Pra entender a trama e os personagens dessa história, é bem melhor você ler antes
A Booty do Benja 1
A Booty do Benja 2
Se na lupa você escrever "@discretomf" vai ver uma lista de todos meus contos
Aquela semana pra Benja foi interminável. Pra piorar, com o irmão dele na cama do lado, não dava pra dormir pelado nem enfiar a vela no cu. "Puta que pariu, por que esse otário não vai chupar a buceta da namorada dele?", ele pensava toda hora. Por sorte, ele conseguiu um spray de desodorante vazio que a mãe tinha jogado no lixo do banheiro e com isso ele se aliviava, no banheiro, claro. De manhã, no chuveiro, enfiava no cu até gozar e ia relaxado pra escola. Quando voltava, se trancava de novo no banheiro, apoiava o spray na tampa do vaso e ia sentando devagar. Também descobriu que os desodorantes em barra faziam ele se sentir gostoso, mas tinha medo — aquele desodorante era do irmão e não queria que ficasse cheirinho. Tinha lido muito na internet e já sabia que um bom putinho devia preparar a bundinha pro macho e, como ele queria ser um bom putinho, o cu dele não podia fechar, queria estar perfeito pra estreia com o Lucas. Claro que contou tudo pro Tanque, o gordo ofereceu alguns brinquedos dele, mas Benja tinha medo de ser descoberto. Já tava uma puta confusão com a legging que a mãe ainda "não sabia onde tinha deixado". Morria de vontade de roubar uma calcinha fio dental também, mas melhor pedir pro Tanque, alguma que ficasse pequena nele.
Na escola, com o Lucas, tudo bem, como sempre, sem mencionar nada. Só na sexta, quando já tava indo embora, ele falou "amanhã você vem, né?".
No almoço, ele resolveu tudo.
— Mãe, esse fim de semana não vou com vocês pra Chascomús, tenho que estudar.
— Tá bom, já que vai ficar vago seu lugar, aviso sua tia pra vir, ela tava com vontade.
— Mãe, você lembrou que pedi pra comprar pepinos na quitanda? O Tanque falou que são muito bons. pra pele agora que o verão tá chegando.
— Tão, tão no gavetão da geladeira.
— Valeu, mãe.
Foi pro quarto dele, a buceta tava gritando, ciscando, molhando, mas não dava pra levar um pepino pro quarto até de noite. O irmão não tava, ele se pelou e deitou. Meteu um dedo, depois dois, cuspiu no aerossol, enfiou de uma vez, gostava de sentir uma dorzinha. Tirou uma foto com o aerossol enfiado e mandou pro Tanque.
— Não aguento mais, quero picaaaaaa.
— Que viado você é, não sei de quem aprendeu, kkkkkkkk. E o pepino?
— Hoje à noite, Tanque, minha mãe tava rondando a cozinha, não dava pra trazer pro quarto.
O vai e vem do aerossol já tava fazendo efeito, a buceta dele tava feliz, ele tava feliz, o cu aberto enchia ele de sensações lindas, eletrizava a pica dele, os ovos, fechava os olhos e se imaginava de bruços na cama, o Lucas por cima dele enfiando e tirando da bucetinha dele e gemendo "ai Benja, ai Benja, que rabo gostoso, come essa putinha minha, come". Sexo ou tava ficando romântico? Naaaaaada, pica!!!!
O leite jorrou a jato da mangueirinha, pequena mas bem leiteira, e o Benja como sempre lambeu até a última gotinha. Será que o leite do Lucas era gostoso? Vestiu a cueca e em 5 minutos apagou. Acordou com o barulho, o irmão de cueca arrumando a mochila, remexendo naquele cantinho que ele já tinha espionado e enfiando no fundo da mochila as duas caixinhas de camisinha. "Que vantagem que é dar o meu cuzinho!", pensou. "O Lucas nunca vai poder me engravidar e nunca vai me pegar menstruada, hehe". Pela primeira vez reparou no volume do irmão. Não, não era piquininho igual o dele, que sorte pra namorada. O volume era bonitinho, o cuzinho dele deu um pulo, sentiu vergonha, era o irmão!!!
