E aí estava eu, parado na beira da cama, vendo a bunda gorda e redonda da minha esposa subindo e descendo, indo pra frente e pra trás, em cima de outro cara. Ela subia e descia, e quando ela levantava, aparecia o tronco do pau do magrelo, que estava duríssimo e brilhando por causa dos fluidos da buceta da minha esposa. Dava pra ver que ela estava gozando muito com aquele pau. Ela gemía muito, mais do que quando faz comigo, e enquanto ela se movia cada vez mais rápido, eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Aquilo que tinha começado como uma fantasia mórbida (ver ela gozando com o pau de outro) agora estava se tornando realidade, e um monte de sentimentos contraditórios vinham à minha mente.
Mas então, vou começar pelo começo.
Sempre fui muito de me masturbar. Desde moleque, óbvio. Com muitos fetiches. Quando comecei a namorar, não parei de me masturbar e continuei assim por anos. Me inspirava em várias coisas: famosas, conhecidas do nosso círculo, etc. Até que me deparei com gifs e vídeos de cuckold, e não demorou nada para eu começar a imaginar minha esposa nessa situação. Fiquei matutando isso por um bom tempo até que um dia finalmente tive coragem e confessei esse fetiche pra ela. Para minha surpresa, depois de uma recusa inicial, ela acabou aceitando relativamente rápido, e começamos a procurar por terceiros.
Não vou me alongar muito nisso. Só vou dizer que foi difícil encontrar alguém que se encaixasse nos gostos da minha esposa, mas finalmente apareceu um cara. Ele era um pouco mais velho que a gente (minha esposa tinha 40 na época, eu 36 e o cara 43). Eles se deram super bem, ficaram se provocando no WhatsApp e combinamos de nos encontrar num bar. Se tudo desse certo, de lá a gente iria para um hotel que já havíamos descoberto que permitia a entrada de três.
A preparação em casa já foi tremenda, com muita ansiedade. Ela depilou tudo (enquanto escrevo me vem exatamente a imagem na mente: minha gordinha deitada na cama, toda sua carne espalhada, com um espelhinho e a gilete tirando até o último pelinho da buceta). Depois escolheu uma calcinha nova que tinha comprado para a ocasião, branca, e vestiu um jeans bem justo, que marcava bem aquela bunda gorda e quadradona de mulherão que ela tem. Em cima, colocou um sutiã que segurava forte os peitos. Ela os tem gordos e pesados. A alinha afundava na carne dos ombros.
Chegamos no bar e a ideia era a seguinte: nos conhecermos pessoalmente, bater um papo e se a gente se entendesse (e eles se curtissem) a gente iria pro hotel. As impressões dos três foram boas, então terminamos de comer uma pizza leve e seguimos pro hotel. No carro ela estava super nervosa. A gente estava no nosso carro, eu dirigia e o cara no banco de trás. Como percebi que ela tava muito nervosa, acariciei um pouco o rosto dela e ela deu uma risada super nervosa.
Quando entramos no quarto do hotel, eu não sabia o que fazer, sinceramente. Éramos nós três, e minha esposa estava muito nervosa, então para ela não se sentir constrangida, eu fiz de bobo e entrei no banheiro, para deixá-los sozinhos.
Fiquei um tempão trancado no banheiro. Não sabia o que fazer, onde me enfiar, pensando que tinha deixado minha esposa sozinha no quarto com outro homem. Levantei a tampa do vaso, que tinha aquele papel que costumam colocar nos hotéis pra indicar que foi desinfetado, mas não fiz nada. Dei umas voltas dentro do banheiro, abri a torneira e molhei o rosto. Tava muito nervoso, ansioso pra ver o que ela tava fazendo com o magrelo. Colei o ouvido na porta pra ver se já tinham começado a fazer alguma coisa, atento aos gemidos ou qualquer sinal de ação, mas nada. Só consegui escutar uma risadinha dela. Então respirei fundo, me ajeitei e saí.
Havia um silêncio no ambiente, e logo descobri o motivo: eles estavam se pegando. Ver minha esposa beijando outro era uma imagem com a qual eu tinha fantasiado muito, mas agora, que estava acontecendo de verdade, estava sendo muito intenso. Imagina o que eu fui sentindo conforme os minutos foram passando...
Ela o abraçava e ele a acariciava suavemente, percorria seu corpo com delicadeza. Ela dava beijinhos curtos, suaves, quase com amor, mas não demorou muito para abrir bem a boca. E enquanto se ouvia o som da saliva e das línguas que brincavam nas bocas, o magrelo começou a apalpar a bunda gorda da minha esposa. Ver a bunda quadrada e carnuda dela nas mãos dele foi tremendo. Além disso, dava pra ver que ela adorava como ele a tocava, amassava suas nádegas com toda a vontade.
