Este é o capítulo 5 dessa história. Continuo agradecendo pelos pontos, comentários e mensagens no privado que vocês me mandam. Passou mais de um mês desde aquela última manhã em que ele me tocou. Eu continuava na mesma: trabalhava, ia na casa da minha mãe, batia papo, saía com as amigas e voltava pra casa, cozinhava pro Luqui e via TV. Não mudei minha vida, até aceitei um encontro com um cara mais velho, de 45... Não deu certo, nem nos beijamos. Os dias passavam e não tinha nada, nem notícia, nem mensagem, nada. Tava chegando a época das provas do Luqui, então ele passava o tempo todo estudando. Precisava ficar muito concentrado, por isso eu não pedia nada nem incomodava ele. Tinha dias que ele saía cedo e voltava tarde, quase não conversávamos. Os fins de semana eram bem rotineiros. Eu arrumava minha casa, cozinhava e via TV, nada fora do comum. Às vezes tinha aniversário de alguma amiga, mas só. Era sexta, último dia da semana. Saí do trabalho, normal, sem sustos no serviço, e quando saio vejo o Marcos no carro dele. Ele tava na frente do meu trabalho. Um fogo percorre meu corpo, da cabeça aos pés. Ele não fala nada, só me olha de longe e vai embora. Sentei no carro, me acalmei e fui pra casa. Fiz o trajeto inteiro pensando nele, na presença dele, em como isso ia continuar. Quando chego na porta de casa, desço e ele chega atrás de mim, mas dessa vez não sai do carro, só me olha do banco. Entro em casa olhando pra ele. A mensagem foi curta, mas clara... — Pega 5 calcinhas e sai agora, sobe no meu carro, vamos embora. Hoje você não dorme aqui... Fiquei paralisada olhando o celular. Só respondi: — Sim, papai... Peguei 5 calcinhas novas que tinha, e uma sexta, a que ele tinha me dado naquele dia, a que dizia "do Marcos"... Saí correndo, com a roupa do trabalho, deixei minhas coisas em casa e fui. Só peguei o que ele pediu. Entro no carro e ele arranca sem dizer nada. Depois de alguns minutos, ele fala: — Sentiu minha falta? — Sim, papai, meu corpo inteiro sentiu. Estranha, fico pensando em você o tempo todo... - foi minha resposta. - Gosto quando você se veste assim... office lady. - Respondo - É assim que vou pro trabalho... - Você avisou meu amigo sobre hoje? - Ela pergunta - Ainda não. Chegamos na casa dele, descemos e não tinha ninguém. Subimos pro quarto dos pais dele. Ele senta na cama e abre as pernas, me faz sinal pra sentar naquele pedaço da cama entre as pernas dele. Começa a apalpar meus peitos e desabotoa minha calça, enfiando a mão na calcinha fio dental. - Manda mensagem pra ele agora. Comecei a me molhar na hora, não conseguia me concentrar... Só consegui escrever "Oi meu amor, não vou estar pra almoçar, volto tarde, tarde." "Oi mãe, então, vou estudar até mais tarde, não sei que horas volto pra casa." Ele continuou me tocando até eu ficar toda molhada. Saio das mãos dele e me levanto, a calcinha fio dental tava molhada e a calça também, quando vou tirar a calça ele me segura e fala - Nem pense nisso. - Eu paro e me aproximo dele. Ele me dá um dos dedos molhados, eu chupo, depois o outro, chupo de novo. Ele me vira e abaixa minha calça, deixando minha bunda de fora. Eu tava com uma calcinha fio dental vinho, ele abaixa também e empurra minhas costas pra eu me curvar com as pernas esticadas pra ele poder ver. Lá estava o plug na bunda, eu tinha usado o tempo todo desde a última vez que ele foi na minha casa. Ele tira devagar, sem pressa... tem um close de como minha bunda estica quando passa pela parte mais grossa. Ele me solta e eu termino de tirar toda a roupa, ele faz o mesmo e me manda ficar de quatro. - Hoje você vai ser minha completamente, sua putinha. Como se fala? - Ele diz - Sim, papai, por favor, arrebenta toda minha bunda, faz ela sua... - foi minha resposta. Ele abaixa