eu continuaria tocando devagar até chegar na sua bucetinha doce.
Fiquei muito surpresa com as palavras do velho, então peguei a mão dele que quase tocava o começo da minha buceta.
Bueno, senhor, já deu, acho que foi um presente bem dado que eu dei pra você.
Por favor, bonequinha, só mais um pouquinho, só um tiquinho, além disso, olha as gordinhas distribuindo comida, as crianças estão nos brinquedos e todo mundo amontoado na comida.
Enquanto dizia isso, colocava a mão de novo na minha perna, percorrendo até a minha buceta.
A verdade é que ouvir aquilo e ver ele, me acalmou um pouco, mas de qualquer jeito queria parar aquilo, só que a mão dele tava grudada em mim, então falei que mais um pouco e pronto, mas só na perna. O velho tentava fazer eu abrir as pernas ou mexer na minha calcinha fio dental, mas tava difícil pra ele. Enquanto isso, ele puxava papo pra me distrair.
Ei, gostosa, você trabalha como modelo ou algo assim? Isso me deu muita risada, só falei: não, não, senhor, só tô focada nos meus estudos, por enquanto. Tô online por causa da pandemia, mas é nisso que eu tô.
Ahh, entendi. Na real, com essa carinha e essas pernudas, você podia trabalhar de modelo de roupinha numa boa.
Isso pra disfarçar um pouco e fingir que tinha que ir, peguei meu celular, mas pra minha surpresa vi umas 10 ligações perdidas e várias mensagens. "Que idiota, tava no silêncio", pensei. Era minha tia, então liguei pra ela, e ela me disse que falaram da casa que a irmã dela tava passando muito mal, que iam levar pro hospital, que me ligou pra me levar mas não atendi e ela foi, que me desculpasse, que falasse com fulano e que deixou dinheiro pra um táxi e as chaves da casa dela, e que por mensagem mandou o endereço da casa pra eu ir. Fiquei com muito medo e me senti bem culpada por não ter ficado de olho, mas só pedi desculpa e falei que tava tudo bem.
Acho que ele ouviu algo ou viu minha cara de preocupação, porque parou de me tocar e tirou a mão, aí me perguntou o que tava rolando, e eu contei.
Haynena, sinto muito, foi tudo culpa minha. Te distraí aqui falando com um inútil, um bosta, e por minha causa tudo isso aconteceu. Mas, sério, me perdoa. É que em todos esses anos, nunca tinha tocado numa fêmea tão gostosa e bonita como você, e muito provavelmente você é a única, então quero que saiba que você enche de alegria meus últimos dias. Além disso, fica tranquila, esse negócio de covid é uma putaria, não existe. Não acredita nesses caras. Olha pra mim, vou morrer de outra coisa, menos disso, porque não existe. Então não fica triste, mamita, e perdoa esse pobre velho por roubar seu tempo e tocar essas pernas lindas.
pra te falar a verdade, fiquei toda envergonhada com esses elogios e até senti uma coisa boa e uma pena do senhor, senti de tudo com o que ele me dizia.
Sério, você é a mais gostosa e é uma honra que minhas mãos toquem numa princesinha tão linda antes de morrer, porque na minha idade até hoje pode ser meu último dia. Ele dizia isso com uma cara de tristeza e dor.
Esses comentários vindo de uma pessoa tão humilde e, pela aparência, um velhinho, faziam meu coração de frango quase chorar, aí sem pensar eu falei....."ai seu, que coisa que o senhor fala, mas nesse caso eu dou licença pro senhor tocar um pouco mais pra eu já ir embora
Eu tava começando a gostar da situação e, pra variar, sentia que eu controlava tudo e podia parar quando quisesse.
Sabe o que mais me atrai em você, além das suas pernas?
O quê?
Suas calcinhas, e como elas se destacam nesse vestidinho, sinto que com um movimento elas aparecem todas, levanta um pouquinho só pra ver elas.
hahaha isso sim que é bom hahaha como cê acha, se eu fizer isso todo mundo vai ver a gente.
Mmmmm... quer dizer que se a gente estivesse sozinho, dava pra dar uma olhadinha nelas?
Aí, eu não respondi nada, só ri e falei que ele era doidinho. Depois disse que tinha que ir porque já era tarde e precisava buscar a dona Ester, que ia me dar as coisas. Mesmo ele insistindo, consegui me levantar e me despedi. Caminhei no meio da multidão até que, depois de um tempo, encontrei a senhora. Ela me deu o dinheiro e as chaves, e falou pra eu pedir um táxi ali mesmo e não me afastar muito até ele chegar, ou então esperar que ela me levaria. Mas a verdade é que eu já tava cansada e falei que ia sozinha. A gente se despediu e eu saí da igreja, mas quando cheguei na calçada, o velho tava lá, carregando umas sacolas com as coisas que deram pra ele. Quis ajudar, mas preferi não fazer isso pra ele não me ver. Só que nessa hora soltaram um foguete (fogo de artifício) e o véio virou, me vendo de novo.
Boneca, por que você vai embora? Ele me diz que não sabe que vai tocar uma bandinha. "Muito obrigada, senhor, eu sei, mas já me enturmei um pouco, e o senhor, por que não fica?
Esses caras fazem muita bagunça, e essa música não me agrada muito, muito barulho. Ei, gatinha, por que você não vem comigo e me ajuda? Vamos dar uma volta, assim não vou sozinho.
Acho que não, já é tarde e, pra ser sincero, acho meio perigoso andar por aqui a essa hora.
enquanto isso, sorrindo, ele me diz: "de jeito nenhum, mocinha, neste bairro sou muito respeitado, do jeito que me vê, véio, todo mundo me beija o pé", ele diz, "eu te defendo de qualquer vagabundo, não se preocupa, e daí você pede seu carro, o que acha, bonequinha?
melhor que fique aqui comigo conversando até eu pedir meu táxi e depois você vai embora, é a mesma coisa, não acha? além disso, já vi que você é muito mão boba.
Então o velho começa a rir, hahahaha, você é uma menininha muito esperta, mas não é minha culpa se suas pernas pedem pra serem tocadas. Além disso, você já sabe, meu bem, que amanhã eu posso nem acordar, deixa eu vê-las mais um pouco enquanto a gente caminha. Realiza o último desejo desse velho, assim quando eu deitar na rua, posso dormir bem hoje pensando em você, menininha.
A verdade é que a pena me invadiu, sentia meu coração se despedaçando por aquele velhinho, então falei: "Tá bom, senhor, vou com o senhor, mas quando chegar na sua casa, eu vou embora.
O velho esboçou um sorriso onde dava pra ver uns poucos dentes meio podres dos que ainda tinha, o que me fez sentir mais pena dele e pensar que minha vida não é tão difícil comparada com a dele. Então me aproximei dele e começamos a andar juntos, ajudei ele carregando uma sacola grande com um cobertor que deram pra ele, então eu tava segurando ela com as duas mãos por causa do volume, só atrapalhava.
Ainda não tínhamos nos afastado completamente da igreja quando senti uma das mãos calejadas do velho tocando de leve na minha bunda, sentia como ele apalpava sem vergonha nenhuma, como apertava e como com os dedos se enfiava entre minhas nádegas, ia reclamar, mas a vergonha que senti me fez não dizer nada, pensei que no fim já vou embora e nunca mais vou ver ele, enquanto ele puxava conversa, como se nada tivesse acontecendo, me perguntava coisas sobre mim, da escola, dos meus pais, dos sintomas, coisas no geral.
Caminhamos uns 20 minutos até chegar no que parecia uma casa velha em ruínas, abandonada, cheia de mato alto. Aí ela me fala: "Moça, vai na esquina, por favor, tô morrendo de vontade de mijar" e deu uma risada. Fui até a esquina, não dava pra ver ninguém, tinha pouca luz de algumas casas e quase nenhuma dos postes da rua, que não funcionavam.
Perguntei se já faltava muito, e ele disse que não, então voltamos a andar, agora me segurando pela cintura e me colando mais nele. Naquele momento, senti o cheiro do senhor um pouco mais forte.
A gente continuou conversando sobre coisas sem sentido até que passamos por um terreno abandonado, e ele me diz: "Olha, gatinha, é aqui que eu moro, espera um pouquinho e vê onde eu durmo.
Me surpreendi muito, era bem deprimente, não tinha casa nem nada, só um lugar descampado debaixo de outra ponte grande. O lugar tinha umas barracas pequenas de lata improvisada por todos os mendigos que moravam ali. Tava tudo vazio, a maioria tava no evento e os poucos que vi estavam largados de bêbados.
Chegamos até onde ele me diz que ali descansa e me pergunta: "O que você achou, boneca? É uma merda, né?
Eu não sabia o que dizer, o que se pode dizer num momento desses, só balancei a cabeça.