Finalmente, depois de um momento, o magrão acelerou o carro e puxou a blusa dela pra cima. Ela ficou de sutiã por alguns instantes enquanto continuavam se beijando, mas logo ele começou a manobrar pra deixá-la com os peitos de fora. Eu mordia os lábios de nervoso, o magrão também estava nervoso, ou melhor, ansioso, com vontade de chupar os peitos dela, mas não conseguia tirar o sutiã. O problema é que ela tinha apertado tanto o sutiã pra levantar os peitos (eles são gordos, grandes, pesados e caídos) que as alças estavam cravadas na carne e o magrão não conseguia abrir o gancho. Então ela parou de abraçá-lo, levou as mãos às costas e, num movimento certeiro, desabotoou o sutiã. Imediatamente os peitos desabaram e caíram até a barriga. O magrão, então, se deu o gosto que vinha planejando há dias: chupar as tetas enormes da minha esposa.
Foi aqui que chegou o ponto de virada. E como eu percebi? Porque ela começou a esquentar de verdade: a timidez foi se dissolvendo e aos poucos ela foi se soltando. A respiração dela ficou ofegante, a pele começou a ficar perlada de suor e, bem baixinho, ela começou a soltar uns gemidinhos.
O magrelo então, depois de saborear por um tempão os peitos da minha esposa, deitou ela na cama e tirou o jeans dela. Como eu falei antes, por ela ser gordinha, ela foi com a roupa toda justa pra segurar a carne, então deu um pouco de trabalho, o tecido emperrava nas coxas de tão apertado que a calça tava, mas ele conseguiu descer o jeans e a calcinha fio dental juntos.
Imediatamente ele enterrou a cabeça entre as coxas dela e começou a comer sua buceta. Quando sentiu a língua do magro, ela começou a se contorcer e gemer muito alto. Sendo sincero, a situação me chocou, já que comigo ela nunca tinha reclamado daquele jeito. Eu estava de pau duro até aquele momento, mas ele amoleceu um pouco ao ver como ela reagia. No entanto, durou muito pouco, já que, como vinha acontecendo, o tesão me dominou. Me aproximei da cama, minha gorda estava deitada toda espalhada, e chupei um pouco seus peitos e a beijei. Ela me deu um beijo de língua super quente como nunca tinha me dado antes. Isso me deixou louco. Ela estava gozando como uma louca.
Ele dedicou um bom tempo, um tempão mesmo, para fazer minha esposa gozar com a língua. Ela tremia, ficava séria e tensa, e depois relaxava. Sinal claríssimo de que estava chegando lá. E isso aconteceu várias vezes até que ele emergiu de entre as coxas da minha esposa, todo suado. E bem, aí chegou o momento chave. O magrelo se levantou, abaixou a calça e a cueca e ficou com o pau duríssimo à mostra. Ela tinha acompanhado com atenção todos os movimentos dele e quando o pau saltou da cueca, ela mordeu o lábio inferior. Foi um gesto rápido, mas eu peguei na hora. Obviamente, ele tinha um pau melhor que o meu.
O magrelo colocou a camisinha, ergueu as pernas da minha esposa nos ombros e enfiou o pau nela. Nunca mais vou esquecer a cara que ela fez ao sentir aquele pau grande e duro por dentro. Ela abriu bem a boca e os olhos e por um momento prendeu a respiração. Soltou um gritinho e aí o magrelo começou a meter com força. O magrelo estava enlouquecido com o jeito que minha esposa tinha ficado molhada. Ela estava encharcada e dava para ouvir de onde eu estava. O magrelo foi mudando ela de posição e não parava de dar para ouvir o "plaft, plaft, plaft" das bolas dele batendo na carne da minha esposa, e o som da buceta encharcada.
O magrelo era foda. Comeu ela em um monte de posições: pernas no ombro, papai e mamãe, de ladinho. Em um momento ele botou ela pra cavalgar de frente pra mim. Ela às vezes me olhava como se tivesse culpa, mas logo aquele pau duro entrando e saindo fazia ela esquecer de tudo.
Ela cavalgou ele por um momento, mas estava tão molhada que quase não sentia o pau dele. Então ele voltou a ficar por cima. Notei em detalhes que até as bolas dele ficaram molhadas enquanto ela cavalgava. E finalmente, aí sim o magrão se soltou, começou a meter com força. Os gritos da minha esposa dessa vez realmente subiram, o que alimentava ainda mais a tesão do magrão, que deu umas enfiadas tremendas até explodir o pau. Minha esposa, toda espalhada na cama, tinha os braços abertos e agarrava as lençóis com força. O magrão tirou o pau ainda bem duro, e vi que a camisinha estava cheia de porra. Os dois estavam ofegantíssimos, banhados em suor. E a cara de alegria da minha esposa eu nunca vou conseguir esquecer na minha vida.