Às 9 eles foram embora e o Benja ficou sozinho. Foi direto pra geladeira, escolheu o pepino mais grosso. "O Tanque tem razão, que viado eu sou!". Acariciou ele, sentiu macio, deu um pouco de medo, mas Depois pensou: "você, tiny ass, consegue!" A roupa voou pelo ar, os lençóis voaram. Levantou as perninhas, passou bastante creme e um, dois, três dedos foram dilatar a buceta dela, ahhhh, como ela podia sentir tanto ali!!! Quando se sentiu um pouco dilatada, passou creme no pepino, encostou na vulva e deu a primeira empurrada, aaaay! era grosso!, mas macio, mais mole que a cenoura que já tinha enfiado uma vez, mais quente que o spray, mas era enorme!!, mais grosso que o vibrador de duas pontas que tinha desvirginado a bunda dela na casa do Tanque. Deu outra empurrada, viu estrelas. Deixou sair. Enfiou de novo, só uns centímetros, não entrava mais. Tirou uma foto, mandou pro Tanque. Ligou pra ele.
O Tanque começou uma videochamada, foi guiando, mais creme, mete e tira, mete e tira, até que, lacrimejando, a parte mais grossa do pepino já estava na Booty do Benja.
— Bom, vou deixar você, o Manzi tá chegando —
— Valeu, Tanque, não sei o que faria sem você —
— Ia caçar uns cuties, otário —
— Naaa, isso nunca, sou re-puto, virgem mas puto, hahahaha —
Benja sentia a Booty aberta e cheia, começou um mete e tira devagar, custava. Fechou os olhos, tentou relaxar, afrouxou as pernas, empurrou de novo, agora sim, a tiny ass dele respondia, se abria, gozava, devagar, mais forte, ahhhh, que eletricidade no corpo todo. Benja vibrava. O pepi saía quase inteiro e de novo, até a parte grossa, entrava dentro de Benja, o esfíncter dilatava gostoso, ficava molhado, Benja gemia, quase gritava, o pinto dele dormido era uma poça de pré-gozo, a bunda dele tomava conta, a Booty do Benja mandava, ordenava.
— Enfia fundo, se enche, me enche —
— Sim, tiny ass, como eu gosto do que você me faz sentir —
De repente, Benja sentiu o gozo vindo, mas o cock dele era um amendoim, não tinha endurecido nem um pouquinho.
— Eu mando, promiscuous — gritou a Booty dele —, seu clitóris não endurece mais —
O gozo foi jorrando, abundantíssimo como sempre, gotão atrás de gotão, interminável, do pintinho dormido dele, como um gêiser. moribundo, encharcou as bolas, desceu pro pepino e o vai e vem do pepino foi metendo na buceta dele. Benja ficou exausto, o pepino foi saindo, Benja virou, se abraçou no travesseiro, o pepino terminou de sair da buceta avermelhada e rolou no chão.
A luz da manhã encontrou ele dormindo em cima do lençol molhado dos sucos da buceta dele e do próprio esperma, os dedos foram conferir a tiny ass, ainda se sentia molinha, sorte que nada de sangue, nada de dor, a raba do Benja era aguentadora, o cheiro de pica no quarto era forte. Ele levantou e pelado como estava, já que tava sozinho, foi pro chuveiro, lavou bem a tiny ass e o clitóris que tava todo grudento, ensaboou bem os peitinhos, tomara que o Lucas gostasse deles. Será que ele vinha? Tomara que sim, senão o amigo pepino ia ter que trabalhar.
Benja vestiu uma calça jeans e uma camiseta justas, preparou o play no living. Colocou um par de cocas na geladeira. Ficou pensando como fazia pra pegar o Lucas, a primeira conquista dele. Será que era verdade que o Lucas gostava da raba dele? Ou só olhava sem maldade, só porque ele era bundudo? Talvez fosse a tesão dele que fazia imaginar coisas. Como fazia? Como insinuava? Como conquistava ele? E se ele não sacasse? E se o Lucas ficasse bravo e dissesse "que isso, cê pensa que eu sou viado?"
Benja tinha mais que certeza, ele era viado. O que a raba dele fazia sentir, o que ele viveu com o Tanque. Por que se fazer de besta? Foi como se a raba dele gritasse "vive o que você é, não se esconde, viadão". Então, pra que tanta história? E sim, ia receber o Lucas do mesmo jeito que o Tanque recebeu ele. Um pouco antes do Lucas chegar, ele se pelou, passou umas gotas de perfume nas nádegas e nos mamilos, vestiu a legging que "a mãe tinha perdido", por cima uma camisa folgada enfiada dentro da legging, pra não tampar nadinha da tiny ass dele, bem putinha!! O play? Pra que no Vivo?, naaa, levou ela pro quarto e conectou na escrivaninha.
Faltava meia hora pro Lucas chegar, parou na frente do espelho, mmm, a legging enfiada na bunda ficava uma delícia, rebolou, ensaiou andar igual os femboys que via na internet, igual a Cris (Cristina), o cara da outra divisão, mas claro, eles eram magrinhos, com uma rabeta de modelo, já a bunda dele era enorme.