Olha o que você me disse, pois é, a vida é assim, minha linda, nem sempre temos o que queremos ou merecemos, uns têm sorte, outros não, e hoje você simplesmente trouxe luz pra toda essa merda, ainda mais poder conversar com uma mina tão gente boa e educada, as outras minas nem olham pra gente, acho que não somos humanos pra elas.
Ao ouvir tudo aquilo, pensei no que eu vivia e como tudo aquilo me afetou sem eu merecer. Então senti mais empatia pelo velho e depois uma baita pena pelo que ele disse no final.
Haydon é muito fofo com o que me fala, mas não pense assim, ele é uma pessoa valiosa e muito agradável, eu disse.
Obrigado, menina. Vem, vem, senta aqui. Vou arrumar uns panos no chão, em cima dos papelões. Senta, menina.
Não queria, pra ser sincera, tava pensando em ir embora mesmo, mas ao mesmo tempo, uma parte de mim se sentia bem em saber que tava alegrando a vida daquele cara. Então sentei.
Eneso se levanta e vai ver um cara que tava caído no chão bem perto, aí eu perguntei se ele tava bem, e o véio só me falou, sei lá, talvez já foi pro outro lado, o que ele queria era me mostrar uma garrafa de tequila quase cheia.
Haydon, não fala isso, coitado do seu amigo…. "Não, menina, a vida é assim aqui, a gente nunca sabe quando não vai mais acordar, então tem que celebrar"... dando um gole na garrafa… "Toma, menina, experimenta, não me despreza que é a única coisa que posso te oferecer
Não queria, mas também não quis desprezar aquele pobre coitado, então tomei um gole. O gosto foi horrível, senti que queimou tudo e deixou meu estômago todo quente.
selo devolvi e ele deu outro gole, e passou de novo pra mim, mas eu falei que não, mas ele insistiu muito e eu tomei de novo, tava com o mesmo gosto ruim na segunda vez hahaha. Nisso eu levanto e falo que tenho que ir embora porque tava longe e acho que o taxi não vai chegar até aqui e não quero que fique mais tarde porque tenho medo desse lugar...
aí ele se levanta e me pede um abraço, e eu aceito... nisso sinto o velho com as duas mãos pegando na minha bunda, apertando com força, e separando com os dedos.
Me assustei um pouco e pedi pra ele me soltar, mas ele não deixava, dizia que eu tinha dado permissão na igreja, que não fosse malvada e tal...
Eu pedia pra ele me deixar ir, mas ele só pedia pra eu ficar. Ele apertava com força minha bunda pequenininha... aí ele fala: "vamos fazer um trato, me acompanha pra terminar a garrafa e eu te acompanho pra pegar seu táxi." A verdade é que tá feio por aqui e sozinha você pode se dar mal, não aconteceu nada porque a gente veio junto, mas se te verem sozinha, não sei o que pode rolar.
A verdade é que as palavras dele me assustaram, eu não queria ficar, mas também tive medo de ir embora, então não tinha muitas opções. Aí falei que assim que terminasse eu ia sair e que jurava, e ele disse que sim.
Nós sentamos e ele me diz: "Me desculpa, garota, é que eu não aguentei, mas juro que assim que terminarmos eu te levo." Eu só olhava meio irritada, e acho que ele percebeu, porque tentou me animar dizendo: "Vamos jogar alguma coisa, tenho umas cartas. Vamos ver quem tira o número mais alto, e quem perder bebe. Assim fica mais divertido, e quem sabe você ganha tudo e não bebe nada. O que você acha, gostosa?" A verdade é que achei uma boa ideia, pensei que se ganhasse não tomaria nada daquilo que tem um gosto tão forte.
Então, vamos começar...
Tomei, boneca, então pega aí... "Não queria, mas já tinha aceitado, então dei um golezinho.
De novo, uma, duas, três... ih, você perdeu kkkkk... toma... "vou tomar de novo
Uma terceira e uma quarta vez, e eu continuava perdendo... já estava me sentindo meio tonta, pra ser sincera... mas sentia que ele estava me enganando, então falei que agora eu queria dar as cartas.
Por que, neném, cê desconfia de mim?? fiquei me perguntando, e sem querer ofender ele, falei que não era isso, só que eu também queria tirar as cartas, por favor, me deixa?.....
hay princesinha, o que eu quero tirar é outra coisa kkkkkkkk..... mas tudo bem, pega aí, tira elas...
Peguei as cartas e fiquei feliz, então a gente escolheu de novo e, pra minha má sorte, perdi de novo. Já quase não tinha mais álcool, eu tinha tomado uns 9 ou 10 copos e o velho umas 6, mas ele parecia normal, como se nada tivesse acontecido. Não sei se foi o álcool ou o quê, mas comecei a ficar irritada, não acreditava que tava perdendo. Lembro que, sem pensar, falei que era trapaça, e o velho só riu e disse: "Não, mamacita, tá tudo na moral. Vamos fazer algo pra você não ficar bolada, mas algo mais divertido. Vamos jogar 6 shot: quem chegar a 6 perde e leva um castigo..." Fiquei animada, sentia que não ia perder, e perguntei: "Que castigo?
Que tal se o perdedor fizer algo que o outro quiser, o que você acha?.... Fiquei calada porque pensei que o que ele ia pedir era pra pegar na minha bunda ou nas minhas pernas, então fiquei pensando no que fazer….
Ele me diz: "Ah, não, bonequinha, melhor não, esquece, vamos deixar assim. Você já perdeu, e eu vou te levar até o táxi de qualquer jeito. Não vai conseguir me vencer, fica quieta aí." Ele já estava se levantando quando, de novo, por raiva ou orgulho, sei lá, eu falei que estava tudo bem, que aceitava...
No final, a gente tirou as cartas, 8 rodadas, das quais ele pegou 2 e eu 6, perdi humilhantemente...
Desculpa, neném, mas é assim mesmo kkkkkkk.... ela me disse
Hay não, dono, por favor me dá outra chance!??..... "Não, neném, você já tá muito chapada
Por favor, eu pedia feito uma boba, já tonta de tanto álcool...
Beleza, mais uma, mas agora vai ser diferente: vai ter prenda e bebida também. Teu castigo da outra rodada, do que eu falei sem pensar, tava de boa... Só que, pra minha má sorte, acabei perdendo de 8 a 2. Quando a rodada terminou, tava muito tonta, sentia que tudo girava, e o cara lá, como se nada fosse.
Aí, mamacita, você perdeu, então tira essa roupa aí....
Não, não, don, como é que cê acha que aqui fora todo mundo podia me ver, não, não... eu dizia com a pouca razão que me restava.
Calma, bonequinha, não tem ninguém. Anda logo antes que o evento acabe ou eles venham... "Ah, não, não, não, por favor, me dá muita vergonha"...
Eneso se levanta e me fala: "Vai, gostosa", pegando meu vestido, secando os fios e fazendo ele deslizar pelo meu corpo até chegar no chão...
Sinto o velho se jogando em cima de mim, sentindo a boca dele começando a chupar e sugar meus bicos com muita força, enquanto eu dizia, atrapalhada... "Não, nãooo, seu moço, o que cê tá fazendo? Isso não era parte...
não, seu dono, me solta ou eu grito!!!!
Grita, bonequinha, assim vão vir mais caras e você vai ter que brincar com eles... igual, cê não acha?
Tentava me afastar dos meus peitos, mas ele me segurava firme com as duas mãos nas minhas nádegas enquanto chupava meus mamilos, não conseguia escapar...
Por que você reclama, princesinha, se a noite inteira ficou me provocando? Você é uma putinha, sabia disso desde que te vi com aquele vestidinho, ou tô enganado?
me diz que garotinha em sã consciência deixa um vagabundo passar a mão nela, que deixa brincar com a bunda dela na rua, e ainda veio beber comigo.... viu como você é uma putinha...
implorava pra ela me deixar, por favor, que aquela não era minha intenção, dizia.
tá bem, sua putinha gostosa..." ele me dizia enquanto parava de chupar e passava pro outro peito, "...que puta gostosa, todo mundo na sua escola te curte, né?
Só sentia as sugadas dele e como ele apalpava minha bunda minúscula… "Não, senhor, ninguém na minha escola faz isso".
Não seja mentirosa, puta, aposto que todo mundo do seu trampo te chupa.
Naquele momento, por causa do álcool e das mãos que passavam em mim, comecei a sentir um calorzinho subindo no meu corpo...
haynenita, adoro suas tetinhas, vou deixar elas bem grandonas de tanto chupar, e essa rabuda que você tem é uma delícia... vamos, tira essa fio dental... me dando um tapa forte na bunda... vai, putinha, tira ela me dando outro tapa e uma mordida no meu mamilo...
Não, não, não me machuca, tá bom, vou tirar… e entrego pra ele. Muito bem, putinha, essa agora é minha… e guarda no bolso da calça.
