Depois daquela noite, muitas dúvidas surgiram em mim. A companhia do Seu José me deixava insegura, me fazia sentir vulnerável. Quando percebi suas verdadeiras intenções, fiquei com medo, mas conforme ele se aproximava mais e conversava comigo, foi ganhando minha confiança. Sem querer, logo me vi obedecendo aos desejos dele, o que finalmente culminou naquela noite de Ano Novo. Depois daquela experiência, achei que tinha fechado aquele capítulo. Apesar de ter gostado muito, considerava que os problemas que poderiam surgir eram maiores que o benefício, como nas experiências com outros homens. Achei que seria coisa de uma vez só.
No entanto, o Seu José não pensava o mesmo. Continuou me perseguindo pelas manhãs e, contra minha vontade, sempre acabava cedendo a um instinto baixo e subindo com ele. Lá, sua insistência continuava. Ele me levava até o trabalho, me deixava bem na frente e se despedia. Começou a conhecer meus colegas, pelo menos de vista, e dizia que devia ser divertido trabalhar com tantos jovens e que gostaria de conhecê-los melhor.
Uma sexta-feira, os colegas planejaram sair para um bar, e acabei contando sem querer para o Seu José. A partir daí, ele insistiu tanto para ir que não tive outra opção a não ser convidá-lo. Esperei por ele no final da tarde, e ele chegou na sua caminhonete. Mandei uma mensagem pro meu marido avisando que ia sair com uns colegas e que chegaria tarde. Não queria esconder, mas também não sabia como contar. Fui com o Seu José até o bar combinado com a galera. Era um grupo misto de pelo menos 10 pessoas. Eles já tinham visto meu acompanhante me deixando de manhã, então não era um desconhecido, mas pra ser sincera, os rumores no trabalho já corriam sobre eu estar saindo com um homem mais velho.
A noite foi como qualquer outro encontro de trabalho. O Seu José se entrosou com alguns dos meus colegas, que começaram a investigar a proximidade dele comigo. Ele só disse que era um vizinho amigo nosso (do nosso casamento), que Conhecia meu marido desde pequeno e tinha grande estima por ele, vou contar que ele era taxista e nos oferecia o serviço de taxi pela manhã e, por causa dessa mesma confiança, hoje ele me acompanhou para me trazer de volta para casa à noite, tudo com o conhecimento e consentimento do meu marido. Assim terminou a noite, o Seu José lhes deu uma boa impressão e combinaram de se ver outra hora, saímos e voltamos para casa.
DJ: Foi uma boa noite com seus colegas
Y: Sim, parece que você caiu nas graças deles
DJ: Eles são bem amigáveis, embora no início não confiassem muito em mim
Y: Claro que não, não é comum ver uma garota jovem como eu com alguém como o senhor
DJ: Imagino que não, mas consegui me safar
Y: Sim, você os convenceu com sua mentira
DJ: Nem tudo é mentira
Y: Ah é? E qual parte é verdade?
DJ: Eu realmente conheço seu marido desde pequeno, sou amigo do casamento dele, pelo menos da metade
Y: A parte de ser meu taxista foi crível, mas não acho que meu marido saiba
DJ: Talvez
Y: Como assim talvez?
DJ: Encontrei com ele antes de sair
Y: E você disse algo sobre essa noite?
DJ: Mais ou menos, ele me perguntou se eu sairia para curtir e eu disse que sim, além disso comentei que sairia em busca de uma mulher casada, haha, só que o coitado não sabia que eu estava falando justamente da esposa dele
Y: Cala a boca, não gosto que você tire sarro dele
DJ: Desculpe, mas acho engraçado, ele me incentivando a sair com uma casada e você acaba sendo a mulher dele, ainda por cima eu disse que essas são as mais putas
Y: Você é um idiota
Após seu comentário fiquei irritada com ele, assim que chegamos na rua desci e o deixei lá sem nem me despedir, cheguei em casa com a Karin e contei parte da minha noite, dizendo que não tinha sido a melhor, parecia irritada, mesmo assim, tinha algumas doses no corpo e estava com tesão, então acabamos na cama. No dia seguinte saímos e nos cruzamos com o Seu José, ele estava saindo de visitar a tia do meu marido, nos cumprimentou como se nada tivesse acontecido e foi embora sem mais, sua indiferença me irritou, mas ainda Maior foi minha raiva ao vê-lo sair de lá e pensar que depois de se encontrar comigo, ele tinha passado a noite com a tia.
Com meu marido, a situação estava ficando fora de controle. Embora ele não dissesse diretamente, eu sabia que ele tinha dúvidas sobre meu comportamento. Ele tinha suas suspeitas e, para mim, já estava ficando difícil esconder. Don José continuou me esperando como se nada tivesse acontecido. No fundo, eu tinha vontade de cobrar dele, mas sabia que seria mostrar que me importava, então decidi deixar pra lá. Até que, 15 dias depois daquela noite, meus colegas fizeram outra reunião e me pediram para levar Don José de novo.
Ele não hesitou em aceitar o convite, em parte para sair comigo outra vez, mas também porque realmente tinha curtido sair entre jovens. Combinei de encontrá-lo à tarde, mas ao sair do trabalho ele ainda não tinha chegado, então tive que ligar para saber se viria. Finalmente ele chegou e eu subi para ir com ele de novo ao mesmo bar. Já de noite, estávamos nos divertindo mais do que da última vez.