Foi assim a primeira foda de corno com minha parceira. Essa foi a primeira pica que fez minha gordinha gozar desde que começamos com isso.
Pra finalizar, deixo os peitos da minha esposa


Mas então, vou começar pelo começo.
Sempre fui muito de me masturbar. Desde moleque, óbvio. Com muitos fetiches. Quando comecei a namorar, não parei de me masturbar e continuei assim por anos. Me inspirava em várias coisas: famosas, conhecidas do nosso círculo, etc. Até que me deparei com gifs e vídeos de cuckold, e não demorou nada para eu começar a imaginar minha esposa nessa situação. Fiquei matutando isso por um bom tempo até que um dia finalmente tive coragem e confessei esse fetiche pra ela. Para minha surpresa, depois de uma recusa inicial, ela acabou aceitando relativamente rápido, e começamos a procurar por terceiros.
Não vou me alongar muito nisso. Só vou dizer que foi difícil encontrar alguém que se encaixasse nos gostos da minha esposa, mas finalmente apareceu um cara. Ele era um pouco mais velho que a gente (minha esposa tinha 40 na época, eu 36 e o cara 43). Eles se deram super bem, ficaram se provocando no WhatsApp e combinamos de nos encontrar num bar. Se tudo desse certo, de lá a gente iria para um hotel que já havíamos descoberto que permitia a entrada de três.
A preparação em casa já foi tremenda, com muita ansiedade. Ela depilou tudo (enquanto escrevo me vem exatamente a imagem na mente: minha gordinha deitada na cama, toda sua carne espalhada, com um espelhinho e a gilete tirando até o último pelinho da buceta). Depois escolheu uma calcinha nova que tinha comprado para a ocasião, branca, e vestiu um jeans bem justo, que marcava bem aquela bunda gorda e quadradona de mulherão que ela tem. Em cima, colocou um sutiã que segurava forte os peitos. Ela os tem gordos e pesados. A alinha afundava na carne dos ombros.
Chegamos no bar e a ideia era a seguinte: nos conhecermos pessoalmente, bater um papo e se a gente se entendesse (e eles se curtissem) a gente iria pro hotel. As impressões dos três foram boas, então terminamos de comer uma pizza leve e seguimos pro hotel. No carro ela estava super nervosa. A gente estava no nosso carro, eu dirigia e o cara no banco de trás. Como percebi que ela tava muito nervosa, acariciei um pouco o rosto dela e ela deu uma risada super nervosa.
Quando entramos no quarto do hotel, eu não sabia o que fazer, sinceramente. Éramos nós três, e minha esposa estava muito nervosa, então para ela não se sentir constrangida, eu fiz de bobo e entrei no banheiro, para deixá-los sozinhos.
Fiquei um tempão trancado no banheiro. Não sabia o que fazer, onde me enfiar, pensando que tinha deixado minha esposa sozinha no quarto com outro homem. Levantei a tampa do vaso, que tinha aquele papel que costumam colocar nos hotéis pra indicar que foi desinfetado, mas não fiz nada. Dei umas voltas dentro do banheiro, abri a torneira e molhei o rosto. Tava muito nervoso, ansioso pra ver o que ela tava fazendo com o magrelo. Colei o ouvido na porta pra ver se já tinham começado a fazer alguma coisa, atento aos gemidos ou qualquer sinal de ação, mas nada. Só consegui escutar uma risadinha dela. Então respirei fundo, me ajeitei e saí.
Havia um silêncio no ambiente, e logo descobri o motivo: eles estavam se pegando. Ver minha esposa beijando outro era uma imagem com a qual eu tinha fantasiado muito, mas agora, que estava acontecendo de verdade, estava sendo muito intenso. Imagina o que eu fui sentindo conforme os minutos foram passando...
Ela o abraçava e ele a acariciava suavemente, percorria seu corpo com delicadeza. Ela dava beijinhos curtos, suaves, quase com amor, mas não demorou muito para abrir bem a boca. E enquanto se ouvia o som da saliva e das línguas que brincavam nas bocas, o magrelo começou a apalpar a bunda gorda da minha esposa. Ver a bunda quadrada e carnuda dela nas mãos dele foi tremendo. Além disso, dava pra ver que ela adorava como ele a tocava, amassava suas nádegas com toda a vontade.