Quero que da próxima vez você venha com aquelas leggings que ficam enfiadas no cu e marcam toda a sua buceta, e um topzinho. Você vem pra esse mesmo lugar, me olha e deixa eu passar a mão em você na frente de todos os velhos, ok?
Não, don, como é que cê acha? E se os outros quiserem me tocar?... Nisso, o velho, com mais energia, me dá outro tapa na minha bunda pequenininha e volta a morder meus peitos, e eu só consegui falar... aii, don, devagarzinho, pelo amor, vai arrancar eles fora...
hay putinha, toca meu pau que vai explodir, sente como ele tá... pegando a mão dela, levo até o pau dele, que tava com um tamanho considerável...
quero te foder, sua puta maldita, vou comer essa bunda tão gostosa que você tem... putinha... me empurrando contra a parede, que era um dos pilares da ponte, me vira de costas pra ele... tinha as duas mãos nos meus peitos, e apertava com força enquanto sentia o pau dele ainda dentro da calça...
Eneso se agacha e eu sinto ele afundar a cara entre minhas nádegas, começando a chupar minha bucetinha, sentia a língua dele na minha bucetinha, comecei a sentir gostoso, parei de tentar escapar, só me apoiei no pilar, parando instintivamente a bunda...
Isso me fez sentir uma palmada forte que me fez virar, e do meu lado tinha outro mendigo, outro velho, mas parecia muito bêbado. Quando me deu a palmada, ele só cambaleou até cair no chão de bêbado. Levei um susto danado e me afastei desse velho, e ele também se assustou, porque se levantou de repente...
Nós demos meia-volta e vimos um monte de gente vindo, parecia que o evento já tinha acabado. Assustada, comecei a catar meu vestido no chão, enquanto lá longe ouvia uns tiros. Mal consegui pegar o vestido, quando o velho pegou minha mão, me puxou e falou: "Vem, vem, corre!", enquanto se ouvia um puta escândalo e mais barulho de tiro. A gente foi se virando como deu por umas ruas até chegar num barraco em ruínas, onde a gente se enfiou. O tempo todo eu corri pelada, só com meus tênis, porque não deu tempo de vestir nada, só consegui segurar o vestido na mão...
ao entrar naquela espelunca, comecei a me vestir, enquanto o velho via se alguém vinha. nisso ele me fala: "ô, mamacita, temos que nos esconder, esses vagabundos tão armados e vão começar a brigar e roubar o pouco de álcool que a gente tem. melhor a gente não sair, não quero que levem minha putinha", ele me disse.
Tava tonta de tanto álcool e de correr, sentia que tudo girava... ele se deitou no chão e falou pra eu sentar com ele, eu deitei e me acomodei no peito dele, enquanto ele me abraçava e acariciava minha pele. Naquele momento, já não sentia mais o cheiro dele nem nada. Devagar, ele virou e começou a chupar e lamber meus peitos. Eu tava deitada no chão e o velho lambendo meus peitos.
Eu me sentia muito suja e tudo era muito tarado pra mim, e com o álcool eu tava mais desinibida. Nisso, ele pega minha mão e coloca no pau dele, e eu começo a passar a mão enquanto pergunto.
Cê gosta do jeito que eu faço, patrão?
Neninha, você é uma mestra em tocar em paus, e seus peitos me encantam, mas deixa eu tirar bem, mamãe, é que me incomoda com a calça e antes que pudesse dizer algo, já tinha a calça dela pra baixo..
Ficou à mostra o pau dele, era maior do que eu imaginava, e olha que tava cheio de pelos grisalhos. Por causa da bebida, eu já não pensava direito, continuava muito tonta e por isso sentia a boca enchendo d'água. Ao ver aquele pau enquanto eu batia uma pra ele, a primeira coisa que veio na minha cabeça foram os paus de todos os caras que já chupei.
O velho naquele momento tentou me beijar, mas eu recusei, só que ele tava muito insistente, aquele velho feio, e no final não tive outra escolha a não ser corresponder e sentir aqueles lábios ressecados e sentir a língua dele percorrer toda a minha boca. A boca dele era muito nojenta, fedorenta, e eu tentava me virar pra pegar ar e me afastar da boca dele, mas não conseguia me afastar porque numa dessas ele jogou o peso dele em cima de mim e eu não conseguia me mexer, e ele não parava, beijava, mordia, chupava meus lábios.
Enquanto as mãos daquele velho brincavam com minha buceta já bem molhada, apesar da minha resistência, e a outra apertava minhas nádegas e brincava com os dedos no meu cu, acariciando ele aos poucos até que senti o dedo dele entrar completamente no meu cuzinho.
você vai ser uma boa e obediente puta, ele me disse........ "sim, senhor". Ele continuou me beijando e, aos poucos, foi descendo primeiro para o meu pescoço, depois para meus peitos, em seguida beijou e lambeu minha barriga, beijou minhas pernas, cada parte devagar até chegar na minha entreperna, onde parou e começou a chupar minha buceta molhada.
Não aguentei mais e deixei escapar... "aii meu deus!!!! siiiim continua, continua.
ai, minha buceta tá doendo, putinha, preciso te dar uma boa foda, putinha, quero sentir uma menininha tão novinha, vamos, putinha.
coloquei sobre mim, esfregando o pau dele na minha buceta molhada, o velho só gemia e bufava, eu já não conseguia mais pensar, só ouvi ele dizer: "vamos, putinha, pede pra mim, igual você pede pro seu namorado", "por favor, senhor, me faça sua
O velho ia empurrando devagar o pau dele dentro de mim, me fazendo soltar um gritinho abafado...
E aí, puta, tá muito gorda pra você, ela me dizia, agora não pode mais reclamar, sua vadiazinha, você mesma pediu.
Ele começou a meter tudo, deixando ela parada por uns segundos dentro de mim. Eu não aguentava mais ver aquele corpo horrível em cima de mim. Isso me fez ter um orgasmo, e ele só ria mais de mim, dizendo que eu era uma puta porca, que gozei só com ele meter...
O Eneso começou a me meter com força, eu sentia que tava me partindo no meio, só gemia e sentia que não conseguia nem me mexer mais.
aguenta, sua buceta de merda, essa buceta tá uma delícia, você é tão apertada que sinto que vou gozar e quero te aproveitar bem. Eu sentia muito, sentia que ia gozar de novo a cada estocada, ele continuava e continuava me comendo enquanto falava um monte de putaria, aí quando eu estava prestes a ter um orgasmo, ele parou e só ficou me olhando e rindo.......
don, por favor, eu imploro, não para, mais um pouco, por favor.......
Assim que eu gosto, puta, que você implore pela pica, mas quero que de agora em diante seja minha mulher e venha pra esse barraco tomar uma sentada, putinha, entendido? Vai ser nosso ninho de amor kkkkkkkk
Não, não, don... mal consegui falar, desesperada pra continuar sentindo, esse lugar nojento e essa horrível...
Que que houve, puta? Agora resulta que você é uma puta fina? Toma essa palmada na bunda... Ainda te trato como rainha e você me ofende...
Me senti culpada, feito uma idiota, ali deitada no chão com as pernas abertas e o pau dele dentro de mim... acabei falando: "Não, não, desculpa, não foi isso que quis dizer, tipo, seria mais confortável em outro lugar..." e sem nem terminar a frase, ele começou a me meter com muita força e rapidez.
ayyyyyyayyyyyy ahhhh não espera ahhh não fica ofendida euuuu......
me diz, putinha, onde, onde você quer que eu te coma......
Eu tentava não dizer nada, só sentia o pau dele dentro de mim e via ao mesmo tempo o quarto todo se mexendo, aí sinto com os poucos dentes que ainda tinha ele me dar uma mordida no meu mamilo… me fala, putinha, não se faz de sonsa, onde você quer que eu te coma amanhã, aqui ou debaixo da ponte, me fala, seguido de várias palmadas fortes e mais mordidas nos meus mamilos
excitada, dolorida e sob muita pressão pela pergunta dela, bem tonta e envergonhada, todos os sentimentos misturados e sem pensar direito, ainda mais por causa do álcool, acabei só falando... eu tava falando da casa onde eu tô, melhor você vir um desses dias aqui em casa antes que eu vá embora...
Sua piranha, e o que é que a sua maldita casa oferece que a gente não pode fazer aqui? Olha como você tá molhada nesse lugar?
Me diz, puta, tu é da família yummy ou o quê?... Tem casa grande?
Não, não, don, não sou de família rica, mas na minha casa a gente se vira bem. Se for algo grande, mas aqui onde eu tô é uma casa boa, até piscina tem. Aí ele me respondeu... uufff, puta, o que você promete soa gostoso, nunca entrei numa, e você tem roupas lindas de putinha, né?
Só de responder essas perguntas e fantasiar com a situação já me deixava mais e mais excitada...
Huuu, putinha, já me imaginei te comendo pela casa toda... "Siim, por favor, seu dotô, continua me comendo, não paraa...