Convencidos de que meus colegas acreditaram na história de que ele era só um vizinho que fazia de meu taxista, estávamos mais soltos, então pudemos dançar um bom tempo sem vergonha e à vista de todos. Uma coisa que posso destacar de Don José é seu jeito de dançar – dá pra ver todo o bairro em cada movimento. Mas não dançava só com ele; alguns colegas me chamavam e eu dançava uma música com prazer. Don José, enquanto isso, contava suas histórias para o grupo – pelas risadas, dava pra ver que ele estava entretendo todo mundo. Até que Marcelo, um colega que claramente está a fim de mim, me chamou para dançar. Enquanto dançávamos, ele tentou passar dos limites, e eu respondi com um tapa. Teria ficado por isso mesmo, se não fosse por Don José ter visto e ido confrontá-lo. Assim que o encarou, já deu o primeiro soco. Marcelo tentou se defender, mas a rua de Don José veio à tona – logo ele já estava no chão. Meus outros colegas ficaram surpresos com o que... Ocorrido, eu o detive e, ao ver a bagunça que ele tinha feito, pedi que nos retirássemos.
No caminho, fiquei reclamando da atitude dele, e ele insistia que a culpa era do Marcelo por querer se passar, que ele só tinha agido em minha defesa. Até certo ponto, eu entendia, admito que a ação dele naquele momento mexeu comigo, me senti protegida e lisonjeada. Além disso, a forma selvagem como ele se comportou me impressionou. Ele tinha sangue na cabeça e álcool nas veias, mas ele cruzou o limite quando disse: "Ninguém mexe com a minha mulher". Aí, sem pensar, eu o beijei. Quase que a distração custou um acidente, ele rapidamente procurou um lugar para estacionar e encontrou um beco escuro onde ninguém nos veria. Ele se jogou sobre mim e eu não ofereci resistência. Ele me devorava a boca com seu hálito de cerveja, eu tentava respirar, já que o peso dele em cima de mim dificultava pegar ar. Suas mãos logo foram para minha bunda por cima da minha calça jeans, sua boca deixou meus lábios e desceu para meu pescoço. O êxtase era tanto que dessa forma eu tive um orgasmo.
Ele percebeu meu tesão porque minha calça ficou molhada. Ele a baixou um pouco, o suficiente para brincar por cima da minha calcinha com os dedos. Ele os passava devagar de cima para baixo e de volta, minha respiração foi acelerando, até que senti ele afastar minha calcinha e introduzir seus dedos grossos, me fazendo soltar um gemido. Ele continuou mexendo dentro de mim com um movimento rápido e profundo, provocando outro orgasmo que acabou molhando suas mãos com meus fluidos. Imediatamente, eu subi em cima dele. Ele me entendeu completamente e me beijou com ímpeto enquanto abaixava sua calça e terminava de tirar a minha. Ele posicionou seu pau e eu me sentei lentamente nele. O quanto eu estava molhada facilitou ele entrar de uma vez. Ao sentir toda a sua dureza dentro de mim, me senti cheia de prazer. Eu o cavalguei com intensidade, fazendo movimentos para frente e para trás. Ele estava... quieto, apenas conseguindo acompanhar meu movimento, sentado no banco era difícil para ele seguir meu ritmo, então ele se dedicou a brincar com meus peitos, tirando meu top e meu sutiã, para passar a língua nos meus mamilos.
A situação me deixou muito excitada, principalmente pela atitude que ele tinha tomado. Por um lado, ele tinha me mostrado seu lado cru, aquela atitude machista, vulgar e de rua, mas também me fez sentir protegida, como se eu fosse sua mulher. Eu estava desesperada para senti-lo gozar dentro de mim, então não parei de cavalgar. Admito que foi algo rápido, apenas alguns minutos foram suficientes para me fazer chegar de novo, ao mesmo tempo que o Seu José soltou um bufido. Senti sua descarga enchendo meu interior, nem sequer tinha levado em conta usar camisinha, minha necessidade de aplacar meu desejo tinha jogado contra mim, superando meu senso comum.
Enquanto recuperava o fôlego, me sentia nas nuvens. O sexo tinha sido rápido, mas muito satisfatório, quase via o Seu José com olhos de amor, até que ele estragou tudo com um comentário ruim:
DJ: Você queria rola mesmo, gostosa!
De novo fiquei irritada, pedi para irmos embora e evitei discutir. Ele me obedeceu e na volta só houve silêncio. Chegamos e eu desci, me despedindo rapidamente. Entrei em casa e meu marido estava me esperando. Me acalmei o máximo que pude e contei pra ele como a noite tinha sido ruim. Dessa vez não busquei intimidade com ele e só fui me deitar com a desculpa de estar muito bêbada.
A partir daquele dia, o Seu José não me procurou mais de manhã. Parecia que ele não tinha gostado da minha irritação e que também não tinha nenhuma intenção de consertar nada. Não éramos um casal, então ele não tinha por que consertar nada comigo. No entanto, meu lado feminino esperava que ele me procurasse. Com o passar dos dias, considerei que era melhor assim. Sem a tentação, não havia mais problemas e eu não via necessidade de contar nada para a Karin, já que o assunto parecia ter terminado. Além disso, o Dia dos Namorados estava se aproximando, o que era uma data Perfeita para voltar a colocar todo o empenho no meu casamento, me livrando de distrações.
Meu marido estava preparando uma grande noite, eu também estava disposta a me divertir, então combinamos de nos ver à noite. Pela manhã, me arrumei de cima a baixo: um penteado bonito, maquiagem, lábios vermelhos. Por baixo, um babydoll vermelho meio transparente; por cima, uma calça jeans branca e uma blusa vermelha. Tudo combinava perfeitamente para o dia. Saí na rua me sentindo super sexy, não pude evitar olhar para ver se a caminhonete do Seu José estava lá. Algo em mim queria que ele estivesse presente para me ver e esfregar na cara dele o que não poderia ter. Infelizmente, foi mais uma manhã sem ele por lá, então fui trabalhar e labutei normalmente. No escritório, notaram sim, o que serviu para alimentar meu ego e aumentar minha libido, que já estava lá no alto. Fiquei pensando em como a noite seria incrível, até que de repente chequei meu celular e tinha mensagens:
DJ: Oi, você estava incrível de manhã
Não respondi, deixei no visto e continuei com meu trabalho, embora admita que tinha gostado do elogio, mas também ficava na dúvida de quando ele me teria visto. Quase ao meio-dia, chegaram mais mensagens.
