O último relato, onde conto o ciúme que minha mãe começava a sentir de mim, me fez lembrar que eu também comecei a ter ciúmes dela, e ainda mais por causa do nosso parentesco, já que os homens não tinham vergonha de se aproximar da minha mãe. Também porque, vale deixar claro, minha mãe, um ano depois de começarmos nosso relacionamento, passou a se arrumar mais (pra mim ela sempre foi gostosa), se vestia de forma sexy e começou a ir na academia. Isso fez com que muitos homens, quando saíamos, ficassem olhando pra ela.
Também aproveito pra esclarecer que, por causa do tempo que passou, tem coisas que eu só lembro vagamente. Em especial, esse relato são duas situações que rolaram em ocasiões diferentes, mas que eu gostaria de juntar numa só. É tarefa de vocês, leitores, imaginar qual situação aconteceu em cada ocasião.
Minha irmã ainda morava com meu pai, mas como eu continuava estudando, meu pai ainda tinha obrigações financeiras com a gente, embora minha mãe também tivesse a renda dela. Aconteceu que, certa vez, tivemos que ir no escritório onde meu pai trabalhava buscar um cheque. Minha mãe, ao saber que uma das recepcionistas tinha um caso com meu pai, decidiu se arrumar o máximo possível. Ela vestiu um vestido justo, decotado, salto alto e foi bem maquiada. Pra falar a verdade, ela tava uma delícia. Fomos no nosso carro, mas quando chegamos, meu pai pediu o carro com urgência. Não deu nem tempo de discutir com ele. Ele disse que o cheque estava na mesa dele, então minha mãe e eu entramos no lugar. A recepcionista nos atendeu e, ao saber quem éramos, não hesitou em olhar minha mãe dos pés à cabeça. Minha mãe entrou com toda confiança, se apresentou como a ex-esposa e explicou o motivo da visita. A recepcionista fingiu que não sabia de nada, disse que ia procurar no escritório e mandou a gente esperar. Enquanto estávamos lá, um homem se aproximou, se apresentou como amigo do meu pai. Depois percebi que o cara não tirava os olhos da minha mãe, o que me deixou... Me irritou um pouco, mas o que me deixou mais puto foi que ele quis me tratar como um moleque, sendo que eu já não era mais, já tava na faculdade, mas enfim. Quando a recepcionista (namorada do meu pai) resolveu nos dar o cheque, como não tínhamos carro, minha mãe falou que a gente ia ter que ir de ônibus. Aí o velho, ouvindo isso, se ofereceu pra nos levar. Minha mãe recusou de primeira, mas ele insistiu e avisou que o banco ia fechar, o que a gente nem tinha percebido, então ela aceitou.
Já dentro do carro desse velho, ele não disfarçou nada com a minha mãe, começou a perguntar como ela tava lidando com o divórcio. Minha mãe respondeu que aquilo já tinha ficado pra trás e que agora o mais importante era eu, virando pra me olhar. Quando chegamos no banco, o velho falou pra eu correr porque ia fechar e que só quem tivesse lá dentro seria atendido. Minha mãe mandou eu fazer isso, então corri pro banco. Lá de dentro, eu via o velho continuando a conversar com ela. Depois de um tempo, precisei da assinatura dela, então tive que ir até a porta do banco. O segurança me fez o favor de chamar minha mãe, então fui buscá-la e ela entrou no banco. O segurança saiu pra falar com o amigo do meu pai (parece que se conheciam) e, sem cerimônia, disse que minha mãe era muito gostosa. O velho sorriu, dando a entender pro segurança que eu tava ali. A coisa seguiu, conseguimos sacar o cheque, e o amigo nos levou de volta pro escritório do meu pai, porque a gente tinha que pegar o carro da minha mãe. O caminho inteiro de volta foi a mesma merda: o babaca tentando pegar minha mãe, até que ela disse "obrigada, mas já tô num relacionamento". O velho não calava a boca, e minha mãe também não fez mais nada pra rejeitá-lo, parecia que era pra me deixar com ciúmes.
Quando meu pai devolveu o carro e a gente já tava voltando pra casa, foi que minha mãe começou a falar comigo.
M: Tô vendo que você vem puto.
