O Cassino, a 'promoção' da minha namorada e a ordem da calcinha fio dental vermelha" Depois daquela história dos planos de poupança, a Dani mudou de ares, mas caiu na boca do lobo: começou a trabalhar num Cassino, contratada pela Manpower. Supostamente era "faxina", mas como tinha boa aparência (e aquela raba que hipnotizava), usavam ela como curinga: limpeza, garçonete pros chefes nos escritórios de cima, recados... era a "mocinha" da gerência.
Ela não usava avental de limpeza. Faziam ela ir de calça social. E amigos, se vocês já viram uma morena de rabão com calça social de tecido fino se abaixando pra limpar uma máquina caça-níqueis, sabem do que eu tô falando. Marcava até o sobrenome. Ela sempre voltava com o mesmo papo: "Gordo, o supervisor falou que eu tenho perfil pra ser Croupier. Que se eu me comportar e aprender, vou ser promovida e ganhar uma fortuna". Eu ouvia ela e, embora meu lado racional soubesse que estavam vendendo fumaça pra comer ela, meu lado cuck (que já tava despertando) ficava excitado. Ela me disse: "O ambiente é super tóxico, eles se acham donos das minas. Tem boatos que a tal 'Fulana' é comida no banheiro". Ela contava isso se fazendo de chocada, mas eu via aquela faísca nos olhos dela. Dava tesão nela. Atraía aquele poder sujo dos chefes que tratavam as funcionárias como se fossem fichas de roleta.
O Dia do "Depósito"
Uma noite ficou diferente. Eu não estava cansada; estava elétrica, acelerada, com as pupilas dilatadas. Ela me agarrou como se fosse minha "amiga" e disse:
— Gordo, você não sabe o que aconteceu... tem que me prometer que não conta pra ninguém.
Acontece que mandaram ela buscar água sanitária no depósito de limpeza, aquele quartinho escuro onde ninguém entra. Quando abriu a porta, se deparou com a cena:
O Supervisor (um cara grandão, moreno, com cara de poucos amigos) estava comendo uma colega que chamavam de "A bunda grande" (imaginem o apelido). Ele tinha ela encostada na prateleira dos detergentes.
Dani me contou os detalhes rindo, mas dava pra perceber a respiração ofegante:
— Gordo, era um troglodita. Ele segurava ela pela cintura e metia com uma violência... e ela gritava e gozava igual uma louca, dava pra ouvir o estalo da pele toda.
O mais doido foi o que aconteceu quando Dani abriu a porta. Qualquer pessoa normal teria parado, se escondido. Eles não. O Supervisor virou a cabeça, olhou nos olhos da Dani... e continuou metendo. Não parou nem um segundo. A colega também não, continuava gemendo com a pica dentro.
Dani ficou ali, paralisada (ou fascinada), olhando por alguns segundos o chefe comendo a colega, até que reagiu, pediu desculpas e fechou a porta.
— São uns doentes! — ela disse, rindo nervosa — Nem se ligaram!
Eu olhava pra ela e entendia tudo. Ela não tinha ido embora por vergonha, tinha ido porque não aguentava mais de vontade de estar no lugar da "rabezuda". Aquela cara de pau, aquela impunidade de comer a funcionária na frente da outra, tinha deixado ela pingando. Naquela noite a gente comeu como nunca. Eu sabia que ela fechava os olhos e não me via... via o "caverníBooty" do supervisor arrombando a outra. E eu, longe de ficar puto, me alimentei dessa gozada alheia imaginária. Ela tava molhada por outro, excitada pela pica do chefe, e eu era quem colhia os lucros em casa. Mas claro... a história não termina aí. Isso foi só o trailer do pornô que tava por vir. As semanas passaram e eu não via nada, ou não queria ver. Só sabia o que minha cabeça imaginava ou o que a Dani me contava de noite, quando voltava com aquela energia estranha, mistura de cansaço e satisfação. Ela tinha virado viciada em trabalho. Vivia fazendo "hora extra". O bom — ou o triste — é que essa grana aparecia: pagava as contas, enchia a geladeira, comprava tênis de marca pros filhos e até trazia presente pra mim. Era a "gorjeta" da culpa. No fundo, ela tava me pagando o aluguel do corpo dela. Ela me enchia a cabeça com as histórias dela. Se fazia de santa: — Gordo, o Gerente me adora. Falou que sou a funcionária favorita dele porque sou a única que trabalha de verdade. As outras são umas putinhas, dão em cima dele, mas ele valoriza que eu seja respeitosa e na minha. Disse que vai conseguir a vaga fixa pra mim quando acabar os 6 meses de Manpower, que não quer me perder por nada. E aí me dava a estocada final, a que me confundia