DJ: E aí, foxy, não vai me responder?
Me dava um calafrio ele me chamar de foxy, mas ao mesmo tempo me lembrava daquela noite. Pensei muito, mas finalmente respondi.
Y: Achei que não ia mais falar comigo
DJ: Era assim até esta manhã
Y: O que fez você mudar de ideia?
DJ: Vi como você saiu de casa toda putinha
Y: Sério? Eu não vi você saindo com sua caminhonete
DJ: Te vi passando na rua, a caminhonete estava na oficina e hoje vou buscá-la
Y: Que bom que tem planos para hoje
DJ: Claro que tenho, vou passar para buscar uma foxy
Y: Outra das suas namoradas?
DJ: Que nada, é só uma putinha casada que estou comendo
Y: Imbecil
DJ: Para de besteira, a que horas passo aí?
De novo ele me tinha contra a parede, eu tinha planos e mesmo assim... Eu estava pensando no que fazer, aquele desgraçado me tratava como uma qualquer e achava que eu ia responder, o pior é que o maldito tinha razão.
Y: às 7
Na hora, mandei mensagem pro meu marido dizendo que ia chegar mais tarde, que me esperasse até a noite. Fiquei esperando ansiosa até a hora marcada. Pontualmente às 7, o Seu José já estava lá fora. Como falei antes, meus colegas achavam que era meu táxi, então ninguém estranhava vê-lo por ali. Me aproximei e, sem trocar uma palavra, ele abriu a porta e eu entrei na caminhonete. Ele saiu dirigindo sem me dizer aonde íamos, mal trocamos ideia. Eu não queria falar com ele, estava muito nervosa e ofendida com os comentários dele. Por parte dele, também não tinha interesse em puxar conversa, só queria fazer uma coisa comigo aquela noite. E eu, bom, por um motivo estava ali com ele.
Depois de um tempo dirigindo, ele parou pra comprar umas coisas. Me perguntou se eu queria beber algo e eu só pedi umas cervejas. Ele voltou e continuou dirigindo. O caminho começou a me parecer familiar, estávamos indo pro nosso bairro, o que me deixou ainda mais nervosa, mas não reclamei. Fiquei ainda mais incrédula quando entramos na nossa rua. Ele parou onde sempre estaciona, me pediu pra descer e ir pros seus quartos. Por sorte não tinha ninguém na rua e ninguém nos viu nos corredores. Chegamos lá, ele entrou primeiro pra ver se não tinha ninguém, me chamou de dentro e me convidou pra entrar. Me fez sentar numa das cadeiras e abriu uma cerveja pra mim. Agora sim ele tava com vontade de conversar.
DJ: Pode ficar tranquila, ninguém vai nos perturbar.
Y: Acho um absurdo você me trazer pra sua casa.
DJ: O que você esperava, que eu pagasse um quarto de hotel? Hoje todos vão estar lotados.
Dei razão a ele. Não parecia a coisa mais apropriada, mas a gente ia demorar pra achar lugar. Além do mais, mesmo com música e gente festejando nos outros quartos, no dele a gente estava totalmente tranquilo. Por um bom tempo ficamos só bebendo e Conversando sobre coisas comuns, acabou o que ele tinha comprado, então ele saiu para pegar mais. Fiquei um momento sozinha, então observei o lugar com mais atenção. Os móveis estavam meio velhos e tinha algumas coisas meio bagunçadas, mas mesmo assim parecia a casa de um casal de senhores, de acordo com a idade deles. Nas paredes tinha fotos de família e um quadro do casamento, onde a esposa dele aparecia jovem com um vestido branco bem largo. O Seu José aparecia sem cabelos brancos e sem rugas, um pouco mais magro, mas ainda corpulento, com costas e braços bem marcados. Vendo bem, ele era bem gostoso quando jovem, não é à toa que era tão mulherengo. Deve ter tido um monte de mulheres atrás dele.
Eu estava nesses pensamentos quando o telefone tocou. Eram quase dez da noite. A Karin estava me ligando. Não atendi. Entraram mais duas chamadas, então decidi desligar o celular. Não queria que ficasse tocando sem parar. O Seu José estava voltando com mais cervejas. Continuamos a conversa de onde paramos, até que chegamos no assunto das saídas noturnas com meus colegas, e ele lembrou do desentendimento que tivemos. Não hesitei em reforçar meu ponto, mas ele se manteve firme. Não tinha gostado que o Marcelo chegasse perto de mim, e só reagiu por instinto. Insisti que ele não devia ter tomado essa atitude porque me deixou mal, mas ele ficou bravo comigo de novo. Disse que eu precisava entender meu lugar de uma vez por todas, que eu não era a esposa dele e que não tínhamos um relacionamento. Isso me deixou puta da vida e eu quis dar um tapa nele, mas ele me segurou, apertando minha mão com força. Soltou e, me encarando com raiva, me deu um tapa de volta.
Não bateu com força suficiente para me machucar, mas por dentro me senti ferida. Mas antes que eu dissesse uma palavra, ele falou alto e repetiu o que tinha dito há pouco: que eu não era a esposa dele, que respeitasse a casa dele ou simplesmente fosse embora. Com o aviso dele, eu quis me virar e ir embora, mas meus pés não respondiam. Olhei nos olhos dele e ainda via seriedade neles. Baixei a cabeça por um momento e... Eu devolvi o olhar para pedir desculpas, mas ele me pegou pela nuca e eu me joguei na boca dele, beijando-o com uma intensidade enorme. É estranho o que a gente sente como mulher com certos homens. O Seu José não era uma pessoa delicada, o jeito dele era muito agressivo e desengonçado, inspirava um certo medo e desconfiança. Mesmo assim, naquela noite ele tinha me convencido a sair e ir pra casa dele. Eu sabia perfeitamente das intenções dele, minha mente me dizia que só me traria problemas segui-lo e, mesmo assim, alguns instantes depois eu já estava na cama dele.