-Enorme, mas linda-, disse a Bunda dele. E a Bunda dele sempre tinha razão.
Finalmente a mensagem "tô na porta". Abriu. Lucas viu ele e ficou travado, a camisa aberta sem um único pelo no peito, os peitinhos gordinhos insinuando, a legging apertadíssima, na frente quase nada de volume. Cumprimentou com o punho.
-Vai, entra, vamos tomar uma coca?- A Bunda do Benja foi rebolando suave até a cozinha, Lucas atrás, os olhos cravados naquela bunda que mais do que usar legging, parecia que tinha a pele pintada, de tão apertada e enfiada na racha que tava.
-Senta-
Ficaram trocando ideia besta, Lucas tava visivelmente nervoso. Benja, ao contrário, tava totalmente decidido e confiante, como se fosse um putão experiente, os discursos da Bunda dele davam confiança.
-Calma, Lu-, disse Benja se levantando, virando de lado e passando a mão na própria bunda.
-A gente já sabe, mas se você não quiser, tudo bem. Cê gosta da minha bundinha?- Pegou a mão de Lucas e levou até a Bunda dele. -Toca, se quiser é sua-
Lucas ficou duro. O que o Benja tava falando??, o que o Benja tava fazendo??? Assim?, tão na lata? Seus viris 17 anos começavam a endurecer o pau também. Lucas sabia que tinha algo rolando com Benja, mas assim tão na cara!!! E bom, fazia tanto tempo que ele queria estrear o pau nunca usado!!!, por que não? O gordo tava uma gostosura. Levantou. Continuou passando a mão na bundona do Benja, a mão subia e descia pelas redondezas. Benja pegou a mão dele de novo e levou até a racha, os dois soltaram o primeiro ahhh. Não precisava mais nada, Benja levou ele pro quarto e parou na frente. a ele. Lucas se deixava fazer, e Benja começou a agir, puxou de uma vez só a calça e a cueca dele, se ajoelhou e começou a lamber a piroca meio dura de Lucas como se fosse um sorvete de chocolate, fechou os lábios macios e apoiou na pontinha da glande, foi abrindo e engolindo aos poucos a cabecinha daquela piroca gostosa. Como o Tanque tinha razão, os putinhos já nascem sabendo chupar uma piroca. Quando chegou na beirada da glande, o trabalho dele ganhou a primeira recompensa: o "ahhhh" de Lucas e a primeira gotinha de pré-gozo na língua. Fechou os olhos e de uma vez engoliu tudo até a raiz. Não era enorme igual a do Tanque, mas pra um "bumbum virgem" como o dele, os 16 cm de Lucas, grossos, cabeçudos, eram perfeitos. O cara continuava parado, as mãos ao lado do corpo, mas a piroca já estava dura que nem pedra e o pré-gozo era pra caralho. Benja seguiu no papel que nunca imaginou de "power bottom", de "passivo invasor". Soltou a piroca, tirou a legging e se deitou sobre a mesa, igual tinha visto na primeira vez com Manzi e o Tanque. Abriu as nádegas com as mãos e ordenou: — Vai, me come.
Lucas, sério e em silêncio, se aproximou e encostou a ponta. Benja estava tão molhado e dilatado que não precisava de entrada cuidadosa, queria tudo e já. Levou as mãos até o quadril de Lucas e deu um puta empurrão pra frente, a bunda dele engoliu de uma vez até o fundo a piroca grossa de Lucas.
— Ai, não — gritou Lucas, enquanto Benja sentia a piroca engrossar ainda mais dentro da bunda dele e depois sentiu aquela sensação de calor na barriga por causa daquele primeiro gozo generoso que o inundava.
— Já gozou?!
— É, me desculpa — disse Lucas, enquanto começava a tirar a piroca do cu de Benja.
— Não tira, me bombeia um pouco pelo menos.
Lucas começou um vai e vem curto. Benja fechou os olhos, apesar de tudo, aquela piroca fazia ele se sentir delicioso, mas já tinha perdido a graça. A gente goza de verdade quando a bunda e a mente gozam juntas. Senão, não tem prazer de verdade. melhor uma punheta.
Em poucos minutos, a pica do Lucas foi amolecendo e saindo da bunda do Benja.
— Vem, vamos pra cama —
Deitaram lado a lado em silêncio. A mão do Benja foi direto brincar com a pica meio mole do Lucas.