e me excitava ao mesmo tempo: — Sabe o quê? Você me lembra ele. Tem os mesmos gestos que você quando fica sério, é inteligente igual você... por isso a gente se dá tão bem. Que filha da puta! Ela tava me dizendo na cara que tava dando pra ele porque ele era meu substituto com poder. A Mensagem que quebrou a Matrix Um dia, o instinto de corno me venceu de novo. Ela foi tomar banho e deixou o celular na mesa. Minhas mãos tremiam. Senti aquele frio no estômago, aquela montanha-russa de nervosismo e tesão. Desbloqueei. Não fui pro chat da colega. Fui direto pro topo. Tinha um contato salvo como "Gerente Cassino". Entrei. O que li me deixou sem ar. Não eram mensagens de amor. Não tinha "te amo" nem corações. Era pior. Eram mensagens de dono pra propriedade. Eram ordens. A última mensagem, sem abrir, dizia só isso: "Amanhã veste a calcinha fio dental vermelha. E traz meu café pro VIP umas 10h, quero começar o dia bem." O mundo desabou. Ele não pedia pra ela limpar. Ele pedia a roupa íntima específica. Ele sabia quais calcinhas ela tinha. Ele escolhia o cardápio. Subi no chat e li frases soltas que gravaram a fogo na minha mente: Gerente: "Hoje você foi rápido. Ficou doendo?" Dani: "Haha um pouco, você é bruto. Mas eu gosto." (Uns dias antes) Gerente: "Essa calça preta me mata. Quando você se abaixa pra limpar o carpete, marca tudo. Me desconcentra." Dani: "É pra você ver o que perde se não me der a vaga haha." Gerente: "A vaga já é sua. E você é minha. Se comporte." Soltei o celular como se queimasse. Marquei como "não lido" com o dedo tremendo, tentando deixar tudo igual. Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, olhei pra ela. Vi aquela gostosa, com aquelas pernas incríveis e aquela cara de "não fiz nada", e pela primeira vez tive a certeza absoluta. Era um corno. Não era mais suspeita. Aquele cara, o "parecido comigo", usava ela de brinquedo no escritório. Escolhia a calcinha dela. Mandava ela se abaixar pra limpar pra ele olhar a bunda e depois comia ela prometendo um emprego. E o pior de tudo... o mais humilhante... é que vê-la ali, sabendo que amanhã ela ia vestir a fio dental vermelha pra ele, me deixou o pau duro. Eu odiava e desejava ela com a mesma intensidade. Era minha mulher, mas os direitos de uso eram do Gerente.
Ela não usava avental de limpeza. Faziam ela ir de calça social. E amigos, se vocês já viram uma morena de rabão com calça social de tecido fino se abaixando pra limpar uma máquina caça-níqueis, sabem do que eu tô falando. Marcava até o sobrenome. Ela sempre voltava com o mesmo papo: "Gordo, o supervisor falou que eu tenho perfil pra ser Croupier. Que se eu me comportar e aprender, vou ser promovida e ganhar uma fortuna". Eu ouvia ela e, embora meu lado racional soubesse que estavam vendendo fumaça pra comer ela, meu lado cuck (que já tava despertando) ficava excitado. Ela me disse: "O ambiente é super tóxico, eles se acham donos das minas. Tem boatos que a tal 'Fulana' é comida no banheiro". Ela contava isso se fazendo de chocada, mas eu via aquela faísca nos olhos dela. Dava tesão nela. Atraía aquele poder sujo dos chefes que tratavam as funcionárias como se fossem fichas de roleta.
O Dia do "Depósito" Uma noite ficou diferente. Eu não estava cansada; estava elétrica, acelerada, com as pupilas dilatadas. Ela me agarrou como se fosse minha "amiga" e disse:
— Gordo, você não sabe o que aconteceu... tem que me prometer que não conta pra ninguém.
Acontece que mandaram ela buscar água sanitária no depósito de limpeza, aquele quartinho escuro onde ninguém entra. Quando abriu a porta, se deparou com a cena:
O Supervisor (um cara grandão, moreno, com cara de poucos amigos) estava comendo uma colega que chamavam de "A bunda grande" (imaginem o apelido). Ele tinha ela encostada na prateleira dos detergentes.
Dani me contou os detalhes rindo, mas dava pra perceber a respiração ofegante:
— Gordo, era um troglodita. Ele segurava ela pela cintura e metia com uma violência... e ela gritava e gozava igual uma louca, dava pra ouvir o estalo da pele toda.
O mais doido foi o que aconteceu quando Dani abriu a porta. Qualquer pessoa normal teria parado, se escondido. Eles não. O Supervisor virou a cabeça, olhou nos olhos da Dani... e continuou metendo. Não parou nem um segundo. A colega também não, continuava gemendo com a pica dentro.