Assim que me teve à mercê, ele descontou as vontades percorrendo meu corpo por cima da roupa. Eu já estava muito bêbada, então só me deixei levar. Estava superestimulada por tudo que tinha acontecido antes: me ver sexy, saber que era desejada, o jeito que o Seu José tinha falado comigo e como me convenceu a vir com ele, o tratamento dele e até o tapa que ele me deu. Logo me vi sem blusa e sem calça. Os olhos dele, cheios de luxúria, se arregalaram ao me ver num baby-doll vermelho. Percebendo isso, entrei no modo provocante. Balancei o quadril enquanto caminhava até ele, me ajoelhei, tirei o pau dele pra fora da calça e comecei a masturbá-lo. Ele me pegou pelo cabelo e com força me guiou até o pau dele, fazendo com que eu o engolisse de uma vez.
Ele me manteve nessa posição, me obrigando a aguentar a grossura do pau dele na minha garganta sem me deixar respirar. Depois me soltou e começou a movimentar o quadril. Ele estava me fodendo pela boca e isso me deixava ainda mais excitada. Comecei a brincar com minha buceta, passando os dedos com cuidado para lubrificar a área. Quando já estava molhada o suficiente, enfiei dois dedos e me estimulei enquanto o Seu José continuava se movendo na minha boca. Ele me soltou, me levantando do chão sem soltar meu cabelo, quase me arrastando até a cama. Me colocou de quatro e eu, já completamente descontrolada, empinei totalmente a bunda para oferecer a ele. Ele pegou o pau e com um único empurrão enfiou tudo. Por estar tão lubrificada, não foi difícil. nada de entrar e sair, ele me dava umas enfiadas selvagens nessa posição e eu continuei com a estimulação dos meus dedos nos meus lábios vaginais, roçando por instantes o membro dele.
Me veio um orgasmo intenso, o espasmo o fez ir mais devagar, mas não o suficiente para parar, ele me fodia cada vez que podia, as palmadas nas nádegas ecoavam por todo o quarto, mas não mais que as molas do seu velho colchão, aquilo era um escândalo total, mas isso não impediu que ouvíssemos um barulho vindo de fora. Pelo medo, quis pará-lo, mas isso não importou para ele, ele se deitou na cama e me fez subir em cima dele, peguei seu membro e o introduzi em mim, o cavalguei por um tempo, até alcançar outro orgasmo, agora sim ele parou um momento, sentou na beirada da cama e me sentou com as pernas abertas na frente dele, introduziu seu pene novamente em mim e me fez subir e descer, sentia a ponta do seu pene roçar na entrada, o que me deu a sensação de querer urinar, por isso busquei parar, mas ele me impediu, me pegou pelas nádegas e com força continuou introduzindo seu membro, senti que saía algo do meu interior, justo nesse momento se ouviu de novo um barulho, como se movessem coisas no quarto ao lado.
Olhei para ele e com o mesmo olhar ele me disse para não me preocupar, com mais tranquilidade continuei com o movimento em busca de deixar sair aquilo que sentia, os dois começamos a acelerar nosso ritmo, quando de repente se ouve a voz de uma mulher “não brinca, José”, era sua esposa que estava parada ao lado da cortina que fazia de porta, me deu um pânico e busquei descer e me esconder nos lençóis, mas o Seu José não se abalou, segurou meus quadris com força impedindo que eu descesse e com aquela voz agressiva só disse “o que você quer? some daqui”. Ela se virou e saiu do quarto, ele não parou o ritmo, continuou e me disse para me soltar e deixar sair, assim fiz, acelerei meu movimento e o orgasmo mais intenso finalmente veio, saía O líquido da minha buceta escorria ao mesmo tempo que Don José soltava sua porra dentro de mim.
Ele se recostou no colchão e eu caí sobre seu peito, sem que ele saísse de mim. Ficamos um momento quietos para recuperar o fôlego. Eu pensava no que havia acontecido, e meu rosto devia transparecer preocupação. Ele me reconfortou, dizendo para eu não me preocupar, que ela não diria nada. Era difícil de acreditar, mas, por alguma razão, aceitei suas palavras como verdade absoluta, convencendo-me de que não haveria consequências. Com a vitalidade recuperada, nos vestimos e saímos. Ele me deixou na entrada do condomínio e eu caminhei até o bloco de apartamentos. Ao entrar, meu marido já estava desesperado pelo atraso, mas eu irradiava uma felicidade que fez ele esquecer disso. Tomei um banho rápido e celebramos a noite conforme combinado. Já na cama, não conseguia esquecer o quão intenso tinha sido o sexo com Don José, então me comportei de forma selvagem com Karin, fazendo com que os dois chegássemos ao orgasmo juntos. Depois, deitados, nos acalmamos e ficamos em silêncio. No fundo, eu sabia que ele desconfiava de mim, então não tive outra saída a não ser jogar os dados e, antes que ele pedisse explicações, eu mesma as dei.
Após meu relato, ele ficou em silêncio, refletindo sobre o que eu havia confessado. Ele disse que entendia que eu tivesse feito aquilo, mas estava decepcionado por eu não ter confiado nele e ter feito tudo sem contar. Eu pedi desculpas e expressei meus medos. Ele pediu um tempo para pensar no que estava acontecendo em nosso relacionamento. Eu aceitei, disse que o que ele decidisse não mudaria o que eu sentia por ele, que eu o amava e continuaria amando. Mas também disse o quanto tinha gostado da experiência e que não estava disposta a deixar isso de lado assim. Confessei que, no que ele tivesse que considerar, pensasse que eu queria os dois na minha vida: ele, como meu marido e companheiro, e Don José, como nosso touro.