Estávamos quase terminando quando de novo ouviram-se barulhos e gente correndo perto da gente. Nisso, um cara entrou na casa correndo e caiu do nosso lado, com a cara toda ensanguentada. Aí a gente se separou na hora e o velho falou: "Vai, mamasita, se veste..." Eu vesti meu vestido e saímos daquela espelunca. Ele me levou até a igreja, que já estava vazia, e disse: "Ô, mamasita, vieram nos foder agora. Mas espero que você cumpra sua promessa e volte amanhã..." "Ah, dono, que feio, e o que o senhor vai fazer?" "Ué, bonequinha, não vou poder voltar. Tá feia a coisa hoje. Não vou conseguir dormir nem fodendo. O ruim é que minhas coisas já devem ter sido roubadas. O pouco que eu tinha, foda-se. Mas não se preocupa, assim é a vida da gente. Por isso a morte não nos assusta. Melhor assim, a gente descansa de todas essas merdas...
Haydon, que pena disso, sinto muito. Sinto que foi minha culpa e ainda tô muito preocupada com aquele que entrou todo ensanguentado — e se ele morrer e tal?... O que o velho me disse é verdade, a gente devia chamar a polícia, mas não tenho crédito e do seu celular é perigoso. Será que você não me empresta 100 pra eu colocar uma recarga? Aqui na esquina tem uma farmácia, vou e volto, e quando você for embora, eu chamo a polícia, tá?
A verdade é que achei bonito ele se preocupar, então falei que sim, mas não tinha troco, então dei uma nota de 200. Aí ele falou: "Espera aqui, gostosa, não vai embora não.
Pedi um táxi e enquanto esperava, o cara voltou me dizendo que já tinha pedido ajuda e que uma ambulância viria... Acho que por tudo que tinha bebido e o tesão que tava, eu via ele como se fosse um herói naquele momento, o que me deu muita confiança... O táxi já tava chegando quando, sei lá por quê, senti uma pena danada e remorso pelo velho que não teria onde dormir...
Então, já na hora de entrar no táxi, eu falei: Seu Reymundo, se quiser, pode ir hoje descansar lá em casa, não tem ninguém, e amanhã cedo você sai antes que alguém chegue... Só vi como o velho arregalou os olhos...
claro que sim, bonequinha, seria um prazer, gostosa.
MEU VESTIDO DAQUELE DIA






Essa mensagem me fez pensar que já fazia um ano desde que minha vida mudou completamente. Eu tinha vivido tanta coisa, coisas nas mãos daqueles homens mais velhos que me dominaram e fizeram de mim o que bem queriam. Mas, apesar de tudo, eu tava feliz, porque tava chegando uma data em que minha família viajava pra Chiapas, um estado que fica bem perto de onde eu moro, só uma hora ou um pouco mais, mais ou menos. E pelo visto meu avô esqueceu disso, então ele não ia estar, hehehehehe.
Nessas datas a gente viaja pra casa de uns parentes que moram em Tuxtla. Todo ano a gente vai fazer uma oferenda numa igreja muito famosa no dia da virgem, então eu já tava doida pra gente viajar e dar uma descansada de tudo isso que tava rolando comigo. Por causa da pandemia, a gente pensou muito se devia ir ou não, mas no final meus pais decidiram ir, então eu tava super feliz. A gente ia viajar do dia 8 de dezembro e voltar no dia 14 de dezembro, pra ir mais seguros e evitar os Antorchistas na estrada, que apesar da pandemia não parecia que iam diminuir de número na peregrinação deles.
Acordamos cedo naquele dia, arrumamos as malas e fomos embora. Já na estrada foi que respondi pro meu avô: "Desculpa, não posso, me perdoa!" E desliguei meu telefone, só pensando em relaxar, como se tivesse fugindo dos meus problemas. Além disso, é uma viagem de carro linda, cheia de vegetação no caminho: matas, montanhas, represas, rios, umas cachoeiras aqui e ali. Então, eu amo isso.
Chegando na casa dos parentes, descobrimos que acabaram de avisar que um deles pode estar infectado com covid. Então, por enquanto, foi melhor não ficarmos na casa da tia de sempre, já que eles precisavam colocar o doente em quarentena. Assim, meus pais e eu acabamos na casa de outra tia, uma tia solteira que praticamente deixou a casa dela pra gente ficar, porque ela ia ficar com a irmã dela de olho, caso precisassem de alguma coisa.
Apesar disso, tava feliz de estar num lugar diferente, sem pensar no que ia rolar hoje ou no quanto eu teria que aguentar.
Então, passei aquele dia normal, vimos os tios, comemos juntos e, à noite, acabávamos numa missa ou num rosário que nos levavam pra virgem. Assim passamos o primeiro dia em Tuxtla, no dia 8 de dezembro.
Fiquei muito surpresa porque quando cheguei em Chiapas, o povo não tava nem aí pra nada, ninguém usava máscara, nem essa história de distanciamento, tudo parecia normal, até sentia estranho ver tudo daquele jeito, enquanto eu já tava acostumada a sair pra todo canto de máscara, lá em Chiapas nada, e ainda te olhavam feio se você usasse máscara.
No dia seguinte de manhã, fomos de novo com meus tios, tomamos café da manhã e tudo certo, mas lá pelo meio-dia minha mãe começou com sintomas, então todo mundo se assustou. Por segurança, naquele momento foi melhor ela ficar na casa daquela tia, onde já tinha uma pessoa de quarentena. Como já eram duas pessoas com sintomas, meu pai me disse que era melhor eu não ficar lá pra evitar me contaminar. Então, praticamente me tiraram de lá e me levaram pra casa que tinham nos emprestado. E nesse dia, minha tia, a dona da casa onde a gente ficou, e eu fizemos todas as atividades: cozinhamos, compramos coisas, levamos remédios, fomos ao rosário, levamos a oferenda. E já no final da noite, ela me contou que participava de um evento que a igreja dela fazia pra comunidade onde a igreja ficava. Lá, davam comida de graça pra quem quisesse, tinha brincadeira pras crianças, música e arrecadavam doações. Ela me perguntou se eu queria ir. Como não tinha nada melhor pra fazer, falei que sim. Aí minha tia me explicou que a gente ia pros arredores da cidade, pra um bairro bem humilde, onde o governo ou a prefeitura raramente vão ajudar. Então a igreja, os doadores e os voluntários iam dar uma força. Achei muito bonito e fiquei ainda mais feliz.
No caminho para a congregação dela, a gente recebeu uma ligação do meu pai dizendo que os sintomas estavam um pouco mais fortes, que ele tinha ido pegar a mala dele e da minha mãe e que era melhor eu ficar sozinha com minha tia por segurança, que por enquanto era melhor eu não ir vê-los e nem eles saírem de casa. A gente se despediu e foda-se a ligação. Ao ouvir isso, minha tia me disse que depois do evento ela voltaria pra ver os doentes e que o mais provável era que ficasse lá, e me perguntou se eu tinha medo de ficar sozinha na casa dela, porque pelo que meu pai disse, era melhor não me levar pra evitar ficar doente. Aí eu falei que não, que tava de boa, que não me dava medo, que era melhor eu ficar com eles caso precisassem de algo, mas que me mantivesse informada de como estavam. Aí ela só me olhou com uma cara meiga e sorriu.
Chegamos no lugar, tava cheio de gente, a missa ia começar. A igreja tava lotada pra caralho, e não só dentro não, tinha muita gente lá fora também, todo mundo tentando escutar a missa.
Ao redor da igreja, no terreno que era bem grande, com áreas verdes e uma esplanada, tudo protegido por uma cerca baixa e, em partes, por uma tela de alambrado igual a de algumas escolas, ela estava colocando mesas e arrumando as coisas que iam dar e as atividades que iam rolar. Ia ter brincadeiras, palhaços, um show pra criançada, um monte de coisa. Ela tava muito feliz de ver tudo aquilo, sentia um clima gostoso.
A única coisa que me deixava nervosa era que ninguém tava usando máscara, mas fazer o quê, era assim no estado inteiro. Minha tia falou pra eu confiar que não ia acontecer nada comigo, que não colocasse por enquanto porque o povo podia se sentir ofendido. Eu não tava muito convencida disso, mas obedeci.