Dani ficou ali, paralisada (ou fascinada), olhando por alguns segundos o chefe comendo a colega, até que reagiu, pediu desculpas e fechou a porta.
— São uns doentes! — ela disse, rindo nervosa — Nem se ligaram!
Eu olhava pra ela e entendia tudo. Ela não tinha ido embora por vergonha, tinha ido porque não aguentava mais de vontade de estar no lugar da "rabezuda". Aquela cara de pau, aquela impunidade de comer a funcionária na frente da outra, tinha deixado ela pingando. Naquela noite a gente comeu como nunca. Eu sabia que ela fechava os olhos e não me via... via o "caverníBooty" do supervisor arrombando a outra. E eu, longe de ficar puto, me alimentei dessa gozada alheia imaginária. Ela tava molhada por outro, excitada pela pica do chefe, e eu era quem colhia os lucros em casa. Mas claro... a história não termina aí. Isso foi só o trailer do pornô que tava por vir. As semanas passaram e eu não via nada, ou não queria ver. Só sabia o que minha cabeça imaginava ou o que a Dani me contava de noite, quando voltava com aquela energia estranha, mistura de cansaço e satisfação. Ela tinha virado viciada em trabalho. Vivia fazendo "hora extra". O bom — ou o triste — é que essa grana aparecia: pagava as contas, enchia a geladeira, comprava tênis de marca pros filhos e até trazia presente pra mim. Era a "gorjeta" da culpa. No fundo, ela tava me pagando o aluguel do corpo dela. Ela me enchia a cabeça com as histórias dela. Se fazia de santa: — Gordo, o Gerente me adora. Falou que sou a funcionária favorita dele porque sou a única que trabalha de verdade. As outras são umas putinhas, dão em cima dele, mas ele valoriza que eu seja respeitosa e na minha. Disse que vai conseguir a vaga fixa pra mim quando acabar os 6 meses de Manpower, que não quer me perder por nada. E aí me dava a estocada final, a que me confundia e me excitava ao mesmo tempo: — Sabe o quê? Você me lembra ele. Tem os mesmos gestos que você quando fica sério, é inteligente igual você... por isso a gente se dá tão bem. Que filha da puta! Ela tava me dizendo na cara que tava dando pra ele porque ele era meu substituto com poder. A Mensagem que quebrou a Matrix Um dia, o instinto de corno me venceu de novo. Ela foi tomar banho e deixou o celular na mesa. Minhas mãos tremiam. Senti aquele frio no estômago, aquela montanha-russa de nervosismo e tesão. Desbloqueei. Não fui pro chat da colega. Fui direto pro topo. Tinha um contato salvo como "Gerente Cassino". Entrei. O que li me deixou sem ar. Não eram mensagens de amor. Não tinha "te amo" nem corações. Era pior. Eram mensagens de dono pra propriedade. Eram ordens. A última mensagem, sem abrir, dizia só isso: "Amanhã veste a calcinha fio dental vermelha. E traz meu café pro VIP umas 10h, quero começar o dia bem." O mundo desabou. Ele não pedia pra ela limpar. Ele pedia a roupa íntima específica. Ele sabia quais calcinhas ela tinha. Ele escolhia o cardápio. Subi no chat e li frases soltas que gravaram a fogo na minha mente: Gerente: "Hoje você foi rápido. Ficou doendo?" Dani: "Haha um pouco, você é bruto. Mas eu gosto." (Uns dias antes) Gerente: "Essa calça preta me mata. Quando você se abaixa pra limpar o carpete, marca tudo. Me desconcentra." Dani: "É pra você ver o que perde se não me der a vaga haha." Gerente: "A vaga já é sua. E você é minha. Se comporte." Soltei o celular como se queimasse. Marquei como "não lido" com o dedo tremendo, tentando deixar tudo igual. Quando ela saiu do banho, enrolada na toalha, olhei pra ela. Vi aquela gostosa, com aquelas pernas incríveis e aquela cara de "não fiz nada", e pela primeira vez tive a certeza absoluta. Era um corno. Não era mais suspeita. Aquele cara, o "parecido comigo", usava ela de brinquedo no escritório. Escolhia a calcinha dela. Mandava ela se abaixar pra limpar pra ele olhar a bunda e depois comia ela prometendo um emprego. E o pior de tudo... o mais humilhante... é que vê-la ali, sabendo que amanhã ela ia vestir a fio dental vermelha pra ele, me deixou o pau duro. Eu odiava e desejava ela com a mesma intensidade. Era minha mulher, mas os direitos de uso eram do Gerente.
3 comentários - O despertar do corno II
Y lo mejor es que ganan MUCHO MEJOR jajajaj
Si te gustan los cuernos disfrutalo colega