No entanto, o Seu José não pensava o mesmo. Continuou me perseguindo pelas manhãs e, contra minha vontade, sempre acabava cedendo a um instinto baixo e subindo com ele. Lá, sua insistência continuava. Ele me levava até o trabalho, me deixava bem na frente e se despedia. Começou a conhecer meus colegas, pelo menos de vista, e dizia que devia ser divertido trabalhar com tantos jovens e que gostaria de conhecê-los melhor.
Uma sexta-feira, os colegas planejaram sair para um bar, e acabei contando sem querer para o Seu José. A partir daí, ele insistiu tanto para ir que não tive outra opção a não ser convidá-lo. Esperei por ele no final da tarde, e ele chegou na sua caminhonete. Mandei uma mensagem pro meu marido avisando que ia sair com uns colegas e que chegaria tarde. Não queria esconder, mas também não sabia como contar. Fui com o Seu José até o bar combinado com a galera. Era um grupo misto de pelo menos 10 pessoas. Eles já tinham visto meu acompanhante me deixando de manhã, então não era um desconhecido, mas pra ser sincera, os rumores no trabalho já corriam sobre eu estar saindo com um homem mais velho.
A noite foi como qualquer outro encontro de trabalho. O Seu José se entrosou com alguns dos meus colegas, que começaram a investigar a proximidade dele comigo. Ele só disse que era um vizinho amigo nosso (do nosso casamento), que Conhecia meu marido desde pequeno e tinha grande estima por ele, vou contar que ele era taxista e nos oferecia o serviço de taxi pela manhã e, por causa dessa mesma confiança, hoje ele me acompanhou para me trazer de volta para casa à noite, tudo com o conhecimento e consentimento do meu marido. Assim terminou a noite, o Seu José lhes deu uma boa impressão e combinaram de se ver outra hora, saímos e voltamos para casa.
DJ: Foi uma boa noite com seus colegas
Y: Sim, parece que você caiu nas graças deles
DJ: Eles são bem amigáveis, embora no início não confiassem muito em mim
Y: Claro que não, não é comum ver uma garota jovem como eu com alguém como o senhor
DJ: Imagino que não, mas consegui me safar
Y: Sim, você os convenceu com sua mentira
DJ: Nem tudo é mentira
Y: Ah é? E qual parte é verdade?
DJ: Eu realmente conheço seu marido desde pequeno, sou amigo do casamento dele, pelo menos da metade
Y: A parte de ser meu taxista foi crível, mas não acho que meu marido saiba
DJ: Talvez
Y: Como assim talvez?
DJ: Encontrei com ele antes de sair
Y: E você disse algo sobre essa noite?
DJ: Mais ou menos, ele me perguntou se eu sairia para curtir e eu disse que sim, além disso comentei que sairia em busca de uma mulher casada, haha, só que o coitado não sabia que eu estava falando justamente da esposa dele
Y: Cala a boca, não gosto que você tire sarro dele
DJ: Desculpe, mas acho engraçado, ele me incentivando a sair com uma casada e você acaba sendo a mulher dele, ainda por cima eu disse que essas são as mais putas
Y: Você é um idiota
Após seu comentário fiquei irritada com ele, assim que chegamos na rua desci e o deixei lá sem nem me despedir, cheguei em casa com a Karin e contei parte da minha noite, dizendo que não tinha sido a melhor, parecia irritada, mesmo assim, tinha algumas doses no corpo e estava com tesão, então acabamos na cama. No dia seguinte saímos e nos cruzamos com o Seu José, ele estava saindo de visitar a tia do meu marido, nos cumprimentou como se nada tivesse acontecido e foi embora sem mais, sua indiferença me irritou, mas ainda Maior foi minha raiva ao vê-lo sair de lá e pensar que depois de se encontrar comigo, ele tinha passado a noite com a tia.
Com meu marido, a situação estava ficando fora de controle. Embora ele não dissesse diretamente, eu sabia que ele tinha dúvidas sobre meu comportamento. Ele tinha suas suspeitas e, para mim, já estava ficando difícil esconder. Don José continuou me esperando como se nada tivesse acontecido. No fundo, eu tinha vontade de cobrar dele, mas sabia que seria mostrar que me importava, então decidi deixar pra lá. Até que, 15 dias depois daquela noite, meus colegas fizeram outra reunião e me pediram para levar Don José de novo.
Ele não hesitou em aceitar o convite, em parte para sair comigo outra vez, mas também porque realmente tinha curtido sair entre jovens. Combinei de encontrá-lo à tarde, mas ao sair do trabalho ele ainda não tinha chegado, então tive que ligar para saber se viria. Finalmente ele chegou e eu subi para ir com ele de novo ao mesmo bar. Já de noite, estávamos nos divertindo mais do que da última vez.
Convencidos de que meus colegas acreditaram na história de que ele era só um vizinho que fazia de meu taxista, estávamos mais soltos, então pudemos dançar um bom tempo sem vergonha e à vista de todos. Uma coisa que posso destacar de Don José é seu jeito de dançar – dá pra ver todo o bairro em cada movimento. Mas não dançava só com ele; alguns colegas me chamavam e eu dançava uma música com prazer. Don José, enquanto isso, contava suas histórias para o grupo – pelas risadas, dava pra ver que ele estava entretendo todo mundo. Até que Marcelo, um colega que claramente está a fim de mim, me chamou para dançar. Enquanto dançávamos, ele tentou passar dos limites, e eu respondi com um tapa. Teria ficado por isso mesmo, se não fosse por Don José ter visto e ido confrontá-lo. Assim que o encarou, já deu o primeiro soco. Marcelo tentou se defender, mas a rua de Don José veio à tona – logo ele já estava no chão. Meus outros colegas ficaram surpresos com o que... Ocorrido, eu o detive e, ao ver a bagunça que ele tinha feito, pedi que nos retirássemos.