Quando a gente chegou, todo mundo cumprimentava minha tia, perguntando por que ela tava sumida, o que tava rolando, e um monte de coisa — vocês já tão imaginando. Então, assim que chegou, ela já foi ajudar rapidinho. Nisso, umas minas falaram que iam sair pro parque e pros arredores pra convidar mais gente e os mendigos da área. Aí minha tia mandou eu ajudar elas. Essas minas me cumprimentaram super simpáticas e me deram uns panfletos pra convidar o povo, falaram pra eu distribuir pra todo mundo que eu visse. Então fui com elas. A gente foi num parque, passou por várias ruas ao redor, e dava um papel pra qualquer um que encontrasse. Chegamos numa parte que parecia meio escura e deserta, e dava pra ver uma ponte de veículos, umas casas bem humildes, de zinco e papelão, algumas de tijolo, mas com telhado de zinco. E a parte de baixo era tipo um terreno cheio de mato e lixo, mas dava pra ver umas luzes, tipo de fogueira ou algo assim, não era luz elétrica. Perguntei se a gente ia por ali, e elas falaram que não, porque tinha muito vagabundo e elas sentiam "nojinho". Aí riram e foram embora. Pra ser sincera, fiquei com muita raiva delas serem tão grossas, ainda mais porque a atividade era pra pessoas de baixa renda. Então ignorei elas e fui andando na direção daquele lugar. Elas nem ligaram, nem viraram pra me olhar, só continuaram conversando sobre como uns caras eram gostosos.
Caminhei por aquela rua distribuindo o convite pras pessoas que via, uma ou outra senhora sentada na porta da rua com crianças, a maioria delas, quando ficava sabendo e eu explicava do que se tratava e que era de graça, pegava seus filhos e ia embora rumo à igreja.
A grande maioria que tava na rua era de velhos ou homens já de idade, que sinceramente, sem disfarçar, olhavam pra minhas pernas e minha bunda, então sentia que não prestavam muita atenção no que eu falava, só via que reagiam quando eu dizia comida de graça.
Me senti um pouco culpada por usar um vestido assim, que eu suponho que era meio chamativo pro lugar. Naquele dia, eu tava usando umvestidoazul claro, tipo jeans, que chegava acima do meu joelho, quase no meio da coxa, tinha umas alças, o vestido tinha na borda do peito uns lacinhos brancos como pra fazer um laço e umas meias brancas.aÉ verdade, não posso negar, mas sentia uma emoção e uma certa excitação ao sentir os olhares descarados dos velhos. Depois de alguns momentos, terminei de distribuir os panfletos e voltei.
O momento chegou, tudo estava rolando da melhor forma. Tinha uma porrada de gente, humilde e alguns que nem tinham um teto pra dormir.
Ajudava a distribuir café, arroz com porra, gelatinas, pães, outras pessoas distribuíam pratos, outros roupas, outros cobertores, bom, vocês já me entendem hehehe.
Depois de um tempo andando pra lá e pra cá, resolvi sentar um pouquinho numa mesa enquanto ia comer um prato que me deram. Nisso, escuto alguém me dizer... "Ô mocinha, como é que alguém tão novinha e gostosa vem parar nesse lugar horrível?
Ô, o que me surpreendeu um pouco porque não vi quando ela chegou. Ô, eu falei: "Ah não, senhor, como é que cê acha? Como é que fala isso? Além do mais, é uma data boa pra dar pelo menos um grãozinho de areia.
Respondeu..."ah, mocinha, isso sim é verdade, pelo menos agora posso curtir um bom momento, muitos daqui pelo menos têm casa pra se abrigar, já eu tenho que me virar na rua com vários coroas, kkkkk...
Esse comentário me fez sentir super mal, quase não consegui comer minha comida. Aí eu falei: "Ô senhor, me dá muita pena disso tudo, deixa eu fazer alguma coisa pelo menos. Vou arrumar umas coisas a mais pra você levar.
Não, mocinha, não vá embora, gostosa. Fica mais um pouco com esse velho horrível aqui. Eu não preciso de mais nada, e aquelas velhas ali podem se virar sozinhas.
Locual me deu muita risada, mas mesmo assim falei de novo pra elas que era melhor ajudar elas.
Sinto como se o velho colocasse a mão na minha perna, bem entre o tecido do vestido e minha pele, e me dissesse: confia em mim, essas velhas gordas dão conta.
Ao sentir as mãos mornas e calejadas dela, a verdade é que me assustei um pouco. Aí, meio disfarçada, me mexi um pouquinho e ela tirou a mão.
Haydon, só mais um momento enquanto termino de comer. Enquanto isso, me conta: quantos anos você tem?
Tenho 59, e o que eu disse foi sério!?? … fiquei incrédula porque ele parecia um velho de uns 70 anos, não sei o que ele pensou ou como viu minha cara, porque na hora ele me diz: sim, é assim mesmo, mocinha, e com muito orgulho, enquanto o velho me olhava de cima a baixo. Nisso, sinto como se ele colocasse a mão de novo na minha coxa, você é bem pequenininha e tem carinha de Sweetie, mas com esse corpinho você parece mais velha, enquanto sinto ele começando a passar a mão na minha coxa. Então, tento de novo mexer sutilmente minha perna para ele soltar, mas dessa vez não funciona, e eu digo bem baixinho, rindo pra evitar escândalo: … ei, senhor, não coloca a mão aí, fica feio ou pode parecer outra coisa ruim que não é… esperando que ele se desculpe ou algo assim…
Não seja assim, neném, deixa um pouquinho que minha mão velha descanse numa pele tão fresca e cheia de vida como a sua, minha mão só toca a terra e a minha pele velha, desde que eu era menino e minha mãe ainda vivia, não tinha tocado em nada tão macio.
Alô, fiquei surpresa com a resposta dela e meio triste com o que ela disse, e antes que eu falasse qualquer coisa, ela me diz...
Descuidada, gatinha, a toalha da mesa cobre perfeitamente minha mão, vai, dá esse gostinho pra esse pobre velho que logo vai dormir de novo na rua e na minha idade nem sei se acordo amanhã… seguido de uma cara cheia de pena e cheia de dor, bem pra me fazer sentir a pior pessoa do mundo, sentia que quase caíam as lágrimas ao ver e ouvir ele, e pensei, é verdade o que ele diz, então falei que tudo bem, mas só um pouquinho porque já ia ter que ir embora.
O velho homem abriu um sorrisão, enquanto eu olhava de um lado pro outro pra ver se alguém tava olhando, tipo pra ele perceber meu desconforto.
enquanto o velho tentava puxar conversa, me perguntando coisas da minha vida e tal, ele foi subindo a mão pela coxa devagarzinho, eu sentia ele percorrendo minha coxa e fazendo pressão na pele de vez em quando, enquanto eu olhava pra todo lado e respirava fundo.
Sabe, gostosa, você tem uma pele muito lisinha e linda, sortudos os caras que já te tocaram.
obrigada, senhor, pelo elogio :)
Me chamo Reimundo, ele diz, enquanto sobe a mão um pouco mais, até chegar na minha virilha. Eu, tentando impedir, mantinha as pernas juntas e apertadas.
Você tem mesmo, menina, umas pernas muito gostosas, se não fossem suas perninhas fechadas, eu continuaria tocando devagar até chegar na sua bucetinha doce.
Fiquei muito surpresa com as palavras do velho, então peguei a mão dele que quase tocava o começo da minha buceta.
Bueno, senhor, já deu, acho que foi um presente bem dado que eu dei pra você.
Por favor, bonequinha, só mais um pouquinho, só um tiquinho, além disso, olha as gordinhas distribuindo comida, as crianças estão nos brinquedos e todo mundo amontoado na comida.
Enquanto dizia isso, colocava a mão de novo na minha perna, percorrendo até a minha buceta.
A verdade é que ouvir aquilo e ver ele, me acalmou um pouco, mas de qualquer jeito queria parar aquilo, só que a mão dele tava grudada em mim, então falei que mais um pouco e pronto, mas só na perna. O velho tentava fazer eu abrir as pernas ou mexer na minha calcinha fio dental, mas tava difícil pra ele. Enquanto isso, ele puxava papo pra me distrair.
Ei, gostosa, você trabalha como modelo ou algo assim? Isso me deu muita risada, só falei: não, não, senhor, só tô focada nos meus estudos, por enquanto. Tô online por causa da pandemia, mas é nisso que eu tô.
Ahh, entendi. Na real, com essa carinha e essas pernudas, você podia trabalhar de modelo de roupinha numa boa.
Isso pra disfarçar um pouco e fingir que tinha que ir, peguei meu celular, mas pra minha surpresa vi umas 10 ligações perdidas e várias mensagens. "Que idiota, tava no silêncio", pensei. Era minha tia, então liguei pra ela, e ela me disse que falaram da casa que a irmã dela tava passando muito mal, que iam levar pro hospital, que me ligou pra me levar mas não atendi e ela foi, que me desculpasse, que falasse com fulano e que deixou dinheiro pra um táxi e as chaves da casa dela, e que por mensagem mandou o endereço da casa pra eu ir. Fiquei com muito medo e me senti bem culpada por não ter ficado de olho, mas só pedi desculpa e falei que tava tudo bem.
Acho que ele ouviu algo ou viu minha cara de preocupação, porque parou de me tocar e tirou a mão, aí me perguntou o que tava rolando, e eu contei.
