O Dom Andrés é nosso entregador de água há um bom tempo, e sempre se insinuava pra mim, de um jeito respeitoso e sem ser grosso, mas naquele dia ele deu sorte de me pegar muito quente.. Bom dia, como vocês já sabem, meu nome é Mariana. Depois da minha primeira vez com o Carlos, a gente continuou se vendo, transávamos ou só nos apalpávamos, mas o problema é que o Carlos não conseguia me dar mais! Sempre gozava antes do tempo e no final eu tinha que me tocar sozinha pra aliviar aquela sensação estranha que ficava. Um dia, eu estava me masturbando na frente do espelho, sentada numa cadeira, minha buceta com pouquíssimo pelo, bem curtinho, muito bonitinha, uns peitos muito lindos, dava pra ver meu cuzinho porque eu tava com os pés pra cima, eu amava meu corpo, às vezes me achava gorda, mas a verdade é que os elogios que eu recebia dos homens tiraram essa neura. Eu tinha uma pinta do lado do meu mamilo que eu gostava muito, sei lá por quê. Tava enfiando os dedos enquanto com a outra mão tocava meus peitos, tava muito molhada e a verdade é que eu adorava me ver no espelho enquanto me masturbava. Nisso, ouvi alguém cumprimentar e levei um susto, haha. Coloquei meu roupão e espiei pela janela, era o senhor da água. Onde eu moro, entregam água em galão em domicílio, nosso fornecedor é o senhor «Andrés», um cara moreno, uns 42 anos, bem atrevido. Ele é nosso fornecedor de água há vários anos, mas começou a ser mais ousado faz uns anos, sempre fazia insinuações pra mim, ou me dizia coisas tipo que eu tava muito gostosa, que ele sempre quis uma namorada bonita como eu e essas coisas. O Dom Andrés media uns 1,78, moreno, quase negro, não era gordo mas também não era magro, sempre me falava que eu tava muito gostosa, mas eu sempre dava um jeito de fugir. Ele é de uma cidade diferente da minha, e essa é a rota dele. Abri a porta e mandei ele entrar. Ele me cumprimentou como sempre: «Oi, gostosa! Como cê tá?» «Tô bem, obrigada.» «Tá muito calor ou cê tava fazendo exercício?» Aí eu percebi que Tava meio suada por causa da atividade que o seu André tinha interrompido. Só ri e falei que a gente queria dois galões de água. Ele foi na cozinha, pegou os dois galões vazios que a gente tinha e foi na caminhonete dele buscar uns cheios. Eu tava muito excitada, ainda não tinha conseguido acalmar a vontade porque o seu André me interrompeu. Passei a mão por baixo do meu roupão, toquei no meu clitóris e enfiei um dedo enquanto olhava pela janela ele descendo os galões cheios da caminhonete. Pra idade dele, até que não era ruim. Tinha uma barriga de cerveja, uma barba bem cuidada, mas tinha alguma coisa que o tornava atraente. A verdade é que eu já tava muito no fogo e só queria sexo. Não me importei, abri um pouco o roupão na parte de cima, sentei no sofá e mostrei um pouco da perna. Quando ele entrou, colocou os galões na cozinha e eu já tava esperando pra pagar. Fiquei um pouco brincalhona. No meio da conversa, ele disse que eu tava muito gostosa, sem parar de me olhar de cima a baixo. Eu curtia muito quando me olhavam, não sei por que comecei a gostar disso. Respondi: "Não fala essas coisas que eu vou acabar acreditando, seu André." "Pode acreditar, linda, você é muito gostosa mesmo." "Para com isso, que sua mulher vai te dar uma bronca." "Ela não tá aqui e também não precisa saber do que a gente conversa... ou faz." "Que coisa que a gente faz?" "O que você me deixar fazer, linda." Fiquei muito nervosa e, sinceramente, já não sabia mais o que fazer. Paguei ele e ele disse que ia buscar o troco na caminhonete. Não me ocorreu nada além de fingir que o roupão abriu na frente dele. Então desamarrei ele. Quando ele voltou pra me dar o troco, estendi a mão e a outra coloquei pra trás, e o roupão abriu. Seu André me olhou e arregalou os olhos. Eu fingi estar envergonhada, e ele disse que era a coisa mais linda que já tinha visto. Continuei flertando e fingi estar sem graça, me virei. Ele segurou meu ombro e se aproximou um pouco, disse pra eu não me preocupar, que ninguém saberia desse "incidente". Eu me afastei um pouco pra