No caminho, fiquei reclamando da atitude dele, e ele insistia que a culpa era do Marcelo por querer se passar, que ele só tinha agido em minha defesa. Até certo ponto, eu entendia, admito que a ação dele naquele momento mexeu comigo, me senti protegida e lisonjeada. Além disso, a forma selvagem como ele se comportou me impressionou. Ele tinha sangue na cabeça e álcool nas veias, mas ele cruzou o limite quando disse: "Ninguém mexe com a minha mulher". Aí, sem pensar, eu o beijei. Quase que a distração custou um acidente, ele rapidamente procurou um lugar para estacionar e encontrou um beco escuro onde ninguém nos veria. Ele se jogou sobre mim e eu não ofereci resistência. Ele me devorava a boca com seu hálito de cerveja, eu tentava respirar, já que o peso dele em cima de mim dificultava pegar ar. Suas mãos logo foram para minha bunda por cima da minha calça jeans, sua boca deixou meus lábios e desceu para meu pescoço. O êxtase era tanto que dessa forma eu tive um orgasmo.
Ele percebeu meu tesão porque minha calça ficou molhada. Ele a baixou um pouco, o suficiente para brincar por cima da minha calcinha com os dedos. Ele os passava devagar de cima para baixo e de volta, minha respiração foi acelerando, até que senti ele afastar minha calcinha e introduzir seus dedos grossos, me fazendo soltar um gemido. Ele continuou mexendo dentro de mim com um movimento rápido e profundo, provocando outro orgasmo que acabou molhando suas mãos com meus fluidos. Imediatamente, eu subi em cima dele. Ele me entendeu completamente e me beijou com ímpeto enquanto abaixava sua calça e terminava de tirar a minha. Ele posicionou seu pau e eu me sentei lentamente nele. O quanto eu estava molhada facilitou ele entrar de uma vez. Ao sentir toda a sua dureza dentro de mim, me senti cheia de prazer. Eu o cavalguei com intensidade, fazendo movimentos para frente e para trás. Ele estava... quieto, apenas conseguindo acompanhar meu movimento, sentado no banco era difícil para ele seguir meu ritmo, então ele se dedicou a brincar com meus peitos, tirando meu top e meu sutiã, para passar a língua nos meus mamilos.
A situação me deixou muito excitada, principalmente pela atitude que ele tinha tomado. Por um lado, ele tinha me mostrado seu lado cru, aquela atitude machista, vulgar e de rua, mas também me fez sentir protegida, como se eu fosse sua mulher. Eu estava desesperada para senti-lo gozar dentro de mim, então não parei de cavalgar. Admito que foi algo rápido, apenas alguns minutos foram suficientes para me fazer chegar de novo, ao mesmo tempo que o Seu José soltou um bufido. Senti sua descarga enchendo meu interior, nem sequer tinha levado em conta usar camisinha, minha necessidade de aplacar meu desejo tinha jogado contra mim, superando meu senso comum.
Enquanto recuperava o fôlego, me sentia nas nuvens. O sexo tinha sido rápido, mas muito satisfatório, quase via o Seu José com olhos de amor, até que ele estragou tudo com um comentário ruim:
DJ: Você queria rola mesmo, gostosa!
De novo fiquei irritada, pedi para irmos embora e evitei discutir. Ele me obedeceu e na volta só houve silêncio. Chegamos e eu desci, me despedindo rapidamente. Entrei em casa e meu marido estava me esperando. Me acalmei o máximo que pude e contei pra ele como a noite tinha sido ruim. Dessa vez não busquei intimidade com ele e só fui me deitar com a desculpa de estar muito bêbada.
A partir daquele dia, o Seu José não me procurou mais de manhã. Parecia que ele não tinha gostado da minha irritação e que também não tinha nenhuma intenção de consertar nada. Não éramos um casal, então ele não tinha por que consertar nada comigo. No entanto, meu lado feminino esperava que ele me procurasse. Com o passar dos dias, considerei que era melhor assim. Sem a tentação, não havia mais problemas e eu não via necessidade de contar nada para a Karin, já que o assunto parecia ter terminado. Além disso, o Dia dos Namorados estava se aproximando, o que era uma data Perfeita para voltar a colocar todo o empenho no meu casamento, me livrando de distrações.
Meu marido estava preparando uma grande noite, eu também estava disposta a me divertir, então combinamos de nos ver à noite. Pela manhã, me arrumei de cima a baixo: um penteado bonito, maquiagem, lábios vermelhos. Por baixo, um babydoll vermelho meio transparente; por cima, uma calça jeans branca e uma blusa vermelha. Tudo combinava perfeitamente para o dia. Saí na rua me sentindo super sexy, não pude evitar olhar para ver se a caminhonete do Seu José estava lá. Algo em mim queria que ele estivesse presente para me ver e esfregar na cara dele o que não poderia ter. Infelizmente, foi mais uma manhã sem ele por lá, então fui trabalhar e labutei normalmente. No escritório, notaram sim, o que serviu para alimentar meu ego e aumentar minha libido, que já estava lá no alto. Fiquei pensando em como a noite seria incrível, até que de repente chequei meu celular e tinha mensagens:
DJ: Oi, você estava incrível de manhã
Não respondi, deixei no visto e continuei com meu trabalho, embora admita que tinha gostado do elogio, mas também ficava na dúvida de quando ele me teria visto. Quase ao meio-dia, chegaram mais mensagens.