Haynena, sinto muito, foi tudo culpa minha. Te distraí aqui falando com um inútil, um bosta, e por minha causa tudo isso aconteceu. Mas, sério, me perdoa. É que em todos esses anos, nunca tinha tocado numa fêmea tão gostosa e bonita como você, e muito provavelmente você é a única, então quero que saiba que você enche de alegria meus últimos dias. Além disso, fica tranquila, esse negócio de covid é uma putaria, não existe. Não acredita nesses caras. Olha pra mim, vou morrer de outra coisa, menos disso, porque não existe. Então não fica triste, mamita, e perdoa esse pobre velho por roubar seu tempo e tocar essas pernas lindas.
pra te falar a verdade, fiquei toda envergonhada com esses elogios e até senti uma coisa boa e uma pena do senhor, senti de tudo com o que ele me dizia.
Sério, você é a mais gostosa e é uma honra que minhas mãos toquem numa princesinha tão linda antes de morrer, porque na minha idade até hoje pode ser meu último dia. Ele dizia isso com uma cara de tristeza e dor.
Esses comentários vindo de uma pessoa tão humilde e, pela aparência, um velhinho, faziam meu coração de frango quase chorar, aí sem pensar eu falei....."ai seu, que coisa que o senhor fala, mas nesse caso eu dou licença pro senhor tocar um pouco mais pra eu já ir embora
Eu tava começando a gostar da situação e, pra variar, sentia que eu controlava tudo e podia parar quando quisesse.
Sabe o que mais me atrai em você, além das suas pernas?
O quê?
Suas calcinhas, e como elas se destacam nesse vestidinho, sinto que com um movimento elas aparecem todas, levanta um pouquinho só pra ver elas.
hahaha isso sim que é bom hahaha como cê acha, se eu fizer isso todo mundo vai ver a gente.
Mmmmm... quer dizer que se a gente estivesse sozinho, dava pra dar uma olhadinha nelas?
Aí, eu não respondi nada, só ri e falei que ele era doidinho. Depois disse que tinha que ir porque já era tarde e precisava buscar a dona Ester, que ia me dar as coisas. Mesmo ele insistindo, consegui me levantar e me despedi. Caminhei no meio da multidão até que, depois de um tempo, encontrei a senhora. Ela me deu o dinheiro e as chaves, e falou pra eu pedir um táxi ali mesmo e não me afastar muito até ele chegar, ou então esperar que ela me levaria. Mas a verdade é que eu já tava cansada e falei que ia sozinha. A gente se despediu e eu saí da igreja, mas quando cheguei na calçada, o velho tava lá, carregando umas sacolas com as coisas que deram pra ele. Quis ajudar, mas preferi não fazer isso pra ele não me ver. Só que nessa hora soltaram um foguete (fogo de artifício) e o véio virou, me vendo de novo.
Boneca, por que você vai embora? Ele me diz que não sabe que vai tocar uma bandinha. "Muito obrigada, senhor, eu sei, mas já me enturmei um pouco, e o senhor, por que não fica?
Esses caras fazem muita bagunça, e essa música não me agrada muito, muito barulho. Ei, gatinha, por que você não vem comigo e me ajuda? Vamos dar uma volta, assim não vou sozinho.
Acho que não, já é tarde e, pra ser sincero, acho meio perigoso andar por aqui a essa hora.
enquanto isso, sorrindo, ele me diz: "de jeito nenhum, mocinha, neste bairro sou muito respeitado, do jeito que me vê, véio, todo mundo me beija o pé", ele diz, "eu te defendo de qualquer vagabundo, não se preocupa, e daí você pede seu carro, o que acha, bonequinha?
melhor que fique aqui comigo conversando até eu pedir meu táxi e depois você vai embora, é a mesma coisa, não acha? além disso, já vi que você é muito mão boba.
Então o velho começa a rir, hahahaha, você é uma menininha muito esperta, mas não é minha culpa se suas pernas pedem pra serem tocadas. Além disso, você já sabe, meu bem, que amanhã eu posso nem acordar, deixa eu vê-las mais um pouco enquanto a gente caminha. Realiza o último desejo desse velho, assim quando eu deitar na rua, posso dormir bem hoje pensando em você, menininha.
A verdade é que a pena me invadiu, sentia meu coração se despedaçando por aquele velhinho, então falei: "Tá bom, senhor, vou com o senhor, mas quando chegar na sua casa, eu vou embora.
O velho esboçou um sorriso onde dava pra ver uns poucos dentes meio podres dos que ainda tinha, o que me fez sentir mais pena dele e pensar que minha vida não é tão difícil comparada com a dele. Então me aproximei dele e começamos a andar juntos, ajudei ele carregando uma sacola grande com um cobertor que deram pra ele, então eu tava segurando ela com as duas mãos por causa do volume, só atrapalhava.
Ainda não tínhamos nos afastado completamente da igreja quando senti uma das mãos calejadas do velho tocando de leve na minha bunda, sentia como ele apalpava sem vergonha nenhuma, como apertava e como com os dedos se enfiava entre minhas nádegas, ia reclamar, mas a vergonha que senti me fez não dizer nada, pensei que no fim já vou embora e nunca mais vou ver ele, enquanto ele puxava conversa, como se nada tivesse acontecendo, me perguntava coisas sobre mim, da escola, dos meus pais, dos sintomas, coisas no geral.
Caminhamos uns 20 minutos até chegar no que parecia uma casa velha em ruínas, abandonada, cheia de mato alto. Aí ela me fala: "Moça, vai na esquina, por favor, tô morrendo de vontade de mijar" e deu uma risada. Fui até a esquina, não dava pra ver ninguém, tinha pouca luz de algumas casas e quase nenhuma dos postes da rua, que não funcionavam.
Perguntei se já faltava muito, e ele disse que não, então voltamos a andar, agora me segurando pela cintura e me colando mais nele. Naquele momento, senti o cheiro do senhor um pouco mais forte.
A gente continuou conversando sobre coisas sem sentido até que passamos por um terreno abandonado, e ele me diz: "Olha, gatinha, é aqui que eu moro, espera um pouquinho e vê onde eu durmo.
Me surpreendi muito, era bem deprimente, não tinha casa nem nada, só um lugar descampado debaixo de outra ponte grande. O lugar tinha umas barracas pequenas de lata improvisada por todos os mendigos que moravam ali. Tava tudo vazio, a maioria tava no evento e os poucos que vi estavam largados de bêbados.
Chegamos até onde ele me diz que ali descansa e me pergunta: "O que você achou, boneca? É uma merda, né?
Eu não sabia o que dizer, o que se pode dizer num momento desses, só balancei a cabeça.
Olha o que você me disse, pois é, a vida é assim, minha linda, nem sempre temos o que queremos ou merecemos, uns têm sorte, outros não, e hoje você simplesmente trouxe luz pra toda essa merda, ainda mais poder conversar com uma mina tão gente boa e educada, as outras minas nem olham pra gente, acho que não somos humanos pra elas.
Ao ouvir tudo aquilo, pensei no que eu vivia e como tudo aquilo me afetou sem eu merecer. Então senti mais empatia pelo velho e depois uma baita pena pelo que ele disse no final.
Haydon é muito fofo com o que me fala, mas não pense assim, ele é uma pessoa valiosa e muito agradável, eu disse.
Obrigado, menina. Vem, vem, senta aqui. Vou arrumar uns panos no chão, em cima dos papelões. Senta, menina.
Não queria, pra ser sincera, tava pensando em ir embora mesmo, mas ao mesmo tempo, uma parte de mim se sentia bem em saber que tava alegrando a vida daquele cara. Então sentei.
Eneso se levanta e vai ver um cara que tava caído no chão bem perto, aí eu perguntei se ele tava bem, e o véio só me falou, sei lá, talvez já foi pro outro lado, o que ele queria era me mostrar uma garrafa de tequila quase cheia.
Haydon, não fala isso, coitado do seu amigo…. "Não, menina, a vida é assim aqui, a gente nunca sabe quando não vai mais acordar, então tem que celebrar"... dando um gole na garrafa… "Toma, menina, experimenta, não me despreza que é a única coisa que posso te oferecer
Não queria, mas também não quis desprezar aquele pobre coitado, então tomei um gole. O gosto foi horrível, senti que queimou tudo e deixou meu estômago todo quente.
selo devolvi e ele deu outro gole, e passou de novo pra mim, mas eu falei que não, mas ele insistiu muito e eu tomei de novo, tava com o mesmo gosto ruim na segunda vez hahaha. Nisso eu levanto e falo que tenho que ir embora porque tava longe e acho que o taxi não vai chegar até aqui e não quero que fique mais tarde porque tenho medo desse lugar...
aí ele se levanta e me pede um abraço, e eu aceito... nisso sinto o velho com as duas mãos pegando na minha bunda, apertando com força, e separando com os dedos.
Me assustei um pouco e pedi pra ele me soltar, mas ele não deixava, dizia que eu tinha dado permissão na igreja, que não fosse malvada e tal...