V: Pois é, você viu que te estão faltando com respeito e você não fez nada pra mandar aquele babado pra longe.
m: hahaha, tá com ciúme daquele velho? não tem motivo, mas beleza, se quer continuar puto, continua.
A gente não falou mais sobre isso, fui direto pro meu quarto, e minha mãe ficou na cozinha. Depois de um tempo, ela me chamou pra comer, tinha feito minha comida favorita.
m: vem filho, vamos comer. Fiz milanesa com batata.
y: já vou, mãe.
m: depois da comida vou sair. Então você tem a tarde toda pra continuar de mal. Ela disse, passando a mão no meu rosto, eu só sorri pra ela.
Não perguntei pra minha mãe pra onde ia, fiquei em casa fazendo dever da escola e vendo uns vídeos XXX. Pensando que, talvez, uma hora ou outra, ia rolar algo entre eu e minha mãe, por algum motivo. Já tinha escurecido, eu tava na sala vendo TV quando minha mãe entrou, cheia de sacolas de roupa. Me cumprimentou, eu já mais calmo.
m: e aí, ainda tá puto por causa daquele velho?
y: bom, não tanto. Acho que tenho que me acostumar, porque ir pra academia e do jeito que você tá se vestindo, vários caras vão olhar pra você. Só preciso me acostumar com isso.
m: mas, você sabe que tudo isso, a academia, a roupa, a maquiagem e tudo mais, é pra você? Você me mudou muito, filho, me devolveu a confiança e, de verdade, não quero que pense que vou te largar por qualquer idiota. Nisso, a gente começou a se beijar.
y: te amo, mãe.
m: eu também. Filho, vou tomar banho e me arrumar pra você, e quero que espere meia hora e suba pro meu quarto.
y: ok, mãe. Minha mãe me deu um beijinho, passou a mão na minha virilha e piscou o olho.
Eu ainda tava na sala quando minha mãe gritou pra eu ir. Entrei no quarto dela, ela ainda não tinha saído do banho. Quando saiu, não podia acreditar. Minha mãe tava usando um baby doll azul turquesa, tava uma delícia, realmente maravilhosa, fiquei pasmo, até comecei a tremer como se fosse a nossa primeira vez.
m: gostou, filho?
y: amei, mãe. Nos fundimos num beijo, e eu não parava de tremer, minha mãe percebeu isso, pegou minha mão e passava pelo corpo dela, o corpo lindo dela.
M: vem filho, me toca.
Ela continuava me beijando.
M: vem, deita, vou modelar esse vestidinho que comprei pensando em você. Gosta de como eu tô? Gosta de como a mamãe tá?
Ela falava isso enquanto girava, se tocava nos peitos, se virou e me mostrou a bunda perfeita dela, começou a se bater na bunda, abria as pernas e me mostrava a buceta peluda dela. Eu já tava com um puta tesão, mas ainda não queria pegar ela, queria ver mais da minha mãe.
M: o que você quer fazer com a mamãe? hoje vou deixar você fazer TUDO que quiser, meu amor.
Eu: vem mãe, quero te beijar.
A gente continuava se beijando, eu tinha colocado um travesseiro na cabeceira da cama, minha mãe continuava me beijando, pegava minhas mãos e me fazia tocar ela. Quero chupar seus peitos. Claro que sim filho, são todos seus, pega bebê, chupa eles como quando você era bebê, meu bebê. Ela tirou um primeiro e colocou na minha boca, minha mãe adorava como eu chupava o peito dela, começou a gemer, a respiração acelerou, isso meu amor, me chupa, sim, sim assim meu bebê. Eu acariciava os quadris dela, enquanto minha mãe tirava o segundo peito pra colocar na minha boca também. Minha mãe adorava me ver chupando os peitos dela, mas me tirou pra colocar os lábios dela na minha boca. Eu já tava com o pau bem duro, então pedi pra minha mãe fazer um boquete em mim, ela desceu, tirou meu pau da calça e começou a passar a língua em volta da cabeça, enquanto com uma mão me masturbava e dava pequenas lambidas. Até que minha mãe finalmente enfiou meu pau inteiro na boca dela, sentir os lábios dela no meu pau é uma sensação incrível. De vez em quando ela tirava meu pau pra bater na língua dela, tudo isso fazia me olhando nos olhos, eu às vezes não acredito como cheguei a ter incesto com minha mãe e mais, como minha mãe podia me dar tanto prazer. Quando já Eu já tava quase gozando, pedi pra minha mãe me montar. Se tem uma coisa que ela adora é me cavalgar de costas. No começo da nossa relação, era porque ela não conseguia me olhar nos olhos, mas isso já tinha mudado. Se ela fazia assim agora, era porque sabia o quanto eu adoro ver a raba enorme que ela tem. Então, ela começou a me montar, nossos gemidos ficavam cada vez mais altos. Minha mãe não se segurou mais, começou a gritar como adorava montar no pau do filho dela.