Finalmente, depois de um momento, o magrão acelerou o carro e puxou a blusa dela pra cima. Ela ficou de sutiã por alguns instantes enquanto continuavam se beijando, mas logo ele começou a manobrar pra deixá-la com os peitos de fora. Eu mordia os lábios de nervoso, o magrão também estava nervoso, ou melhor, ansioso, com vontade de chupar os peitos dela, mas não conseguia tirar o sutiã. O problema é que ela tinha apertado tanto o sutiã pra levantar os peitos (eles são gordos, grandes, pesados e caídos) que as alças estavam cravadas na carne e o magrão não conseguia abrir o gancho. Então ela parou de abraçá-lo, levou as mãos às costas e, num movimento certeiro, desabotoou o sutiã. Imediatamente os peitos desabaram e caíram até a barriga. O magrão, então, se deu o gosto que vinha planejando há dias: chupar as tetas enormes da minha esposa.
Foi aqui que chegou o ponto de virada. E como eu percebi? Porque ela começou a esquentar de verdade: a timidez foi se dissolvendo e aos poucos ela foi se soltando. A respiração dela ficou ofegante, a pele começou a ficar perlada de suor e, bem baixinho, ela começou a soltar uns gemidinhos.
O magrelo então, depois de saborear por um tempão os peitos da minha esposa, deitou ela na cama e tirou o jeans dela. Como eu falei antes, por ela ser gordinha, ela foi com a roupa toda justa pra segurar a carne, então deu um pouco de trabalho, o tecido emperrava nas coxas de tão apertado que a calça tava, mas ele conseguiu descer o jeans e a calcinha fio dental juntos.
Imediatamente ele enterrou a cabeça entre as coxas dela e começou a comer sua buceta. Quando sentiu a língua do magro, ela começou a se contorcer e gemer muito alto. Sendo sincero, a situação me chocou, já que comigo ela nunca tinha reclamado daquele jeito. Eu estava de pau duro até aquele momento, mas ele amoleceu um pouco ao ver como ela reagia. No entanto, durou muito pouco, já que, como vinha acontecendo, o tesão me dominou. Me aproximei da cama, minha gorda estava deitada toda espalhada, e chupei um pouco seus peitos e a beijei. Ela me deu um beijo de língua super quente como nunca tinha me dado antes. Isso me deixou louco. Ela estava gozando como uma louca.
Ele dedicou um bom tempo, um tempão mesmo, para fazer minha esposa gozar com a língua. Ela tremia, ficava séria e tensa, e depois relaxava. Sinal claríssimo de que estava chegando lá. E isso aconteceu várias vezes até que ele emergiu de entre as coxas da minha esposa, todo suado. E bem, aí chegou o momento chave. O magrelo se levantou, abaixou a calça e a cueca e ficou com o pau duríssimo à mostra. Ela tinha acompanhado com atenção todos os movimentos dele e quando o pau saltou da cueca, ela mordeu o lábio inferior. Foi um gesto rápido, mas eu peguei na hora. Obviamente, ele tinha um pau melhor que o meu.
O magrelo colocou a camisinha, ergueu as pernas da minha esposa nos ombros e enfiou o pau nela. Nunca mais vou esquecer a cara que ela fez ao sentir aquele pau grande e duro por dentro. Ela abriu bem a boca e os olhos e por um momento prendeu a respiração. Soltou um gritinho e aí o magrelo começou a meter com força. O magrelo estava enlouquecido com o jeito que minha esposa tinha ficado molhada. Ela estava encharcada e dava para ouvir de onde eu estava. O magrelo foi mudando ela de posição e não parava de dar para ouvir o "plaft, plaft, plaft" das bolas dele batendo na carne da minha esposa, e o som da buceta encharcada.
O magrelo era foda. Comeu ela em um monte de posições: pernas no ombro, papai e mamãe, de ladinho. Em um momento ele botou ela pra cavalgar de frente pra mim. Ela às vezes me olhava como se tivesse culpa, mas logo aquele pau duro entrando e saindo fazia ela esquecer de tudo.
Ela cavalgou ele por um momento, mas estava tão molhada que quase não sentia o pau dele. Então ele voltou a ficar por cima. Notei em detalhes que até as bolas dele ficaram molhadas enquanto ela cavalgava. E finalmente, aí sim o magrão se soltou, começou a meter com força. Os gritos da minha esposa dessa vez realmente subiram, o que alimentava ainda mais a tesão do magrão, que deu umas enfiadas tremendas até explodir o pau. Minha esposa, toda espalhada na cama, tinha os braços abertos e agarrava as lençóis com força. O magrão tirou o pau ainda bem duro, e vi que a camisinha estava cheia de porra. Os dois estavam ofegantíssimos, banhados em suor. E a cara de alegria da minha esposa eu nunca vou conseguir esquecer na minha vida.
Foi assim a primeira foda de corno com minha parceira. Essa foi a primeira pica que fez minha gordinha gozar desde que começamos com isso.
Pra finalizar, deixo os peitos da minha esposa


8 comentários - Primeira Experiência Corno