Mamãe Violada na Estrada Esquecida - Parte 2

Mamãe Violada na Estrada Esquecida - Parte 2Me chamo Maria, e desde aquele dia nunca mais fui a mesma. Já faz quase três meses. Meus filhos ainda não suspeitam de nada, minha rotina na cidadezinha é a mesma de sempre: mercado, igreja aos domingos, café com as vizinhas. Mas dentro de mim arde um segredo que me queima toda noite. Toda vez que passo por aquela estrada esquecida, minha buceta se contrai sozinha, fica molhada lembrando como aquele desconhecido me pegou, como me encheu, como me deixou destruída e ao mesmo tempo tão viva.

Não deu mais pra aguentar. Hoje fiz de propósito.

Saí cedo, com a desculpa de ir à cidade vizinha comprar tecidos. Escolhi uma roupa ainda mais provocante que da primeira vez: um vestido de verão curto, com alças finas, decotado, sem sutiã. Por baixo, só uma calcinha fio-dental minúscula que mal cobria minha buceta depilada. Pintei os lábios de vermelho, soltei o cabelo. Queria me sentir uma puta. Queria que me vissem como uma.

Estacionei o carro no mesmo acostamento, no mesmo trecho solitário entre as colinas. Desliguei o motor, abri o capô como se estivesse com defeito e fiquei lá esperando, inclinada, com a bunda mal coberta pelo tecido leve do vestido. O sol batia forte, o suor escorria entre meus peitos. Os minutos passaram. Nada.

Comecei a ficar desesperada. E se nunca mais acontecesse? E se aquele caminhoneiro tivesse sido o único?

Então ouvi: um ronco mais grave, mais potente que o de antes. Não era um caminhão normal. Era um muito maior, daqueles que transportam carga pesada. Parou com um rangido de freios bem atrás de mim.

Ele desceu.

Não era o mesmo. Esse era maior, mais bruto. Devia ter uns 40 anos, pele curtida pelo sol, braços tatuados, grossos como troncos, barriga dura de cerveja e trabalho pesado. Usava uma regata que deixava ver os pelos negros no peito, e uma calça jeans rasgada. O olhar dele não era só de desejo: era predador. Me olhou como se já tivesse me fodido mil vezes na cabeça dele.

— Problemas, gostosa? — disse com voz rouca, mastigando algo, se aproximando sem pedir licença. Engoli seco. O medo era real. dessa vez, mais forte que a excitação. Tentei sorrir. —Sim… não pega. Você entende de mecânica?

Ele riu, uma risada baixa e suja. —Eu entendo de muitas coisas, principalmente de putas milf que fingem ser inocentes no meio do nada.

Não tive tempo de reagir. Ele me agarrou pelo cabelo com uma mão enorme e me empurrou contra o capô do carro, com tanta força que o metal quente queimou meus peitos através do vestido. Gritei, mas a outra mão dele já tapava minha boca. —Nem um puto som, entendeu? —sussurrou no meu ouvido, seu hálito de cigarro e álcool—. Você vai abrir as pernas como a gostosa que é e vai me deixar fazer o que eu quiser.

Forcejei, mas era inútil. Ele levantou meu vestido de uma vez, expondo minha bunda e o fio dental. Com um dedão, ele o afastou para o lado e enfiou dois dedos direto na minha buceta sem lubrificação. Doía, mas eu estava tão molhada de antecipação que eles entraram fácil. —Olha isso… já vem preparada, hein? Sabia que alguém ia te foder hoje.

Ele desceu meu fio dental até os joelhos e cuspiu no meu cu. Senti pânico de verdade. —Não, por favor, aí não… —supliquei quando ele soltou minha boca por um segundo.

—Cala a boca —rosnou, e me deu um tapa forte na bunda que me fez ver estrelas.

Ele desabotoou o cinto. Ouvi o zíper. Quando senti o pau dele contra mim, soube que era maior que o do anterior. Mais grosso, mais comprido, venoso e duro como ferro. Ele apoiou primeiro na minha buceta, esfregando, untando com meus fluidos, e depois, sem aviso, enfiou direto no meu cu.

Gritei com todas as minhas forças. A dor foi cegante, como se eu estivesse sendo partida ao meio. Ele não esperou: começou a meter com violência, me agarrando pelos quadris, me esmagando contra o capô. Cada enfiada era um castigo. —É isso que mães como você querem… que arrebentem bem o cu delas no meio da estrada.

Eu chorava, doía tanto que via tudo escuro, mas ao mesmo tempo minha buceta escorria, me traindo de novo. Ele percebeu. Meteu uma mão por baixo e começou a me masturbar com dedos ásperos, beliscando meu Clitóris inchado. —Goza, puta. Goza enquanto eu te arrebento o cu.
Não pude evitar. O orgasmo chegou como uma explosão, mais forte que o primeiro, minhas pernas tremeram, gritei seu nome sem saber. Ele riu e acelerou, me comendo como se quisesse me destruir. —Agora eu te encho, gostosa.
Ele gozou com um rugido animal, jatos quentes e abundantes dentro do meu cu. Tanto que, quando ele tirou o pau, a porra começou a escorrer pelas minhas coxas junto com um fio de sangue.
Me deixou ali, jogada sobre o capô, o vestido amarrado na cintura, o cu ardendo, o corpo tremendo. Subiu na sua caminhonete sem dizer mais uma palavra e foi embora, deixando uma nuvem de poeira.
Eu demorei minutos para conseguir me mexer. Subi o vestido como pude, me limpei com um lenço as lágrimas e a porra. Ao sentar no banco do carro, senti como tudo pulsava. Ligou na primeira, claro.
Agora, enquanto dirijo de volta para a cidade, com o cu dolorido e cheio dele, sei que voltarei outra vez. Porque já não sou Maria, a mãe respeitável. Sou a puta da estrada esquecida. E eu adoro ser. Espero que gostem, me avisem se quiserem mais.

3 comentários - Mamãe Violada na Estrada Esquecida - Parte 2

Estupendo, si hay uno próximo q sea con 2 a la vez🥵
Ema343 +1
Gracias también pensé en eso pero me imaginaba 4 a la vez 🤣
Muy buena segunda parte, igual de cachonda que la anterior, imaginar a tu madre en una orgía con 4 a la vez es muy caliente, en especial si alguno de ellos (o los 4 para mas morbo) la conoce y sabe algunas cosas de su vida (puede ser un esposo o hijo de alguna amiga, un compañero o excompañero de trabajo o de la escuela de alguién de su familia, un vecino de su casa o de la iglesia, un amigo o novio de una hija, de una hermana o de una sobrina) y tiene que obedecer sus ordenes para que nadie conozca su secreto y tengan más encuentros cachondos en esa carretera solitatria.
Ema343
Gracias por las ideas