— Me desculpa, Benja, é minha primeira vez como ativo, e com essa rabuda que você me deu, não aguentei, tava muito nervoso e com essas suas nádegas fiquei doidão —
— Sua primeira vez como ativo????? —
— Sim, Benja, se prometer que não vai contar pra ninguém, eu conto —
— Fica tranquilo, Lucas, entre putas a gente se cuida —
— Meu irmão me come desde moleque —
— Sério??????, nãoooo!!! —
— Sim, ele tem 7 anos a mais que eu, e sempre me comeu. Quando morava em casa e dormíamos no mesmo quarto, ele me comia toda noite. Depois que me enchia de porra, me abraçava e dormíamos assim toda noite, por sorte meus pais nunca descobriram, mas teve suas coisas, eu era o moleque "tão bonzinho" que lavava as cuecas dele toda manhã pra minha mãe não ver as manchas de sêmen que escorriam da minha bunda, o pau do meu irmão tem mais de 20 centímetros, e bem grosso, quando ele tira, fico com um rabão enorme. E com a desculpa da "vergonha de ser visto pelado" dormíamos com o quarto trancado, hehe. Faz dois anos que ele foi morar com uma gatinha, mas vem várias vezes por semana "pra tomar mate com minha mãe", e me arrebenta a bunda em 4 toda vez que vem. Às vezes trazia algum amigo e me enfiavam, mas quase sempre era só nós dois —
— Uau, Lu, você me deixou chocado. E eu que pensava que você olhava minha bunda porque queria me comer. Você olhava só de inveja mesmo — Os dois riram.
— Sim, Benja, adoro sua bunda, viu como é a minha? Pequena, peluda —
— Sim, mas com essa bundinha feia você tem litros de porra dentro. Com a minha bundinha super pequena, a primeira pica que recebo é a sua hoje —
— Nada, não me fode —
— Você gostou de me comer? —
— Pra ser sincero, não sei —
— Me espera — Benja foi pra cozinha e trouxe o pepino, grosso, comprido, sensual — você topa? —
— Claro — disse Lucas enquanto levantava as perninhas e com os dedos levava saliva pro cu.
—Assim não, fica de quatro — Benja tirou o suquinho da própria bunda e lubrificou o pepino. Começou a enfiar. Sério, Lucas já tava arrombado, o pepino entrava fácil. Mandou até quase a parte mais grossa.
—Ai Benja que delíciaaa, vai, me come com o pepino —
—Espera — Benja se colocou de quatro atrás de Lucas e levou a outra ponta do pepino pra sua buceta molhada —
—O que cê tá fazendo? —
—Deixa comigo — A outra metade do pepino entrou na bunda de Benja. Lucas olhou pra trás
—Cu com cu? Que loucura! — levou o primeiro empurrão de Benja — ahhh, que delíciaaaaaa, assim Benja, continua, continua —
—Eu sozinho? Não! Faz o mesmo comigo.
Daí a pouco os dois passivos estavam se comendo. Não era igual ao consolo enorme do Tanque, mas os dois gemiam e gozavam. E os dois gozaram e os dois relaxaram e o pepino voou das bundas abertas e molhadas.
Dessa vez se abraçaram e deram o primeiro beijo.
—O que você gostou mais, Lucas, o pepino ou minha bundinha? —
—Ai me desculpa Benja, o pepino, sou promíscuo 1000% passivo, não dá pra negar, me desculpa —
A conversa continuou, Lucas tinha muito o que contar, Benja nada, nem fodendo ia contar sobre o Tanque, era amigo dele, era o mestre dele, tinha que proteger!!!
Quando Lucas foi embora, Benja ficou pensando, se Lucas era a putinha do irmão, por que ele não? Foda-se os preconceitos, como será que era a pica do irmão dele? Parecia muito boa. E dormia na cama do lado!!!
Ia tentar alguma coisa. Claro, naquele fim de semana o irmão dele passava inteiro na casa da namorada, mas já na segunda-feira..., alguma coisa ele ia fazer.
A estreia dele com Lucas tinha sido um fracasso, ou quase, bom, agora tinha dois amigos passivos pra compartilhar a vida, mas tava com muito tesão.
Ahhh, claaaaaaro, a tia dele tava em Chascomús!!! O primo Johny tava sozinho em casa!!, aquele que provocava sonhos molhados, aquele que nos sonhos ele já tinha macetado dezenas de vezes. Por que não?
Começaram a trocar mensagens de texto, vai e vai e volta, vai e vem.