DJ: E aí, foxy, não vai me responder?
Me dava um calafrio ele me chamar de foxy, mas ao mesmo tempo me lembrava daquela noite. Pensei muito, mas finalmente respondi.
Y: Achei que não ia mais falar comigo
DJ: Era assim até esta manhã
Y: O que fez você mudar de ideia?
DJ: Vi como você saiu de casa toda putinha
Y: Sério? Eu não vi você saindo com sua caminhonete
DJ: Te vi passando na rua, a caminhonete estava na oficina e hoje vou buscá-la
Y: Que bom que tem planos para hoje
DJ: Claro que tenho, vou passar para buscar uma foxy
Y: Outra das suas namoradas?
DJ: Que nada, é só uma putinha casada que estou comendo
Y: Imbecil
DJ: Para de besteira, a que horas passo aí?
De novo ele me tinha contra a parede, eu tinha planos e mesmo assim... Eu estava pensando no que fazer, aquele desgraçado me tratava como uma qualquer e achava que eu ia responder, o pior é que o maldito tinha razão.
Y: às 7
Na hora, mandei mensagem pro meu marido dizendo que ia chegar mais tarde, que me esperasse até a noite. Fiquei esperando ansiosa até a hora marcada. Pontualmente às 7, o Seu José já estava lá fora. Como falei antes, meus colegas achavam que era meu táxi, então ninguém estranhava vê-lo por ali. Me aproximei e, sem trocar uma palavra, ele abriu a porta e eu entrei na caminhonete. Ele saiu dirigindo sem me dizer aonde íamos, mal trocamos ideia. Eu não queria falar com ele, estava muito nervosa e ofendida com os comentários dele. Por parte dele, também não tinha interesse em puxar conversa, só queria fazer uma coisa comigo aquela noite. E eu, bom, por um motivo estava ali com ele.
Depois de um tempo dirigindo, ele parou pra comprar umas coisas. Me perguntou se eu queria beber algo e eu só pedi umas cervejas. Ele voltou e continuou dirigindo. O caminho começou a me parecer familiar, estávamos indo pro nosso bairro, o que me deixou ainda mais nervosa, mas não reclamei. Fiquei ainda mais incrédula quando entramos na nossa rua. Ele parou onde sempre estaciona, me pediu pra descer e ir pros seus quartos. Por sorte não tinha ninguém na rua e ninguém nos viu nos corredores. Chegamos lá, ele entrou primeiro pra ver se não tinha ninguém, me chamou de dentro e me convidou pra entrar. Me fez sentar numa das cadeiras e abriu uma cerveja pra mim. Agora sim ele tava com vontade de conversar.
DJ: Pode ficar tranquila, ninguém vai nos perturbar.
Y: Acho um absurdo você me trazer pra sua casa.
DJ: O que você esperava, que eu pagasse um quarto de hotel? Hoje todos vão estar lotados.
Dei razão a ele. Não parecia a coisa mais apropriada, mas a gente ia demorar pra achar lugar. Além do mais, mesmo com música e gente festejando nos outros quartos, no dele a gente estava totalmente tranquilo. Por um bom tempo ficamos só bebendo e Conversando sobre coisas comuns, acabou o que ele tinha comprado, então ele saiu para pegar mais. Fiquei um momento sozinha, então observei o lugar com mais atenção. Os móveis estavam meio velhos e tinha algumas coisas meio bagunçadas, mas mesmo assim parecia a casa de um casal de senhores, de acordo com a idade deles. Nas paredes tinha fotos de família e um quadro do casamento, onde a esposa dele aparecia jovem com um vestido branco bem largo. O Seu José aparecia sem cabelos brancos e sem rugas, um pouco mais magro, mas ainda corpulento, com costas e braços bem marcados. Vendo bem, ele era bem gostoso quando jovem, não é à toa que era tão mulherengo. Deve ter tido um monte de mulheres atrás dele.
Eu estava nesses pensamentos quando o telefone tocou. Eram quase dez da noite. A Karin estava me ligando. Não atendi. Entraram mais duas chamadas, então decidi desligar o celular. Não queria que ficasse tocando sem parar. O Seu José estava voltando com mais cervejas. Continuamos a conversa de onde paramos, até que chegamos no assunto das saídas noturnas com meus colegas, e ele lembrou do desentendimento que tivemos. Não hesitei em reforçar meu ponto, mas ele se manteve firme. Não tinha gostado que o Marcelo chegasse perto de mim, e só reagiu por instinto. Insisti que ele não devia ter tomado essa atitude porque me deixou mal, mas ele ficou bravo comigo de novo. Disse que eu precisava entender meu lugar de uma vez por todas, que eu não era a esposa dele e que não tínhamos um relacionamento. Isso me deixou puta da vida e eu quis dar um tapa nele, mas ele me segurou, apertando minha mão com força. Soltou e, me encarando com raiva, me deu um tapa de volta.
Não bateu com força suficiente para me machucar, mas por dentro me senti ferida. Mas antes que eu dissesse uma palavra, ele falou alto e repetiu o que tinha dito há pouco: que eu não era a esposa dele, que respeitasse a casa dele ou simplesmente fosse embora. Com o aviso dele, eu quis me virar e ir embora, mas meus pés não respondiam. Olhei nos olhos dele e ainda via seriedade neles. Baixei a cabeça por um momento e... Eu devolvi o olhar para pedir desculpas, mas ele me pegou pela nuca e eu me joguei na boca dele, beijando-o com uma intensidade enorme. É estranho o que a gente sente como mulher com certos homens. O Seu José não era uma pessoa delicada, o jeito dele era muito agressivo e desengonçado, inspirava um certo medo e desconfiança. Mesmo assim, naquela noite ele tinha me convencido a sair e ir pra casa dele. Eu sabia perfeitamente das intenções dele, minha mente me dizia que só me traria problemas segui-lo e, mesmo assim, alguns instantes depois eu já estava na cama dele.
