Olá!Como é que cê tá? Meu nome é Facundo, sou um seguidor antigo do P!, mas sempre na moita kkk. Lendo vários relatos e curtindo muitos posts de anos atrás, há um tempo me deu vontade de compartilhar algumas das minhas experiências, que claro, começaram como fantasias. Uma delas foi a tara do cuckolding, ficar excitado em ser um corno. Tudo começou lendo relatos daqui, que no começo não me despertavam nada, mas aos poucos foram enfiando na minha cabeça essa possibilidade... Foi assim que em 2021 comecei a namorar a Antonella, ambos com 19 anos e estudantes do mesmo curso.
O sexo no começo foi meio traumático, eu não tinha muita experiência e ela percebia. Nas primeiras vezes até custava pra eu conseguir uma ereção firme. De pau eu sou normal, puxando pra pequeno, uns 15 cm, talvez 16, mas eu sentia que não dava conta de satisfazer ela direito. No entanto, todo o resto era espetacular, a gente se divertia muito junto. Pouco tempo depois, decidimos morar juntos, já que ambos estudávamos e era um jeito de economizar aluguel. Depois de alguns meses, o sexo melhorou muito, realizamos várias fantasias comuns juntos (lugares públicos, sacada, piscina, fantasias, anal) e tudo ia bem. Mas mesmo assim, continuei me masturbando com frequência, e ler relatos de caras corno começou a me excitar pra caralho. Imaginar minha mina com um pau maior, que fizesse ela engasgar ou gemer de prazer me deixava louco.
Nessa época de descoberta da nova fantasia, comecei a querer saber mais do passado da Anto, já que ainda não tinha coragem de propor um ménage com outro cara nem nada do tipo (além disso, me dava insegurança dela me largar). Primeiro, fazia perguntas sobre meu pau, se ela gostava, se já tinha tido um maior, mas as respostas eram sempre as mesmas. Perguntei sobre o ex dela, e se ele tinha um melhor que o meu, e ela dizia que não, menor e fino. Tenho certeza de que na época ela fazia isso pra me dar segurança, ainda mais considerando os problemas que a gente teve. no começo. Não me dava material para minhas fantasias. Mas um dia, quando ela teve que viajar com a família, esqueceu o computador e um celular velho em casa. Na mesma noite em que fiquei sozinho, comecei a fuçar tudo. No celular, tinha fotos pouco comprometedoras, exceto algumas em que aparecia com um cara mais velho, de uns 35 anos (datadas um ano antes de nos conhecermos) e várias capturas de tela onde ela conversava com um "vizinho" — com certeza tinha mandado para uma amiga. Nessas capturas, falavam de um jantar e o maluco perguntava se ela se importava se ele convidasse um amigo, e ela respondia que não tinha problema, que "segurava a bronca". Só com isso já fiquei de pau duro. Faltava ainda revirar o computador; ela tinha deixado WhatsApp e Instagram abertos. Encontrei um monte de conversas de caras com quem ela saía no passado, mas nenhum sinal de que ela tivesse me traído, disso nada.
Só de ver um monte de papos onde ela entrava no modo puta de um jeito que eu nunca tinha visto dela, fotos no modo efêmero e tudo, sendo que pra mim nunca mandou nada. Ainda vi que ela tinha transado com vários colegas da faculdade, quando me dizia que eu era o primeiro. Passei a noite inteira lendo conversas e bati uma duas vezes naquela noite e mais uma no dia seguinte. A partir daí, o sexo com ela foi ficando cada vez pior... Eu ficava mais excitado com a ideia de outro cara comendo ela, além disso ela cada vez tinha menos vontade de fazer algo. No primeiro aniversário, a gente tinha passado de trepar todo dia para fazer uma ou duas vezes por semana. Claramente, algo não estava certo.
Nesses relatos, vou contar como a gente durou 3 anos e como consegui realizar minha fantasia...
P.S.: Hoje em dia estamos separados, mas ficou tudo de boa... Às vezes a gente se vê e conta as nossas coisas.Valeu por ler!
O sexo no começo foi meio traumático, eu não tinha muita experiência e ela percebia. Nas primeiras vezes até custava pra eu conseguir uma ereção firme. De pau eu sou normal, puxando pra pequeno, uns 15 cm, talvez 16, mas eu sentia que não dava conta de satisfazer ela direito. No entanto, todo o resto era espetacular, a gente se divertia muito junto. Pouco tempo depois, decidimos morar juntos, já que ambos estudávamos e era um jeito de economizar aluguel. Depois de alguns meses, o sexo melhorou muito, realizamos várias fantasias comuns juntos (lugares públicos, sacada, piscina, fantasias, anal) e tudo ia bem. Mas mesmo assim, continuei me masturbando com frequência, e ler relatos de caras corno começou a me excitar pra caralho. Imaginar minha mina com um pau maior, que fizesse ela engasgar ou gemer de prazer me deixava louco.
Nessa época de descoberta da nova fantasia, comecei a querer saber mais do passado da Anto, já que ainda não tinha coragem de propor um ménage com outro cara nem nada do tipo (além disso, me dava insegurança dela me largar). Primeiro, fazia perguntas sobre meu pau, se ela gostava, se já tinha tido um maior, mas as respostas eram sempre as mesmas. Perguntei sobre o ex dela, e se ele tinha um melhor que o meu, e ela dizia que não, menor e fino. Tenho certeza de que na época ela fazia isso pra me dar segurança, ainda mais considerando os problemas que a gente teve. no começo. Não me dava material para minhas fantasias. Mas um dia, quando ela teve que viajar com a família, esqueceu o computador e um celular velho em casa. Na mesma noite em que fiquei sozinho, comecei a fuçar tudo. No celular, tinha fotos pouco comprometedoras, exceto algumas em que aparecia com um cara mais velho, de uns 35 anos (datadas um ano antes de nos conhecermos) e várias capturas de tela onde ela conversava com um "vizinho" — com certeza tinha mandado para uma amiga. Nessas capturas, falavam de um jantar e o maluco perguntava se ela se importava se ele convidasse um amigo, e ela respondia que não tinha problema, que "segurava a bronca". Só com isso já fiquei de pau duro. Faltava ainda revirar o computador; ela tinha deixado WhatsApp e Instagram abertos. Encontrei um monte de conversas de caras com quem ela saía no passado, mas nenhum sinal de que ela tivesse me traído, disso nada.
Só de ver um monte de papos onde ela entrava no modo puta de um jeito que eu nunca tinha visto dela, fotos no modo efêmero e tudo, sendo que pra mim nunca mandou nada. Ainda vi que ela tinha transado com vários colegas da faculdade, quando me dizia que eu era o primeiro. Passei a noite inteira lendo conversas e bati uma duas vezes naquela noite e mais uma no dia seguinte. A partir daí, o sexo com ela foi ficando cada vez pior... Eu ficava mais excitado com a ideia de outro cara comendo ela, além disso ela cada vez tinha menos vontade de fazer algo. No primeiro aniversário, a gente tinha passado de trepar todo dia para fazer uma ou duas vezes por semana. Claramente, algo não estava certo.
Nesses relatos, vou contar como a gente durou 3 anos e como consegui realizar minha fantasia...
P.S.: Hoje em dia estamos separados, mas ficou tudo de boa... Às vezes a gente se vê e conta as nossas coisas.Valeu por ler!
3 comentários - Mi fantasía: ser un cornudo