bem minhas costas e sinto um frio percorrer entre as bandas da bunda, senti ele passando um gel lubrificante. Ele espalha com os dedos, até esfrega nos lábios da minha buceta, mas o objetivo da noite era outro e ele tinha deixado claro. Devagar, ele começa a enfiar o pau no meu cu. Uma mistura de prazer e... A dor tomou conta de todo o meu corpo, a única coisa que eu fazia era gemer. Ele pega minhas cadeiras e se firma para empurrar e enfiar tudo, mas não faz, no meio do caminho tira e enfia de novo. Esses movimentos eram bem lentos, diferente de como ele tratava minha buceta normalmente. -Você gosta, putinha??- foi a pergunta dele. Eu não conseguia responder de tanto prazer que sentia... Ele me dá um tapa e pergunta de novo. -Você gosta de como eu arrebento seu cuzinho, putinha?- -Siiiii, papaiiiii mmmmm.- respondi. -Como se diz? -Obrigada, papai, por arrebentar bem minha buceta, por me deixar ser sua putinha, por me treinar, obrigada por cuidar da mãe do seu amigo.- Foi o que eu respondi. Ele começou a acelerar o ritmo aos poucos, o pau dele penetrava toda a minha buceta, e levava a níveis novos. Era só prazer, não conseguia pensar em outra coisa naquele momento e ele aproveitava. Acelerou mais o ritmo e começou a me perfurar, até conseguir o que queria, minha buceta explodiu de excitação, meu primeiro orgasmo anal. -Muito bem, putinha!!! Vem. Ele senta na ponta da cama e eu montei, mas era só pra tirar uma foto minha no espelho. Ele se ajeita atrás, deita de barriga pra cima e me manda montar, devagar vou subindo e quando estou enfiando, ele fala -putinha, você errou o buraco, enfia no cuzinho... Eu saio e coloco onde ele manda e começo a montar. O prazer é difícil de explicar, sentir como ele me tratava e como arrebentava minha buceta à mercê dele, me deixava louca, ele enquanto me olhava fixo, pegava minhas nádegas com as mãos e apertava, separava pra que o pau dele entrasse bem. Ele controlava o ritmo e eu só curtia ser usada por ele, acompanhando meu movimento, ele subia a cadeira pra enterrar mais fundo, nada o fazia parar. Pra manter o domínio, ele me manda sair e chupar o pau dele, algo que eu desejava há meses. O gosto continuava delicioso, desejava muito aquele manjar na minha boca. Ele enterra o pau dele pra chegar no fundo da minha garganta, consegue me fazer engasgar e eu Lágrimas caem. A submissão que ele conseguia de mim não se comparava a nada, tudo parecia perfeitamente orquestrado pra eu só fazer o que ele mandava. A gente foi pro único buraco que não usei a tarde toda, ele se posiciona por cima de mim e começa a meter na minha buceta. Não precisou fazer muito esforço, eu já tava completamente excitada e em pouquíssimo tempo ele fez eu gozar. Consegui jorrar um esguicho enorme, a explosão que senti não se compara com nada, foi uma delícia. Ele pega meus tornozelos e leva pro lado da minha cabeça, começaram as marteladas na minha buceta, pouco podia fazer pra parar ele. Sendo honesta, pouco QUERIA fazer pra parar. Era muito excitante ver ele me penetrar com aquela agressividade. Perdi as contas, mas ele conseguiu me fazer gozar uma vez, aí se afasta e descansa... mas a única coisa que ele faz é respirar, senta no sofá e manda eu sentar por cima. Começou a comer minha buceta segurando minha bunda, ele controla o ritmo, ele controlava tudo. Chegou num ponto que ele gozou, encheu minha buceta de porra quente. Uma sensação gostosa, mas perigosa ao mesmo tempo. A gente parou e eu falei... — Você não tem medo de me engravidar? — Você vai fazer de tudo pra isso não acontecer, não te convém. Fui no banheiro me limpar, saí e voltei pra cama... — Coloca uma das calcinhas que você trouxe. — Sim, papai. Gostou dessa? Coloco uma tanga vermelha. — Olha pra mim. — E ele tira uma foto.