Assim que me teve à mercê, ele descontou as vontades percorrendo meu corpo por cima da roupa. Eu já estava muito bêbada, então só me deixei levar. Estava superestimulada por tudo que tinha acontecido antes: me ver sexy, saber que era desejada, o jeito que o Seu José tinha falado comigo e como me convenceu a vir com ele, o tratamento dele e até o tapa que ele me deu. Logo me vi sem blusa e sem calça. Os olhos dele, cheios de luxúria, se arregalaram ao me ver num baby-doll vermelho. Percebendo isso, entrei no modo provocante. Balancei o quadril enquanto caminhava até ele, me ajoelhei, tirei o pau dele pra fora da calça e comecei a masturbá-lo. Ele me pegou pelo cabelo e com força me guiou até o pau dele, fazendo com que eu o engolisse de uma vez.
Ele me manteve nessa posição, me obrigando a aguentar a grossura do pau dele na minha garganta sem me deixar respirar. Depois me soltou e começou a movimentar o quadril. Ele estava me fodendo pela boca e isso me deixava ainda mais excitada. Comecei a brincar com minha buceta, passando os dedos com cuidado para lubrificar a área. Quando já estava molhada o suficiente, enfiei dois dedos e me estimulei enquanto o Seu José continuava se movendo na minha boca. Ele me soltou, me levantando do chão sem soltar meu cabelo, quase me arrastando até a cama. Me colocou de quatro e eu, já completamente descontrolada, empinei totalmente a bunda para oferecer a ele. Ele pegou o pau e com um único empurrão enfiou tudo. Por estar tão lubrificada, não foi difícil. nada de entrar e sair, ele me dava umas enfiadas selvagens nessa posição e eu continuei com a estimulação dos meus dedos nos meus lábios vaginais, roçando por instantes o membro dele.
Me veio um orgasmo intenso, o espasmo o fez ir mais devagar, mas não o suficiente para parar, ele me fodia cada vez que podia, as palmadas nas nádegas ecoavam por todo o quarto, mas não mais que as molas do seu velho colchão, aquilo era um escândalo total, mas isso não impediu que ouvíssemos um barulho vindo de fora. Pelo medo, quis pará-lo, mas isso não importou para ele, ele se deitou na cama e me fez subir em cima dele, peguei seu membro e o introduzi em mim, o cavalguei por um tempo, até alcançar outro orgasmo, agora sim ele parou um momento, sentou na beirada da cama e me sentou com as pernas abertas na frente dele, introduziu seu pene novamente em mim e me fez subir e descer, sentia a ponta do seu pene roçar na entrada, o que me deu a sensação de querer urinar, por isso busquei parar, mas ele me impediu, me pegou pelas nádegas e com força continuou introduzindo seu membro, senti que saía algo do meu interior, justo nesse momento se ouviu de novo um barulho, como se movessem coisas no quarto ao lado.
Olhei para ele e com o mesmo olhar ele me disse para não me preocupar, com mais tranquilidade continuei com o movimento em busca de deixar sair aquilo que sentia, os dois começamos a acelerar nosso ritmo, quando de repente se ouve a voz de uma mulher “não brinca, José”, era sua esposa que estava parada ao lado da cortina que fazia de porta, me deu um pânico e busquei descer e me esconder nos lençóis, mas o Seu José não se abalou, segurou meus quadris com força impedindo que eu descesse e com aquela voz agressiva só disse “o que você quer? some daqui”. Ela se virou e saiu do quarto, ele não parou o ritmo, continuou e me disse para me soltar e deixar sair, assim fiz, acelerei meu movimento e o orgasmo mais intenso finalmente veio, saía O líquido da minha buceta escorria ao mesmo tempo que Don José soltava sua porra dentro de mim.
Ele se recostou no colchão e eu caí sobre seu peito, sem que ele saísse de mim. Ficamos um momento quietos para recuperar o fôlego. Eu pensava no que havia acontecido, e meu rosto devia transparecer preocupação. Ele me reconfortou, dizendo para eu não me preocupar, que ela não diria nada. Era difícil de acreditar, mas, por alguma razão, aceitei suas palavras como verdade absoluta, convencendo-me de que não haveria consequências. Com a vitalidade recuperada, nos vestimos e saímos. Ele me deixou na entrada do condomínio e eu caminhei até o bloco de apartamentos. Ao entrar, meu marido já estava desesperado pelo atraso, mas eu irradiava uma felicidade que fez ele esquecer disso. Tomei um banho rápido e celebramos a noite conforme combinado. Já na cama, não conseguia esquecer o quão intenso tinha sido o sexo com Don José, então me comportei de forma selvagem com Karin, fazendo com que os dois chegássemos ao orgasmo juntos. Depois, deitados, nos acalmamos e ficamos em silêncio. No fundo, eu sabia que ele desconfiava de mim, então não tive outra saída a não ser jogar os dados e, antes que ele pedisse explicações, eu mesma as dei.
Após meu relato, ele ficou em silêncio, refletindo sobre o que eu havia confessado. Ele disse que entendia que eu tivesse feito aquilo, mas estava decepcionado por eu não ter confiado nele e ter feito tudo sem contar. Eu pedi desculpas e expressei meus medos. Ele pediu um tempo para pensar no que estava acontecendo em nosso relacionamento. Eu aceitei, disse que o que ele decidisse não mudaria o que eu sentia por ele, que eu o amava e continuaria amando. Mas também disse o quanto tinha gostado da experiência e que não estava disposta a deixar isso de lado assim. Confessei que, no que ele tivesse que considerar, pensasse que eu queria os dois na minha vida: ele, como meu marido e companheiro, e Don José, como nosso touro.
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