Eu pedia pra ele me deixar ir, mas ele só pedia pra eu ficar. Ele apertava com força minha bunda pequenininha... aí ele fala: "vamos fazer um trato, me acompanha pra terminar a garrafa e eu te acompanho pra pegar seu táxi." A verdade é que tá feio por aqui e sozinha você pode se dar mal, não aconteceu nada porque a gente veio junto, mas se te verem sozinha, não sei o que pode rolar.
A verdade é que as palavras dele me assustaram, eu não queria ficar, mas também tive medo de ir embora, então não tinha muitas opções. Aí falei que assim que terminasse eu ia sair e que jurava, e ele disse que sim.
Nós sentamos e ele me diz: "Me desculpa, garota, é que eu não aguentei, mas juro que assim que terminarmos eu te levo." Eu só olhava meio irritada, e acho que ele percebeu, porque tentou me animar dizendo: "Vamos jogar alguma coisa, tenho umas cartas. Vamos ver quem tira o número mais alto, e quem perder bebe. Assim fica mais divertido, e quem sabe você ganha tudo e não bebe nada. O que você acha, gostosa?" A verdade é que achei uma boa ideia, pensei que se ganhasse não tomaria nada daquilo que tem um gosto tão forte.
Então, vamos começar...
Tomei, boneca, então pega aí... "Não queria, mas já tinha aceitado, então dei um golezinho.
De novo, uma, duas, três... ih, você perdeu kkkkk... toma... "vou tomar de novo
Uma terceira e uma quarta vez, e eu continuava perdendo... já estava me sentindo meio tonta, pra ser sincera... mas sentia que ele estava me enganando, então falei que agora eu queria dar as cartas.
Por que, neném, cê desconfia de mim?? fiquei me perguntando, e sem querer ofender ele, falei que não era isso, só que eu também queria tirar as cartas, por favor, me deixa?.....
hay princesinha, o que eu quero tirar é outra coisa kkkkkkkk..... mas tudo bem, pega aí, tira elas...
Peguei as cartas e fiquei feliz, então a gente escolheu de novo e, pra minha má sorte, perdi de novo. Já quase não tinha mais álcool, eu tinha tomado uns 9 ou 10 copos e o velho umas 6, mas ele parecia normal, como se nada tivesse acontecido. Não sei se foi o álcool ou o quê, mas comecei a ficar irritada, não acreditava que tava perdendo. Lembro que, sem pensar, falei que era trapaça, e o velho só riu e disse: "Não, mamacita, tá tudo na moral. Vamos fazer algo pra você não ficar bolada, mas algo mais divertido. Vamos jogar 6 shot: quem chegar a 6 perde e leva um castigo..." Fiquei animada, sentia que não ia perder, e perguntei: "Que castigo?
Que tal se o perdedor fizer algo que o outro quiser, o que você acha?.... Fiquei calada porque pensei que o que ele ia pedir era pra pegar na minha bunda ou nas minhas pernas, então fiquei pensando no que fazer….
Ele me diz: "Ah, não, bonequinha, melhor não, esquece, vamos deixar assim. Você já perdeu, e eu vou te levar até o táxi de qualquer jeito. Não vai conseguir me vencer, fica quieta aí." Ele já estava se levantando quando, de novo, por raiva ou orgulho, sei lá, eu falei que estava tudo bem, que aceitava...
No final, a gente tirou as cartas, 8 rodadas, das quais ele pegou 2 e eu 6, perdi humilhantemente...
Desculpa, neném, mas é assim mesmo kkkkkkk.... ela me disse
Hay não, dono, por favor me dá outra chance!??..... "Não, neném, você já tá muito chapada
Por favor, eu pedia feito uma boba, já tonta de tanto álcool...
Beleza, mais uma, mas agora vai ser diferente: vai ter prenda e bebida também. Teu castigo da outra rodada, do que eu falei sem pensar, tava de boa... Só que, pra minha má sorte, acabei perdendo de 8 a 2. Quando a rodada terminou, tava muito tonta, sentia que tudo girava, e o cara lá, como se nada fosse.
Aí, mamacita, você perdeu, então tira essa roupa aí....
Não, não, don, como é que cê acha que aqui fora todo mundo podia me ver, não, não... eu dizia com a pouca razão que me restava.
Calma, bonequinha, não tem ninguém. Anda logo antes que o evento acabe ou eles venham... "Ah, não, não, não, por favor, me dá muita vergonha"...
Eneso se levanta e me fala: "Vai, gostosa", pegando meu vestido, secando os fios e fazendo ele deslizar pelo meu corpo até chegar no chão...
Sinto o velho se jogando em cima de mim, sentindo a boca dele começando a chupar e sugar meus bicos com muita força, enquanto eu dizia, atrapalhada... "Não, nãooo, seu moço, o que cê tá fazendo? Isso não era parte...
não, seu dono, me solta ou eu grito!!!!
Grita, bonequinha, assim vão vir mais caras e você vai ter que brincar com eles... igual, cê não acha?
Tentava me afastar dos meus peitos, mas ele me segurava firme com as duas mãos nas minhas nádegas enquanto chupava meus mamilos, não conseguia escapar...
Por que você reclama, princesinha, se a noite inteira ficou me provocando? Você é uma putinha, sabia disso desde que te vi com aquele vestidinho, ou tô enganado?
me diz que garotinha em sã consciência deixa um vagabundo passar a mão nela, que deixa brincar com a bunda dela na rua, e ainda veio beber comigo.... viu como você é uma putinha...
implorava pra ela me deixar, por favor, que aquela não era minha intenção, dizia.
tá bem, sua putinha gostosa..." ele me dizia enquanto parava de chupar e passava pro outro peito, "...que puta gostosa, todo mundo na sua escola te curte, né?
Só sentia as sugadas dele e como ele apalpava minha bunda minúscula… "Não, senhor, ninguém na minha escola faz isso".
Não seja mentirosa, puta, aposto que todo mundo do seu trampo te chupa.
Naquele momento, por causa do álcool e das mãos que passavam em mim, comecei a sentir um calorzinho subindo no meu corpo...
haynenita, adoro suas tetinhas, vou deixar elas bem grandonas de tanto chupar, e essa rabuda que você tem é uma delícia... vamos, tira essa fio dental... me dando um tapa forte na bunda... vai, putinha, tira ela me dando outro tapa e uma mordida no meu mamilo...
Não, não, não me machuca, tá bom, vou tirar… e entrego pra ele. Muito bem, putinha, essa agora é minha… e guarda no bolso da calça.
Quero que da próxima vez você venha com aquelas leggings que ficam enfiadas no cu e marcam toda a sua buceta, e um topzinho. Você vem pra esse mesmo lugar, me olha e deixa eu passar a mão em você na frente de todos os velhos, ok?
Não, don, como é que cê acha? E se os outros quiserem me tocar?... Nisso, o velho, com mais energia, me dá outro tapa na minha bunda pequenininha e volta a morder meus peitos, e eu só consegui falar... aii, don, devagarzinho, pelo amor, vai arrancar eles fora...
hay putinha, toca meu pau que vai explodir, sente como ele tá... pegando a mão dela, levo até o pau dele, que tava com um tamanho considerável...
quero te foder, sua puta maldita, vou comer essa bunda tão gostosa que você tem... putinha... me empurrando contra a parede, que era um dos pilares da ponte, me vira de costas pra ele... tinha as duas mãos nos meus peitos, e apertava com força enquanto sentia o pau dele ainda dentro da calça...
Eneso se agacha e eu sinto ele afundar a cara entre minhas nádegas, começando a chupar minha bucetinha, sentia a língua dele na minha bucetinha, comecei a sentir gostoso, parei de tentar escapar, só me apoiei no pilar, parando instintivamente a bunda...
Isso me fez sentir uma palmada forte que me fez virar, e do meu lado tinha outro mendigo, outro velho, mas parecia muito bêbado. Quando me deu a palmada, ele só cambaleou até cair no chão de bêbado. Levei um susto danado e me afastei desse velho, e ele também se assustou, porque se levantou de repente...
Nós demos meia-volta e vimos um monte de gente vindo, parecia que o evento já tinha acabado. Assustada, comecei a catar meu vestido no chão, enquanto lá longe ouvia uns tiros. Mal consegui pegar o vestido, quando o velho pegou minha mão, me puxou e falou: "Vem, vem, corre!", enquanto se ouvia um puta escândalo e mais barulho de tiro. A gente foi se virando como deu por umas ruas até chegar num barraco em ruínas, onde a gente se enfiou. O tempo todo eu corri pelada, só com meus tênis, porque não deu tempo de vestir nada, só consegui segurar o vestido na mão...
ao entrar naquela espelunca, comecei a me vestir, enquanto o velho via se alguém vinha. nisso ele me fala: "ô, mamacita, temos que nos esconder, esses vagabundos tão armados e vão começar a brigar e roubar o pouco de álcool que a gente tem. melhor a gente não sair, não quero que levem minha putinha", ele me disse.