trás e me encostei nele, e falei: que minha mãe me daria uma bronca se soubesse. Ele disse que nunca contaria nada e me abraçou pela cintura. Eu me encostei mais nele e continuei fazendo a envergonhada. Ele me abraçava e, aos poucos, foi passando a mão, enquanto me dizia como eu era gostosa e que não me preocupasse. Chegou nos meus peitos e apertou os dois com as mãos. Eu me afastei e falei que aquilo não era certo, que ele era mais velho e que eu o respeitava, me fazendo de envergonhada, kkkkk. Ele me abraçou e disse que eu gostava muito dele e que ninguém nunca saberia de nada. Me beijou e eu correspondi. Fomos pro meu quarto, ele tirou meu roupão e fiquei completamente pelada. Ele beijava meus peitos e meu pescoço, era uma delícia, a primeira vez que sentia algo assim. Ele levantou minhas pernas e foi descendo, me dando beijos. Quando chegou no meu umbigo, tentei impedir, porque não queria que ele fizesse aquilo, mas ele disse pra eu ficar tranquila, que se eu não gostasse, ele parava. Abri as pernas e ele começou a beijar meu clitóris. Lembro perfeitamente que eu me contorcia, era uma sensação incrível. Ele enfiava a língua e passava por toda a minha bucetinha, chupava meu clitóris e eu, sinceramente, estava escorrendo de tão molhada. Ele se levantou e quando vi, já não tinha calça nem cueca. Pude ver aquele pênis lindo, uns 16 cm, bem escuro, com o pelo curto e a cabeça bem grande. Ele colocou na minha entrada, mas eu tirei e falei que se não tivesse camisinha, melhor não. Ele tentou me convencer, dizendo que ia meter assim e depois colocava, mas eu não aceitei. Ele tirou uma camisinha da carteira e colocou. Me lambeu de novo e depois se posicionou. Sinceramente, eu estava bem molhada, porque tava muito excitada. Ele colocou o pênis na minha entrada e começou a meter. Não teve muito trabalho, porque eu estava muito molhada. Levantei a camiseta dele e tirei enquanto ele me bombava. Me excitava muito sentir a pele dele roçando na minha. Os pelinhos da barriga e do peito dele eram lindos. Sentia a cabeçona dele me abrindo, dava pra ouvir entrando e saindo, e as batidas das bolas dele na minha bunda pequena. Ela tava bem molhada. Me beijava o pescoço, a boca, chupava meus peitos sem parar de me foder, eu me sentia no céu, verdade, foi uma das melhores fodas que já tive. Ela colocou as mãos debaixo das minhas pernas e, sem tirar o pau de dentro, me carregou. Mesmo eu sendo meio cheinha, sou bem baixinha, e pra quem carrega botijão de água, eu não pesava nada. Me encostou na parede e, sem me abaixar, metia e tirava o pau. Num momento, me abaixou e mandou eu deitar de novo. Eu obedeci, deitei e levantei os joelhos. Ela se posicionou de novo e meteu de uma vez. Senti uma sensação deliciosa de pele com pele que me fez sentir maravilha. Aí caí na real e percebi que ela tinha tirado a camisinha. Falei pra colocar de novo, mas ela disse que não dava nada, que sabia a hora de tirar. Eu, verdade, tava gostando tanto que relaxei. Minha cama tava encharcada, e cada vez que ela metia, sentia ela tirando meus sucos com o pau. Me bombou por uns 15 minutos a mais e, de repente, acelerou os movimentos e começou a se contorcer. Tirou o pau de uma vez. Eu me abaixei pra ver e uma gota de porra dela pulou na minha cara. Gozou na minha barriga toda, nos meus peitos, na minha cara e na minha pélvis. O pau dela gozando era uma coisa linda. Me limpei com minha toalha e ela se vestiu. Já na sala, a gente conversou. Ela falou pra eu não contar nada e que ela também não ia contar, porque senão ia se foder. E sim, um coroa de 42 anos comendo uma novinha de 15 teria sido um problemão pra ela. Mas verdade, eu tinha curtido pra caralho e nunca falei nada. Ela se despediu com um beijo e disse que esperava que a gente continuasse se vendo. Eu, verdade, fiquei satisfeita, mas com vontade de mais. A gente continua se vendo até hoje. Ela me compra um monte de coisas e me dá dinheiro, mas não nos vemos tanto porque ela quase não sai mais pra entregar água. Espero que tenham gostado.
2 comentários - Com o gostoso do entregador de água