Esta é uma história real da minha adolescência, que passou como uma estrela cadente entre as idas pra escola e a casa dos meus pais... Tudo começou numa manhã de verão, quando o calor tava forte e a brisa do mar acariciava minha pele da minha adolescência incerta, sem saber o que esperar da vida e do sexo, que era pouco o que eu sabia... Meu primo Alejandro chegou em casa todo agitado pela longa viagem até nossa casa. É verdade que na nossa casa tinha empregada, mas elas só cuidavam das tarefas básicas do lar... Nesse momento, entrei em cena. Eu tava usando um vestido azul com detalhes brancos que combinavam com meus sapatos novos... Minha pele destilava pequenas gotas de suor com cheiro de virgindade matinal. Meu primo Alejandro me olhava com os olhos arregalados de espanto ao ver meu traje de domingo... Naquela hora, ele ficou de boca aberta e as gotas de saliva quase caíam no chão, e perguntou onde estavam meus tios, ou seja, meus pais. Eu respondi que tinham saído pra fazer as compras pra minha festa de quinze anos... Então ele me disse: "Ah, você é mesmo uma mocinha muito linda e gostosa." Eu fiquei sem reação ao ouvir aquelas palavras, que ele sussurrava bem pertinho do meu ouvido, a ponto de eu sentir o hálito quente dele... Naquele momento, entrei em pânico e apoiei minha mão trêmula no pau dele, que parecia bem comprido e grosso, e ele disse: "Tenho um presente pra você, prima." Nessa hora, ele puxou pra fora aquela rola enorme cor de chocolate.
E aí ele me disse: "não tem medo não, isso é seu presente de aniversário". Naquela hora, minha buceta virgem se contraiu, tipo dizendo "chegou a hora", e meu cu ficava esticando e encolhendo, sei lá por quê. Naquele momento, percebi que o pauzão chocolate era da grossura do meu braço direito... Ele falou: "vamos, não tem medo, pega nele, você vai gostar". Com um medo do caralho, coloquei minha mão naquele pau, dava pra sentir ele pulsando, o pré-gozo já escorrendo, ansioso pra eu me banhar nele.
Naquele momento, por instinto, eu soube o que fazer. Era como se meu próprio corpo já soubesse o caminho. Comecei a chupar as bolas dele como se fossem balas grandes e redondas, que não se desmanchavam na minha boca inexperiente. Lambi a cabeça enorme do pau grande e cheio de veias dele.
Assim é o pau do meu querido primo. Do jeito que pude, fiz aquela coisa enorme entrar na minha boca.
Assim... Depois de vários movimentos com minha boca, comecei a sentir que a rola enorme dele tava ficando cada vez maior e mais grossa. De repente, ele me puxou pelo cabelo e enfiou aquela rola enorme até o fundo da minha garganta... Senti que tava me afogando quando, pela primeira vez, senti o calor e o gosto do leite quente e grosso dele... Continua...
E aí ele me disse: "não tem medo não, isso é seu presente de aniversário". Naquela hora, minha buceta virgem se contraiu, tipo dizendo "chegou a hora", e meu cu ficava esticando e encolhendo, sei lá por quê. Naquele momento, percebi que o pauzão chocolate era da grossura do meu braço direito... Ele falou: "vamos, não tem medo, pega nele, você vai gostar". Com um medo do caralho, coloquei minha mão naquele pau, dava pra sentir ele pulsando, o pré-gozo já escorrendo, ansioso pra eu me banhar nele.
Naquele momento, por instinto, eu soube o que fazer. Era como se meu próprio corpo já soubesse o caminho. Comecei a chupar as bolas dele como se fossem balas grandes e redondas, que não se desmanchavam na minha boca inexperiente. Lambi a cabeça enorme do pau grande e cheio de veias dele.
Assim é o pau do meu querido primo. Do jeito que pude, fiz aquela coisa enorme entrar na minha boca.
Assim... Depois de vários movimentos com minha boca, comecei a sentir que a rola enorme dele tava ficando cada vez maior e mais grossa. De repente, ele me puxou pelo cabelo e enfiou aquela rola enorme até o fundo da minha garganta... Senti que tava me afogando quando, pela primeira vez, senti o calor e o gosto do leite quente e grosso dele... Continua...
1 comentários - O pau do meu primo é enorme...