Eu: cê gosta, mãe?
Ela: sim, filho, adoro te montar. Adoro sentir você dentro de mim.
Minha mãe começou a se contorcer, dava pra ver que ela tava gozando. Eu também não aguentei mais e gozei dentro dela. Minha mãe tá cada vez mais safada comigo, e sabe como eu curto ver ela fazer umas putarias. Uma delas é brincar com meu gozo. Sabendo disso, ela pegou um pouco do meu leite que escorria da buceta dela e levou à boca.
Eu: ai, mãe, que safada e puta você é, come o leite do seu filhinho.
Ela: adoro seu gosto, bebê.
Foi a primeira vez que minha mãe provou um pouco do meu gozo. Era algo que eu já tinha sugerido, mas só rolou nessa ocasião, por causa da raiva que ela me fez passar à tarde. Acho que foi o jeito dela de pedir desculpas. Daí em diante, minha mãe passou a fazer isso direto, até de manhã antes de eu ir pra faculdade, ela me "ordenhava".
Mas não parou por aí. A gente continuou, e dessa vez foi minha vez de fazer oral nela. Quando eu penetrei ela pela segunda vez naquele dia, gozei de novo na boca dela, e ela saboreou e engoliu tudo. Também vale dizer que o baby doll que ela comprou pra ocasião acabou no chão, porque num surto que ela teve enquanto me montava, ela mesma arrancou.
Por último, adoro ter minha mãe em qualquer cômodo da casa, mas ter ela no meu quarto me dá um tesão do caralho, porque foi lá que passei horas fantasiando com ela. E agora, tê-la de verdade e fazer tudo que sempre quis é foda demais. aconteça comigo e ela, por ser extremamente submisso comigo, é uma das coisas que mais me excita.
Também aproveito pra esclarecer que, por causa do tempo que passou, tem coisas que eu só lembro vagamente. Em especial, esse relato são duas situações que rolaram em ocasiões diferentes, mas que eu gostaria de juntar numa só. É tarefa de vocês, leitores, imaginar qual situação aconteceu em cada ocasião.
Minha irmã ainda morava com meu pai, mas como eu continuava estudando, meu pai ainda tinha obrigações financeiras com a gente, embora minha mãe também tivesse a renda dela. Aconteceu que, certa vez, tivemos que ir no escritório onde meu pai trabalhava buscar um cheque. Minha mãe, ao saber que uma das recepcionistas tinha um caso com meu pai, decidiu se arrumar o máximo possível. Ela vestiu um vestido justo, decotado, salto alto e foi bem maquiada. Pra falar a verdade, ela tava uma delícia. Fomos no nosso carro, mas quando chegamos, meu pai pediu o carro com urgência. Não deu nem tempo de discutir com ele. Ele disse que o cheque estava na mesa dele, então minha mãe e eu entramos no lugar. A recepcionista nos atendeu e, ao saber quem éramos, não hesitou em olhar minha mãe dos pés à cabeça. Minha mãe entrou com toda confiança, se apresentou como a ex-esposa e explicou o motivo da visita. A recepcionista fingiu que não sabia de nada, disse que ia procurar no escritório e mandou a gente esperar. Enquanto estávamos lá, um homem se aproximou, se apresentou como amigo do meu pai. Depois percebi que o cara não tirava os olhos da minha mãe, o que me deixou... Me irritou um pouco, mas o que me deixou mais puto foi que ele quis me tratar como um moleque, sendo que eu já não era mais, já tava na faculdade, mas enfim. Quando a recepcionista (namorada do meu pai) resolveu nos dar o cheque, como não tínhamos carro, minha mãe falou que a gente ia ter que ir de ônibus. Aí o velho, ouvindo isso, se ofereceu pra nos levar. Minha mãe recusou de primeira, mas ele insistiu e avisou que o banco ia fechar, o que a gente nem tinha percebido, então ela aceitou.