— Johny, posso dormir na sua casa hoje à noite? Assim a gente não fica sozinho —
— Fechou, curto pra caralho. Vem jantar aqui, minha mãe deixou umas empadas no freezer, e depois a gente dá uma jogada no play —
— Beleza, umas 7 horas tô aí —
— O que acha de Tiny Ass? —
— Amo pra cacete!! Das vezes que o Johny me comeu sem saber!! —
Benja passou a mão nela com um sorriso satisfeito
(Continua)
A Booty do Benja 1
A Booty do Benja 2
Se na lupa você escrever "@discretomf" vai ver uma lista de todos meus contos
Aquela semana pra Benja foi interminável. Pra piorar, com o irmão dele na cama do lado, não dava pra dormir pelado nem enfiar a vela no cu. "Puta que pariu, por que esse otário não vai chupar a buceta da namorada dele?", ele pensava toda hora. Por sorte, ele conseguiu um spray de desodorante vazio que a mãe tinha jogado no lixo do banheiro e com isso ele se aliviava, no banheiro, claro. De manhã, no chuveiro, enfiava no cu até gozar e ia relaxado pra escola. Quando voltava, se trancava de novo no banheiro, apoiava o spray na tampa do vaso e ia sentando devagar. Também descobriu que os desodorantes em barra faziam ele se sentir gostoso, mas tinha medo — aquele desodorante era do irmão e não queria que ficasse cheirinho. Tinha lido muito na internet e já sabia que um bom putinho devia preparar a bundinha pro macho e, como ele queria ser um bom putinho, o cu dele não podia fechar, queria estar perfeito pra estreia com o Lucas. Claro que contou tudo pro Tanque, o gordo ofereceu alguns brinquedos dele, mas Benja tinha medo de ser descoberto. Já tava uma puta confusão com a legging que a mãe ainda "não sabia onde tinha deixado". Morria de vontade de roubar uma calcinha fio dental também, mas melhor pedir pro Tanque, alguma que ficasse pequena nele.
Na escola, com o Lucas, tudo bem, como sempre, sem mencionar nada. Só na sexta, quando já tava indo embora, ele falou "amanhã você vem, né?".
No almoço, ele resolveu tudo.
— Mãe, esse fim de semana não vou com vocês pra Chascomús, tenho que estudar.
— Tá bom, já que vai ficar vago seu lugar, aviso sua tia pra vir, ela tava com vontade.
— Mãe, você lembrou que pedi pra comprar pepinos na quitanda? O Tanque falou que são muito bons. pra pele agora que o verão tá chegando.
— Tão, tão no gavetão da geladeira.
— Valeu, mãe.
Foi pro quarto dele, a buceta tava gritando, ciscando, molhando, mas não dava pra levar um pepino pro quarto até de noite. O irmão não tava, ele se pelou e deitou. Meteu um dedo, depois dois, cuspiu no aerossol, enfiou de uma vez, gostava de sentir uma dorzinha. Tirou uma foto com o aerossol enfiado e mandou pro Tanque.
— Não aguento mais, quero picaaaaaa.
— Que viado você é, não sei de quem aprendeu, kkkkkkkk. E o pepino?
— Hoje à noite, Tanque, minha mãe tava rondando a cozinha, não dava pra trazer pro quarto.
O vai e vem do aerossol já tava fazendo efeito, a buceta dele tava feliz, ele tava feliz, o cu aberto enchia ele de sensações lindas, eletrizava a pica dele, os ovos, fechava os olhos e se imaginava de bruços na cama, o Lucas por cima dele enfiando e tirando da bucetinha dele e gemendo "ai Benja, ai Benja, que rabo gostoso, come essa putinha minha, come". Sexo ou tava ficando romântico? Naaaaaada, pica!!!!
O leite jorrou a jato da mangueirinha, pequena mas bem leiteira, e o Benja como sempre lambeu até a última gotinha. Será que o leite do Lucas era gostoso? Vestiu a cueca e em 5 minutos apagou. Acordou com o barulho, o irmão de cueca arrumando a mochila, remexendo naquele cantinho que ele já tinha espionado e enfiando no fundo da mochila as duas caixinhas de camisinha. "Que vantagem que é dar o meu cuzinho!", pensou. "O Lucas nunca vai poder me engravidar e nunca vai me pegar menstruada, hehe". Pela primeira vez reparou no volume do irmão. Não, não era piquininho igual o dele, que sorte pra namorada. O volume era bonitinho, o cuzinho dele deu um pulo, sentiu vergonha, era o irmão!!!
Às 9 eles foram embora e o Benja ficou sozinho. Foi direto pra geladeira, escolheu o pepino mais grosso. "O Tanque tem razão, que viado eu sou!". Acariciou ele, sentiu macio, deu um pouco de medo, mas Depois pensou: "você, tiny ass, consegue!" A roupa voou pelo ar, os lençóis voaram. Levantou as perninhas, passou bastante creme e um, dois, três dedos foram dilatar a buceta dela, ahhhh, como ela podia sentir tanto ali!!! Quando se sentiu um pouco dilatada, passou creme no pepino, encostou na vulva e deu a primeira empurrada, aaaay! era grosso!, mas macio, mais mole que a cenoura que já tinha enfiado uma vez, mais quente que o spray, mas era enorme!!, mais grosso que o vibrador de duas pontas que tinha desvirginado a bunda dela na casa do Tanque. Deu outra empurrada, viu estrelas. Deixou sair. Enfiou de novo, só uns centímetros, não entrava mais. Tirou uma foto, mandou pro Tanque. Ligou pra ele.