Tava tonta de tanto álcool e de correr, sentia que tudo girava... ele se deitou no chão e falou pra eu sentar com ele, eu deitei e me acomodei no peito dele, enquanto ele me abraçava e acariciava minha pele. Naquele momento, já não sentia mais o cheiro dele nem nada. Devagar, ele virou e começou a chupar e lamber meus peitos. Eu tava deitada no chão e o velho lambendo meus peitos.
Eu me sentia muito suja e tudo era muito tarado pra mim, e com o álcool eu tava mais desinibida. Nisso, ele pega minha mão e coloca no pau dele, e eu começo a passar a mão enquanto pergunto.
Cê gosta do jeito que eu faço, patrão?
Neninha, você é uma mestra em tocar em paus, e seus peitos me encantam, mas deixa eu tirar bem, mamãe, é que me incomoda com a calça e antes que pudesse dizer algo, já tinha a calça dela pra baixo..
Ficou à mostra o pau dele, era maior do que eu imaginava, e olha que tava cheio de pelos grisalhos. Por causa da bebida, eu já não pensava direito, continuava muito tonta e por isso sentia a boca enchendo d'água. Ao ver aquele pau enquanto eu batia uma pra ele, a primeira coisa que veio na minha cabeça foram os paus de todos os caras que já chupei.
O velho naquele momento tentou me beijar, mas eu recusei, só que ele tava muito insistente, aquele velho feio, e no final não tive outra escolha a não ser corresponder e sentir aqueles lábios ressecados e sentir a língua dele percorrer toda a minha boca. A boca dele era muito nojenta, fedorenta, e eu tentava me virar pra pegar ar e me afastar da boca dele, mas não conseguia me afastar porque numa dessas ele jogou o peso dele em cima de mim e eu não conseguia me mexer, e ele não parava, beijava, mordia, chupava meus lábios.
Enquanto as mãos daquele velho brincavam com minha buceta já bem molhada, apesar da minha resistência, e a outra apertava minhas nádegas e brincava com os dedos no meu cu, acariciando ele aos poucos até que senti o dedo dele entrar completamente no meu cuzinho.
você vai ser uma boa e obediente puta, ele me disse........ "sim, senhor". Ele continuou me beijando e, aos poucos, foi descendo primeiro para o meu pescoço, depois para meus peitos, em seguida beijou e lambeu minha barriga, beijou minhas pernas, cada parte devagar até chegar na minha entreperna, onde parou e começou a chupar minha buceta molhada.
Não aguentei mais e deixei escapar... "aii meu deus!!!! siiiim continua, continua.
ai, minha buceta tá doendo, putinha, preciso te dar uma boa foda, putinha, quero sentir uma menininha tão novinha, vamos, putinha.
coloquei sobre mim, esfregando o pau dele na minha buceta molhada, o velho só gemia e bufava, eu já não conseguia mais pensar, só ouvi ele dizer: "vamos, putinha, pede pra mim, igual você pede pro seu namorado", "por favor, senhor, me faça sua
O velho ia empurrando devagar o pau dele dentro de mim, me fazendo soltar um gritinho abafado...
E aí, puta, tá muito gorda pra você, ela me dizia, agora não pode mais reclamar, sua vadiazinha, você mesma pediu.
Ele começou a meter tudo, deixando ela parada por uns segundos dentro de mim. Eu não aguentava mais ver aquele corpo horrível em cima de mim. Isso me fez ter um orgasmo, e ele só ria mais de mim, dizendo que eu era uma puta porca, que gozei só com ele meter...
O Eneso começou a me meter com força, eu sentia que tava me partindo no meio, só gemia e sentia que não conseguia nem me mexer mais.
aguenta, sua buceta de merda, essa buceta tá uma delícia, você é tão apertada que sinto que vou gozar e quero te aproveitar bem. Eu sentia muito, sentia que ia gozar de novo a cada estocada, ele continuava e continuava me comendo enquanto falava um monte de putaria, aí quando eu estava prestes a ter um orgasmo, ele parou e só ficou me olhando e rindo.......
don, por favor, eu imploro, não para, mais um pouco, por favor.......
Assim que eu gosto, puta, que você implore pela pica, mas quero que de agora em diante seja minha mulher e venha pra esse barraco tomar uma sentada, putinha, entendido? Vai ser nosso ninho de amor kkkkkkkk
Não, não, don... mal consegui falar, desesperada pra continuar sentindo, esse lugar nojento e essa horrível...
Que que houve, puta? Agora resulta que você é uma puta fina? Toma essa palmada na bunda... Ainda te trato como rainha e você me ofende...
Me senti culpada, feito uma idiota, ali deitada no chão com as pernas abertas e o pau dele dentro de mim... acabei falando: "Não, não, desculpa, não foi isso que quis dizer, tipo, seria mais confortável em outro lugar..." e sem nem terminar a frase, ele começou a me meter com muita força e rapidez.
ayyyyyyayyyyyy ahhhh não espera ahhh não fica ofendida euuuu......
me diz, putinha, onde, onde você quer que eu te coma......
Eu tentava não dizer nada, só sentia o pau dele dentro de mim e via ao mesmo tempo o quarto todo se mexendo, aí sinto com os poucos dentes que ainda tinha ele me dar uma mordida no meu mamilo… me fala, putinha, não se faz de sonsa, onde você quer que eu te coma amanhã, aqui ou debaixo da ponte, me fala, seguido de várias palmadas fortes e mais mordidas nos meus mamilos
excitada, dolorida e sob muita pressão pela pergunta dela, bem tonta e envergonhada, todos os sentimentos misturados e sem pensar direito, ainda mais por causa do álcool, acabei só falando... eu tava falando da casa onde eu tô, melhor você vir um desses dias aqui em casa antes que eu vá embora...
Sua piranha, e o que é que a sua maldita casa oferece que a gente não pode fazer aqui? Olha como você tá molhada nesse lugar?
Me diz, puta, tu é da família yummy ou o quê?... Tem casa grande?
Não, não, don, não sou de família rica, mas na minha casa a gente se vira bem. Se for algo grande, mas aqui onde eu tô é uma casa boa, até piscina tem. Aí ele me respondeu... uufff, puta, o que você promete soa gostoso, nunca entrei numa, e você tem roupas lindas de putinha, né?
Só de responder essas perguntas e fantasiar com a situação já me deixava mais e mais excitada...
Huuu, putinha, já me imaginei te comendo pela casa toda... "Siim, por favor, seu dotô, continua me comendo, não paraa...
Estávamos quase terminando quando de novo ouviram-se barulhos e gente correndo perto da gente. Nisso, um cara entrou na casa correndo e caiu do nosso lado, com a cara toda ensanguentada. Aí a gente se separou na hora e o velho falou: "Vai, mamasita, se veste..." Eu vesti meu vestido e saímos daquela espelunca. Ele me levou até a igreja, que já estava vazia, e disse: "Ô, mamasita, vieram nos foder agora. Mas espero que você cumpra sua promessa e volte amanhã..." "Ah, dono, que feio, e o que o senhor vai fazer?" "Ué, bonequinha, não vou poder voltar. Tá feia a coisa hoje. Não vou conseguir dormir nem fodendo. O ruim é que minhas coisas já devem ter sido roubadas. O pouco que eu tinha, foda-se. Mas não se preocupa, assim é a vida da gente. Por isso a morte não nos assusta. Melhor assim, a gente descansa de todas essas merdas...
Haydon, que pena disso, sinto muito. Sinto que foi minha culpa e ainda tô muito preocupada com aquele que entrou todo ensanguentado — e se ele morrer e tal?... O que o velho me disse é verdade, a gente devia chamar a polícia, mas não tenho crédito e do seu celular é perigoso. Será que você não me empresta 100 pra eu colocar uma recarga? Aqui na esquina tem uma farmácia, vou e volto, e quando você for embora, eu chamo a polícia, tá?
A verdade é que achei bonito ele se preocupar, então falei que sim, mas não tinha troco, então dei uma nota de 200. Aí ele falou: "Espera aqui, gostosa, não vai embora não.
Pedi um táxi e enquanto esperava, o cara voltou me dizendo que já tinha pedido ajuda e que uma ambulância viria... Acho que por tudo que tinha bebido e o tesão que tava, eu via ele como se fosse um herói naquele momento, o que me deu muita confiança... O táxi já tava chegando quando, sei lá por quê, senti uma pena danada e remorso pelo velho que não teria onde dormir...
Então, já na hora de entrar no táxi, eu falei: Seu Reymundo, se quiser, pode ir hoje descansar lá em casa, não tem ninguém, e amanhã cedo você sai antes que alguém chegue... Só vi como o velho arregalou os olhos...
claro que sim, bonequinha, seria um prazer, gostosa.
MEU VESTIDO DAQUELE DIA






2 comentários - Chantajeada después de un robo en mi casa 11