Já dentro do carro desse velho, ele não disfarçou nada com a minha mãe, começou a perguntar como ela tava lidando com o divórcio. Minha mãe respondeu que aquilo já tinha ficado pra trás e que agora o mais importante era eu, virando pra me olhar. Quando chegamos no banco, o velho falou pra eu correr porque ia fechar e que só quem tivesse lá dentro seria atendido. Minha mãe mandou eu fazer isso, então corri pro banco. Lá de dentro, eu via o velho continuando a conversar com ela. Depois de um tempo, precisei da assinatura dela, então tive que ir até a porta do banco. O segurança me fez o favor de chamar minha mãe, então fui buscá-la e ela entrou no banco. O segurança saiu pra falar com o amigo do meu pai (parece que se conheciam) e, sem cerimônia, disse que minha mãe era muito gostosa. O velho sorriu, dando a entender pro segurança que eu tava ali. A coisa seguiu, conseguimos sacar o cheque, e o amigo nos levou de volta pro escritório do meu pai, porque a gente tinha que pegar o carro da minha mãe. O caminho inteiro de volta foi a mesma merda: o babaca tentando pegar minha mãe, até que ela disse "obrigada, mas já tô num relacionamento". O velho não calava a boca, e minha mãe também não fez mais nada pra rejeitá-lo, parecia que era pra me deixar com ciúmes.
Quando meu pai devolveu o carro e a gente já tava voltando pra casa, foi que minha mãe começou a falar comigo.
M: Tô vendo que você vem puto.
V: Pois é, você viu que te estão faltando com respeito e você não fez nada pra mandar aquele babado pra longe.
m: hahaha, tá com ciúme daquele velho? não tem motivo, mas beleza, se quer continuar puto, continua.
A gente não falou mais sobre isso, fui direto pro meu quarto, e minha mãe ficou na cozinha. Depois de um tempo, ela me chamou pra comer, tinha feito minha comida favorita.
m: vem filho, vamos comer. Fiz milanesa com batata.
y: já vou, mãe.
m: depois da comida vou sair. Então você tem a tarde toda pra continuar de mal. Ela disse, passando a mão no meu rosto, eu só sorri pra ela.
Não perguntei pra minha mãe pra onde ia, fiquei em casa fazendo dever da escola e vendo uns vídeos XXX. Pensando que, talvez, uma hora ou outra, ia rolar algo entre eu e minha mãe, por algum motivo. Já tinha escurecido, eu tava na sala vendo TV quando minha mãe entrou, cheia de sacolas de roupa. Me cumprimentou, eu já mais calmo.
m: e aí, ainda tá puto por causa daquele velho?
y: bom, não tanto. Acho que tenho que me acostumar, porque ir pra academia e do jeito que você tá se vestindo, vários caras vão olhar pra você. Só preciso me acostumar com isso.
m: mas, você sabe que tudo isso, a academia, a roupa, a maquiagem e tudo mais, é pra você? Você me mudou muito, filho, me devolveu a confiança e, de verdade, não quero que pense que vou te largar por qualquer idiota. Nisso, a gente começou a se beijar.
y: te amo, mãe.
m: eu também. Filho, vou tomar banho e me arrumar pra você, e quero que espere meia hora e suba pro meu quarto.
y: ok, mãe. Minha mãe me deu um beijinho, passou a mão na minha virilha e piscou o olho.
Eu ainda tava na sala quando minha mãe gritou pra eu ir. Entrei no quarto dela, ela ainda não tinha saído do banho. Quando saiu, não podia acreditar. Minha mãe tava usando um baby doll azul turquesa, tava uma delícia, realmente maravilhosa, fiquei pasmo, até comecei a tremer como se fosse a nossa primeira vez.
m: gostou, filho?
y: amei, mãe. Nos fundimos num beijo, e eu não parava de tremer, minha mãe percebeu isso, pegou minha mão e passava pelo corpo dela, o corpo lindo dela.
M: vem filho, me toca.
Ela continuava me beijando.