O Tanque começou uma videochamada, foi guiando, mais creme, mete e tira, mete e tira, até que, lacrimejando, a parte mais grossa do pepino já estava na Booty do Benja.
— Bom, vou deixar você, o Manzi tá chegando —
— Valeu, Tanque, não sei o que faria sem você —
— Ia caçar uns cuties, otário —
— Naaa, isso nunca, sou re-puto, virgem mas puto, hahahaha —
Benja sentia a Booty aberta e cheia, começou um mete e tira devagar, custava. Fechou os olhos, tentou relaxar, afrouxou as pernas, empurrou de novo, agora sim, a tiny ass dele respondia, se abria, gozava, devagar, mais forte, ahhhh, que eletricidade no corpo todo. Benja vibrava. O pepi saía quase inteiro e de novo, até a parte grossa, entrava dentro de Benja, o esfíncter dilatava gostoso, ficava molhado, Benja gemia, quase gritava, o pinto dele dormido era uma poça de pré-gozo, a bunda dele tomava conta, a Booty do Benja mandava, ordenava.
— Enfia fundo, se enche, me enche —
— Sim, tiny ass, como eu gosto do que você me faz sentir —
De repente, Benja sentiu o gozo vindo, mas o cock dele era um amendoim, não tinha endurecido nem um pouquinho.
— Eu mando, promiscuous — gritou a Booty dele —, seu clitóris não endurece mais —
O gozo foi jorrando, abundantíssimo como sempre, gotão atrás de gotão, interminável, do pintinho dormido dele, como um gêiser. moribundo, encharcou as bolas, desceu pro pepino e o vai e vem do pepino foi metendo na buceta dele. Benja ficou exausto, o pepino foi saindo, Benja virou, se abraçou no travesseiro, o pepino terminou de sair da buceta avermelhada e rolou no chão.
A luz da manhã encontrou ele dormindo em cima do lençol molhado dos sucos da buceta dele e do próprio esperma, os dedos foram conferir a tiny ass, ainda se sentia molinha, sorte que nada de sangue, nada de dor, a raba do Benja era aguentadora, o cheiro de pica no quarto era forte. Ele levantou e pelado como estava, já que tava sozinho, foi pro chuveiro, lavou bem a tiny ass e o clitóris que tava todo grudento, ensaboou bem os peitinhos, tomara que o Lucas gostasse deles. Será que ele vinha? Tomara que sim, senão o amigo pepino ia ter que trabalhar.
Benja vestiu uma calça jeans e uma camiseta justas, preparou o play no living. Colocou um par de cocas na geladeira. Ficou pensando como fazia pra pegar o Lucas, a primeira conquista dele. Será que era verdade que o Lucas gostava da raba dele? Ou só olhava sem maldade, só porque ele era bundudo? Talvez fosse a tesão dele que fazia imaginar coisas. Como fazia? Como insinuava? Como conquistava ele? E se ele não sacasse? E se o Lucas ficasse bravo e dissesse "que isso, cê pensa que eu sou viado?"
Benja tinha mais que certeza, ele era viado. O que a raba dele fazia sentir, o que ele viveu com o Tanque. Por que se fazer de besta? Foi como se a raba dele gritasse "vive o que você é, não se esconde, viadão". Então, pra que tanta história? E sim, ia receber o Lucas do mesmo jeito que o Tanque recebeu ele. Um pouco antes do Lucas chegar, ele se pelou, passou umas gotas de perfume nas nádegas e nos mamilos, vestiu a legging que "a mãe tinha perdido", por cima uma camisa folgada enfiada dentro da legging, pra não tampar nadinha da tiny ass dele, bem putinha!! O play? Pra que no Vivo?, naaa, levou ela pro quarto e conectou na escrivaninha.
Faltava meia hora pro Lucas chegar, parou na frente do espelho, mmm, a legging enfiada na bunda ficava uma delícia, rebolou, ensaiou andar igual os femboys que via na internet, igual a Cris (Cristina), o cara da outra divisão, mas claro, eles eram magrinhos, com uma rabeta de modelo, já a bunda dele era enorme.
-Enorme, mas linda-, disse a Bunda dele. E a Bunda dele sempre tinha razão.