Até que ele se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos e isso me excitava pra caralho, me deixava com tesão. Quando termina, ele me faz voltar a chupar a rola dele, as bolas. Eu passava a língua por toda a rola, da base até a ponta, ficava ali, sugando só a cabeça e depois enfiava na minha boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta nele, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu tomei tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Tá cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque você molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... — Ele passa gel de novo em mim e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí. Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, coloquei uma das tangas que levei e vesti minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. Luqui não tinha me escrito, eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto, era 5h da manhã e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, coloca a tanga branca e o sutiã e relaxa, tô com uns amigos. Tô ouvindo uns barulhos, vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me convenci rápido, ia dar uma chance. Olho e tinha outra mensagem, do Luqui: -Mami, como cê tá? Continuo estudando na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só queria avisar. Ele tinha mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio-dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo -Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? -Sim, pai, tô recuperada. -Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a tanga pra eles. — Rapazes, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pra eles, meu amor, e se despede do teu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele me dá um tapa. Depois com o outro foi a mesma sequência: beijos mais longos e tapa mais forte. Eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos tava me esperando no sofá, eu me abaixei e fui de quatro até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da minha tanga e eu tava molhada, ele me dá os dedos pra chupar enquanto fala: — Que que houve? Ficou com tesão de beijar os caras, porque tá encharcada... — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me implorar pra parar hoje... não vai aguentar... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda, nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de foder, parecíamos animais... O sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas, ele já tinha enchido minha pussy de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca, sentou no sofá e me fez ajoelhar, eu não parei de chupar ele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava prestes a gozar, e toca meu telefone, ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar te ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feito uma puta. Atende com o pau na boca. Eu atendo: — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Cê tá bem?? Que que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, você tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... preciso ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia todo com você... - Desculpa, mãe, ouvi errado, valeu, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... tinha me preocupado - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que puta gostosa você é... e é toda minha... é o que mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Ele enche minha boca de porra e eu engulo... pego uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Troca de roupa, puta, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua buceta, era só pra ver o quanto você é submissa, você tá num nível 10 de submissa... as melhores... deixa ele lá Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a puta dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro sonhos. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns sonhos e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Brigada, bebê, estuda muito, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora tomando banho. Fui e me deitei, dormi na hora Até aqui o capítulo 5, vem mais beijos Flor
Até que ele se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos e isso me excitava pra caralho, me deixava com tesão. Quando termina, ele me faz voltar a chupar a rola dele, as bolas. Eu passava a língua por toda a rola, da base até a ponta, ficava ali, sugando só a cabeça e depois enfiava na minha boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta nele, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu tomei tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Tá cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque você molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... — Ele passa gel de novo em mim e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí. Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, coloquei uma das tangas que levei e vesti minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. Luqui não tinha me escrito, eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto, era 5h da manhã e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, coloca a tanga branca e o sutiã e relaxa, tô com uns amigos. Tô ouvindo uns barulhos, vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me convenci rápido, ia dar uma chance. Olho e tinha outra mensagem, do Luqui: -Mami, como cê tá? Continuo estudando na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só queria avisar. Ele tinha mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio-dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo -Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? -Sim, pai, tô recuperada. -Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a tanga pra eles. — Rapazes, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pra eles, meu amor, e se despede do teu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele me dá um tapa. Depois com o outro foi a mesma sequência: beijos mais longos e tapa mais forte. Eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos tava me esperando no sofá, eu me abaixei e fui de quatro até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da minha tanga e eu tava molhada, ele me dá os dedos pra chupar enquanto fala: — Que que houve? Ficou com tesão de beijar os caras, porque tá encharcada... — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me implorar pra parar hoje... não vai aguentar... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda, nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de foder, parecíamos animais... O sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas, ele já tinha enchido minha pussy de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca, sentou no sofá e me fez ajoelhar, eu não parei de chupar ele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava prestes a gozar, e toca meu telefone, ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar te ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feito uma puta. Atende com o pau na boca. Eu atendo: — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Cê tá bem?? Que que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, você tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... preciso ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia todo com você... - Desculpa, mãe, ouvi errado, valeu, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... tinha me preocupado - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que puta gostosa você é... e é toda minha... é o que mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Ele enche minha boca de porra e eu engulo... pego uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Troca de roupa, puta, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua buceta, era só pra ver o quanto você é submissa, você tá num nível 10 de submissa... as melhores... deixa ele lá Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a puta dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro sonhos. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns sonhos e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Brigada, bebê, estuda muito, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora tomando banho. Fui e me deitei, dormi na hora Até aqui o capítulo 5, vem mais beijos Flor
11 comentários - O "amigo" do meu filho parte 5