M: vem, deita, vou modelar esse vestidinho que comprei pensando em você. Gosta de como eu tô? Gosta de como a mamãe tá?
Ela falava isso enquanto girava, se tocava nos peitos, se virou e me mostrou a bunda perfeita dela, começou a se bater na bunda, abria as pernas e me mostrava a buceta peluda dela. Eu já tava com um puta tesão, mas ainda não queria pegar ela, queria ver mais da minha mãe.
M: o que você quer fazer com a mamãe? hoje vou deixar você fazer TUDO que quiser, meu amor.
Eu: vem mãe, quero te beijar.
A gente continuava se beijando, eu tinha colocado um travesseiro na cabeceira da cama, minha mãe continuava me beijando, pegava minhas mãos e me fazia tocar ela. Quero chupar seus peitos. Claro que sim filho, são todos seus, pega bebê, chupa eles como quando você era bebê, meu bebê. Ela tirou um primeiro e colocou na minha boca, minha mãe adorava como eu chupava o peito dela, começou a gemer, a respiração acelerou, isso meu amor, me chupa, sim, sim assim meu bebê. Eu acariciava os quadris dela, enquanto minha mãe tirava o segundo peito pra colocar na minha boca também. Minha mãe adorava me ver chupando os peitos dela, mas me tirou pra colocar os lábios dela na minha boca. Eu já tava com o pau bem duro, então pedi pra minha mãe fazer um boquete em mim, ela desceu, tirou meu pau da calça e começou a passar a língua em volta da cabeça, enquanto com uma mão me masturbava e dava pequenas lambidas. Até que minha mãe finalmente enfiou meu pau inteiro na boca dela, sentir os lábios dela no meu pau é uma sensação incrível. De vez em quando ela tirava meu pau pra bater na língua dela, tudo isso fazia me olhando nos olhos, eu às vezes não acredito como cheguei a ter incesto com minha mãe e mais, como minha mãe podia me dar tanto prazer. Quando já Eu já tava quase gozando, pedi pra minha mãe me montar. Se tem uma coisa que ela adora é me cavalgar de costas. No começo da nossa relação, era porque ela não conseguia me olhar nos olhos, mas isso já tinha mudado. Se ela fazia assim agora, era porque sabia o quanto eu adoro ver a raba enorme que ela tem. Então, ela começou a me montar, nossos gemidos ficavam cada vez mais altos. Minha mãe não se segurou mais, começou a gritar como adorava montar no pau do filho dela.
Eu: cê gosta, mãe?
Ela: sim, filho, adoro te montar. Adoro sentir você dentro de mim.
Minha mãe começou a se contorcer, dava pra ver que ela tava gozando. Eu também não aguentei mais e gozei dentro dela. Minha mãe tá cada vez mais safada comigo, e sabe como eu curto ver ela fazer umas putarias. Uma delas é brincar com meu gozo. Sabendo disso, ela pegou um pouco do meu leite que escorria da buceta dela e levou à boca.
Eu: ai, mãe, que safada e puta você é, come o leite do seu filhinho.
Ela: adoro seu gosto, bebê.
Foi a primeira vez que minha mãe provou um pouco do meu gozo. Era algo que eu já tinha sugerido, mas só rolou nessa ocasião, por causa da raiva que ela me fez passar à tarde. Acho que foi o jeito dela de pedir desculpas. Daí em diante, minha mãe passou a fazer isso direto, até de manhã antes de eu ir pra faculdade, ela me "ordenhava".
Mas não parou por aí. A gente continuou, e dessa vez foi minha vez de fazer oral nela. Quando eu penetrei ela pela segunda vez naquele dia, gozei de novo na boca dela, e ela saboreou e engoliu tudo. Também vale dizer que o baby doll que ela comprou pra ocasião acabou no chão, porque num surto que ela teve enquanto me montava, ela mesma arrancou.
Por último, adoro ter minha mãe em qualquer cômodo da casa, mas ter ela no meu quarto me dá um tesão do caralho, porque foi lá que passei horas fantasiando com ela. E agora, tê-la de verdade e fazer tudo que sempre quis é foda demais. aconteça comigo e ela, por ser extremamente submisso comigo, é uma das coisas que mais me excita.
1 comentários - Meus Ciúmes