Finalmente a mensagem "tô na porta". Abriu. Lucas viu ele e ficou travado, a camisa aberta sem um único pelo no peito, os peitinhos gordinhos insinuando, a legging apertadíssima, na frente quase nada de volume. Cumprimentou com o punho.
-Vai, entra, vamos tomar uma coca?- A Bunda do Benja foi rebolando suave até a cozinha, Lucas atrás, os olhos cravados naquela bunda que mais do que usar legging, parecia que tinha a pele pintada, de tão apertada e enfiada na racha que tava.
-Senta-
Ficaram trocando ideia besta, Lucas tava visivelmente nervoso. Benja, ao contrário, tava totalmente decidido e confiante, como se fosse um putão experiente, os discursos da Bunda dele davam confiança.
-Calma, Lu-, disse Benja se levantando, virando de lado e passando a mão na própria bunda.
-A gente já sabe, mas se você não quiser, tudo bem. Cê gosta da minha bundinha?- Pegou a mão de Lucas e levou até a Bunda dele. -Toca, se quiser é sua-
Lucas ficou duro. O que o Benja tava falando??, o que o Benja tava fazendo??? Assim?, tão na lata? Seus viris 17 anos começavam a endurecer o pau também. Lucas sabia que tinha algo rolando com Benja, mas assim tão na cara!!! E bom, fazia tanto tempo que ele queria estrear o pau nunca usado!!!, por que não? O gordo tava uma gostosura. Levantou. Continuou passando a mão na bundona do Benja, a mão subia e descia pelas redondezas. Benja pegou a mão dele de novo e levou até a racha, os dois soltaram o primeiro ahhh. Não precisava mais nada, Benja levou ele pro quarto e parou na frente. a ele. Lucas se deixava fazer, e Benja começou a agir, puxou de uma vez só a calça e a cueca dele, se ajoelhou e começou a lamber a piroca meio dura de Lucas como se fosse um sorvete de chocolate, fechou os lábios macios e apoiou na pontinha da glande, foi abrindo e engolindo aos poucos a cabecinha daquela piroca gostosa. Como o Tanque tinha razão, os putinhos já nascem sabendo chupar uma piroca. Quando chegou na beirada da glande, o trabalho dele ganhou a primeira recompensa: o "ahhhh" de Lucas e a primeira gotinha de pré-gozo na língua. Fechou os olhos e de uma vez engoliu tudo até a raiz. Não era enorme igual a do Tanque, mas pra um "bumbum virgem" como o dele, os 16 cm de Lucas, grossos, cabeçudos, eram perfeitos. O cara continuava parado, as mãos ao lado do corpo, mas a piroca já estava dura que nem pedra e o pré-gozo era pra caralho. Benja seguiu no papel que nunca imaginou de "power bottom", de "passivo invasor". Soltou a piroca, tirou a legging e se deitou sobre a mesa, igual tinha visto na primeira vez com Manzi e o Tanque. Abriu as nádegas com as mãos e ordenou: — Vai, me come.
Lucas, sério e em silêncio, se aproximou e encostou a ponta. Benja estava tão molhado e dilatado que não precisava de entrada cuidadosa, queria tudo e já. Levou as mãos até o quadril de Lucas e deu um puta empurrão pra frente, a bunda dele engoliu de uma vez até o fundo a piroca grossa de Lucas.
— Ai, não — gritou Lucas, enquanto Benja sentia a piroca engrossar ainda mais dentro da bunda dele e depois sentiu aquela sensação de calor na barriga por causa daquele primeiro gozo generoso que o inundava.
— Já gozou?!
— É, me desculpa — disse Lucas, enquanto começava a tirar a piroca do cu de Benja.
— Não tira, me bombeia um pouco pelo menos.
Lucas começou um vai e vem curto. Benja fechou os olhos, apesar de tudo, aquela piroca fazia ele se sentir delicioso, mas já tinha perdido a graça. A gente goza de verdade quando a bunda e a mente gozam juntas. Senão, não tem prazer de verdade. melhor uma punheta.
Em poucos minutos, a pica do Lucas foi amolecendo e saindo da bunda do Benja.
— Vem, vamos pra cama —
Deitaram lado a lado em silêncio. A mão do Benja foi direto brincar com a pica meio mole do Lucas.
