Em casa, Ana entrou no chuveiro. Eu fiquei no jardim fumando um cigarro, olhando as casas vizinhas com as luzes já apagadas. Não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido na piscina: meus dedos dentro dela, os gemidos abafados, o risco de Rafael ou Luis descerem a qualquer momento. Nunca Ana tinha sido tão ousada num lugar onde podiam nos pegar. E isso me deixou louco. Parecia que ela também curtia essa sensação de perigo, de saber que estava sendo observada. De repente, o celular dela vibrou na mesa do jardim. Olhei de canto: mensagem de Lucía. "Nossa, como tô com saudade de você. Esses dois do bar não param de dar em cima de mim. Hoje vai rolar algo com certeza kkkk" e aí parou. Não quis abrir pra Ana não ver que eu tinha visto. Fiquei na dúvida se fazia isso quando chegou outra: "E você? Não cansa da mesmice com o mesmo? 😏😏". Putz, que vaca a Lucía. Sempre foi assim, direta. Nunca gostei muito dela; parecia que incomodava ela o fato de Ana estar comigo e não sair pra farrear como antes. Ouvi Ana fechar o chuveiro e deixei o celular onde estava. – Vai tomar banho? Enquanto isso, preparo algo pra beliscar no jantar – ela perguntou, saindo na varanda enrolada na toalha, com o cabelo molhado. – Vou, já volto. Enquanto me despia, olhei pra minha pica carnuda. Não era uma besta, mas tava mais que boa, pensei. Ana não tinha do que reclamar. Com certeza Rafael ou Luis não tinham nada que eu não tivesse. O importante é saber usar e dar um puta tesão nas coisas. Talvez a Lucía precisasse de alguém como eu, pensei debaixo da água quente. Alguém que soubesse manter a chama. Com Ana, isso nunca ia acontecer. Eu ia garantir que ela sempre tivesse o que precisa. Desci e Ana já tinha uns tomates com presunto, queijo e uma garrafa de vinho aberta na mesa do jardim. Jantamos de boa, conversando sobre a mudança, como a casa era gostosa. Quando a garrafa acabou, ela abriu outra sem perguntar. Pegou a caixinha, bolou um baseado. E a gente foi levando na boa. – A Lucía me mandou mensagem – falou de repente, soltando a fumaça. – O que a doida tá contando? – Que hoje à noite ela pode acabar se enrolando com dois caras que conheceu num bar – disse rindo. – Olha a Lucía – respondi. – Ela que pode… sem compromisso – disse a Ana. – Sempre foi muito de fazer o que der na telha. – É, se ela gosta de um, vai e pronto. Já vi ela dando mole até tendo namorado – me contou. – Pô, mas também não tem nada demais – soltei eu, expirando a fumaça. Ana me olhou fixo, surpresa. – Alfredo, sério… antes, se um cara me olhasse, você já ficava puto da vida, e agora fala isso tão na boa. – Agora o quê? – provoquei sorrindo. – Sei lá… parece que você ia adorar se eu também desse uma molezinha. – Quero que você esteja comigo, isso sempre. Mas não precisa se fechar, Ana. Não quero que a gente vire mais um casal que tudo fica previsível. – Previsível? Se hoje na piscina… – disse corando –. Quase nos pegaram. – Por isso mesmo. Me deixou doido como nunca. E você também. – É, mas eu morreria se alguém descesse e visse a gente. – Se descer, é só entrar junto – brinquei. – Tá aí… parece que você gosta da ideia de sermos pegos. – Haha, vamo, sobe pra cama que o baseado já tá me dando sono. A gente guardou tudo e subiu. Eu fechei tudo enquanto ela foi no banheiro. A porta ficou entreaberta. Vi ela sentada no vaso mijando, a regata marcando os peitos, a calcinha abaixada. O jorrinho caindo… porra, até aquilo me deixava duro. Deitei na cama de cueca esperando. Ela entrou, se deitou do meu lado e começou a passar a mão na minha pica por cima do pano. – Te peguei me olhando enquanto eu mijava, seu safado. Em dois segundos já tava dura. – A porta tava aberta… e você tava tão gostosa – me defendi. – Ah, é? E o que você quer olhar agora? – perguntou brincando. – O de sempre… seus peitos. Ana levantou a regata por cima, deixando eles no ar, os bicos já durinhos. – Você gosta tanto assim? – disse se tocando devagar. Tirei a pica pra fora, dura pra caralho. – O que você acha? Já vi... ela fica bem feliz – disse rindo. Comecei a bater uma olhando pra ela. – Só com meus peitos? – perguntou com a voz quente. – Com você toda. Ana abriu as pernas, afastou a calcinha fio dental e me mostrou a buceta, ainda inchada de antes. – Isso também? – Porra, isso me mata – confessei, acelerando. – Então olha – disse ela, começando a se tocar, os dedos deslizando fácil porque tava toda molhada. Ficamos assim, batendo uma nos olhando, só o som da buceta dela e da minha mão. Até que Ana perguntou: – Você realmente gostaria que um dia eu deixasse o Rafael passar creme em mim? Senti uma onda direto nas bolas. – Claro que sim – respondi, batendo uma forte. – Sabe que ele ia olhar pra minha bunda... e talvez roçar nos meus peitos "sem querer". – Como não roçar – falei, imaginando. – E você não ia ficar com ciúme? – Não... ia ficar com tesão. – Então se você quiser... um dia eu deixo – disse ela, enfiando um dedo e gemendo. – Porra, Ana... – Me diz... você gosta que olhem pra minha bunda? – Muito – confessei. – Eu também um pouco... porque sei que te excita – admitiu, acelerando. – Imagina o Rafael abaixando um pouco sua calcinha pra passar creme. – Uff... não seja safado – gemeu. – Você gostaria? – Talvez... um pouco – confessou, perdida. Não aguentei mais. – Vou gozar – avisei. – Eu também – ofegou. – Amanhã quero que você deixe o Rafael passar creme na sua bunda – soltei. – Mmm... ta bom – gemeu, gozando forte, a buceta escorrendo. Isso me acabou. O primeiro jato foi direto na barriga dela. Os seguintes sujaram os peitos e a mão. Ana ainda tremia gozando. Ficamos largados. Ela foi no banheiro se limpar, eu segui. Vi ela esfregar a barriga e os peitos, os bicos duros. Amanhã na piscina talvez rolasse algo, pensei excitado. Escovamos os dentes. – Ei... nada de abaixar calcinha, hein? – disse com a escova na boca, meio de brincadeira. – E se for só pra passar creme direito? – Amanhã a gente fala lá... você decide – respondeu, enxaguando a boca e me dando um beijo. Ela se enfiou na cama. Eu apaguei a luz e capotei. rendido, com a cabeça cheia de amanhã e do Rafael passando creme na bunda perfeita da Ana. 😏
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