— Me desculpa, Benja, é minha primeira vez como ativo, e com essa rabuda que você me deu, não aguentei, tava muito nervoso e com essas suas nádegas fiquei doidão —
— Sua primeira vez como ativo????? —
— Sim, Benja, se prometer que não vai contar pra ninguém, eu conto —
— Fica tranquilo, Lucas, entre putas a gente se cuida —
— Meu irmão me come desde moleque —
— Sério??????, nãoooo!!! —
— Sim, ele tem 7 anos a mais que eu, e sempre me comeu. Quando morava em casa e dormíamos no mesmo quarto, ele me comia toda noite. Depois que me enchia de porra, me abraçava e dormíamos assim toda noite, por sorte meus pais nunca descobriram, mas teve suas coisas, eu era o moleque "tão bonzinho" que lavava as cuecas dele toda manhã pra minha mãe não ver as manchas de sêmen que escorriam da minha bunda, o pau do meu irmão tem mais de 20 centímetros, e bem grosso, quando ele tira, fico com um rabão enorme. E com a desculpa da "vergonha de ser visto pelado" dormíamos com o quarto trancado, hehe. Faz dois anos que ele foi morar com uma gatinha, mas vem várias vezes por semana "pra tomar mate com minha mãe", e me arrebenta a bunda em 4 toda vez que vem. Às vezes trazia algum amigo e me enfiavam, mas quase sempre era só nós dois —
— Uau, Lu, você me deixou chocado. E eu que pensava que você olhava minha bunda porque queria me comer. Você olhava só de inveja mesmo — Os dois riram.
— Sim, Benja, adoro sua bunda, viu como é a minha? Pequena, peluda —
— Sim, mas com essa bundinha feia você tem litros de porra dentro. Com a minha bundinha super pequena, a primeira pica que recebo é a sua hoje —
— Nada, não me fode —
— Você gostou de me comer? —
— Pra ser sincero, não sei —
— Me espera — Benja foi pra cozinha e trouxe o pepino, grosso, comprido, sensual — você topa? —
— Claro — disse Lucas enquanto levantava as perninhas e com os dedos levava saliva pro cu.
—Assim não, fica de quatro — Benja tirou o suquinho da própria bunda e lubrificou o pepino. Começou a enfiar. Sério, Lucas já tava arrombado, o pepino entrava fácil. Mandou até quase a parte mais grossa.
—Ai Benja que delíciaaa, vai, me come com o pepino —
—Espera — Benja se colocou de quatro atrás de Lucas e levou a outra ponta do pepino pra sua buceta molhada —
—O que cê tá fazendo? —
—Deixa comigo — A outra metade do pepino entrou na bunda de Benja. Lucas olhou pra trás
—Cu com cu? Que loucura! — levou o primeiro empurrão de Benja — ahhh, que delíciaaaaaa, assim Benja, continua, continua —
—Eu sozinho? Não! Faz o mesmo comigo.
Daí a pouco os dois passivos estavam se comendo. Não era igual ao consolo enorme do Tanque, mas os dois gemiam e gozavam. E os dois gozaram e os dois relaxaram e o pepino voou das bundas abertas e molhadas.
Dessa vez se abraçaram e deram o primeiro beijo.
—O que você gostou mais, Lucas, o pepino ou minha bundinha? —
—Ai me desculpa Benja, o pepino, sou promíscuo 1000% passivo, não dá pra negar, me desculpa —
A conversa continuou, Lucas tinha muito o que contar, Benja nada, nem fodendo ia contar sobre o Tanque, era amigo dele, era o mestre dele, tinha que proteger!!!
Quando Lucas foi embora, Benja ficou pensando, se Lucas era a putinha do irmão, por que ele não? Foda-se os preconceitos, como será que era a pica do irmão dele? Parecia muito boa. E dormia na cama do lado!!!
Ia tentar alguma coisa. Claro, naquele fim de semana o irmão dele passava inteiro na casa da namorada, mas já na segunda-feira..., alguma coisa ele ia fazer.
A estreia dele com Lucas tinha sido um fracasso, ou quase, bom, agora tinha dois amigos passivos pra compartilhar a vida, mas tava com muito tesão.
Ahhh, claaaaaaro, a tia dele tava em Chascomús!!! O primo Johny tava sozinho em casa!!, aquele que provocava sonhos molhados, aquele que nos sonhos ele já tinha macetado dezenas de vezes. Por que não?
Começaram a trocar mensagens de texto, vai e vai e volta, vai e vem.
— Johny, posso dormir na sua casa hoje à noite? Assim a gente não fica sozinho —
— Fechou, curto pra caralho. Vem jantar aqui, minha mãe deixou umas empadas no freezer, e depois a gente dá uma jogada no play —
— Beleza, umas 7 horas tô aí —
— O que acha de Tiny Ass? —
— Amo pra cacete!! Das vezes que o Johny me comeu sem saber!! —
Benja passou a mão nela com um sorriso satisfeito
(Continua)
1 comentários - Booty do Benja 3 (conto gay)